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“Millones de brasileños los apoyamos”, dice Lula al equipo de fútbol

Brasilia, 13 jun (Prensa Latina) El presidente Luiz Inácio Lula da Silva exhortó hoy a la selección nacional de fútbol a competir con entrega, unidad y compromiso, y les recordó a los jugadores que tienen el apoyo de millones de brasileños.

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Debut ante Marruecos genera expectativas y cautela en Brasil

Brasilia, 13 jun (Prensa Latina) El debut de Brasil hoy ante Marruecos en la Copa del Mundo de fútbol es esperado en el gigante sudamericano con una mezcla de expectativa histórica, presión competitiva y cautela ante un rival en ascenso.

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Ovos processados têm melhor resultado desde 2006 nas exportações

As exportações brasileiras de ovos processados registraram o melhor desempenho para o período entre janeiro e maio desde o início da série histórica, em 2006. O resultado ocorre em meio a uma retração dos embarques totais de ovos e a um mercado interno mais fraco, marcado pela desaceleração da demanda e queda nos preços.

Dados da  Secex (Secretaria de Comércio Exterior), compilados pelo Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), mostram que o Brasil exportou 12,39 mil toneladas de ovos in natura e processados nos cinco primeiros meses de 2026. O volume representa uma queda de 32,5% em relação ao mesmo período do ano passado, quando os embarques somaram 18,36 mil toneladas.

Somente em maio, as exportações totalizaram 2,18 mil toneladas, recuo de 5,7% frente a abril e de 59% na comparação com maio de 2025.

Apesar da redução no volume total exportado, os ovos processados ganharam espaço na pauta exportadora. Entre janeiro e maio, o Brasil embarcou 3,99 mil toneladas dessa categoria, o equivalente a 32% das exportações nacionais de ovos.

Segundo pesquisadores do Cepea, trata-se da maior participação dos produtos processados nas vendas externas para o período desde 2006, indicando uma mudança gradual no perfil das exportações brasileiras do setor.

Enquanto os embarques mostram uma maior presença de produtos com valor agregado, o mercado doméstico enfrenta um cenário de demanda mais fraca. De acordo com levantamento da Scot Consultoria, após uma primeira quinzena marcada por reajustes positivos, o mercado perdeu força nas últimas semanas.

A consultoria aponta que o consumo mais contido obrigou o varejo a realizar promoções para manter o giro das mercadorias, pressionando as cotações ao longo da cadeia.

Nas granjas de São Paulo, o preço da caixa com 30 dúzias de ovos recuou 3% na semana, sendo comercializada, em média, a R$ 131,50. No atacado, a queda foi de 2,9%, com a caixa negociada a R$ 136,00, em média.

Segundo a Scot, a queda das temperaturas tem evitado desvalorizações mais intensas, uma vez que o clima mais frio aumenta a durabilidade dos ovos e reduz a pressão por vendas imediatas. Ainda assim, a expectativa para o curto prazo é de manutenção de um mercado enfraquecido, com demanda limitada e preços pressionados.

https://stories.cnnbrasil.com.br/?post_type=web-story&p=587567

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“El Valle no se toca”: multitudinaria convocatoria en Cuelgamuros

Después de que esta semana comenzaran los sondeos en Cuelgamuros, con la máquina perforadora saboteada el martes, un día después, con pintadas de "Franco" y "Sánchez HP", una convocatoria en redes sociales ha llamado a una cita que promete ser multitudinaria, esta mañana.

Una larga hilera de vehículos puede verse ahora mismo en los accesos al recinto del Valle de los Caídos, en cuya explanada central ya hay numerosos visitantes, según ha podido comprobar LA RAZÓN, hasta el punto de que se ha ampliado el horario de entrada antes de la misa.

El llamamiento cuenta con un grupo de WhatsApp en el que los interesados, jóvenes en su mayoría, han ido "calentando los ánimos", en palabras de uno de sus miembros, aunque se ha pedido respeto y que se mantenga la calma.

Parte de los convocados ha hecho incluso noche en la Hospedería del complejo, instalación hostelera desconocida, por cierto, entre algunos participantes del chat.

La Abadía se ha desmarcado con un comunicado de este emplazamiento que parte de Triana Fernández, una joven que ha grabado un vídeo en su perfil de Facebook con el objetivo de evitar "la destrucción del Valle", convocando "a las 10:00 de la mañana" de hoy. Asegura que ha informado de la protesta a la Delegación del Gobierno.

Los benedictinos explican que "ante las informaciones difundidas sobre la convocatoria de una concentración o manifestación" la comunidad benedictina aclara que "la Basílica y los espacios vinculados directamente a su actividad religiosa constituyen un lugar de culto y oración destinado al ejercicio de la libertad religiosa y al desarrollo de las actividades propias de la Iglesia Católica. En consecuencia, no corresponde a la comunidad benedictina promover, respaldar o autorizar actos de carácter político o ideológico en dicho ámbito".

Sigue el escrito en estos términos: "La Abadía desea asimismo poner de manifiesto que los numerosos fieles que acuden semanalmente al Valle para participar y acompañar a la comunidad benedictina en las celebraciones litúrgicas y actos de piedad que se desarrollan a lo largo del año lo hacen habitualmente dando un ejemplo admirable de respeto, recogimiento, silencio y oración. La comunidad considera que su derecho fundamental a la libertad religiosa y de culto debe ser plenamente respetado y preservado".

"Del mismo modo, los numerosos visitantes que acuden diariamente al Valle tienen derecho a disfrutar de este lugar en un clima de normalidad, respeto y serenidad, sin verse importunados por actos, concentraciones o manifestaciones ajenos a la finalidad religiosa y cultural propia del recinto y que no hayan sido convocados ni autorizados por la comunidad monástica en el ámbito de sus competencias".

© La Razón

Cartel con la cita de la convocatoria

© La Razón

La explanada frente a la Basílica, hace unos minutos

© La Razón

Coches lleganado al acceso al recinto
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Brasil e Marrocos movimentam US$ 2,8 bilhões em comércio agropecuário

Brasil e Marrocos entram em campo neste sábado (13) pela Copa do Mundo, mas a conexão entre os dois países vai muito além do esporte. O comércio agrícola tem papel de destaque nessa relação, com o Brasil exportando produtos como açúcar, milho e café para o mercado marroquino, enquanto importa fertilizantes essenciais para sustentar a produtividade das lavouras nacionais.

Com uma população de cerca de 38 milhões de habitantes, o Marrocos vem investindo na modernização da agricultura e ampliando a demanda por alimentos e insumos, fortalecendo os laços comerciais com o Brasil.

Em 2025, as exportações brasileiras para o Marrocos somaram US$ 1,4 bilhão, enquanto as importações alcançaram o mesmo patamar, resultando em uma corrente de comércio de US$ 2,8 bilhões. Apesar do equilíbrio entre os fluxos, o Brasil encerrou o ano com déficit comercial de US$ 64,3 milhões. O país africano foi o 44º principal destino das exportações brasileiras no período.

