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Titulação de terra quilombola no Marajó é inédita, celebram lideranças

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Quando ouviu nomes de territórios que seriam titulados pelo presidente Lula, na quinta-feira (11), a coordenadora estadual das associações das comunidades remanescentes de quilombo do Pará, Carlene Printes, comemorou.

Ela correu até o palco, abraçou Lula e celebrou durante o encontro nacional de mulheres quilombolas, no Distrito Federal. A reunião de mais de 600 mulheres vai até este domingo (14).

Notícias relacionadas:

“A gente foi surpreendido positivamente com três decretos de territórios que a gente vem há muitos anos esperando e conseguimos alcançar aqui neste feito histórico”, disse Carlene em entrevista à Agência Brasil.

“A gente nunca teve um título no Marajó. Somos ameaçados por arrozeiros, fazendeiros e mineradoras. A titulação é o que minimamente nos dá segurança”, destacou.

Proteção

Para Carlene, a titulação é um fôlego de esperança para o povo. “Isso impacta diretamente na proteção dos nossos povos”, pois permite acesso a políticas públicas e aumenta a segurança das famílias.

O representante da comunidade de Santa Luzia, no Marajó, Hilário Moraes, presente ao evento, estava também eufórico.

“Esse decreto hoje, que o presidente Lula nos entrega, é uma resposta e um ato de reparação. Até agora estou sem acreditar”.

Ele testemunha que a comunidade sofre ameaças de todos os tipos. “De todos os eiros, sojeiros, arrozeiros, grileiros, madeireiros,” desabafou.

O quilombo tem 19 famílias com território de 526 hectares. “É uma comunidade que vive da agricultura familiar que tem essa alta disponibilidade da floresta e que a trata muito. Somos nós que mais protegemos o bioma da Amazônia”, contou.

A liderança diz que apenas o reconhecimento, sem a demarcação de terra, ainda não garantia as políticas públicas necessárias.

 “A gente esperava esse título como se espera um diamante que está se lapidando. É o caminho para que mais títulos, tanto na Ilha do Marajó, como em todo o estado e também na Amazônia possam chegar”.

Pelo Brasil

Outra beneficiada pela titulação foi a comunidade de Invernada dos Negros, em Campos novos, em Santa Catarina. A liderança Adriana Ferreira da Silva, que recebeu o título de terra homenageou mulheres que foram vítimas, como Mãe Bernadete.

“Estamos felizes pelas políticas públicas que chegaram até nós. Não somos mulheres apenas para estar dentro de casa. Somos para estar no mundo. O mundo é nosso”, comemorou.

Os territórios quilombolas são espaços rurais ou urbanos ocupados por comunidades negras, formadas por descendentes de pessoas escravizadas durante a colonização do Brasil. As áreas entregues finalizam um longo processo de regularização, abrangendo 11,6 mil hectares e beneficiando 1.780 famílias.

Incra

Durante o evento, o Incra anunciou a publicação de uma portaria de reconhecimento do território Porto Leocádio, em Goiás, beneficiando 20 famílias em uma área de 1,5 mil hectares.

Também foram anunciados cinco novos Relatórios Técnicos de Identificação e Delimitação (RTIDs) para os territórios Brejão dos Aipins (PI), Baía Formosa (RJ), Sapatu (SP), Sítio Grossos (RN) e Engenho da Cruz (BA), contemplando cerca de 800 famílias e aproximadamente 22 mil hectares.

O RTID é um relatório histórico e antropológico da ocupação e define os marcos territoriais da área tradicionalmente ocupada por famílias quilombolas.

