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Ana Paula Siebert surge de biquíni e se choca: “Que paraíso é esse?”

A influenciadora Ana Paula Siebert, 38, se surpreendeu com as belezas dos Lençóis Maranhenses, no estado do Maranhão, em viagem iniciada na última terça-feira (9).

A esposa de Roberto Justus, 71, usou as redes sociais para mostrar algumas das imagens do local. Ela andou de helicóptero por cima da água e fez muitas fotos e vídeos ostentando looks pelas dunas. “Gente, que paraíso é esse?”, escreveu a famosa em um vídeo.

Sem se preocupar com a quantidade de postagens, Ana Paula registrou vários momentos do passeio pelo local. “Nem acredito que demorei tanto para vir aqui”, comentou ela em outro registro enquanto aproveitava o vento.

No feed, a influenciadora publicou registros bem produzidos no local e definiu: “Impactada”.

Nos comentários, seguidores ficaram encantados com a publicação de Ana Paula Siebert. “Seja muito bem-vinda ao nosso Maranhão, que muita gente fala mal, mesmo sem conhecer”, avaliou um fã. “É muito impactante mesmo. Acho que todos têm a mesma reação. Queria ir todos os anos para esse lugar mágico”, escreveu uma admiradora.

Quem é Ana Paula Siebert?

Ana Paula Siebert é formada em Direito e conheceu Roberto Justus em “O Aprendiz”, programa exibido pela Record, em 2009. Os dois iniciaram um relacionamento amoroso em “O Aprendiz – O Retorno”, em 2013. Eles se casaram em 2015 e a filha do casal, Vicky, nasceu em 2020.

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Bella Longuinho afirma ter terminado namoro: “Eu fui agredida”

A influenciadora Bella Longuinho, 24, revelou em suas redes sociais na última terça-feira (9) que terminou o relacionamento com Will Leite. A famosa afirmou em seu relato ter sido agredida em público pelo ex-companheiro.

No Instagram, ela alegou que a situação de violência foi assistida por outras pessoas. “Eu fui agredida pelo meu namorado numa festa em público, eu nunca me senti tão humilhada na minha vida”, revelou.

Bella orientou que outras mulheres que passaram por situações semelhantes não perdoem os episódios de violência.

“Não aceitem nenhum pedido de desculpa. Isso vai acontecer de novo, e eu acho que ninguém merece passar por isso. Podem saber que eu já estou segura, que está tudo bem, e a gente terminou da melhor forma possível, tentei ser o mais transparente com ele possível”, declarou.

Will Leite decidiu não se pronunciar sobre o assunto até o momento. O rapaz desativou as contas nas redes sociais, por isso a CNN Brasil não conseguiu contato com ele.

6 meses de namoro

Bella Longuinho e Will Leite estavam juntos oficialmente desde o início de janeiro. Os dois já se conheciam desde 2025. Em setembro, ele chegou a acompanhar o processo enfrentado pela influenciadora durante a cirurgia de redesignação sexual.

“2025 não foi um ano fácil. A transição nunca é simples, nunca é leve sozinha. Mas ter você ao meu lado transformou medo em coragem, dor em acolhimento e insegurança em amor. Obrigada por segurar minha mão em cada etapa, por me lembrar todos os dias que eu não estava sozinha”, escreveu ela quando assumiu o relacionamento.

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O orgulho de poder ter orgulho

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O fim da construção de 144 anos da Sagrada Família com a Torre de Jesus

É inevitável — todo mundo olha para cima. Quando os visitantes chegam à Sagrada Família, em Barcelona, seus olhos seguem instintivamente as linhas surreais e retorcidas das torres esculpidas da basílica até alcançarem o topo de cada agulha.

Agora, os olhares vão mais alto do que nunca. Mais de 144 anos após o início da construção, a igreja mais alta do mundo atingiu sua altura final de 172,5 metros (566 pés) em fevereiro, com a instalação de seu último grande elemento estrutural: uma cruz no topo da torre central de Jesus Cristo.

