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Irão: Teerão não aprovou qualquer texto de acordo com Washington

Irão Guerra

O Irão negou hoje ter aprovado qualquer texto relativo a um eventual acordo com os Estados Unidos, depois de o Presidente norte-americano suspender os ataques anunciaram para esta noite, avançaram os meios de comunicação iranianos.

”Não foi aprovado qualquer texto para um protocolo de acordo inicial com os Estados Unidos”, escreveu a Fars, citando uma fonte apresentada como bem informada e próxima da equipa de negociação iraniana.

O Presidente norte-americano, Donald Trump, tinha declarado pouco antes que “as negociações com a República Islâmica do Irão foram levadas ao mais alto nível da liderança iraniana e aprovadas”.

“Eu, na qualidade de Presidente dos Estados Unidos da América, cancelei os ataques aéreos e bombardeamentos previstos contra o Irão para esta noite”, escreveu Donald Trump na sua rede social Truth Social.

“As discussões e os últimos pontos foram, tanto em conceito como em grande detalhe, aprovados por todas as partes envolvidas, incluindo os Estados Unidos, Israel, Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos, Qatar, Turquia, Paquistão, Bahrein, Kuwait, Jordânia, Egito e outros”, adianta na publicação, sem especificar a que se refere.

Trump acrescentou que “a hora e o local da assinatura serão anunciados em breve” e garantiu que o bloqueio naval norte-americano aos portos iranianos permanecerá vigor.

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Esperanças de acordo com Irão levam Wall Street a fechar em alta com Nasdaq a somar mais de 2%

A bolsa de Nova Iorque encerrou sessão, desta quinta-feira, em terreno positivo com o Nasdaq a liderar os ganhos. O Dow Jones somou 1,86% para 50.848,38 pontos, o S&P 500 ganhou 1,73% para 7.393,06 pontos, e o tecnológico Nasdaq valorizou 2,54% para 25.809,66 pontos.

Wall Street apresentou forte recuperação nesta quinta-feira, após as fortes quedas registadas na quarta-feira fruto da divulgação dos dados de inflação de maio nos Estados Unidos, que, apesar de terem sido bem recebidos pelo mercado, e depois da escalada das tensões no Irão.

Hoje, as esperanças de um acordo de paz com o Irão impulsionaram o sentimento do mercado.

O presidente dos EUA contribuiu para o otimismo durante esta sessão, uma vez que, depois de elevar o tom contra o Irão e ameaçar o país persa com ataques “muito duros”, recuou nos bombardeios planeados.

“Uma vez que as negociações com a República Islâmica do Irão foram levadas ao mais alto nível da liderança iraniana e aprovadas, eu, como Presidente dos Estados Unidos da América, cancelei os ataques e bombardeios planeados contra o Irão esta noite “, publicou Trump na sua rede social Truth Social.

O Presidente norte-americano, Donald Trump, afirmou hoje ter chegado a um “ótimo” acordo de paz com o Irão, que poderá ser assinado dentro de poucos dias na Europa.

“Acabámos de chegar a um acordo ótimo para pôr fim à guerra com o Irão e, assim que os documentos forem finalizados, o que deverá acontecer nos próximos dias, provavelmente faremos a assinatura, talvez na Europa”, disse na Casa Branca.

Trump suspendeu hoje ataques anunciados contra a República Islâmica, horas depois de anunciá-los, alegando que um acordo entre Washington e Teerão foi “levado ao mais alto nível da liderança iraniana e aprovado”, enquanto Teerão negou tal desenvolvimento.

Como resultado, o crude West Texas caiu 4,29% para 86,17 dólares e o Brent na Europa tombou 4,77% para 88,66 dólares.

(atualizada)

 

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Governo aprova acordo de cooperação com Moçambique na área do Turismo

IRS Jovem

O Conselho de Ministros aprovou hoje, por decreto, o Acordo de Cooperação entre a República Portuguesa e a República de Moçambique no domínio do turismo, alcançado em dezembro último, no Porto.

No comunicado emitido no final da reunião semanal do Conselho de Ministros, o Governo afirma que o acordo visa “uma cooperação estruturada, duradoura e sustentável entre os dois Estados no setor do turismo”.

Está prevista “a partilha de experiências, boas práticas e conhecimentos técnicos” e “a implementação de programas conjuntos de promoção turística, parcerias estratégicas e iniciativas de capacitação e formação profissional”.

Na declaração final da cimeira que juntou o primeiro-ministro português, Luís Montenegro, e o Presidente de Moçambique, Daniel Chapo, em 09 de dezembro de 2025, no Porto, afirmava-se que o objetivo era “incrementar os fluxos turísticos entre os dois países”, sendo uma das medidas previstas o apoio à criação do Hotel-Escola de Turismo em Moçambique, envolvendo o setor privado.

