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«Ter paciência, aprender a língua e manter a mente aberta»: a vida dos alunos imigrantes numa escola de Portimão

Daniil Kostiuk é aluno do 12ºH da Escola Secundária Manuel Teixeira Gomes, de Portimão, tem 19 anos e é ucraniano. Ele é apenas um dos exemplos dos muitos alunos de nacionalidade estrangeira que frequentam esta escola, para quem um dos maiores desafios foi aprender português e entender no começo, já que a língua é completamente diferente do ucraniano.

Ele conta que no seu 4º ano de escolaridade aconteceu uma situação desagradável no começo do seu aprendizado:

«Quando eu cheguei cá, na minha turma tinha dois rapazes, naquela altura eu estava mais orientado com o português…e eu era uma criança que, quando me diziam alguma coisa, eu apontava e dizia: “olha, que giro!”. Os rapazes que eu achava que eram meus amigos apontam para uma gaivota e dizem: “olha, um paneleiro!”, e logo eu repeti também. Eu não conhecia a palavra em português, não sabia. Numa aula de educação física, que naquele tempo se chamava ginástica, eu chego até o professor e apontei para as gaivotas no céu e disse “olha, professor, paneleiros!”, e ele não achou muita piada».

Essa foi uma das experiências que Daniil passou ao longo da sua caminhada em Portugal como aluno de Português Língua Não Materna (PLNM). Ele só foi aprender o significado da palavra “paneleiro” no 7º ano. 

Isso reflete como, muitas vezes, a adaptação para uma nova língua pode ser constrangedora e intensa para muitos.

Ao decorrer das entrevistas, ficaram claras as dificuldades mais recorrentes para os falantes de língua portuguesa não materna, sobretudo daqueles cuja língua não tem origem no latim, como ucraniano, mandarim, ou árabe, entre outros que vêm de outras matrizes.

O professor de PLNM e a mediadora linguística da Secundária Manuel Teixeira Gomes relataram a veracidade desta realidade de alunos como Daniil, com uma língua oriunda de um ramo de línguas eslavas ou de matrizes distantes do latim:

«Aqui, quanto mais afastado for, mais difícil. Vai ter mais dificuldades, portanto as dificuldades são muitas, sobretudo para quem vem de culturas mais distantes, de matrizes diferentes», contou o professor Nuno Renca.

Cristina Lourenço, mediadora linguística da escola, acrescentou que «um alfabeto totalmente diferente do nosso é um dos pontos que estamos de acordo que é uma dificuldade deles. Existem línguas [como o árabe] onde escrevem de forma diferente de nós, por exemplo o sentido, escreve-se da direita pra esquerda. Nós nem pensamos, mas, quando olhamos, ‘’uau’’».

Tanisha, que veio da Índia, compartilha a mesma dificuldade em termos de fala, sendo um desafio para ela, após sair de uma mudança brusca de hindi para português, sendo um processo demorado. Mas salienta que a parte do tentar, do se esforçar para se integrar é importante em ambos os lados, tanto dos portugueses que acolhem, como dos imigrantes que cá aparecem.

«A criação de um ambiente acolhedor, o apoio dos colegas, atividades colaborativas, o uso da língua em contextos reais e o reconhecimento da cultura de origem dos alunos são fatores fundamentais para promover o sentimento de pertença e integração. É preciso querermos incluir. Aqui, o Agrupamento de Escolas Manuel Teixeira Gomes tem vindo a dar passos muito significativos», acrescenta Nuno Renda, professor de PLNM.

«Claro que, do ponto de vista do aluno, também é fundamental querer integrar-se. Uma das medidas positivas que vem dar um contributo importante neste processo é a da figura do mediador linguístico e cultural. Atua como ponte de comunicação entre alunos estrangeiros e toda a comunidade educativa, apoiando os alunos nas suas necessidades linguísticas, sociais e emocionais, de acordo com o seu percurso de vida e nível de proficiência em português», disse ainda Nuno Renca.

