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Oriol Balaguer abre su primera cafetería más informal: “Hay jóvenes a los que les da miedo entrar en una pastelería de lujo”

Después de recuperar dos pastelerías históricas como La Duquesita, en Madrid, y Sans, en La Bisbal d’Empordà (Girona), el maestro pastelero Oriol Balaguer (54 años, Calafell, Tarragona) ha abierto en Madrid Balaguer Coffee & Bakery, un nuevo concepto de cafetería con bollería y pastelería más informal, pensado para el día a día y alejado de los otros formatos que tiene abiertos: Oriol Balaguer Chocolates, con cuatro tiendas en Barcelona, a las que se suma la que abrió en 2008 en Madrid. El objetivo con este nuevo proyecto es llegar a tener 35 tiendas entre locales propios y franquiciados.

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Oriol Balaguer posa en el escaparate de Balaguer, la cafetería que ha abierto en Madrid. Imagen proporcionada por la compañía.
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Cacau fecha em alta na bolsa de Nova York com aumento da oferta global

Na bolsa de Nova York, os contratos futuros do cacau encerraram a sessão desta sexta-feira (12) em alta. O vencimento para setembro avançou 1,84%, fechando cotado a US$ 3.868 por tonelada.

Apesar da valorização no fechamento, o mercado segue atento aos sinais de aumento da oferta global. Segundo informações do Barchart, os preços da commodity enfrentaram pressão ao longo da semana após novos dados indicarem maior disponibilidade do produto na Costa do Marfim, principal produtor mundial de cacau.

O país africano revisou para cima sua estimativa de recebimento de cacau nos portos, acrescentando mais de 260 mil toneladas ao volume projetado para a atual temporada. Dados acumulados mostram que os produtores enviaram 1,95 milhão de toneladas aos portos entre 1º de outubro de 2025 e 7 de junho de 2026, volume 18,9% superior ao registrado no mesmo período do ciclo anterior.

O crescimento dos embarques reforça as expectativas de uma oferta mais robusta no mercado global, fator que continua sendo monitorado pelos investidores.

Café

Os contratos futuros do café arábica encerraram a sessão em alta na Bolsa de Nova York. O vencimento para setembro avançou 1,26%, fechando negociado a US$ 2,53 por libra-peso.

O mercado deu continuidade ao movimento de valorização iniciado na véspera, sustentado pelas preocupações com o ritmo da colheita brasileira. As previsões climáticas indicam volumes expressivos de chuva nas principais regiões produtoras do país, o que pode dificultar os trabalhos no campo e atrasar a entrada da nova safra no mercado.

Segundo a empresa de monitoramento climático Vaisala, são esperadas precipitações de moderada a forte intensidade ao longo desta semana nas áreas cafeeiras do Brasil. Além disso, os modelos meteorológicos apontam que as chuvas podem persistir também na próxima semana, aumentando a atenção dos operadores quanto à oferta do produto.

Açúcar

Nesta sessão, o vencimento do açúcar para entrega em outubro recuou 0,77% na bolsa de Nova York, fechando cotado a 14,23 centavos de dólar por libra-peso.

A commodity seguiu pressionada por fatores externos. O fortalecimento do dólar reduziu a competitividade do açúcar negociado em moeda norte-americana, enquanto as perspectivas de um possível acordo provisório entre Estados Unidos e Irã alimentaram expectativas de maior fluidez no comércio da commodity no Oriente Médio.

Com isso, os preços em Nova York atingiram o menor patamar das últimas sete semanas, refletindo o aumento do apetite vendedor e a cautela dos investidores diante do cenário internacional.

Por outro lado, o mercado encontrou algum suporte nas novas projeções da consultoria Czarnikow. A empresa revisou sua estimativa para o balanço global de açúcar na safra 2026/27, reduzindo a previsão de superávit de 1,4 milhão de toneladas para um déficit de 10 mil toneladas. A mudança reflete a maior destinação de cana para a produção de etanol no Brasil, favorecida pelos preços mais elevados do petróleo no mercado internacional.

Algodão

O algodão com contrato futuro para entrega em dezembro fechou com ligeira alta de 0,08% e precificado em 76,42 centavos de dólar a libra-peso.

Suco de Laranja

Os contratos futuros do suco de laranja encerraram o pregão em baixa. O vencimento julho recuou 0,57%, fechando a US$ 1,64 por libra-peso.

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Colheita de café alcança 12% em área da Cooxupé com alerta para El Niño

A colheita de café alcançou uma média de 12% na área de atuação da Cooxupé até o último dia 5 de junho, o ritmo ainda é menor do que as últimas duas safras, que na mesma época estavam em 13,7% (2025) e 13,6% (2024) nos mais de 370 municípios nas regiões do Sul de Minas, Cerrado Mineiro, Matas de Minas e média mogiana do estado de São Paulo.

Nos últimos dias de maio, chuvas de granizo atingiram algumas regiões de café de Minas Gerais, que antecipou problemas climáticos deste ano. Nesta quinta-feira (11), a NOOA (Administração Nacional Oceânica e Atmosférica dos Estados Unidos) informou que o El Niño já está ativo e as chances do fenômeno ser “muito forte” ultrapassa 60%.

No caso da cooperativa, que é a maior da América Latina com mais de 22 mil cafeicultores, o ritmo de colheita semanal é um termômetro para o mercado, que precifica o mercado futuro do café, dentro e fora do Brasil.

A colheita está mais adiantada nos cafezais de São Paulo, com 18,3% dos trabalhos de campo concluídos.

Com as chuvas em Minas Gerais, o andamento dos trabalhos de campo variaram, com as regiões de Matas de Minas e Sul de Minas mais adiantadas, com 16% e 15% das áreas colhidas, respectivamente.

No Cerrado Mineiro, a colheita está bem abaixo das vizinhas mineiras, em 5,3% das plantas de café colhidas.

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A Vicentina promove Sessões de Esclarecimento sobre apoios ao SIBT no âmbito do Projeto Vicentina CAFE

A Vicentina promove, entre 18 e 30 de junho de 2026, um conjunto de Sessões de Esclarecimento dedicadas ao Projeto CAFE – Capacitar, Apoiar e Fomentar o Empreendedorismo no Barlavento Algarvio. A iniciativa decorre em 14 freguesias distribuídas pelos concelhos de Vila do Bispo, Lagos, Portimão, Lagoa, Silves, Monchique e Aljezur, com o objetivo de […]

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Cantaloupe Café – Olhão | Low Tech Groove

O Cantaloupe Café, nos Mercados de Olhão, vai apresentar no próximo dia 14 de junho, domingo às 18h45 um espetáculo com: Low Tech Groove Pedro Gil              guitarra Carlos Shaka        trompete Marco Canas         saxofone Paulo Strak          contrabaixo Amadis Monteiro   bateria Reservas pelo tel.: 289 704 397 […]

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Porque é que o café não sabe a cafeína?

A cafeína é naturalmente amarga, mas moléculas formadas durante a torrefacção do café parecem mascarar esse sabor ao interagir com ela. Embora os apreciadores de descafeinado possam discordar, a cafeína é um componente essencial de uma chávena de café. Este composto é extremamente amargo quando isolado, mas o café comum não o é. Num novo estudo, publicado na quarta-feira no Journal of Agricultural and Food Chemistry uma equipa de cientistas investigou porquê — e explica que a resposta pode estar nas interacções entre a cafeína e outras moléculas do café, chamadas melanoidinas, produzidas durante o processo de torrefacção. Anteriormente, provadores

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