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Fundação Galp e Município de Alcoutim inauguram sistema de bicicletas elétricas partilhadas

A Fundação Galp e o Município de Alcoutim inauguraram esta sexta-feira, 12 de junho, um novo sistema de bicicletas elétricas partilhadas, no âmbito do projeto Vilas em Movimento. A iniciativa, que representa um investimento superior a 100 mil euros, pretende promover soluções de mobilidade mais sustentáveis, incentivar estilos de vida ativos e reforçar a valorização do território.

O novo sistema, inaugurado esta manhã numa cerimónia que contou com as presenças de Paulo Paulino, Presidente da Câmara Municipal de Alcoutim, e de Sandra Aparício, diretora-executiva da Fundação Galp, disponibiliza 14 bicicletas elétricas e quatro estações de partilha, localizadas na biblioteca municipal, no centro náutico, na praia fluvial e no parque de caravanas. A infraestrutura estará ao serviço de residentes e visitantes, facilitando deslocações no concelho e promovendo uma forma mais sustentável de descobrir Alcoutim.

Desenvolvido pela CME – Construção e Manutenção Eletromecânica, empresa portuguesa especializada em soluções de mobilidade partilhada, o sistema inclui bicicletas elétricas, estações de carregamento e uma plataforma digital de gestão e utilização, adaptada às características do território.

Inserida numa região de elevado valor ambiental, junto ao rio Guadiana, esta iniciativa contribui para uma utilização mais sustentável do espaço público, promove a mobilidade suave e reforça a ligação das pessoas à natureza e ao património local.

Este projeto representa mais um passo na estratégia que temos vindo a desenvolver para valorizar Alcoutim enquanto território sustentável, inovador e com qualidade de vida. Com este sistema de bicicletas elétricas partilhadas, oferecemos novas formas de mobilidade para residentes e visitantes, promovemos hábitos mais saudáveis e reforçamos a ligação ao património natural e cultural do concelho”, afirmou Paulo Paulino.

Este sistema de bicicletas elétricas é um exemplo concreto de como a sustentabilidade pode gerar valor para as comunidades, promovendo uma mobilidade mais sustentável e reforçando a ligação das pessoas ao território”, diz Sandra Aparício. Este investimento integra uma estratégia mais ampla que a Fundação Galp tem vindo a desenvolver no Baixo Guadiana, em parceria com o Município de Alcoutim, a ODIANA e outras entidades locais”.

O sistema de bicicletas elétricas partilhadas integra o programa de investimento social da Galp e da sua Fundação Galp em Alcoutim, que inclui iniciativas nas áreas da energia, mobilidade sustentável, inclusão social e desenvolvimento comunitário.

Entre essas iniciativas destaca-se também o projeto Vilas em Movimento Baixo Guadiana 2.0, desenvolvido pela ODIANA com o apoio da Fundação Galp, que promove o envelhecimento ativo e combate o isolamento social e geográfico da população mais idosa dos concelhos de Alcoutim, Castro Marim e Vila Real de Santo António.

Desenvolvido em parceria com o Município de Alcoutim e agentes locais, este programa gera benefícios duradouros para a população, promovendo a valorização do território, a coesão social e a melhoria da qualidade de vida das comunidades do Baixo Guadiana.

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Quer passear em Alcoutim? Já lá há bicicletas elétricas partilhadas

Alcoutim já tem um sistema de bicicletas elétricas partilhadas, no âmbito do projeto Vilas em Movimento, uma parceria entre a Fundação Galp e Câmara Municipal deste concelho do Nordeste Algarvio.

A iniciativa, inaugurada esta sexta-feira, representa um investimento superior a 100 mil euros e pretende promover soluções de mobilidade mais sustentáveis, incentivar estilos de vida ativos e reforçar a valorização do território.

O novo sistema, inaugurado numa cerimónia que contou com as presenças de Paulo Paulino, presidente da Câmara Municipal de Alcoutim, e de Sandra Aparício, diretora-executiva da Fundação Galp, disponibiliza 14 bicicletas elétricas e quatro estações de partilha, localizadas na biblioteca municipal, no centro náutico, na praia fluvial e no parque de caravanas.

A infraestrutura estará ao serviço de residentes e visitantes, facilitando deslocações no concelho e promovendo uma forma mais sustentável de descobrir Alcoutim.

Desenvolvido pela CME – Construção e Manutenção Eletromecânica, empresa portuguesa especializada em soluções de mobilidade partilhada, o sistema inclui bicicletas elétricas, estações de carregamento e uma plataforma digital de gestão e utilização, adaptada às características do território.

Inserida numa região de elevado valor ambiental, junto ao rio Guadiana, esta iniciativa contribui para uma utilização mais sustentável do espaço público, promove a mobilidade suave e reforça a ligação das pessoas à natureza e ao património local.

