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El SEPE lo hace oficial: el subsidio para mayores de 52 años no se concederá a las rentas superiores a 916 euros

La protección social para los trabajadores de mayor edad se ha convertido en una pieza clave dentro del sistema de prestaciones en España. Para muchas personas que superan los 50 años y pierden su empleo, la reincorporación al mercado laboral se convierte en un proceso especialmente complejo debido a la menor demanda de perfiles senior y a las dificultades de reciclaje profesional en determinados sectores. En este contexto, las ayudas asistenciales adquieren un papel determinante para evitar situaciones de vulnerabilidad económica prolongada.

Los últimos datos de la Encuesta de Población Activa del cuarto trimestre de 2025, publicada por el Instituto Nacional de Estadística, reflejan esta realidad. El número de desempleados de 50 años o más se situó en 755.500 personas, una cifra que evidencia el peso del desempleo en este tramo de edad. Si se acota el análisis a los mayores de 55 años, el volumen de personas en paro asciende a 501.500. Estas cifras se conectan con el sistema de protección asistencial, que en el cierre de 2025 contabilizaba más de 545.000 beneficiarios dentro del conjunto de subsidios para mayores de 50 años, siendo especialmente relevante el subsidio para mayores de 52 años, que concentra alrededor del 84% del total de esta cobertura.

En este escenario, el subsidio para mayores de 52 años se consolida como una ayuda esencial para quienes han agotado otras prestaciones por desempleo y necesitan un ingreso mínimo hasta alcanzar la edad ordinaria de jubilación. Sin embargo, su acceso está condicionado al cumplimiento estricto de una serie de requisitos económicos y de cotización que determinan su concesión, por lo que conocer estas condiciones resulta fundamental para evitar rechazos por parte del Servicio Público de Empleo Estatal.

Este es el tope máximo de ingresos para acceder al subsidio

El elemento más determinante es el límite de rentas. El Servicio Público de Empleo Estatal establece que solo podrán acceder al subsidio aquellas personas cuyos ingresos sean inferiores al 75% del Salario Mínimo Interprofesional. Con el SMI fijado en 1.221 euros mensuales, este umbral se sitúa en 915,75 euros, que en la práctica se redondea a 916 euros. Superar esta cantidad, aunque sea ligeramente, implica la denegación automática del subsidio para mayores de 52 años.

¿Cuánto cobras y cómo se calcula en cada caso?

El importe de esta prestación está vinculado al 80% del Indicador Público de Renta de Efectos Múltiples. Teniendo en cuenta que el IPREM mensual se sitúa en 600 euros, la cuantía del subsidio asciende a 480 euros mensuales. Para calcular si se cumple el requisito de rentas, el SEPE analiza una amplia variedad de ingresos. Se consideran rentas los rendimientos del trabajo, como salarios brutos, así como los derivados del capital mobiliario e inmobiliario, incluyendo alquileres y derechos de uso de bienes inmuebles distintos de la vivienda habitual.

También se tienen en cuenta los ingresos procedentes de actividades económicas, prestaciones contributivas o no contributivas, cuentas bancarias y pensiones compensatorias o alimenticias. En el caso de actividades empresariales o profesionales, el cálculo se realiza descontando los gastos necesarios para obtener dichos ingresos.

Otros requisitos que debes cumplir

Además del requisito económico, existen otras condiciones para acceder al subsidio. Es necesario haber agotado previamente una prestación contributiva o subsidio por desempleo, o acreditar situación legal de desempleo desde el 1 de noviembre de 2024 o fecha posterior, con al menos 90 días cotizados en determinados supuestos. También se exige haber cotizado al menos seis años por la contingencia de desempleo a lo largo de la vida laboral y estar en alta o situación asimilada en la Seguridad Social. Cabe destacar que el SEPE también puede rechazar la ayuda si detecta ocultación de rentas o solicitar la devolución de cantidades indebidamente percibidas, lo que refuerza el control sobre el cumplimiento de los requisitos.

© Europa Press

Una mujer a las puertas de una oficina del SEPE y oficina de empleo de la CAM
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Janelas abertas ou ar condicionado? Saiba qual gasta mais combustível no carro

Com a chegada do calor, manter o interior do carro a uma temperatura confortável torna-se quase obrigatório. A dúvida é antiga, mas continua atual: compensa mais circular com as janelas abertas ou ligar o ar condicionado?