A pauta exportadora brasileira foi fortemente concentrada no agronegócio. Os açúcares e melaços responderam por 58,1% das vendas ao mercado marroquino. Também figuraram entre os principais produtos agrícolas exportados milho, animais vivos, café, frutas e especiarias.

Na outra ponta da balança comercial, os fertilizantes químicos representaram 84,8% de todas as importações brasileiras provenientes do Marrocos em 2025, reforçando a importância do país africano para o abastecimento de insumos utilizados no campo brasileiro.

A parceria comercial segue em expansão neste ano. Entre janeiro e maio de 2026, as exportações brasileiras para o Marrocos somaram US$ 328,3 milhões, alta de 9,6% em relação ao mesmo período do ano anterior. Já as importações alcançaram US$ 881,7 milhões, avanço de 34,4%, elevando a corrente de comércio para US$ 1,2 bilhão. O saldo comercial ficou negativo em US$ 553,4 milhões para o Brasil.

Os açúcares e melaços continuaram liderando a pauta exportadora brasileira nos cinco primeiros meses do ano, enquanto os fertilizantes mantiveram a liderança entre os produtos importados do país africano.

Os números do IMEA (Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária) mostram a relevância do agro brasileiro nessa relação comercial. Em 2025, o Marrocos importou 1,81 milhão de toneladas de milho do Brasil, sendo 1,37 milhão de toneladas provenientes de Mato Grosso, equivalente a 75% do total embarcado pelo país.

As vendas do cereal renderam cerca de US$ 280 milhões aos produtores mato-grossenses ao longo do ano passado. Em 2026, até o início de maio, Mato Grosso já havia exportado 153 mil toneladas de milho para o mercado marroquino, movimentando aproximadamente US$ 33 milhões.

A carne bovina também integra a pauta comercial entre os dois países. Em 2025, Mato Grosso exportou 668 toneladas da proteína para o Marrocos, gerando receita de cerca de US$ 3 milhões. Ao longo do ano passado, o Brasil embarcou 6.658 toneladas de carne bovina para o país africano, com faturamento superior a US$ 23 milhões.

O açúcar segue como um dos principais produtos brasileiros no mercado marroquino. Em 2025, o país africano importou 1,48 milhão de toneladas do produto, em negócios avaliados em aproximadamente US$ 591 milhões.

Etanol E32 deve elevar demanda em 1 bilhão de litros

 

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Trump anuncia que EEUU ha matado en Venezuela al líder del Tren de Aragua, el Niño Guerrero, con la colaboración de Caracas

Trump anuncia que EEUU ha matado en Venezuela al líder del Tren de Aragua, el Niño Guerrero, con la colaboración de Caracas

"Esta acción se coordinó estrechamente con nuestros amigos de Venezuela. Como resultado, los terroristas del Tren de Aragua ya no cuentan con refugio seguro en Venezuela ni en ningún otro lugar", ha dicho el presidente de EEUU

Ataque de Estados Unidos en territorio venezolano en colaboración con el Gobierno de Delcy Rodríguez contra una supuesta instalación del narco Tren de Aragua en la que el Ejército de EEUU ha matado “al infame líder” de la organización. Es lo que ha anunciado este viernes por la noche el presidente de EEUU, Donald Trump, en un mensaje en sus redes sociales.

“Bajo mis órdenes, el Comando Sur de los Estados Unidos llevó a cabo un ataque cinético rápido y letal para eliminar a 'Niño Guerrero', el infame líder del Tren de Aragua, una de las organizaciones terroristas más sanguinarias del planeta”, ha afirmado Trump: “Antes de que yo regresara al cargo, Joe Biden abrió nuestra frontera sur a millones de criminales ilegales y permitió que este ejército extranjero violara, mutilara y asesinara a ciudadanos estadounidenses con total impunidad. Durante mi campaña, prometí expulsar a estos monstruos de nuestro país y hacer justicia a las familias de aquellos a quienes masacraron, incluidas la querida Jocelyn Nungaray (de 12 años), Laken Riley (de 22 años) e innumerables almas hermosas más”.

“Con esta acción”, ha dicho Trump, “las Fuerzas Armadas de EEUU han hecho justicia para ellas, sus familias y sus seres queridos. Al inicio de mi Administración cumplí mi promesa de designar al Tren de Aragua como organización terrorista extranjera, deportar a miles de criminales malvados y librar una guerra contra los cárteles, que durante mucho tiempo han atacado a nuestros ciudadanos mientras líderes débiles dejaban a Estados Unidos indefenso y a la defensiva”.

Según Trump, “esta acción se ha coordinado estrechamente con nuestros amigos en Venezuela, con quienes estamos colaborando muy bien. Como resultado, los terroristas del Tren de Aragua ya no tienen refugio seguro en Venezuela ni en ningún otro lugar y, bajo mi liderazgo, encontraremos a estos despiadados asesinos y capos de la droga en cualquier momento y lugar, para enviarlos a las profundidades del infierno, donde pertenecen”.

Estados Unidos ha catalogado al Tren de Aragua como una organización terrorista. Y Guerrero Flores fue acusado en un tribunal federal de Nueva York de conspiración para delinquir y otros delitos, incluyendo brindar apoyo a terroristas en crímenes que se extendieron por más de una década, según anunciaron las autoridades en diciembre.

El secretario de Defensa, Pete Hegseth, publicó en Twitter que el ataque tuvo lugar a principios de semana en un complejo del Tren de Aragua en Venezuela.

El fiscal federal Jay Clayton declaró que la banda es responsable de innumerables actos de violencia, extorsión y narcotráfico en Norteamérica, Sudamérica y Europa. Trump acaba de nominar a Clayton el jueves para el cargo de director de Inteligencia Nacional, puesto que queda vacante con la renuncia de Tulsi Gabbard.

El Departamento de Estado de EEUU había ofrecido recompensas de hasta 5 millones de dólares por información que condujera al arresto de Guerrero Flores.

Hegseth ha declarado: “La operación subraya el compromiso compartido de EEUU y Venezuela de combatir a los narcoterroristas y negarles cualquier refugio seguro en nuestro hemisferio”.

El Gobierno venezolano emitió un comunicado confirmando su participación en la operación y revelando que tuvo lugar en el estado suroriental de Bolívar. Según el texto, “en el marco de una operación combinada entre organismos de seguridad de Venezuela y de EEUU en el sureste del estado Bolívar, fueron desarticuladas estructuras de delincuencia organizada que operaban en la zona. Durante el desarrollo de la operación se produjeron enfrentamientos con integrantes de estas estructuras criminales, en los que resultó neutralizado Héctor Rusthenford Guerrero Flores, alias 'Niño Guerrero', cabecilla de una organización criminal”. 

“La operación contó con apoyo tecnológico especializado y se desarrolló mediante mecanismos de cooperación e intercambio de información de inteligencia entre las autoridades de ambos países. La República Bolivariana de Venezuela reafirma su compromiso con la lucha contra la delincuencia organizada y continuará adoptando las medidas necesarias para garantizar la paz, la tranquilidad y la protección de nuestro pueblo. Durante la operación, se produjeron enfrentamientos con miembros de grupos criminales, resultando en la muerte de Héctor Rusthenford Guerrero Flores, alias ‘Niño Guerrero’, líder de una de estas organizaciones criminales”.