Sul Informação

“Este projeto representa mais um passo na estratégia que temos vindo a desenvolver para valorizar Alcoutim enquanto território sustentável, inovador e com qualidade de vida. Com este sistema de bicicletas elétricas partilhadas, oferecemos novas formas de mobilidade para residentes e visitantes, promovemos hábitos mais saudáveis e reforçamos a ligação ao património natural e cultural do concelho”, afirmou Paulo Paulino.

“Este sistema de bicicletas elétricas é um exemplo concreto de como a sustentabilidade pode gerar valor para as comunidades, promovendo uma mobilidade mais sustentável e reforçando a ligação das pessoas ao território”, diz Sandra Aparício. Este investimento integra uma estratégia mais ampla que a Fundação Galp tem vindo a desenvolver no Baixo Guadiana, em parceria com o Município de Alcoutim, a ODIANA e outras entidades locais”.

O sistema de bicicletas elétricas partilhadas integra o programa de investimento social da Galp e da sua Fundação Galp em Alcoutim, que inclui iniciativas nas áreas da energia, mobilidade sustentável, inclusão social e desenvolvimento comunitário.

Entre essas iniciativas destaca-se também o projeto Vilas em Movimento Baixo Guadiana 2.0, desenvolvido pela ODIANA com o apoio da Fundação Galp, que promove o envelhecimento ativo e combate o isolamento social e geográfico da população mais idosa dos concelhos de Alcoutim, Castro Marim e Vila Real de Santo António.

Desenvolvido em parceria com o Município de Alcoutim e agentes locais, este programa gera benefícios duradouros para a população, promovendo a valorização do território, a coesão social e a melhoria da qualidade de vida das comunidades do Baixo Guadiana.

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Fundação Galp e Município de Alcoutim inauguram sistema de bicicletas elétricas partilhadas

A Fundação Galp e o Município de Alcoutim inauguraram hoje um novo sistema de bicicletas elétricas partilhadas, no âmbito do projeto Vilas em Movimento. A iniciativa, que representa um investimento superior a 100 mil euros, pretende promover soluções de mobilidade mais sustentáveis, incentivar estilos de vida ativos e reforçar a valorização do território. O novo […]

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Alcoutim inaugura rede de bicicletas elétricas partilhadas

O Município de Alcoutim e a Fundação Galp inauguraram hoje a rede de bicicletas elétricas partilhadas “Alcoutim em Movimento”, um projeto que visa promover a mobilidade sustentável e facilitar as deslocações de residentes e visitantes na vila.

O sistema é composto por 14 bicicletas elétricas e quatro estações de estacionamento, permitindo a utilização através de uma aplicação móvel disponível para dispositivos Android e iOS.

Segundo a autarquia, a iniciativa recorre a soluções tecnológicas de micromobilidade urbana, procurando incentivar meios de transporte mais sustentáveis e acessíveis.

A cerimónia de inauguração contou com a presença do presidente da Câmara Municipal de Alcoutim, Paulo Paulino, e da diretora executiva da Fundação Galp, Sandra Aparício.

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Salários diminuem pobreza em 22 regiões metropolitanas

Logo Agência Brasil

Entre 2021 e 2025, mais de 10 milhões de pessoas deixaram a condição de pobreza nas regiões metropolitanas do país,. Os dados são do boletim Desigualdade nas Metrópoles, produzido em parceria pelo Observatório das Metrópoles, a Rede de Observatórios da Dívida Social na América Latina (RedODSAL) e a Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUC-RS).

Segundo o estudo, baseado em informações do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a taxa de pobreza em 22 metrópoles brasileiras chegou a 18,4% em 2025, “alcançando, pelo terceiro ano consecutivo, o menor valor da série histórica [desde 2012]”.

Notícias relacionadas:

“Foi uma redução significativa. Um patamar grande, apesar do nível de pobreza ainda se manter bastante alto no conjunto das metrópoles do Brasil”, afirma, em entrevista à Agência Brasil, o economista e sociólogo Marcelo Ribeiro, professor do Programa de Planejamento Urbano e Regional da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e pesquisador do Observatório das Metrópoles.

Para o especialista, a redução observada da pobreza tem a ver com a remuneração do trabalho e foi beneficiada com a maior oferta de ocupações no país. “Está muito vinculada com o fato de as pessoas mais pobres terem aumentado o seu nível de renda a partir do rendimento do trabalho.”

Ele descarta que a melhoria tem a ver com os programas sociais de transferência de renda. Os valores pagos pelo Bolsa Família não sofrem alteração desde março de 2023.

Renda domiciliar mensal

Conforme o boletim Desigualdade nas Metrópoles, “a renda média domiciliar per capita do conjunto das metrópoles do país alcançou novo recorde em 2025”. O valor foi de R$ 2.766.