Adiada por guerras, política e falta de verbas, a presença imponente — mas inacabada — da Sagrada Família dominou o horizonte de Barcelona por décadas. Agora, a tão esperada torre final está, enfim, pronta para sua inauguração.

Na quarta-feira, o Papa Leão XIV — o 11º pontífice a reinar desde o início do projeto — celebrará uma Missa Solene e uma bênção cerimonial. Embora ainda restem anos de trabalhos não estruturais pela frente, 2026 há muito tempo é apontado como o ano desta grande abertura oficial. A inauguração da 18ª torre marca exatamente 100 anos da morte do arquiteto visionário da igreja, Antoni Gaudí.

Um triunfo de cores, artesanato e uma geometria extraordinária, a Sagrada Família é um monumento não apenas à fé, mas também à reverência de Gaudí pela natureza e seu domínio da engenharia complexa. Sua conclusão é um testemunho do esforço de inúmeros designers e arquitetos que precisaram decifrar as plantas da igreja, em grande parte destruídas na década de 1930.

De certa forma, a complexidade do projeto foi sintetizada por esta última peça do quebra-cabeça arquitetônico. Com sua superfície branca brilhante que reflete o sol escaldante da Espanha, a cruz que coroa a Torre de Jesus Cristo (as outras 17 torres são dedicadas aos 12 apóstolos, aos quatro evangelistas e à Virgem Maria) é tão alta quanto um prédio de cinco andares e pesa cerca de 100 toneladas. Sua instalação foi um processo complexo que durou meses.

Segundo Mauricio Cortés, o arquiteto responsável, Gaudí havia imaginado uma cruz reflexiva que brilhasse durante o dia e iluminasse o horizonte à noite. Cortés, como todos os seus antecessores, enfrentou dois grandes desafios: manter-se fiel à visão de Gaudí e, ao mesmo tempo, atender a exigências rigorosas de engenharia — neste caso, garantir que a agulha da torre permanecesse relativamente leve.

A cruz foi fabricada na Alemanha e entregue na Espanha em 14 seções pré-moldadas de concreto e aço inoxidável. Este último material, embora não fosse amplamente utilizado na época de Gaudí, garantiu a resistência necessária ao mesmo tempo em que reduziu o peso total. Essa convergência entre história e modernidade foi um dos muitos consensos delicados necessários para tirar o projeto do arquiteto do papel.

Uma vez em Barcelona, cada seção foi içada por um guindaste até uma oficina localizada a 60 metros (200 pés) de altura, bem acima da nave central da basílica. Lá, os operários finalizaram as peças com acabamento interno de pedra, revestimento de cerâmica branca esmaltada e vitrais com vidros de origem local, antes de a estrutura ser montada e erguida até sua posição final.

“Obviamente os tempos mudaram — a tecnologia evoluiu, assim como as regulamentações”, disse Cortés à CNN durante uma visita guiada pela basílica antes da inauguração. Mas o arquiteto mexicano está confiante de que a igreja permanece fiel à visão original de Gaudí. “Temos certeza de que estamos muito próximos [dos planos dele] para o exterior”, acrescentou. “Já no interior, como ele não o definiu em detalhes, há mais margem para interpretação.”

Projeto de Gaudí tem saído do papel • Maria Contreras Coll for CNN via CNN Newsource

Fé nas alturas

Do ponto de vista privilegiado da oficina suspensa, é possível ver não apenas a cidade inteira, mas também os elementos arquitetônicos mais altos da basílica. O teto da nave central explode em cores, com seus frontões decorados em cerâmica vibrante. As torres sineiras no topo das fachadas da Natividade e da Paixão — imensas paredes que contam suas respectivas narrativas bíblicas em pedras ornamentadas — são coroadas com pináculos que parecem insígnias, feitos de mosaicos de vidro veneziano cintilante.

É uma visão que Gaudí sabia que nunca veria em vida. Quando assumiu o projeto no lugar do arquiteto Francesc de Paula Villar, que renunciou após um desentendimento com o idealizador da obra, ele entendeu que não viveria para vê-lo concluído. A escala e a complexidade de sua visão tornavam isso quase impossível.

