Carlos Areia revisita uma infância difícil, fala das feridas que o tempo não apagou, do amor que o acompanha há 17 anos, da velhice, das desilusões com o país e da esperança que guarda para o futuro.
Carlos Areia revisita uma infância difícil, fala das feridas que o tempo não apagou, do amor que o acompanha há 17 anos, da velhice, das desilusões com o país e da esperança que guarda para o futuro.