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Copa do Mundo a milissegundos de distância, mas nem sempre foi assim

13 June 2026 at 21:00

Para sentir a emoção da arquibancada vibrando ao fundo enquanto o atacante supera a defesa e manda a bola para o gol, era preciso que ondas eletromagnéticas percorressem milhares de quilômetros até transformar a jogada em imagem nas telas de TV e em lembrança na memória do torcedor.

Hoje, pensar na cobertura de uma Copa do Mundo é falar de velocidade: um universo digital que opera em ritmos impensáveis para as tecnologias de comunicação de décadas atrás.

Velocidade 5G e o futebol

O 5G chegou ao Brasil em 2022 e passou a oferecer velocidades médias superiores a 200 Mbps, podendo ser milhares de vezes mais rápido do que a internet discada dos anos 1990. Se comparada às tecnologias, ele é 10 vezes mais rápido que o antecessor 4G.

Em 2002, quando a Seleção Brasileira venceu a Alemanha por 2 a 0 e conquistou o pentacampeonato mundial, a internet no Brasil passava por transição. Foi quando experimentamos na navegação online aquela sensação de trocar uma corrida de bicicletas por carros na vida real. Na época, passamos dos 0,056 Mbps da internet discada para conexões ADSL (internet de alta velocidade pela mesma rede de fios de cobre usada pelo telefone fixo) que podiam atingir até 10 Mbps, sendo 180 vezes mais rápida que a tecnologia anterior.

Só que, na época, nada de Instagram, WhatsApp ou X. Interagir com os colegas online, só mesmo com serviços como ICQ, bate-papos online ou então por correntes de e-mail. Vale lembrar que, quando Ronaldo Fenômeno marcou os dois gols que deram ao Brasil o pentacampeonato mundial, o YouTube ainda não existia — ele só seria criado em 2005.

O streaming de vídeo em larga escala ainda engatinhava, e os smartphones que hoje colocam a Copa na palma da mão sequer faziam parte da rotina dos consumidores. Nesta época, os jogos eram acompanhados principalmente pela TV aberta, pelo rádio e pelos portais de notícias na internet, que ofereciam textos, fotos e atualizações em tempo real.

Nem TV, nem internet

A Copa de 1970, no México, foi um marco tecnológico e tanto para as transmissões do campeonato para os brasileiros. Foi a primeira vez que os torcedores puderam assistir a uma Copa do Mundo ao vivo, graças ao uso de satélites de telecomunicações. Um avanço e tanto para os profissionais de rádio e TV.

Edemar Annuseck narrou cinco mundiais entre os anos de 1974 e 1990 e lembra da dificuldade de transmitir um campeonato naquele tempo. “No rádio era preciso ter um sinal de satélite; e nem sempre a gente conseguia ter retorno do que estava sendo transmitido”. Fazendo uma ponte com as coberturas em tempo de internet, diz: “Hoje, com um computador, você faz a transmissão e a narração das partidas direto do estádio. Antes, era preciso ter 4 canais (áudio): dois para envio da voz e o restante para retorno.”

Luiz Fernando Magliocca, pesquisador e professor de rádio e TV, começou a trabalhar na área em 1964 e lembra de situações inusitadas quando os jogos eram em campo brasileiro. “Às vezes, durante as transmissões esportivas no rádio, havia interferências e até linhas cruzadas no meio da transmissão”. Com a chegada da internet, diz que o jogo fora do campo mudou: “Hoje ampliou a oferta de telas. A oferta maior é agora, com diversas emissoras e plataformas fazendo a transmissão dos jogos, enquanto o torcedor acompanha tudo pelo celular”.

Do carro popular ao trem-bala digital

Hoje, a combinação entre fibra óptica e redes 5G permite acompanhar os jogos em alta definição, com baixa latência, acesso simultâneo a múltiplas telas e velocidades de navegação que variam de 300 Mbps a 500 Mbps, podendo chegar a 1 Gbps em algumas localidades.

