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Ministério abre inscrição para prêmio Melhores Práticas em Jogo

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Estão abertas até o dia 30 de agosto as inscrições para o prêmio Melhores Práticas do Desenvolvimento em Jogo. Podem participar professores e facilitadores de instituições de ensino superior que inovam em métodos pedagógicos, utilizando o jogo Desenvolvimento em Jogo.

A ferramenta foi criada pelo Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR) e executada pela Secretaria Nacional de Políticas de Desenvolvimento Regional e Territorial (SDR). O objetivo de demonstrar que é possível adotar metodologias criativas e acessíveis na formulação e na implementação de políticas públicas.

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De acordo com o ministério, 30 práticas pedagógicas serão vencedoras, sendo três de cada uma das dez categorias do prêmio: Semiárido, Amazônia Legal, Faixa de Fronteira e Vale do Jequitinhonha, entre outras, com a cerimônia de premiação em Brasília.

Na mesma ocasião os premiados poderão participar de um seminário de intercâmbio, para trocar experiências e fortalecer as redes de aprendizagem sobre desenvolvimento regional. Para conferir o edital com as regras, basta acessar aqui

O que é

Inspirado nos jogos de RPG, o Desenvolvimento em Jogo propõe uma abordagem inovadora para comunicar os conceitos da Política Nacional de Desenvolvimento Regional (PNDR), tornando o processo de aprendizagem mais dinâmico, interativo e participativo.

Os participantes são divididos em cinco equipes, cada uma representando uma das macrorregiões brasileiras, e desafiados a simular processos de decisão que envolvem diferentes interesses e realidades locais. O objetivo é formar jovens e gestores comprometidos com a redução das desigualdades regionais e com a promoção do desenvolvimento sustentável.

De acordo com o ministério, a experiência estimula a reflexão sobre a diversidade do território nacional e sobre a importância da cooperação entre regiões para alcançar um desenvolvimento equilibrado.

A ferramenta simplifica conceitos e estimula o engajamento da população na construção de políticas públicas, buscando explorar metodologias inovadoras de aprendizagem voltadas à compreensão das políticas públicas e dos desafios do desenvolvimento regional.

“Queremos reconhecer as diferentes práticas, porque não tem um jeito certo ou um jeito único de aplicar o jogo. O prêmio identifica justamente essas várias formas criativas que discutem as questões sobre o desenvolvimento regional, os desafios de tomada de decisão em um colegiado, os imprevistos que acontecem no meio do caminho de um processo decisório. Não tem jeito certo nem errado, tem o jeito de enfrentar as desigualdades dos territórios”, explicou a coordenadora-geral de Fortalecimento de Capacidades dos Entes Federados do MIDR, Taciana Leme.

Segundo Taciana, muitos docentes e facilitadores já utilizam o jogo em salas de aula, projetos de extensão, oficinas, cursos e atividades comunitárias, o que fomenta soluções inovadoras. Taciana ainda destaca a importância do prêmio para o desenvolvimento territorial.

“O prêmio surge como uma oportunidade para registrar essas experiências, compartilhar metodologias e inspirar novas aplicações em diferentes contextos do país. Eu convido aqueles que trabalham com formação de pessoas que se inscrevam neste edital. É uma excelente oportunidade para a gente construir uma rede, um ecossistema de pessoas comprometidas com a redução das desigualdades no nosso país”, afirmou.

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Viagem ao passado: dinossauros revelam história da Terra às crianças

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Um dente de tiranossauro rex, um carvão de 350 milhões de anos e um ovo de dinossauro.

Fascinantes até para os adultos, os fósseis foram levados até as crianças pelo paleontólogo Luiz Eduardo Anelli, durante a atividade História do Planeta Terra, promovida pelas editoras Moderna e Salamandra, no evento literário A Feira do Livro 2026, no Pacaembu, em São Paulo.

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Professor do Instituto de Geociência da Universidade de São Paulo (USP) há 30 anos, Anelli escreve livros infantojuvenis sobre o mundo pré-histórico, em especial dinossauros do Brasil.

“As crianças querem saber, as crianças querem conhecer, e não existia um livro sobre a pré-história profunda do Brasil, você acredita?”, disse Anelli, em entrevista à Agência Brasil.

O professor disse que começou a dar aulas sobre fósseis de animais marinhos - ainda mais antigos do que os dinossauros - no início de sua carreira na unversidade. “Dez anos depois, eu não queria saber de mais nada, além de dinossauros”, disse, revelando o encanto que tem pelo assunto.

“Nesses últimos 20 anos, escrevi mais de 30 livros sobre a história do mundo e dos dinossauros, e hoje existe uma demanda gigantesca sobre esse conhecimento, não só como entretenimento, mas como conhecimento escolar e para vestibular. ”

O professor, que é referência nacional na divulgação científica voltada ao público infantojuvenil, destacou uma de suas obras, o Almanaque da Terra e da Vida, onde os conceitos sobre seres vivos, fósseis, rochas e continentes foram ilustrados e tiveram linguagem adaptada para as crianças.

Além disso, com o título O Brasil dos Dinossauros, o autor ganhou o prêmio Jabuti de melhor livro infantojuvenil em 2018.

Por que a ciência importa?

Anelli explicou que os dinossauros ajudam a conhecer a história do nosso planeta. “Nós vivemos numa era que veio depois da era dos dinossauros, da qual herdamos tudo semeado e plantado lá. Você quer conhecer o mundo em que vive? Então precisa conhecer o mundo dos dinossauros.”

“Desde quando temos a América do Sul? Desde quando temos as plantas com flores? Desde quando temos os mamíferos? Nós, em geral, não sabemos, né? Essas três coisas nasceram no tempo dos dinossauros.”

Segundo o pesquisador, os dinossauros viveram em um momento muito especial no mundo. Eles surgiram há mais de 230 milhões de anos e foram extintos há 66 milhões de anos, habitando o planeta por um período de aproximadamente 170 milhões de anos.

“Não existe um intervalo na história de 4,54 bilhões de anos da Terra que seja tão maravilhoso como esse. A nossa geografia nasceu nessa época. Os dinossauros nasceram quando tinha um supercontinente e dois oceanos. Quando eles morrem, na extinção, o planeta tem seis continentes e cinco oceanos”, lembrou Anelli.

O mundo passou por transformações intensas na era dos dinossauros. “E nós vivemos nessa nova era, logo depois da era dos dinossauros. Como se chama a era em que vivemos? Qual período geológico vivemos? A gente não sabe. Nós não sabemos cuidar do mundo, porque a gente não conhece a história dele, a gente não sabe como ele funciona”, apontou o professor.

Anelli destacou a necessidade da divulgação científica, especialmente para crianças e jovens, além da valorização das pesquisas nas universidades.

“Precisamos aproximar as crianças da ciência, ainda mais neste momento em que estamos nessas trevas negacionistas. Se as pessoas não conhecem o mundo científico, elas não sabem que voam de avião e que tomam remédio porque existe pesquisa nas universidades, porque a ciência existe”, destacou.

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SP tem programação infantil gratuita na Feira do Livro do Pacaembu

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A 5ª edição da Feira do Livro, que ocupa a praça Charles Miller, em frente ao estádio do Pacaembu, é opção de lazer para crianças e jovens na capital paulista. Com atividades gratuitas, o festival literário tem oficinas, mediação de leitura e contação de histórias até este domingo (7).