Imagen  de Hector Rusthenford Guerrero Flores, alías el "Niño Guerrero", en la orden de busca y captura del gobierno de EEUU.
Imagen de Hector Rusthenford Guerrero Flores, alías el "Niño Guerrero", en la orden de busca y captura del gobierno de EEUU.

El estado, rico en minerales y fronterizo con Brasil y Guyana, alberga grandes operaciones mineras ilegales controladas desde hace tiempo por bandas y otros actores que extraen minerales con el consentimiento —y en beneficio— de funcionarios y militares.

Trump ha emprendido una serie de acciones extraordinarias contra el supuesto narcotráfico, incluyendo varios ataques a pequeñas embarcaciones que la Administración ha acusado de traficar drogas a Estados Unidos. Al menos 207 personas han sido asesinadas en ataques con embarcaciones por parte del ejército estadounidense en el Pacífico oriental y el mar Caribe desde que la administración Trump comenzó a atacar a quienes denomina “narcoterroristas” a principios de septiembre.

El Tren de Aragua se originó hace más de una década en una prisión donde se recluían criminales endurecidos en el estado venezolano de Aragua. La banda se ha expandido en los últimos años a medida que millones de venezolanos emigraron a otros países latinoamericanos o a Estados Unidos en busca de mejores condiciones de vida.

Guerrero Flores regresó a la prisión de Aragua en 2013, tras cumplir condena por asesinato y otros delitos, cuando comenzó la crisis venezolana.

Se desconoce el tamaño de la banda. Países con grandes poblaciones de migrantes venezolanos, como Perú y Colombia, han acusado al grupo de estar detrás de una ola de violencia en la región. Sin embargo, a diferencia de otras organizaciones criminales de Colombia, Centroamérica y Brasil, Tren de Aragua no tiene una participación a gran escala en el contrabando de cocaína a través de las fronteras internacionales, según InSight Crime, un centro de investigación que monitorea el crimen en América Latina.

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JBS encerra operações em duas fábricas nos Estados Unidos

A JBS informou nesta sexta-feira (12) o fechamento de duas unidades nos Estados Unidos em meio ao cenário de redução da oferta de gado no país. As operações foram encerradas em uma planta de processamento de carne bovina na Pensilvânia e em uma fábrica de produtos de maior valor agregado localizada em Memphis, no estado do Tennessee.

Em nota, o CEO da JBS USA, Wesley Batista Filho, afirmou que a decisão foi difícil devido aos impactos sobre os funcionários e as comunidades locais. Segundo ele, a empresa está concentrada em oferecer apoio aos colaboradores afetados, com transparência, respeito e oportunidades de realocação em outras unidades da companhia.

A JBS USA ressaltou que as medidas fazem parte de uma estratégia mais ampla voltada para crescimento, modernização e competitividade de longo prazo nos Estados Unidos.

Ao longo do último ano, a empresa realizou investimentos significativos em novas instalações e melhorias em diversas operações no país, incluindo grandes expansões nos estados do Texas, Geórgia e Iowa. Os projetos têm como objetivo ampliar a capacidade de produção de alimentos preparados e produtos de maior valor agregado, modernizar as operações e reforçar a capacidade da companhia de atender seus clientes nos próximos anos.

“A JBS USA está investindo fortemente nos Estados Unidos e no futuro da produção de alimentos”, disse Batista Filho. “Ao mesmo tempo, precisamos garantir que nossas operações sejam eficientes, modernas e competitivas. Ao investir onde estamos crescendo e realizar ajustes difíceis onde são necessários, estamos construindo uma empresa mais forte e resiliente.”

No início deste ano, a JBS USA integrou seus negócios de carne bovina e de produtos embalados prontos para o varejo em uma plataforma mais unificada, com o objetivo de aumentar a eficiência, melhorar a produtividade e ampliar a capacidade de produção de itens de maior valor agregado.
Por meio de comunicado, a JBS informou que a produção das unidades que serão desativadas será absorvida por outras plantas de sua rede nos Estados Unidos, de forma a preservar o fornecimento de produtos e o atendimento aos clientes.

A companhia também reforçou seu compromisso com o setor agropecuário norte-americano, destacando a continuidade das parcerias com pecuaristas, produtores e comunidades rurais em diferentes regiões do país.

Apesar dos ajustes nas operações, a empresa mantém uma visão positiva para os próximos anos. Segundo o CEO da JBS USA, Wesley Batista Filho, a demanda global por proteínas segue em expansão, o que sustenta os investimentos da companhia em modernização, eficiência e crescimento. De acordo com o executivo, as mudanças anunciadas buscam fortalecer a competitividade da empresa e garantir melhores condições para atender o mercado no longo prazo.

Pesquisa: brasileiros devem continuar a consumir carne bovina

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Congresistas demócratas denuncian las "injerencias" de Trump en las elecciones colombianas a una semana de la segunda vuelta

Congresistas demócratas denuncian las "injerencias" de Trump en las elecciones colombianas a una semana de la segunda vuelta

Los congresistas alertan de las maniobras de la Administración para favorecer al candidato ultraderechista, Abelardo de la Espriella

La oposición pide moción de censura para el jefe de Gabinete de Milei: “Subestiman la inteligencia de la sociedad argentina”

Una veintena de congresistas demócratas, liderados por Jim McGovern (Massachussets), han emitido este viernes una declaración condenando las maniobras de representantes electos estadounidenses para interferir en las elecciones presidenciales de Colombia.

En el texto, reafirman que “el futuro de Colombia debe ser decidido únicamente” por el pueblo colombiano: “Apoyamos firmemente la soberanía del pueblo de Colombia y su derecho a determinar el futuro de su país. Los pueblos de Estados Unidos y Colombia han disfrutado de dos siglos de amistad y asociación, con la democracia como valor común central. Apoyamos de todo corazón el derecho del pueblo colombiano a ejercer sus libertades democráticas”.

Los congresistas señalan que “Colombia está en medio de elecciones nacionales que determinarán al próximo presidente del país. El derecho a elegir a ese presidente pertenece al pueblo de Colombia, y solo al pueblo de Colombia. Consideramos las acciones del presidente de Estados Unidos, Donald Trump, y otros miembros del Congreso para respaldar, abogar o inclinar la balanza a favor de un candidato en particular [el ultra Abelardo de la Espriella] como perjudicial para los derechos democráticos del pueblo colombiano, un insulto a su soberanía e integridad y totalmente inconsistente con los tradicionales principios estadounidenses de no injerencia en las elecciones extranjeras”.

Abelardo de la Espriella, mediático abogado penalista de 47 años, venció al progresista Iván Cepeda en la primera vuelta de las elecciones presidenciales. De la Espriella obtuvo 10,3 millones de votos (43,7%), y Cepeda, 9,6 millones de votos (40,9%). Los dos se medirán el 21 de junio en la segunda vuelta.