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Luís Quintais vence Grande Prémio de Literatura DST com obra poética “Nocturama”

O poeta Luis Quintais venceu a edição deste ano do Grande Prémio de Literatura DST, no valor de 15 mil euros, pela obra “Nocturama”, anunciou hoje a empresa que atribui o galardão.

Em comunicado, a DST indicou que o prémio “reconhece uma obra que confirma a singularidade do percurso literário de Luís Quintais”, que classifica como “uma das vozes mais consistentes da poesia portuguesa contemporânea”.

O júri, presidido por José Manuel Mendes, da Associação Portuguesa de Escritores, composto também por Cândido de Oliveira Martins e Carlos Mendes de Sousa, destacou “uma notável construção de linguagem, uma poética que enlaça pensamento e emoção, tanto nos registos biográficos como na análise da realidade social, e uma escrita em que o sentido de medida se torna não raro apelativo”.

“Notações de luz e sombra enquanto evidência de energia criativa e um engenho aprimorados”, descreve o júri, destacando que a obra de Luís Quintais, “de livro em livro, se tem afirmado por uma singularidade admirável”.

Para o poeta e ensaísta, é “muito gratificante” receber o Grande Prémio de Literatura DST, sobretudo por celebrar aquele que considera ser um dos seus “livros mais significativos num percurso que faz trinta anos em 2026”, data em que o prémio lhe é atribuído.

José Teixeira, presidente do DSTgroup, salienta que “o Grande Prémio de Literatura DST continua a afirmar a literatura como um lugar de pensamento, de inquietação e de construção de sentido”.

Quanto à obra de Luís Quintais, José Teixeira considera que “confirma a força da palavra poética enquanto instrumento de lucidez, de resistência e de revelação”.

“Há livros que iluminam e eliminam o vazio existencial e restauram o propósito e o significado da vida. Há livros que nos provam que a poesia pode salvar a economia. ‘Nocturama’ é um desses livros”, acrescentou

A cerimónia de entrega do prémio realizar-se-á no dia 27 de junho, no Theatro Circo, em Braga.

No mesmo dia, Luís Quintais participará numa conversa aberta ao público no MUZEU – Pensamento e Arte Contemporânea dst, proporcionando um momento de encontro entre o autor, os leitores e o universo literário que sustenta a obra vencedora.

Segundo o grupo DST, a edição deste ano, dedicada à poesia, “reafirma a relevância de um prémio que, ao longo de mais de três décadas, tem distinguido algumas das mais importantes vozes da literatura portuguesa contemporânea”.

Alternando, anualmente, entre poesia e prosa, o Grande Prémio de Literatura dst conta no seu historial com autores como Luísa Costa Gomes, José Viale Moutinho, Teolinda Gersão, João de Melo, Lídia Jorge, João Luís Barreto Guimarães e Fernando Guimarães.

No ano passado, a obra vencedora foi “Visitar Amigos e Outros Contos”, de Luísa Costa Gomes.

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Autocarros do Porto em tempo real no Google Maps

Os passageiros dos transportes públicos rodoviários da Área Metropolitana do Porto já podem ver onde estão os autocarros em tempo real através da aplicação Google Maps. A novidade inclui os veículos da rede UNIR e também os carros operados pela STCP.

A partir de agora, as pessoas conseguem saber os minutos exatos que faltam para o autocarro passar na paragem.

Esta melhoria faz parte de um plano da empresa Transportes Metropolitanos do Porto (TMP) para modernizar o serviço através de ferramentas digitais. A ideia é tornar as viagens de transportes públicos mais fáceis e rápidas para toda a gente.

Outro exemplo desse esforço é a aplicação ANDA, que ganhou o Prémio Portugal Smart Cities 2026 na categoria de mobilidade inteligente.

Nuno Neves de Sousa, presidente da TMP, explica que o uso do digital serve para ajudar os cidadãos no dia a dia. Segundo o responsável, colocar estas informações nas aplicações que as pessoas mais usam deixa o transporte público mais próximo, fácil de usar e previsível para todos os utilizadores.

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Eurodeputados negociadores rejeitam proposta da UE para orçamento plurianual até 2034

A eurodeputada socialista Carla Tavares e o eurodeputado romeno Siegfried Mureșan, negociadores do Parlamento Europeu para o orçamento plurianual, rejeitaram hoje a proposta da presidência cipriota rotativa da União Europeia (UE) por não estar “adaptada às realidades atuais”.

