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Por que público oficial da Copa pode ser maior do que o visto nos estádios

As imagens de arquibancadas com espaços vazios em alguns jogos da Copa do Mundo de 2026 têm gerado questionamentos entre torcedores nas redes sociais. Em determinadas partidas, a ocupação mostrada pelas transmissões parece incompatível com os números oficiais divulgados pela Fifa.

Um dos exemplos mais comentados ocorreu na vitória da Coreia do Sul sobre a República Tcheca, em Guadalajara, na última quinta-feira. Na ocasião, a entidade registrou público de 44.985 pessoas, apenas 679 abaixo da capacidade do estádio, embora diversos assentos vazios fossem visíveis durante a partida.

A diferença foi tema de uma reportagem do jornal esportivo norte-americano The Athletic, que procurou a Fifa para esclarecer como a entidade realiza a contagem oficial de público nos jogos do Mundial.

Como a Fifa calcula o público

Segundo a entidade, o número oficial considera as pessoas que tiveram seus ingressos escaneados e acessaram o perímetro do estádio.

Na prática, isso significa que o torcedor passa a integrar a contagem assim que entra na arena, independentemente de estar sentado em seu lugar no momento da partida.

Dessa forma, também são contabilizadas pessoas que estejam em áreas de alimentação, lojas, bares, corredores internos, camarotes ou setores de hospitalidade.

Por esse critério, o público divulgado não representa necessariamente a quantidade de espectadores ocupando as arquibancadas quando as imagens são captadas pelas câmeras de televisão.

Comportamento dos torcedores influencia percepção

Além da metodologia adotada pela Fifa, outro fator ajuda a explicar a diferença entre os números oficiais e a ocupação visual dos estádios.

Nos Estados Unidos, Canadá e México, países-sede da Copa do Mundo de 2026, é comum que torcedores circulem pelas áreas internas das arenas durante os jogos. Em muitos estádios, espaços de alimentação, entretenimento e convivência fazem parte da experiência oferecida ao público.

A movimentação costuma ser ainda mais intensa em camarotes e setores premium, onde os torcedores têm acesso a serviços adicionais e áreas exclusivas.

Como consequência, determinados setores podem parecer esvaziados em alguns momentos da transmissão, mesmo com milhares de pessoas presentes dentro do complexo esportivo.

Debate também envolve venda de ingressos

A explicação da Fifa, porém, não encerra a discussão sobre a ocupação dos estádios.

Reportagens da imprensa internacional apontaram dificuldades na comercialização de ingressos para algumas partidas da fase de grupos. Às vésperas do início do torneio, cerca de 180 mil bilhetes ainda estavam disponíveis nos canais oficiais de revenda.

O tema ganhou repercussão entre torcedores, que relacionaram a menor procura aos preços praticados em determinados jogos. Em alguns casos, houve redução nos valores dos ingressos para estimular as vendas.

Assim, a diferença entre o público anunciado e a ocupação observada nas arquibancadas pode ser explicada tanto pelo método de contagem utilizado pela Fifa quanto pelo comportamento dos torcedores dentro dos estádios. Isso faz com que os números oficiais nem sempre correspondam à percepção transmitida pelas imagens de televisão.

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Destino? Como NY Knicks na final da NBA pode trazer “hexa” para o Brasil

Mesmo em esportes diferentes, a Seleção Brasileira e o New York Knicks da NBA dividem uma coincidência que pode ajudar a trazer o tão sonhado “hexa” da Copa do Mundo para o Brasil. Todas as vezes em que o time norte-americano de basquete disputou as finais da liga em ano de Mundial masculino, os brasileiros ergueram a taça do torneio.

O Brasil estreia na Copa do Mundo de 2026 contra o Marrocos, na noite deste sábado (13), no Estádio de Nova Jersey, Estados Unidos. No mesmo dia, o NY Knicks disputa o jogo 5 das finais da NBA contra o San Antonio Spurs.

A CNN Esportes te convida a viajar no tempo e entender como o destino do Brasil pode estar atrelado à presença do time nova-iorquinao nas finais da NBA. Entenda abaixo:

O que o destino reserva ao Brasil?

Em 1970, os Knicks conquistaram o título da NBA contra o Los Angeles Lakers. No mesmo ano, a Seleção Brasileira chegou à final da Copa do Mundo e conquistou o tricampeonato ao vencer a Itália, com direito a show de Pelé.

Depois de 24 anos, em 1994, o time de Nova York voltou ao palco das decisões da liga. Dessa vez, a franquia foi derrotada pelo Houston Rockets. Porém, os Estados Unidos reservavam um resultado diferente para o Brasil, que se sagrou tetracampeão em solo norte-americano.

O cenário pode voltar a se repetir após 32 anos. Para os supersticiosos, as coincidências são um prato cheio. Os Knicks já estão próximos de conquistar o título da NBA. Agora, resta saber o que o destino reserva ao Brasil na Copa do Mundo de 2026. 

Knicks na final

O New York Knicks protagonizou a maior virada da história das finais da NBA na madrugada de quinta-feira (11), recuperando-se de uma desvantagem de 29 pontos para derrotar o San Antonio Spurs no Jogo 4 por 107 a 106, no Madison Square Garden, em Nova York.

Agora, os Knicks lideram a série melhor de sete das finais da NBA por 3 a 1, com a chance de conquistar o título já no sábado (13), em San Antonio, no Jogo 5.

Brasil na Copa

A Seleção Brasileira, embora tenha vivido traumas nas últimas Copas do Mundo, chega à competição como a única que pode ser hexacampeã. O Brasil conquistou títulos nas edições de 1958, 1962, 1970, 1994 e 2002.

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Mesmo com algumas incertezas, a seleção ainda chega como uma das favoritas para erguer a taça do maior torneio entre países.

No primeiro passo rumo ao “hexa”, o Brasil enfrenta o Marrocos, às 19h deste sábado (13), em Nova Jersey. Já o segundo jogo, é contra o Haiti, no dia 19 de junho, às 21h30, no Estádio da Filadélfia (EUA). A última partida é diante da Escócia, no dia 24 de junho, às 19h, em Miami.

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Todas as vezes que o Brasil foi campeão e teve o Bola de Ouro da Fifa

O Brasil se habituou a ser campeão com os melhores jogadores do mundo no elenco, e em 1994 e 2002, a situação foi literal. O país levou para a casa a Copa do Mundo e os reconhecimentos da Fifa.

A primeira dobradinha brasileira foi em 1994, ano do tetracampeonato nos Estados Unidos liderado pela genialidade de Romário. O jogador foi eleito o melhor jogador do torneio e levou para casa o Fifa The Best.

Na seleção, foram sete jogos – todos como titular, e cinco gols. Romário foi vice-artilheiro do Mundial e marcou em todas as fases.

No Barcelona a fase também foi excepcional. Na temporada 1993/1994 Romário fez 33 jogos e marcou 30 gols. Recebeu um prêmio como maior goleador do país e somou cinco hat-tricks na temporada, um deles contra o Real Madrid.

A história se repetiu em 2002, no penta. Mesmo desacreditado, Ronaldo calou a boca dos críticos que o questionavam após suas graves lesões. Foram dele os dois gols que sacramentaam o título na grande final contra a Alemanha, quando se tornou o maior artilheiro da história das Copas até então.

Ao todo, Ronaldo marcou oito gols na Copa, em quase todas as fases  – só passou em branco nas quartas. Do Mundial brilhante, foi diretamente para o histórico time dos Galáticos no Real Madrid,

Por que demorou tanto?

O fato de um jogador brasileiro só ter sido reconhecido como melhor do mundo após a década de 1990 acende questionamentos: por que a demora, já que tivemos os melhores do Mundo nas campanhas de 1958, 1962 e 1970? A explicação é puramente burocrática.

No período em que o Rei do Futebol desfilava toda sua genialidade nos campos do Brasil e do mundo, apenas jogadores europeus concorriam à Bola de Ouro. Ou seja, a France Football “ignorava” jogadores de outros continentes entre 1956 e 1995. Pelé se despediu dos gramados em outubro de 1977.

Por conta disso, nomes históricos do futebol não tiveram a oportunidade de concorrer ao prêmio, como Maradona, Garrincha e Zico.

Já o The Best foi criado após esses títulos, em 1991.

Bola de Ouro “reconhece” Pelé

Em 2015, a tradicional revista francesa aproveitou a edição de 60 anos para revisar toda a lista de campeões e, com as regras atuais, passou a reconhecer antigos atletas também como campeões.

Com isso, Pelé, que nos deixou em 2022 aos 82 anos, foi reconhecido como vencedor em sete oportunidades: 1958, 1959, 1960, 1961, 1963, 1964 e 1970. Além de Pelé, a France Football também reconheceu que Garrincha, em 1962, e Romário, em 1994, teriam levado a premiação.

Fifa The Best x Bola de Ouro

Os prêmios confundem, mas não são iguais. Criado em 1956 pela revista francesa France Football, o Bola de Ouro é o prêmio individual mais antigo, tradicional e prestigioso do futebol. Considera a temporada europeia, de agosto a julho.

Já o The Best foi criado pela Fifa em 1991. Antigamente chamado de “Jogador do Ano”, foi rebatizado em 2016, e analisa o desempenho em um ano de janeiro a dezembro.

Vale lembrar que, entre 2010 e 2015, ambas as premiações foram unificadas, passando a se chamar Fifa Ballon d’Or. No entanto, a parceria foi encerrada em 2016, quando voltaram a ser realizadas separadamente.