La candidatura de De la Espriella, apoyado por Trump públicamente hasta el punto de prometer ayudas si se imponía en la segunda vuelta, ha desatado las alarmas por adhesión a las agendas ultras de Milei en Argentina, Kast en Chile y Bukele en El Salvador.

Además, De la Espriella ha ejercido la defensa jurídica de narcos y de personas como Alex Saab, exministro de Industria de Venezuela ahora detenido en Nueva York: un empresario colombiano condenado en Estados Unidos por blanqueo de dinero y conspiración. La Administración Biden lo indultó en 2023 en un canje de presos, pero múltiples investigaciones periodísticas lo señalan como supuesto testaferro de Nicolás Maduro, también preso en EEUU tras ser secuestrado el pasado 3 de enero por tropas estadounidenses.

El hombre elegido por Trump para gobernar Colombia firmó en enero con el líder de Vox, Santiago Abascal, la llamada Carta de Madrid, un documento que alinea su plataforma con las tesis de la ultraderecha española. “Un grande Santiago Abascal librando la batalla cultural, política y democrática para enfrentar al narcocomunismo que se impone desde el Foro de São Paulo y el Grupo de Puebla. Estamos juntos en esta lucha”, publicó días después ante sus 960.000 seguidores de Instagram.

“El futuro de Colombia debe ser decidido por el pueblo colombiano, no por los políticos estadounidenses con su propia agenda. Trabajaremos con quien sea elegido democráticamente para avanzar relaciones entre Colombia y los Estados Unidos”, concluye la declaración, suscrita por congresistas como Greg Casar (Texas), Ilhan Omar (Minnesota), Delia C. Ramirez (Illinois), Rashida Tlaib (Michigan) y Nydia M. Velázquez (Nueva York).

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Soja fecha em baixa em Chicago após semana de volatilidade

A soja encerrou o pregão desta sexta-feira (12) em baixa na Bolsa de Chicago, refletindo a cautela dos investidores após uma semana marcada por forte volatilidade. O contrato com vencimento em julho recuou 0,18%, fechando cotado a US$ 11,32 por bushel.

Segundo a Agrinvest, o complexo soja operou no campo negativo ao longo da sessão. Após as reações ao relatório mais recente do USDA e às notícias envolvendo um possível acordo entre Estados Unidos e Irã, os contratos chegaram a ensaiar uma recuperação na abertura dos negócios, mas perderam força no decorrer do dia.

O óleo de soja apresentou desempenho relativamente mais firme, especialmente diante da forte queda observada nos preços do petróleo. Ainda assim, a pressão sobre o complexo energético acabou influenciando negativamente as commodities ligadas ao setor, limitando o avanço dos derivados da oleaginosa.

Com isso, o mercado seguiu ajustando posições e monitorando os desdobramentos no cenário macroeconômico e energético, fatores que continuam ditando o comportamento dos preços no curto prazo.

Milho

Os contratos futuros do milho fecharam a sexta-feira em leve alta na Bolsa de Chicago, em que o vencimento para julho avançou 0,24%, encerrando o pregão cotado a US$ 4,12 por bushel.

A Granar apontou que a recuperação foi impulsionada por movimentos de cobertura de posições por parte dos investidores, após as perdas registradas nas últimas sessões, além das preocupações com a falta de umidade em áreas das Grandes Planícies norte-americanas. Apesar do avanço no dia, o cereal acumulou sua terceira semana consecutiva de desvalorização.

O mercado também acompanhou de perto os desdobramentos das negociações entre Estados Unidos e Irã. A evolução das tensões no Oriente Médio e seus reflexos sobre os preços do petróleo são considerados fatores importantes para a cadeia do milho, especialmente diante das expectativas em torno da ampliação do uso de etanol nos Estados Unidos.

Nesse contexto, os agentes monitoram a tramitação no Senado norte-americano da proposta que autoriza a comercialização da gasolina E-15 durante todo o ano. A medida, já aprovada pela Câmara dos Representantes, pode ampliar a demanda por etanol e, consequentemente, por milho, principal matéria-prima utilizada na produção do biocombustível no país.

Trigo

Na Bolsa de Chicago, os contratos futuros do trigo encerraram a sessão desta sexta-feira em queda. O vencimento para julho recuou 0,38%, fechando cotado a US$ 5,84 por bushel.

Apesar da baixa no dia, o cereal conseguiu interromper a sequência de perdas observada nas duas semanas anteriores e encerrou a semana acumulando valorização.

A Granar apontou que o mercado foi influenciado pela realização de lucros e pela cautela dos investidores diante das negociações envolvendo Estados Unidos e Irã, que podem resultar em um acordo para redução das tensões na região e reabertura do Estreito de Ormuz.

Além do cenário geopolítico, os preços seguem pressionados pelos fundamentos sazonais. O avanço da colheita do trigo de inverno nos Estados Unidos e a proximidade do início da colheita em outras importantes regiões produtoras do Hemisfério Norte reforçam as expectativas de maior oferta no mercado global, limitando movimentos mais expressivos de alta.

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Cacau fecha em alta na bolsa de Nova York com aumento da oferta global

Na bolsa de Nova York, os contratos futuros do cacau encerraram a sessão desta sexta-feira (12) em alta. O vencimento para setembro avançou 1,84%, fechando cotado a US$ 3.868 por tonelada.

Apesar da valorização no fechamento, o mercado segue atento aos sinais de aumento da oferta global. Segundo informações do Barchart, os preços da commodity enfrentaram pressão ao longo da semana após novos dados indicarem maior disponibilidade do produto na Costa do Marfim, principal produtor mundial de cacau.

O país africano revisou para cima sua estimativa de recebimento de cacau nos portos, acrescentando mais de 260 mil toneladas ao volume projetado para a atual temporada. Dados acumulados mostram que os produtores enviaram 1,95 milhão de toneladas aos portos entre 1º de outubro de 2025 e 7 de junho de 2026, volume 18,9% superior ao registrado no mesmo período do ciclo anterior.

O crescimento dos embarques reforça as expectativas de uma oferta mais robusta no mercado global, fator que continua sendo monitorado pelos investidores.

Café

Os contratos futuros do café arábica encerraram a sessão em alta na Bolsa de Nova York. O vencimento para setembro avançou 1,26%, fechando negociado a US$ 2,53 por libra-peso.

O mercado deu continuidade ao movimento de valorização iniciado na véspera, sustentado pelas preocupações com o ritmo da colheita brasileira. As previsões climáticas indicam volumes expressivos de chuva nas principais regiões produtoras do país, o que pode dificultar os trabalhos no campo e atrasar a entrada da nova safra no mercado.

Segundo a empresa de monitoramento climático Vaisala, são esperadas precipitações de moderada a forte intensidade ao longo desta semana nas áreas cafeeiras do Brasil. Além disso, os modelos meteorológicos apontam que as chuvas podem persistir também na próxima semana, aumentando a atenção dos operadores quanto à oferta do produto.