“Rejeitamos a proposta do Conselho, que simplesmente não está adaptada às realidades atuais. Não reflete nem as necessidades dos cidadãos europeus nem a posição do Parlamento Europeu, enquanto instituição democrática e orçamental da União”, reagem Carla Tavares e Siegfried Mureșan, numa posição hoje divulgada.

De acordo com os parlamentares, “a proposta do Conselho envia um sinal completamente errado”, já que, “ao reduzir em 2% a proposta global da Comissão, sugere, na prática, que os desafios da Europa exigem menos ação e não mais”.

A presidência cipriota do Conselho da UE apresentou hoje uma “versão revista e mais amadurecida” do orçamento plurianual comunitário, cortando em 32,8 mil milhões de euros a proposta da Comissão Europeia, mas preservando valores da coesão e agricultura.

Em causa está a chamada caixa de negociação, hoje publicada, que servirá de base para a discussão dos líderes da UE na reunião do Conselho Europeu da próxima semana, sendo o mote para negociações interinstitucionais nos próximos meses entre países (no Conselho da UE) e os eurodeputados (no Parlamento).

A proposta da presidência cipriota da UE prevê uma redução global moderada de cerca de 2% face ao orçamento apresentado pela Comissão Europeia, o equivalente a 32,8 mil milhões de euros.

A maior parte dos cortes incidirá sobre a competitividade, a defesa e a ação externa da UE sendo que, segundo Nicósia, mesmo com esta ligeira redução de 3,9%, os programas mantêm níveis significativamente superiores aos do período atual.

Ao todo, com esta revisão, o orçamento da União passaria a representar 1,23% do Rendimento Nacional Bruto (RNB) da UE, ou 1,13% se for excluído o reembolso associado ao fundo de recuperação pós-pandemia, que financia o Plano de Recuperação e Resiliência (PRR).

A ideia é que as políticas de coesão, pescas e agricultura – que foram as únicas que sofreram reduções em termos reais na proposta da Comissão Europeia quando comparadas com o atual QFP 2021-2027 -, mantenham os seus valores.

Visando reforçar o apoio a países mais pobres e atenuar cortes na agricultura e pescas, é defendido mais apoio aos Estados-membros com RNB abaixo de 90% da média da UE dado que têm de investir mais em transportes e ambiente sem terem financiamento suficiente.

Ao mesmo tempo, propõe-se aumentar o orçamento das pescas para dois mil milhões de euros, uma vez que a Comissão Europeia previa um corte de quase 70% neste setor, mas mesmo com este reforço o financiamento das pescas continuará abaixo do nível do atual QFP (em cerca de 38,5% inferior).

Já na agricultura são sugeridos ajustamentos para dar mais flexibilidade à Política Agrícola Comum.

Em julho de 2025, a Comissão Europeia propôs um novo orçamento da UE a longo prazo, para 2028-2034 de dois biliões de euros, acima dos 1,2 biliões do atual quadro, que inclui mais contribuições nacionais e três novos impostos.

O Parlamento Europeu quer um orçamento mais ambicioso, defendendo contribuições nacionais equivalentes a 1,27% do RNB da UE, face aos 1,15% propostos pela Comissão Europeia, sem incluir os encargos associados ao reembolso da dívida dos Planos de Recuperação e Resiliência (0,11% do RNB).

Ao todo, e mesmo sem incluir tais juros, o QFP proposto pelo Parlamento Europeu ronda os 2,014 biliões, o que se compara aos dois biliões propostos pelo executivo comunitário incluindo o reembolso da dívida, estando em causa um aumento de cerca de 10%.

Os colegisladores (eurodeputados e países) vão trabalhar nos documentos técnicos e nos processos negociais com vista a um acordo até final do ano.

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Chega sem entendimento com Governo sobre reforma laboral após reunião com PM

O presidente do Chega afirmou hoje que não foi possível chegar a um entendimento com o Governo sobre a reforma laboral, depois de ter estado reunido com o primeiro-ministro, e reiterou que votará contra “se tudo se mantiver como está”.

“Em relação à reforma laboral, que ocupou a grande parte da conversa que tivemos, não houve possibilidade de chegar a entendimento em relação a essa matéria. Há temas que continuam a dividir profundamente”, afirmou André Ventura, em declarações aos jornalistas na Assembleia da República.

O primeiro-ministro e o presidente do Chega estiveram hoje reunidos na residência oficial do chefe do executivo em São Bento, Lisboa, encontro que o gabinete de Luís Montenegro apenas confirmou como “reunião de trabalho”.

De acordo com André Ventura, um dos temas fraturantes entre o seu partido e o Governo sobre as alterações à lei laboral continua a ser a descida da idade da reforma e a reposição de dias de férias.