>> Confira a distribuição dos 18 títulos quilombolas concedidos, divididos por território:

  • Kalunga do Mimoso (Arraias e Paranã/TO): quatro títulos, beneficiando 250 famílias em 4.211 hectares;
  • Kalunga (Cavalcante, Monte Alegre e Teresina de Goiás/GO): dois títulos para 888 famílias, abrangendo 6.221 hectares;
  • Invernada dos Negros (Abdon Batista e Campos Novos/SC): cinco títulos para 84 famílias em 111 hectares;
  • Charco/Juçaral (São Vicente Férrer/MA): três títulos para 137 famílias em 690 hectares;
  • Mel da Pedreira (Macapá/AP): um título para 14 famílias em 127 hectares;
  • Nova Batalhinha (Bom Jesus da Lapa/BA): um título para 20 famílias em 67 hectares;
  • Mata de São Benedito (Itapecuru-Mirim/MA): um título para 35 famílias em 194 hectares;
  • Piqui/Santa Maria dos Pretos (Itapecuru-Mirim/MA): um título para 352 famílias em 51 hectares.
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Titulação de terra quilombola no Marajó é inédita, celebram lideranças

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Quando ouviu nomes de territórios que seriam titulados pelo presidente Lula, na quinta-feira (11), a coordenadora estadual das associações das comunidades remanescentes de quilombo do Pará, Carlene Printes, comemorou.

Ela correu até o palco, abraçou Lula e celebrou durante o encontro nacional de mulheres quilombolas, no Distrito Federal. A reunião de mais de 600 mulheres vai até este domingo (14).

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“A gente foi surpreendido positivamente com três decretos de territórios que a gente vem há muitos anos esperando e conseguimos alcançar aqui neste feito histórico”, disse Carlene em entrevista à Agência Brasil.

“A gente nunca teve um título no Marajó. Somos ameaçados por arrozeiros, fazendeiros e mineradoras. A titulação é o que minimamente nos dá segurança”, destacou.

Proteção

Para Carlene, a titulação é um fôlego de esperança para o povo. “Isso impacta diretamente na proteção dos nossos povos”, pois permite acesso a políticas públicas e aumenta a segurança das famílias.

O representante da comunidade de Santa Luzia, no Marajó, Hilário Moraes, presente ao evento, estava também eufórico.

“Esse decreto hoje, que o presidente Lula nos entrega, é uma resposta e um ato de reparação. Até agora estou sem acreditar”.

Ele testemunha que a comunidade sofre ameaças de todos os tipos. “De todos os eiros, sojeiros, arrozeiros, grileiros, madeireiros,” desabafou.

O quilombo tem 19 famílias com território de 526 hectares. “É uma comunidade que vive da agricultura familiar que tem essa alta disponibilidade da floresta e que a trata muito. Somos nós que mais protegemos o bioma da Amazônia”, contou.

A liderança diz que apenas o reconhecimento, sem a demarcação de terra, ainda não garantia as políticas públicas necessárias.

 “A gente esperava esse título como se espera um diamante que está se lapidando. É o caminho para que mais títulos, tanto na Ilha do Marajó, como em todo o estado e também na Amazônia possam chegar”.

Pelo Brasil

Outra beneficiada pela titulação foi a comunidade de Invernada dos Negros, em Campos novos, em Santa Catarina. A liderança Adriana Ferreira da Silva, que recebeu o título de terra homenageou mulheres que foram vítimas, como Mãe Bernadete.

“Estamos felizes pelas políticas públicas que chegaram até nós. Não somos mulheres apenas para estar dentro de casa. Somos para estar no mundo. O mundo é nosso”, comemorou.

Os territórios quilombolas são espaços rurais ou urbanos ocupados por comunidades negras, formadas por descendentes de pessoas escravizadas durante a colonização do Brasil. As áreas entregues finalizam um longo processo de regularização, abrangendo 11,6 mil hectares e beneficiando 1.780 famílias.

Incra

Durante o evento, o Incra anunciou a publicação de uma portaria de reconhecimento do território Porto Leocádio, em Goiás, beneficiando 20 famílias em uma área de 1,5 mil hectares.

Também foram anunciados cinco novos Relatórios Técnicos de Identificação e Delimitação (RTIDs) para os territórios Brejão dos Aipins (PI), Baía Formosa (RJ), Sapatu (SP), Sítio Grossos (RN) e Engenho da Cruz (BA), contemplando cerca de 800 famílias e aproximadamente 22 mil hectares.