Açúcar

Nesta sessão, o vencimento do açúcar para entrega em outubro recuou 0,77% na bolsa de Nova York, fechando cotado a 14,23 centavos de dólar por libra-peso.

A commodity seguiu pressionada por fatores externos. O fortalecimento do dólar reduziu a competitividade do açúcar negociado em moeda norte-americana, enquanto as perspectivas de um possível acordo provisório entre Estados Unidos e Irã alimentaram expectativas de maior fluidez no comércio da commodity no Oriente Médio.

Com isso, os preços em Nova York atingiram o menor patamar das últimas sete semanas, refletindo o aumento do apetite vendedor e a cautela dos investidores diante do cenário internacional.

Por outro lado, o mercado encontrou algum suporte nas novas projeções da consultoria Czarnikow. A empresa revisou sua estimativa para o balanço global de açúcar na safra 2026/27, reduzindo a previsão de superávit de 1,4 milhão de toneladas para um déficit de 10 mil toneladas. A mudança reflete a maior destinação de cana para a produção de etanol no Brasil, favorecida pelos preços mais elevados do petróleo no mercado internacional.

Algodão

O algodão com contrato futuro para entrega em dezembro fechou com ligeira alta de 0,08% e precificado em 76,42 centavos de dólar a libra-peso.

Suco de Laranja

Os contratos futuros do suco de laranja encerraram o pregão em baixa. O vencimento julho recuou 0,57%, fechando a US$ 1,64 por libra-peso.

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Deriva de herbicidas já provocou mais de 400 ocorrências em vinhedos do RS

A deriva de herbicidas hormonais já provocou mais de 400 ocorrências registradas em vinhedos do Rio Grande do Sul desde 2018 e passou a ser considerada um fator permanente de risco para a expansão da vitivinicultura em diferentes regiões do estado.

O levantamento realizado pela Fundação Empresa-Escola de Engenharia da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (Feeng), a partir de dados oficiais da Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (Seapi), identificou que aproximadamente 700 hectares de vinhedos foram diretamente afetados no período analisado.

Nas regiões mais impactadas, o universo de áreas expostas ao problema supera 4 mil hectares distribuídos em cerca de 45 municípios gaúchos. Os dados apontam perdas de produtividade entre 20% e 55% nas áreas atingidas. Em algumas situações, os prejuízos podem ultrapassar 80% da produção.

A maior parte dos registros está concentrada em regiões onde a vitivinicultura divide território com sistemas agrícolas extensivos que utilizam herbicidas hormonais para o controle de plantas daninhas. Entre os princípios ativos mais utilizados estão o 2,4-D, dicamba, picloram e fluroxipir.

No entanto, os efeitos vão além da redução imediata da safra. O estudo aponta que a deriva pode provocar abortamento floral, menor pegamento dos frutos, deformações vegetativas e enfraquecimento das videiras. Em situações mais severas, os produtores precisam investir na recuperação ou até mesmo na renovação completa dos vinhedos.

A pesquisa identificou ocorrências em praticamente todas as regiões produtoras de vinho do estado, incluindo Campanha Gaúcha, Serra do Sudeste, Região Central, Campos de Cima da Serra, Planalto, Missões e, de forma mais pontual, a Serra Gaúcha.
Segundo a professora doutora Shana Sabbado Flores, uma das coordenadoras do trabalho, o fenômeno deixou de ser percebido como um episódio isolado pelos produtores.

“Os resultados indicam que a deriva deixou de ser percebida pelos produtores como um evento pontual e passou a ser considerada um fator permanente de risco. Isso tem reflexos diretos sobre investimentos, expansão da atividade e perspectivas de desenvolvimento da vitivinicultura em diferentes regiões do Rio Grande do Sul”, comentou.

Para os pesquisadores, a sustentabilidade da agricultura gaúcha depende da convivência entre diferentes sistemas produtivos. O desafio, segundo o estudo, está em desenvolver mecanismos que permitam o avanço simultâneo das diversas cadeias agrícolas sem comprometer a competitividade da vitivinicultura.

Os resultados completos da pesquisa serão apresentados no próximo dia 17 de junho, em Dom Pedrito, durante evento promovido pelo Consevitis-RS.

Opções sustentáveis dentro dos vinhedos

A preocupação crescente com o tema tem levado parte do setor a rever práticas agrícolas e buscar alternativas para reduzir a dependência de insumos químicos, além do impacto da deriva de propriedades vizinhas.

Na campanha Gaúcha, a vinícola Salton tem intensificado a substituição gradual de herbicidas por plantas de cobertura nos vinhedos próprios localizados em Santana do Livramento. Desde 2021, o sistema utiliza gramíneas de inverno, como o azevém, para controlar plantas espontâneas, reduzir a erosão e contribuir para a conservação do solo.

Neste ano, a empresa entrou no Escopo 3, metodologia que contabiliza impactos ambientais gerados ao longo de toda a cadeia produtiva, desde a compra de insumos até a entrega do produto ao consumidor final. A iniciativa coloca a vinícola entre as pioneiras do setor vitivinícola brasileiro na adoção desse tipo de inventário.

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Magistrado defiende al STF de Brasil tras decisión judicial en Italia

Brasilia, 12 jun (Prensa Latina) El presidente del Supremo Tribunal Federal (STF) de Brasil, Edson Fachin, defendió hoy la actuación de esa corte y cuestionó la decisión de la Justicia italiana que anuló la extradición de la exdiputada Carla Zambelli.

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Las acciones de SpaceX se disparan un 19% en su debut en bolsa, y Musk se convierte en la primera persona con un billón de dólares

Las acciones de SpaceX se disparan un 19% en su debut en bolsa, y Musk se convierte en la primera persona con un billón de dólares

La empresa de Elon Musk arrancó la cotización un 11% por encima de la mayor oferta pública inicial (OPI) del mundo, tras vender 555 millones de acciones a 135 dólares, lo que supone 75.000 millones de dólares. Y cerró el día con una escalada del 19,3%, hasta los 161 dólares por acción

SpaceX y el cuento “libertario” de Elon Musk: “Nunca lo fue, usa el sector público como fuente de poder y beneficios”

SpaceX, la empresa de Elon Musk, que abarca desde la fabricación de cohetes hasta la inteligencia artificial, comenzó a cotizar en Wall Street este viernes a mediodía a 150 dólares por acción, un alza de aproximadamente el 11% tras haber recaudado la víspera la cifra récord de 75.000 millones de dólares en su histórica oferta pública inicial (OPI). Y a 150 dólares por acción, el patrimonio neto de Musk sería de aproximadamente 1,05 billones de dólares.

Las acciones siguieron subiendo, hasta cerrar su primera jornada de cotización a 161,11 dólares, lo que supone un aumento del 19,3% respecto a su precio de salida a bolsa, marcando así la mayor oferta pública inicial registrada hasta la fecha.

Al cierre de la sesión en el Nasdaq, la empresa alcanzaba una capitalización bursátil de 2,1 billones de dólares. Aunque esta cifra era inferior a los 2,31 billones registrada en su máximo en el día, resultó suficiente para consolidar a Elon Musk como la primera persona del mundo en alcanzar una fortuna de un billón de dólares.

