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Visa e OpenAI parceiras para garantir segurança nas compras com IA

A Visa e a OpenAI anunciaram uma parceria para levar pagamentos seguros às compras realizadas com agentes, tendo como objetivo garantir transações simples e de confiança nas plataformas da OpenAI.

Em comunicado, a Visa refere que esta colaboração faz parte da iniciativa Visa Intelligent Commerce, que pretende expandir os pagamentos seguros a novos ambientes digitais.

As duas empresas vão explorar diversas aplicações empresariais, desde experiências para programadores a fluxos de trabalho mais automatizados e conversacionais.

A parceria vai integrar as tecnologias de pagamento da Visa nas experiências da OpenAI, o que vai permitir que os programadores e comerciantes aceitem pagamentos iniciados por agentes. A Visa vai ser responsável por toda a infraestrutura de suporte, que inclui rede, tokenização e os sistemas de gestão de risco.

Todas as transações vão ser realizadas segundo as regras definidas pelo utilizador, desde limites de gastos a necessidades de aprovação. Adicionalmente, as operações vão ser protegidas pela tokenização da Visa e por sistemas de monitorização de fraude em tempo real.

Bea Larregle, senior vicepresident and group country manager da Visa para o Sul da Europa, afirma que “a IA vai transformar o comércio de forma mais profunda do que a internet ou a tecnologia móvel alguma vez o fizeram”. “À medida que os agentes de IA se tornam participantes ativos na economia, o foco da Visa é garantir que as transações são de confiança, seguras e fluidas. É essa a infraestrutura que estamos a construir com parceiros como a OpenAI”, refere.

“Ao integrar com o Visa Intelligent Commerce, estamos a construir a infraestrutura para transações agênticas seguras, transparentes e controladas pelo utilizador, a ajudar as pessoas a fazer mais com agentes de IA, mas sempre com a confiança de que os pagamentos estão a ser geridos de forma segura”, aponta Marco Mahrus, head of partnerships, commerce na OpenAI.

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Unidade de Combate à Fraude da Visa trava mais de 2,2 mil milhões em burlas

A Visa anunciou que a sua equipa especializada em combate à fraude, Visa Scam Disruption (VSD), já identificou mais de 2,2 mil milhões de euros em tentativas de burla a nível global desde a sua criação, há pouco mais de dois anos. O anúncio foi feito durante a Global Anti-Scam Alliance Summit, que decorreu esta semana em Lisboa.

Segundo a empresa, o montante representa um aumento significativo face aos números divulgados em outubro de 2025, tendo sido sinalizados mais 1,4 mil milhões de euros em atividades fraudulentas nos últimos meses. Apenas no segundo semestre de 2025, a equipa VSD identificou mais 22% de burlas do que no período homólogo.

A Visa Scam Disruption é uma unidade dedicada à deteção e interrupção de esquemas fraudulentos antes que estes afetem consumidores e empresas. Com recurso a análises avançadas e à inteligência gerada pela rede global da Visa, a equipa consegue identificar padrões suspeitos e redes criminosas organizadas, mesmo quando as transações aparentam ser legítimas.

“As burlas são globais, adaptáveis e rápidas — e combatê-las exige o mesmo. A Unidade de Combate à Fraude da Visa utiliza a inteligência de toda a nossa rede global para conectar sinais entre mercados, detetar ameaças em evolução mais cedo com capacidades de IA e ajudar a travar burlas com parceiros-chave do ecossistema, antes que prejudiquem os consumidores. Os 2,2 mil milhões de euros em atividade de burla que identificámos mostram tanto a escala do desafio como o valor de o interromper na origem”, afirmou Rita Mendes Coelho, Country Manager da Visa em Portugal.

Entre os casos recentes identificados pela equipa europeia da VSD destaca-se uma burla disseminada através das redes sociais, conhecida como “burla de inquérito”. O esquema prometia produtos como packs de beleza, câmaras digitais ou kits de ferramentas a preços muito reduzidos. Após efetuarem uma compra inicial, os consumidores eram inadvertidamente inscritos em subscrições com pagamentos recorrentes de valor significativamente superior.

