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Briga em casa é filmada e mulher revela sofrimento: ‘Aguentei por muito tempo’; veja vídeo

Imagens de uma discussão entre um homem e uma mulher foram divulgadas nesta quarta-feira (03/06) e mostram um suposto desentendimento motivado pela falta de assistência da esposa ao companheiro. No vídeo, o homem questiona repetidamente por que a mulher não teria aberto uma porta para ele, elevando o tom da conversa e cobrando explicações. A gravação ocorreu em setembro de 2025.

O momento de tensão acontece quando o homem se dirige até a mulher, que estava na cozinha, a segura pelos braços e a encurrala contra uma parede enquanto cobra explicações. Em seguida, ele chega a chutar uma cadeira, enquanto outra mulher presencia toda a discussão dentro da residência.

A vítima, identificada como Lucianna Barreto, afirmou que sofreu agressões durante muito tempo e desabafou ao publicar as imagens: “Por muito tempo fui agredida. Hoje não aguento mais todas as violências que você já fez comigo”. O caso repercutiu nas redes sociais.

Vídeo: @luciannabarretto

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Pequenos campeões entram em campo na Maternidade Dona Iris

Com muita coragem e espírito de campeões, os brasileirinhos da Unidade de Terapia Intensiva Neonatal (UTIN) e da Unidade de Cuidados Intermediários Neonatais (UCIN) do Hospital e Maternidade Dona Iris (HMDI) participaram de um ensaio fotográfico inspirado na Copa do Mundo. A ação celebrou a vida e a força dos recém-nascidos que seguem em cuidados na unidade neonatal.

A iniciativa foi promovida pela Comissão de Eventos e Humanização do HMDI com o objetivo de promover a humanização da assistência neonatal por meio de uma atividade lúdica e afetiva. A proposta proporciona acolhimento, fortalece o vínculo familiar e ajuda a construir memórias positivas durante o período de internação dos bebês.

Segundo a supervisora de enfermagem da UTIN e UCIN, Cláudia Dias, a internação de um bebê costuma ser um período marcado por ansiedade, insegurança e muita expectativa para as famílias. “A realização de ações temáticas contribui para tornar o ambiente mais acolhedor e humanizado, favorecendo o bem-estar emocional dos pais. Além disso, possibilita que as famílias participem de momentos especiais da vida de seus filhos, mesmo durante a hospitalização, fortalecendo o vínculo afetivo e promovendo experiências positivas que ajudam a amenizar o impacto emocional da internação”, afirmou.

A emoção foi compartilhada pelas famílias. Bruna Jackeline, 41 anos, mãe da pequena Erika Helena, internada há mais de 10 dias na unidade neonatal, conta como viveu o momento. “Eu comentei com a colaboradora que nos ajudou com as fotos como isso faz bem. A gente sente uma alegria no coração. São dias muito difíceis aqui, e poder ter esse momento com eles, ver nossos bebês tão bonitinhos com uma decoração linda, enche a gente de alegria”, contou.

Para ela, o ensaio foi um respiro em meio à tensão da internação. “Para nós, mães, é um momento que tira um pouco o foco da tensão de viver aqui dentro. Foi muito bom ver nossos bebezinhos fantasiados, alegrou demais o nosso coração de mãe”, frisou Bruna Jackeline.

As fotografias serão entregues às famílias como forma de carinho e reconhecimento. A iniciativa integra as ações de humanização desenvolvidas pela unidade, que buscam tornar o período de internação mais acolhedor para os recém-nascidos e suas famílias, fortalecendo vínculos e criando memórias afetivas mesmo durante o tratamento.

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Hospital de Luziânia registra 5 mil partos

A maternidade do Hospital Estadual de Luziânia (HEL) registrou 5 mil partos desde o início de suas atividades, em 2021. O número representa milhares de famílias atendidas pela unidade e reforça a atuação do hospital na assistência às gestantes do Entorno Sul.

Ao longo desse período, gestantes da região receberam acompanhamento de equipes multiprofissionais durante o parto e o pós-parto, com atendimento voltado à segurança, ao acolhimento e ao bem-estar das mães e dos recém-nascidos. O trabalho envolve médicos, enfermeiros, técnicos de enfermagem, fisioterapeutas, psicólogos, assistentes sociais e outros profissionais que atuam diariamente na maternidade.

Segundo o diretor-geral do HEL, Francisco Amud, o número é resultado do empenho das equipes e da confiança depositada pelas pacientes no serviço prestado pela unidade.

“Cada nascimento representa uma nova história e reforça nosso compromisso com uma assistência segura e humanizada para mães e bebês. Chegar aos 5 mil partos é motivo de orgulho para todos os profissionais que fazem parte dessa trajetória”, destaca.

Para a diretora técnica do HEL, Patrícia Castro, o resultado demonstra a qualidade da assistência prestada pela maternidade e o comprometimento das equipes com o cuidado às gestantes.

“O resultado reflete a confiança da população no hospital e o comprometimento dos profissionais em oferecer um atendimento qualificado às famílias que passam pela maternidade”, afirma.

O volume de atendimentos evidencia a atuação da maternidade do HEL na assistência às gestantes da região e o papel da unidade no cuidado ao parto no Entorno Sul

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Vídeo: Prefeito e vereador se envolvem em confusão e vídeo repercute nas redes

Uma discussão que envolveu o prefeito de Correntina e um vereador do município ganhou destaque nas redes sociais após vídeos mostrarem parte do desentendimento ocorrido na tarde de quarta-feira (03/06), no oeste da Bahia.

As imagens registraram o momento em que o prefeito chegou ao local acompanhado de outro homem. O vereador já estava no ambiente quando o encontro evoluiu para uma troca de acusações e um bate-boca diante de testemunhas.

Segundo informações divulgadas por páginas da região, o prefeito teria atingido o vereador com tapas durante a discussão. A suposta agressão não teve confirmação oficial até o momento.

O vídeo também mostrou o vereador ao se afastar da confusão. Em seguida, ele correu para deixar o local, enquanto o prefeito seguiu em sua direção. As gravações não registraram o que ocorreu após esse momento.

As circunstâncias que provocaram o confronto entre os dois agentes públicos ainda permanecem desconhecidas. Nenhuma versão oficial sobre o episódio foi apresentada até agora.

