Na última terça-feira (16), a Argentina venceu a Argélia por 3 a 0, com direito a hat-trick de Messi. O camisa 10 quebrou mais um recorde e igualou Miroslav Klose como o maior artilheiro da história das Copas do Mundo, com 16 gols.
A atuação de Messi na estreia da seleção argentina neste Mundial gerou repercussão na imprensa internacional. Os principais meios de comunicação definiram a partida de Messi como “histórica”.
Um dos jornais argentinos, o Olé, publicou em sua capa como “O melhor do planeta escreveu outra página de ouro”. A imprensa francesa também repercutiu o feito histórico L’Equipe se rendeu ao 3 gols marcados do camisa 10. “Um, dois, três… Viva Leo Messi!”, escreveu.
O jornal espanhol Marca escreveu como: “Messi, hat-trick… e história do futebol”.
“Inevitável e simplesmente sensacional. O primeiro hat-trick de Lionel Messi em Copas do Mundo foi conquistado no típico estilo Messi.Nico Gonzalez o encontra na entrada da área e Messi tem tempo para dominar a bola com o pé esquerdo antes de chutar rasteiro no canto direito de Zidane.O goleiro não teve a menor chance dessa vez.Esse gol também coloca Messi no topo da lista de artilheiros de todos os tempos da Copa do Mundo, ao lado de Miroslav Klose. Ele não podia marcar mais um hoje, podia?!”, publicou jornal inglês The Sun.
Lionel Messi viveu noite histórica ao marcar três gols na goleada da Argentina por 3 a 0 sobre a Argélia, pelo Grupo J da Copa do Mundo. Mas o craque também se viu envolvido no lance polêmico da partida. O camisa 10 acertou o zagueiro Mandi, por trás, e os jogadores argelinos cobraram a expulsão.
O lance chegou a ser revisado na cabine do VAR, mas a expulsão não foi recomendada ao árbitro polonês Szymon Marciniak. Ele marcou apenas a falta no gramado.
Após a partida, Vladimir Petkovic, técnico da Argélia, falou sobre o lance. Segundo o comandante, “todo mundo viu” o que aconteceu no Arrowhead Stadium, em Kansas City.
“É inútil nesse momento comentar situações hipotéticas. Mas todo mundo viu, inclusive eu. Depois do jogo, eu vi as imagens, mas não quero falar muito sobre isso”, disse o comandante.
Messi quebrou diversos recordes contra a Argélia. Ele se tornou o primeiro a jogar em seis Copas do Mundo, se tornou o maior artilheiro da história dos mundiais, ao lado de Miroslav Klose, da Alemanha, com 16 gols, e superou Pelé como jogador com mais participações em gols no torneio – agora são 16 gols e oito assistências.
Com o resultado, a atual campeã mundial assume momentaneamente a liderança da chave, com três pontos e três gols de saldo. Já a Argélia inicia sua trajetória no Mundial sem pontuar e ocupa a última colocação do grupo.
As seleções voltam a campo na próxima semana. A Argentina enfrenta a Áustria na segunda-feira (22), às 14h (de Brasília), em Dallas. Já a Argélia desafia a Jordânia na madrugada de terça-feira (23), às 00h (de Brasília), em Santa Clara.
A Copa do Mundo de 2026 conta com velhos sobrenomes conhecidos de volta ao cenário mundial, mas com novos protagonistas. Filhos de campeões, ídolos e jogadores que marcaram presença em edições anteriores do torneio estão nos gramados dos Estados Unidos, México e Canadá em busca de construir a própria história.
A chamada geração de “nepo babies”, expressão usada para definir filhos de pessoas famosas que seguem caminhos semelhantes aos dos pais, também encontrou espaço no futebol. A partir desses laços familiares, é possível montar uma seleção completa de jogadores que chegaram ao Mundial com uma conexão direta com antigas Copas.
A defesa dos herdeiros: goleiro e zaga carregam histórias de Mundial
No gol, a camisa fica com Luca Zidane. Filho de Zinedine Zidane, o goleiro defenderá a Argélia na Copa de 2026. Nascido em 1998, Luca ainda era bebê quando o pai marcou dois gols na final contra o Brasil e liderou a França ao primeiro título mundial de sua história.
A defesa com três zagueiros mistura diferentes gerações. Lee Tae-Seok, da Coreia do Sul, é filho de Lee Eul-Young, integrante do histórico time sul-coreano que chegou à semifinal da Copa de 2002.
Ao lado dele aparece Mamadou Sarr, do Senegal, que tenta repetir o caminho do pai, Pape Sarr, jogador da seleção que surpreendeu o mundo ao eliminar a França na estreia do Mundial de 2002.