Salários diminuem a pobreza em 22 regiões metropolitanas - Pesquisa mostra que persistem desigualdades regionais e de renda apesar do avanço socioeconômico. Gráfico: Evolução da média de rendimentos. Foto: RedODSAL/ PUC-RS Salários diminuem a pobreza em 22 regiões metropolitanas - Pesquisa mostra que persistem desigualdades regionais e de renda apesar do avanço socioeconômico. Gráfico: Evolução da média de rendimentos. Foto: RedODSAL/ PUC-RS


No ano passado, havia nas regiões metropolitanas RM cerca 15,2 milhões de pessoas (15.188.817) em situação de pobreza – que contavam com até R$ 729 por mês (valor resultado da renda domiciliar mensal dividida pelo número de pessoas da família). O volume equivale ao total da população somada do Pará, da Paraíba e de Sergipe.

Desse universo, 2,6 milhões de pessoas estavam em condição de extrema pobreza: contavam com até R$ 229 por mês (renda familiar per capita mensal). O volume equivale ao total de habitantes de Fortaleza ou de Salvador.

O boletim destaca que “a taxa de extrema pobreza caiu para 3,2% no conjunto das metrópoles brasileiras. Esse nível só foi maior do que as taxas registradas em 2013 e 2014.

10% mais ricos ganham 16,1 vezes a mais que os 40% mais pobres

O boletim também avaliou a concentração de renda aferida pelo índice de Gini. Em 2025, o valor foi de 0,511 – conforme o indicador, quanto mais próximo de 1, maior o acumulo do rendimento em menor número de pessoas.

Salários diminuem a pobreza em 22 regiões metropolitanas - Pesquisa mostra que persistem desigualdades regionais e de renda apesar do avanço socioeconômico. Gráfico: Evolução do coeficiente de Gini. Foto: RedODSAL/ PUC-RS Salários diminuem a pobreza em 22 regiões metropolitanas - Pesquisa mostra que persistem desigualdades regionais e de renda apesar do avanço socioeconômico. Gráfico: Evolução do coeficiente de Gini. Foto: RedODSAL/ PUC-RS

Segundo nota de divulgação do estudo, “o aumento da desigualdade [entre 2024 e 2025] também foi identificado pela razão entre os rendimentos dos 10% mais ricos e dos 40% mais pobres da população. Em 2025, os integrantes do topo da distribuição de renda receberam, em média, 16,1 vezes mais do que aqueles situados na base, reforçando a persistência das disparidades socioeconômicas nas metrópoles brasileiras.”

Salários diminuem a pobreza em 22 regiões metropolitanas - Pesquisa mostra que persistem desigualdades regionais e de renda apesar do avanço socioeconômico. Gráfico: Média de rendimento por estrato de renda. Foto: RedODSAL/ PUC-RS Salários diminuem a pobreza em 22 regiões metropolitanas - Pesquisa mostra que persistem desigualdades regionais e de renda apesar do avanço socioeconômico. Gráfico: Média de rendimento por estrato de renda. Foto: RedODSAL/ PUC-RS

Para Marcelo Ribeiro, há mais de uma razão para a perpetuação da histórica desigualdade social no Brasil: o mercado de trabalho e os rendimentos de aplicações financeiras. “Para os mais ricos, o mercado de trabalho tem efeito especial. Eles estão nas ocupações de maior remuneração, pois são aquelas de maior escolarização.”

Além disso, o economista lembra que no período de análise o país conviveu “com taxas de juros muito elevadas. Somente os grupos de maior poder aquisitivo têm condições de realizar aplicações financeira. Os rendimentos deles, tanto decorrentes do trabalho quanto de aplicações financeiras, contribuíram para o aumento de renda - que foi proporcionalmente maior do que os estratos socioeconômicos mais baixos.”

Desigualdade no mapa

Ribeiro ressalta que a desigualdade tem distribuição geográfica. As metrópoles das regiões Norte e Nordeste têm proporcionalmente mais pobres do que as do Sul, Sudeste e Centro-Oeste. O Distrito Federal, com média de renda mensal de R$4.401, dispõe de um valor 2,7 vezes maior do que a média de renda da grande São Luís (R$ 1.616).

As regiões metropolitanas observadas foram Manaus, Belém, Macapá, São Luís, Fortaleza, Natal, João Pessoa, Recife, Maceió, Aracaju, Salvador, Belo Horizonte, Vitória, Rio de Janeiro, São Paulo, Curitiba, Florianópolis, Porto Alegre, Vale do Rio Cuiabá e Goiânia, o Distrito Federal e a Região Administrativa Integrada de Desenvolvimento de Teresina (PI).

As 22 regiões metropolitanas observadas no estudo são formadas por cerca de 300 cidades. Quatro de cada dez pessoas que moram no Brasil vivem nessas áreas.