Um dos entrevistados, João Araújo, do 11° K, que veio do Brasil, acabou por usar o sotaque português para sua adaptação.

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Multiculturalidade na escola – Foto: Elisabete Rodrigues | Sul Informação

ESCOLA E INTEGRAÇÃO

Na maioria dos casos, a integração escolar teve cariz negativo nos primeiros anos em estadia em Portugal, pela forma de pensamentos estreitos de muitas pessoas sobre aqueles que vêm do exterior.

«Grande parte dos povos que têm pauta de serem contra a imigração são os países que mais migraram e que mais a população é imigrante, por exemplo Estados Unidos, que é um país feito de imigrantes completamente, ou Portugal, que emigrou tanto nos anos 40, 50 e 60. É uma hipocrisia muito grande, eu acredito», salienta o aluno brasileiro João Araújo.

Essa reflexão para começar o tema da integração é muito importante, pois muitos preconceitos podem atrapalhar esse processo custoso para aqueles que tiveram que deixar maior parte de sua família para trás, amigos e sua vida antiga para ter uma vida melhor.

«Apesar das diferenças, algumas pessoas são receptivas e boas. Uma coisa boa que aprendi foi lidar com as pessoas, e outras muitas coisas, pois foram muitas mudanças. Eu cresci muito aqui. Se eu estivesse em Angola, nossa! É outra coisa, outra forma de pensar, seria completamente diferente da que eu tenho agora, então lá como era o conservadorismo, religião, não há muitos espaços para questionamentos», diz Esmael Gongá, do 11ºF.

«Eu tenho agora nacionalidade portuguesa e até posso mostrar o meu cartão de cidadão. Vou eu e minha mãe à farmácia, ela ‘tá a falar e eu ‘tô ali no meu telemóvel a mexer, a viver a minha vida. Minha mãe a falar tem uma pronúncia estranha, é que ela não foi na escola como eu, ela não contacta com as pessoas como eu, porque minha pronúncia é algarvia. O medicamento era pra mim, a senhora, como quem diz que vão vocês para a puta que vos pariu e com aquele olhar de não vos quero servir, não quero vocês aqui, pediu o título de residência, que era meu, no caso, e ela foi toda feliz fazer as coisas. O clássico “volta pra tua terra”», recorda Daniil Kostiuk.

As entrevistas demonstram que a integração escolar em Portugal nem sempre acontece de forma imediata ou acolhedora.

Para muitos estudantes migrantes, os primeiros anos são marcados por dificuldades linguísticas, sensação de isolamento e preconceitos ligados à nacionalidade, sotaque, aparência ou origem cultural.

Em vários casos, a escola torna-se simultaneamente um espaço de crescimento e de exclusão.

Os relatos apresentados também revelam como o racismo e a xenofobia estrutural ainda permanecem presentes em muitos contextos eurocêntricos.

Nem sempre essas atitudes aparecem de forma explícita; muitas vezes manifestam-se em olhares, tratamento desigual, desconfiança, comentários sobre sotaques ou na ideia de que o estrangeiro precisa constantemente provar que “merece” estar ali. Isso afeta especialmente pessoas vindas de países historicamente marginalizados ou fora do eixo ocidental.

Ao mesmo tempo, as entrevistas mostram que a convivência entre culturas também pode transformar positivamente aqueles que migram.

Muitos entrevistados afirmaram ter desenvolvido novas formas de pensar, maior independência e crescimento pessoal através das diferenças encontradas em Portugal.

A integração, portanto, não depende apenas de quem chega, mas também da abertura da sociedade que recebe.

Compreender essas experiências é essencial para criar ambientes escolares mais humanos, empáticos e preparados para a diversidade cultural que atualmente faz parte da realidade portuguesa.

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DIFERENÇAS CULTURAIS

Ao longo das entrevistas, ficou evidente que adaptar-se a um novo país não envolve apenas aprender uma nova língua ou compreender um sistema diferente, mas também confrontar hábitos, valores e formas de convivência muitas vezes opostas às do país de origem.