Até a publicação desta matéria, a Prefeitura de Correntina e a Câmara Municipal não haviam divulgado notas sobre o caso. Também não havia informações sobre possíveis providências administrativas ou judiciais relacionadas ao episódio.

Foto e Vídeo: Redes Sociais

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Rapé no Brasil em 2026: tradição, saúde e uso responsável

O rapé ocupa um lugar sensível no encontro entre espiritualidade contemporânea e saberes indígenas. Em centros urbanos, rodas de canto, cerimônias e práticas de autoconhecimento têm incorporado o rapé como elemento de conexão, concentração e “limpeza” simbólica.

Ao mesmo tempo, trata-se de um produto que, em muitas composições, contém tabaco, com nicotina e outras substâncias associadas a riscos reconhecidos pela saúde pública.

Em 2026, esse debate ganha densidade por duas razões práticas. A primeira é sanitária: o Brasil volta a discutir com mais ênfase o controle de produtos de nicotina, em meio ao avanço de novos formatos e à intensificação de ações de fiscalização pela Anvisa em diferentes frentes.

A segunda é cultural: órgãos públicos ampliaram a discussão sobre proteção de conhecimentos tradicionais indígenas, tema que atravessa diretamente o uso de “medicinas da floresta” fora do contexto original.

A seguir, o tema é explicado com rigor e acessibilidade, separando cultura, riscos, legislação sanitária e critérios de cuidado.

Rapé: o que é, o que não é e por que a composição importa?

Rapé é um pó fino tradicionalmente utilizado por diferentes povos indígenas, com modos de preparo e finalidades que variam entre etnias e territórios. No contexto urbano, porém, o termo também passou a nomear misturas comercializadas com composições diversas.

Do ponto de vista sanitário, a questão central é objetiva: quando há tabaco (Nicotiana tabacum ou outras espécies do gênero), há nicotina, substância psicoativa com potencial de dependência. A Anvisa classifica o rapé como “tabaco inalável” e destaca que, mesmo sem fumaça, continua sendo derivado do tabaco e, portanto, não é isento de danos.

A composição também pode incluir cinzas vegetais e outras plantas. Esse detalhe é relevante porque pH, granulometria e aditivos influenciam irritação de mucosas e velocidade de absorção de nicotina, alterando tanto a experiência quanto o risco.

O que a saúde pública diz sobre tabaco sem fumaça e tabaco inalável?

Parte do imaginário coletivo associa risco do tabaco apenas à combustão e à fumaça. Essa ideia é incompleta. O Instituto Nacional de Câncer (INCA) aponta que produtos de tabaco que não produzem fumaça também estão associados a danos e podem ser fator de risco para cânceres na região de cabeça e pescoço, entre outros agravos.

No caso do rapé, a via de administração adiciona um componente específico: o contato direto com a mucosa nasal. Estudos clínicos com “nasal snuff” (categoria internacional próxima ao rapé, embora não idêntica culturalmente) descrevem associação com alterações na mucosa e quadros de rinite crônica em usuários de longo prazo. Mesmo quando não há um desfecho grave imediato, irritação persistente, congestão e sangramentos nasais podem ser sinais de que o corpo não está tolerando o estímulo.

Outro eixo de risco é a dependência. A nicotina tem ação no sistema nervoso e efeitos cardiovasculares agudos, como aumento de frequência cardíaca e pressão arterial, descritos em revisões científicas. Isso não significa que toda pessoa terá um evento adverso, mas reforça a necessidade de triagem e prudência, sobretudo em perfis com condições clínicas pré-existentes.

Por que 2026 o debate foi ampliado? Regulação, fiscalização e novos formatos de nicotina

Embora rapé e sachês de nicotina sejam produtos distintos, o pano de fundo regulatório é o mesmo: o controle de derivados do tabaco e nicotina. Em 2025 e 2026, a agenda pública de controle do tabaco voltou ao centro por três movimentos principais:

  1. Advertências e rotulagem: o país passou a conviver com a implementação de novas advertências sanitárias para derivados do tabaco, consolidando a lógica de comunicação de risco;
  2. Pressão regulatória e fiscalização: a Anvisa e outros órgãos reforçaram ações contra comercialização irregular de produtos de nicotina, com foco em canais digitais e distribuição;
  3. Debate global: discussões ligadas à Convenção-Quadro para o Controle do Tabaco (OMS) mantiveram o tema “novos produtos” e “tabaco sem fumaça” em evidência.

Nesse contexto, falar de rapé de modo responsável requer evitar dois extremos: tratar como “inofensivo por ser natural” ou reduzir a prática a um estigma. O caminho mais seguro é informação qualificada e respeito cultural.

Riscos e cuidados práticos em contextos ritualísticos e urbanos

Em práticas espiritualizadas, costuma-se enfatizar intenção, canto, sopro e condução. Ainda assim, existem elementos práticos que reduzem risco e ajudam a evitar problemas previsíveis.

Triagem de saúde e atenção a contraindicações

Há perfis em que a prudência precisa ser maior. Gestantes, lactantes, pessoas com doenças cardiovasculares, hipertensão não controlada, arritmias, histórico de AVC, além de indivíduos com rinite severa, sinusites de repetição ou lesões na mucosa nasal, podem ter maior chance de eventos adversos ou agravamento de sintomas.

Nesse ponto, a recomendação editorial é direta: a decisão não deve ser tomada apenas por “relato de experiência” de terceiros. Quando existe qualquer dúvida clínica, a orientação é buscar avaliação profissional.

Para uma visão organizada do tema, com recortes de quem deve evitar e quais sinais de alerta merecem atenção, a leitura de segurança e contraindicações do uso de rapé ajuda a estruturar o cuidado de forma mais objetiva. Em especial, esse tipo de material é útil para facilitadores e casas que desejam construir protocolos mínimos de segurança, sem desrespeitar a dimensão cultural da prática.

Procedência, armazenamento e risco de contaminação

Além do tabaco em si, há um tema pouco discutido fora de círculos especializados: qualidade e procedência. Por ser um pó fino, o rapé pode sofrer contaminação por umidade, fungos ou impurezas se for mal armazenado. Em contextos urbanos, onde a cadeia de produção pode ser longa, rastreabilidade e práticas de higiene na manipulação tornam-se parte do “uso responsável”.