No Espaço Rebentos, as crianças poderão participar de oficinas de escrita criativa, em que poderão produzir contos de fadas; marcadores de livros, com papel reciclado e pigmentos naturais, e de construção de cadernos por meio de técnicas artesanais. Além de mediações de leitura, haverá um bate-papo com o público infantojuvenil sobre como criar personagens e contar histórias em quadrinhos.

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Destaque também para o espetáculo infantil Canções do Mar, no domingo, a partir das 11h40, no Espaço Motiva Tablado Literário. Gislaine Caitano e Patrícia Franco apresentam canções e poemas ritmados, explorando o oceano e suas criaturas marinhas em uma experiência de música e imaginação.

O autor Walcyr Carrasco, que também traduziu e adaptou clássicos da literatura infantojuvenil, receberá o público para conversa e sessão de autógrafos a partir das 15h, deste sábado (6), na tenda das editoras Moderna e Salamandra. Entre os títulos adaptados ao público jovem, estão Sonho de Uma Noite de Verão, de William Shakespeare, e Pollyanna, de Eleanor H. Porter.

Escritores como Pedro Bandeira - autor de A Droga da Obediência (1984), livro inaugural da série Os Karas e sucesso entre os jovens há gerações - e as autoras de Rainha Kambinda: a guardiã de culturas, Mariana Queiroz da Silva e Belisa Monteiro, já passaram pela feira em encontros com o público. 

Para Belisa, levar uma obra com essa temática para um festival literário é “fundamental para ampliar o reconhecimento dessas mulheres como guardiãs da memória".

"A literatura e os espaços de discussão cultural têm um papel essencial na valorização das manifestações tradicionais, promovendo encontros entre diferentes atores e fortalecendo o respeito à diversidade cultural brasileira”, afirmou.

Acesso à cultura

No evento, houve ainda o lançamento do Circuito Cultural, uma iniciativa do Instituto Motiva com objetivo de ampliar o acesso de jovens estudantes da rede pública a museus e centros culturais em três estados. 

O projeto inaugura, durante a Feira do Livro de São Paulo, uma agenda de mais de 80 visitas ao longo deste ano. Durante o festival literário, mais de 400 jovens vão participar de visitas guiadas e atividades educativas.

No total, serão 15 espaços culturais em São Paulo, Rio de Janeiro e Bahia. Além da feira, as visitas acontecerão em locais como o Museu da Língua Portuguesa (SP), Museu do Amanhã (RJ) e Casa Jorge Amado (BA). Para este ano, a expectativa é beneficiar cerca de 3 mil pessoas.

A programação completa da feira está disponível no site do evento.

*texto atualizado às 15h17

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California AG denies Trump’s voter fraud claims as ballot counting continues

California Attorney General Rob Bonta on Saturday denied assertions of voter fraud in the state’s primary elections, dismissing unfounded accusations by President Donald Trump of “big cheating.”

Bonta said in an interview on MS NOW’s “The Weekend” that there is no basis for the election fraud investigations in Los Angeles that federal prosecutor Bill Essayli said his office is conducting.

“There are no details, there is no specifics, there is no specific allegation of any individualized act of voter fraud,” Bonta said. “And every count, recount, hand count, court case and audit has shown time and time again — not just in California, but throughout this country — that there is no widespread voter fraud.”

Bonta said claims of voter fraud are “only a figment of the imagination of Trump and others who follow that conspiracy theory.”

Essayli, the first assistant U.S. attorney for the Central District of California and a Trump appointee, announced Friday that his office is working with the FBI on “multiple election fraud investigations.” He said he was coordinating with Harmeet Dhillon, Trump’s assistant attorney general for civil rights, on an audit of California’s voter rolls, citing the state’s lack of a voter ID rule.

Essayli’s announcement came one day after Trump declared without evidence that there was “BIG cheating” by Democrats in California, citing the state’s well-known slow ballot counting process.

California law allows ballots to be counted as long as they are postmarked by Election Day and arrive within seven days. Voters are also allowed to verify their identity in person if their signature on the ballot does not match what’s on file. That, along with the enormous number of registered voters in California, means its ballot counting typically takes longer than other states.

That lengthy tally has been subject to repeated conspiracy theories of widespread election fraud, including from Trump, despite a dearth of evidence.

On Friday, an assistant U.S. attorney visited Los Angeles County’s main processing center, where ballots were still being counted from Tuesday’s primaries. County Registrar of Voters spokesperson Daylyn Presley confirmed to MS NOW that the prosecutor was given an overview of the county’s public observation program and a tour of the ballot processing operations.

A spokesperson for Bonta told MS NOW that the attorney general’s office sent a representative to the ballot processing center at the same time that the Department of Justice official was there. The spokesperson said Bonta wanted to have eyes on the ground and ensure “nothing crazy is going on.”

Bonta told “The Weekend” that his office sent its own monitor to the center “to be present, to observe, to ensure there was no interference or anything inappropriate.”

The post California AG denies Trump’s voter fraud claims as ballot counting continues appeared first on MS NOW.

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Guerra in Ucraina: immagini satellitari USA riducono del 90% i tempi per colpire i russi

 

di Francesco Fustaneo per l'AntiDiplomatico

 

Che quello combattuto in Ucraina sia un conflitto tra la Nato e la Russia, con Kiev che agisce per procura, è una tesi che come testata sosteniamo da tempo.

Gli ucraini mettono il terreno di scontro e la carne da cannone, mentre i paesi della Nato – e l'Europa in particolare – garantiscono loro sostegno economico, forniscono armi e tecnologia, finanziano fabbriche di droni (spesso con accordi di cooperazione con aziende ucraine) e supportano le attività di intelligence.

Quanto riportato dal Wall Street Journal è solo l’ultimo  tassello che conferma quanto affermato sopra.

Secondo la testata statunitense, l'Ucraina ha notevolmente accelerato la velocità e la precisione delle sue operazioni con i droni integrando immagini satellitari commerciali e strumenti software avanzati nel processo decisionale in prima linea, come affermato da fornitori di tecnologia e fonti coinvolte nel programma.

Negli ultimi sei mesi, le missioni di piccole unità che hanno testato il sistema avrebbero ridotto fino al 90% il tempo necessario per individuare e colpire obiettivi militari russi. Un risultato che rappresenta un salto di qualità nella guerra moderna, dove la rapidità decisionale è spesso decisiva.

"La riduzione del ciclo sensore-to-shooter è la tendenza determinante di questa guerra a livello tattico", ha commentato Franz-Stefan Gady, analista militare e fondatore di Gady Consulting.

La tecnologia si basa su immagini ad alta risoluzione provenienti da satelliti gestiti da Vantor, società con sede in Colorado, combinate con un software di analisi geospaziale che consente ai soldati di identificare e valutare i bersagli in dettaglio. Le immagini satellitari vengono consegnate direttamente ai dispositivi dei soldati ucraini – tablet, telefoni e computer portatili – talvolta entro quindici minuti dall'acquisizione. Questo bypassa l'elaborazione centralizzata dei dati a Kiev, che in precedenza poteva richiedere ore o addirittura giorni.