La recaudación total de la OPI ronda los 86.000 millones de dólares, con una valoración de 1,78 billones de dólares, unos 400.000 millones más que hace un año.

Los operadores avisaron de que el inicio de la cotización probablemente tendría lugar a última hora de la mañana, que es cuando se ha producido, o a primera hora de la tarde, una vez que el Nasdaq completó un proceso de subasta para agrupar las órdenes y establecer un precio de apertura que minimice la volatilidad inicial.

SpaceX protagoniza este histórico debut en un momento de volatilidad para Wall Street; las acciones de empresas de alta valoración, que se habían disparado durante el último año, han experimentado fuertes oscilaciones en los últimos días ante el temor de que el mercado se esté sobrecalentando.

Musk, hablando desde Starbase (Texas) antes de la apertura del mercado, comentó que resultaba “difícil creer que una pequeña empresa vaya a salir a bolsa ahora [con] la mayor OPI de la historia. Si alguien me hubiera dicho que esto iba a ocurrir, habría pensado: 'Vaya, debes estar fumando un crack buenísimo, porque yo creo que esta empresa va a fracasar'”.

SpaceX recibió órdenes de compra que triplicaban la cantidad ofrecida en su OPI, ya que grandes gestoras de activos, fondos soberanos del Golfo, fondos de cobertura e inversores minoristas mostraron un gran interés por adquirir acciones, según Financial Times.

Los inversores particulares, por su parte, realizaron pedidos por valor de más de 100.000 millones de dólares. y recibirán entre el 20% y el 25% de las acciones de SpaceX vendidas, explica el diario británico.

El comportamiento de la empresa en el Nasdaq durante los próximos días supondrá una prueba crucial para medir el apetito de los inversores por las salidas a bolsa de gran envergadura, justo cuando Anthropic —creadora de Claude— y OpenAI —desarrolladora de ChatGPT— preparan sus propias salidas a bolsa..

¿Por qué SpaceX sale a bolsa ahora?

Porque la compañía planea poner en órbita 100.000 satélites Starlink de nueva generación. Y desplegar centros de datos con inteligencia artificial en el espacio representa “una enorme nueva base de crecimiento, y para ello se necesita capital”, ha afirmado Musk.

Salir a bolsa facilita el acceso al capital que SpaceX requiere, pero también la expone a un mayor escrutinio por parte de los accionistas y a una supervisión regulatoria más estricta, como informes financieros trimestrales, lo que, según los críticos, fomenta una mentalidad cortoplacista en detrimento de la planificación a largo plazo.

¿Cómo afecta la salida a bolsa a la empresa?

Musk poseerá la mayoría de una clase especial de acciones, lo que le otorgará control sobre las decisiones relacionadas con la estrategia, las finanzas y el personal de la empresa. En cuanto a esto último, debido a que posee la mayor parte de estas acciones de Clase B, la única persona que puede despedir a Musk como director ejecutivo es el propio Musk.

La empresa atribuye a Musk el papel de “fuerza impulsora” detrás de su crecimiento, innovación y éxito.

Representantes de fondos de pensiones de bomberos, maestros y otros trabajadores de California y Nueva York enviaron una carta a SpaceX el mes pasado criticando algunas de las disposiciones de la oferta pública inicial (OPI), incluidas las “acciones de supervoto”, el arbitraje obligatorio para las reclamaciones de los accionistas —en lugar de la posibilidad de presentar demandas judiciales— y el gran poder que Musk ostentará sobre la empresa.

¿A dónde va SpaceX?

Actualmente en fase de pruebas, el gigantesco cohete reutilizable Starship es clave para que SpaceX haga realidad las ambiciones de Musk. Gran parte del negocio espacial comercial depende de que SpaceX logre que Starship sea totalmente reutilizable y lo suficientemente sólido como para permitir una rápida rotación entre vuelos. De no lograrse esto, SpaceX advierte de que la colocación de centros de datos y satélites en el espacio llevará más tiempo y supondrá un mayor coste, lo que conlleva el riesgo de que los clientes abandonen la compañía, informa AP.

Los analistas afirman que, al ser pionera en el uso de cohetes reutilizables, SpaceX ha logrado una clara ventaja sobre competidores como Blue Origin, dirigida por el fundador de Amazon, Jeff Bezos. El negocio de satélites Starlink compite, entre otros, con AST SpaceMobile, empresa que tiene previsto utilizar un cohete de SpaceX para poner en órbita su última generación de satélites la próxima semana.

El folleto informativo presentado la semana pasada indica que el mayor mercado potencial para SpaceX es la venta de productos de inteligencia artificial orientados a empresas, diseñados para transformar la forma en que se realiza el trabajo.

Se trata de una oportunidad que, según las previsiones de SpaceX, alcanzaría un valor de 22,7 billones de dólares si la compañía lograra imponerse a rivales como Anthropic, OpenAI y Microsoft en un sector altamente competitivo. Sin embargo, el folleto informativo no muestra una vía clara hacia la rentabilidad para el negocio de xAI, que se fusionó con SpaceX a principios de este año.

¿Por qué interesa en Wall Street?

Si la salida a bolsa (IPO) de SpaceX tiene éxito, sus acciones podrían incorporarse rápidamente al Nasdaq 100, un índice muy seguido que agrupa a las 100 mayores empresas no financieras del mercado. Esto es importante porque algunos fondos populares, como el fondo cotizado (ETF) QQQ —que gestiona 460.000 millones de dólares—, replican dicho índice y compran automáticamente cualquier valor que figure en él.

Recientemente, el Nasdaq modificó sus normas para permitir que determinadas empresas se incorporen al Nasdaq 100 tras solo 15 días de cotización.

Por otro lado, S&P Dow Jones Índices mantiene unos criterios establecidos y más tradicionales que no permitirán a SpaceX, ni a otras empresas con salidas a bolsa gigantescas, acceder más rápidamente a su índice S&P 500. Esto significa que incluso las empresas de gran renombre deberán esperar a que sus acciones coticen durante 12 meses completos antes de poder formar parte del índice.

Las empresas aspiran a figurar en el S&P 500, en particular, porque se considera el índice más importante de Wall Street; billones de dólares replican su composición exacta o lo utilizan como referencia.

Por ejemplo, el fondo VOO de Vanguard, que sigue al S&P 500, cuenta con una inversión aproximada de 950.000 millones de dólares, informa AP.

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Pakistán confirma que EEUU e Irán han alcanzado "un texto definitivo y consensuado del acuerdo de paz"

Pakistán confirma que EEUU e Irán han alcanzado "un texto definitivo y consensuado del acuerdo de paz"

El ministro de Asuntos Exteriores de Irán, había declarado este viernes que el memorándum con EEUU estaba a punto de cerrarse después de que Trump acusara a Teherán de no negociar de buena fe tras una jornada de filtraciones contradictorias sobre los detalles del texto

Trump acusa a Irán de difundir términos erróneos sobre el principio de acuerdo

Pakistan, principal país mediador entre Estados Unidos e Irán durante la guerra, ha confirmado este viernes que las partes han alcanzado “un texto definitivo y consensuado del acuerdo de paz” en lo que podría convertirse en el avance diplomático más significativo entre ambos países desde que comenzó la ofensiva de Donald Trump y Benjamin Netanyahu contra el país persa.