“Meu cliente não tem pressa”, respondeu Gaudí em uma frase que ficou famosa ao ser questionado sobre os prazos de conclusão. Seu cliente não era o idealizador da obra e nem os fiéis de Barcelona: era Deus.

O arquiteto catalão viveu o suficiente para ver a primeira torre concluída. Mas ele jamais poderia prever os obstáculos que atrasariam o projeto após sua morte, em 1926.

Dois fatores foram particularmente prejudiciais para o avanço das obras: o dinheiro e a Guerra Civil Espanhola.

O país mergulhou no caos dez anos após a morte de Gaudí. Em julho de 1936, anarquistas incendiaram a cripta da igreja e invadiram a oficina do arquiteto, destruindo muitas de suas plantas e modelos de gesso. Felizmente, nem tudo desapareceu.

Grande parte das informações perdidas foi reconstruída por discípulos e colaboradores de Gaudí, que haviam documentado suas ideias em livros, artigos, desenhos e fotografias. O trabalho deles serviu como um guia valioso para as gerações posteriores de arquitetos.

Talvez o mais importante seja que ele deixou para seus sucessores uma espécie de lógica de design, explicou Jordi Faulí, o arquiteto-chefe que atualmente supervisiona as obras. Embora o trabalho subsequente tenha utilizado tecnologia moderna — desde softwares de modelagem digital até robôs industriais —, a lógica subjacente permaneceu.

“Ele criou um método para projetar um sistema”, disse Faulí, acrescentando: “Quando analisamos os fragmentos [que restaram] de seus modelos, ou fotos deles, conseguimos interpretá-los facilmente, porque entendemos as superfícies que Gaudí usou no projeto e como elas se cruzam.”

O financiamento foi outro desafio. Por ser um “templo expiatório”, a igreja é financiada inteiramente por doações e, desde que foi aberta oficialmente ao público em 2010, pela receita dos visitantes.

A vulnerabilidade desse modelo ficou clara durante a pandemia da Covid-19, quando o turismo entrou em colapso e a venda de ingressos despencou. Desde então, no entanto, o número de visitantes se recuperou fortemente. Só em 2025, a basílica recebeu quase 5 milhões de pessoas.

A luz invade a nave central através dos vitrais da Fachada da Paixão, que foi concebida em um estilo austero e anguloso para transmitir o sofrimento de Jesus Cristo. A impressionante nave, consagrada pelo Papa Bento XVI em 2010, tem quase 45 metros (150 pés) de altura • Maria Contreras Coll for CNN via CNN Newsource

Polêmica em fogo brando

A Sagrada Família pode parecer completa agora, mas está longe de estar terminada. Com a Torre de Jesus Cristo erguida — sem contar o interior, que deve ser concluído até 2028 —, as atenções se voltaram para a Fachada da Glória.

A terceira e última das fachadas decoradas de Gaudí foi pensada pelo arquiteto como a grande entrada principal da basílica. Sua construção, no entanto, gerou tensões com os moradores que vivem em frente ao local.

O problema central é uma proposta de escadaria. Como o pórtico de entrada fica a cerca de 4 metros (13 pés) acima do nível da rua, a Junta Construtora do Templo Expiatório da Sagrada Família (a fundação sem fins lucrativos responsável pelas obras) propôs uma escadaria monumental para ligar a basílica à rua, permitindo que o trânsito passe por baixo.

Para isso, seria necessário um espaço significativo, o que poderia exigir a demolição de edifícios residenciais diretamente opostos à igreja. Por conta disso, muitos comerciantes e moradores locais se opõem à proposta.

Entre eles está Alicia Busquets, que mora no bairro há três décadas. Seu apartamento oferece uma vista excepcional da basílica, mas a incerteza que cerca o projeto tornou-se uma fonte de preocupação constante, impedindo-a até mesmo de investir em reformas.

“Quem pode garantir que daqui a dois anos a minha casa não será derrubada?”, perguntou ela.