Secondo analisti militari e rappresentanti delle aziende coinvolte, si tratta del primo caso noto di immagini satellitari commerciali non classificate fornite direttamente a singoli soldati per supportare decisioni di combattimento in tempo reale. I satelliti impiegati vengono utilizzati anche per applicazioni civili come la cartografia e il monitoraggio ambientale. Il sistema è frutto di una partnership internazionale che coinvolge la statunitense Vantor per le immagini satellitari, l'olandese Bravo1Alpha per l'intelligence geospaziale, la statunitense Persistent Systems per le tecnologie di comunicazione e l'ucraina Burevii per la difesa.

La costellazione di Vantor è composta da dieci satelliti che coprono quotidianamente sette milioni di chilometri quadrati, fotografando ogni punto della Terra dalle dodici alle quindici volte al giorno. La precisione delle coordinate è di circa cinque metri, sufficiente per guidare un drone d'attacco con testata da cinquanta chilogrammi.

Il software consente inoltre ai soldati di confrontare immagini satellitari attuali e storiche per rilevare cambiamenti nelle infrastrutture o nei movimenti delle truppe, di utilizzare strumenti di intelligenza artificiale per scansionare vaste aree e identificare obiettivi in movimento, e di sfruttare funzionalità di modellazione tridimensionale per simulare le traiettorie di volo dei droni, rendendo gli attacchi più efficaci.

Resta da capire se queste tecnologie, strettamente legate all'uso dei droni, potranno compensare la cronica carenza di uomini dell'esercito ucraino ed evitare il collasso di Kiev, o se si limiteranno a infliggere danni alla Russia senza cambiare le sorti di una guerra ormai basata sull'usura reciproca. Senza scossoni decisivi, sul lungo periodo il logoramento finirebbe infatti  per premiare Mosca, almeno sul terreno strettamente militare.

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Albania svenduta al sionismo? Ecco cosa diceva Edi Rama alla Knesset a gennaio (VIDEO)


Se vi state chiedendo perché il premier albanese Edi Rama stia svendendo la sua patria al genero sionista di Trump, producendo una vera e propria rivolta nel suo paese, vi consigliamo di ascoltare con molta attenzione questo passaggio che ha pronunciato alla Knesset nel gennaio del 2026 poche settimane prima della barbara aggressione della Coalizione Epstein contro l'Iran.

 

Se vi state chiedendo perché Edi Rama stia svendendo la sua patria a Kushner, ecco il suo discorso alla Knesset del gennaio 2026. pic.twitter.com/oS61844pZd

— l'AntiDiplomatico (@Lantidiplomatic) June 6, 2026

 

"Ecco perché l'Albania è stata tra i primi Paesi in Europa ad adottare una nuova e avanzata legislazione contro l'antisemitismo; perché abbiamo integrato lo studio dell'Olocausto nei nostri programmi scolastici; e perché oggi stiamo costruendo, proprio nel cuore dell'Europa, due speciali spazi culturali. Questi luoghi sono ispirati dalla forza e dal luminoso esempio dei nostri nonni, musulmani e cristiani, che rischiarono la propria vita per salvare quella degli ebrei.

Ma non si tratta solo degli ebrei. Si tratta dell'umanità. E non dell'umanità intesa come parola generica o concetto astratto, ma della nostra umanità.

È per questo che, ormai da molti anni, l'Albania offre protezione a migliaia di cittadini iraniani, la cui opposizione ai macellai di Teheran mette le loro vite in grave pericolo. Non è stato un gesto privo di rischi per noi, e non lo è nemmeno oggi.

Tuttavia, restare umani quando la propria umanità è messa a dura prova non è mai privo di pericoli."

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Bolivia: stato di emergenza imminente, proteste e accuse tra Paz e Morales

Il presidente consrvatore e neoliberista boliviano, Rodrigo Paz, sta valutando la possibilità di dichiarare lo stato di emergenza per ampliare l'impiego delle Forze Armate al fine di contrastare i blocchi stradali attuati da agricoltori e sindacati.

Questa misura si aggiunge alla persecuzione politica che sta conducendo contro i leader sociali che animano la rivolta boliviana contro il neoliberismo selvaggio.

Paz ha supervisionato le operazioni insieme al Ministro della Difesa Ernesto Justiniano e ha ribadito il suo appello alla pace, affermando che "ciò di cui la Bolivia ha bisogno è il dialogo, non lo scontro". Tuttavia, il presidente sta valutando la possibilità di dichiarare lo stato di emergenza, una misura già approvata dal Senato e in attesa di ratifica da parte della Camera dei Deputati. Questa circostanza conferirebbe una presunzione di legalità alle azioni militari e trasferirebbe la responsabilità politica al governo.

Paz ha inoltre rivolto un appello ai leader che hanno partecipato alle manifestazioni dall'inizio di maggio, esortandoli a non credere alle parole dell'ex presidente Evo Morales. L'attuale presidente boliviano sta tentando di costruire una falsa narrativa contro Morales, accusandolo di finanziare le proteste con denaro proveniente dal narcotraffico, un'azione volta a screditare e incriminare i suoi oppositori.

???? Bolivia: Gobierno anuncia medidas ante protestas sectoriales

???? El presidente Rodrigo Paz de Bolivia anunció medidas de presión para frenar las protestas sectoriales que cumplen más de cuatro semanas. Los movimientos sociales mantienen su exigencia de renuncia del mandatario,… pic.twitter.com/imGejWPOLX

— teleSUR TV (@teleSURtv) June 5, 2026

Il conflitto si sta intensificando, con quasi cento posti di blocco in tutto il Paese, che interessano anche Cochabamba, Oruro e Potosí. Il presidente Evo Morales ha nuovamente accusato il governo di finanziare le proteste con denaro proveniente dal narcotraffico per eludere i problemi legali, tra cui un mandato di arresto per traffico di esseri umani. "Sta usando il popolo come trampolino di lancio per difendersi dai suoi problemi legali", ha dichiarato il presidente. L'ex presidente indigeno ha inoltre denunciato di essere a conoscenza di un piano per arrestarlo e successivamente consegnalarlo agli USA.

A livello internazionale, gli Stati Uniti hanno ribadito il loro sostegno a Paz, con il Segretario alla Difesa Pete Hegseth che ha dichiarato sul suo account X che "la Bolivia non deve permettere che venga ripristinato il vecchio status quo del dominio narco-terroristico nella regione". Allo stesso modo, l'alleanza regionale - asservita agli USA - Scudo delle Americhe ha denunciato i "continui tentativi di rovesciare" il governo boliviano, allineandosi alla posizione di Washington sulla crisi interna.

Questa posizione non è passata inosservata e Morales l'ha criticata per essersi schierata dalla parte del governo mentre la popolazione ne subisce le conseguenze. "Ora ricorrono di nuovo al discorso del 'narco-terrorismo' per stigmatizzare la protesta sociale e screditare le legittime rivendicazioni di coloro che difendono la democrazia, la sovranità e le nostre risorse naturali", ha affermato Evo Morales in un post sul suo account X, denunciando la possibile interferenza straniera.

Venerdì, forze di polizia e militari sono riuscite a sbloccare una via di rifornimento strategica per La Paz ed El Alto, città colpite da oltre un mese di proteste che chiedevano le dimissioni del presidente Rodrigo Paz. L'operazione, supportata da mezzi pesanti e attrezzature antisommossa, ha permesso la ripresa delle consegne di cibo dalle zone agricole di Lipari e Río Abajo.

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Guerra commerciale alla Cina: l'Europa sa cosa rischia?