A investigação permitiu identificar cerca de 1.000 comerciantes ligados ao esquema, distribuídos por 21 adquirentes europeus. De acordo com a Visa, a operação criminosa terá gerado aproximadamente 85 milhões de euros em ganhos fraudulentos, tendo sido posteriormente desmantelada.

A Visa destaca que o sucesso da VSD assenta numa combinação de talento especializado, tecnologia avançada e colaboração com parceiros do setor. A equipa integra engenheiros, especialistas em inteligência artificial, antigos agentes das forças de segurança, profissionais militares e especialistas em visualização de dados.

Além das investigações proativas, a unidade utiliza ferramentas de inteligência artificial generativa para analisar grandes volumes de informação, identificar relações complexas entre diferentes entidades e detetar atividades fraudulentas com maior rapidez e precisão. A empresa trabalha ainda em estreita colaboração com instituições financeiras, autoridades e parceiros tecnológicos para desmantelar infraestruturas criminosas e prevenir novas tentativas de fraude.

Com o aumento da sofisticação dos esquemas fraudulentos a nível global, a Visa considera que a cooperação entre empresas, reguladores e autoridades será cada vez mais determinante para proteger consumidores e reforçar a confiança no ecossistema digital de pagamentos.

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Visa faz parceria com OpenAI para pagamentos em comércio automatizado

A Visa anunciou, na quarta-feira, uma colaboração estratégica com a OpenAI, detentora do ChatGPT, para viabilizar  pagamentos Visa seguros em “ambientes de comércio automatizado, permitindo pagamentos contínuos e fiáveis” ​​na plataforma OpenAI. O anúncio foi feito durante o Visa Payments Forum, em São Francisco.

“Através desta parceria, a Visa fornecerá a sua rede global, capacidades de autenticação e infraestrutura de segurança para suportar experiências de comércio automatizado, ajudando os consumidores e as empresas a interagir e a realizar transações com confiança”, referiu a empresa de pagamentos.

A colaboração faz parte da iniciativa Visa Intelligent Commerce que tem como objetivo “expandir as capacidades de pagamento seguro” para novos ambientes digitais.

“Em conjunto, as duas empresas irão também explorar uma gama de aplicações empresariais, incluindo experiências orientadas para os programadores com tecnologia Codex, bem como fluxos de trabalho mais automatizados e conversacionais, à medida que a inteligência artificial (IA) continua a evoluir como uma importante interface para as interações digitais”, salientou a empresa de pagamento.

No âmbito desta parceria as capacidades de pagamento da Visa serão “integradas” nas experiências da OpenAI, oferecendo aos programadores e comerciantes uma “forma simplificada” de aceitar pagamentos Visa iniciados por agentes. “Juntamente com a OpenAI, a Visa fornecerá a rede subjacente, a tokenização e as características de risco que suportam transações fiáveis ​​e seguras”, refere.

“As transações serão operadas dentro de permissões, políticas e controlos de utilizador claramente definidos, tais como limites de gastos, categorias de comerciantes ou aprovações necessárias. As transações utilizarão credenciais Visa tokenizadas e autorização em tempo real, bem como monitorização de fraudes, ajudando a viabilizar novas experiências de pagamento com IA para manter uma elevada segurança e proteção do consumidor”, disse a empresa de pagamentos.

O diretor de produtos e estratégia da Visa, Jack Forestell, considerou que a IA vai “transformar o comércio de forma mais profunda” do que a internet ou a tecnologia móvel alguma vez fizeram.

“À medida que os agentes de IA se tornam participantes ativos na economia, o foco da Visa é garantir que as transações são fiáveis, seguras e perfeitas. Esta é a infraestrutura que estamos a construir com parceiros como a OpenAI“, adiantou Jack Forestell.

O chefe de parcerias de comércio da OpenAI, Marco Mahrus, disse que o comércio terá lugar em muito mais lugares e de muito mais formas do que hoje, e os agentes “desempenharão um papel cada vez mais importante” para ajudar as pessoas a completar tarefas que envolvem dinheiro — desde compras e pagamentos a transações mais complexas.