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Salários diminuem pobreza em 22 regiões metropolitanas

Logo Agência Brasil

Entre 2021 e 2025, mais de 10 milhões de pessoas deixaram a condição de pobreza nas regiões metropolitanas do país,. Os dados são do boletim Desigualdade nas Metrópoles, produzido em parceria pelo Observatório das Metrópoles, a Rede de Observatórios da Dívida Social na América Latina (RedODSAL) e a Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUC-RS).

Segundo o estudo, baseado em informações do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a taxa de pobreza em 22 metrópoles brasileiras chegou a 18,4% em 2025, “alcançando, pelo terceiro ano consecutivo, o menor valor da série histórica [desde 2012]”.

Notícias relacionadas:

“Foi uma redução significativa. Um patamar grande, apesar do nível de pobreza ainda se manter bastante alto no conjunto das metrópoles do Brasil”, afirma, em entrevista à Agência Brasil, o economista e sociólogo Marcelo Ribeiro, professor do Programa de Planejamento Urbano e Regional da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e pesquisador do Observatório das Metrópoles.

Para o especialista, a redução observada da pobreza tem a ver com a remuneração do trabalho e foi beneficiada com a maior oferta de ocupações no país. “Está muito vinculada com o fato de as pessoas mais pobres terem aumentado o seu nível de renda a partir do rendimento do trabalho.”

Ele descarta que a melhoria tem a ver com os programas sociais de transferência de renda. Os valores pagos pelo Bolsa Família não sofrem alteração desde março de 2023.

Renda domiciliar mensal

Conforme o boletim Desigualdade nas Metrópoles, “a renda média domiciliar per capita do conjunto das metrópoles do país alcançou novo recorde em 2025”. O valor foi de R$ 2.766.

Salários diminuem a pobreza em 22 regiões metropolitanas - Pesquisa mostra que persistem desigualdades regionais e de renda apesar do avanço socioeconômico. Gráfico: Evolução da média de rendimentos. Foto: RedODSAL/ PUC-RS Salários diminuem a pobreza em 22 regiões metropolitanas - Pesquisa mostra que persistem desigualdades regionais e de renda apesar do avanço socioeconômico. Gráfico: Evolução da média de rendimentos. Foto: RedODSAL/ PUC-RS


No ano passado, havia nas regiões metropolitanas RM cerca 15,2 milhões de pessoas (15.188.817) em situação de pobreza – que contavam com até R$ 729 por mês (valor resultado da renda domiciliar mensal dividida pelo número de pessoas da família). O volume equivale ao total da população somada do Pará, da Paraíba e de Sergipe.

Desse universo, 2,6 milhões de pessoas estavam em condição de extrema pobreza: contavam com até R$ 229 por mês (renda familiar per capita mensal). O volume equivale ao total de habitantes de Fortaleza ou de Salvador.

O boletim destaca que “a taxa de extrema pobreza caiu para 3,2% no conjunto das metrópoles brasileiras. Esse nível só foi maior do que as taxas registradas em 2013 e 2014.

10% mais ricos ganham 16,1 vezes a mais que os 40% mais pobres

O boletim também avaliou a concentração de renda aferida pelo índice de Gini. Em 2025, o valor foi de 0,511 – conforme o indicador, quanto mais próximo de 1, maior o acumulo do rendimento em menor número de pessoas.

Salários diminuem a pobreza em 22 regiões metropolitanas - Pesquisa mostra que persistem desigualdades regionais e de renda apesar do avanço socioeconômico. Gráfico: Evolução do coeficiente de Gini. Foto: RedODSAL/ PUC-RS Salários diminuem a pobreza em 22 regiões metropolitanas - Pesquisa mostra que persistem desigualdades regionais e de renda apesar do avanço socioeconômico. Gráfico: Evolução do coeficiente de Gini. Foto: RedODSAL/ PUC-RS

Segundo nota de divulgação do estudo, “o aumento da desigualdade [entre 2024 e 2025] também foi identificado pela razão entre os rendimentos dos 10% mais ricos e dos 40% mais pobres da população. Em 2025, os integrantes do topo da distribuição de renda receberam, em média, 16,1 vezes mais do que aqueles situados na base, reforçando a persistência das disparidades socioeconômicas nas metrópoles brasileiras.”

Salários diminuem a pobreza em 22 regiões metropolitanas - Pesquisa mostra que persistem desigualdades regionais e de renda apesar do avanço socioeconômico. Gráfico: Média de rendimento por estrato de renda. Foto: RedODSAL/ PUC-RS Salários diminuem a pobreza em 22 regiões metropolitanas - Pesquisa mostra que persistem desigualdades regionais e de renda apesar do avanço socioeconômico. Gráfico: Média de rendimento por estrato de renda. Foto: RedODSAL/ PUC-RS

Para Marcelo Ribeiro, há mais de uma razão para a perpetuação da histórica desigualdade social no Brasil: o mercado de trabalho e os rendimentos de aplicações financeiras. “Para os mais ricos, o mercado de trabalho tem efeito especial. Eles estão nas ocupações de maior remuneração, pois são aquelas de maior escolarização.”