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Copa: equipamentos da Inglaterra são roubados na chegada a Kansas

A seleção da Inglaterra sofreu um furto de equipamentos de treino antes de sua chegada a Kansas City, informou a polícia local, após um veículo que transportava os materiais para a base da equipe na Copa do Mundo ter sido arrombado.

O incidente ocorreu durante a transferência dos equipamentos da base de pré-torneio da Inglaterra, na Flórida, para a Vila Olímpica de Futebol (Swope Soccer Village), onde deveriam estar instalados antes do início dos treinos da equipe após sua chegada a Kansas City neste sábado (13).

“Estamos investigando um possível furto de equipamentos de um veículo da equipe que chegou a Kansas City com itens faltando esta noite. A investigação está em andamento. Dois suspeitos foram detidos para prosseguimento das investigações”, disse a polícia.

Bolas e chuteiras estavam entre os itens que se acredita terem sido furtados, de acordo com relatos da imprensa britânica.

A Reuters entrou em contato com a Federação Inglesa de Futebol (FA) para comentar o assunto.

O furto pode afetar a preparação da Inglaterra para a estreia na Copa do Mundo contra a Croácia, na quarta-feira (17), em Dallas.

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Arda Güler lidera geração da Turquia em retorno à Copa do Mundo

O jovem meia-atacante Arda Güler será a principal referência da Turquia em seu retorno à Copa do Mundo após mais de duas décadas. A seleção estreia no Grupo D neste sábado, diante da Austrália, no BC Place, em Vancouver.

Apesar das boas campanhas recentes em competições europeias, a Turquia não disputava um Mundial desde 2002, quando alcançou as semifinais. Naquela época, Güler sequer havia nascido, mas agora, aos 21 anos, assume a responsabilidade de comandar o setor ofensivo de uma das seleções mais apaixonadas por futebol do planeta.

O técnico Vincenzo Montella não esconde a admiração pelo talento de seu camisa 10.

“Ele tem talento, intuição e ótima leitura de jogo. Sabe quando desacelerar, quando acelerar as ações e também sabe fazer gols. Tem um rosto inocente, mas é muito inteligente”, afirmou o treinador.

“É um jogador de alto nível e sabe lidar com a pressão.”

Preocupação física

Apesar da confiança depositada em Güler, existe uma preocupação em relação à sua condição física. O meia sofreu uma lesão muscular na parte final da temporada pelo Real Madrid, problema que o afastou dos compromissos decisivos da equipe espanhola.

Suas participações nos amistosos contra Macedônia do Norte e Venezuela ajudaram a reduzir os temores, mas o desafio promete ser complicado. A Turquia terá pela frente uma Austrália experiente em Copas do Mundo, que alcançou as oitavas de final no Catar 2022 antes de ser eliminada pela campeã Argentina.

Além disso, os australianos chegam embalados pela experiência acumulada em participações consecutivas no torneio, enquanto os turcos voltam ao maior palco do futebol mundial pela primeira vez em 24 anos.

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Copa do Mundo: onde assistir os jogos desta segunda-feira (15/06/2026)

A Copa do Mundo segue a todo vapor, e recebe mais grandes estreias nesta segunda-feira, 15, com Espanha x Cabo Verde, Arábia Saudita x Uruguai, Bélgica x Egito e Irã x Nova Zelândia sendo decididos ao longo do dia. Leia Também: VALORES Árbitros da Copa do Mundo de 2026 podem ganhar R$ 500 mil COPA DO MUNDO Saiba como figurinhas da Copa podem ajudar crianças neurodivergentes POLÊMICA Irã diz que EUA cancelaram ingressos de torcedores na Copa Espanha x Cabo VerdeGrupo H: Espanha x Cabo Verde - Atlanta, nos EUA - 13h em Brasília e 12h no horário localOnde assistirA partida será transmitida no YouTube pela Cazé TV.Prováveis escalaçõesEspanha: Unai Simón; Marcos Llorente, Pau Cubarsí, Aymeric Laporte e Marc Cucurella; Rodri, Pedri e Fabián Ruiz; Dani Olmo, Nico Williams e Mikel Oyarzabal. Técnico: Luis de la Fuente.Cabo Verde: Vozinha; Steven Moreira, Logan Costa, Roberto Lopes e Stopira; Kevin Pina, Jamiro Monteiro e Deroy Duarte; Garry Rodrigues, Ryan Mendes e Dailon Livramento. Técnico: Bubista.DesfalquesEspanha: Lamine Yamal, do Barcelona, ainda está se recuperando de uma lesão no bíceps femoral da coxa esquerda sofrida em abril, mas já voltou a participar de parte dos treinamentos abertos com o grupo, tendo sido poupado do último amistoso contra o Peru e ficando como dúvida para a partida de estreia.Junto a ele, o ponta Nico Williams e o atacante Víctor Muñoz também estão sob cuidados do departamento médico e de condicionamento físico nos Estados Unidos, podendo ou não integrar a primeira escalação.Cabo Verde: Logan Costa, zagueiro central do Villarreal, sofreu uma ruptura no ligamento cruzado anterior (LCA) do joelho e ficou quase um ano longe dos gramados, retornado apenas às vésperas da convocação e jogando poucos minutos no fim de maio.Arábia Saudita x UruguaiGrupo H: Arábia Saudita x Uruguai - Miami, nos EUA - 19h em Brasília e 18h no horário localOnde assistirA partida será transmitida na televisão aberta pela Globo e pelo SBT, e no YouTube pela Cazé TV.Prováveis escalaçõesArábia Saudita: Mohammed Al-Owais; Saud Abdulhamid, Hassan Tambakti, Ali Lajami e Moteb Al-Harbi; Abdullah Al-Khaibari, Mohammed Kanno e Nasser Al-Dawsari; Ayman Yahya, Feras Al-Buraikan e Salem Al-Dawsari. Técnico: Georgios Donis.Uruguai: Sergio Rochet; Guillermo Varela, Ronald Araújo, José María Giménez e Joaquín Piquerez; Manuel Ugarte, Federico Valverde e Giorgian De Arrascaeta; Facundo Pellistri, Darwin Núñez e Maximiliano Araújo. Técnico: Marcelo Bielsa.DesfalquesArábia Saudita: Salem Al-Dawsari, capitão da equipe, sofreu uma lesão decorrente de uma forte pancada no amistoso contra a Colômbia e vem realizando fisioterapia intensiva em separado para tentar se recuperar a tempo da estreia.Já Firas Al-Buraikan, principal atacante do time, deixou o campo lesionado no mesmo teste preparatório contra os colombianos. Os exames descartaram gravidade extrema e ele foi mantido no elenco do Mundial, mas cumpre um cronograma de transição física sob cuidados médicos.Uruguai: Giorgian De Arrascaeta, meio-campista do Flamengo, já se apresentou se recuperando de uma fratura recente na clavícula e, durante os treinamentos em Montevidéu, sofreu uma lesão muscular de grau 2 na panturrilha direita, com tempo estimado de recuperação de pelo menos 21 dias, o que o tira da estreia.Ronald Araújo, zagueiro do Barcelona, sofreu uma distensão/lesão muscular e foi liberado para iniciar tratamentos específicos sob os cuidados de médicos particulares e da federação. Bélgica x EgitoGrupo G: Bélgica x Egito - Seattle, nos EUA - 16h em Brasília e 12h no horário localOnde assistirA partida será transmitida na televisão aberta pela Globo e no YouTube pela Cazé TV.Prováveis escalaçõesBélgica: Thibaut Courtois; Timothy Castagne, Zeno Debast, Arthur Theate e Maxim De Cuyper; Amadou Onana, Youri Tielemans e Kevin De Bruyne; Jérémy Doku, Romelu Lukaku e Leandro Trossard. Técnico: Rudi Garcia.Egito: Mohamed El Shenawy; Mohamed Hany, Yasser Ibrahim, Ramy Rabia e Ahmed Fatouh; Marwan Attia, Hamdi Fathi e Emam Ashour; Ahmed "Zizo" Sayed, Omar Marmoush e Mohamed Salah. Técnico: Hossam Hassan.DesfalquesBélgica: Romelu Lukaku, maior artilheiro da história da seleção, vive uma temporada muito complicada por problemas físicos. Ele lida com uma lesão persistente no quadril (além de dores no tornozelo) e passou os últimos meses em reabilitação na Antuérpia, e segue rotina controlada para tentar jogar a fase de grupos.Kevin De Bruyne, principal craque da equipe, tratou uma lesão ocular que o afastou dos gramados no fim da temporada europeia. Ele já se mostra recuperado para os treinamentos, mas a comissão médica segue dosando suas cargas de trabalho.Já Zeno Debast, zagueiro do Sporting, sofreu uma lesão muscular no fêmur durante os treinamentos, e deve desfalcar a equipe nas duas primeiras rodadas, ficando disponível apenas a partir do terceiro jogo da fase de grupos.Egito: Mohamed Salah, atacante do Liverpool, sofreu uma leve lesão em um treinamento recente, mas segue em tratamento em período integral para tentar estrear sem restrições.Já Ahmed "Zizo" Sayed, meio-campista e ponta do Zamalek, sofreu uma lesão muscular substancial que afetou sua rotina ideal de treinos com bola e ritmo de jogo antes da convocação, sendo dúvida para a estreia.Irã x Nova ZelândiaGrupo G: Irã x Nova Zelândia - Los Angeles, nos EUA - 22h em Brasília e 18h no horário localOnde assistirA partida será transmitida no YouTube pela Cazé TV.Prováveis escalaçõesIrã: Alireza Beiranvand; Ramin Rezaeian, Hossein Kanaanizadegan, Shojae Khalilzadeh e Milad Mohammadi; Saeid Ezatolahi e Saman Ghoddos; Ali Gholizadeh, Mehdi Taremi e Alireza Jahanbakhsh; Sardar Azmoun. Técnico: Amir Ghalenoei.Nova Zelândia: Alex Paulsen; Tim Payne, Michael Boxall, Nando Pijnaker e Liberato Cacace; Joe Bell, Matthew Garbett e Sarpreet Singh; Elijah Just, Chris Wood e Ben Waine. Técnico: Darren Bazeley.DesfalquesIrã: Sem desfalques.Nova Zelândia: Ryan Thomas, meio-campista do PEC Zwolle, sofreu uma lesão no tendão da coxa (hamstring) e desfalcou a equipe nos amistosos preparatórios de junho (contra Haiti e Inglaterra), realizando tratamento intensivo para tentar atuar na estreia.Já Joe Bell, volante do Viking FK, apresentou uma lesão na panturrilha às vésperas do início do torneio e segue sob monitoramento diário e cronograma de transição física.