No obstante, en otra jornada similar a una montaña rusa, los detalles de los términos que, según Islamabad, se han pactado siguen sin estar claros. Aunque los dirigentes tanto de Estados Unidos como de Irán han afirmado que estaban cerca de alcanzar un acuerdo, ninguno de ellos ha confirmado aún que se haya acordado el texto definitivo del mismo.

“En medio de los intensos esfuerzos de mediación que está llevando a cabo Pakistán, somos plenamente conscientes de la incesante campaña de desinformación que están llevando a cabo quienes desean sabotear el acuerdo de paz. Dejando de lado todo ese ruido, podemos confirmar que se ha alcanzado un texto definitivo y consensuado del acuerdo de paz y que Pakistán está colaborando estrechamente con ambas partes para concretar los próximos pasos. La paz nunca ha estado tan cerca como ahora”, ha dicho Shehbaz Sharif, el primer ministro de Pakistán, en X.

El ministro de Asuntos Exteriores de Irán, Abbas Aragchi, había declarado poco antes que el memorándum con Estados Unidos estaba a punto de cerrarse. “El Memorándum de Entendimiento de Islamabad nunca ha estado tan cerca”, ha dicho Aragchi en X. “A la espera de su formalización definitiva, los medios de comunicación deberían abstenerse de especular sobre su contenido”.

“En consonancia con nuestro enfoque responsable y transparente, todos los detalles se darán a conocer al público a su debido tiempo”, ha añadido el ministro en una publicación que Trump ha compartido también en su red social.

El mensaje del ministro iraní, republicado por Trump.
El mensaje del ministro iraní, republicado por Trump.

El mensaje de Aragchi llegó poco después de que el presidente de Estados Unidos acusara a Irán de no negociar de buena fe y de filtrar términos del acuerdo de paz que no tienen “nada que ver” con lo conciliado por escrito. “Los términos que Irán filtró a los medios de 'noticias falsas' no tienen nada que ver con los términos acordados por escrito. Lo que dijeron, incluida su declaración débil y patética sobre la existencia de un acuerdo, no guarda relación alguna con la verdad”, ha escrito Trump en su red Truth Social, que acusa a Irán de ser “gente muy deshonesta con la que tratar” y agrega: “Con ellos, no existe tal cosa como negociar de buena fe. ¡Increíble!”.

El reportero de Axios, Barak David, indica que Trump le ha dicho que ha exigido a los iraníes que emitan una aclaración pública sobre las informaciones en sus medios estatales acerca de los detalles del acuerdo.

Trump decidió cancelar este jueves ataques contra Irán alegando que Washington y Teherán habían alcanzado un “gran acuerdo” que tal vez se firmaría este mismo fin de semana en Europa. Según recoge Reuters, el memorándum podría ser firmado el domingo por el vicepresidente estadounidense JD Vance y el presidente del parlamento iraní, Mohammed Baqer Qalibaf, siendo Ginebra, por el momento, el lugar más probable. “Trump me dijo que todavía piensa que un acuerdo con Irán podría firmarse durante el fin de semana o el lunes”, dice el periodista de Axios en X.

“Esperamos firmar este acuerdo con Irán en los próximos días. Estimamos que hay un 85% de posibilidades, pero no el 100%. Estamos muy optimistas respecto al acuerdo. Aún no hemos llegado a la meta, pero estamos muy cerca”, ha dicho una fuente oficial estadounidense a los periodistas.

¿Qué se sabe sobre el memorándum?

Existe confusión sobre el contenido exacto del texto, tras una jornada en la que se han filtrado detalles diferentes, e incluso contradictorios, por parte de Washington y Teherán. Ambas partes han hablado en público de especulaciones y desinformación, al igual que el primer ministro paquistaní en su mensaje en X.

Medios iraníes como la agencia Mehr habían informado este viernes por la mañana de un documento que parecía coincidir con buena parte de las exigencias planteadas por Teherán, lo que parece haber provocado la reacción de Trump.

Este viernes, el medio oficial IRNA recoge que lo acordado ahora por ambas partes no incluiría acuerdos en materia nuclear ni tampoco el levantamiento de sanciones estadounidenses sobre Irán, sino que esos dos temas se incorporarían a una nueva negociación que comenzaría en el plazo de 60 días. También se incluiría en esa negociación la compensación a Irán por los daños causados en la guerra.

IRNA, además, insiste en que Irán llega con “total desconfianza hacia la otra parte” y estaría “plenamente preparado para afrontar cualquier incumplimiento de promesa o engaño”. Afirma que lo acordado con EEUU es solo “un memorando de entendimiento” que estaba “casi finalizado”, tras lo que seguirían negociando el “acuerdo final” y enfatiza que Irán sigue firme en sus líneas rojas.

Según informa Reuters, citando una fuente occidental, una iraní y una del Golfo Pérsico un aspecto clave que aún no se ha resuelto es la redacción relativa al cese de hostilidades en Líbano, donde Irán ha exigido a Israel que ponga fin a la campaña contra sus aliados de Hizbulá.

Paralelamente, una fuente de la Casa Blanca ha indicado a varios medios que Irán ha aceptado un acuerdo “basado en el cumplimiento” con múltiples componentes. En virtud de él, según la fuente, se desmantelará el programa nuclear de Irán y se destruirá y retirará su material nuclear. Esta condición de la destrucción de las reservas de uranio no figuraba en los textos comentados por las fuentes a Reuters.

Fotografía del presidente de EE.UU., Donald Trump.
Fotografía del presidente de EE.UU., Donald Trump.

Según la fuente de la Casa Blanca, el estrecho de Ormuz se reabrirá, Irán dejará de “financiar a grupos terroristas” y no se liberará ninguno de los activos congelados de Teherán hasta que el régimen cumpla con lo acordado. Estas afirmaciones, que son generales y aclaran poco los detalles del contenido, pueden chocar por lo descrito por las fuentes a Reuters, según las cuales Estados Unidos proporcionaría inmediatamente a Irán miles de millones de dólares en activos descongelados, algo que también recogía IRNA, que señalaba que parte se liberará inmediatamente después de la firma y el resto, gradualmente durante las negociaciones.

“Los iraníes no van a recibir dinero en efectivo, y no se van a liberar fondos simplemente por firmar un acuerdo o asistir a una reunión. El acuerdo está estructurado para garantizar que se den prioridad a las preocupaciones de EEUU y sus aliados, y que, si la República Islámica de Irán cumple con sus obligaciones, los beneficios económicos llegarán tanto a ellos como a toda la región. Este acuerdo tiene el potencial de transformar la región y conducir a una paz duradera”, ha salido a decir el propio Vance en X.