À primeira vista, a resposta parece simples. O ar condicionado exige energia ao motor e, por isso, aumenta o consumo de combustível. No entanto, a questão não termina aí. De acordo com o ACP, o impacto no consumo depende da tecnologia do sistema de climatização, da potência do veículo e, sobretudo, da velocidade a que se circula.

O ar condicionado aumenta o consumo

O funcionamento do ar condicionado implica um esforço adicional para o motor, especialmente em automóveis com motorizações menos potentes. Nestes casos, além do aumento do consumo, pode notar-se também alguma perda de desempenho. Em condições normais, circular com o ar condicionado ligado tende a ser mais dispendioso do que conduzir com as janelas abertas, sobretudo em trajetos urbanos ou a velocidades mais baixas.

Ainda assim, os sistemas mais modernos, com gestão digital da climatização, conseguem otimizar melhor a refrigeração do habitáculo. Isso permite reduzir o esforço necessário e tornar o consumo mais eficiente do que acontecia em sistemas mais antigos.

Janelas abertas também têm custo

A ideia de que abrir as janelas não tem impacto no consumo é enganadora. Embora não exista um gasto direto como no ar condicionado, há uma perda de eficiência aerodinâmica. Quando o carro circula com as janelas abertas, o ar entra no habitáculo e aumenta a resistência ao movimento. O veículo torna-se menos eficiente e o motor precisa de trabalhar mais para manter a mesma velocidade.

Esse impacto é pouco relevante em cidade, mas torna-se mais evidente à medida que a velocidade aumenta. Em estrada nacional ou autoestrada, a diferença pode pesar no consumo.

A velocidade muda a resposta

A regra prática passa pela velocidade. A baixa velocidade, sobretudo abaixo dos 80 quilómetros por hora, circular com as janelas abertas pode ser a solução mais económica. Nessas condições, a perda aerodinâmica ainda é limitada e pode compensar evitar o uso do ar condicionado, sobretudo se o calor não for extremo.

Já acima dos 80 quilómetros por hora, a situação muda. A resistência causada pelas janelas abertas torna-se mais significativa e pode fazer o consumo aumentar. Nesses casos, a utilização do ar condicionado tende a ser a opção mais eficiente e confortável.

Em autoestrada, o ar condicionado pode compensar

Em autoestrada, circular com as janelas abertas prejudica bastante a aerodinâmica do carro. O ruído aumenta, o conforto diminui e o consumo pode subir devido à maior resistência ao ar. Por isso, em viagens mais rápidas, a solução mais indicada costuma ser fechar as janelas e usar o ar condicionado de forma moderada.

O ideal é evitar colocar a temperatura demasiado baixa. Quanto maior for a diferença entre a temperatura exterior e a pretendida no interior, maior será o esforço do sistema. Uma regulação equilibrada permite viajar com conforto sem aumentar demasiado o consumo.

Como usar o ar condicionado sem gastar tanto

Antes de ligar o ar condicionado no máximo, pode abrir portas ou janelas durante alguns segundos para libertar o ar quente acumulado no interior do carro.

Depois, já em andamento, deve fechar as janelas e ligar o sistema de climatização numa temperatura razoável. Em muitos casos, usar a função automática ajuda a manter o habitáculo confortável com menor esforço. Também é importante fazer manutenção ao sistema. Filtros sujos ou falta de gás podem reduzir a eficiência e obrigar o ar condicionado a trabalhar mais.

Qual é a melhor opção?

Em cidade ou a velocidades baixas, abrir as janelas pode ser a opção mais económica, desde que o calor seja suportável. Em estrada rápida ou autoestrada, o ar condicionado tende a ser mais indicado, porque evita a perda aerodinâmica causada pelas janelas abertas e garante maior conforto.

A resposta, portanto, não é igual em todas as situações. O que gasta mais depende da velocidade, do tipo de carro, da tecnologia do ar condicionado e da intensidade do calor. No essencial, abaixo dos 80 quilómetros por hora, as janelas abertas podem compensar. Acima desse valor, o ar condicionado usado com moderação tende a ser a escolha mais eficiente e segura para viajar com conforto.