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Copa do Mundo: Marrocos mantém base de time carrasco do Brasil em 2023

A seleção brasileira ainda juntava os cacos da eliminação para a Croácia na Copa do Mundo do Catar quando enfrentou o Marrocos em um amisto realizado em Tânger, três meses após o fim do Mundial.

O 2 a 1 marcou a primeira derrota do Brasil para o Marrocos na história. Antes disso, apenas vitórias, em 1997 e 1998.

De lá para cá, enquanto o Brasil passou por diversos testes com muitos nomes convocados e quatro treinadores, Marrocos manteve sua base mesmo trocando de comando – oito jogadores que estiveram em campo foram convocados para o Mundial, e sete deles jogaram como titulares.

Escalação de Brasil x Marrocos em 2023

Naquele 25 de março, o Brasil começou a partida melhor, mas Marrocos conseguiu equilibrar o jogo e abrir o placar com Boufal em uma falha coletiva de Rony e Emerson Royal.

Casemiro empatou no segundo tempo. O jogador teve chances de colocar a Amarelinha em vantagem no placar, mas os marroquinos acabaram levando a melhor no final do jogo com um gol de Sabiri em mais um erro defensivo.

Marrocos foi a campo com Bono, Hakimi, Saiss, Aguerd e Mazraoui; Amrabat, Ounahi e El Khannouss; Ziyech, Boufal e En-Nesyri no time titular.

Bono, Mazraoui, Amrabat, Ounahi e El Khannouss estão no grupo que enfrenta o Brasil no sábado. Ezzalzouli e Aguerd também entraram em campo na ocasião, mas acabaram cortados nas vésperas da estreia por lesão. Marwane Saadane e Amine Sbai foram incluídos na lista nos seus lugares.

O time titular do Brasil tinha Weverton, Emerson Royal, Éder Militão, Ibañez e Alex Telles; Casemiro e Andrey Santos; Rony , Lucas Paquetá, Vinicius Jr e Rodrygo.

Raphael Veiga, Antony, Yuri Alberto e Vitor Roque saíram do banco de reservas ao longo da partida.

Troca polêmica de treinador no Marrocos…

Na época, Walid Regragui era o treinador da seleção marroquina. O treinador deixou o cargo a três meses da Copa alegando exaustão após levar a seleção à final da Copa Africana de Nações.

Mesmo com resultados expressivos, o técnico de 50 anos vinha sendo alvo de críticas de torcedores. Durante toda a sua passagem, de setembro de 2022 a março de 2026, somou 36 vitórias em 49 partidas, além de oito empates e cinco derrotas.

… Diversas trocas no Brasil

Desde aquela derrota, a Seleção Brasileira também teve uma dança dos técnicos, e três nomes ocuparam o cargo da saída de Tite a chegada de Carlo Ancelotti.

Ramon Menezes ficou de forma interina por pouco mais de 120 dias, de março a julho de 2024. Fernando Diniz, também interino, dividiu o posto de treinador da Seleção com o de treinador do Fluminense de julho de 2023 a janeiro de 2024.

Quem mais teve tempo de trabalho foi Dorival Jr, este, realmente contratado. De janeiro de 2024 a março de 2025, o técnico acumulou marcas negativas e foi demitido após a goleada por 4 a 1 para a Argentina.

Onde assistir a Brasil x Marrocos

  • TV: Globo, SBT, SporTV e N Sports
  • Streaming: Ge TV (apenas no Globoplay) e CazéTV (YouTube)
  • Tempo real: CNN Esportes

Ficha técnica de Brasil x Marrocos

  • Data: 13/06/2026
  • Horário: 19h30
  • Local: Estádio de Nova Jersey, Estados Unidos
  • Fase: 1ª rodada do grupo A da Copa do Mundo

Marquinhos cita dor das eliminações como combustível para 2026

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De minúsculos a bermudas: a evolução dos shorts na Copa do Mundo

Quem assiste a uma partida de futebol hoje talvez não consiga imaginar que, até o final dos anos 1980, os craques do gramado corriam no campo com shorts colados e curtíssimos, que terminavam bem no topo das coxas.

Grandes nomes da indústria como Pelé, Maradona e Zico ergueram taças e encantaram o mundo vestindo uniformes que, conforme os padrões contemporâneos, se assemelhariam quase a trajes de banho.

 

A estética retrô que dominou as Copas do Mundo por décadas ainda hoje vive na memória afetiva dos torcedores acompanhando uma dúvida clássica: por que as peças “cresceram” tanto?

Em entrevista à CNN BrasilTay Borges, consultora de imagem e estilo, conta que a virada radical que aconteceu nos anos 1990 teve forte impacto cultural. “Tivemos uma influência muito grande da cultura do hip-hop, do basquete americano e do streetwear, o que trouxe proporções mais amplas e uma estética mais relaxada”.

O futebol absorveu essa linguagem urbana rapidamente, mas a moda não caminhou sozinha. No passado, o tamanho da roupa extremamente curta era uma imposição técnica.

“Os shorts eram mais curtos também por conta da leveza, porque os tecidos antigos absorviam muito suor. Hoje, a tecnologia de fibras sintéticas e alta performance dá total liberdade. O short pode ser longo e, mesmo assim, ser muito leve. Ficou uma questão de preferência e estilo”, analisa.

Corpo, masculinidade e o tabu das pernas de fora

A evolução do comprimento serve como um termômetro de como os homens enxergam a si mesmos ao longo das décadas. Nos anos 1970 e 1980, mostrar as pernas não era um problema ou tabu.

“A relação masculina com o próprio corpo era bem diferente. Não tinha esse tabu em mostrar as pernas ou revelar um pouco mais. Era a fase do short curto, da sunga pequena, da calça justa e de uma estética inspirada no atletismo”, relembra.

Copa do Mundo de 1970
Copa do Mundo de 1970 • Mirrorpix via Getty Images

Hoje, no entanto, o armário masculino se tornou mais conservador em relação aos comprimentos. Assim, a resistência a shorts curtos reflete barreiras culturais modernas.

“A roupa sempre reflete como a sociedade enxerga o corpo. Atualmente, é mais raro um homem topar mostrar tanto o corpo como na década de 1970. Os homens voltaram a investir em moda e autocuidado, mas ainda há muito preconceito entre eles com comprimentos acima da metade da coxa. É preciso ser muito fashion forward (avançado em moda) para aceitar”, aponta.

Copa do Mundo de 2022
Copa do Mundo de 2022 • Simon Bruty/Anychance/Getty Images

Do “uniforme de correr” ao mercado que movimenta bilhões

Muito além do que simplesmente vestir atletas, os uniformes da Copa do Mundo se transformaram em plataformas de negócios. Se, até os 1980, as roupas eram vistas puramente como equipamentos funcionais, a década de 1990 consolidou a globalização do esporte sob o olhar atento de gigantes do mercado, incluindo Nike e Adidas.

“Os uniformes deixaram de ser só um equipamento esportivo e passaram a ser uma plataforma de branding das marcas. Hoje tudo conta: o uniforme tem que performar bem em campo para o profissional, mas também precisa vender milhões de unidades nas lojas. O short faz parte dessa construção de desejo”, afirma Tay.

A conexão com o mercado consumidor ganhou ainda mais força recentemente com o fenômeno do Blokecore — uma a tendência global de incorporar camisas e elementos do futebol no visual urbano do dia a dia.

Modelos retrô inspirados nas décadas passadas têm aparecido com força nas coleções. “O blokecore não resgata só a camisa, mas toda a estética dos anos 80 e 90. Em paralelo, as silhuetas acabam ficando um pouquinho mais curtas, principalmente entre os consumidores mais jovens e fashionistas, embora o homem tradicional ainda mude de calçada. Está na moda e está forte”, diz.

Quanto ao futuro dos gramados, a consultora aposta em um cenário duplo, onde a funcionalidade máxima dita as regras do jogo profissional, enquanto as ruas abraçam a nostalgia.

“Para o público comum, as tendências caminham para um certo maximalismo. Já no esporte em si, o foco das marcas é minimalismo, sustentabilidade e eficiência. São peças limpas, funcionais e sofisticadas. Olha o uniforme do Brasil: tem design no detalhe, mas não tem excesso. Quando falamos de esporte de alto rendimento, o figurino precisa ser, acima de tudo, muito prático”, conclui.