“Se tudo se mantiver como está, se não houver alterações da parte do Governo em relação a temas essenciais, o Chega não acompanha esta reforma laboral”, acrescentou Ventura.

De acordo com o líder do Chega, ficou “acordado com o primeiro-ministro” que o partido voltará a “sistematizar as propostas” e a apresentá-las.

Interrogado sobre se haverá espaço para negociar, Ventura respondeu que “depende do Governo”.

Na quarta-feira, em declarações aos jornalistas, o presidente do Chega manifestou-se convicto de que a proposta do Governo de revisão das leis laborais será votada na generalidade, no parlamento, considerando “irracional” um cenário em que esse diploma baixe sem votação diretamente a especialidade.

A proposta de lei do executivo será debatida em plenário no próximo dia 18 e, em princípio, votada na generalidade no dia seguinte, 19 de junho.

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Governo abre novo concurso de 10 milhões para apoiar compra de veículos elétricos

As candidaturas à nova fase do incentivo à aquisição de veículos elétricos abrem hoje com uma dotação de 10 milhões de euros para apoiar soluções de mobilidade mais sustentáveis, anunciou o Governo.

Promovido pelo Fundo Ambiental, o apoio destina-se a incentivar a substituição de veículos com motor de combustão por veículos de emissões nulas, no âmbito do pacote Mobilidade Verde.

Em comunicado, o Ministério do Ambiente e Energia informa que são elegíveis veículos adquiridos desde 01 de janeiro de 2025, desde que os beneficiários não tenham sido abrangidos por fases anteriores do programa e cumpram os critérios definidos no regulamento.

As candidaturas devem ser submetidas através da plataforma do Fundo Ambiental e serão analisadas por ordem de entrada, até ao limite da dotação disponível.

De acordo com o aviso publicado no site do Fundo Ambiental, os veículos ligeiros elétricos de passageiros podem receber apoios de 4.000 euros, no caso de pessoas singulares, e de 5.000 euros, no caso de instituições particulares de solidariedade social.

Para esta tipologia, o preço do veículo não pode exceder 38.500 euros, incluindo IVA e despesas associadas, ou 55.000 euros no caso de veículos com mais de cinco lugares.

O programa prevê ainda apoios para bicicletas, motociclos, ciclomotores, triciclos e quadriciclos elétricos, bem como para carregadores de baterias de veículos elétricos.

As bicicletas elétricas podem receber um apoio correspondente a 50% do valor de compra, até 750 euros, enquanto as convencionais têm um incentivo de 50%, até 500 euros. Nas bicicletas de carga, o apoio pode atingir 1.500 euros nos modelos elétricos e 1.000 euros nos restantes.

Já os motociclos, ciclomotores, triciclos e quadriciclos elétricos podem receber um incentivo até 1.500 euros.

A medida visa contribuir para a descarbonização do setor dos transportes, reduzir emissões e incentivar a utilização de modos de mobilidade mais sustentáveis, segundo o Ministério do Ambiente e Energia.

A ministra do Ambiente e Energia, citada no comunicado, defende que o incentivo contribui para diminuir a dependência de combustíveis fósseis e acelerar a transição energética em Portugal.

“Estamos a reforçar o apoio a quem opta por soluções de mobilidade mais sustentáveis”, reforçou Maria da Graça Carvalho.

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Luís Leite Ramos vai liderar Agência para o PTRR

Luís Leite Ramos, antigo deputado do PSD, vai liderar a Agência para o PTRR – Portugal Transformação, Recuperação e Resiliência, foi hoje anunciado no final do Conselho de Ministros.

O PTRR é um plano de investimentos do Governo no valor de 22,6 mil milhões de euros, com a duração de nove anos, e foi criado para responder à catástrofe de inundações e tempestades, ocorrida no início de 2026, e aumentar a resiliência das infraestruturas em todo o território nacional para prevenir eventos futuros.

Luís Leite Ramos é professor na Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro.

No briefing do Conselho de Ministros, Leitão Amaro admitiu a existência de “uma dimensão de sobreposição” entre a nova Agência para o PTRR e a Estrutura de Missão para a reconstrução da região Centro do país, criada após as tempestades e liderada por Paulo Fernandes, mas explicou que “as tarefas são diferentes”.

Referiu que o PTRR, apesar de também ter um pilar de reconstrução e recuperação das infraestruturas afetadas pelo mau tempo, à semelhança da Estrutura de Missão para a região Centro, tem outros duas outras vertentes que visam a prevenção e a resiliência de infraestruturas e equipamentos espalhados por todo o território.

Estes dois pilares, o do reforço e o da resiliência “estão a cargo da Agência para o PTRR”, afirmou Leitão Amaro, reforçando que a missão do organismo que vai ser liderado por Luís Leite Ramos, até 2034, é a de acompanhar “num nível mais macro o grau de execução”.