Muitos entrevistados destacaram diferenças no modo como as pessoas se relacionam, comunicam e expressam emoções.

Para alguns, a sociedade portuguesa pareceu inicialmente mais reservada ou distante, sobretudo quando comparada com culturas mais abertas e coletivas, onde a convivência comunitária e familiar ocupa um espaço central no quotidiano.

Para outros, a maior liberdade individual e a possibilidade de questionar normas sociais representaram uma oportunidade de crescimento pessoal e mudança de perspetiva.

As diferenças culturais também se manifestam dentro da escola, nas expectativas em relação ao comportamento, à autonomia dos alunos e à forma como a autoridade é percebida.

Aquilo que, para alguns estudantes, pode parecer normal ou respeitoso, para outros pode ser interpretado como frieza, rigidez ou falta de acolhimento.

 Estas pequenas diferenças, muitas vezes invisíveis para quem sempre viveu em Portugal, podem tornar o processo de adaptação mais desafiante.

No entanto, muitos dos entrevistados também reconheceram a beleza desse encontro entre culturas. A convivência com diferentes formas de pensar permitiu-lhes desenvolver maior capacidade de adaptação, empatia e compreensão do mundo.

Mais do que abandonar a própria identidade, adaptar-se significa, muitas vezes, aprender a viver entre duas culturas, preservando origens enquanto se constrói um novo lugar de pertença.

«A desigualdade social no Brasil, em termos da minha criação, sinto que foi mais restrita, não tive acesso a muita coisa, então pude vir pra cá e ver realmente o que acontecia ao redor do mundo. Foi uma coisa que não pude voltar atrás, entendes? A pobreza que existia, a fome, as guerras, a corrupção, a desigualdade social, é uma coisa impossível de voltar atrás e fechar os olhos, o que é estranho, porque, no Brasil, eu vim pra cá com 8 anos e eu via as pessoas debaixo da ponte, via as pessoas sem comer. E vir pra cá e ver, ok, afinal isto não é tão normal assim. É um choque muito grande», comenta o brasileiro João Araújo.

João saiu de Belo Horizonte pra uma cidade muito pequena (Portimão), o que foi um «contraste bom», já que ele saiu da vivência fechada na  religião dentro dos valores tradicionais.

Para o ‘espírito’ livre dele, ajudou na sua liberdade individual e explorar mais suas origens brasileiras quando veio para cá, criando a necessidade de conectar com as raízes e não perder completamente sua essência.

O angolano Esmael Gongá compartilhou da mesma sensação que João, em termos de liberdade, da vivência conservadora e religiosa de muitos países da CPLP.

«Saber da existência do racismo, a perceção do racismo na pele. Eu sabia na teoria, mas na pele é totalmente diferente, foi uma questão que tocou muito quando eu cheguei aqui. Outra foi o diferencial de liberdade, vindo de um contexto africano, com uma visão de mundo muito religioso e conservador, então não tinha aquela liberdade toda», explica.

«Quando eu cheguei cá, um país mais liberal, uma sociedade mais liberal e muitas coisas, foi um choque grande. E foi uma das coisas que tive que me adaptar e me ajudou muito na forma de ver a vida e também mudou definitivamente minha visão de mundo. A orientação sexual, a forma de expressão, a roupa, a forma de vestir, foi uma mudança muito grande. Da orientação sexual, tem leis e tudo, a pessoa pode se casar com pessoas do mesmo sexo e ter outros relacionamentos, é uma desconstrução de papéis tradicionais. Vir de uma visão mais conservadora foi um choque pra mim nesse sentido, abriu minha mente para questionar as coisas, foi muito top», sublinha Esmael.