O RTID é um relatório histórico e antropológico da ocupação e define os marcos territoriais da área tradicionalmente ocupada por famílias quilombolas.

>> Confira a distribuição dos 18 títulos quilombolas concedidos, divididos por território:

  • Kalunga do Mimoso (Arraias e Paranã/TO): quatro títulos, beneficiando 250 famílias em 4.211 hectares;
  • Kalunga (Cavalcante, Monte Alegre e Teresina de Goiás/GO): dois títulos para 888 famílias, abrangendo 6.221 hectares;
  • Invernada dos Negros (Abdon Batista e Campos Novos/SC): cinco títulos para 84 famílias em 111 hectares;
  • Charco/Juçaral (São Vicente Férrer/MA): três títulos para 137 famílias em 690 hectares;
  • Mel da Pedreira (Macapá/AP): um título para 14 famílias em 127 hectares;
  • Nova Batalhinha (Bom Jesus da Lapa/BA): um título para 20 famílias em 67 hectares;
  • Mata de São Benedito (Itapecuru-Mirim/MA): um título para 35 famílias em 194 hectares;
  • Piqui/Santa Maria dos Pretos (Itapecuru-Mirim/MA): um título para 352 famílias em 51 hectares.
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El Imserso convoca casi 880.000 plazas para la temporada 2026-2027, con precios desde 50 euros

Como cada año, ya están aquí los viajes del Imserso. El Boletín Oficial del Estado (BOE) ha publicado este sábado la resolución de la convocatoria de plazas de la temporada 2026-2027 del Programa de Turismo del Instituto de Mayores y Servicios Sociales, que oferta casi 880.000 plazas de viaje.

En concreto, el Imserso, organismo que está adscrito al Ministerio de Derechos Sociales, Consumo y Agenda 2030, lanzará 879.213 plazas, de las que un total de 7.447 cuentan con un precio reducido de 50 euros.

Esa cifra total se desglosa en 440.284 plazas en turismo de costa peninsular, 228.142 para la costa insular y 210.787 para turismo de escapada.

Además, entre estas se encuentran las 7.447 plazas con una tarifa reducida de 50 euros por cada una, reservadas para las personas que reciban una prestación igual o inferior al importe de las pensiones no contributivas de incapacidad o de jubilación de la Seguridad Social y sin importar el destino.

También se mantiene respecto a la temporada anterior la posibilidad de que las personas usuarias viajen con sus animales de compañía en la costa peninsular e insular.

Las solicitudes de alta al programa —que permitirán acceder a las plazas una vez que sean convocadas— o modificaciones de datos podrán presentarse entre el 22 de junio y el 10 de julio de 2026, mientras que las personas acreditadas para viajar en temporadas anteriores no tienen que cumplimentar una nueva solicitud —salvo que quieran cambiar algún dato—.

Asimismo, el Ministerio señala que todas las personas beneficiarias del programa recibirán —a partir de la segunda quincena de agosto aproximadamente— una carta de acreditación con la clave para poder reservar sus viajes y estima que la comercialización de los mismos comenzará en septiembre y se podrá empezar a viajar a partir de octubre.

"Este programa se ha convertido en una herramienta fundamental para paliar la estacionalidad del sector turístico, evitando la pérdida de muchos puestos de trabajo durante la temporada baja", y genera un "impacto positivo" sobre el fomento de una vida activa y social de las personas mayores, sostiene.

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Nigel Farage: “Brexit was the greatest day of my life, but now it annoys me”

A special interview with the leader of Reform UK, 10 years after the EU referendum: why Europeans’ rights in Britain must “be renegotiated”, why he does not regret his words “pure, cold rage” after the Belfast riots, why Rupert Lowe’s party “will fall to pieces”, and why he...