O ministro acrescentou que a Agência para o PTRR acompanhará e “receberá o reporte da execução” da Estrutura de Missão para a região Centro, para de seguida o “comunicar ao país de forma agregada”.

Leitão Amaro referiu ainda que Luís Leite Ramos “é um reputado académico com responsabilidades muito reconhecidas, incluindo na CCDR Norte, e com responsabilidades de coordenação em estudos profundos sobre o território nacional”.

Realçou ainda a sua “experiência na interação com diferentes entidades públicas, que é exatamente isso de que o PTRR precisa, a capacidade de mobilizar toda a sociedade e toda a administração pública nas suas várias áreas governativas”.

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Cecabank lança serviço de custódia de criptoativos para bancos

A Cecabank lançou o seu serviço de custódia de criptoativos para entidades financeiras. O banco caminha ao lado do Renta 4 Banco na criação de serviços de compra e venda no mundo digital.

A Cecabank leva toda a sua experiência do negócio tradicional para esta nova tecnologia. A empresa utiliza uma infraestrutura muito segura para guardar e gerir as moedas digitais. Para as operações funcionarem, ela conta com o apoio da parceira Bit2Me. Esta parceria estratégica começou em maio de 2024. A Bit2Me é uma empresa especialista no mercado de moedas digitais. Ela cumpre todas as regras do novo regulamento europeu MiCA.

O projeto ganhou vida após a Cecabank conseguir uma licença especial para trabalhar com criptoativos. Esta licença permite ao banco receber, transferir e cuidar das ordens digitais de forma legal. O novo sistema junta a força de duas empresas. A Cecabank traz o seu saber sobre regras do mercado.

Por outro lado, a Bit2Me oferece a tecnologia rápida para as trocas. Desse modo, os bancos podem oferecer novos serviços aos clientes sem complicações. O sistema reduz os problemas técnicos porque usa uma rede que já foi testada e aprovada. O modelo une a segurança da banca antiga com a velocidade do mundo digital.

Os clientes finais vão poder comprar e vender as moedas digitais mais famosas, incluindo as moedas digitais estáveis. No plano dos negócios, esta novidade coloca a Cecabank como uma ponte importante entre os bancos comuns e o mundo cripto. O banco foi o primeiro custodiante B2B a conseguir a licença oficial da CNMV em julho de 2025. A Cecabank também é o único banco em Espanha inscrito no Banco de Espanha desde o final de 2024. Agora, a empresa já quer crescer e levar estes serviços para a Irlanda, Portugal e Luxemburgo.

Aurora Cuadros, diretora da Cecabank, explicou que levar o trabalho tradicional para o digital é um passo natural. Afirmou que o banco ajuda os seus parceiros, como o Renta 4 Banco, a dar o máximo de segurança às pessoas. Além disso, destacou que o modelo poupa custos e dores de cabeça para as outras empresas financeiras.

Já Gabriel Ayala, diretor da Bit2Me, celebrou o novo serviço em conjunto. Sublinhou que a união com a Cecabank e o Renta 4 Banco prova que Espanha está a liderar a entrada dos ativos digitais nos bancos da Europa.

 

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Trabalhadores da Lusa acusam Governo de confundir denúncia do AE com negociação

Os órgãos representativos dos trabalhadores da Lusa acusaram hoje o Governo de confundir a negociação do Acordo de Empresa (AE) da agência de notícias com a sua denúncia, garantindo que o executivo nunca os informou desta intenção.

“Uma coisa é renegociar, outra coisa é denunciar o AE”, sustentam, recordando que “os trabalhadores reunidos em plenário exigiram a mudança de posição do CA [Conselho de Administração], em ato de boa fé, para que seja retirada a denúncia do AE para o reestabelecimento de alguma paz social abrindo o caminho para uma negociação que deve ser séria e responsável”.

Em comunicado, os sindicatos dos Jornalistas (SJ), dos Trabalhadores do Setor de Serviços (Sitese) e dos Trabalhadores das Indústrias Transformadoras, Energia e Atividades do Ambiente do Centro-Sul e Regiões Autónomas (Site CSRA) e a Comissão de Trabalhadores (CT) da agência garantem que, “em nenhum momento dos encontros institucionais entre os órgãos representativos dos trabalhadores (ORT) da Lusa, o Governo referiu a vontade de denunciar o AE”.