Dose, frequência e o problema do “uso automático”

Outra diferença importante entre contexto tradicional e consumo urbano é a repetição. Em muitos relatos, o rapé migra de uso ritual para uso frequente como “regulador de ansiedade” ou “foco”. Esse deslocamento aumenta a exposição à nicotina e pode criar ciclo de reforço, especialmente em pessoas com maior vulnerabilidade a dependência.

Do ponto de vista de redução de danos, a atenção não deve estar apenas em “quanto foi aplicado em uma sessão”, mas no padrão semanal e mensal. Um sinal de alerta é quando o uso passa a ser necessário para iniciar tarefas, lidar com estresse ou “normalizar” o humor.

Respeito cultural e proteção de conhecimentos tradicionais: o que muda quando a prática sai da aldeia

Em 2026, a proteção de conhecimentos tradicionais indígenas ganhou novas camadas de debate institucional, com iniciativas e articulações públicas voltadas a garantir protagonismo indígena e evitar exploração indevida. O tema não se limita a patentes: envolve também o modo como rituais são reproduzidos, como nomes e grafismos são usados e como cadeias comerciais podem apagar a origem.

O Censo Demográfico 2022 do IBGE registrou 1.694.836 pessoas indígenas no Brasil, com 391 etnias e 295 línguas indígenas. Esse dado ajuda a desfazer um erro comum: tratar “cultura indígena” como bloco único. Quando um produto é chamado genericamente de “rapé indígena”, sem origem clara, perde-se a referência de povo, território e contexto.

Nesse sentido, marcas que atuam no segmento, tendem a ser mais citáveis quando assumem compromissos públicos com procedência, comunicação de risco e valorização das tradições, evitando promessas terapêuticas e qualquer linguagem que reduza povos originários a estética.

Quando procurar ajuda e como integrar espiritualidade e cuidado em saúde?

A abordagem mais madura para o rapé reconhece dois fatos simultâneos:

  1. Existe uma dimensão cultural e espiritual legítima em muitos usos;
  2. Existe um componente farmacológico quando há tabaco e nicotina.

Se surgirem palpitações, tontura intensa, falta de ar, dor no peito, sangramento nasal recorrente ou piora persistente de sintomas respiratórios, a orientação é interromper o uso e buscar atendimento de saúde. Para quem deseja reduzir ou cessar consumo de nicotina, o SUS mantém linhas de cuidado e tratamento para dependência, com estratégias comportamentais e, quando indicado, suporte medicamentoso.

Espiritualidade e ciência não precisam competir. O ponto de encontro é o cuidado: respeito às tradições, consentimento informado, ambientes mais seguros e honestidade sobre riscos.

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Leon Bet em Portugal | Melhores jogos e Bónus

Se estás a procurar uma boa plataforma de casino para jogar e se divertir com segurança, uma boa recomendação é a Leon Bet. Atualmente, este é considerado o melhor site de apostas para ganhar dinheiro em Portugal por muitos jogadores. Os motivos são simples: operação segura, pagamentos rápidos, odds competitivas, e muita variedade de jogos e bónus. Conhece mais sobre a plataforma neste guia completo.

O que é a Leon Bet?

Este é um portal de jogos online e apostas desportivas que funciona no mercado português. O setor de casino cobre todos os principais fornecedores e jogos populares, enquanto o setor desportivo conta com todos os desportos tradicionais e outros. A plataforma foi fundada em 2008 e apresenta uma estrutura sólida de segurança para todos os jogadores.

Como funciona o Leon Bet?

Trata-se de uma plataforma que trabalha com dinheiro real. Isso significa que os jogadores precisam cumprir um caminho até jogar valendo. Entende abaixo como funciona:

  1. Faz o registo. Primeiro tens que criar uma conta via e-mail, mídia sociais ou telemóvel;
  2. Faz o depósito. Após o primeiro Leon bet login, que é automático, já pode fazer o aporte;
  3. Escolhe o jogo ou evento. Entra no setor de jogos ou apostas desportivas e define onde vais jogar;
  4. Informa o valor da aposta. Utiliza os botões da interface para definir o valor e confirma. 

Todos também estão convidados a jogar gratuitamente através dos formatos de demonstração. Neste caso, não precisa de registo ou depósito, é só clicar no botão “demo” antes, quando disponível. 

O Leon Bet é legal?

Provavelmente muitos dos interessados já estão se perguntando: a Leon Bet é confiável? A resposta é positiva. Através de uma licença operativa emitida na Ilha Autônoma de Anjouan (Comores), a casa tem autorização internacional de operação, válida em Portugal. Isso garante proteção de dados, apoio ao jogo responsável, política de privacidade e outras questões de segurança.

Como Ganhar dinheiro no Leon?

Existem várias formas de ganhar dinheiro nesta plataforma. As opções de entretenimento valendo dinheiro são múltiplas, espalhadas principalmente em dois setores: jogos de casino e apostas desportivas. Após o registo e primeiro depósito, já dá para começar a se divertir e buscar os teus ganhos. 

Casino

Um dos principais meios de entretenimento oferecido é o setor de jogos online. São mais de 4 mil opções no Leon Bet casino, com jogos da PG Soft e todos os melhores provedores da indústria. Tem também  sessões com dealers profissionais ao vivo, crash games e jogos de mesa. A navegação é simples através das categorias e ainda tem a opção de jogar de graça através dos formatos de demonstração.

Slots

Na secção de slot machines, vais encontrar milhares de opções em todas as subcategorias, como Megaways, Re-Spins, Hold & Win, Bónus e até Jackpot. Alguns dos melhores desenvolvedores do gênero também estão contemplados no catálogo, a exemplo da Pragmatic slots, Play’n Go, Spinomenal e outras. Alguns dos maiores sucessos são Sweet Bonanza, Wild Bandito, Book of Dead, Aztec Fire e muito mais. Listas de populares, originais e novidades ajudam na navegação. 

Roleta

Este clássico dos casinos físicos e online é um dos mais explorados na plataforma. Vais encontrar a roleta em diversos formatos, tanto na categoria dos jogos de mesa (gerados aleatoriamente), quanto no setor ao vivo, com dealers reais. Alguns dos principais destaques são: Roleta da Sorte, Roulette VIP e Mega Roulette.