No Brasil, essa velocidade alcança 221 Mbps em média, segundo dados divulgados no início de maio pela consultoria Ookla. O país está entre os líderes da América Latina em velocidade, embora ainda distante dos países que lideram o ranking global, como Singapura, Eslovênia e França. E o melhor, tudo em multiplataformas. Uma experiência que fica ainda mais intensa com a cobertura jornalística e diversidade de aplicativos.

Na CNN a cobertura do evento vai além dos jogos

O time da CNN Brasil entra em campo para a cobertura multiplataforma da Copa do Mundo de 2026 e acompanha a Seleção Brasileira e os principais destaques do torneio em parceria com a Itatiaia.

Na programação da CNN Brasil, o público tem conteúdos exclusivos, com quadros fixos nos telejornais Novo Dia, Live e CNN Prime Time. E no fim do dia, depois que a bola rola no campo, o “CNN na Copatraz um resumo dos principais acontecimentos do Mundial. 

No digital, a emissora aposta em uma programação robusta no YouTube, com lives diárias de até duas horas, e novidades no site. Na página oficial, a CNN também disponibiliza o Simulador da Copa do Mundo 2026 de resultados automatizado, permitindo que os torcedores façam projeções completas do chaveamento até a final.

E já que todo brasileiro tem um pouco de técnico no sangue e nunca é tarde para “palpitar”, a CNN Brasil criou o Simulador Convocação – Copa 2026, uma plataforma de escalação dos sonhos em que o público pode escolher os 26 jogadores que deveriam representar o Brasil no Mundial.

Agora, a decisão está nas mãos do torcedor: qual seria a sua convocação para a Copa do Mundo de 2026? Simulador Convocação – Copa 2026.

Kate Middleton vuelve a reinar durante el cumpleaños oficial de Carlos III

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Londres ha vuelto a vestirse de gala este sábado para acoger una de las citas más emblemáticas del calendario británico: el Trooping the Colour, la gran parada militar con la que se celebra oficialmente el cumpleaños del rey Carlos III. Aunque el monarca cumplirá 78 años el próximo mes de noviembre, la tradición establece que la conmemoración tenga lugar en junio, aprovechando las mejores condiciones meteorológicas para un evento que reúne cada año a miles de ciudadanos y a los principales miembros de la familia real.

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Zapatero ante el juez: las principales claves que el expresidente del Gobierno tendrá que aclarar en la Audiencia Nacional

13 June 2026 at 19:18

El expresidente socialista José Luis Rodríguez Zapatero cuenta ya los días para comparecer ante la Audiencia Nacional en el marco de la investigación judicial relacionada con el rescate de la aerolínea Plus Ultra en 2021. Será los próximos 17 y 18 de junio cuando, por primera vez en democracia, un expresidente se sentará así ante este Tribunal ante las sospechas de que pudo liderar una red de tráfico de influencias en favor de la aerolínea a cambio de comisiones.

Zapatero acudirá acompañado de su abogado, el prestigioso catedrático Víctor Moreno Catena, y ambos ejercerán su defensa "con toda la firmeza y convicción" -según dijo el exlíder del PSOE al conocerse su imputación-. Ambos tendrán que convencer al juez José Luis Calama de que "jamás" ha hecho gestiones ante ninguna "administración pública ni sector público en relación con el rescate" de 53 millones de euros a la citada aerolínea.

El magistrado, además, ha ampliado la imputación de Zapatero a un delito fiscal y a otro de contrabando por las joyas valoradas en 1,3 millones de euros halladas en una caja fuerte de su oficina. Además de la Fiscalía, lo cierto es que Zapatero tendrá enfrente casi a una decena de acusaciones populares coordinadas por el PP, que podrían pedir medidas cautelares contra él. Estas son todas las claves que tendrá que aclarar ante la Audiencia Nacional:

Zapatero, el "vértice" de la trama

Una de las cuestiones que tendrá que resolver Zapatero será así su papel en toda la presunta trama. El juez sitúa al expresidente en el "vértice" de toda la operativa, ejerciendo un "liderazgo no visible" de forma que, de cara a conseguir decisiones y ventajas a favor de terceros, esencialmente de Plus Ultra, Zapatero habría aportado sus "contactos institucionales y empresariales de alto nivel".