Além disso, o economista lembra que no período de análise o país conviveu “com taxas de juros muito elevadas. Somente os grupos de maior poder aquisitivo têm condições de realizar aplicações financeira. Os rendimentos deles, tanto decorrentes do trabalho quanto de aplicações financeiras, contribuíram para o aumento de renda - que foi proporcionalmente maior do que os estratos socioeconômicos mais baixos.”

Desigualdade no mapa

Ribeiro ressalta que a desigualdade tem distribuição geográfica. As metrópoles das regiões Norte e Nordeste têm proporcionalmente mais pobres do que as do Sul, Sudeste e Centro-Oeste. O Distrito Federal, com média de renda mensal de R$4.401, dispõe de um valor 2,7 vezes maior do que a média de renda da grande São Luís (R$ 1.616).

As regiões metropolitanas observadas foram Manaus, Belém, Macapá, São Luís, Fortaleza, Natal, João Pessoa, Recife, Maceió, Aracaju, Salvador, Belo Horizonte, Vitória, Rio de Janeiro, São Paulo, Curitiba, Florianópolis, Porto Alegre, Vale do Rio Cuiabá e Goiânia, o Distrito Federal e a Região Administrativa Integrada de Desenvolvimento de Teresina (PI).

As 22 regiões metropolitanas observadas no estudo são formadas por cerca de 300 cidades. Quatro de cada dez pessoas que moram no Brasil vivem nessas áreas.

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Tar, ok alla delibera Agcm sul via libera di Poste all’acquisizione di una quota Tim nel 2025

Correttamente l’Antitrust a inizio settembre 2025 ritenne che l’operazione di concentrazione volta a far acquisire da Poste Italiane il controllo esclusivo di Tim non costituisse una concentrazione vietata. L’ha deciso il Tar del Lazio respingendo un ricorso con il quale Iliad Italia sollecitava l’annullamento del provvedimento del 3 settembre 2025 con il quale l’Autorità ha deliberato di non avviare alcuna istruttoria relativamente all’operazione di concentrazione.

La società telefonica lamentava l’irragionevolezza del provvedimento dell’Autorità nella misura in cui non sarebbero ravvisati significativi rischi concorrenziali. Il Tar ha invece ritenuto che “l’atto gravato sia frutto di una ponderata spendita del potere tecnico-discrezionale dell’Autorità e non presenti i profili di illogicità e travisamento denunciati dalla parte ricorrente”. Anche le censure esposte da Iliad con riferimento agli effetti verticali della concentrazione sono state disattese “risultando una valutazione dell’Autorità ragionevolmente fondata sui dati istruttori emersi nel corso del procedimento”.

Da ultimo “il Collegio reputa di dover respingere anche le contestazioni svolte in ricorso con riguardo ad una dedotta mancata considerazione degli effetti conglomerali dell’operazione. L’Autorità ha infatti congruamente valutato che a seguito dell’operazione de qua il nuovo soggetto avrebbe potuto offrire sul mercato una gamma di prodotti e servizi tra loro distinti”. Alla luce di tutto quanto esposto in sentenza, secondo il Tar “il giudizio reso dall’Autorità non presenta profili di illogicità o abnormità manifeste, né di travisamento dei dati acquisiti e resiste al sindacato del giudice amministrativo“.

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Inter-Vivos requalifica ginásio em Martim Longo com donativo de 13 mil euros

A Associação de Jovens do Nordeste Algarvio Inter-Vivos recebeu um apoio de 13 mil euros, através do Programa Fundação Galp Solidária 2.0, destinado à requalificação do seu ginásio, em Martim Longo.

A entrega simbólica do apoio decorreu no passado sábado, durante o evento “Inter-Vivos em Festa”, que reuniu centenas de pessoas na sede da associação, naquela freguesia do concelho de Alcoutim.

A cerimónia contou com a presença da diretora executiva da Fundação Galp, Sandra Aparício, e do presidente da Câmara Municipal de Alcoutim, Paulo Paulino, que se associaram a este «momento de reconhecimento do trabalho desenvolvido pelos Inter-Vivos em prol da comunidade», refere o emblema, em comunicado.

O financiamento foi atribuído ao projeto “Requalificação do Ginásio Inter-Vivos – Promoção da Saúde e Igualdade no Interior”, aprovado no âmbito do Programa Fundação Galp Solidária 2.0, iniciativa que apoia projetos com impacto social e comunitário em territórios de todo o país.

A intervenção permitirá substituir equipamentos degradados e adquirir novo material de treino, melhorando significativamente as condições de utilização do espaço, «essencial para a promoção da atividade física e da saúde na freguesia».