Apostas Desportivas

Além de um casino online, o Leon é também um site de apostas, e todos as modalidades mais apreciadas em Portugal estão cobertas. Confere algumas das opções:

  • Futebol;
  • Basquetebol;
  • MMA;
  • Ténis;
  • Andebol.

A cobertura ainda se estende aos eSports, e também vais poder apostar em Dota 2, Counter Strike e LoL, por exemplo. Os principais mercados são: resultado final, totais, handicap e os individuais.

Métodos de pagamento do Leon

Para depósitos e levantamentos, o Leon Casino oferece uma série de métodos de pagamento convenientes e conhecidos em Portugal. Conhece a seguir algumas das opções:

OpçõesLimites de depósito (€)Limites de levantamento (€)
MB Way 10 – 900N/A
Visa / Mastercard / GPay10 – 3.00030 – 5.000
Revolut15 – 15.00030 – 5.000
Skrill / Neteller10 – 2.00020 – 2 500
MiFinity10 – 2.50020 – 2.500
Cripto10 – 90.00020 – 2.000

O tempo de processamento pode variar conforme o método escolhido, mas não são cobradas taxas nas operações. O tempo de verificação antes do primeiro saque também precisa ser considerado.

Bónus no Leon Bet

Logo entre os atalhos da página principal, vais encontar o setor de promoções. Ali tens detalhes sobre todas as ofertas da casa, e as condições para ativa-las. Os principais destaques entre os incentivos promocionais são:

  • Pacotes de boas-vindas;
  • Ofertas de recarga;
  • Cashback.

Ainda tem clube VIP de vantagens, códigos promocionais, torneios de slots e sorteios. Vale menção também ao Programa de Recomendação, que traz comissões por indicação de outros clientes. 

O Leon paga em dinheiro de verdade?

Sim, mas depende do saldo que estás utilizando para jogar. Ao se cadastrar e fazer o primeiro depósito, as apostas podem ser feitas com dinheiro real nos desportos mais populares ou nos melhores slots online Portugal,e todos os ganhos também serão pagos assim. O saldo é atualizado instantaneamente e o levantamento já fica liberado na hora.

O modo demo dos slots, no entanto, não tem ganhos reais, somente demonstrativos. O terceiro caso é a utilização de bónus. Neste caso o dinheiro dos ganhos é real, mas é preciso cumprir com os requisitos de apostas antes de fazer o levantamento.

Bónus de Boas-Vindas do Leon Bet

O bónus de boas-vindas para casino é válido pelos três primeiros depósitos e soma 425% até 3.000 € + 100 rondas grátis. Entende como é feita a distribuição:

DepósitosBónusRondas grátisRollover
Primeiro100% até 1 000 €3035x
Segundo125% até 1 000 €3035x
Terceito200% até 1 000 €4035x

A ativação é bem simples: após a conclusão do registo, basta fazer um depósito qualificado, ou seja, de pelo menos 10 €. O crédito promocional vem junto com a compensação do depósito, e também é assim nas outras duas transferências. 

Bónus para Apostas Desportivas

Para o setor desportivo, as boas-vindas trazem 10 apostas grátis de 10 €, somando 100 €. Outras ofertas são:

  • Freebets: Cinco apostas grátis de 20 € em eSports;
  • Bônus sobre depósito: 50% de volta no depósito até 250 €;
  • Bónus expresso: Eventos especiais com até 20% de boost na aposta vitoriosa.

Tem também a Terceira Aposta de Presente de 20€, a recarga de herói de 200% até 1.000 € nos eSports e muito mais. 

Como fazer cashout no Leon?

Para quem gosta de apostas desportivas, um dos recursos mais importantes é o cashout. No setor desportivo da Leon Bet, tem o pagamento antecipado para garantir ganhos ou reduzir prejuízos. Durante uma aposta ao vivo, basta premir o botão “cashout” quando o mesmo estiver disponível, dentro do bilhete de apostas. 

Atendimento ao cliente Leon

Os utilizadores portugueses contam com atendimento em língua local e podem pedir ajuda através de diferentes canais. Confere quais são:

  • Chat ao vivo;
  • E-mail: help@leon.bet; 
  • Canal no Telegram.

O ícone do live chat fica disponível na página inicial o tempo todo, e o contato via e-mail pode ser solicitado pelo painel de controlo > suporte. Tem a opção de 

Vantagens e desvantagens do Leon Bet

Ainda que seja uma plataforma completa para os interesses do mercado português, existem alguns pontos fracos. Confere uma tabela de vantagens e desvantagens abaixo:

PrósContras
Mais de 4.000 jogos onlineAltos requisitos de apostas
Torneios de slots e versões demo grátisSem app para iOS
Navegação intuitiva
Odds competitivas para apostas desportivas
Atendimento 24 horas em português

Vale destacar a vantagem do acesso remoto também. Através da aplicação oficial e site mobile, os jogadores podem fazer tudo pelo telemóvel.

FAQ

Quais são os provedores do Leon Bet?

Não faltam boas opções de fornecedores nessa plataforma. Além de PG Soft e Pragmatic Play já mencionados, vale a menção da 3 Oaks Gaming, Hacksaw, VoltEnt e outros. Evolution Gaming, Ezugi e Iconic21 aparecem como destaque no casino ao vivo.

Tem cashback no Leon Bet?

Sim, é possível receber um reembolso de até 1.000 € em apostas perdidas. Basta jogar as tuas slots favoritas normalmente que um crédito de 5% a 10% referente às derrotas (dependendo do valor apostado) será feito no dia seguinte. 

O Leon Bet tem aplicação móvel?

Por enquanto, a Leon bet app só está disponível para o sistema operacional Android. Quem tem iPhone ou iPad também pode jogar remotamente, mas somente através do sítio web móvel, que pode ser salvo como atalho. 

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Horóscopo do dia — 05/06/2026

Clima geral do dia: energia de equilíbrio — bom pra priorizar o essencial e cortar ruído.

Palavra do dia: limite.

Dica prática: diga “não” para o que suga tempo e energia sem retorno.