Leia também: É legal cobrar para encher os pneus? Saiba o que diz a lei

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SpaceX è già in ottava posizione tra le società più capitalizzate al mondo: battuta Saudi Aramco

SpaceX con una capitalizzazione da 2.196 miliardi di dollari si piazza al settimo posto tra le società con più valore al mondo

La partenza col turbo in Borsa di SpaceX, + 20% nella prima giornata di contrattazioni (da 135 a 160 dollari ad azione), porta  la società di Elon Musk  già in alto nella speciale classifica degli asset più capitalizzati al mondo. È infatti, con 2.196 miliardi di dollari (oltre duemila miliardi)  già in settima posizione a livello globale dietro a supercolossi quotati da molti anni che producono utili certi come Nvidia,  che capitalizza oltre il doppio, (4.952 miliardi), Google ( 4.370 miliardi), Apple (4.266 miliardi), Microsoft (2.555 miliardi) e la taiwanese Tsmc (2.196 miliardi).

Leggi anche: SpaceX vola all’esordio al Nasdaq. Elon Musk diventa così il primo trilionario del pianeta

Space X, grazie alla buona performance nella prima giornata di contrattazioni, si trova davanti a Broadcom (1.816 miliardi), al gigante del petrolio saudita Saudi Aramco (1.752 miliardi), all’altra società di Musk, Tesla (1.514 miliardi), a Meta (1.433 miliardi) e anche a Samsung (1.394 miliardi).  Se fosse rimasta al prezzo di lancio del collocamento varrebbe comunque tanto: poco meno di Saudi Aramco. 

Sconfessati i profeti di sventura che si erano espressi in maniera negativa guardando ai numeri di bilancio senza valutare  l’effetto Musk, il visionario fondatore di Tesla e Space X, evidentemente in grado di incantare gli investitori. Nella speciale classifica degli asset più capitalizzati figura, dopo Samsung, anche il Bitcoin con 1.274 miliardi. La cripto valuta sta attraversando un periodo negativo. Gli esperti però hanno sottolineato che Space X  è tra le prime 10  società quotate per numero di Bitcoin in cassa anche se ben lontana dal quantitativo enorme accumulato da Stategy (ex-Microstrategy) che ne ha circa 900mila.

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¿Qué diferencias hay entre la baja médica de un autónomo y un trabajador por cuenta ajena? Esta es la realidad

Las bajas médicas continúan ganando peso en el mercado laboral español. Según los datos de BBVA Research, durante el primer trimestre de 2026 un total de 1.075.900 ocupados se ausentaron de su puesto de trabajo por enfermedad, accidente o incapacidad temporal. La cifra pone de manifiesto la relevancia de esta prestación dentro del sistema de protección social y refleja el impacto que los problemas de salud tienen tanto sobre los trabajadores como sobre la actividad económica. También evidencia la necesidad de contar con mecanismos eficaces que garanticen ingresos durante los periodos de recuperación.

La evolución de estos procesos también evidencia una tendencia al alza. El número de ocupados que estuvieron de baja durante los tres primeros meses de 2026 fue 87.100 superior al registrado en el mismo periodo del año anterior. Además, la cifra actual multiplica por 2,4 el promedio de los primeros trimestres comprendidos entre 2008 y 2019, lo que demuestra que las situaciones de incapacidad temporal tienen hoy una presencia mucho mayor que antes de la pandemia. Este incremento ha situado el debate sobre la protección de los trabajadores en el centro de las políticas laborales y sociales.

Ante este escenario surge una pregunta frecuente entre millones de trabajadores sobre si existen realmente diferencias importantes entre la baja médica de un autónomo y la de un empleado por cuenta ajena. Aunque sobre el papel ambos colectivos tienen derecho a una protección similar cuando una enfermedad o un accidente les impide trabajar, la realidad demuestra que las condiciones económicas, los trámites y las garantías de cobertura presentan diferencias significativas que pueden influir en la decisión de solicitar una incapacidad temporal. Conocer estas particularidades resulta fundamental para entender el alcance real de la protección que ofrece cada régimen.

Las cuantías que se cobran en cada momento

Tanto los autónomos como los asalariados pueden acceder a una baja médica por enfermedad común, accidente no laboral, accidente de trabajo o enfermedad profesional. En ambos casos, durante los tres primeros días no se percibe prestación económica. A partir del cuarto día se cobra el 60% de la base reguladora y desde el día 21 el porcentaje asciende al 75%. Sin embargo, en el caso de los trabajadores autónomos la cuantía depende directamente de la base por la que estén cotizando. Así, quien cotice por la base mínima percibirá una prestación notablemente inferior a la de otro profesional que haya elegido bases más elevadas. En caso de accidente laboral o enfermedad profesional, el autónomo tiene derecho al 75% de la base reguladora desde el día siguiente al hecho causante.