O trio é completado por Tyler Bindon, da Nova Zelândia. O zagueiro de 21 anos entrou para uma história familiar curiosa: ele e a mãe, Jenny Bindon, foram a primeira dupla de mãe e filho a disputar edições organizadas pela FIFA. A goleira defendeu a seleção feminina neozelandesa nas Copas de 2007 e 2011.
Meio-campo tem sobrenomes conhecidos e novas promessas
No meio-campo, a Argentina aparece com dois representantes. Giuliano Simeone é filho de Diego Simeone, que disputou três Copas do Mundo pela seleção argentina. O pai ficou marcado no Mundial de 1998 pelo episódio envolvendo a expulsão de David Beckham nas quartas de final.
Nico Paz, também argentino, segue os passos de Pablo Paz, zagueiro que esteve na Copa de 1998. Já Kristian Thorstvedt, da Noruega, terá a chance de disputar um Mundial no mesmo país onde o pai, Erik Thorstvedt, foi goleiro titular em 1994.
Damian Bobadilla, do Paraguai, completa o setor. O jogador do São Paulo é filho de Aldo Bobadilla, goleiro que integrou as delegações paraguaias nos Mundiais de 2006 e 2010.
Ataque reúne estrelas e filhos de personagens históricos
No setor ofensivo, os nomes ganham ainda mais destaque. Marcus Thuram, da França, é filho de Lilian Thuram, um dos símbolos da geração campeã de 1998 e jogador também nas Copas de 2002 e 2006.
Justin Kluivert, da Holanda, segue os passos de Patrick Kluivert, atacante que marcou contra o Brasil na semifinal do Mundial de 1998.
A grande estrela da lista é Erling Haaland. O atacante norueguês ainda nem havia nascido quando o pai, Alf-Inge Haaland, disputou a Copa de 1994, justamente nos Estados Unidos.
Além dos filhos: outros parentes que também chegaram à Copa
A ligação familiar com a Copa de 2026 não aparece apenas entre pais e filhos. Alguns jogadores chegam ao torneio com parentes que também escreveram capítulos no futebol mundial.
Marcos Llorente, da Espanha, é sobrinho-neto de Francisco Gento, uma das maiores lendas da história do Real Madrid e jogador espanhol em duas Copas do Mundo.
Rani Khedira, da Tunísia, também carrega um sobrenome conhecido. O meio-campista é irmão mais novo de Sami Khedira, campeão mundial pela Alemanha em 2014.
Curiosidade também fica por filhos de atletas que marcaram gerações, mas nunca alcançaram o Mundial. Como Abedi Pelé, pai de Jordan Ayew, que nunca disputou uma Copa do Mundo. Outro caso é de George Weah, pai do estadunidense Timothy Weah e vencedor da Bola de Ouro, mas que nunca teve a oportunidade de jogar com a Libéria no torneio.
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Pela primeira vez, três países sediarão uma Copa do Mundo: Estados Unidos, México e Canadá receberão partidas do torneio. • Divulgação/Fifa
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A Copa do Mundo de 2026 será a primeira da história com 48 seleções participantes. O novo formato aumenta o número de jogos de 64 para 104. • Divulgação/Fifa
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A partida de abertura da Copa do Mundo de 2026 será disputada no Estádio Azteca, na Cidade do México, um dos palcos mais tradicionais da história do futebol. • Foto: Michael Regan - FIFA/FIFA via Getty Images
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A final do Mundial está marcada para 19 de julho, no MetLife Stadium, em Nova Jersey, nos Estados Unidos. • Carolyn Van Houten/The Washington Post via Getty Images
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O novo formato da Copa terá 12 grupos de quatro seleções. Os dois melhores de cada chave e os oito melhores terceiros colocados avançam ao mata-mata. • Marcio Machado - FIFA/FIFA via Getty Images
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Ao todo, 16 estádios espalhados por três países receberão jogos da Copa do Mundo de 2026, a maior operação já realizada pela Fifa. • Reprodução/FIFA
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O campeão da Copa do Mundo de 2026 precisará disputar oito partidas para levantar a taça, uma a mais do que nas edições anteriores.
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A edição de 2026 contará com tecnologias inéditas, como recursos de inteligência artificial para análise de desempenho e sistemas avançados de arbitragem. • Michael Yanow/NurPhoto via Getty Images
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O Brasil chega em busca do hexacampeonato mundial. A Seleção não conquista a Copa do Mundo desde o título obtido em 2002. • Michael Regan - FIFA/FIFA via Getty Images
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A Fifa prevê que a Copa de 2026 seja a mais assistida da história, impulsionada pelo aumento do número de seleções e partidas • Divulgação / Fifa
Outros filhos de jogadores de Copa que estão em 2026
A lista de herdeiros da Copa vai além da escalação principal. Outros jogadores do Mundial de 2026 também chegam ao torneio com a referência de pais que já viveram o maior palco do futebol.