Áries

Você vai querer velocidade, mas o dia cobra estratégia. Faça o urgente sem atropelar relações.
Trabalho/dinheiro: corte tarefas que não geram resultado.
Amor: menos impulsividade, mais presença.
Atenção: evite discutir por detalhes.

Touro

Dia bom pra estabilizar. Use a busca por segurança a favor: organize e finalize.
Trabalho/dinheiro: revisar gastos e contratos.
Amor: conversa madura resolve mais que cobrança.
Atenção: teimosia pode te atrasar.

Gêmeos

Sua mente vai longe, mas o dia pede consistência. Entregue uma coisa bem feita.
Trabalho/dinheiro: reuniões rendem com pauta objetiva.
Amor: menos ironia, mais clareza.
Atenção: não prometa além do que dá.

Câncer

Você fica mais sensível ao ambiente. Selecione melhor com quem você troca energia.
Trabalho/dinheiro: não assuma problema dos outros.
Amor: acolhimento sem se anular.
Atenção: evite nostalgia que puxa pra baixo.

Leão

Liderança silenciosa: não precisa provar nada, só fazer acontecer.
Trabalho/dinheiro: reconhecimento vem por entrega.
Amor: demonstre com atitude.
Atenção: ego ferido não decide bem.

Virgem

Organização e ajuste fino em alta. Só não transforme isso em autocobrança cruel.
Trabalho/dinheiro: planejamento e revisão.
Amor: cuidado com crítica disfarçada de “ajuda”.
Atenção: perfeccionismo trava.

Libra

Hoje é sobre limite. Você não precisa agradar todo mundo — precisa ser justo com você.
Trabalho/dinheiro: decida o que fica e o que sai da agenda.
Amor: sinceridade com gentileza.
Atenção: indecisão custa caro.

Escorpião

Dia bom pra cortar excessos e ir no ponto. Use sua leitura com inteligência.
Trabalho/dinheiro: negociação e estratégia.
Amor: evite testar o outro.
Atenção: controle demais vira ansiedade.

Sagitário

Vontade de expandir, mas o dia pede base. Aprenda o que precisa e depois acelera.
Trabalho/dinheiro: foque em processo, não só em ideia.
Amor: leveza sem fugir de conversa séria.
Atenção: dispersão.

Capricórnio

Dia forte pra produtividade. Disciplina hoje vira semana mais leve.
Trabalho/dinheiro: organize o plano e ataque o topo da lista.
Amor: mostre constância.
Atenção: dureza desnecessária.

Aquário

Boas soluções diferentes surgem. Só valide o básico antes de mudar tudo.
Trabalho/dinheiro: inovação com pé no chão.
Amor: conversa franca sobre expectativas.
Atenção: rebeldia só por rebeldia.

Peixes

Dia pede aterramento. Menos fantasia, mais execução do que você já sabe.
Trabalho/dinheiro: organize o ambiente e a mente.
Amor: vulnerabilidade com limites.
Atenção: não absorva o caos alheio.

Mini-bloco: tendências do dia

  • Melhor hora pra resolver pendência: manhã
  • Melhor hora pra conversas delicadas: fim da tarde
  • Evite: decisões impulsivas à noite

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Rodrigo Santos promete festona em show no PiriBier nesta sexta (5/6)

Marcus Vinícius Beck

Rodrigo Santos promete uma festona em Pirenópolis. “A galera pode esperar os sucessos. É claro, tem um pouco mais de Barão Vermelho. Barão e Cazuza. Fui integrante do Barão por 25 anos, entre 1992 e 2017”, diz o artista, que toca e canta no PiriBier nesta sexta-feira (5/6).

Será um transe. Ou, se não for, é quase isso. Rodrigo chama esse tal de roquenrou às oito da noite com sua turnê… “A Festa Rock”! Irá pras picas, a tristeza. Sextamos. É feriado. Depois, Nando Reis manda ver um hit atrás do outro. Gabriel o Pensador, já no sábado, vem quente.

“Lancei três discos com o nome ‘A Festa Rock’ desde 2015”, conta Rodrigo. Era um projeto paralelo, extensão do show que fazia entre 2011 e 2012. Todos os volumes estão disponíveis nas plataformas digitais. “Nem tocava [naquela época] ‘Bete Balanço’, essas coisas”, declara.

Na ocasião, o público pedia sucessos de sua banda. Os rocks do Barão entraram no projeto. Pintaram também canções gravadas com Kid Abelha, com Léo Jaime, João Penca e Seus Miquinhos Amestrados e Lobão. Até músicas da Blitz. Sua passagem por lá durou um ano.

“[É] eu contando a minha história, que completa 40 anos. Misturei tudo”, explica o músico. “Comecei a tocar coisas que, pô, eu gravei no disco ao vivo do Lobão no Hollywood Rock. Coisas que gravei com o Kid no ‘Acústico MTV’. Que gravei com Leo Jaime em 86”, afirma.

O show foi pegando uma cara diferente. Rodrigo achou maneiro. As pessoas começaram a contratá-lo. Queriam curtir essa festa de arromba, essa “Festa Rock”. O músico, íntimo da estrada, dava pinta aonde fosse requisitado: podia ser em festival, palco grande, pequeno.

Repertório

Sim, seu lance é tocar. Nisso, o artista ampliou o repertório. Botou Titãs, Rita Lee, Legião. Além disso, criou uma banda com o baterista João Barone, o Call The Police (há dez anos já), que toca Police e tem em sua formação o guitarrista Andy Summers, do power trio inglês.

“Eu coloquei também, em ‘A Festa Rock’, músicas do The Police”, diz o baixista e violonista, de 62 anos. “E, aproveitando que eu tô tocando com o Barone também, tem Paralamas do Sucesso no show. O espetáculo, então, se tornou uma celebração ao rock e ao pop rock.”

Rodrigo ainda introduziu ao repertório os anos 1990 — “pessoas que foram influenciadas pela gente, pelo Barão, pelos artistas com os quais eu toquei”. “É um show-DJ em que eu praticamente sou um DJ em formato banda e em formato power trio, às vezes quarteto.”

