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Retomadas buscas pelo jovem desaparecido na praia do Peneco, em Albufeira

As buscas pelo jovem de 23 anos, de nacionalidade britânica, que se encontra desaparecido desde a tarde de ontem, 11 de Junho, na praia do Peneco, em Albufeira, foram retomadas esta manhã.

De acordo com a Autoridade Marítima Nacional, foi ativada a Embaixada Britânica em Portugal, através do Consulado em Portimão.

Segundo o que foi possível apurar, a vítima estaria acompanhada por outro jovem, de 19 anos e nacionalidade britânica, que terá saído da água pelos próprios meios para pedir socorro.

Nas operações de busca, coordenadas pelo Capitão do Porto e Comandante Local da Polícia Marítima de Portimão, estão empenhados, por mar, tripulantes da Estação Salva-vidas de Ferragudo e, junto à costa, elementos do Comando Local da Polícia Marítima de Portimão, do Projeto “SeaWatch”, do dispositivo de assistência a banhistas da praia e da Associação Humanitária de Bombeiros Voluntários de Portimão, apoiados por drones.  

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Britânico de 23 anos desaparece no mar na praia do Peneco

Um jovem britânico de 23 anos desapareceu no mar quando estava a banhos na praia do Peneco, em Albufeira, hoje, dia 11 de Junho, à tarde, e está a ser procurado por elementos da Autoridade Marítima Nacional (AMN) e dos bombeiros.

Segundo a AMN, a vítima estaria acompanhada por outro jovem, de 19 anos e também de nacionalidade britânica, «que terá saído da água pelos próprios meios para pedir socorro, encontrando-se bem fisicamente, sem necessidade de assistência médica».

A Embaixada Britânica em Portugal foi ativada para contacto com os familiares da vítima e prestar apoio psicológico ao jovem de 19 anos.

Nas operações de busca, coordenadas pelo Capitão do Porto e Comandante Local da Polícia Marítima de Portimão, foram empenhados, junto à costa, elementos do Comando Local da Polícia Marítima de Portimão, do Projeto “SeaWatch” e os nadadores-salvadores de serviço na praia. Por mar, as buscas ficaram a cargo dos tripulantes da Estação Salva-vidas de Ferragudo e elementos da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Albufeira. Esteve ainda empenhada uma equipa de mergulhadores da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Albufeira.

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Praticante de stand up paddle resgastada na Praia da Ingrina

Uma mulher de 40 anos, que estava a praticar stand up paddle, foi resgatada pela Autoridade Marítima Nacional (AMN), depois de ter sido arrastada pela corrente na tarde desta terça-feira, 8 de Junho, na praia da Ingrina (Vila do Bispo).

O alerta foi dado às 16h54, dando conta de que a mulher estava «em dificuldades na água».

De imediato, foram ativados elementos do Projeto “SeaWatch” e tripulantes da Estação Salva-vidas de Sagres.  

«À chegada, os elementos do Projeto “SeaWatch” auxiliaram prontamente a vítima e o nadador-salvador, tendo os tripulantes da Estação Salva-vidas procedido ao resgate para terra», conta a AMN.​

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Embarcação suspeita de narcotráfico apreendida a sul de Faro, outras duas escaparam

Uma Embarcação de Alta Velocidade (EAV), alegadamente utilizada por organizações dedicadas ao tráfico de droga por via marítima, foi apreendida a sul de Faro, enquanto outras duas escaparam às autoridades, revelou hoje a Autoridade Marítima Nacional (AMN).

Após um alerta recebido para «a existência de uma EAV imobilizada em águas oceânicas a sul de Faro», elementos do Comando Regional da Polícia Marítima do Sul, com o apoio do Destacamento de Abordagem dos Fuzileiros, da Marinha, e em cooperação com a Polícia Judiciária, realizaram ações de vigilância e fiscalização na costa, lê-se em comunicado.

Durante a aproximação dos meios das autoridades, explica a AMN, «foram identificadas outras duas embarcações nas proximidades que, ao aperceberem-se da presença policial, iniciaram uma fuga a alta velocidade».

«De imediato, foi realizada uma perseguição marítima, durante a qual as embarcações suspeitas efetuaram diversas manobras evasivas com o objetivo de evitar a interceção. Apesar dos esforços desenvolvidos pelos meios empenhados, não foi possível intercetar estas EAV», relatam as autoridades.

A embarcação inicialmente detetada foi apreendida e rebocada.