La diferencia más evidente: los trámites

Las diferencias se hacen más visibles en los aspectos prácticos. El trabajador por cuenta propia debe obtener el parte médico, presentar la documentación ante la mutua colaboradora y aportar una declaración de situación de actividad, además de acreditar determinados requisitos de cotización cuando la baja deriva de enfermedad común o accidente no laboral. Por el contrario, en el caso de los asalariados gran parte de la gestión se realiza de forma automática a través de la empresa y de los servicios públicos de salud. Además, mientras el autónomo continúa obligado a afrontar numerosos gastos relacionados con su actividad, los trabajadores por cuenta ajena mantienen una protección más amplia durante su ausencia.

¿Cuánto cobran como máximo los autónomos?

Otro de los elementos que marca la diferencia es la cobertura económica final. Muchos convenios colectivos mejoran la prestación de incapacidad temporal de los asalariados mediante complementos que permiten alcanzar porcentajes cercanos al salario habitual e incluso el 100% de las retribuciones en determinados supuestos.

Los autónomos carecen de esta posibilidad salvo que hayan contratado seguros privados específicos. A ello se suma que no pueden desarrollar nuevas actividades ni facturar trabajos realizados durante el periodo de baja, aunque sí pueden cobrar servicios efectuados con anterioridad. Estas circunstancias ayudan a explicar por qué las bajas médicas son mucho menos frecuentes entre los trabajadores por cuenta propia, un colectivo que a menudo sigue trabajando pese a los problemas de salud por miedo a perder ingresos o clientes.

© La Razón

No es depresión, es desequilibrio hormonal: estos son los 3 mitos más comunes
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SpaceX "é única" mas "muitas coisas têm de correr bem"

Conhecido como "o sr. IPO", o professor Jay Ritter admite que ser de Elon Musk pode ter tido impacto na oferta inicial da SpaceX, mas no final o que vai contar é o que fará a empresa futurista.

Jay Ritter, diretor da IPO Initiative, realça que com esta avaliação haverá menos espaço de valorização para a SpaceX.
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SpaceX "é única" mas "muitas coisas têm de correr bem"

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Lisboa, Porto e Setúbal lideram número de despejos em 2025 numa Europa cada vez mais preocupada com o direito à habitação

Lisboa, Porto e Setúbal lideram o número de despejos registados em Portugal desde o início de 2025, num ano em que a média mensal de casos aumentou significativamente face aos dois anos anteriores e em que a União Europeia reforça os alertas para...

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O Estreito de Schrödinger está aberto e fechado ao mesmo tempo (e funciona)

Ormuz já não está fechado. Mas também não está totalmente aberto. A administração Trump está a recorrer às táticas da “frota-sombra” russa para pôr os navios a circular. Quando o presidente norte-americano, Donald Trump, disse que iria abrir o estreito de Ormuz, o que aparentemente queria dizer era que os Estados Unidos iriam promover o tipo de práticas obscuras que alimentam as “frotas-sombra” da Rússia, do Irão e da Venezuela, diz o The Atlantic. Muitos dos navios que agora entram ou saem de Ormuz fazem-no às escuras, com os dispositivos de localização desligados desligados. O objetivo é evitar a deteção

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BCP recompra mais de 8,7 milhões de ações por 8,1 milhões no arranque do novo programa de share buyback

O Banco Comercial Português informou o mercado de que adquiriu um total de 8.765.844 ações próprias entre os dias 4 e 12 de junho de 2026. A operação, realizada em mercado regulamentado na Euronext Lisbon, envolveu um investimento global de 8.183.752 euros (8,2 milhões). Esta intervenção decorre no âmbito do Programa de Recompra de Ações Próprias do banco, cujos termos foram inicialmente comunicados em maio deste ano, tendo a execução das ordens ficado a cargo do intermediário financeiro J.P. Morgan SE.

Com este lote de transações, o Millennium BCP passou a deter uma participação direta equivalente a 0,06% do seu capital social.

Ao longo do período reportado, o ritmo diário de aquisições registou algumas variações. As compras arrancaram a 4 de junho com a aquisição  de 858.749 ações a um preço médio ponderado de 0,9246 euros. Nos dias seguintes, a 5 e 8 de junho, o banco garantiu, respetivamente, 785.270 e 851.468 títulos, ambos fixados ao preço médio de 0,9277 euros.