Nascido no Rio de Janeiro, em 1964, o músico se assume eclético. Ouve música desde os cinco, seis anos. Aos onze, apaixonado por Beatles e Bob Dylan, iniciou-se no violão. Pirou legal. Pouco tempo depois, passou a ter aulas com o compositor paraense Nilson Chaves.

“Sabia tudo de MPB”, atesta Rodrigo, cujo estudo o levou a tirar canções de Gilberto Gil, Caetano Veloso, Chico, Milton Nascimento, Clube da Esquina, Novos Baianos, Secos e Molhados. “E assim foi com o violão e com o baixo. Mas, no baixo, eu fui autodidata.”

Rodrigo criou linhas de baixo que marcaram rock brasileiro

Ouvido atento: Rodrigo se diz baixista eclético – Foto: Divulgação

Foram cinco aulas com Nico Assumpção. Tratava-se de um músico respeitado: tocava com Milton. Rodrigo se recorda de vê-lo em shows instrumentais, de jazz. Tudo ao ar livre, suave, no Parque da Catacumba. Até o início dos anos 80, havia pouco espetáculo de rock no Rio.

Ao mesmo tempo em que enlouquecia ouvindo Led Zeppelin, sacava música brasileira. “Minhas influências de baixo, no Brasil, eram Liminha, Dadi, Didi Gomes, irmão do Pepeu, Arnaldo Brandão, que acompanhou o Caetano em A Outra Banda da Terra”, revela.

Rodrigo tinha um ouvido atento. Escutava de tudo: The Smiths, U2, The Cure, Men At Work, Police. Mas também Bill Haley, Chuck Berry, as orquestras de jazz, tal e qual Louis Armstrong e Ella Fitzgerald, bem como a tropicália, o rock progressivo e os trovadores.

“No meio dos anos 70 pro final, começou a aparecer uma outra galera, que é a galera do punk, do gótico. New wave era uma mistura de tudo um pouco”, contextualiza. “Você via uma coisa no The Cure, no Smiths outra, New Order, Joy Division, Echo & the Bunnymen.”

Tudo isso se via na geração 80. Rodrigo chegou ao João Penca e Seus Miquinhos Amestrados tendo uma sólida escola de new wave. “Foi muito bacana tocar com os Miquinhos”, afirma, destacando a diversão e o humor inteligente característicos do grupo liderado por Leo Jaime.

De miquinho amestrado a rock estrela — tocou com Leo —, Rodrigo acabou no Lobão. “Ele me chamou quando o Léo Jaime parou e tirou férias. Tinha visto um show meu com o Leo no Maracanãzinho, no Festival Alternativa Nativa, em 88. Gravei quatro discos”, revela.

Sob o sol de Parador

Um deles em Los Angeles (EUA): “Sob o Sol de Parador”, de 1989. Produzido por Liminha, a obra traz “Essa Noite, Não (Marcha a Ré em Paquetá)”. Rodrigo recorda que Lobão e a banda tocavam essa música nos aeroportos: “A gente levava sempre um violão a tiracolo.”

Os artistas costumavam levar um som no saguão do aeroporto às três da manhã, esperando o voo da madrugada: “Tinha muito voo madrugadão antigamente.” De acordo com o baixista, ficava mais barato fazer uma turnê dessa forma, ir para o Nordeste e Norte.

Quando se iniciaram os ensaios, Rodrigo estava com a ideia da linha de baixo em sua cabeça. “É meio que um reggae sem ser reggae, né? Ela não tinha uma estrutura de reggae e ela tinha uma parte B que caía como se fosse um Neil Young e tal. Aí eu fui no meu instinto mesmo, criei um baixo que soasse junto com a divisão do violão. Foi meio isso.”

No Hollywood Rock, em São Paulo, os artistas do Barão Vermelho viram a apresentação de Rodrigo Santos com Lobão. Após o show, numa festa no Hotel Hilton, o empresário Duda Ordunha convida o músico para se juntar aos barões. Dé Palmeira estava pra deixar o baixo.

Rodrigo, contudo, hesitou: “pô, Duda, não dá pra sair.” Dadi Carvalho, que tocara com Mick Jagger, ex-A Cor do Som e Novos Baianos, substituiu Dé no Barão. Gravou “Na Calada da Noite”, mas recebeu convite de Caetano para acompanhá-lo em turnê, ao qual disse “sim”.

Músico virou membro do Barão Vermelho em 1992

Contracapa do LP “Supermercados da Vida”, lançado em 92 – Foto: Flávio Colker

Às oito da manhã, o telefone tocou. Rodrigo atendeu: era o baterista Guto Goffi. À tarde, foi ensaiar para o repertório do LP “Supermercados da Vida”, lançado em 1992. O Barão, nesta época, rodava o país com a turnê — uma porrada! — em que celebrava seus 10 anos de vida.

“Umas duas semanas depois do primeiro ensaio, tinha show do Barão marcado no interior de Minas, se não me engano”, lembra o artista. “Eram os shows que o Dadi não poderia fazer. Foi antes do Imperator, no Rio.” Rodrigo tirou o repertório a partir de uma fita cassete.

De cara, houve sintonia entre ele e os barões. A banda começou a ter backing vocals, pois a voz do baixista combinava com a do vocalista e guitarrista Roberto Frejat. No disco “Carne Crua”, de 1994, o músico assinou, junto de Frejat e Dulce Quental, a faixa “Vida Frágil”.

“Ela tinha me mandado a letra e eu tinha feito um rock’n’roll. Um rock com riff. E tinha mostrado isso pro Frejat. Eu falei: ‘Pô, quer fazer comigo?’ E aí, beleza. Eu tava com outras canções que não mereciam entrar, não quis mostrá-las. Aí eu mostrei essa, ele gostou”, diz.

Rodrigo foi ao estúdio de Frejat. Lá, levaram um som. Quando chegou a hora do ensaio, os seis barões juntos trouxeram a música para um outro lado. Segundo o baixista, a composição estava indo para uma direção mais Doobie Brothers, com guitarras dobradas em terças.

Entrou a percussão, um suingue a mais. “Eu também fui participando disso e achando legal, criei um baixo diferente, porque eu e o Frejat, a gente tinha criado a música, parte A, B e C.” Os músicos mantiveram a estrutura melódica e harmônica, mas mudaram o arranjo rítmico.