Además de las gestiones para lograr el rescate a la aerolínea, se investiga si la trama intervino ante autoridades venezolanas para "asegurar la autorización de vuelos". En el auto de imputación, el juez apunta además a la "influencia determinante" de Zapatero, que tenía acceso a "personas situadas en los más altos niveles de responsabilidad política", para la compraventa de petróleo en Venezuela.

Unas joyas de 1,3 millones de euros

Ha sido también otra de las cuestiones más sorprendentes. El registro a la oficina del expresidente trajo consigo el hallazgo de unas 80 piezas de joyería en una caja fuerte y que están valoradas, según una tasación preliminar, en 1,3 millones de euros. En concreto, un collar de 278.000 euros, de oro blanco, diamantes y dos esmeraldas, es la joya de más valor hallada junto a otras con piezas de oro, zafiros -algunos de Tailandia-, rubíes o esmeraldas de Zambia.

Zapatero ha argumentado por el momento que son herencia de su madre y su suegra y que estaban allí porque vivía en una casa de alquiler sin caja fuerte. Pese a sus palabras, las joyas han desencadenado en una nueva imputación por delito fiscal y de contrabando ante el origen aún no justificado de estas. Con ello, el juez investigará todo lo relativo a estas joyas en una pieza separada, aunque lo cierto es que Zapatero podrá aclarar su origen en su comparecencia de esta semana.

Canales financieros hacia su entorno

Otra de las sospechas de los investigadores es que los supuestos beneficios económicos que habría obtenido Zapatero habrían sido canalizados a través de una maraña de empresas que no solo se dirigían hacia él, sino también hacia su entorno, especialmente, sus dos hijas. De esta manera, el juez apunta a "sociedades instrumentales, documentación simulada y canales financieros opacos para ejercer influencias ilícitas, ocultar el origen y destino de los fondos y obtener beneficios económicos en favor de terceros y del propio entramado".

El magistrado cifra en 1,9 millones de euros los supuestos beneficios de toda la trama, que se repartieron en distintas empresas. Entre ellas, destacan por ejemplo los 490.780 euros que habría recibido Zapatero de Análisis Relevante -propiedad de su amigo e imputado Julio Martínez Martínez-, que tiene bloqueados; o los 239.755 que percibió la empresa de sus hijas.

Sus trabajos para Análisis Relevante

Con ello, el expresidente será preguntado ante la Audiencia Nacional por sus trabajos realizados con Análisis Relevante, otra de las cuestiones más importantes a resolver. El expresidente ha reconocido que hizo labores de consultoría para este empresa por los que cobró 70.000 euros brutos anuales entre 2020 y 2025.

Así lo dijo hace meses en el Senado, donde admitió que la empresa de sus hijas prestó a esa mercantil servicios de comunicación y marketing. Sin embargo, el juez sospecha que Análisis Relevante, cliente de Plus Ultra, es en realidad una empresa "instrumental" para canalizar fondos en un periodo que coincide "con gestiones dirigidas a influir en la concesión de ayudas públicas".

Una sociedad en Dubái

El juez también cree que, siguiendo instrucciones de Zapatero, la trama llegó a crear una sociedad en Dubái, que estaría participada al 100% por otra empresa que había suscrito un contrato con Plus Ultra para percibir 530.000 euros (el equivalente al 1% del "rescate público"), sin constancia del pago en España. Se trataría así de una dinámica que "reforzaría la hipótesis" según el magistrado de que dicha sociedad se habría creado con el objetivo de "recibir fondos en el extranjero". Pese a todo, Zapatero asegura que nunca ha tenido una sociedad de este tipo ni en España ni en el extranjero y que siempre ha cotizado al IRPF.