Angus Gunn, goleiro da Escócia, é filho de Brian Gunn, que defendeu a seleção no Mundial de 1990. Curiosamente, o pai enfrentou o Brasil naquela edição, em derrota por 1 a 0.
Na Noruega, além de Haaland e Thorstvedt, Alexander Sørloth também carrega uma ligação com Copas. O atacante é filho de Gøran Sørloth, que disputou o Mundial de 1994.
Francisco Conceição, de Portugal, também aparece na relação. O atacante é filho de Sérgio Conceição, que defendeu a seleção portuguesa no Mundial de 2002. Já Giovanni Reyna, dos Estados Unidos, é filho de Claudio Reyna, capitão norte-americano em quatro Mundiais.
Sebastian Berhalter, também dos Estados Unidos, segue uma história familiar diferente: o pai, Gregg Berhalter, disputou Copas como jogador antes de comandar a seleção.
A Copa de 2026, além da disputa pelo título, será palco de reencontros entre gerações. Alguns sobrenomes voltarão a aparecer no maior torneio de seleções do mundo, agora com novos donos da camisa.
Os números também pressionam Cristiano Ronaldo. Até o momento, os dois ostentam o feito de terem marcado em cinco edições de Copa do Mundo. Se Cristiano fizer um gol na campanha de Portugal, vai a seis.
Próximos jogos
A Argentina é líder do Grupo J, e enfrenta a Áustria no Estádio AT&T, em Dallas, no Texas, na próxima segunda-feira (22), às 14h. Jordânia e Argélia se enfrentam 00h de terça (23), no Levi’s Stadium, em São Francisco.
A Argélia estreia na Copa do Mundo de 2026 na noite desta terça-feira (16) contra a Argentina, no Estádio Arrowhead, no Kansas, nos Estados Unidos. Mas há 44 anos, em 1982, a seleção argelina protagoniza involuntariamente um dos maiores episódios de Mundiais e que fez a Fifa mudar regras do campeonato: o “Jogo da Vergonha”.
Foi a partir deste torneio que dois jogos da última rodada da fase de grupos passaram a ocorrer simultaneamente, e a explicação para isso passa pela Argélia. A CNN Esportes separou os detalhes da partida que mudou a história do torneio.
Naquela Copa, Argélia, Alemanha Ocidental, Áustria e Chile estavam no grupo B do Mundial da Espanha. Na primeira rodada, a seleção africana surpeendeu e venceu os alemães por 2 a 1. Já a seleção austríaca, ganhou dos chilenos. À época, cada vitória contava dois pontos.
Na partida seguinte, a Áustria ganhou por 2 a 0 da Argélia e a Alemanha fez um placar elástico contra o Chile, vencendo por 4 a 1. Com os resultados, a seleção africana só precisava vencer o Chile na última rodada e torcer para que os alemães perdessem para a Áustria.
No entanto, os jogos da última rodada não ocorriam no mesmo dia. Assim, a Argélia venceu sua partida por 3 a 2. Mas, no dia seguinte, Alemanha Ocidental e Áustria, que entraram em campo já sabendo do resultado, fizeram o chamado “Jogo da Vergonha”. Ambas as equipes sabiam exatamente o resultado necessário para se classificar.
Com uma vitória simples a Alemanha avançava e os austríacos poderiam perder que ainda passariam de fase. A partida começou com pressão dos alemães, que logo abriram o placar. No entanto, o que se viu após o primeiro tempo foi uma representação do “antijogo”.
As equipes passaram a tocar a bola de um lado para o outro, sem objetividade. As ações serviam apenas para gastar tempo.
A torcida presente no estádio El Molinón, em Gijón, passou a vaiar os times. Além disso, foram entoados gritos de “Argélia”. Após o apito final, alemães e austríacos comemoraram a classificação, mas os torcedores não gostaram da atitude.
Por isso, o episódio que eliminou os argelinos ficou conhecido como a “Vergonha de Gijón” ou “Jogo da Vergonha”.
Após o ocorrido, a Argélia entrou com uma representação na Fifa contra a atitude das duas seleções. Mesmo assim, a entidade máxima do futebol manteve o resultado da partida.
No entanto, o órgão decidiu mudar as regas e estabeleceu que os jogos da última rodada acontecessem no mesmo horário. O objetivo é evitar que episódios como esse ocorram novamente.
Na Copa de 2026, a Argélia enfrenta as seleções da Argentina nesta terça (16), Jordânia no dia 23 de junho, e novamente a Áustria, no dia 27 de junho.
Torcedores de Argentina e Argélia se envolveram em uma confusão na noite dessa segunda-feira (15), na Times Square, em Nova York. O confronto aconteceu na véspera da estreia das seleções pelo Grupo J da Copa do Mundo.