Esclarecem que, desde setembro de 2025 o Governo, através do ministro da Presidência, António Leitão Amaro, “abordou questões relacionadas com que o chegou a classificar publicamente como ‘processo de transformação da Lusa para melhor’, propondo novos estatutos, supostas sinergias com a RTP e um futuro processo de rescisões amigáveis”, mas sem nunca referir a intenção de denuciar o AE.

“O AE foi denunciado formalmente em reunião com os sindicatos e comunicado à Comissão de Trabalhadores no passado dia 28 de maio, situação contestada pelos ORT e pelos trabalhadores em plenário realizado na agência Lusa, no dia 02 de junho”, dizem.

“A resposta transmitida pelo Governo hoje a uma pergunta institucional do Bloco de Esquerda (BE) sobre o AE da agência Lusa não corresponde à verdade, demonstrando falta de objetividade e entendimento sobre as posições dos profissionais”, acrescentam.

A pergunta parlamentar colocada a Leitão Amaro pelo deputado único do BE, Fabian Figueiredo, procurava saber se o ministro tinha tido conhecimento prévio da decisão da administração da Lusa de denunciar o atual AE e que orientações foram dadas pelo acionista Estado relativamente à negociação coletiva na agência.

Em resposta, o Governo afirmou que “estava informado sobre a intenção do Conselho de Administração da Lusa em prosseguir com negociações com representantes dos trabalhadores, com vista à valorização das respetivas condições, e que envolveria também a revisão” do AE.

O executivo referiu “que a renegociação do Acordo de Empresa tinha já sido defendida por sindicatos e Comissão de Trabalhadores em reunião com o ministro da Presidência” e que “foi informado da posição que entendeu partilhada por Conselho de Administração e representantes de trabalhadores de que a revisão do acordo de empresa é necessária para um melhor e mais sustentável futuro das condições de trabalho e da empresa”.

“O Governo registou o entendimento comum de que a renegociação do Acordo de Empresa é também boa para os trabalhadores”, apontou o gabinete do ministro na resposta ao parlamento.

Os sindicatos presentes na Lusa e a Comissão de Trabalhadores da agência salientam, contudo, que “o Governo entendeu mal”, lamentando, mais uma vez, “a forma pouco adequada e irresponsável como o Governo, e neste caso, o Conselho de Administração da Lusa, têm lidado com assuntos de capital importância para o futuro da única agência de notícias de Portugal, obrigada a cumprir o serviço público de notícias”.

Além de questionar o Governo sobre se teve conhecimento prévio da decisão da administração da Lusa de denunciar o atual AE, o BE perguntou também ao Governo se considerava aceitável que os aumentos salariais fossem condicionados à assinatura de um novo acordo coletivo, que orientações tinham sido dadas pelo Estado enquanto acionista e que garantias existiam de que as negociações decorreriam sem pressão sobre os trabalhadores.

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Mau tempo: Governo apoia com 500 milhões reconstrução de equipamentos de rádios locais

O Governo aprovou, esta quinta-feira, uma linha de apoio no valor de 500 milhões de euros destinada à reconstrução dos equipamentos das rádios locais e regionais afetadas pelas tempestades do início do ano.

Segundo o ministro da Presidência, Leitão Amaro, foram afetados pelo mau tempo muitos equipamentos de transmissão e retransmissão de estações de rádio locais e regionais, colocando em causa a prestação do serviço de radiodifusão em áreas já de si prejudicadas pela existência de “desertos informativos”.

A medida foi aprovada na reunião do Conselho de Ministros realizada hoje.

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Governo demite diretora clínica dos cuidados primários da ULS Santa Maria e nomeia Rita Molinar

saúde

O Governo demitiu a diretora clínica dos cuidados primários da ULS Santa Maria, alegando ser urgente renovar a liderança face aos 120 mil utentes sem médico de família, e nomeou a médica Rita Molinar para o lugar.

Numa resolução do Conselho de Ministros (CM), hoje publicada em Diário da Republica, o executivo justifica a demissão de Eunice Carrapiço com base na lei, que permite a cessação de funções de gestores públicos por mera conveniência e que a dissolução pode ocorrer a qualquer tempo, por decisão do órgão responsável pela nomeação.

Segundo o Governo, os desafios da ULS Santa Maria impõem “uma nova dinâmica urgente, efetiva e eficiente”, conjugada com “uma reorganização funcional, moderna, eficaz e sustentável”, capaz de responder aos cerca de 120 mil utentes sem médico de família e concretizar “os vários projetos de articulação de cuidados e de inovação que exigem uma gestão diária e empoderada”.

“Apesar do esforço do atual conselho de administração, entende-se que para que esta unidade de saúde esteja efetivamente preparada para enfrentar os atuais e futuros desafios, e para que consiga imprimir uma nova dinâmica às unidades de Cuidados de Saúde Primários em Lisboa Norte e Mafra, é necessário e urgente renovar a sua liderança clínica”, salienta a resolução da Presidência do Conselho de Ministros, que entra em vigor na sexta-feira.