Conversaciones entre los miembros de la trama

Otro de los indicios contra Zapatero son las conversaciones que se han desvelado entre los presuntos miembros de la trama. Así, las alusiones al expresidente entre directivos de Plus Ultra son constantes en el sumario y constituyen uno de los principales caballos de batalla del abogado del expresidente socialista, quien ha sembrado dudas sobre su autenticidad.

En este sentido, lo cierto es que parte de estas conversaciones provienen de la extracción del móvil que una agencia gubernamental estadounidense realizó de Rodolfo Reyes, accionista de la aerolínea, en 2021. Estados Unidos, así, las ha aportado a la Policía española cinco años después, en 2026. Por ello, el abogado sospecha de su origen e integridad: quiere saber qué resolución judicial amparó la incautación y el clonado del móvil, así como si se respetó la cadena de custodia.

El juez, adelantándose a posibles peticiones de nulidad, ha solicitado ya a Estados Unidos autorización para usar esas comunicaciones como "medio de prueba" en todo el proceso penal. En aquellas conversaciones, los directivos de Plus Ultra hablaban de "tocar puertas" y "pedir ayuda a Zapatero" para conseguir el préstamo. También aludían a un llamado "Grupo Zapatero" o "boutique financiera".

De entre los mensajes analizados, la UDEF atribuye uno a Zapatero. "En tiempo y forma. Exitosa gestión", habría recibido Julio Martínez el 31 de julio de 2021 de un contacto registrado como "Z" tras una gestión "al más alto nivel con Venezuela".

De cerezas a remolacha: recetas de Dani García para hacer un gazpacho diferente este verano

13 June 2026 at 17:00

Cuando llega el verano y las altas temperaturas inundan cada calle de las ciudades de España, nuestro organismo pide a gritos nutrirlo de recetas refrescantes y deliciosas, siendo el gazpacho una de las ideas a las que más recurre gran parte de la población de nuestro país. Además, gracias a chefs profesionales como Dani García, con 3 Estrellas Michelin, encontramos versiones diferentes de este plato con sabores distintos.

El chef marbellí de restaurantes como Smoked Room y BiBo ha compartido públicamente algunas ideas de gazpachos con sabores que van desde la querida cereza hasta la suntuosa remolacha. Aquí van algunos ejemplos que propone el cocinero que conoce también el secreto para lograr unas patatas fritas con el dorado y el crujiente perfecto.

Gazpacho de remolacha y queso

Se trata de una de las múltiples versiones que el chef andaluz ha compartido en sus redes sociales. A pesar de llevar pocos ingredientes, Dani García asegura que es un gazpacho con mucho sabor, perfecto para triunfar en una comida de verano con los amigos. ¿El toque final que también marca la diferencia? Un queso fresco especial.

Link a la receta completa del gazpacho de remolacha y queso.

Gazpacho de cerezas

Si tienes cerezas guardadas en la nevera, hojas de albahaca, pimiento verde, tomates, ajo, anchoas y queso fresco, cuentas con los ingredientes necesarios para hacer este gazpacho de Dani García.

Link a la receta completa del gazpacho de cerezas.

Gazpacho de fresas

Con esta receta, el chef asegura que uno logra cocinar el "mejor gazpacho del mundo". No contiene agua ni pepino ni pan porque los ve como unos ingredientes innecesarios que eclipsan el sabor que debe tener el plato.

Ingredientes

  • Tomate cherry en rama
  • ​Fresón
  • ​Queso feta
  • ​Ajo
  • ​Pimiento verde
  • ​Cebolla
  • ​Sal
  • ​Aceite de oliva
  • ​Vinagre de Jerez

Receta del gazpacho de fresas de Dani García

  1. Troceamos los tomates, el ajo, el pimiento verde y la cebolla.
  2. ​Echamos los ingredientes en un bol e incorporamos sal, aceite de oliva y vinagre de Jerez.
  3. Mezclamos todo y dejamos reposar en la nevera durante 8 o 9 horas.
  4. Trituramos hasta obtener un gazpacho con la textura deseada y colamos.
  5. Cortamos las fresas en finas láminas.
  6. En un plato, colocamos las láminas de las fresas, el queso feta desmigado y el cebollino picado. Echamos el gazpacho y un poco de aceite.