A 9 de junho assistiu-se a uma aceleração com a compra de 1.235.514 ações a 0,9361 euros, ritmo que estabilizou a 10 e 11 de junho, datas em que foram adquiridas 853.884 ações a 0,9150 euros e 999.498 ações a 0,9176 euros. O volume diário mais expressivo acabou por ser alcançado na sexta-feira, dia 12 de junho, com a recolha de 3.181.461 ações a um preço médio ponderado de 0,9481 euros.

A instituição financeira liderada por Miguel Maya anunciou no fim de maio que tinha aprovado um programa de recompra de ações próprias que ascende ao montante global de 407.458.786,00 euros (407,5 milhões de euros).

O valor financeiro definido para esta operação equivale a cerca de 2,84% da capitalização bolsista da instituição financeira. O principal objetivo estratégico da medida consiste na posterior extinção dos títulos adquiridos.

O  programa de recompra de ações próprias de mais de 400 milhões de euros foi desenhado para começar a 4 de junho e terminar seis meses depois, em 4 de dezembro.

Em comunicado, publicado no site da Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM) a 27 de maio, o BCP explicou que poderá recomprar até 1.184 milhões de ações ordinárias, correspondentes a um máximo de 8% da totalidade de ações representativas do capital social do banco. Já o valor máximo do programa de recompra poderá atingir, no máximo, 407.458.786 euros.

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Anthropic suspende acesso a modelo mais avançado de IA por ordem de segurança dos EUA

A Anthropic suspendeu o acesso público aos modelos de Inteligência Artificial (IA) mais avançados, para cumprir uma diretiva de controlo de exportações, que a obriga a impedir o acesso ao serviço por parte de estrangeiros por motivos de segurança nacional.

De acordo com a Anthropic – uma startup norte-americana de IA – a ordem para impedir o acesso fora dos Estados Unidos ou por parte de estrangeiros dentro do país chegou na tarde de sexta-feira e, para poder cumprir a diretiva de última hora, optou por bloquear todo o acesso ao Fable 5 e ao Mythos 5 a todos os clientes.

Num comunicado divulgado no mesmo dia, a Anthropic afirmou que o Governo norte-americano não forneceu detalhes específicos sobre os motivos pelos quais os novos serviços de inteligência artificial constituem um problema de segurança nacional e pediu desculpa aos clientes pela interrupção.

“Como já afirmámos publicamente, acreditamos que o Governo deve ter a capacidade de bloquear desenvolvimentos inseguros como parte de um processo transparente, justo, claro e baseado em factos técnicos. Esta ação não está de acordo com esses princípios”, afirmou a empresa.

A suspensão ocorreu poucos dias depois de a Anthropic ter disponibilizado aos assinantes do serviço Claude o modelo Fable 5, apresentado como o mais avançado em vários testes de competências e considerado muito superior aos modelos Opus.

O Fable baseava-se no controverso modelo Mythos, sobre o qual a Anthropic alertou em abril possuir capacidades que colocavam em risco a impenetrabilidade dos sistemas mais avançados em cibersegurança em setores sensíveis, como o financeiro.

A Anthropic permitiu que o Governo dos EUA e empresas analisassem o Mythos antes do lançamento público deste, para determinar vulnerabilidades nos sistemas e como isso poderia afetar a segurança, e o Fable 5 continha salvaguardas e restrições para evitar o uso indevido, de acordo com a empresa norte-americana.

Embora a Anthropic tenha garantido que não publicaria o modelo Mythos, disponibilizou-o a uma lista muito seleta de empresas no âmbito da iniciativa de cibersegurança Project Glasswing.

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Panamá pierde abanderamiento de buques, decenas retenidos por China

Ciudad de Panamá, 13 jun (Prensa Latina) La salida de unos 220 buques del registro panameño durante los últimos dos meses encendió hoy las alarmas, en medio del incremento de inspecciones y detenciones de naves con bandera istmeña en puertos de China.

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Alfonso Muñoz, funcionario del INSS: "Si retrasas un año tu jubilación la Seguridad Social puede darte 8.000 euros o más"

La jubilación continúa siendo una de las principales preocupaciones económicas de millones de españoles, especialmente en un contexto marcado por el aumento del coste de la vida y la necesidad de garantizar unos ingresos suficientes durante la etapa de retiro. Los últimos datos del Ministerio de Inclusión, Seguridad Social y Migraciones reflejan la enorme relevancia de estas prestaciones dentro del sistema público. En mayo se contabilizaron 6,7 millones de pensiones de jubilación, una cifra que representa la mayor parte de las 9,5 millones de pensiones que integran la nómina total del sistema.