“Ao integrar com o Visa Intelligent Commerce, estamos a construir a infraestrutura para transações seguras, transparentes e controladas pelo utilizador, ajudando as pessoas a fazer mais com os agentes de IA, mantendo a confiança de que os pagamentos estão a ser processados ​​em segurança”, acrescentou Marco Mahrus.

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Federal Judge Strikes Down Trump’s $100,000 H-1B Visa Fee Requirement

US President Donald Trump
US President Donald Trump. Credit: White House

A federal judge ruled on Monday that the $100,000 fee Trump imposed on H-1B visa applications was unlawful, striking down one of the administration’s key immigration measures targeting skilled foreign workers.

U.S. District Judge Leo Sorokin of Boston found the payment was a tax, not a penalty, and that the president lacked authority to impose it without congressional approval. His 42-page ruling also barred the State Department and U.S. Citizenship and Immigration Services from enforcing the requirement.

Sorokin, appointed by former President Barack Obama, applied reasoning from a February Supreme Court decision that struck down Trump’s tariffs issued under emergency authority. He concluded that immigration law, like the emergency statute in that case, does not permit the president to levy taxes.

Inside Trump’s case for the $100,000 H-1B visa fee

The H-1B program allows U.S. companies to hire foreign workers for specialized roles. Applicants must hold at least a bachelor’s degree. Visas are approved for three years with a possible three-year extension.

Each year, the program makes 65,000 visa slots available, along with a separate pool of 20,000 set aside for applicants holding advanced degrees.

Trump's $100,000 H-1B visa fee has been blocked by a judge.

Judge Leo Sorokin ruled the new fee for highly skilled foreign workers is unlawful and that it amounts to an unauthorised tax. pic.twitter.com/v1J9Np5qyV

— Pubity (@pubity) June 9, 2026

Employers typically paid $2,000 to $5,000 in fees before the order. Economists say the program helps American companies stay competitive and creates domestic jobs.

Trump announced the $100,000 H-1B visa requirement in September, saying the program had been misused to replace American workers with cheaper foreign labor.

The fee did not apply to foreign nationals already in the country on student visas, who represent a significant portion of new applicants.

The requirement saw little uptake. USCIS recorded only 85 payments as of Feb. 15, according to a March court filing.

Attorneys General celebrate as administration vows to appeal

Twenty Democratic attorneys general filed the lawsuit in December. California Attorney General Rob Bonta, who led the group, said that the ruling protects the country’s ability to attract skilled workers, on which the economy depends.

New York Attorney General Letitia James said that it blocked what she called an unlawful effort to undermine the program and the jobs it supports.

The administration defended the policy as a lawful use of presidential authority over immigration. White House spokeswoman Taylor Rogers said that the ruling would be appealed, adding that the president has the authority to restrict the entry of foreign nationals deemed harmful to American interests.

Justice Department spokeswoman Natalie Baldassarre said that the department would continue holding companies accountable for misusing the program.

At least three lawsuits have targeted the fee. A federal judge in Washington ruled in December in favor of the administration in a separate case brought by the U.S. Chamber of Commerce, which is appealing that outcome.

The administration has also called for stricter applicant screening and put forward a revised selection process designed to give priority to foreign workers with higher qualifications and better pay.

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Judge blocks $100k fee for H-1B visas imposed by Trump

A federal judge on Monday blocked a $100,000 fee for H-1B visa applications imposed by the Trump administration.  U.S. District Judge Leo Sorokin agreed with a group of Democratic-led states that the administration exceeded its authority, and the fee usurped Congress’s power to set immigration policy and taxes.  “Here, the substance and application of the $100,000 payment reveal that it is a tax, regardless of…

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Stop ai pagamenti con Visa e Mastercard a Cuba, sospesi da sabato 6 giugno. La banca centrale de L’Avana: “Strategia di asfissia di Trump”

A Cuba non si potrà più pagare con carte Visa e Mastercard. A partire da sabato 6 giugno, per via delle sanzioni imposte dagli Stati Uniti, i due circuiti di pagamento non saranno più in uso. Lo comunica la Banca Centrale cubana, sottolineando che le sanzioni di Trump hanno spinto una banca estera a interrompere i rapporti con l’istituto finanziario statale Fincimex.