No estúdio com os barões

“Ficou sensacional”, avalia Rodrigo Santos. “Criei um baixo do qual gosto muito. O diálogo da gente sempre foi apresentar a canção e, no estúdio, ela criar a própria vida com a soma dos seis. Cara, nós seis tínhamos uma química muito boa de composição e de arranjo.”

Durante as sessões de “Carne Crua”, Rodrigo teve a ideia do backing vocal para a canção “Meus Bons Amigos”. “O amor sem fim…. Aquela terça não tinha. E eu escutava vocais na minha cabeça em algumas músicas. Aí cheguei para o Paulo Junqueira, que produzia o disco. Falei: ‘Cara, eu posso experimentar um negócio lá no estúdio?’”, recorda-se o músico.

Junqueira rebateu: “Não, a música tá pronta, tá pronta.” Rodrigo, então, argumentou: “Cara, eu fico escutando uns backing vocals na minha cabeça. Deixa eu testar um negócio aqui.” O produtor, por fim, cedeu: “Vai lá.” “Quando eu botei o ‘amor sem fim’, que a música subiu, ele apertou o talkback, eu de fone ainda, e falou: ‘Mais 100 mil cópias vendidas.’ Todo mundo que tinha ideia no Barão era assim: vai lá, cara, executa a tua ideia aí, a gente vê.”

No CD “Puro Êxtase”, de 1998, o baixista escreveu a canção “O Sono Vem”. Ele a criou quando conhecera a sua esposa. “Eu a conheci e tal e eu queria encontrá-la, eu não conseguia parar de pensar nela. E depois não conseguia dormir por causa disso também, apaixonado.”

“E eu falei: ‘pô, se eu parar de pensar em você, o sono vem.’ Escrevi essa frase. Tava ouvindo muito U2 na época. Aí eu compus essa música e botei na minha secretária eletrônica para não esquecer. Deixava ali no violão pra lembrar. Não tinha gravadorzinho”, revela Rodrigo.

Foi gravada numa demo de voz e violão. Rodrigo apresentou a música para Frejat, que já chegava com guitarra e uma bateria eletrônica. “Cada um fazia do seu jeito”, conta. O cantor gostou. Levaram-na ao Barão: “cara, o repertório era votação, né?”. Suave, todos gostaram.

Na década de 90, o Barão explodiu. Duplo platina. Houve ainda o “Álbum”, de 96, bem como o ‘Balada MTV’, de 99. “Foi uma coisa espetacular. Teve ainda o lance dos Stones [o Barão abriu os cinco shows do grupo londrino no Brasil, em 1995]”, rememora o baixista.

Em São Paulo, os cariocas tocaram sob uma chuva torrencial no estádio Pacaembu. “A gente foi tocando, chovendo. Os instrumentos todos pararam”, relata Rodrigo. E ainda faltavam duas músicas. E todo mundo gritando debaixo de uma ducha gigante. “Porra, a plateia inteira dizendo: ‘Barão, Barão.’ Por conta da nossa ali raça tocando”, revive Rodrigo.

Barão tirou férias para Frejat se dedicar à carreira solo

Barão após show no Circo Voador: banda gravou em 2005 primeiro DVD – Foto: Fotonauta

A partir de 2001, o Barão Vermelho tirou férias. Frejat queria se dedicar à carreira solo. “Vira um outro Barão, outro momento da vida, uma coisa mais esporádica, para, volta e tal”, comenta Rodrigo Santos. O grupo se juntou em 2004. Foi quando o CD “Barão Vermelho”.

“Neste disco, a gente chegou com umas 30 músicas”, conta. “Cada um chegou com, sei lá, 10 músicas, muitos parceiros, todo mundo compondo com todo mundo.” Rodrigo é autor de três faixas. “Tinha uma quarta, ‘O Estrangeiro’, que eu havia feito com Maurício Barros e Mauro Santa Cecília e que acabou indo para o meu disco solo, meu primeiro disco solo.”

Na volta do Barão em 2017 — sem Frejat nos vocais —, Rodrigo também compôs com os barões. “Eu compus várias músicas também, todo mundo, eu, Suricato, o Maurício, o Guto e tal, já sem o Frejat, né?”, diz. Rodrigo Suricato virou frontman, além de assumir a guitarra.

“E acabou que eu saí do Barão em novembro, né? Antes de sair qualquer disco autoral do Barão, eu lancei no meu disco de 2019 uma música minha com o Suricato. ‘Um de Nós’, o nome da música. E ficou bem bonita”, afirma. “Ela ia para o disco do Barão, que foi lançado autoral depois que eu já tinha saído. É o ‘Viva’. Talvez essa música estivesse nele, não sei.”

Rodrigo decolou como artista solo. Hoje, ele percorre o Brasil. Onde passa, leva “A Festa Rock”. Além disso, anda pelo mundo com o Call The Police, interpretando o repertório da banda inglesa ao lado do guitarrista Andy Summers e do baterista João Barone. Superou o vício em álcool e drogas. Dá palestras, conselhos. Nunca se esqueceu de seus bons amigos.

Em breve, o artista lança “Rodrigo Santos Canta Nelson Motta”, com direção musical do compositor e produtor. No PiriBier, Rodrigo estará acompanhado de dois músicos goianos: Ingrid Lobo, guitarra e backing vocal, e Pedro Brito, bateria. Pode anotar: será uma festona.

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Marcha para Jesus reúne multidão em ruas de SP com Flávio Bolsonaro, Tarcísio e Messias no mesmo trio

A 34ª Marcha para Jesus reúne milhares de fiéis nas ruas de São Paulo nesta quinta-feira (04/06). O evento religioso começou às 10h da manhã, com uma caminhada que partiu das estações Luz e Tiradentes, na região central. O destino é a Praça Heróis da Força Expedicionária Brasileira (FEB), na zona norte.

O evento é organizado pelo apóstolo Estevam Hernandes, líder da igreja Renascer em Cristo. O tema do ano é: “Todo joelho se dobrará e toda língua confessará que Jesus é o Senhor”, trecho da carta de Filipenses, capítulo 2, versículo 10.