Para o Governo, é necessário que a gestão da instituição seja assegurada por “um conselho de administração capaz de adotar estratégias eficazes, quer de planeamento quer de gestão eficiente dos recursos disponíveis”, com “o objetivo último de se alcançar uma efetiva melhoria no acesso aos cuidados de saúde”.

Neste contexto, e por proposta do Conselho de Administração da ULS Santa Maria, presidido por Carlos Martins, o Governo nomeou Rita Molinar como diretora clínica para a área dos cuidados de saúde primários, que exercerá funções até completar o mandato em curso do atual Conselho de Administração.

A nomeação recebeu parecer favorável da Comissão de Recrutamento e Seleção para a Administração Pública (CReSAP).

Uma fonte hospitalar disse à Lusa que Eunice Carrapiço estava de baixa desde fevereiro de 2025, situação a que se seguiram uma licença de parentalidade de seis meses e um período de férias.

Segundo a mesma fonte, a administração solicitou a sua substituição por considerar que, tratando-se da maior ULS do país, “era imperioso” assegurar um conjunto de reformas destinadas a reforçar a articulação entre a área hospitalar e os cuidados de saúde primários.

Ana Rita Molinar é especialista em Medicina Geral e Familiar desde 2015. Atualmente, coordena a USF Professor Guilherme Jordão e, desde novembro de 2025, exerce funções como coordenadora dos adjuntos da direção clínica para os cuidados de saúde primários da ULS Santa Maria.

Tem experiência em gestão e coordenação de equipas, organização da atividade assistencial e desenvolvimento de projetos clínicos.

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Cabaz alimentar desce para 255,57 euros com maior queda das últimas semanas

O preço do cabaz alimentar essencial caiu para os 255,57 euros esta semana, registando uma descida de 3,74 euros face à semana anterior, segundo a monitorização da DECO PROteste. Esta descida é a maior das últimas semanas e surge após uma subida no período anterior, colocando o custo total dos 63 bens alimentares perto dos valores que eram registados no início de abril.

Apesar do alívio recente, a tendência a longo prazo revela que fazer compras continua mais caro do que em anos anteriores. No início deste ano, o mesmo cabaz custava menos 13,75 euros, o que representa uma poupança de 5,69% para os consumidores em comparação com o cenário atual.

A diferença cresce quando a comparação é feita com o período homólogo de 2025, altura em que os mesmos produtos ficavam 14,79 euros mais baratos, ou seja, menos 6,14%. O impacto da inflação torna-se ainda mais evidente face ao início de 2022, antes do início da guerra na Ucrânia, quando os portugueses gastavam menos 67,87 euros para encher o carrinho, uma diferença expressiva de 36,16%.

Na análise à última semana, entre os dias 3 e 10 de junho, os produtos que registaram as maiores subidas percentuais de preço foram a couve-coração, com um aumento de 15 cêntimos (9%), o pão de forma sem côdea, que subiu 16 cêntimos (7%), e a manteiga com sal, que ficou 12 cêntimos mais cara (5%).

Olhando para o histórico do último ano, a couve-coração volta a destacar-se com uma subida de 37%, custando agora 1,85 euros por quilo. No topo dos maiores aumentos face ao mesmo período do ano passado estão também o carapau, que encareceu 32% para os 5,38 euros por quilo, e os brócolos, com uma subida de 28% e um preço atual de 3,39 euros por quilo.

Se o ponto de partida for o início da contagem da DECO PROteste, a 5 de janeiro de 2022, os recordistas dos aumentos percentuais são diferentes. A carne de novilho para cozer lidera as subidas com um disparo de 125%, custando hoje 13,08 euros por quilo. Seguem-se a couve-coração, com um agravamento de 87% para os 2,10 euros por quilo, e os ovos, que registaram uma subida de 84% e fixam-se atualmente nos 2,10 euros.

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Banco Mundial prevê abrandamento do crescimento global para 2,5% em 2026

O Banco Mundial prevê que o crescimento global desacelere para 2,5% em 2026 devido ao conflito no Médio Oriente, segundo as projeções divulgadas hoje.

Esta taxa de crescimento da economia, a concretizar-se, seria a mais fraca desde o início da covid-19, devido ao conflito no Médio Oriente, que está a “elevar os preços da energia, alimentar a inflação e aumentar os custos de financiamento em todo o mundo”, lê-se no documento.

Segundo as estimativas do Banco Mundial, o crescimento das economias avançadas vai abrandar para 1,5% em 2026, principalmente devido ao impacto da subida dos preços na energia.