“Il 2 giugno abbiamo ricevuto una comunicazione dalla banca estera che gestisce le transazioni effettuate a Cuba con Visa e Mastercard, in cui ci veniva comunicata la sua decisione di interrompere i rapporti con Fincimex S.A.”, si legge in un comunicato in cui si definisce la decisione Usa come una “strategia di asfissia del presidente Donald Trump“. Fincimex è il braccio finanziario del conglomerato militare cubano Gaesa, recentemente sottoposto a sanzioni da parte di Washington. Nell’ultimo periodo le pressioni politiche di Washington su L’Avana sono aumentate sempre di più, insieme alle tensioni militari.

Una scia di sanzioni che ha portato negli ultimi giorni anche all’addio di alcune famose catene alberghiere che hanno deciso di lasciare l’isola. Melià ha infatti annunciato la fine delle attività in 15 hotel cubani e lo stesso aveva fatto Iberostar il 1° giugno in 12 strutture, cedendo quindi alle sanzioni Usa contro Gaesa, un conglomerato militare che controlla il turismo sull’isola.

Nella nota la Banca Centrale sottolinea che rimangono operativi altri mezzi di pagamento in valuta estera come i contanti, le carte prepagate nazionali e le carte internazionali Mir (di origine russa) e UnionPay (di origine cinese).

L'articolo Stop ai pagamenti con Visa e Mastercard a Cuba, sospesi da sabato 6 giugno. La banca centrale de L’Avana: “Strategia di asfissia di Trump” proviene da Il Fatto Quotidiano.

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Anvisa recolhe lote da água Crystal após detectar bactéria em análise

A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) determinou o recolhimento e a suspensão da venda, distribuição e uso de um lote de água mineral sem gás da marca Crystal, que é parte do sistema Coca-Cola, e fabricada pela Mineração Bom Jesus Ltda, em Luziânia (GO).

Segundo a Anvisa, a medida foi tomada após um laudo técnico identificar a presença da bactéria pseudomonas aeruginosa em amostra do produto coletada durante ação de rotina da Diretoria de Vigilância Sanitária do Distrito Federal para análise de alimentos.

O lote que está sendo retirado do mercado é o LZ1 VAL200127 3 P 200126, que aparece no rótulo da garrafa, e foi fabricado em 20/1/2026, com data de validade em 20/01/2027.

A orientação da Anvisa é que o consumidor não consuma o produto do lote. Caso tenham o produto em casa, também precisam aguardar as orientações públicas da empresa sobre devolução e reembolso.

Segundo a fabricante, o lote tem 374,4 mil garrafas de 500 ml. As unidades foram distribuídas no Distrito Federal (230.443), em cidades vizinhas de Goiás (66.768), em Tocantins (1.439) e no interior de São Paulo (75.750).

O que fazer se tiver o produto em casa

A orientação da Anvisa é que o consumidor não consuma o produto do lote. Caso tenham o produto em casa, também precisam aguardar as orientações públicas da empresa sobre devolução e reembolso.

De acordo com as informações apresentadas pela empresa à Anvisa, o recolhimento do produto foi iniciado imediatamente em distribuidoras, e cerca de 99,2% das unidades do lote já não estariam mais disponíveis nas prateleiras para compra pelo consumidor.

Segundo a empresa, consumidores que possuam unidades do lote P 200126 (leia-se na embalagem LZ1 VAL 200127 3 P 200126) devem entrar em contato com o SAC (Serviço de Atendimento ao Consumidor) para orientações sobre substituição ou reembolso pelo telefone 0800-061-5000 ou email contato@brasal.com.br.

Como foi o teste que encontrou a bactéria

O teste de contraprova, que gerou o Laudo de Análise Fiscal Definitivo, foi realizado conforme previsão do Guia para Harmonização de Procedimentos no Âmbito do Sistema Nacional de Vigilância Sanitária (SNVS), e o resultado confirmou a presença da bactéria na amostra analisada. Com isso, a Divisa/DF determinou a interdição local e comunicou o caso à Anvisa.