Para André Martins, presidente da direção dos Inter-Vivos, este apoio representa «um passo muito importante» para o futuro da associação e para a qualidade de vida da população local.

«Representa muito mais do que a renovação de equipamentos. É um investimento na saúde, no bem-estar e na qualidade de vida da nossa comunidade. Numa freguesia do interior, onde as oportunidades de acesso a infraestruturas desportivas são limitadas, esta requalificação permitirá continuar a oferecer um serviço essencial à população e melhores condições aos nossos atletas», afirmou.

O ginásio dos Inter-Vivos é atualmente o único equipamento deste género existente em Martim Longo.

As alternativas mais próximas encontram-se a várias dezenas de quilómetros de distância, realidade que dificulta o acesso regular da população à prática de atividade física.

Além dos utilizadores particulares, o espaço é também utilizado pelos atletas da associação, desempenhando um papel importante na preparação física das equipas de futsal e na promoção de hábitos de vida saudáveis junto dos jovens.

A associação espera que a requalificação permita «aumentar o número de utilizadores, melhorar as condições de segurança e conforto do espaço e contribuir para o combate ao sedentarismo, ao isolamento e às desigualdades de acesso a serviços essenciais no interior do país».

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Jovem canoísta algarvio Roderick Carmo sagra-se campeão nacional de esperanças

O jovem canoísta Roderick Carmo, do Grupo Desportivo de Alcoutim (GDA), sagrou-se este fim de semana campeão nacional de K1 infantil B masculino, numa prova com mais três pódios algarvios, em Gemeses, concelho de Esposende, no distrito de Braga.

O rio Cávado recebeu, no Campeonato Nacional de Esperanças, cerca de sete centenas de jovens promessas da modalidade de todo o país, numa jornada dedicada aos escalões de formação, dos cadetes aos mínimos.

O canoísta alcoutenejo Roderick Carmo, de 14 anos, alcançou a única medalha de ouro entre os algarvios presentes e somou o 11º título da sua ainda curta carreira.

Inês Batista, do Kayak Clube Castores do Arade (KCCA), conquistou a medalha de prata, em K1 cadete feminino.

Dois atletas algarvios alcançaram medalhas de bronze: João Dias (GDA), em K1 iniciado A masculino, e Afonso Reis (KCCA), em K1 iniciado B masculino.

Várias embarcações algarvias conseguiram ainda resultados no top-10.

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Inter-Vivos recebe 13 mil euros para requalificar ginásio em Martim Longo

A Associação de Jovens do Nordeste Algarvio Inter-Vivos vai investir 13 mil euros na modernização do seu ginásio, em Martim Longo, graças a um apoio atribuído pela Fundação Galp Solidária 2.0. O projeto visa melhorar as condições da única infraestrutura de fitness existente na freguesia e reforçar a promoção da saúde e do bem-estar da população local.

O financiamento foi atribuído ao projeto “Requalificação do Ginásio Inter-Vivos – Promoção da Saúde e Igualdade no Interior”, aprovado no âmbito do Programa Fundação Galp Solidária 2.0, iniciativa que apoia projetos com impacto social e comunitário em várias regiões do país.

A entrega simbólica do apoio decorreu no passado sábado, durante o evento “Inter-Vivos em Festa”, que reuniu centenas de participantes na sede da associação. A cerimónia contou com a presença da diretora executiva da Fundação Galp, Sandra Aparício, e do presidente da Câmara Municipal de Alcoutim, Paulo Paulino.

A intervenção permitirá substituir equipamentos degradados e adquirir novo material de treino, melhorando significativamente as condições de utilização do espaço.

Para André Martins, presidente da direção dos Inter-Vivos, este apoio representa um investimento importante para a comunidade. “Este apoio representa muito mais do que a renovação de equipamentos. É um investimento na saúde, no bem-estar e na qualidade de vida da nossa comunidade. Numa freguesia do interior, onde as oportunidades de acesso a infraestruturas desportivas são limitadas, esta requalificação permitirá continuar a oferecer um serviço essencial à população e melhores condições aos nossos atletas”, sublinhou.

O ginásio dos Inter-Vivos é atualmente o único equipamento deste género disponível em Martim Longo. As alternativas mais próximas localizam-se a várias dezenas de quilómetros, o que dificulta o acesso regular da população à prática de atividade física.

Além dos utilizadores particulares, o espaço serve também os atletas da associação, desempenhando um papel relevante na preparação física das equipas de futsal e na promoção de hábitos de vida saudáveis entre os jovens.

A associação acredita que a requalificação permitirá aumentar o número de utilizadores, melhorar as condições de segurança e conforto do ginásio e contribuir para o combate ao sedentarismo, ao isolamento e às desigualdades no acesso a serviços essenciais nas zonas do interior.