«Algumas pessoas se adaptam à língua e outras mais devagar. Eu, quando cheguei cá, tentei a língua muito rápido, mas meu português não é muito bom. É muito diferente a cultura daqui e da Índia, comida e outras coisas. Vejo o mundo de forma mais aberta e diferente, com mais calma e com mais força», frisa, por seu lado, Tanisha, aluna do 11ºO.

«Quando saí do Aeroporto de Lisboa, eu era uma criança e vi uma palmeira. E eu fui até à palmeira, a minha primeira foto em Portugal foi uma palmeira à frente do Aeroporto Humberto Delgado. O que me surpreendeu foram as palmeiras, o clima, nada a ver com aquilo que eu tinha na Ucrânia. A falta de neve também, foi uma coisa que eu tive de me desabituar muito, que ainda custa um bocadinho, com essa chuva da desgraça. A comida me surpreendeu positivamente, não estava nada à espera, estava à espera de uma comida britânica ali toda morta», recorda Daniil Kostiuk.

«Aqui em Portugal há uma falta de compreensão de que isto é nosso país e nós é que tratamos do nosso país, e que o governo trabalha para nós e não nós que trabalhamos pro governo. As pessoas aqui esperam que lhes seja dado, as pessoas aqui não protestam, não defendem os seus direitos, as pessoas aqui estão-se a borrifar pra política. A Ucrânia é ao contrário, é totalmente ao contrário, as pessoas não se borrifam pra política. A política é o tema que de que se fala sempre  e todos, jovens, velhos, moderados, todos protestam! Até durante a guerra tivemos protestos, quando o governo fazia alguma bosta, protestos! Não faz muito sentido as pessoas aqui ‘tarem a reclamar e não fazerem nada para corrigir a situação. Nem votar vão…», constata o aluno ucraniano.

Mostrando que também os impactos refletem nos termos de cidadão ativo e que luta por seus direitos, lá na Ucrânia, mesmo não sendo obrigatório legalmente, é socialmente obrigatório exercer sua cidadania. Por isso, Daniil sentiu-se indignado com tal atitude dos portugueses, como sendo de uma perspectiva completamente diferente.

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CONSELHOS

E que conselhos deixaram nossos entrevistados aos imigrantes?

«Que não tenham medo de errar, sejam resilientes. Ninguém espera que saibam tudo desde o início, e o esforço, a participação, dedicação e a vontade de aprender são mais importantes do que a perfeição. É crucial pedir ajuda sempre que precisarem, seja aos professores, colegas ou mediadores, pois a escola é um espaço de apoio e inclusão. Acreditar em si, enfrentar as dificuldades como parte natural do processo de integração e aprendizagem, ir ao encontro de colegas, fazer amigos com quem pratiquem a língua portuguesa diariamente. Aprender uma nova língua é um processo gradual, e com esforço, apoio e motivação, é possível alcançar bons resultados», salienta o professor Nuno Renca.

Dar voz a quem recomeça é também uma forma de construir um país mais consciente e mais humano.

Daniil Kostiuk aconselha: «Se não têm muita paciência, precisam de ganhar, porque vão precisar e não é pouca! E muito provavelmente vão se habituar ao desleixo e à preguiça aguda, a pessoa ganha preguicite aguda, e quando a pessoa não está habituada a isso, a pessoa fica passadinha. Por exemplo, minha mãe passou-se por isso, mas tem que ter paciência, vai correr tudo bem. Essa é minha dica: ganhar paciência, beber muito chá de camomila e ter paciência».

Esmael Gongá resume: «sejam curiosos e não sejam ignorantes».

«Ter paciência, aprender a língua e manter a mente aberta», é o conselho de Tanisha.

«Ser aberto, cem por cento aberto a tudo. Há muitos brasileiros sendo xenófobos com a população da Índia, por exemplo, e acho que eles esquecem que somos farinha do mesmo saco, também somos imigrantes, também viemos pra cá pra melhores condições de vida. Então é uma estupidez tão grande e uma hipocrisia também», admite João Araújo.