IRNA además había desmentido a los medios de comunicación occidentales en lo relativo a Ormuz, su principal palanca de influencia, asegurando que Teherán no se compromete en este texto “a ceder su administración ni a devolver el estrecho” al estado anterior a la guerra. “El único punto mencionado es la normalización del tránsito por el estrecho de Ormuz tras el fin de la guerra, el establecimiento de la seguridad marítima por parte de los Estados ribereños, el fin del bloqueo ilegal y la eliminación de las amenazas a la navegación comercial por parte de Estados Unidos e Israel”, dice. “Se ha dejado claro que la futura administración del estrecho se basará en una iniciativa y propuesta iraní, en el marco de un asunto que concierne a los países de la región. En este contexto, no se debatirán cuestiones sobre el futuro del estrecho de Ormuz ni siquiera en negociaciones posteriores a la firma del acuerdo, y Teherán resolverá este asunto directamente en conversaciones con Omán” .

Hasta ahora las conversaciones entre Washington y Teherán se mantenían en un impás debido a desacuerdos en cuanto a las condiciones de un acuerdo final, con la reapertura del estratégico estrecho de Ormuz y la limitación al programa nuclear iraní como los principales centros de conflicto, iniciado el 28 de febrero. El anuncio sobre un avance en el diálogo llega después de dos jornadas de bombardeos cruzados que marcaron la peor escalada militar entre los dos países desde el inicio del alto el fuego el 8 de abril.

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Trump acusa a Irán de difundir términos erróneos sobre el principio de acuerdo

Trump acusa a Irán de difundir términos erróneos sobre el principio de acuerdo

El presidente de EEUU carga contra Teherán por difundir unos términos del acuerdo que Trump desmiente: "Los términos que Irán filtró a las 'fake news' [los medios que no le gustan a Trump] no tienen NADA que ver con los términos acordados por escrito"

Irán dice que el acuerdo con EEUU “nunca ha estado tan cerca”

“Fake news”. Es uno de los conceptos que más le gusta usar a Donald Trump para insultar a los medios de comunicación que difunden noticias que no le gustan. Y este viernes lo ha hecho en relación con Irán, a quien acusa de difundir detalles del supuesto principio de acuerdo para una paz que, según Trump, son contenidos falsos.

Lo cierto es que los detalles que está difundiendo Irán supondrían que la Casa Blanca cede en muchos de los aspectos reivindicados por Irán –control de Ormuz y de los restos de uranio, así como levantamiento de sanciones–, y supondrían una derrota diplomática de Trump después de la guerra desatada el pasado 28 de febrero.

“Los términos que Irán filtró a las fake news [los medios que no le gustan a Trump] no tienen NADA que ver con los términos acordados por escrito”, ha señalado Trump en Truth Social. Lo que dijeron, incluida su declaración débil y patética sobre la existencia de un acuerdo, no guarda relación alguna con la verdad. Es gente muy deshonesta con la que tratar. Con ellos, no existe tal cosa como negociar de buena fe. ¡INCREÍBLE! Además, el ataque con drones que lanzaron anoche contra barcos indios que salían del estrecho de Ormuz, y que fue totalmente repelido, es TOTALMENTE INACEPTABLE. ¡Más les vale cambiar de actitud, y rápido!“

Truth Social de Trump sobre el acuerdo con Irán.
Truth Social de Trump sobre el acuerdo con Irán.

El ministro de Asuntos Exteriores de Irán, Abbas Aragchi, por su parte, ha declarado este viernes que el memorándum de entendimiento entre Irán y Estados Unidos está a punto de cerrarse, lo que supone lo que podría convertirse en el avance diplomático más significativo entre ambos países desde que comenzó la guerra iniciada por Donald Trump y Benjamin Netanyahu .

“El Memorándum de Entendimiento de Islamabad nunca ha estado tan cerca”, ha dicho Aragchi en X. “A la espera de su formalización definitiva, los medios de comunicación deberían abstenerse de especular sobre su contenido”.

“En consonancia con nuestro enfoque responsable y transparente, todos los detalles se darán a conocer al público a su debido tiempo”, ha añadido.

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4G avança em 3 mil áreas rurais e amplia acesso a 2 milhões de pessoas

Mais de 2 milhões de brasileiros que vivem em áreas rurais passaram a contar com sinal 4G nos últimos três anos. A expansão da conectividade alcançou 2.902 localidades em todas as regiões do país, segundo dados divulgados pelo MCom (Ministério das Comunicações).

O avanço ocorre em um momento em que a conectividade é considerada uma infraestrutura cada vez mais importante para o agronegócio. Além do acesso a serviços digitais, a internet é usada para monitoramento de máquinas, rastreamento de rebanhos, gestão das propriedades, coleta de dados climáticos e adoção de tecnologias de agricultura de precisão.

O setor também vê a conectividade como uma das bases para a expansão de ferramentas de inteligência artificial no campo, que dependem da transmissão contínua de dados gerados por máquinas, sensores e equipamentos instalados nas propriedades rurais.

As áreas atendidas não contavam com banda larga móvel e passaram a ter acesso à telefonia celular e a serviços digitais.

O Nordeste lidera a expansão da cobertura desde 2023, com 956 localidades conectadas. Em seguida aparecem o Sudeste, com 749 áreas atendidas; o Sul, com 571; o Norte, com 426; e o Centro-Oeste, com 200 localidades.

Para o ministro das Comunicações, Frederico de Siqueira Filho, a chegada do 4G às áreas rurais contribui para ampliar o acesso da população a serviços essenciais e reduzir a exclusão digital.

“Conectar as áreas rurais faz parte de um desafio ainda maior: incluir todos os brasileiros no mundo digital. Nossa meta é aproximar as pessoas dos serviços básicos essenciais, da telemedicina e da educação a distância, além de tornar o pequeno produtor mais autônomo ao permitir o acesso a bancos e plataformas governamentais diretamente pelo celular, sem precisar sair de sua propriedade”, afirmou.

Segundo o ministério, a instalação da cobertura móvel em áreas rurais exige uma série de etapas técnicas e regulatórias.

O processo inclui a definição do local de instalação, autorizações para uso de radiofrequência, licenciamento da estação, obtenção de licenças ambientais e construção da infraestrutura necessária para receber as torres de telefonia, que podem chegar a quase 32 metros de altura.

A expansão do 4G integra um conjunto de políticas públicas de telecomunicações e compromissos assumidos pelas operadoras no leilão do 5G.

As ações também envolvem o Gired (Grupo de Implantação do Processo de Redistribuição e Digitalização de Canais de TV e RTV), responsável por iniciativas voltadas ao uso eficiente do espectro e à ampliação da conectividade em regiões rurais e remotas.

Com as novas ativações, moradores de distritos, assentamentos e comunidades tradicionais passam a contar com internet móvel de alta velocidade diretamente nos celulares.

O acesso pode facilitar a emissão de documentos, o uso de serviços bancários, a educação a distância e atividades ligadas à economia agrícola local.

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