C'è qualcosa di profondamente sbagliato nel modo in cui l'Unione Europea porta avanti la propria politica estera ed economica. Non si tratta di una politica estera lungimirante, né di una strategia industriale coerente. Assomiglia piuttosto a una risposta automatica a impulsi che arrivano dall'esterno, principalmente da Washington, e che Bruxelles recepisce e trasforma in decisioni capaci di danneggiare prima di tutto i cittadini europei.

Oggi il bersaglio è la Cina. Ma la storia, per chi ha memoria, risuona in modo inquietante. Abbiamo già visto come è andata con la Russia, e sappiamo come è andata a finire.

Quando l'Europa decise di sanzionare masochisticamente Mosca, lo fece con una foga che lasciava poco spazio al ragionamento economico. Le conseguenze furono devastanti per interi settori produttivi europei, dall'agricoltura all'energia, dall'industria manifatturiera al commercio di prossimità. Le bollette dei cittadini alle stelle, le imprese strozzate dai costi energetici, una recessione strisciante che ha colpito soprattutto i Paesi più industrializzati del continente. La Russia, nel frattempo, ha trovato nuovi mercati, ha riorientato i propri flussi commerciali verso est e verso sud, e ha retto all'urto molto meglio di quanto i tecnocrati di Bruxelles avessero previsto. L'Europa ha pagato il conto da sola.

Ora si prepara a ripetere l'esperimento con un interlocutore enormemente più grande e più radicato nell'economia globale.

I numeri parlano da soli, e sono numeri che dovrebbero fare riflettere chiunque abbia a cuore il benessere dei lavoratori e delle famiglie europee. Nel 2025, il deficit commerciale dell'Unione Europea con la Cina ha raggiunto i 359 miliardi di euro, più del doppio rispetto al periodo pre-pandemia. Pechino ha venduto quasi 560 miliardi di euro di merci al mercato europeo, mentre le esportazioni europee verso la Cina sono scivolate sotto i 200 miliardi. Un divario enorme, certo. Ma la risposta non può essere quella di alzare barriere che colpiscano le tasche di chi compra quei prodotti, cioè i consumatori europei.

Eppure è esattamente quello che si sta considerando a Bruxelles. Bloomberg ha rivelato che la Commissione Europea si prepara a mettere in guardia cittadini e imprese da una possibile guerra commerciale con la Cina, ammettendo in privato che Pechino quasi certamente risponderà con ritorsioni. La Commissione stessa ha dichiarato pubblicamente che la relazione con la Cina non è più sostenibile. Una frase che suona come un atto d'accusa ma che nasconde una domanda fondamentale: sostenibile per chi? Per le élite che gestiscono il processo decisionale europeo, o per i milioni di persone che dipendono da catene di approvvigionamento, da prezzi accessibili, da forniture industriali che passano in larga parte attraverso la Cina?

Pechino non ha mancato di rispondere con chiarezza. Mao Ning, portavoce del Ministero degli Esteri cinese, ha smontato il linguaggio diplomatico europeo con una sintesi efficace: che si chiami riduzione del rischio, diminuzione della dipendenza o riequilibrio commerciale, si tratta comunque di protezionismo. E il protezionismo, ha avvertito, non colpisce i governi, colpisce le imprese e i consumatori, aumentando i costi e riducendo la competitività nel lungo periodo.

È un avvertimento che merita di essere preso sul serio, non liquidato come propaganda. Perché viene confermato anche dalla stessa OCSE, che pur criticando il sistema di sussidi cinese, riconosce implicitamente che il successo di Pechino in settori come l'energia solare, i veicoli elettrici, le telecomunicazioni e la cantieristica navale è reale e radicato. Non è un'illusione contabile.

Ricercatori cinesi, in un'analisi pubblicata dall'agenzia Xinhua, hanno messo il dito su una piaga che in Europa nessuno vuole toccare: il problema non è il surplus produttivo della Cina, ma la mancanza di innovazione europea e la chiusura dei propri mercati. Una lettura scomoda per Bruxelles, ma difficile da ignorare, specialmente guardando come l'industria continentale abbia progressivamente perso terreno in quasi tutti i settori ad alta intensità tecnologica. Una naturale conseguenza dell'implemetazione di ricette economiche basate sull'ideologia del neoliberismo selvaggio.

C'è poi un elemento strategico che rende questa partita ancora più pericolosa per l'Europa. La Cina non è la Russia. Non è un Paese isolabile (obiettivo fallito anche con la Russia) con qualche pacchetto di sanzioni. Ha già dimostrato di saper reggere alla pressione USA, molto più strutturata e determinata di quella europea. Ha mercati alternativi, ha accumulato riserve tecnologiche e produttive, sta costruendo infrastrutture commerciali nei Paesi vicini all'Unione Europea, come il Marocco, che hanno accordi di libero scambio con Bruxelles e che potrebbero diventare porte d'ingresso per aggirare qualsiasi futuro dazio. In altre parole, la Cina ha già pensato alle contromosse. L'Europa, a giudicare dalle divisioni interne alla stessa Commissione, no.

Quello che manca in questo dibattito è la voce dei popoli europei. Non degli industriali che chiedono protezione dalla concorrenza, non dei funzionari che ragionano in termini di quote di mercato e rapporti strategici, ma dei lavoratori, degli artigiani, delle piccole imprese, delle famiglie che ogni giorno fanno i conti con il costo della vita. Queste persone non hanno chiesto una guerra commerciale con la Russia, eppure l'hanno pagata cara. Non stanno chiedendo una guerra commerciale con la Cina, eppure si preparano a subirne le conseguenze.

Un'Europa che decide contro i propri cittadini non è un'anomalia della storia recente. È diventata un metodo di governo ben preciso. Si ripete con la stessa logica: si recepiscono le pressioni esterne, si adotta il linguaggio dei valori per giustificare scelte che di valoriale hanno poco, e poi si lascia che siano i più vulnerabili a pagare il prezzo. Prima con il gas russo che non arrivava più e le bollette che triplicavano. Domani, forse, con i prezzi dei pannelli solari, delle auto elettriche, dei componenti industriali che si impennano perché qualcuno a Bruxelles ha deciso che la competizione cinese è sleale.


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Former Prince Andrew made money subletting cottages on his rent-free estate, report shows

The National Audit Office report said Andrew Mountbatten-Windsor received income from renting out the cottages on the Royal Lodge estate, his home near Windsor Castle for more than 20 years. A lease for Royal Lodge signed in 2003 shows he paid only a nominal fee known as a "peppercorn rent" for the property, which included a 30-room mansion and eight cottages, three of which he was allowed to sublet.