«Então a melhor coisa é experimentar novas coisas, novos trabalhos, novas experiências, novos pratos, nova música, tudo que não está habituado. Sair da zona de conforto que é teu país, ir pra outro continente, um outro país, precisas de ser aberto. Se não fores, vais acabar fazendo igual algumas pessoas fazem, criar tribos para manter familiaridade. Então, não existe tanto essa heterogênea, é tudo o mesmo. Ser aberto, andar descalço e com as mãos abertas onde quer que seja, porque nunca sabes quando vai pisar num caco de vidro ou quando vai encontrar um tesouro», acrescenta o aluno brasileiro.

Adaptar-se nunca é simples. Exige coragem para recomeçar, paciência para enfrentar dificuldades e força para continuar mesmo quando o sentimento de pertença ainda não existe.

Para quem chega a Portugal, é importante lembrar que sentir medo, saudade ou insegurança faz parte do processo. Aprender a língua, procurar apoio na escola, criar novas relações e manter ligação com as próprias raízes pode tornar essa transição menos difícil.

Ao mesmo tempo, a responsabilidade da integração não deve recair apenas sobre quem chega. A sociedade que acolhe também tem um papel fundamental. Pequenos gestos de empatia, escuta e abertura podem fazer uma diferença profunda na vida de alguém que está a reconstruir tudo do zero.

Num país cada vez mais diverso, compreender as experiências dos outros torna-se essencial para combater preconceitos e fortalecer a convivência entre comunidades.

Integrar não significa apagar diferenças, mas aprender a respeitá-las e reconhecê-las como parte da riqueza humana que hoje também constrói Portugal.

A integração começa quando deixamos de olhar para o outro como estrangeiro e começamos a reconhecê-lo como parte da comunidade.

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PORTUGAL, PAÍS DE EMIGRANTES E AGORA TAMBÉM DE IMIGRANTES

Portugal, ao longo dos anos, foi tornando-se um país de acolhimento para muitos imigrantes de outros países e continentes, acabando por passar por uma transição em vários aspectos, como sociais, idioma, burocracia, escola, relações sociais, acolhimento tanto da parte de outros imigrantes, quanto dos portugueses e choques culturais.

O objetivo deste artigo é dar voz a quem está reconstruindo sua vida aqui, mostrar essas diferenças, ajudando a promover a empatia, uma melhor compreensão e integração entre comunidades tão diferentes entre si, mas ao mesmo tempo humanamente iguais.

O contexto migratório em Portugal tem sido significativo para conseguir entender melhor o êxodo dessas comunidades. A balança de migração tem registrado saldos positivos nos últimos anos, impulsionada por um forte aumento da imigração (quase 10% da população é estrangeira), superando a saída de nacionais.

Embora a emigração jovem permaneça elevada (18,2% dos jovens emigrados em 2021), o fluxo de entrada tem sido crucial para o crescimento populacional e da força de trabalho, particularmente em setores como hotelaria e agricultura.

Em 2023, Portugal contava com quase meio milhão de estrangeiros a trabalhar por conta de outrem, um valor que aumentou significativamente desde 2014.

A imigração é o principal motor do crescimento demográfico, sendo fundamental para atenuar o envelhecimento populacional. Apresentando uma diversidade de origens como: Comunidade de Países de Língua Oficial Portuguesa (CPLP), refugiados de guerras que ocorreram e imigração econômica.

Recorri ao ambiente escolar, pois, além de um espaço para educação, também funciona como um espaço de integração de cada nacionalidade, representando sua cultura e estruturas daquela sociedade em específico, que, ao chegarem aqui, se chocam. Também recorri à escola para demonstrar as diferenças de pontos de vistas diferentes tanto de imigrantes com língua materna ou não materna portuguesa. Das entrevistas a alunos da Escola Secundária Manuel Teixeira Gomes, cheguei à conclusão do quão complexo é a imigração.

Reportagem feita no âmbito do projeto Geração SULi, promovido pelo Sul Informação ao longo de nove meses, em parceria com seis escolas secundárias do Algarve.
Conheça o site Geração SULi e o projeto clicando aqui.