Veja países que já disputaram a Copa do Mundo e não existem mais

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Seleção Brasileira vale quase o dobro do elenco do Marrocos, aponta estudo

A seleção brasileira tem valor de mercado quase duas vezes maior que o de Marrocos, segundo levantamento divulgado pela plataforma TransferRoom. O estudo estima o elenco do Brasil em € 928,7 milhões (R$ 5,94 bilhões), enquanto a seleção marroquina está avaliada em € 498,3 milhões (R$ 3,18 bilhões).

A diferença entre as duas equipes é de € 430,4 milhões, o equivalente a cerca de R$ 2,75 bilhões. Apesar da distância, Marrocos possui um dos elencos mais valiosos entre as seleções fora da Europa e da América do Sul.

O jogador mais valioso da Seleção é Vinicius Júnior, avaliado em € 128,2 milhões (R$ 819 milhões). Na equipe marroquina, o líder é Achraf Hakimi, com valor estimado em € 71,4 milhões (R$ 456 milhões).

O levantamento considera o chamado “Expected Transfer Value” (xTV), indicador que estima o valor econômico dos atletas no mercado de transferências. A métrica leva em conta fatores como idade, desempenho, contrato e potencial de negociação.

Os jogadores mais valiosos de cada seleção

Brasil

  1. Vinicius Júnior — € 128,2 milhões (R$ 819 milhões)
  2. Matheus Cunha — € 80,4 milhões (R$ 514 milhões)
  3. Endrick — € 78,8 milhões (R$ 504 milhões)
  4. Raphinha — € 75,4 milhões (R$ 482 milhões)
  5. Bruno Guimarães — € 66,2 milhões (R$ 423 milhões)

Marrocos

  1. Achraf Hakimi — € 71,4 milhões (R$ 456 milhões)
  2. Ayyoub Bouaddi — € 60,2 milhões (R$ 385 milhões)
  3. Ismael Saibari — € 35,6 milhões (R$ 227 milhões)
  4. Chemsdine Talbi — € 28 milhões (R$ 179 milhões)
  5. Brahim Díaz — € 27,7 milhões (R$ 177 milhões)

O confronto entre Brasil e Marrocos é apontado como um dos mais equilibrados entre seleções de continentes diferentes quando o critério é valor de mercado. A equipe africana soma mais da metade do valor do elenco brasileiro e conta com oito jogadores avaliados acima de € 20 milhões.

Em ranking da TransferRoom, o Brasil aparece como o sexto elenco mais valioso da Copa do Mundo de 2026. Marrocos não integra o top 10, mas supera seleções tradicionais como México, África do Sul e Iraque.

Apesar da diferença nos valores de mercado, as estimativas da TransferRoom não representam uma previsão de desempenho esportivo na Copa. O índice busca medir o valor econômico dos atletas e dos elencos no mercado de transferências.

Veja o ranking dos elencos mais valiosos da Copa do Mundo

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Catar x Suíça: horário e onde assistir ao jogo da Copa do Mundo

Catar e Suíça se enfrentam neste sábado (13), às 16h (de Brasília), em jogo válido pela primeira rodada da fase de grupos da Copa do Mundo.

A partida será no Estádio de São Francisco, em Santa Clara, na Califórnia, e terá transmissão da CazéTV (YouTube), além de tempo real do CNN Esportes.

As equipes estão no Grupo B da Copa, que é composto também por Canadá e Bósnia, que se enfrentaram na sexta-feira (12).

Onde assistir a Catar x Suíça

Ficha técnica de Catar x Suíça

  • Data: 13/06/2026
  • Horário: 16h (de Brasília)
  • Local: Estádio de São Francisco, em Santa Clara, na Califórnia

Copa 2026: quem são os brasileiros que vão jogar por outros países

Os textos gerados por Inteligência Artificial na CNN Brasil são feitos com base em informações apuradas e checadas por jornalistas. Clique aqui para saber mais
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Conheça os 26 convocados do Brasil para a Copa do Mundo

A Seleção Brasileira estreia na Copa do Mundo de 2026 neste sábado (13), diante do Marrocos, pelo Grupo D. Sob o comando de Carlo Ancelotti, o Brasil busca o hexacampeonato com um elenco que mistura jogadores experientes, como Neymar, Casemiro e Marquinhos, e atletas que disputarão o Mundial pela primeira vez.

Na véspera da estreia, a Seleção teve uma baixa. Wesley sofreu uma lesão durante o amistoso contra o Egito e foi desconvocado. Para a vaga, Ancelotti chamou o volante Éderson, da Atalanta.

Confira quem são os 26 convocados do Brasil para a Copa do Mundo de 2026.

Goleiros

Alisson (Liverpool)

Aos 33 anos, Alisson disputará sua terceira Copa do Mundo consecutiva após defender o Brasil como titular nos Mundiais de 2018 e 2022.

Campeão da Copa América de 2019, soma 78 partidas pela Seleção Brasileira. Revelado pelo Internacional, construiu carreira na Europa por Roma e Liverpool e segue como referência da posição no elenco comandado por Carlo Ancelotti.

Ederson (Fenerbahçe)

Presença frequente nas convocações do Brasil nos últimos anos, Ederson disputará sua terceira Copa do Mundo. O goleiro esteve nos Mundiais de 2018 e 2022 como reserva de Alisson.

Revelado pelo São Paulo, fez carreira em Portugal antes de se destacar pelo Manchester City. Pela Seleção Brasileira, soma 32 partidas.

Weverton (Grêmio)

Aos 38 anos, Weverton chega para mais uma Copa do Mundo após integrar o grupo brasileiro no Catar, em 2022.

O goleiro foi um dos protagonistas da conquista do ouro olímpico nos Jogos do Rio de Janeiro, em 2016, ao defender o pênalti decisivo na final contra a Alemanha. Também fez parte do elenco campeão da Copa América.

Defensores

Alex Sandro (Flamengo)

Aos 35 anos, Alex Sandro chega ao Mundial como uma das opções experientes para a lateral esquerda. O defensor disputou a Copa do Mundo de 2022 e acumula 45 jogos e dois gols pela Seleção Brasileira.

Revelado pelo Athletico-PR, construiu boa parte da carreira na Europa antes de retornar ao futebol brasileiro para defender o Flamengo.

Bremer (Juventus)

Bremer disputará sua segunda Copa do Mundo. O zagueiro de 29 anos soma oito partidas e um gol pela Seleção Brasileira.

Revelado como profissional pelo Atlético-MG, construiu carreira no futebol italiano, onde se destacou por Torino e Juventus.

Danilo (Flamengo)

Capaz de atuar como lateral ou zagueiro, Danilo disputará sua terceira Copa do Mundo após participar das edições de 2018 e 2022.

Experiente, o defensor acumula passagens por Santos, Porto, Real Madrid, Manchester City e Juventus. É um dos líderes do elenco brasileiro.

Douglas Santos (Zenit)

Douglas Santos é uma das opções para a lateral esquerda na Copa do Mundo. O defensor soma sete partidas pela Seleção Brasileira principal.

Revelado no futebol paraibano, teve passagem pelo Atlético-MG antes de seguir para a Europa. Também integrou a campanha do ouro olímpico nos Jogos do Rio de Janeiro, em 2016.

Gabriel Magalhães (Arsenal)

Gabriel Magalhães disputará sua primeira Copa do Mundo. O zagueiro já atuou em 17 partidas pela Seleção Brasileira e marcou um gol.

Revelado pelo Avaí, consolidou-se no futebol europeu antes de chegar ao Arsenal, onde se tornou um dos principais defensores da equipe inglesa.

Ibañez (Al-Ahli)

Roger Ibañez disputará seu primeiro Mundial pela Seleção Brasileira.

O defensor voltou a ganhar espaço com Carlo Ancelotti após ficar afastado das convocações desde 2023. Revelado pelo Fluminense, construiu carreira na Itália antes de se transferir para o futebol saudita.

Léo Pereira (Flamengo)

Aos 30 anos, Léo Pereira chega para sua primeira Copa do Mundo.

O zagueiro ganhou a confiança de Carlo Ancelotti nos amistosos disputados contra França e Croácia. Canhoto, é visto como uma alternativa importante para o lado esquerdo da defesa.

Marquinhos (Paris Saint-Germain)

Capitão da Seleção Brasileira, Marquinhos disputará sua terceira Copa do Mundo após participar dos Mundiais de 2018 e 2022.

Com 105 partidas pela equipe nacional, conquistou a Copa América de 2019 e a medalha de ouro nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro. É um dos principais líderes do elenco de Ancelotti.

Meio-campistas

Bruno Guimarães (Newcastle)

Bruno Guimarães disputará sua segunda Copa do Mundo. Um dos pilares da equipe de Carlo Ancelotti, o volante soma 43 partidas pela Seleção Brasileira.

Revelado pelo Audax e projetado nacionalmente no Athletico-PR, construiu carreira na Europa por Lyon e Newcastle, onde se tornou capitão e ídolo da equipe inglesa.

Casemiro (Manchester United)

Homem de confiança de Carlo Ancelotti desde os tempos de Real Madrid, Casemiro disputará sua terceira Copa do Mundo.