El descubrimiento de un palacio que pone en duda el mito de la llegada al poder de Esparta

By: Ana · Martínez
13 June 2026 at 11:15

Esparta, una de las ciudades más poderosas y militarizadas de la Antigua Grecia. Situada en la península de Peloponeso y con una gran fama por su disciplina, y educación militar, dominó la región de Laconia y lideró a los griegos en las Guerras Médicas.

O eso se pensaba hasta ahora, porque una investigación del historiador Hans Beck en The Annual of the British School en Atenas, ha revelado la verdad sobre esta parte de la historia, y es que, podríamos estar hablando de que una de las ciudades más conocidas en la historia de los conflictos bélicos no comenzó siendo un estado guerrero conquistador.

Esparta

Esparta surge en el siglo IX a.C. y se dice que dominó gran parte de Peloponeso entre el 700 y el 371 a.C., año en el que comenzó su declive tras la derrota contra los tebanos en la Batalla de Leuctra. Destacó por su sistema de reinado, entre los que encontramos a personalidades como Leónidas I, Agesilao II, Cleómenes I, o su hija Gorgo, que fue la esposa de Leónidas.

Analizando unos descubrimientos arqueológicos de Agios Vasielios, en Creta, Beck explica que "Esparta surgió de un paisaje cultural lacedemonio más antiguo, en lugar de ser creada de cero por los guerreros conquistadores".

De esos restos se descubrieron vestigios de un completo palaciego, espadas de bronce, y registros administrativos escritos en la lineal B, la forma más antigua de escritura griega. El estudio se centra principalmente en un santuario llamado Amyklai que permaneció activo tras colapsar el castillo y que cobró importancia para tanto para los espartanos como para los lacedemonios.

"El ascenso de Esparta alteró profundamente el panorama. Sin embargo, Amyklai conservó su calidad como una ubicación privilegiada de los legaros de Lacedemonia" explica Hans. La cantidad de actividad analizada sugiere que las tradiciones antiguas de la época sobrevivieron al periodo en el que Esparta estaba emergiendo, cuestionando así el origen de la ciudad.

Este estudio no cuestiona la reputación de Esparta como ciudad de gran poder militar, pero explica que los orígenes que se asociaban con ella no eran del todo correctos. Estos descubrimientos ayudan a entender la historia y a corregir los pequeños errores que se pueden cometer por la falta de documentación antigua.

Más mitos sobre Esparta

Al tratarse de una parte tan conocida de la historia, de la que luego han creado varios contenidos audiovisuales como las famosas películas Troya y 300, también se han generado diferentes mitos a su alrededor, destacando el del Agogé y los niños perfectos, y el de el sacrificio de los 300 en las Termópilas.

El primer mito explica que en la tradición espartana los bebés enfermos o deformes eran arrojados por el monte Taigeto. Sin embargo, los historiadores modernos han concluido en que esto es falso ya que se les examinaba únicamente para saber si podrían entrar en el ejército a futuro, pero no se lanzaban al vació, De hecho, un ejemplo de ello es el el rey Agesilao II, que se sabe que nació cojo.

El segundo viene del cine, que ha fomentado la idea de que el rey Leónidas, y su guardia personal lucharon solos contra el imperio Persa. Esto es falso, ya que en realidad en la Batalla de las Termópilas en el 480 a.C. lucharon junto a ellos unos 7.000 soldados griegos más de las ciudades aliadas.