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Atletas canoístas de Alcoutim brilham em Gemeses e Roderick Carmo conquista 11.º título

O atleta Roderick Carmo do Grupo Desportivo de Alcoutim sagrou-se Campeão Nacional de Esperanças em Gemeses k1 infantil B, conquistando o 11.º título da sua carreira.

João Dias também brilhou, subindo ao pódio e conquistando a medalha de bronze em K1 Iniciado A masculino, reforçando o bom desempenho da equipa na competição.

Pode dizer-se que foi um grande fim de semana a norte com várias embarcações do Grupo Desportivo de Alcoutim no top-ten, voltando a colocar as cores Alcoutenejas em nível nacional elevado com um brilhante 9.º lugar coletivo em meia centena de clubes.

Resultados

Nynke Woudenberg – 5.ª k1 iniciada B fem
João Dias – 3.º k1 iniciado A masc 
Adam Msyah – 15.º infantil A masc
Leonor Cabral – 9.º infantil A fem
Leonor Dias – 5.º infantil B fem
Roderick Carmo – 1.º campeão nacional infantil B masc
Maria Lopes / Marta Pereira 4.º k2 infantil fem
Daniel Madeira Francisco Figueira 5.º k2 infantil masc
Martim Barros/ Dries Woudenberg 6.º k2 infantil mas 
Bruna Pereira / Leonor Santos 9.º k2 infantil fem

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Controlado incêndio no Pereiro, concelho de Alcoutim

Um incêndio rural deflagrou hoje, sábado, 6 de janeiro, pelas 12:38 horas no sítio do Pereiro, concelho de Alcoutim, segundo o registo constante na plataforma da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC).

O alerta deste incêndio de hoje, que apenas se refere a um fogo que está a consumir mato, nesta região do nordeste algarvio, devido à rápida intervenção dos Bombeiros de Alcoutim, passou rapidamente à situação de Controlado.

Para combater este incêndio, segundo informa a Proteção Civil, foram mobilizados 7 operacionais, dos Bombeiros, auxiliados por 2 veículos terrestres de combate a fogos florestais.

Se efetivamente se justificar, voltaremos a atualizar esta informação.

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Série documental ‘Inter-Vivos’ estreia dia 6 de junho em Martim Longo

Quando se fala de futebol e futsal em Portugal, raramente se contam as histórias das associações que sobrevivem, crescem e mobilizam comunidades inteiras no interior do país. A série documental ‘Inter-Vivos’ procura precisamente dar voz a essa realidade.

Os Inter-Vivos – Associação de Jovens do Nordeste Algarvio é uma associação sem fins lucrativos fundada em 1995, sediada em Martim Longo, concelho de Alcoutim, desenvolvendo atividade nas áreas do desporto, juventude, cultura e dinamização comunitária.

Ao longo de mais de três décadas, a associação tem desempenhado um papel fundamental numa região marcada pela baixa densidade populacional, criando oportunidades para centenas de jovens através do desporto e do associativismo.

Atualmente, os Inter-Vivos conta com equipas de formação e uma equipa sénior a competir na Liga 1 Algarve Futsal. Pelo quinto ano consecutivo, é reconhecida pela Federação Portuguesa de Futebol como Centro Básico de Formação de Futsal.

Adeptos

Ao longo do seu percurso, a associação tem sido também um espaço de crescimento para atletas e treinadores. O atual Selecionador Nacional Feminino de Futsal, Luís Conceição, iniciou aqui o seu percurso como treinador. Além disso, dois atletas formados nos Inter-Vivos, Lucas Mestre e Henrique Vicente, competem atualmente na Liga Placard Futsal, o principal escalão nacional da modalidade.

Muitos outros atletas passaram pela formação da associação e continuam hoje a competir em diversos clubes da região e do país, levando consigo a identidade, os valores e o espírito Inter-Vivos, mantendo sempre uma forte ligação ao clube onde iniciaram a sua caminhada desportiva.

A série documental ‘Inter-Vivos’ acompanha a época desportiva 2025/2026 e retrata muito mais do que os resultados dentro de campo. Mostra os bastidores de um clube do interior, o trabalho dos dirigentes e voluntários, a dedicação dos treinadores, os sonhos dos atletas e o apoio constante dos adeptos que ajudam a manter vivo este projeto.

É uma história de comunidade, pertença, sacrifício e paixão pelo desporto, contada a partir de uma pequena localidade do interior algarvio.

No próximo dia 6 de junho de 2026, pelas 20h30, realizaremos a apresentação pública do primeiro episódio da série documental na sede da associação, em Martim Longo.

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Algarve garante pódios em 5 modalidades no Desporto Escolar nacional – e até um inédito em voleibol

Alunos de escolas de vários pontos do Algarve destacaram-se nos Campeonatos Nacionais Escolares de Iniciados – Desporto Escolar, que decorreram de 28 a 30 de Maio, no distrito de Aveiro, garantindo medalhas em atletismo, canoagem, natação, futsal e até um inédito lugar no pódio em voleibol feminino.