Campeão da Copa América de 2019, o volante acumula 86 jogos, nove gols e cinco assistências pela Seleção Brasileira. Revelado pelo São Paulo, construiu uma carreira vitoriosa na Europa, atuando em times como Porto e Real Madrid.

Danilo Santos (Botafogo)

Danilo fará sua estreia em Copas do Mundo. O volante voltou a ganhar espaço na Seleção após dois anos e marcou seu primeiro gol com a camisa brasileira em amistoso contra a Croácia.

Revelado pelo Palmeiras, passou pelo Nottingham Forest antes de retornar ao futebol brasileiro para defender o Botafogo.

Éderson (Atalanta)

Chamado após a lesão de Wesley, Éderson integra o grupo de Ancelotti para sua primeira Copa do Mundo.

Revelado pelo Desportivo Brasil, passou por Cruzeiro, Corinthians e Fortaleza antes de seguir para o futebol italiano. Convocado pela primeira vez em 2024, soma três partidas pela Seleção Brasileira.

Fabinho (Al-Ittihad)

Fabinho disputará seu segundo Mundial após integrar o elenco brasileiro na Copa do Catar, em 2022.

Versátil, o jogador pode atuar como volante ou lateral-direito. Revelado no futebol paulista, construiu carreira na Europa por Monaco e Liverpool antes de seguir para o futebol saudita.

Lucas Paquetá (Flamengo)

Paquetá retorna para sua segunda Copa do Mundo como um dos jogadores mais experientes do meio-campo brasileiro.

Desde a estreia pela Seleção, em 2018, acumula 63 partidas e 13 gols. Campeão da Copa América de 2019, voltou ao Flamengo neste ano após passagens por Milan, Lyon e West Ham.

Atacantes

Endrick (Lyon)

Aos 19 anos, Endrick disputará sua primeira Copa do Mundo. O atacante soma 17 partidas e quatro gols pela Seleção Brasileira.

Revelado pelo Palmeiras, ganhou destaque ainda muito jovem antes de se transferir para o futebol europeu, com passagens pelo Real Madrid e Lyon.

No último amistoso contra o Egito, anotou o gol que selou a vitória brasileira por 2 a 1.

Gabriel Martinelli (Arsenal)

Martinelli chega para sua segunda Copa do Mundo após integrar o grupo brasileiro no Catar, em 2022.

O atacante soma 23 partidas e quatro gols pela Seleção Brasileira. Revelado pelo Ituano, construiu toda a carreira europeia no Arsenal, clube que defende desde 2019.

Igor Thiago (Brentford)

Uma das novidades da lista de Carlo Ancelotti, Igor Thiago disputará sua primeira Copa do Mundo.

O atacante ganhou espaço nos amistosos recentes da Seleção e marcou um gol contra o Panamá. Revelado pelo Cruzeiro, construiu carreira na Bulgária e na Bélgica antes de chegar ao futebol inglês.

Luiz Henrique (Zenit)

Luiz Henrique disputará seu primeiro Mundial pela Seleção Brasileira.

O atacante soma 15 partidas, dois gols e três assistências com a camisa do Brasil. Revelado pelo Fluminense, passou por Betis e Botafogo antes de seguir para o Zenit.

Matheus Cunha (Manchester United)

Estreando no Mundial, Matheus Cunha chega como um dos principais nomes da nova geração da Seleção Brasileira.

Campeão olímpico em Tóquio, o atacante foi revelado pelo Coritiba e construiu toda a carreira profissional na Europa, com passagens por Suíça, Alemanha, Espanha e Inglaterra.

Neymar Jr. (Santos)

Maior artilheiro da história da Seleção Brasileira em jogos reconhecidos pela Fifa, Neymar disputará sua quarta Copa do Mundo.

O camisa 10 soma 128 partidas e 79 gols pela equipe nacional. Após um longo período afastado por lesão, retorna ao Mundial como uma das principais referências técnicas do elenco.

Raphinha (Barcelona)

Raphinha chega à Copa como um dos principais nomes do ataque brasileiro.

Titular no Mundial de 2022, o atacante volta a integrar o grupo de Ancelotti após se consolidar como um dos destaques do Barcelona. Formado entre clubes do Sul do país, iniciou a carreira profissional em Portugal antes de passar por França e Inglaterra.

Rayan (Bournemouth)

Aos 19 anos, Rayan é um dos estreantes da Seleção Brasileira em Copas do Mundo.

Após se destacar nas categorias de base e no profissional do Vasco, recebeu sua primeira oportunidade na equipe principal de Carlo Ancelotti durante a última Data Fifa.

Vini Jr. (Real Madrid)

Vini Jr. disputará sua segunda Copa do Mundo como um dos pilares do ataque brasileiro.

No Catar, em 2022, marcou um gol e deu duas assistências em quatro partidas. Revelado pelo Flamengo, tornou-se um dos principais jogadores do Real Madrid e chega ao Mundial como uma das maiores referências da Seleção.

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Vendas e-commerce de produtos da seleção sobem 20 vezes pré-jogo do Brasil

A seleção brasileira joga pela primeira vez na Copa do Mundo neste sábado (13) contra o Marrocos. Na expectativa do hexa, assistir ao jogo do Brasil exige um amuleto da sorte. Seja vestindo a camisa amarela ou com a bandeira enrolada ao corpo, é difícil que algum brasileiro veja a partida sem seu produto da seleção preferido.

Segundo levantamento realizado pela Nuvemshop, às vésperas da estreia do Brasil, as vendas de artigos relacionados ao torneio cresceram mais de 20 vezes no e-commerce em comparação com o mesmo período do ano passado. Entre os produtos, estão as camisas oficiais, os itens temáticos e produtos personalizados.

Não foram só as vendas que avançaram. O número de empresas que entraram para a disputa pela atenção dos torcedores cresceu quase seis vezes ante maio de 2025.

O ticket médio, por sua vez,  alcançou R$ 189 por venda, uma alta de 12% sobre os R$ 169 registrados no mesmo período do ano passado. As camisetas oficiais foram o principal motor dessa temporada, correspondendo a 73,8% do faturamento gerado.

Em seguida, aparecem outros itens temáticos (13,8%), álbuns e figurinhas (6,8%), insumos e produtos para impressão 3D (3,4%), artigos de decoração e torcida (2,1%) e bolas (0,2%).

De acordo com o presidente da plataforma, em eventos como esse é comum que esses dados sejam impulsionados. “Eles concentram um pico de consumo em poucas semanas; quem tem loja própria consegue responder rapidamente à demanda”, afirma.

Produtos mais vendidos

Fora do e-commerce, a FecomercioSP (Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo) também identificou as tendências de consumo dos torcedores. Segundo a federação, eletrônicos, alimentos, bebidas e artigos esportivos devem concentrar a maior parte das vendas durante o torneio.

Entre os itens mais procurados estão TVs, soundbars e cabos. Outros destaques são os itens de vestuário como camisas, bonés e bandeiras, além de alimentos, itens para churrasco e artigos de decoração.

Dados da Scanntech apontam que, em edições anteriores da Copa, algumas dessas categorias chegaram a apresentar aumento de até 200% no volume comercializado, enquanto as vendas de churrasqueiras cresceram 227%.

Outro produto que já demonstra forte desempenho é o álbum oficial da Copa do Mundo. A pedido do CNN Money, o professor da FGV-EESP e Portfolio Manager do Bradesco, Osvaldo Assunção, realizou um levantamento para estimar quanto um colecionador gastaria para completar o novo modelo do álbum.

Em simulações feitas pelo especialista, o custo mínimo, levando em consideração repetições de figurinhas, ficou próximo de R$ 4.298, enquanto o máximo ultrapassou R$ 18 mil.

Mesmo com o custo necessário para completar a coleção, um levantamento do Itaú Unibanco mostrou que as vendas em bancas de jornais e revistas do estado de São Paulo cresceram 140% em maio, impulsionadas pela comercialização de figurinhas e álbuns das seleções que disputarão a competição.

*Com informações de Beatriz Oliveira, da CNN Brasil

Copa 26: 51% dos brasileiros pretendem gastar mais com comida e bebida

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Endrick está entre os 10 atletas sub-21 mais valiosos da Copa; veja ranking

Endrick é o nono jogador sub-21 mais valioso da Copa do Mundo de 2026, segundo levantamento divulgado pela plataforma TransferRoom. O atacante brasileiro, de 19 anos, tem valor de mercado estimado em € 78,8 milhões (R$ 503 milhões).

O ranking considera o chamado “Expected Transfer Value” (xTV), indicador que estima o valor econômico de um jogador no mercado de transferências. A métrica busca refletir quanto um clube poderia receber por um atleta em uma negociação sob condições de mercado.

A liderança da lista é de Lamine Yamal. O atacante da Espanha e do Barcelona aparece com valor estimado em € 253,6 milhões (R$ 1,62 bilhão), mais do que o triplo da avaliação de Endrick.

Além do brasileiro, o ranking reúne nomes que despontam entre as principais promessas do futebol mundial, como Warren Zaïre-Emery, Kenan Yildiz, Pau Cubarsí, Désiré Doué e Arda Güler.

Endrick também aparece entre os jovens com maior potencial de desenvolvimento da Copa. Em outro levantamento da TransferRoom, o brasileiro ocupa a terceira colocação entre os chamados “wonderkids” do torneio.