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El Gobierno de Mañueco en Castilla y León tiene 4 mujeres y 5 caras nuevas: Pollán, Pico y Pino, de Vox, y Sanchidrián y Pardo de PP

Castilla y León ya tiene nuevo Gobierno autonómico. El recién investido presidente de la Junta, Alfonso Fernández Mañueco, ha anunciado este sábado los miembros de su nuevo Ejecutivo, el segundo de coalición entre PP y Vox, en el que habrá cuatro mujeres entre sus doce integrantes, con cinco caras nuevas, los tres de Vox, Carlos Pollán, Alberto Díaz Pico y Joaquín Antonio Pino, y dos de los 'populares', Cristina Sanchidrián y María Pardo.

Con respecto al último Gobierno del Partido Popular en solitario, desde julio de 2024 cuando Vox se salió de todos los gobiernos autonómicos en los que tenía presencia en España, han salido del Ejecutivo castellanoleonés Leticia García, tras asumir actual portavocía del PP en las Cortes; Rocío Lucas, vicepresidenta segunda de la Mesa de las Cortes; José Luis Sanz Merino, procurador por Segovia, y Gonzalo Santonja, quien ocupaba la cartera de Cultura y que fue el único consejero de Vox que se mantuvo en el Ejecutivo.

Además, y según ha confirmado el presidente en una rueda de prensa, el palentino Carlos Fernández Carriedo, mantendrá la cartera de Economía y Hacienda y seguirá con su labor en la Portavocía, un trabajo que ha realizado en los últimos cuatro años.

En general, la estructura del Gobierno de coalición de PP y Vox para este mandato está encabezada por el presidente de la Junta, Alfonso Fernández Mañueco, quien contará con dos vicepresidencias.

La Vicepresidencia primera estará ocupada por el leonés Carlos Pollán, de Vox, con la Consejería de Desregulación, Familia y Ayudas Sociales. De esta manera, tendrá las competencias en materia de medidas de racionalización, simplificación y eliminación de cargas administrativas, a la vez que asumirá las competencias de cooperación al desarrollo, que antes estaba en Presidencia, según ha detallado Fernández Mañueco.

Con esta Vicepresidencia, el representante de Vox también se hará cargo de determinadas competencias en materia de servicios sociales vinculadas a juventud, familia, infancia y atención a la diversidad, anteriormente responsabilidad de la Consejería de Familia. Asimismo, se responsabilizará de las competencias en materia de drogodependencia, inclusión social, inmigración y cooperación con el Tercer Sector.

Por su parte, la Vicepresidencia segunda la gestionará la zamorana Isabel Blanco Llamas, del PP, sin cartera y con competencias en vivienda, ordenación del territorio, igualdad de oportunidades, despoblación, Protección Civil, coordinación con policías locales, espectáculos públicos y mujer.

Asimismo, la abulense Cristina Sanchidrián (PP), se incorpora al Gobierno para hacerse cargo de la Consejería de Movilidad, Transformación Digital e Inteligencia Artificial, mientras que la vallisoletana María Pardo, también nueva en el organigrama del equipo de Gobierno, se encargará de Educación.

En la consejería de la Presidencia se mantiene el vallisoletano Luis Miguel González Gago (PP), mientras que el leonés Juan Carlos Suárez-Quiñones (PP) pasa de Medio Ambiente a Industria, Universidades, Empleo y Comercio.

Fernández Mañueco ha manifestado su "confianza" a Suárez-Quiñones, ya que ve en él una persona que servirá para "impulsar la renovación de ideas y procedimientos", y "fortalecer la capacidad de mejora" de la Junta. Al mismo tiempo, ha defendido la mezcla de competencias en una cartera que, entre otros objetivos, pretende "vincular más la universidad con la empleabilidad".

Las áreas de los 'populares' se completa con la Consejería de Sanidad y Bienestar Social, donde se mantiene al burgalés Alejandro Vázquez, de manera que este mantiene las competencias ya asumidas en el anterior gobierno y añade la atención y los servicios sociales a las personas mayores, personas discapacidad y dependencia. Así, la unión de estas áreas en esta nueva consejería permitirá tener una "visión más completa y dar un mejor tratamiento a las personas", ha aseverado el presidente de la Junta.