El peso de estas prestaciones también se aprecia en el gasto público destinado a financiarlas. Las pensiones de jubilación absorbieron el 73,3% de los 14.365,8 millones de euros abonados en el conjunto de la nómina mensual, lo que equivale a 10.533 millones de euros. Además, la pensión media de jubilación alcanzó los 1.572 euros mensuales, un 4,4% más que en mayo de 2025, consolidando una tendencia de crecimiento que busca preservar el poder adquisitivo de los pensionistas.

En este escenario, cada vez más trabajadores se interesan por las fórmulas que permiten mejorar su futura prestación. Una de ellas es la jubilación demorada, una opción que recompensa a quienes deciden continuar trabajando una vez alcanzada la edad ordinaria de retiro. Sobre esta posibilidad ha llamado la atención Alfonso Muñoz, funcionario de la Seguridad Social en el INSS y conocido por sus vídeos divulgativos sobre procedimientos administrativos. En una de sus publicaciones más recientes explica las ventajas de esta medida y lanza un mensaje contundente. "Por retrasar un año, solamente un año, tu jubilación, la Seguridad Social puede darte una gratificación de 8.000 euros o más", esclarece el profesional del sector público.

Los beneficios económicos de retrasar tu jubilación

Según detalla Muñoz, muchas personas desconocen que la legislación contempla incentivos específicos para quienes retrasan voluntariamente su jubilación. En concreto, el artículo 210.2 de la Ley General de la Seguridad Social establece que, cuando una persona accede a la pensión a una edad superior a la ordinaria, puede recibir una compensación económica. Esta puede materializarse mediante un porcentaje adicional sobre la pensión, una cantidad a tanto alzado o una combinación de ambas modalidades. El experto subraya además que la elección debe realizarse en el momento de presentar la solicitud y que posteriormente no puede modificarse.

¿Incremento en la pensión mensual o pago único?

Entre las alternativas disponibles, una de las más atractivas para muchos trabajadores es el cobro de una cantidad única. En lugar de optar por un incremento permanente de la pensión mensual, algunos prefieren recibir un pago inmediato. Tomando como referencia una pensión media similar a la actual, retrasar un año la jubilación puede traducirse en una gratificación de entre 8.000 y 8.500 euros. No obstante, Muñoz aclara que se trata únicamente de una estimación, ya que la cuantía final depende de factores como la pensión que corresponda al trabajador y su historial de cotización.

Hasta 10.000 euros por cada año de demora

El funcionario también recuerda que existen casos en los que este incentivo supera claramente los 10.000 euros por cada año de demora. Sin embargo, advierte de que estas cantidades no están exentas de tributación y deben declararse en el IRPF como rendimientos del trabajo, por lo que la cifra neta percibida será inferior. Asimismo, insiste en que la decisión de prolongar la vida laboral no debe analizarse únicamente desde una perspectiva económica. Aspectos como el estado de salud, las condiciones laborales, la calidad de vida o los proyectos personales también deben formar parte de una valoración que permita tomar una decisión informada sobre el futuro de cada trabajador.

 

© Freepik

Cómo se calcula la jubilación en España: a qué edad puedo hacerlo y qué cantidad voy a cobrar
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Lisboa, Porto e Setúbal lideram número de despejos em 2025 numa Europa cada vez mais preocupada com o direito à habitação

Lisboa, Porto e Setúbal lideram o número de despejos registados em Portugal desde o início de 2025, num ano em que a média mensal de casos aumentou significativamente face aos dois anos anteriores e em que a União Europeia reforça os alertas para a necessidade de proteger o direito à habitação e prevenir situações de exclusão social.

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Lisboa, Porto e Setúbal lideram número de despejos em 2025 numa Europa cada vez mais preocupada com o direito à habitação

Lisboa, Porto e Setúbal lideram o número de despejos registados em Portugal desde o início de 2025, num ano em que a média mensal de casos aumentou significativamente face aos dois anos anteriores e em que a União Europeia reforça os alertas para a necessidade de proteger o direito à habitação e prevenir situações de exclusão social.

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