Esta prova juntou os campeões regionais do Desporto Escolar nas oito modalidades a concurso – atletismo, badminton, boccia, canoagem, futsal, natação, ténis de mesa e voleibol -, num total de cerca de mil alunos.

O contingente algarvio garantiu, no total, 2 primeiros lugares, 5 segundas posições e 6 terceiros lugares.

A nível coletivo, o Algarve garantiu dois pódios na classificação por escola em atletismo e outro na canoagem.

 A secundária Poeta António Aleixo, de Portimão, conquistou o primeiro lugar de masculinos e a secundária Pinheiro e Rosa, de Faro, ficou em segundo em femininos, no atletismo. Em canoagem, o agrupamento Espamol, de Lagoa, ficou na 3ª posição.

Um resultado que se destacou, por ser inédito nos Campeonatos de Desporto Escolar, foi o 3º lugar assegurado pela equipa de voleibol feminino da EB 2,3 Dr Joaquim Magalhães, em Faro.

No campeonato nacional, segundo contou ao Sul Informação José Estevinha, treinador das jovens voleibolistas farenses, a Joaquim Magalhães venceu o seu grupo, composto por três equipas – Agrupamento de Escolas Alto dos Moinhos (Sintra) e Agrupamento de Escolas Infante D. Henrique (Viseu).

«Na meia final jogámos com  a equipa da Escola Secundária Henrique Medina, do distrito de Braga e perdemos. É uma equipa muito forte, com várias jogadoras com 1,80 metros, à semelhança da Madeira Torres, que ficou em primeiro lugar», ilustrou.

Este resultado espelha, na visão de José Estevinha, o crescimento da modalidade no Algarve, incluindo nas escolas.

«O voleibol feminino está a crescer muito. Houve um aumento muito acentuado de 2024/25 para 2025/26. Este ano, o campeonato regional contou com 16 equipas – quatro grupos de quatro. No final, a Joaquim Magalhães foi campeã», considerou.

Sul Informação

Também em grande destaque estão os dois campeões escolares algarvios: Leonor Dias, da EB 2,3 Prof. Joaquim Moreira, de Martim Longo, primeira classificada na prova de velocidade, em canoagem, e Cristiano Freitas, da secundária Poeta António Aleixo, de Portimão, campeão nos 80 metros barreiras.

No que toca a segundas posições, foram conquistadas por Inês Batista, da AE Espamol (canoagem/fundo), Jenna Sewdien, da EB 2,3 Eng° D Pacheco- Loulé (Lançamento do peso 3 quilos feminino), Arjen Sewdien, da mesma escola ((Lançamento do peso 4 quilos masculino), Alice Coelho, da EB 2,3 Dr José Neves Júnior, de Faro (salto em comprimento) Adelmiro Sebastião, da ES Poeta António Aleixo, (salto em altura).

Em futsal, a equipa da EB 2,3 Rio Arade – Parchal, garantiu o terceiro lugar, a mesma posição garantida por Mateus Silva, da ES Poeta António Aleixo (salto em comprimento) e pelos atletas Afonso Teixeira, Pietro Rocha, Rúben Ramos (EB 2,3 Eng° D Pacheco) e Gil Santos (ES Júlio Dantas, de Lagos), nos – 4×80 metros estafetas.-

Os outros terceiros lugares foram conquistados por Maria Pereira, do agrupamento Padre João Coelho Cabanita, em Loulé (50 metros bruços) e por Daniel do Ó, do agrupamento D. José I, de Vila Real de Santo António (200 metros estilos).

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Foto: Facebook Desporto Escolar

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Equipa Feminina de Atletismo – Agrupamento de Escolas Pinheiro e Rosa, Faro | Foto: Facebook Escola Dr. José de Jesus Neves Júnior

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Foto: Sul Informação

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Equipa Voleibol Feminino Escola Dr Joaquim Magalhães, Faro

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Equipa Voleibol Feminino Escola Dr Joaquim Magalhães, Faro

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Campeonato Municipal de Malha promove convívio e tradição

Martim Longo acolheu no domingo, 31 de maio, a XVI edição do Campeonato Municipal de Malha, uma iniciativa que voltou a reunir participantes e adeptos daquela que é uma das mais tradicionais modalidades populares da região.

A competição contou com a participação de várias equipas, num ambiente marcado pelo convívio, desportivismo e preservação das tradições locais.

No final da prova, a dupla formada por João Mendes e Wilson Silva conquistou o primeiro lugar do campeonato. A segunda posição foi alcançada por Nuno Santos e Sérgio Teixeira, enquanto Nuno Rosário e Lécio Barradas completaram o pódio, assegurando o terceiro lugar.

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