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Suspeito é detido após ataque a tiros deixar um morto em hospital nos EUA

Um homem de 23 anos foi detido na Filadélfia após um ataque a tiros em um hospital de Wilmington, no estado americano de Delaware, deixar uma pessoa morta e outra ferida, informou o Departamento de Polícia da cidade nesta terça-feira (16).

Uma investigação preliminar determinou que o ataque foi uma “ocorrência isolada e direcionada”, embora a investigação ainda esteja em andamento, disseram as autoridades.

Uma das vítimas morreu em decorrência dos ferimentos, disse o chefe de polícia Wilfredo Campos, e a polícia não divulgou mais informações sobre o estado de saúde da outra. Nenhuma das pessoas foi identificada.

O hospital foi colocado em lockdown durante o ataque, mas o isolamento já foi suspenso. A polícia havia informado anteriormente que estava analisando as imagens de vigilância para determinar como o suspeito deixou o hospital após o tiroteio.

“É particularmente angustiante quando um incidente como este ocorre em um hospital cujo propósito fundamental é tratar ferimentos e salvar vidas”, disse o prefeito de Wilmington, John Carney, em uma coletiva de imprensa na noite de terça-feira.

“Se existe um lugar que deveria ser um refúgio contra tanta violência, esse lugar é Wilmington”, acrescentou.

A polícia foi acionada por volta das 15h30  (horário local) para o Hospital Wilmington, localizado a cerca de 48 quilômetros a sudoeste da Filadélfia, de acordo com o Departamento de Polícia de Wilmington.

Diversas agências, incluindo o FBI e a Polícia Estadual de Delaware, correram para o local para prestar auxílio.

“Sempre que há um tiroteio, é difícil”, disse David Karas, porta-voz do Departamento de Polícia de Wilmington, a repórteres.

“Certamente não é o que uma comunidade deseja, e vamos garantir que cheguemos ao fundo da questão e responsabilizemos o indivíduo”, concluiu.

Brian Pfeffer, um guia de pacientes do hospital, estava trabalhando no pronto-socorro quando ouviu dois tiros altos, “quase como fogos de artifício”, vindos do térreo, relatou à afiliada da CNN, KYW.

Pfeffer fugiu do pronto-socorro e correu para fora antes que o hospital fosse isolado.

Foi alarmante presenciar um ataque em seu local de trabalho, disse Pfeffer. Ele observou que era ainda mais preocupante que tivesse ocorrido dentro de um hospital, onde as pessoas normalmente se sentem seguras.

“Muitas pessoas vêm aqui apenas para se sentirem seguras”, disse Pfeffer.

“Agora, com essas coisas acontecendo, é assustador, muito assustador”, afirmou.

O governador de Delaware, Matt Meyer, disse que o ataque afetou sua família de forma particularmente pessoal, já que sua esposa trabalha no ChristianaCare, o sistema hospitalar que inclui o hospital de Wilmington.

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A Knicks-Inspired Baby-Naming Boom Is Coming After Championship Win, Experts Say

Jalen Brunson could become the next Michael Jordan of baby names, but don’t expect more Victors or Wembys, the experts say.

© Vincent Alban for The New York Times

“Jalen” is already a popular baby name, but Knicks-loving parents may turn to it even more now that Jalen Brunson led the team to an N.B.A. championship, experts say.
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Internamentos indevidos nos hospitais agravaram-se desde Março

O número de internamentos indevidos nos hospitais agravou-se desde Março, anunciou hoje a Associação Portuguesa de Administradores Hospitalares (APAH), que pediu respostas urgentes no terreno e um reforço das equipas de cuidados domiciliários.

«Nos últimos dois meses, a situação dos internamentos inadequados agravou-se e as 2.800 [camas ocupadas indevidamente] que estimávamos em março é já bastante superior. E isto não é normal, pois normalmente tínhamos uma redução no verão, o que não está a acontecer», disse Xavier Barreto, presidente da APAH, que falava durante uma audição na comissão parlamentar de saúde.

O último Barómetro dos Internamentos Sociais da APAH, divulgado em março, contabilizava 2.807 (+19%) pessoas internadas nos hospitais apesar de terem alta clínica, uma situação cujo custo para o Estado ultrapassava os 350 milhões de euros.

Na audição de hoje, a pedido do PS, Xavier Barreto disse que este valor está subestimado, pois apenas contabiliza os custos diretos e baseia-se numa tabela de valores desatualizada: «O custo real será bastante superior».

Tendo em conta o evoluir da situação, Xavier Barreto aludiu à urgência de respostas no terreno, sobretudo no domicílio, com reforço das equipas de cuidados continuados domiciliários.

O responsável defendeu uma alteração no modelo de prestação destes cuidados, que deveria migrar mais para o domicílio e para mais cuidadores informais.

«Estes passos devem ser sustentados com mais investimento e mais recursos. Só com o que temos não vamos lá», afirmou.

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