Veja os 10 jogadores sub-21 mais valiosos da Copa

  1. Lamine Yamal (Espanha) – € 253,6 milhões (R$ 1,62 bilhão)
  2. Warren Zaïre-Emery (França) – € 120,7 milhões (R$ 771 milhões)
  3. Kenan Yildiz (Turquia) – € 119,9 milhões (R$ 766 milhões)
  4. Pau Cubarsí (Espanha) – € 118 milhões (R$ 754 milhões)
  5. Désiré Doué (França) – € 115,3 milhões (R$ 737 milhões)
  6. Arda Güler (Turquia) – € 109,9 milhões (R$ 702 milhões)
  7. João Neves (Portugal) – € 107,6 milhões (R$ 688 milhões)
  8. Yan Diomande (Costa do Marfim) – € 97,6 milhões (R$ 624 milhões)
  9. Endrick (Brasil) – € 78,8 milhões (R$ 503 milhões)
  10. Nico Paz (Argentina) – € 74 milhões (R$ 473 milhões)

O levantamento considera apenas atletas com até 21 anos que estarão presentes na Copa do Mundo de 2026.

Terceiro com maior potencial

O brasileiro, de 19 anos, também aparece na terceira colocação do ranking de “Wonderkids”, que reúne atletas de até 21 anos com maior projeção de crescimento ao longo da carreira.

A lista é liderada pelo espanhol Lamine Yamal, de 18 anos, seguido pelo também espanhol Pau Cubarsí, de 19. Endrick completa o pódio das principais promessas presentes no torneio.

Segundo a metodologia da TransferRoom, o indicador de potencial estima o nível máximo que um jogador pode atingir em um cenário considerado otimista. O cálculo leva em conta o desempenho atual do atleta, sua idade e a evolução registrada por jogadores de perfil semelhante ao longo da história.

Além de Endrick, o ranking conta com nomes como Kenan Yildiz, da Turquia, Désiré Doué, da França, e Arda Güler, também da seleção turca.

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Haiti x Escócia: horário e onde assistir à Copa do Mundo

Haiti e Escócia se enfrentam pelo Grupo C da Copa do Mundo neste sábado (13), às 22h (de Brasília), no Estádio de Boston, nos Estados Unidos.

A partida marca o encontro de duas seleções que voltam ao torneio após longos períodos de ausência e buscam iniciar a campanha com um resultado positivo na corrida por uma vaga nas oitavas de final.

A chave é completada por Brasil e Marrocos, que também estreiam na competição em busca dos primeiros pontos no mesmo dia, às 19h (de Brasília).

O Haiti volta a disputar uma Copa do Mundo após 52 anos, retomando sua trajetória no principal torneio do futebol internacional. Do outro lado, a Escócia retorna ao Mundial depois de 28 anos e chega credenciada pela sólida campanha realizada nas Eliminatórias Europeias.

As duas seleções garantiram presença na edição de 2026 por meio dos torneios classificatórios de seus continentes. Na fase decisiva, os haitianos superaram a Costa Rica, enquanto os escoceses asseguraram a vaga ao eliminar a Dinamarca.

O confronto terá transmissão ao vivo pela CazéTV e pela plataforma de streaming Disney+. O duelo também será transmitido pelo tempo real do CNN Esportes.

Onde assistir a Haiti x Escócia

Ficha técnica de Haiti x Escócia

  • Data: 13/06/2026 (sábado)
  • Horário: 22h (de Brasília)
  • Local: Estádio de Boston, nos Estados Unidos
  • Fase: 1ª rodada do Grupo C da Copa do Mundo

 

Os textos gerados por Inteligência Artificial na CNN Brasil são feitos com base em informações apuradas e checadas por jornalistas. Clique aqui para saber mais
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Copa: Brasil estreia com desafio mais duro do grupo C e atrás do time ideal

Chegou o grande dia. Neste sábado (13), a Seleção Brasileira inicia mais uma busca pelo hexacampeonato mundial enfrentando uma pedreira, logo na estreia do grupo C da Copa do Mundo de 2026: o Marrocos.

A partida no Estádio de Nova York e Nova Jersey, que também será palco da final do Mundial, começa às 19h (de Brasília) — saiba onde assistir — e terá narração do CNN Esportes em TEMPO REAL.

O outro jogo da primeira rodada do grupo C também está marcada para este sábado. Às 22h, Escócia e Haiti medem forças em Boston.

Brasil estreia com um time ainda indefinido

Diferentemente do que aconteceu em outros ciclos recentes, a Seleção Brasileira de Carlo Ancelotti estreia na Copa do Mundo de 2026 com uma cara ainda indefinida, em meio a testes e poucas vagas garantidas.

O lateral-direito Wesley, que vinha sendo titular, acabou cortado por lesão. Com isso, Ancelotti testou o experiente Danilo e o improvisado Ibañez. O jogador do Flamengo deve ficar com a vaga.

Do outro lado, Alex Sandro, também do Flamengo, é o favorito para começar na lateral-esquerda, mas vê a sombra de Douglas Santos. O trio rubro-negro seria completado por Lucas Paquetá, o que reforçaria o meio de campo, no lugar do ponta Luiz Henrique.

Na frente, mais indefinições. Matheus Cunha tem tudo para começar a partida contra Marrocos como “9”, mas se vê pressionado por Igor Thiago e Endrick, que se destacaram nos amistosos contra Panamá e Egito, respectivamente. Em recuperação de lesão, Neymar ainda não treinou.

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    Neymar, atacante da Seleção • FIFA via Getty Images

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    Neyma posa para ensaio da Seleção • FIFA via Getty Images

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    Vinicius Jr., atacante da Seleção • FIFA via Getty Images

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    Raphinha, atacante da Seleção • FIFA via Getty Images

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    Bruno Guimarães, volante da Seleção • FIFA via Getty Images

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    Marquinhos, zagueiro da Seleção • FIFA via Getty Images

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    Endrick, atacante da Seleção • FIFA via Getty Images

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    Gabriel Martinelli, atacante da Seleção • FIFA via Getty Images

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    Gabriel Magalhães, zagueiro da Seleção • FIFA via Getty Images

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    Alisson, goleiro da Seleção • FIFA via Getty Images

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    Casemiro, volante da Seleção • FIFA via Getty Images

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    Bremer, zagueiro da Seleção • FIFA via Getty Images

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    Lucas Paquetá, meia da Seleção • FIFA via Getty Images

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    Douglas Santos, lateral da Seleção • FIFA via Getty Images

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    Igor Thiago, atacante da Seleção • FIFA via Getty Images

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    Danilo, volante da Seleção • FIFA via Getty Images

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    Ibañez, zagueiro da Seleção • FIFA via Getty Images

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    Weverton, goleiro da Seleção • FIFA via Getty Images

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    Carlo Ancelotti, técnico da Seleção • FIFA via Getty Images

Marrocos: de azarão a páreo duro

Além das dúvidas internas, a Seleção Brasileira se vê diante de um cenário inusitado em sua história: estrear na Copa do Mundo contra uma seleção que foi mais longe do que ela na edição anterior.

O Marrocos foi a grande surpresa do Mundial do Catar, em 2022, caindo apenas na semifinal para a vice-campeã França e tornando-se a primeira seleção africana semifinalista na história das Copas.

Quatro anos depois, os Leões do Atlas chegam tão ou mais fortes, pelo menos no papel e no ciclo. Em janeiro, Marrocos fez a final da Copa Africana de Nações (CAN). Perdeu no campo, mas foi campeão no tribunal — relembre.

O time, que já era eficiente taticamente e aguerrido, ganhou o “reforço” do meia Brahim Díaz, do Real Madrid, protagonista negativo da final da CAN, apesar de ter feito uma ótima campanha. Por outro lado, perdeu dois prováveis titulares às vésperas da Copa: o zagueiro Aguerd e o ponta Ezzalzouli.

Prováveis escalações de Brasil x Marrocos

  • Brasil: Alisson; Danilo (Ibañez), Marquinhos, Gabriel Magalhães e Alex Sandro; Casemiro, Bruno Guimarães e Lucas Paquetá; Raphinha, Vinicius Jr. e Matheus Cunha. Técnico: Carlo Ancelotti.
  • Marrocos: Bounou; Hakimi, Diop, Riad e Mazraoui; El Aynaoui, Bouaddi e Ounahi; Brahim Díaz, Talbi e Saibari. Técnico: Mohamed Ouahbi.

Equipe de arbitragem de Brasil x Marrocos

  • Árbitro: Slavko Vincic (Eslovênia)
  • Assistente 1: Tomaz Klancnik (Eslovênia)
  • Assistente 2: Andraz Kovacic (Eslovênia)
  • 4º árbitro: Sandro Schaerer (Suíça)
  • Árbitro assistente reserva: Stephane de Almeida (Suíça)

Seleção: Ancelotti descarta cortar Neymar para Copa do Mundo

 

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Com a estreia do Brasil, veja a agenda da Copa do Mundo neste sábado (13)

E chegamos ao primeiro dia “cheio” da Copa do Mundo de 2026. Neste sábado (13), além da estreia da Seleção Brasileira, outros três jogos vão movimentar a agenda do Mundial, envolvendo três grupos diferentes.

É bom dizer que estamos usando como referência o calendário oficial da Fifa. Afinal, a partida entre Austrália e Turquia pelo grupo D está marcada para começar 1h da madrugada de sábado para domingo em Vancouver, no Canadá.

O dia, porém, começa com o grupo B. Catar e Suíça medem forças às 16h (de Brasília) em Santa Clara, na Califórnia. Quem vencer, assume a liderança do grupo, já que Canadá e Bósnia e Herzegovina empataram na véspera.