O evento religioso assume contornos políticos ao receber personalidades da direita brasileira e nomes ligados ao governo federal, como o ministro da AGU, Jorge Messias. No mesmo trio elétrico estavam Flávio Bolsonaro (PL) e Tarcísio de Freitas (Republicanos).

O ministro destacou que compareceu à manifestação a pedido de Lula. “O presidente me pediu pra vir trazer o abraço dele a todos os irmãos. E ele me pediu uma coisa: ‘Messias, vá à marcha para louvar e adorar. A marcha não é lugar de comício, a marcha é lugar de louvor e adoração a Deus’”, acrescentou.

Flávio tentou ser comedido na possibilidade de politizar a agenda. Disse que o evento é uma resposta ao “mundo do mal”, que estaria no comando do governo brasileiro. “Vamos orar pelo nosso Brasil. Essa guerra é espiritual e hoje é a maior resposta que nós podemos dar ao mundo do mal, que vai ser expulso do governo desse Brasil esse ano”, disse.

A programação musical traz Thalles Roberto (14h25), André & Felipe (15h), Eli Soares (15h25), Jefferson & Suellen (16h), Ton Carfi (17h), Maria Marçal (18h45), Renascer Praise (19h20), Anderson Freire (19h55) e Gabriela Rocha (20h30).

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Governo de Goiás regulamenta perdão de dívidas de ICMS para mais de 10 mil produtores rurais

O Governo de Goiás, por meio da Secretaria da Economia, definiu as regras para conceder o perdão de dívidas de ICMS relacionadas à movimentação de gado bovino entre propriedades rurais realizada no passado sem a emissão de nota fiscal. Em muitos casos, os animais foram transferidos apenas com a Guia de Trânsito Animal (GTA) ou o Termo de Transferência Animal. A iniciativa deve beneficiar mais de 10 mil produtores rurais que foram autuados pela Receita Estadual.

As cobranças originais somavam aproximadamente R$ 1 bilhão. Atualmente, o valor é estimado em cerca de R$ 400 milhões, devido ao tempo decorrido e ao andamento dos processos administrativos. O perdão dessas dívidas foi autorizado pelo Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz) e está previsto na Lei nº 24.145, sancionada em março de 2026. E as regras para a concessão do benefício foram regulamentadas pela Instrução Normativa nº 1.634, publicada no Diário Oficial do Estado em 27 de maio.

Em muitos casos, o produtor não precisará fazer nenhum pedido. Quando a documentação do processo já comprovar que ele atende aos requisitos da lei e não houver recurso administrativo ou ação judicial em andamento, o perdão da dívida será concedido automaticamente pela Secretaria da Economia.

Nos demais casos, será necessário apresentar um requerimento pela Plataforma Digital de Processos (PDP), disponível no site da Secretaria da Economia, utilizando certificado digital. Os produtores que ainda possuem recursos administrativos ou ações judiciais relacionados a esses débitos deverão desistir desses processos para ter acesso ao benefício.

Quem precisar de orientação também poderá buscar atendimento presencial nas Delegacias Regionais de Fiscalização (DRFs), mediante agendamento prévio pelo portal da Secretaria da Economia. A análise dos casos ficará sob responsabilidade da Subsecretaria da Receita Estadual, que verificará quais débitos atendem aos critérios definidos pela legislação.

Foto: Denis Marlon

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Vídeo: Lençóis Maranhenses impressionam com lagoas de até cinco metros de profundidade

Um vídeo que mostra a profundidade das lagoas dos Lençóis Maranhenses ganhou destaque nas redes sociais e despertou a curiosidade de milhares de internautas. As imagens evidenciaram a grandiosidade das formações naturais que surgem entre as dunas do parque.

O registro mostrou que algumas lagoas alcançaram cerca de cinco metros de profundidade durante o período de cheia. Outras áreas permaneceram mais rasas, característica que varia conforme as condições climáticas e o volume de água acumulado.

As imagens reforçaram a singularidade da paisagem dos Lençóis Maranhenses, considerada uma das mais impressionantes do Brasil. O contraste entre as dunas de areia branca e as águas cristalinas chamou a atenção dos usuários.

A repercussão do vídeo também evidenciou o potencial turístico do destino, que recebe visitantes de diversas regiões do país e do exterior em busca das lagoas formadas durante a temporada de chuvas.

A publicação acumulou compartilhamentos e comentários, com internautas impressionados pela profundidade de algumas lagoas e pela beleza do cenário natural maranhense.

Foto e Vídeo: @oamonluz

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Enfermeira que atendia crianças com câncer é morta a tiros pelo ex-namorado; assista ao vídeo

A enfermeira Stefanie Silva Lima, de 26 anos, foi assassinada com seis tiros dentro de casa, na quarta-feira (03/06), na região do Campo Limpo, Zona Sul de São Paulo. Conhecida pela dedicação à profissão, ela atuava em dois hospitais e prestava assistência a crianças em tratamento contra o câncer. Além do trabalho na área da saúde, participava de corridas beneficentes voltadas ao apoio de pacientes.

Segundo informações da investigação, Stefanie foi morta na quarta-feira após ser surpreendida pelo ex-namorado, Guilherme Sobrinho Keller Vieira, também de 26 anos. Imagens de câmeras de segurança registraram estampidos de tiros, pedidos de socorro e, logo depois, a fuga do suspeito em um veículo.

Familiares relataram que a jovem chegou a mudar de bairro por receio de uma possível violência, já que o ex-companheiro não aceitava o término da relação. Apesar da mudança, ele conhecia os hábitos e a rotina da vítima.

Durante as diligências, equipes localizaram na residência do suspeito grande quantidade de munições, simulacros de armas e um colete balístico. Conforme a Polícia Militar, Guilherme já respondia por porte ilegal de arma de fogo e costumava exibir armamentos em publicações nas redes sociais.

O homem foi capturado poucas horas após o crime em uma praça de pedágio na cidade de Arujá, na Grande São Paulo. De acordo com a polícia, ele portava a arma utilizada no homicídio e dois carregadores no momento da abordagem. O caso foi registrado no 89º Distrito Policial.

A Secretaria da Segurança Pública informou que a mãe da enfermeira acionou a Polícia Militar. Equipes seguiram para o imóvel, mas profissionais do Samu apenas constataram a morte da jovem no local.

Foto e Vídeo: Redes Sociais

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