Suas preocupações são compartilhadas por muitos vizinhos, que afirmam ainda não ter informações claras sobre o cronograma das obras, segundo Salvador Barroso, presidente de uma associação criada pelos moradores afetados pelas propostas. A Junta Construtora, por sua vez, declarou que precisa primeiro chegar a um acordo com as autoridades municipais antes de abrir diálogo com os moradores.

É improvável que a polêmica ofusque as celebrações desta semana. Mas ela serve como um lembrete de que a basílica continua inacabada e que o destino das pessoas que passaram anos vivendo sob sua sombra permanece indefinido.

“Estamos em um impasse”, disse Barroso. “Há muitos boatos, muita coisa sendo dita, mas a realidade é que não há nada garantido. Com a visita do Papa chegando em poucos dias… isso aqui está parecendo uma panela de pressão”, concluiu.

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Por que torcer na Copa do Mundo causa ansiedade? Especialista explica

A proximidade da Copa do Mundo aproxima milhões de brasileiros a um ponto em comum: torcer pela seleção. A ansiedade causada pelos jogos é justificável e mais comum do que se imagina, mas sintomas extremos podem atingir os entusiastas mais assíduos do esporte.

A montanha-russa emocional sentida por um torcedor durante um jogo pode ir de sintomas mentais até físicos, deixando o coração acelerado, causando sudorese e até mesmo mudando a respiração.

À CNN Brasil, Mariana Ramos, professora de Psicologia da Afya Centro Universitário Itaperuna, afirma que o esporte muitas vezes deixa de ser entretenimento e se torna um fenômeno social, principalmente durante um evento mundial como a Copa.

“Quando alguém torce por uma seleção, não está apenas acompanhando uma disputa esportiva. Existe um investimento emocional naquele resultado, que envolve pertencimento, identidade, memórias afetivas e até autoestima”, explica.

Sintoma coletivo

Segundo a especialista, mecanismos cerebrais de recompensa são ligados durante grandes eventos. O cérebro passa a entender que aquela experiência é extremamente relevante, mesmo que o torcedor não esteja em campo disputando um jogo.

“Em partidas decisivas, o organismo libera substâncias como adrenalina, dopamina e cortisol, responsáveis por sensações de prazer, excitação e estresse. Por isso, muitas pessoas apresentam reações físicas reais, como aceleração cardíaca, tensão muscular, suor excessivo e ansiedade”, aponta Mariana.

Ela segue: “Mesmo fora do estádio, o torcedor vive subjetivamente aquela experiência como se estivesse dentro de campo. Nosso cérebro possui mecanismos de identificação emocional que fazem com que vitórias e derrotas sejam sentidas de maneira muito pessoal”.

Durante a Copa do Mundo, o fato de ser acompanhada por milhões de pessoas faz com que ocorra um fenômeno de amplificação psicológica coletiva. É comum que sensações como tensão, alegria e frustração sejam compartilhadas socialmente e de maneira muito mais intensa.

Quando se torna perigoso?

Essa euforia deixa de ser saudável quando os sintomas físicos passam a se tornar perigosos para a saúde da pessoa. Há torcedores que lidam com forte irritabilidade, dificuldade para dormir, alteração na pressão arterial, dores musculares e até mesmo crises de ansiedade.

“Muitas pessoas associam jogos importantes a momentos vividos com familiares, amigos e pessoas queridas. Isso faz com que a experiência emocional seja ainda mais significativa”, pontua a psicóloga.

A profissional alerta que um jogo de futebol deve funcionar como um espaço de lazer, conexão e entretenimento, não como fonte de sofrimento extremo ou descontrole emocional. A saúde mental também envolve aprender a lidar com frustrações e regular emoções”, orienta.

Por fim, ela afirma que é necessário evitar excesso de estímulos durante uma partida da seleção na Copa do Mundo. “Quando vivido com equilíbrio, o esporte tem um enorme potencial positivo. Ele promove integração social, sensação de pertencimento, esperança coletiva e fortalecimento de vínculos humanos”, conclui.

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