© La Razón

El descubrimiento de un palacio que pone en duda el mito de la llegada al poder de Esparta

Carmelo Bosque, el chef con Estrella Michelin y apasionado de la trufa que liderará la cena de la gala de la Guía Michelin 2027

13 June 2026 at 11:00

Dentro de unos meses, la Guía Michelin celebrará su icónica gala con la que repartirá sus codiciadas Estrellas Michelin. Si el año pasado, Málaga fue la sede oficial para la entrega de dichas distinciones y otros reconocimientos, Huesca se convierte en su sucesor.

Además, como viene siendo una tradición que forma parte del evento, tendrá lugar una cena después de la gala. El año pasado, Benito Gómez del restaurante Bardal (Ronda, Málaga) con 2 Estrellas Michelin, fue el encargado de coordinar al equipo. Este 2026, dicha labor ha sido encomendada al aragonés Carmelo Bosque.

¿Quién es Carmelo Bosque?

Carmelo Bosque es el chef de Lillas Pastia, que cuenta con 1 Estrella Michelin. Aparte de tener la oportunidad -y responsabilidad- de coordinar el equipo de cocina de la cena que servirá después de la gala, Bosque cuenta con 30 años de experiencia profesional y en la página web de su local afirma que su predilección es la trufa, uno de los alimentos por excelencia de la cocina aragonesa y protagonista en la carta.

"Con 30 años, Carmelo Bosque consiguió su primera estrella Michelin en el restaurante Navas de Huesca antes de abrir el restaurante Flor y en 1995 comenzar su andadura en el Lillas Pastia, en el que consiguió otra estrella Michelin tres años más tarde. Carmelo Bosque es un gran defensor de los productos de su tierra, Aragón, y uno de los grandes expertos de la cocina con trufa, el producto fetiche del Lillas Pastia", explica el negocio en su página web sobre la trayectoria de Bosque.

Por su parte, la Guía Michelin describe al restaurante de Bosque como un lugar con una "cuidada estética contemporánea" que esconde en su interior "un reservado exclusivo dedicado a la trufa (para 10 comensales) y el restaurante gastronómico como tal, con la cocina semivista y en una de sus paredes, realizada a partir de Inteligencia Artificial, una gran ilustración de una mujer cantando ópera (de ahí viene el nombre Lillas Pastia, de la taberna reflejada en la famosa ópera Carmen)".

¿Cuándo se celebrará la Gala de la Guía Michelin?

La Gala de la Guía Michelin será el 24 de noviembre en el Palacio de Congresos de Huesca. Será la primera vez que la ciudad acoja una edición de uno de los eventos más importantes de la gastronomía nacional.

"Celebrar la Gala de la Guía Michelin en Huesca es una oportunidad para visibilizar el extraordinario patrimonio gastronómico y la riqueza de producto de Aragón (...) Esta elección refuerza nuestro compromiso con la pluralidad territorial de la gastronomía española y la capacidad de la cocina local para dialogar con las grandes tendencias internacionales", señalan desde Michelin sobre la elección de la ciudad aragonesa.

Lotería Nacional de este sábado 13 de junio de 2026 | Resultados y premios

13 June 2026 at 10:16

Loterías y Apuestas del Estado ha realizado este sábado 13 de junio un nuevo sorteo ordinario de la Lotería Nacional que ha puesto en juego hasta 42 millones de euros en premios. Este nuevo sorteo se ha producido como todos los sábados a la 13.00 horas en el Salón de Sorteos de Loterías y ha repartido dos grandes premios.

Por un lado, un primer premio de 600.000 euros a la serie, lo que se traduce en 60.000 euros por décimo, que ha sido para el número 69497. Por otro, un segundo premio de 120.000 euros a la serie, que equivale a 12.000 euros para cada décimo agraciado, que ha recaído en el número 71657. Además, se han otorgado otra serie de premios a las extracciones de dos, tres y cuatro cifras y también se han seleccionado un total de tres reintegros, que han sido el 3, el 7 y el 9.