Por otro lado, la consejería de Medio Ambiente y Energía con la vallisoletana será para María González Corral, anterior titular de Agricultura y Ganadería. En cuanto competencias, en este nuevo gobierno Medio Ambiente no se hará cargo de caza, pesca, flora y fauna y control ambiental, que pasan a la Consejería de Agricultura, si bien la cartera suma energía y minas, que antes estaban en la Consejería de Economía y Hacienda.

En este contexto, será el abulense Joaquín Antonio Pino (Vox) el encargado de esas competencias, ya que asume la cartera de Agricultura, Ganadería, Medio Rural y Política Ambiental. Por otra parte, Alberto Díaz Pico, cabeza de lista por Valladolid de partido de Abascal, gestionará la Consejería de Cultura, Turismo y Deporte.

Con esta composición del Gobierno la presencia femenina la incorporan los 'populares' que son quienes suman cuatro mujeres al Gobierno, mientras que Vox ha optado por tres perfiles masculinos para sus tres consejerías.

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Surpresas em reta final de ciclo estão na história do Brasil em Copas

Logo Agência Brasil

Chegar ao último ano de um ciclo de Copa do Mundo com poucas oportunidades ou mesmo sem ter sido chamado à seleção brasileira não significa o fim do sonho. Prova disso é que oito dos 26 convocados pelo técnico Carlo Ancelotti para o Mundial nos Estados Unidos, no México e Canadá têm menos de dez jogos com a Amarelinha. E quatro estrearam somente em 2026.

O zagueiro Léo Pereira, o meia Danilo Santos e os atacantes Rayan e Igor Thiago foram a campo vestindo a camisa brasileira pela primeira vez nos amistosos contra França e Croácia, em março deste ano. Foi o suficiente para convencer Ancelotti. Deles, somente Danilo Santos já havia sido convocado anteriormente em junho de 2022, mas sequer atuou nos jogos com Japão e Coreia do Sul, que antecederam a Copa do Mundo do Catar, sob comando de Tite.

Notícias relacionadas:

O lateral Douglas Santos, que tem sete partidas pelo Brasil e disputa o posto de titular do lado esquerdo da defesa com Alex Sandro, estreou pela seleção principal em 2016, na Copa América, com Tite, após ser campeão olímpico no Rio de Janeiro. Foram nove anos de espera até receber nova chance, já com Ancelotti, e se firmar de vez no time em 2026.

Os zagueiros Bremer e Ibañez chegaram juntos à seleção brasileira, em setembro de 2022, para amistosos contra Gana e Tunísia, também sob comando de Tite. O primeiro foi à Copa do Catar, mesmo com um jogo apenas pela Amarelinha. Ausentes em boa parte do ciclo atual, eles recuperaram lugar no grupo após os amistosos com França e Croácia. Bremer acumula oito jogos pelo Brasil, um a mais que Ibañez.

 

Soccer Football - FIFA World Cup 2026 - Brazil Training - Columbia Park Training Facility, Morristown, New Jersey, U.S. - June 12, 2026 Brazil's Roger Ibanez during training IMAGN IMAGES via Reuters/Caean Couto Soccer Football - FIFA World Cup 2026 - Brazil Training - Columbia Park Training Facility, Morristown, New Jersey, U.S. - June 12, 2026 Brazil's Roger Ibanez during training IMAGN IMAGES via Reuters/Caean Couto
Soccer Football - FIFA World Cup 2026 - Ibañez chegou à seleção brasileira, em setembro de 2022, para amistosos contra Gana e Tunísia, Morristown, New Jersey, U.S. - June 12, 2026 Brazil's Roger Ibanez during training IMAGN IMAGES via Reuters/Caean Couto - CAEAN COUTO

Convocado para o lugar do lateral Wesley, contundido, o volante Éderson foi convocado com apenas três jogos pela equipe verde e amarela - nenhum sob comando de Ancelotti, apesar de observado pelo italiano. A última partida dele foi a derrota por 4 a 1 para a Argentina, fora de casa, pelas eliminatórias da Copa, que culminou na demissão do técnico Dorival Júnior.