Depois, temos os jogos do grupo C, o da Seleção Brasileira, que estreia às 19h contra o forte Marrocos em Nova York/Nova Jersey. Às 22h, é a vez de Haiti e Escócia se enfrentarem em Boston.

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    Rema, Lisa e Anitta na abertura da Copa do Mundo de 2026 • Matt McNulty - FIFA/FIFA via Getty Images

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    Rema, Lisa e Anitta na abertura da Copa do Mundo de 2026 • Getty Images/Stu Forster

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    Rema, Lisa e Anitta na abertura da Copa do Mundo de 2026 • Getty Images/Stu Forster

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    Tyla na abertura da Copa do Mundo de 2026 • Getty Images/Stu Forster

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    Tyla na abertura da Copa do Mundo de 2026 • Getty Images/Stu Forster

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    Rapper Future e Tyla na abertura da Copa do Mundo de 2026 • Getty Images/Stu Forster

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    Katy Perry e jovem cantor norueguês Tius Luka na abertura da Copa do Mundo de 2026 • Getty Images/Richard Heathcote

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    Katy Perry e jovem cantor norueguês Tius Luka na abertura da Copa do Mundo de 2026 • Getty Images/Richard Heathcote

Agenda da Copa do Mundo no sábado (13)

  • 16h: Catar x Suíça – Grupo B – Santa Clara – ONDE ASSISTIR
  • 19h: Brasil x Marrocos – Grupo C – Nova York/Nova Jersey – ONDE ASSISTIR
  • 22h: Haiti x Escócia – Grupo C – Boston – ONDE ASSISTIR
  • 1h (de sábado para domingo): Austrália x Turquia – Vancouver

Veja o ranking dos elencos mais valiosos da Copa do Mundo

 

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Com gols “brasileiros”, Estados Unidos goleia Paraguai em estreia na Copa

Mais um país-sede estreou com vitória na Copa do Mundo em 2026. Em seu primeiro jogo em Los Angeles, a seleção venceu bem o Paraguai por 4 a 1 no primeiro jogo do Grupo D.

A seleção norte-americana teve muito volume de jogo e aproveitou as oportunidades que teve logo de cara – tanto com um gol contra do são-paulino Bobadilla, quanto nas belas jogadas de Pulisic que resultaram nos gols da Balogun. Apático e sem confiança, o Paraguai custou a reagir. Mérito de Maurício, que entrou no segundo tempo para diminuir o placar.

Os Estados Unidos somam os primeiros três pontos e vão à liderança do grupo. Austrália e Turquia se enfrentam na madrugada do próximo domingo, fechando a primeira rodada.

O jogo

A seleção paraguaia apresentou seu cartão de visitas logo no primeiro minuto de partida com um lançamento de Alderete para Sanabria. O meia Diego Gómez finalizou no ângulo, e Freese, goleiro norte-americano, precisou trabalhar.

A seleção dos Estados Unidos partiu para cima, e saiu na frente em uma bonita jogada que contou com a sorte. McKennie tentou acionar Balogun dentro da área, mas a zaga se atrapalhou, e Bobadilla tocou contra o próprio patrimônio, fazendo 1 a 0. Com o gol, os Estados Unidos se sentiram mais à vontade para jogar. As jogadas passavam essencialmente por Pulisic, e toda a solidez defensiva característica da seleção paraguaia parecia ter se perdido.

Defesa perdida e amasso norte-americano

Os Estados Unidos ampliaram no fim do primeiro tempo com Balogun. O jogador se aproveitou da desorganização dos jogadores da defesa para ficar com a sobra e finalizar, mas o árbitro assinalou o impedimento. O camisa 20 não se deu por vencido e tentou mais uma vez. Em mais uma participação de Pulisic, que armou pela esquerda e ganhou da marcação para dar o passe, o atacante só teve o trabalho de empurrar para o gol – desta vez, em posição regular.

A seleção do Paraguai estava totalmente entregue. O time não se encontrou no jogo e teve dificuldades para sair jogando do setor defensivo. Os Estados Unidos se aproveitaram do momento. Balogun, o nome do jogo, recebeu pela direita, limpou o marcador, entrou na área e marcou um golaço no ângulo.

No segundo tempo, a temperatura abaixou. Em vantagem, os Estados Unidos não deixavam de pressionar, mas passaram a administrar o resultado com mais tranquilidade.

Logo aos seis minutos, houve a primeira intervenção na Copa do Mundo com base nas novas regras de arbitragem – o cartão amarelo dado para Ream por uma falta em Almirón foi retirado, e o paraguaio punido no seu lugar por simulação.

Paraguai diminui com gol “brasileiro” e Reyna faz golaço

Maurício veio do banco de reservas para movimentar a partida, buscando o jogo e pedindo passagem no time titular. O camisa 11 diminuiu o placar aos 27 minutos, após cobrança de falta no campo de defesa. A bola ficou viva na entrada da área, Enciso ganhou e ajeitou para que ele pudesse finalizar de primeira, no cantinho.

O jovem Reyna fechou a conta para os Estados Unidos já nos acréscimos com um golaço de fora da área. Após bonita troca de passes, ele bateu de três dedos e selou a goleada para os donos da casa.

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Maurício, do Palmeiras, faz seu primeiro gol pelo Paraguai na Copa do Mundo

O Paraguai está perdendo para os Estados Unidos por 3 a 1 nesta sexta-feira (12), em duelo válido pela primeira rodada do Grupo D da Copa do Mundo de 2026. O único gol do país sul-americano foi anotado por Maurício, jogador do Palmeiras.

Na marca de 27 minutos do segundo tempo, o meia de 24 anos recebeu bom passe do atacante Julio Enciso e bateu de primeira para diminuir a desvantagem. O Verdão, inclusive, celebrou o tento marcado pelo seu jogador nas redes sociais.

GOL PALMEIRENSE NA COPA DO MUNDO! 🇵🇾💚

Mauricio deixa o dele no jogo contra os Estados Unidos. Avanti, Mau! 💪 pic.twitter.com/MrsGsASqaI

— SE Palmeiras (@Palmeiras) June 13, 2026

Este foi o primeiro gol do Maurício com a camisa da Seleção Paraguaia. Nascido em São Paulo, ele possui descendência do país por parte da sua vó paterna e conseguiu a alteração de nacionalidade aprovada pela Fifa em fevereiro deste ano.

De lá para cá, o meia-atacante disputou quatro partidas pela Albirroja: três amistosos e a estreia na Copa do Mundo.

Folarin Balogun, duas vezes, e Damián Bobadilla, que marcou contra, foram os autores dos gols dos Estados Unidos no Estádio de Los Angeles. Neste domingo (14), às 01h (de Brasília), Austrália e Turquia se enfrentam pelo encerramento da primeira rodada do Grupo D da competição.

Veja o ranking dos elencos mais valiosos da Copa do Mundo

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Estados Unidos dominam Paraguai e goleiam na estreia da Copa do Mundo

O último país-sede a entrar em campo na Copa do Mundo de 2026 teve uma estreia de gala diante de sua torcida. Os Estados Unidos se impuseram em casa e venceram o Paraguai por 3 a 1 no Estádio de Los Angeles, em Inglewood. A equipe comandada pelo técnico Mauricio Pochettino construiu uma vantagem de três gols ainda no primeiro tempo e surpreendeu os paraguaios.Com grande atuação do meia Christian Pulisic, os norte-americanos contaram com dois gols do atacante Folarin Balogun, que ainda teve outro tento anulado pela arbitragem. O placar foi aberto com um gol contra do volante Damián Bobadilla, do São Paulo, na quarta partida desta Copa do Mundo.O Paraguai descontou na segunda etapa com o brasileiro naturalizado paraguaio Maurício, jogador do Palmeiras. A seleção sul-americana também conta com outros nomes conhecidos do futebol brasileiro, como Gustavo Gómez, Júnior Alonso, Ramón Sosa e Gatito Fernández.Já na reta final da partida, o meia Giovanni Reyna, ex-Borussia Dortmund e atualmente no Borussia Monchengladbach, sacramentou o placar com um golaço de trivela. Leia Também: NOVIDADE! VAR errou ao revisar cartão amarelo em EUA x Paraguai? Entenda a regra COPA DO MUNDO Cadáver é achado perto de estádio onde o Irã treina para Copa do Mundo BRASIL NO MUNDIAL! Brasileiros e marroquinos param a Times Square com festa e altinha O duelo abriu a disputa do Grupo D da Copa do Mundo. Com a vitória, os Estados Unidos largam na frente com três pontos, enquanto Turquia e Austrália completam a primeira rodada da chave no próximo domingo (14), à 1h (horário de Brasília), no BC Place Stadium.Lance inusitadoO árbitro Danny Makkelie protagonizou uma situação incomum durante a partida. Inicialmente, o holandês marcou falta de Tim Ream sobre Jorge Almirón e aplicou cartão amarelo ao defensor norte-americano. Pouco depois, porém, foi chamado pelo VAR para revisar o lance por meio do protocolo de erro de identificação.Após analisar as imagens, Makkelie concluiu que não houve infração e que Almirón havia simulado o contato. Com isso, o juiz anulou o cartão amarelo dado a Ream e advertiu o meia paraguaio por simulação. A decisão chamou atenção porque a revisão ocorreu após o reinício da partida, mas o procedimento está previsto no novo regulamento em situações específicas envolvendo correção de punições disciplinares.