NOTA: Todas as imagens são de arquivo (Depositphotos), à exceção da que está assinada

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Prémio Literário Manuel Teixeira Gomes abre candidaturas para nova edição

O Prémio Literário Manuel Teixeira Gomes vai abrir candidaturas esta quarta-feira, 10 de Junho, para mais uma edição.

Os trabalhos a concurso, sob tema livre, terão de ser inéditos e escritos em língua portuguesa, num máximo de 80 páginas em formato A4 paginadas, podendo concorrer todos os autores nacionais, cidadãos de países de língua oficial portuguesa ou comunitários e estrangeiros com situação regularizada de permanência no país.

O regulamento completo estará disponível no endereço eletrónico https://cm-portimao.pt/menus/servicos/biblioteca/premio-teixeira-gomes, onde se encontra igualmente o formulário que os concorrentes devem preencher, com nome, endereço eletrónico, número de identificação, NIF e contacto telefónico, pseudónimo e título da respetiva obra.

Os títulos devem ser submetidos, em formato PDF, entre as 10h00 de 10 de Junho de 2026 e as 15h00 do dia 10 de Julho.

O júri do certame, constituído por três individualidades da área da literatura, decidirá qual a obra premiada, a divulgar oficialmente durante o próximo mês de Dezembro, no âmbito das comemorações do Dia da Cidade de Portimão.

A novela vencedora terá uma edição de 300 exemplares, recebendo o autor o prémio monetário de 3500 euros, enquanto o segundo classificado, cuja obra também terá a edição de 300 exemplares, vai receber 1000 euros, cabendo à novela classificada em terceiro lugar a edição de 150 exemplares.

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Prémio Manuel Teixeira Gomes estimula criação literária em Portimão

O Município de Portimão, através da sua Biblioteca, volta a instituir o Prémio Literário Manuel Teixeira Gomes, aberto à modalidade de novela, com vista a incentivar a  criação literária e homenagear o escritor e Presidente da República cuja vida e obra se encontram intimamente ligadas a Portimão e ao Algarve.

Os trabalhos a concurso, sob tema livre, terão de ser inéditos e escritos em língua portuguesa, num máximo de 80 páginas em formato A4 paginadas, podendo concorrer todos os autores nacionais, cidadãos de países de língua oficial portuguesa ou comunitários e estrangeiros com situação regularizada de permanência no país.

O regulamento completo estará disponível clicando aqui, onde se encontra igualmente o formulário que os concorrentes devem preencher, com nome, endereço eletrónico, número de identificação, NIF e contacto telefónico, pseudónimo e título da respetiva obra, submetendo os seus trabalhos, em formato PDF, entre as 10h00 de 10 de junho de 2026 e as 15h00 do dia 10 de julho de 2026, hora de Portugal Continental.

O júri do certame, constituído por três individualidades de reconhecido mérito na área da literatura, decidirá qual a obra premiada, a divulgar oficialmente durante o próximo mês de dezembro, no âmbito das comemorações do Dia da Cidade de Portimão.

Biblioteca Manuel Teixeira Gomes

A autarquia adianta ainda que a novela vencedora terá uma edição de 300 exemplares, recebendo o autor o prémio monetário de 3.500 euros, enquanto o segundo classificado, cuja obra também terá a edição de 300 exemplares, vai receber 1000 euros, cabendo à novela classificada em terceiro lugar a edição de 150 exemplares.

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Portimão | Prémio Manuel Teixeira Gomes estimula criação literária

O Município de Portimão, através da sua Biblioteca, volta a instituir o Prémio Literário Manuel Teixeira Gomes, aberto à modalidade de novela, com vista a incentivar a  criação literária e homenagear o escritor e Presidente da República cuja vida e obra se encontram intimamente ligadas a Portimão e ao Algarve. Os trabalhos a concurso, sob […]

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