Desde a Copa de 1986, no México, o Brasil não tinha tantos convocados com dez jogos ou menos pela seleção principal. Na ocasião, dez dos 22 nomes chamados por Telê Santana atendiam à estatística. Inclusive, dois deles sequer tinham estreado com a Amarelinha: o lateral Josimar e o meia Valdo.

Algo que se repetiria em 1998, na França. O grupo tinha apenas três jogadores com dez jogos ou menos pelo Brasil entre os 23 convocados: o goleiro Carlos Germano, o volante Emerson - convocado para o lugar do atacante Romário, cortado por lesão - e o lateral Zé Carlos. Este último, que nunca havia atuado pela seleção brasileira, estreou logo na semifinal da Copa, diante da Holanda, já que o titular Cafu estava suspenso.

Em 1994 e 2002, edições em que o Brasil saiu campeão, o número de atletas com no máximo dez partidas pela seleção foi semelhante ao de 2026. No time do penta, inclusive, jogadores com pouca rodagem com a Amarelinha, como os volantes Gilberto Silva (seis jogos) e Kleberson (cinco), ganharam o posto de titulares e foram importante no título.

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Chegar ao último ano de um ciclo de Copa do Mundo com poucas oportunidades ou mesmo sem ter sido chamado à seleção brasileira não significa o fim do sonho. Prova disso é que oito dos 26 convocados pelo técnico Carlo Ancelotti para o Mundial nos Estados Unidos, no México e Canadá têm menos de dez jogos com a Amarelinha. E quatro estrearam somente em 2026.

O zagueiro Léo Pereira, o meia Danilo Santos e os atacantes Rayan e Igor Thiago foram a campo vestindo a camisa brasileira pela primeira vez nos amistosos contra França e Croácia, em março deste ano. Foi o suficiente para convencer Ancelotti. Deles, somente Danilo Santos já havia sido convocado anteriormente em junho de 2022, mas sequer atuou nos jogos com Japão e Coreia do Sul, que antecederam a Copa do Mundo do Catar, sob comando de Tite.

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Os zagueiros Bremer e Ibañez chegaram juntos à seleção brasileira, em setembro de 2022, para amistosos contra Gana e Tunísia, também sob comando de Tite. O primeiro foi à Copa do Catar, mesmo com um jogo apenas pela Amarelinha. Ausentes em boa parte do ciclo atual, eles recuperaram lugar no grupo após os amistosos com França e Croácia. Bremer acumula oito jogos pelo Brasil, um a mais que Ibañez.

 

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Soccer Football - FIFA World Cup 2026 - Ibañez chegou à seleção brasileira, em setembro de 2022, para amistosos contra Gana e Tunísia, Morristown, New Jersey, U.S. - June 12, 2026 Brazil's Roger Ibanez during training IMAGN IMAGES via Reuters/Caean Couto - CAEAN COUTO

Convocado para o lugar do lateral Wesley, contundido, o volante Éderson foi convocado com apenas três jogos pela equipe verde e amarela - nenhum sob comando de Ancelotti, apesar de observado pelo italiano. A última partida dele foi a derrota por 4 a 1 para a Argentina, fora de casa, pelas eliminatórias da Copa, que culminou na demissão do técnico Dorival Júnior.

Desde a Copa de 1986, no México, o Brasil não tinha tantos convocados com dez jogos ou menos pela seleção principal. Na ocasião, dez dos 22 nomes chamados por Telê Santana atendiam à estatística. Inclusive, dois deles sequer tinham estreado com a Amarelinha: o lateral Josimar e o meia Valdo.