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Despite oil spills in Nigeria’s mangrove forests, Shell continued operations, documents show

Global oil giant Shell continued operating a compromised pipeline in Nigeria’s Niger Delta despite knowing it posed a pollution risk in the surrounding coastal wetland environment, newly disclosed internal company communications reveal. The emails and memos, reviewed by Mongabay, show senior leadership knew of the poor conditions of the 97-kilometer (60-mile) Nembe Creek Trunk Line as early as 2008. Despite concerns it was operating outside technical integrity standards and proposals to shut it down, a top executive decided to keep pumping oil through the line. Carrying 150,000 barrels of oil per day to the export terminal at Bonny Island Rivers state, the Nembe Creek Trunk Line is a critical oil artery in Nigeria. Throughout the years, theft from the pipeline using illegal connections caused spills into the vast mangrove ecosystem of true (Rhizophora sp.) and flowering black (Avicennia sp.) tree species. An internal 2013 Shell document coded such tampered lines as “red,” requiring either their immediate shutdown or immediate action to remove all illegal connections. Locals from the nearby riverine Bille community said the oil spills killed about 2,000 hectares (4,900 acres) of mangrove swamps around the village while impacting an area of 13,200 hectares (32,600 acres). The contaminated waterways and degraded ecosystem, they told Mongabay, killed fish and other aquatic life. Satellite imagery surrounding the village shows massive degradation of the mangroves. “The aquatic life is gone. Our people can no longer go to the river and catch reasonable fish — they can’t even find the fish in the…This article was originally published on Mongabay

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Oltre 250 dollari al barile: lo scenario che potrebbe far impennare i prezzi del petrolio

I prezzi del petrolio potrebbero superare i 250 dollari al barile se le sanzioni contro il greggio russo venissero estese, ha avvertito Igor Sechin, CEO della compagnia petrolifera russa Rosneft, al Forum economico internazionale di San Pietroburgo.

Sechin ha sottolineato che il blocco dello Stretto di Hormuz, causato dall'aggressione israelo-statunitense contro l'Iran, ha bloccato circa 16 milioni di barili di petrolio al giorno.

Ha aggiunto che, se venissero imposte ulteriori restrizioni alle esportazioni russe di 7 milioni di barili al giorno, il prezzo del petrolio greggio potrebbe superare i 170 dollari al barile, secondo una stima di Nobuo Tanaka, ex direttore esecutivo dell'Agenzia Internazionale dell'Energia. Agli attuali 150-160 dollari, se ne dovrebbero aggiungere altri 100, ha indicato.

Se lo Stretto di Hormuz venisse riaperto, il prezzo medio di un barile di petrolio raggiungerebbe i 95-96 dollari entro la fine dell'anno, mentre entro un anno scenderebbe a 80-85 dollari, secondo Sechin.

 

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"Questa sarà la fine dell'umanità": il monito di Lavrov sull'intelligenza artificiale

Il ministro degli Esteri russo Sergey Lavrov ha espresso la sua opinione sulla diffusione dell'intelligenza artificiale (IA).

"Sarà la fine dell'umanità. Capisco che lo sviluppo della scienza e della tecnologia non possa essere fermato, ma ciò nonostante, la Terra appartiene agli esseri umani", ha dichiarato giovedì in un'intervista con lo scrittore russo Alexander Tsypkin.

Questa è stata la sua risposta a una domanda sulla teoria secondo cui sarebbe meglio affidare il controllo del pianeta all'intelligenza artificiale, poiché priva di emozioni e in grado di agire razionalmente.

Secondo Lavrov, nello sviluppo di tecnologie che coinvolgono un'ampia gamma di aspetti, inclusi quelli economici e militari, è necessario mantenere il controllo sul loro utilizzo.

Inoltre, il Ministro degli Esteri ha rivelato come le forze ucraine utilizzino l'IA nelle operazioni militari. Ha spiegato che l'Occidente fornisce al regime di Kiev tecnologie che consentono di risolvere compiti e prendere decisioni senza inviare informazioni a un centro di elaborazione dati centrale, poiché esistono mini-centri dati per ogni combattente. Pertanto, ciò ha un impatto "crescente" sulle questioni di guerra e di pace.

"Qualcuno deciderà di avere ora un mezzo per l'impunità assoluta. E nessuno mi toccherà. Ora sconfiggeremo tutti", ha esemplificato, descrivendo una possibile mentalità riguardo all'uso di tale tecnologia.

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Pétrole: la Guyane sacrifiée sur l’autel de l’écologie

Le rejet en commission de la proposition de loi autorisant l’exploration et l’exploitation des hydrocarbures en outre-mer provoque une rupture entre les députés guyanais Jean-Victor Castor et Davy Rimane et la gauche française. Les deux élus dénoncent une « bien-pensance » idéologique qui, selon eux, condamne la Guyane à la dépendance économique alors que ses voisins profitent pleinement du boom pétrolier régional.

Pétrole: la Guyane sacrifiée sur l’autel de l’écologie
Pétrole: la Guyane sacrifiée sur l’autel de l’écologie

Les deux députés guyanais Jean-Victor Castor et Davy Rimane (GDR) ont officialisé jeudi leur rupture avec la gauche française. Ils dénoncent une « bien-pensance » qui a conduit au rejet en commission d’une proposition de loi visant à autoriser l’exploration et l’exploitation des hydrocarbures en outre-mer. Adopté en janvier au Sénat grâce au sénateur macroniste Georges Patient, le texte doit être examiné le 11 juin à l’Assemblée. Mercredi, la commission des affaires économiques l’a vidé de son contenu, sur amendements de LFI et des Écologistes (28 voix contre 18).

Pétrole: la Guyane sacrifiée sur l’autel de l’écologie

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Un texte sabordé à 28 contre 18

La scène s'est jouée mercredi en commission des affaires économiques de l'Assemblée nationale : la proposition de loi portée par le sénateur macroniste Georges Patient, visant à lever l'interdiction d'exploration et d'exploitation des hydrocarbures dans les territoires ultramarins, a été vidée de sa substance.

Hydrocarbures en Guyane : Paris décide, Cayenne subit
Niche GDR du 11 juin : la PPL hydrocarbures de Castor rejetée en commission. La gauche hexagonale refuse aux Guyanais le droit de décider de leur développement.
Pétrole: la Guyane sacrifiée sur l’autel de l’écologiel'Avant-Garde.fr
Pétrole: la Guyane sacrifiée sur l’autel de l’écologie

Adoptée au Sénat en janvier, elle devait passer en séance le 11 juin. Les groupes LFI et Écologistes ont fait adopter les amendements de suppression de son article unique par 28 voix contre 18. Résultat : le texte n'existe plus.

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L’UE confirme la catastrophe : la stagflation s’installe et va faire très mal, par Elise Rochefort
Le grand virage : Bruxelles vient de briser l’espoir d’une reprise sereine en 2026. Valdis Dombrovskis, vice-président de la Commission, confirme officiellement que l’Union européenne entre dans un “choc stagflationniste” majeur. 65% de risque de stagflation en France dans les 6 mois : comment s’y préparer? Par Vincent ClairmontL’économie française
Pétrole: la Guyane sacrifiée sur l’autel de l’écologieLe Courrier des StratègesRédaction
Pétrole: la Guyane sacrifiée sur l’autel de l’écologie

Les deux députés guyanais Jean-Victor Castor et Davy Rimane (Gauche Démocrate et Républicaine) ont immédiatement tiré les conclusions politiques de ce vote. Dans un communiqué sans ambages, ils ont acté leur « rupture avec la gauche française », dénonçant « une bien-pensance de gauche rejointe par les macronistes » , une coalition de circonstance parfaitement révélatrice des priorités réelles de chaque camp.

La Guyane face au paradoxe pétrolier

Les deux élus mettent en avant une Guyane confrontée à une forte précarité, à un chômage élevé et à une dépendance persistante aux transferts publics. Selon eux, refuser même la possibilité d’explorer les ressources énergétiques locales revient à priver le territoire d’un levier potentiel de développement.