«Estas ações enquadram-se no esforço contínuo da Polícia Marítima para combater a utilização da costa portuguesa como plataforma logística para atividades criminosas transnacionais», referem as autoridades.

A Polícia Marítima mantém um «elevado nível de vigilância e prontidão operacional», recorrendo a meios navais, equipas especializadas e à cooperação permanente com outras entidades nacionais e internacionais, «reforçando a capacidade de deteção, acompanhamento e interceção de embarcações suspeitas associadas ao tráfico de droga».

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Autoridades procuram homem desaparecido nas Azenhas do Guadiana, em Mértola

A Autoridade Marítima Nacional está a fazer buscas por um homem, de 37 anos e nacionalidade brasileira, que está desaparecido no rio Guadiana, na zona das Azenhas do Guadiana, no concelho de Mértola, depois de ter entrado em dificuldades na água.

Fonte do Comando Sub-regional de Emergência e Proteção Civil do Baixo Alentejo indicou que o alerta para o desaparecimento foi dado pelas 12h48.

Uma outra fonte da AMN – Comando Local da Polícia Marítima de Vila Real de Santo António, entidade que está a coordenar as buscas, disse à Lusa que o homem “encontrava-se a banhos, pediu auxílio e desapareceu” nas águas do rio Guadiana.

Nas operações de socorro estão envolvidos 20 operacionais, oito dos quais da AMN, auxiliados por três motas de água e uma outra semirrígida, uma embarcação dos bombeiros de Mértola e uma equipa mergulhados de Serpa, bem como cinco militares da GNR, apoiados por dois veículos.

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Municípios e Autoridade Marítima concordam com posição da APA sobre as praias

A Agência Portuguesa do Ambiente (APA) divulgou esta terça-feira, 2 de Junho, o esclarecimento técnico sobre a ocupação de áreas do domínio público marítimo nas praias e acrescentou que, tanto a Associação Nacional de Municípios Portugueses (ANMP) como a Autoridade Marítima Nacional (AMN), se pronunciaram favoravelmente a este documento.

O documento, agora lançado com o objetivo de «contribuir para uma melhor compreensão do enquadramento legal aplicável», surge depois de, em Maio, a APA ter avançado que é possível pôr chapéus de sol à frente das concessões de praia e não há nenhuma regra ou lei que o impeça.

«Nós, APA, assumimos fazer uma nova norma orientadora para que não haja qualquer dúvida, seja para os municípios, seja para os concessionários, seja para a Autoridade Marítima. A área que está concessionada está delimitada àquele retângulo e nunca poderá ultrapassar 30% da área útil da praia e 50% da frente de mar», disse José Pimenta Machado, frisando que «tudo o resto é de uso livre».

As declarações foram feitas aos jornalistas pelo presidente da APA, a 25 de Maio, à margem de uma visita da ministra do Ambiente, Maria da Graça Carvalho, à praia do Garrão, no concelho de Loulé.

Nesta nota de esclarecimento agora lançada, a APA volta a frisar que, em Portugal, «as praias são espaços de utilização pública e de acesso livre, e que a ocupação de áreas do domínio público marítimo por concessionários é permitida quando existe uma licença válida».

Ainda assim, «essas áreas estão sujeitas aos limites, condições e obrigações definidas nas respetivas licenças», devendo a definição das áreas concessionadas «atender às características morfológicas de cada praia, aos instrumentos de gestão territorial e às determinações das autoridades».

A nota frisa ainda que, por isso, «as áreas não abrangidas por licença ou concessão mantêm-se disponíveis para uso público, podendo ser livremente utilizadas pelos utentes, nomeadamente para a colocação de chapéus de praia, para-ventos ou outros equipamentos balneares particulares».

A mesma entidade realça também «o importante papel dos concessionários na prestação dos apoios à praia previstos nas respetivas licenças, através da disponibilização e manutenção de equipamentos e serviços de apoio aos utentes, nomeadamente apoios de praia, instalações sanitárias, balneários e vigilância balnear assegurada por nadadores-salvadores».

Já a fiscalização compete ao Município no qual a praia está inserida, à APA e à Autoridade Marítima.

Numa nota enviada hoje às redações, a Agência Portuguesa do Ambiente acrescenta ainda que a Associação Nacional de Municípios Portugueses, consultada sobre este esclarecimento técnico, considerou-o «um documento equilibrado, que reflete o enquadramento legal vigente e as realidades de diferentes praias e respetivas concessões».

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