Algo que se repetiria em 1998, na França. O grupo tinha apenas três jogadores com dez jogos ou menos pelo Brasil entre os 23 convocados: o goleiro Carlos Germano, o volante Emerson - convocado para o lugar do atacante Romário, cortado por lesão - e o lateral Zé Carlos. Este último, que nunca havia atuado pela seleção brasileira, estreou logo na semifinal da Copa, diante da Holanda, já que o titular Cafu estava suspenso.

Em 1994 e 2002, edições em que o Brasil saiu campeão, o número de atletas com no máximo dez partidas pela seleção foi semelhante ao de 2026. No time do penta, inclusive, jogadores com pouca rodagem com a Amarelinha, como os volantes Gilberto Silva (seis jogos) e Kleberson (cinco), ganharam o posto de titulares e foram importante no título.

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Brasil estreia hoje na Copa do Mundo em jogo contra o Marrocos

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Quatro jogos estão agendados para este sábado (13) pela Copa do Mundo de 2026.

O destaque é o confronto entre Brasil e Marrocos, às 19h em Nova Jersey, pela primeira rodada do Grupo C.

Notícias relacionadas:

Completando a mesma chave, Haiti e Escócia se enfrentarão às 22h, em Boston.

Mais cedo, às 16h, Catar e Suíça fecham a primeira rodada do Grupo B, iniciada com a partida entre Canadá e Bósnia e Herzegovina, que empataram em 1 a 1 nesta sexta-feira (12). 

A última partida será entre Austrália e Turquia, na madrugada de domingo (14), à 1h. A partida é válida pelo Grupo D, que tem também Estados Unidos e Paraguai, equipes que também já se enfrentaram ontem.

Brasil x Marrocos

A seleção brasileira entra em campo sendo comandada pela primeira vez em uma Copa do Mundo por um técnico estrangeiro: o italiano Carlo Ancelotti.

Caso se confirmem as expectativas de escalar, para as laterais, Danilo e Alex Sandro, o Brasil tenderá a adotar um estilo de jogo que lembra o da escola italiana, com estes jogadores priorizando o papel defensivo.

Dessa forma, Ancelotti terá condições de dar liberdade ao meio de campo para fazer ligações rápidas, explorando a velocidade dos atacantes Raphinha e Vinícius Júnior.

Marrocos tem uma equipe bastante organizada e de grande disciplina tática. A equipe consagrou-se campeã da Copa Africana de Nações em 2025: o mais importante título do continente. No mesmo ano foi campeão mundial pela equipe sub-20.

Foi também semifinalista na Copa de 2022, torneio em que terminou ocupando o 4º lugar – algo inédito para uma seleção africana; e medalha de bronze nas Olimpíadas de Paris 2024.

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A última partida será entre Austrália e Turquia, na madrugada de domingo (14), à 1h. A partida é válida pelo Grupo D, que tem também Estados Unidos e Paraguai, equipes que também já se enfrentaram ontem.

Brasil x Marrocos

A seleção brasileira entra em campo sendo comandada pela primeira vez em uma Copa do Mundo por um técnico estrangeiro: o italiano Carlo Ancelotti.

Caso se confirmem as expectativas de escalar, para as laterais, Danilo e Alex Sandro, o Brasil tenderá a adotar um estilo de jogo que lembra o da escola italiana, com estes jogadores priorizando o papel defensivo.

Dessa forma, Ancelotti terá condições de dar liberdade ao meio de campo para fazer ligações rápidas, explorando a velocidade dos atacantes Raphinha e Vinícius Júnior.

Marrocos tem uma equipe bastante organizada e de grande disciplina tática. A equipe consagrou-se campeã da Copa Africana de Nações em 2025: o mais importante título do continente. No mesmo ano foi campeão mundial pela equipe sub-20.

Foi também semifinalista na Copa de 2022, torneio em que terminou ocupando o 4º lugar – algo inédito para uma seleção africana; e medalha de bronze nas Olimpíadas de Paris 2024.

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