Vídeos publicados nas redes sociais registraram o momento em que torcedores discutem e trocam socos em uma das avenidas mais movimentadas da cidade. Policiais que estavam no local intervieram para separar os envolvidos.
Argentina e Argélia entram em campo nesta terça-feira (16), às 22h (de Brasília), no Arrowhead Stadium, em Kansas City.Além das duas seleções, o Grupo J também conta com Áustria e Jordânia
“É uma grande equipe, com jogadores rápidos no ataque. É um bom time para se ter cuidado e respeitar. Eles vão criar dificuldades”, afirmou Scaloni aos jornalistas ao analisar o primeiro adversário da seleção argentina no torneio.
Além da análise do adversário, o comandante argentino ressaltou a importância de manter a tranquilidade antes da estreia e evitar transformar a partida em um momento decisivo da campanha.
Argentina relembra lição da Copa do Mundo de 2022
“Pela última Copa do Mundo, sabemos que o primeiro jogo não é decisivo, mesmo sendo importante. Temos a tranquilidade de saber que tudo não termina na primeira partida”, declarou Scaloni.
O técnico também atualizou a situação física do elenco. Segundo ele, o atacante Julián Álvarez se recuperou de um problema no tornozelo e está à disposição para atuar na estreia da equipe.
A única dúvida relevante segue sendo o lateral Nicolas Tagliafico. O defensor ainda se recupera de uma lesão na panturrilha e não tem presença garantida entre os titulares.
Otamendi pede atenção defensiva contra a Argélia
O experiente zagueiro Nicolas Otamendi destacou que a condição de atual campeã mundial faz da Argentina um alvo natural para todos os adversários da competição.
Otamendi também usou a experiência da campanha no Catar para alertar sobre os riscos de subestimar qualquer seleção presente no Mundial.
“Temos o exemplo do Catar. Qualquer equipe pode causar problemas”, disse. “Precisamos jogar o nosso futebol. Eles têm bons jogadores. Acima de tudo, precisamos tentar ter uma organização defensiva sólida.”
Grupo J da Copa do Mundo
Argentina e Argélia se enfrentam nesta terça-feira, em Kansas City, pela primeira rodada do Grupo J da Copa do Mundo.
A chave também conta com Áustria e Jordânia, que completam a disputa por duas vagas na fase eliminatória do torneio.
A Argélia espera aproveitar o forte apoio de torcedores locais quando estrear na Copa do Mundo contra a poderosa Argentina, nesta terça-feira (16). O técnico Vladimir Petkovic pediu que sua equipe mantenha o foco no presente e não se deixe intimidar pela importância do confronto.
Os moradores de Lawrence, no estado do Kansas, adotaram a seleção argelina como sua favorita. A equipe montou sua base de treinamento na cidade, localizada a cerca de 65 quilômetros de Kansas City.
Petkovic elogiou o carinho recebido dos novos torcedores.
“Espero que todos os neutros torçam pela Argélia, porque tem sido uma sensação maravilhosa”, afirmou. “Recebemos um apoio incrível, inclusive no nosso treino aberto. Não apenas dos argelinos, mas também dos moradores desta região dos Estados Unidos.”
“Vamos tentar retribuir esse carinho dentro de campo.”
Vídeos mostrando o inesperado apoio à Argélia em Lawrence viralizaram nas redes sociais. As imagens registram cenas emocionantes de torcedores — muitos usando cachecóis da seleção e alguns até às lágrimas — celebrando a presença da equipe e o clima da Copa do Mundo.
“Ver entre 500 e 600 pessoas esperando em frente ao hotel naquela primeira noite me arrepiou”, disse Petkovic. “Eles realmente queriam compartilhar esse momento com o nosso time.”
Apesar da difícil estreia diante da Argentina, atual líder do ranking mundial e uma das favoritas ao título, Petkovic acredita que zebras podem acontecer.
“Esta partida certamente será muito complicada contra uma das favoritas para vencer a competição”, afirmou.
“Mas já vimos nesta Copa de 2026 que nada é impossível. Precisamos acreditar e trabalhar para conquistar algo além do esperado.”
O treinador bósnio destacou que os jogos de abertura costumam ser imprevisíveis.
“Não importa o país, a estreia é sempre uma incógnita para todos”, disse. “Por isso, é importante focar em nós mesmos, dar 100% e buscar um resultado positivo. Um bom resultado na primeira partida traz mais confiança para os jogos seguintes.”
“Tenho o máximo respeito por todos os adversários, mas também respeito as nossas qualidades”, afirmou. “Nunca elaborei um plano específico para parar apenas um jogador, e amanhã não será diferente.”