Écologie : Macron invente la planification sans calendrier
Attendues depuis plusieurs mois, et plusieurs fois repoussées par le Président, notamment faute de souffle, les annonces officielles en matière
Pétrole: la Guyane sacrifiée sur l’autel de l’écologieLe Courrier des StratègesÉric Verhaeghe
Pétrole: la Guyane sacrifiée sur l’autel de l’écologie

Le contraste est d’autant plus frappant que le Guyana, le Suriname et, dans une moindre mesure, le Brésil connaissent depuis plusieurs années un véritable essor économique grâce à la découverte de gigantesques gisements offshore. Le Guyana est devenu l’un des pays à la croissance la plus rapide du monde grâce aux investissements pétroliers menés notamment par ExxonMobil.

Pétrole: la Guyane sacrifiée sur l’autel de l’écologie

Face à cet argument, les organisations écologistes rappellent que les précédentes campagnes d’exploration menées au large de la Guyane n’ont pas permis d’identifier de réserves commercialement exploitables. Le permis détenu par Total, devenu TotalEnergies en 2021, a expiré en juin 2019 sans découverte décisive. PDG, Patrick Pouyanné, avait déclaré : «Il n’y a pas d’hydrocarbures accessibles en Guyane”. Soit. Mais alors pourquoi le Suriname, frontalier, produit-il aujourd'hui à grande échelle ? La géologie ne s'arrête pas aux frontières administratives françaises.

L'argument écologiste mérite d'être soumis à son propre tribunal. La France a abandonné le nucléaire, une énergie pilotable et décarbonée, au profit d'éoliennes dont la filière industrielle est largement étrangère et dont la rentabilité réelle reste un sujet de débat sérieux. Elle subventionne du solaire produit à 80 % en Chine, dans des conditions sociales et environnementales que nul n'ose auditer. Et c'est au nom de cette cohérence-là qu'on refuse à la Guyane le droit d'exploiter ses propres ressources pour sortir de la dépendance aux transferts publics.

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Détournement de fonds : un élu macroniste rattrapé par la justice

Condamné à deux ans de prison avec sursis, 75.000 euros d’amende et cinq ans d’inéligibilité, l’ancien député LREM Jean-Jacques Bridey rejoint la longue liste des élus sanctionnés pour détournement de fonds publics. Le motif : 230 000 euros de fonds publics détournés au fil de mandats cumulés. L’affaire illustre une nouvelle fois les dérives d’un système où le contrôle intervient souvent bien après les faits.

Détournement de fonds : un élu macroniste rattrapé par la justice
Détournement de fonds : un élu macroniste rattrapé par la justice

Jean-Jacques Bridey, ancien pilier LREM et premier soutien d’Emmanuel Macron en 2016, a été condamné jeudi 4 juin par le tribunal correctionnel de Paris à deux ans de prison avec sursis, 75 000 euros d’amende et cinq ans d’inéligibilité pour détournement de fonds publics et concussion. Le tribunal a ordonné l’exécution provisoire de l’inéligibilité : l’ex-député du Val-de-Marne a immédiatement démissionné de son mandat de conseiller municipal d’opposition à Fresnes. Au total, ce sont près de 230 000 euros de préjudice qui ont été relevés, soit l’équivalent de 3 200 euros par mois prélevés sur la collectivité.

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Des spas, du vin et des vêtements aux frais du contribuable

Élu socialiste puis passé en 2017 dans le sillage macroniste, Jean-Jacques Bridey cumulait les mandats depuis plus de vingt ans. Le tribunal a estimé qu’il lui incombait de connaître les règles élémentaires de rémunération et de frais.

Spa, bouteilles… L’ex-député Bridey condamné pour avoir détourné ses frais de mandat
Jean-Jacques Bridey était notamment poursuivi pour avoir dépensé 145.000 euros supposément en frais de mandat de député pour des séances de spa, des amendes pour des contraventions routières, des bouteilles de vin…
Détournement de fonds : un élu macroniste rattrapé par la justice20 MinutesElise Martin
Détournement de fonds : un élu macroniste rattrapé par la justice

Or, sur les 145 000 euros déclarés en frais de mandat de député, une partie significative a servi à financer des séances de spa, des bouteilles de vin, des amendes routières et des vêtements féminins.

Menacée d’inéligibilité pour détournement de fonds publics, Marine Le Pen sauve Macron et Barnier…
Y a-t-il un gouvernement des juges en France ? Chacun en tirera les conséquences qu’il voudra, mais enfin, quelques coïncidences
Détournement de fonds : un élu macroniste rattrapé par la justiceLe Courrier des StratègesÉric Verhaeghe
Détournement de fonds : un élu macroniste rattrapé par la justice

Lors de l’audience du 3 avril, l’intéressé avait invoqué son besoin de « détente » dans les bains bouillonnants ou affirmé que les tenues étaient destinées à sa collaboratrice en représentation. Le tribunal a été clair : « Aucun lien avec l’exercice du mandat parlementaire. »

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Parallèlement, la concussion porte sur le cumul illégal d’indemnités dépassant de plus de 84 000 euros le plafond légal. L’Assemblée nationale doit déjà récupérer les 145 000 euros ; une audience complémentaire le 20 janvier fixera les montants dus à la commune de Fresnes et aux autres parties civiles.

Une affaire de plus dans une série devenue banale

Ce jugement, aussi sévère soit-il sur le papier, intervient après des années de mandats cumulés et illustre une mécanique bien rodée : des élus qui considèrent les fonds publics comme une rente personnelle.

Assistants parlementaires : la justice referme le dossier Mélenchon
La justice française a clôturé, mardi 26 mai 2026, l’instruction ouverte depuis novembre 2018 contre Jean-Luc Mélenchon et La France insoumise pour détournement présumé de fonds publics européens. Aucune mise en examen n’a été prononcée. Seuls deux anciens assistants restent en statut de témoin assisté. LFI célèbre une
Détournement de fonds : un élu macroniste rattrapé par la justiceLe Courrier des StratègesLalaina Andriamparany
Détournement de fonds : un élu macroniste rattrapé par la justice

L’ancien maire de Fresnes, reconverti en député LREM, incarne cette génération politique qui a prospéré sous les couleurs successives du socialisme puis du macronisme sans jamais vraiment changer de pratiques.

Socialiste hier, marcheur demain, il fut de ceux qui permirent à Emmanuel Macron de se draper dans une respectabilité de gauche au moment décisif de 2016. La récompense fut un mandat de député et manifestement, la conviction que l'argent public était un prolongement naturel du confort privé.

L’étrange procès de Marine Le Pen sera-t-il vraiment impartial ?
Donc on récapitule : Michel Barnier prononce une déclaration de politique générale aujourd’hui. Il a besoin du soutien du RN
Détournement de fonds : un élu macroniste rattrapé par la justiceLe Courrier des StratègesÉric Verhaeghe
Détournement de fonds : un élu macroniste rattrapé par la justice

Ce que cette affaire révèle, c'est la logique d'un système où les élites recyclées d'un bord à l'autre n'ont comme boussole que leurs propres intérêts. La justice a dit son mot. Elle s'est, pour une fois, montrée plus lucide que l'électeur.

Finalement, au vu du nombre d’affaires n’ayant qu’un seul objet le détournement de fonds , on ferait mieux de demander qui n’en a pas commis, ça irait plus vite.