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Todas as camisas do Brasil em Copas do Mundo; relembre

A Seleção Brasileira não chama atenção apenas pelos títulos e craques. Ao longo da história das Copas do Mundo, os uniformes usados pelo Brasil também marcaram época e viraram símbolos de diferentes gerações do futebol mundial.

Da tradicional camisa amarela com detalhes verdes aos modelos azuis e brancos utilizados em partidas históricas, a seleção teve uniformes que ficaram eternizados por conquistas, derrotas traumáticas e atuações inesquecíveis.

O Brasil estreia contra o Marrocos neste sábado (13), às 19h, no estádio New York New Jersey, em jogo válido pela primeira rodada do Grupo C do Mundial. Veja, abaixo, todos os modelos desde a primeira copa do mundo, realizada em 1930.

Copa do Mundo de 1930 e 1934

Nas primeiras edições do torneio, disputados em Uruguai e Itália, o Brasil jogou de camisa branca, com detalhes em azul na gola.

A formação da Seleção Brasileira que conquistou a primeira vitória em Copas do Mundo • Álbum comemorativo da Copa do Mundo de 1930 da Associação Uruguaia de Futebol

Copa do Mundo de 1938

Para o torneio disputado na França, o Brasil manteve seu uniforme principal majoritariamente branco, com a inclusão de uma gola V com detalhes em azul.

Brasil derrotou a Polônia por 6 a 5, pelas oitavas de final da Copa do Mundo de 1938, em Estrasburgo • Divulgação/X/@FIFAWorldCup

Copa do Mundo de 1550

Na edição que marcou a primeira Copa disputada no Brasil, a seleção usou um modelo similar ao dos primeiros anos, com a adição do escudo da CBD.

A seleção brasileira na copa de 1950 • Gamma-Keystone via Getty Images

Copa do Mundo de 1954

Após o trauma da final contra o Uruguai em 1950, o Brasil estreou em 54 a camisa amarela que se tornaria tão famosa. Com gola polo, a peça tinha detalhes em amarelo, como nos dias de hoje.

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Os capitães José Naranjo (à esquerda, 1926 – 2012), do México, e José Carlos Bauer (1925 – 2007), do Brasil, trocam flâmulas antes da partida de suas equipes pela fase de grupos da Copa do Mundo, em Genebra, Suíça, em 16 de junho de 1954 • Getty Images

Copa do Mundo de 1958 e 1966

Na Copa do primeiro título mundial da seleção, o uniforme foi similar ao usado em 1954, com a aplicação do emblema bordado. O mesmo uniforme foi usado oito anos depois, na Copa da Inglaterra.

A seleção brasileira de futebol posando com o troféu após a conquista da Copa do Mundo Fifa de 1958
A Seleção Brasileira posando com o troféu após a conquista da Copa do Mundo Fifa de 1958 • UPI/Bettmann Archive/Getty Images

Copa do Mundo de 1962

O modelo da camisa amarela teve suas primeiras grandes mudanças, com um design de gola diferente, e a opção por mangas longas durante o torneio, disputado no Chile.

Time do Brasil campeão da Copa do Mundo em 1962
Time do Brasil campeão da Copa do Mundo em 1962 • Foto: Allsport/Hulton

Copa do Mundo de 1970

Uma das seleções mais memoráveis da história do Brasil usou um uniforme igualmente memorável. A gola redonda e detalhe em verde da manga são referenciados até mesmo em modelos mais atuais.

Jairzinho
O atacante Jairzinho na vitória do Brasil sobre a Itália na Copa de 1970 • Foto: Reprodução/FIFA

Copa do Mundo de 1974

Modelo similar ao de 1970, com a adição de três estrelas, referentes aos tricampeonato.

Brasil e Zaire se enfrentaram pela Copa do Mundo de 1974, na Alemanha
Brasil e Zaire se enfrentaram pela Copa do Mundo de 1974, na Alemanha • VI-Images via Getty Images

Copa do Mundo de 1978

Com detalhes de listras nas mangas, a camisa é lembrada como uma das mais bonitas e identificáveis da seleção.

Copa do Mundo de 1978, disputa do terceiro lugar: Itália 1 x 2 Brasil. Nelinho aponta e grita algo durante a fila antes da partida, River Plate, Buenos Aires • Mirrorpix via Getty Images

Copa do Mundo de 1982

Modelo estreou o emblema da CBF, substituindo o da CBD. Camisa contava com visual limpo, sem grandes detalhes.

Jogo da segunda fase do Grupo C da Copa do Mundo de 1982 entre Brasil e Argentina no Estádio Sarrià, em Barcelona, ​​em 2 de julho de 1982, vencido pelo Brasil por 3 a 1. Diego Maradona se defende da marcação de Falcao. • Mirrorpix via Getty Images

Copa do Mundo de 1986

Versão de 1986 teve o retorno de um logo de fornecedor de material esportivo, assim como adição de uma gola mais elaborada.

Referee Chris Bambridge looks on as Elzo #19, Defensive Midfielder for the Brazil national football team and Julio Salinas #19, Forward for the Spain national football team challenge for the football during their 1986 FIFA World Cup Group D match on 1st June 1986 at the Estadio Jalisco, Guadalajara, Mexico. The Brazil won the match 1 – 0. (Photo by David Cannon/Allsport/Getty Images) • Getty Images

Copa do Mundo de 1990

Camisa de 1990 marca o início da produção de uniformes com estrutura mais moderna, abandonando o uso de algodão como material principal.

Meio-campista brasileiro Alemão em partida contra a Costa Rica pela fase de grupos da Copa do Mundo de 1990. • Peter Robinson – PA Images via Getty Images

Copa do Mundo de 1994

Icônica camisa do Tetra teve como grande diferencial a aplicação de padrões no tecido, que são usados até os dias de hoje.

Romário comemora gol contra Camarões na Copa do Mundo de 1994
Romário comemora gol contra Camarões na Copa do Mundo de 1994 • Tony Marshall/EMPICS via Getty Images

Copa do Mundo de 1998

Mais um modelo especialmente memorável, a camisa de 1998 é tida como um pilar na evolução do design dos uniformes, com listras e detalhes em sua estrutura.

França. Copa de 1998 na França. O time do Brasil posado na final de 98 no Stade de France, em Saint-Denis. Da esq. p/ dir. Taffarel (1), Cesar Sampaio (5), Rivaldo (10), Aldair (3), Junior Baiano (4), Cafu (2), Ronaldo (9), Roberto Carlos (6), Leonardo (11), Bebeto (20) e Dunga (8). – Crédito: • FÁBIO M. SALLES/ESTADÃO CONTEÚDO/AE/Codigo imagem:2573

Copa do Mundo de 2002

A camisa do Penta tem uma série de padrões e detalhes que a tornam única, e representante de sua geração. A peça contava com uma espécie de malha interna, para absorção de suor.

Juninho atuando pela Seleção Brasileira
Juninho atuando pela Seleção Brasileira na Copa do Mundo de 2002 • Tony Marshall/Getty Images

Copa do Mundo de 2006

Uma gola mais estruturada em um tom de amarelo um pouco mais opaco eram destaques da camisa de 2006, que divide opiniões até hoje.

Jogadores da Seleção Brasileira na Copa do Mundo de 2006.
Jogadores da Seleção Brasileira na Copa do Mundo de 2006. • Antonio Scorza/AFP

Copa do Mundo de 2010

Em uma Copa que marcou a reconstrução da seleção, um uniforme mais sóbrio em relação aos modelos anteriores.

Zagueiro Lúcio em jogo da Seleção Brasileira na Copa de 2010
Zagueiro Lúcio em jogo da Seleção Brasileira na Copa de 2010 • Foto: Michael Steele/Getty Images

Copa do Mundo de 2014

Na copa do Mundo do Brasil, a seleção usou mais uma camisa de design simples, com uma gola contornada em verde e poucas distrações.

Neymar nas quartas de final da Copa do Mundo de 2014 contra a Colômbia
Neymar nas quartas de final da Copa do Mundo de 2014 contra a Colômbia • Foto: Robert Cianflone/Getty Images

Copa do Mundo de 2018

A camisa para a Copa do Mundo de 2018 retomou o uso de elementos mais modernos, com detalhes mais afiados e tecido tecnológico, com texturas à mostra.

Seleção Brasileira que defendeu o Brasil na Copa do Mundo de 2018
Seleção Brasileira que defendeu o Brasil na Copa do Mundo de 2018 • Divulgação/CBF

Copa do Mundo de 2022

Na última Copa do Mundo, disputada no Qatar, o uniforme da seleção ganhou destaque pela padronagem inspirada na onça-pintada, além de um tom de amarelo diferente do tradicional.

Vini Jr celebra gol marcado pelo Seleção Brasileira contra a Coreia do Sul na Copa de 2022 no Catar
Vini Jr celebra gol marcado pelo Seleção Brasileira contra a Coreia do Sul na Copa de 2022 no Catar • Tom Jenkins/Getty

Copa do Mundo de 2026

Com referências a mantos icônicos do passado, a camisa do Brasil para 2026 é repleta de detalhes, incluindo um tecido com estampas e logos destacados.

Novos uniformes da Seleção Brasileira para a Copa do Mundo serão usados nos amistosos contra França e Croácia
Novos uniformes da Seleção Brasileira para a Copa do Mundo serão usados nos amistosos contra França e Croácia • Montagem com imagens de Divulgação/Nike

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