A decisão sobre o recolhimento voluntário do produto pela empresa foi publicada pela agência reguladora foi publicada nesta quarta (3).

Segundo a fabricante, não havia ainda registro de reclamações de consumidores relacionadas a esse lote nos canais oficiais de atendimento.

O que diz a empresa

A Mineração Bom Jesus informa que está finalizando o recolhimento preventivo e voluntário. O lote, segundo a empresa, foi envasado em janeiro, e foi comercializado no Distrito Federal, em municípios do Tocantins (Arraias, Combinado e Novo Alegre), de Goiás (Águas Lindas de Goiás, Luziânia, Novo Gama, Valparaíso de Goiás, Cidade Ocidental, Santo Antônio do Descoberto, Planaltina de Goiás e Cristalina, Formosa, Campos Belos, Alexânia, Abadiânia e Catalão) e nas cidades de Sorocaba, Itapetininga, Itu, São Roque e Tatuí (SP).

Durante ação de fiscalização da Vigilância Sanitária, em março, em um ponto de venda localizado no Distrito Federal, foi identificada a presença de Pseudomonas aeruginosa em uma amostra coletada. A empresa diz que, desde a notificação, foram realizadas análises em mais de 300 amostras no processo e nos produtos, todas com resultados negativos para microrganismos indicadores de contaminação. A empresa acredita que o lote já não esteja mais disponível no mercado.

Fiscalização

A Anvisa reforça que a medida se aplica exclusivamente às unidades do lote LZ1 VAL 200127, fabricado em 20/1/2026, com data de validade em 20/01/2027, produzido na unidade de Luziânia, município localizado a cerca de 60 km de Brasília. Além do recolhimento, a medida impede a venda, a distribuição e o uso das unidades desse lote.

A empresa também protocolou documentos junto à Anvisa demonstrando a realização de investigação interna abrangente para avaliar a ocorrência e suas possíveis causas. Representantes da empresa se reuniram com a Agência, prestaram esclarecimentos e vêm cooperando com as autoridades sanitárias, adotando providências de forma diligente.

A investigação sobre o caso segue em andamento, com acompanhamento da Anvisa e das vigilâncias sanitárias envolvidas. Até o momento, as informações disponíveis, incluindo o laudo fiscal e as evidências apresentadas, indicam ocorrência restrita ao lote informado. (Luciana Lazarini/FOLHAPRESS)

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”Ozempic” 100% brasileiro custará R$452,00

A farmacêutica EMS anunciou os preços da Ozivy, primeira caneta de semaglutida produzida no Brasil. O medicamento chegará ao mercado com valores a partir de R$ 452, abaixo dos praticados atualmente por concorrentes importados que utilizam o mesmo princípio ativo.

A semaglutida é a substância utilizada em medicamentos como Ozempic e Wegovy, indicados para o tratamento do diabetes tipo 2 e da obesidade. A entrada da versão nacional ocorre após o fim da patente da molécula no Brasil, abrindo espaço para novos fabricantes no mercado.

Segundo a EMS, a estratégia é oferecer o produto por valores cerca de 30% inferiores aos dos medicamentos concorrentes. A empresa estima comercializar mais de 1 milhão de unidades no primeiro ano e projeta faturamento de aproximadamente R$ 500 milhões com o novo medicamento.

Antes do anúncio dos preços ao consumidor, a Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED) já havia definido o teto regulatório da Ozivy. O limite aprovado ficou no mesmo patamar dos medicamentos de referência à base de semaglutida, como Ozempic e Wegovy.

A chegada da Ozivy é vista pelo setor como um marco para a indústria farmacêutica nacional, já que se trata da primeira caneta de semaglutida desenvolvida e produzida por uma empresa brasileira. Especialistas avaliam que o aumento da concorrência pode contribuir para ampliar o acesso ao tratamento e pressionar os preços para baixo nos próximos meses.

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