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Affaire Nowak : quand la peur du racisme paralyse le jugement des policiers

Quand un mensonge suffit à faire d'une victime un suspect... Henry Nowak, 18 ans, agonisait sur le trottoir, poignardé cinq fois. La police l'a menotté. Elle croyait la version de son agresseur invoquant des « injures racistes ». La vidéo diffusée lundi soir a provoqué une onde de choc et des émeutes à Southampton. Derrière l’émotion, c’est tout un système fondé sur l’identité ethnique qui vacille.

Affaire Nowak : quand la peur du racisme paralyse le jugement des policiers
Affaire Nowak : quand la peur du racisme paralyse le jugement des policiers

Le 2 juin 2026, Vickrum Digwa est condamné à la prison à vie avec une peine de sûreté de 21 ans . Sa condamnation n’a pas clos l’affaire. Bien au contraire. Depuis la diffusion des images de l’intervention policière survenue le 3 décembre 2025 à Southampton, l’émotion s’est transformée en colère.

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Une erreur policière aux conséquences dramatiques

Cette nuit-là, Henry Nowak, étudiant de 18 ans, est poignardé à cinq reprises alors qu’il rentre d’une soirée. Lorsque les policiers arrivent sur place, son agresseur affirme avoir été victime d’insultes racistes et avoir agi en état de légitime défense. Les agents prennent alors son récit pour argent comptant.

Royaume-Uni : des centaines de personnes défilent après la condamnation du meurtrier d’Henry Nowak
Henry Nowak a été poignardé par Vickrum Digwa, jeune sikh de 23 ans, qui a assuré avoir agi en légitime défense après l’avoir accusé à tort d’injures racistes. Lundi, il a été condamné à la prison à perpétuité.
Affaire Nowak : quand la peur du racisme paralyse le jugement des policierseuronewsNathan Rennolds
Affaire Nowak : quand la peur du racisme paralyse le jugement des policiers

La vidéo montre pourtant une scène glaçante. Allongé au sol, la victime répète à plusieurs reprises : « Je n’arrive pas à respirer » et « J’ai été poignardé ». Malgré cela, les policiers menottent Henry Nowak et lui notifient son arrestation alors qu’il est déjà à l’agonie.

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Royaume-Uni :arrestation musclée d’un humoriste après ses tweets jugés “homophobes”
L’humoriste Graham Linehan a été arrêté à Heathrow à son retour des États-Unis, il est accusé d’avoir publié trois tweets jugés offensants par des militants trans. Un épisode qui interroge sur les limites de la liberté d’expression au Royaume-Uni. L’auteur a révélé que le stress généré par
Affaire Nowak : quand la peur du racisme paralyse le jugement des policiersLe Courrier des StratègesLalaina Andriamparany
Affaire Nowak : quand la peur du racisme paralyse le jugement des policiers

Face à l’indignation, la police du Hampshire a reconnu avoir été « trompée » par les mensonges du meurtrier. L'Independent Office for Police Conduct (IOPC) — la "police des polices" a ouvert une enquête dont les conclusions sont attendues sous trois mois. Le lendemain du meurtre, la police découvrait chez Digwa une machette et des épées.

Colère populaire et récupération politique

Mardi soir, plus d’un millier de personnes, dont Tommy Robinson, se sont rassemblées devant le commissariat de Southampton. Des heurts ont éclaté : bouteilles, briques et poubelles lancées sur les forces de l’ordre. Nigel Farage, chef de Reform UK, à deux semaines d'une élection partielle, a dénoncé un pays « à deux vitesses » et reproche que "les droits des Blancs comptent moins".

Royaume-Uni: la prison pour un tweet, le cas de Lucy Connolly
Lucy Connolly n’avait rien d’une militante. Mère de deux enfants de 42 ans, vivant à Northampton, elle menait une vie discrète jusqu’au jour où un massacre à Southport – où trois jeunes filles furent tuées – bouleversa le pays. Dans un moment de colère, elle posta un message sur
Affaire Nowak : quand la peur du racisme paralyse le jugement des policiersLe Courrier des StratègesLalaina Andriamparany
Affaire Nowak : quand la peur du racisme paralyse le jugement des policiers

Elon Musk s’est lui aussi emporté, et a fustigé un «deux poids deux mesures» médiatique de la presse anglo-saxonne, comparé à la mort de George Floyd aux États-Unis. Il se dit prêt à financer une action judiciaire contre la police du Hampshire. Cette dernière s’est excusée, admettant avoir été « trompée » par les mensonges de Digwa, tout en dénonçant un « flot de désinformation ».

Keir Starmer a parlé d’images « atroces » lui ayant donné la nausée, tandis que la ministre de l’Intérieur Shabana Mahmood accuse certains responsables politiques de chercher à tirer profit d’une tragédie.

Affaire Nowak : quand la peur du racisme paralyse le jugement des policiers

L'affaire Nowak est la preuve que des procédures policières mal calibrées, dans un contexte de pression idéologique réelle sur la notion de racisme, peuvent conduire à des décisions absurdes et mortelles.

Les élites travaillistes, comme les précédentes, préfèrent dénoncer l’« extrême droite » plutôt que d’interroger les effets d’une immigration de masse non assimilée et d’une justice à géométrie variable.

Le Royaume-Uni, sorti de l’Union européenne, reste prisonnier d’une idéologie multiculturaliste qui broie l’individu au profit des groupes. Henry Nowak en est mort.

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Carburant : l’État distribue les aides, mais la facture continue de grimper

Le gouvernement se félicite de 636 500 demandes reçues pour son aide aux "grands rouleurs" et de 14 millions d'euros de prêts aux entreprises. Derrière les chiffres flatteurs, un dispositif bureaucratique qui ne traite qu'une fraction infime des victimes de la guerre des prix énergétiques.

Carburant : l’État distribue les aides, mais la facture continue de grimper
Carburant : l’État distribue les aides, mais la facture continue de grimper

Depuis le 1er juin 2026, les aides gouvernementales liées à la flambée des carburants provoquée par l'escalade au Moyen-Orient sont obligatoirement "en vigueur". Le ministère de l'Économie s'est empressé de communiquer ses premiers bilans dès le 2 juin. Le résultat : 636 500 demandes reçues pour une aide forfaitaire de 100 euros destinée aux "grands rouleurs", sur un vivier théorique de trois millions d'éligibles. En clair, après cinq jours d'ouverture du guichet, moins d'un Français sur cinq concernés a réussi à naviguer dans les méandres d'impots.gouv.fr.

Un État qui subventionne ce qu'il taxe

Le paradoxe central de ce dispositif mérite d'être posé franchement : l'État distribue des aides carburant avec la main droite tout en prélevant, via la TICPE, près de 60 centimes de taxe par litre d'essence avec la main gauche.

“Grands rouleurs”, agriculteurs, transporteurs... Combien de Français ont déjà demandé une aide carburant ? | TF1 Info
[VIDÉO] Dans le sillage de la hausse des coûts de l’énergie liée à la guerre au Moyen-Orient, le gouvernement a mis en place plusieurs aides ciblées. Dans un point de situation ce mercredi 3 juin, l’exécutif fait notamment état de 636.500 demandes pour l’aide “grands rouleurs”, accessible depuis la semaine passée. Des milliers de dossiers ont aussi été déposés pour les dispositifs par secteurs professionnels, tandis que les prêts “flash” rencontrent un “succès important”. - “Grands rouleurs”, agriculteurs, transporteurs... Combien de Français ont déjà demandé une aide carburant ? (Économie).
Carburant : l’État distribue les aides, mais la facture continue de grimperTF1 InfoM.L.
Carburant : l’État distribue les aides, mais la facture continue de grimper

La "prime carburant doublée" jusqu'à 600 euros que les employeurs peuvent verser n'est "défiscalisée et désocialisée" que parce qu'elle échappe à un prélèvement que l'État aurait lui-même institué.