Na zona euro, os impactos na economia serão sentidos devido à dependência da região nas importações de gás natural e petróleo, mas apesar disso, as perspetivas permanecem apenas ligeiramente mais fracas do que as previsões de janeiro, na sequência de dados melhores do que o previsto no final de 2025 e um início sólido em 2026.

Já o crescimento nos mercados emergentes e economias em desenvolvimento deverá desacelerar para 3,6% este ano, sendo que para todas as regiões deste grupo, o crescimento deste ano deverá ser mais fraco do que em 2025.

As previsões de crescimento foram revistas em baixa para dois terços das economias, face a janeiro, nota o Banco Mundial, com destaque para as economias em desenvolvimento, que estão a “suportar uma parcela desproporcional do fardo”.

Neste cenário, o Grupo Banco Mundial decidiu disponibilizar entre 50 e 60 mil milhões de dólares para ajudar os países em desenvolvimento a proteger os mais vulneráveis, manter a capacidade orçamental e apoiar empresas e empresas, com capacidade para aumentar esse valor caso as condições se deteriorem mais.

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Irão: Produção de petróleo da OPEP mantém-se 34% abaixo do produzido antes da guerra

petróleo

Os países da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP) produziram em maio uma média diária de 18,82 milhões de barris, menos 34% que em fevereiro, antes da guerra no Irão e o bloqueio do estreito de Ormuz.

No total, e face a fevereiro, são menos 9,8 milhões de barris de petróleo por dia, segundo os dados de vários institutos independentes e citados no relatório mensal do grupo, hoje publicado, contribuindo para uma redução de 34% face a fevereiro, uma variação em linha com a registada em abril face ao mesmo mês.

Face a abril, em maio foram produzidos menos 177 mil barris por dia, em particular devido à quebra mensal de 546 mil barris diários do Irão (para 2,3 milhões de barris por dia).

Os dados incluem ainda a produção dos Emirados Árabes Unidos, que saíram da organização no início do mês, e que contribuíram para a produção de 2,1 milhões de barris por dia.

A Arábia Saudita, maior produtor mundial, bombeou 6,9 milhões de barris por dia, numa subida de 157 mil barris em cadeia, mas longe dos 10 milhões diários produzidos antes de os Estados Unidos da América e Israel terem lançado um ataque contra o Irão, no final de fevereiro.

No mês em análise, também o Iraque, o Kuwait e os EAU tiveram subidas da oferta, embora tenham sido insuficientes para cumprir as quotas de produção mais elevadas que o grupo acordou nos últimos meses.

A redução da oferta refletiu-se no preço de barril de referência para a organização, composto por 12 tipos de crude, que em maio foi vendido por uma média de 114 dólares, 5,5% acima da média de abril.

Já os dez países petrolíferos aliados da OPEP, que inclui Rússia, bombearam em maio 14,3 milhões de barris, um número semelhante ao produzido em abril.

No total, a OPEP+, que junta os países da OPEP e seus aliados, produziu 33,13 milhões de barris por dia em maio, contra 42,75 milhões de barris por dia em fevereiro.

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Irão: Portugal vai ativar cláusula de salvaguarda da UE para acomodar despesas energéticas

Portugal vai ativar a cláusula de salvaguarda das regras orçamentais da União Europeia (UE), conforme permitido por Bruxelas, para acomodar temporariamente despesas adicionais energéticas face à atual crise, sem que isso seja um incumprimento, anunciou hoje o Governo.

“A Comissão entende, também é pedido em vários países, que deve criar agora uma cláusula de exceção, como criou para as regras para a despesa com defesa. Nós acompanhamos essa decisão, iremos acionar essa cláusula como a acionámos para a defesa”, anunciou o ministro das Finanças, Joaquim Miranda Sarmento.

Falando aos jornalistas portugueses no Luxemburgo, à chegada para a reunião do Eurogrupo, o governante apontou que, “de acordo com o FMI [Fundo Monetário Internacional] e com a Comissão Europeia, Portugal é o quinto país da União Europeia […] que tem os maiores apoios em percentagem do PIB [Produto Interno Bruto]”.

“Portanto naturalmente ajuda-nos a poder continuar e robustecer os apoios, em função daquilo que seja a evolução do conflito” no Irão, causado pelos ataques israelitas e norte-americanos, acrescentou Joaquim Miranda Sarmento.

Na prática, Portugal quer beneficiar desta flexibilidade temporária que permite ao país desviar-se da trajetória orçamental acordada, no que toca à despesa, sem incorrer num incumprimento das regras comunitárias, numa altura em que já recorre a um alívio semelhante para a área da defesa.

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