Crise du carburant, aides sélectives : les « vrais travailleurs » d’abord, les autres après
Pas de bouclier universel, pas de blocage des prix, pas de date pour les nouvelles mesures. Maud Bregeon annonce des soutiens « dans les jours à venir »… sans dire à qui ni pour combien. Face à cette crise, l’exécutif assume : pas d’aide pour tous. Après les pêcheurs et les
Carburant : l’État distribue les aides, mais la facture continue de grimperLe Courrier des StratègesRédaction
Carburant : l’État distribue les aides, mais la facture continue de grimper

La revalorisation de 3,2 % des indemnités kilométriques des fonctionnaires soit 20 centimes/litre entre juin et décembre est une correction partielle d'une distorsion structurelle, présentée en bonne fortune politique.

Bpifrance, bénéficiaire silencieux

Du côté des entreprises, 9 500 dossiers ont été déposés pour les "prêts flash" via Bpifrance, pour 14 millions d'euros déjà financés et 22 millions en cours d'instruction.

Hausse du prix du carburant: Bercy préfère aider certains plutôt que tous
Le gouvernement persiste. Face à la hausse des prix du carburant, Roland Lescure, ministre de l’Économie, a exclu ce 26 mars sur RTL toute baisse générale des taxes ou tout plafonnement à la pompe. Seules des aides ciblées, réservées aux « gros rouleurs » et à certains professionnels, seront annoncées « dans
Carburant : l’État distribue les aides, mais la facture continue de grimperLe Courrier des StratègesLalaina Andriamparany
Carburant : l’État distribue les aides, mais la facture continue de grimper

Les transporteurs raflent 70 % des demandes, suivis des agriculteurs (20 %) et du BTP (10 %). Le guichet, ouvert le 13 avril 2026 pour les transports, agriculture et pêche, a été étendu au BTP le 13 mai.

Carburant : l’État distribue les aides, mais la facture continue de grimper

Ces chiffres révèlent une réalité classique : les secteurs les mieux organisés et les plus proches de l’administration captent l’essentiel des fonds publics. Les pêcheurs, symboliquement présents à 0,1 %, illustrent la marginalisation des plus petits acteurs.

Au final, l'État crée le problème, le refinancement à crédit, et présente la note au contribuable. Un grand classique du capitalisme de connivence à la française où l'urgence sert invariablement de paravent à l'extension discrète de l'appareil étatique.

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Anti-tax Republicans have talked themselves into a big mistake in Florida

The Florida Legislature convened for a special session this week and passed Gov. Ron DeSantis proposal to put a gradual elimination of homestead property taxes on November’s ballot. As a legislator who represents a vibrant, diverse community in South Florida, I could not in good conscience support this measure.  I voted “no”  because the math does not add up and Floridians deserve honesty, not political theater.

The resolution would raise the homestead exemption from $50,000 to $150,000 in 2027 and to $250,000 in 2028, with a stated path toward full elimination of homestead property taxes. Florida is already one of nine states in the United States without an income tax.

Florida is already one of nine states in the United States without an income tax.

On the surface, getting rid of such property taxes might appeal to Floridians across the political spectrum. We all deserve affordability and the ability to make ends meet without taking on crushing debt or working multiple jobs just to stay afloat. Like Americans across the country, the people in Florida face an affordability crisis as the cost of groceries, housing, healthcare, gas and other everyday expenses continues to skyrocket.

Every single person in the communities I serve is feeling the pressure of rising costs, and I take that seriously. But this resolution does not solve that problem — it shifts it. It takes the financial burden off property owners and quietly drops it on the backs of renters and the most vulnerable communities we serve.

Republicans across the country, including many here in Florida, have talked for so long about lowering taxes or eliminating taxes that they seem to have forgotten that taxes pay for things that people need and that getting rid of taxes in such a haphazard way will cause pain for individuals and local governments across the state.

Under this measure, local governments across the state, including those in Miami-Dade County and across South Florida, stand to lose billions in revenue. That revenue pays for police and fire protection, public health services, infrastructure and the community programs that working families count on. The state’s constitutional prohibition on cutting first responder funding changes the basic fiscal reality: When you eliminate a tax base, someone else pays. And there’s no solution in place to make up for this massive loss and the impact it will have on communities and residents’ daily lives.

My district is home to hardworking families, seniors on fixed incomes, renters who will never see a dime of this tax break and small business owners who are already navigating an extremely difficult economic climate. They are not asking for a constitutional amendment that most benefits the wealthiest homeowners. They are asking for real, targeted relief that addresses the actual affordability crisis without gutting the services that keep our communities safe and functioning.

Property tax reform that is sustainable, equitable and helps the Floridians who need it most would get my support, but that’s not what this plan is.

When you eliminate a tax base, someone else pays.

We can expect Gov. DeSantis and his allies to paint this resolution as “cost saving,” but if the state’s voters approve the constitutional amendment in November,  the shift in tax burdens will hit many Floridians’ pocketbooks hard.

Florida is already navigating the aftermath of devastating hurricane seasons the past few years, with communities still rebuilding and local governments stretched thin. To introduce a structural revenue shock of this magnitude, one that disproportionately benefits high-value homeowners in wealthier zip codes isn’t just bad policy but a choice about whose recovery matters.

Just like the hype that surrounded Donald Trump’s so-called One Big Beautiful Bill last year, we have seen this playbook before: A headline-grabbing tax cut gets framed as relief for everyday families while the fine print tells a different story. The president, for example has focused on the law’s provision on allowing certain tax filers who get paid tips to not pay taxes on them, but the law overwhelmingly benefits the country’s wealthiest Americans.

DeSantis wants to do away with home property taxes. Florida cities are alarmed. But special districts are more so. Mosquito abatement districts which receive all their funding from property taxes. Welcome back malaria!

Michael McDonald (@electproject.bsky.social) 2026-06-01T10:22:44.517Z

 

Similarly, the exemption headed to Florida’s ballot helps those with the highest-value homes while, say, a senior renting a modest apartment would see nothing. A working family leasing a home would see nothing as the county budget that funds their children’s after-school programs, their neighborhood’s road repairs and their emergency services absorbs the blow.

Extreme anti-tax strategies like this are anything but “fiscally responsible.” The hidden cost is paid in crumbling roads, understaffed fire stations and shuttered public libraries — the very infrastructure that holds communities together. When revenue is deliberately starved from local governments, it isn’t abstract bureaucracies that suffer. It is the elderly neighbor who can no longer afford the ambulance response time that doubled, the child whose school lost its reading specialist and the small business owner whose street floods every rainy afternoon because the drainage system went unrepaired for a decade. A community that guts its own foundations doesn’t liberate its people — it auctions off their shared future to the highest bidder, leaving everyone else to pay the real price.

The post Anti-tax Republicans have talked themselves into a big mistake in Florida appeared first on MS NOW.

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