La promesa de Raphinha a Ancelotti antes del Brasil-Marruecos

13 June 2026 at 05:00
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Tantas veces en bandos opuestos y ahora alineados en busca de un gran objetivo común. Adversarios, que no enemigos, en su caso. Porque entre el delantero blaugrana Raphinha y el ahora seleccionador brasileño, Carlo Ancelotti, siempre ha existido una relación de respeto. Si al atacante lo hubiera fichado Luis Enrique con los ojos cerrados para su PSG, por su verticalidad y ética de trabajo, no le va a la zaga en cuanto a admiración Ancelotti. “Es el mejor jugador del mundo atacando los espacios”, le regala el italiano. “Espero compensarle por tantos clásicos que le ganamos cuando él era entrenador del Madrid, empezando por el Mundial, puedo rendir mucho más”, le devuelve la vez con cariño Raphinha. Los dos serán protagonistas esta medianoche (00.00 h) en el que se presume que será el primer gran partido del Mundial, el Brasil-Marruecos que se disputará en Nueva Jersey.

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La presentación de la nueva revista de elDiario.es sobre el turismo pone el foco en la sostenibilidad: “Si hay que creer en algo, creo en Benidorm”

12 June 2026 at 08:51

La presentación de la nueva revista de elDiario.es sobre el turismo pone el foco en la sostenibilidad: “Si hay que creer en algo, creo en Benidorm”

La presentación de la revista 'Turismo, cómo conservar un tesoro sin dañarlo'; pone el foco en el impacto de las redes sociales, la gentrificación y la crisis climática en el destino preferido de Europa

El turismo en España genera casi tres millones de empleos y supone el 13% del PIB nacional, sin embargo su gestión, o su falta de ella, plantea retos ambientales y sociales que en algunos casos parecen haber llegado a un punto de no retorno. Bajo esta premisa, elDiario.es presentó este martes su nueva revista 'Turismo, cómo conservar un tesoro sin dañarlo' en un encuentro exclusivo para las socias y socios en la redacción. 

La charla, moderada por Gumersindo Lafuente, editor de la publicación, contó con la participación de la periodista y directora de la revista medioambiental Ballena Blanca, Sara Acosta, y el arquitecto y viajero experimentado Enrique Domínguez Uceta. 

Tras los agradecimientos y las presentaciones, Lafuente rescató un dato de la revista sobre una cala en Mallorca donde, el trasiego de turistas se lleva 70 kilos de arena diarios pegados a las chanclas y toallas. Un ejemplo muy ilustrativo de la magnitud del problema.

Lafuente puso el foco en cómo las redes sociales han distorsionado la experiencia del viaje con “500 millones de chivatos” digitales que arrastran masas hacia lugares específicos solo por una foto. “Sale una foto de una puerta de color azul en una playa de Alicante y, de pronto, hay cola para hacerse la foto en esa concreta puerta y no en las otras 50 que hay en el mismo pueblo”, lamentó el periodista, subrayando el estrés que de este modo sufre el un turista, que a veces no sabe ni dónde está. Para ejemplificar esta idea, Lafuente contó el caso de una guía de la Alhambra de Granada a la que un turista VIP le reclamó no haberle enseñado el monumento entero tras mostrarle una foto de la Mezquita de Córdoba.

Del ‘Spain is different’ al desarrollismo

Enrique Domínguez Uceta, autor del texto de apertura de la revista, aportó a la conversación la perspectiva histórica, recordando que España se convirtió en un lugar de turismo masivo casi por “fuerza del destino” tras la Segunda Guerra Mundial. Para los europeos de la posguerra, aseguró, España era un refugio: “Era llegar a un sitio que no estaba contaminado por el horror en el que habían vivido”.

El arquitecto analizó cómo el turismo transformó las costumbres de un país cerrado en los años 60, recordando con nostalgia cómo el coche propio, en su caso el Seat 600, permitió a los españoles descubrir su propio país y que España era diferente, no solo vista por los extranjeros, sino en cada una de sus regiones... “Eso tenía dentro un germen que a mí hoy me sigue pareciendo muy interesante”, valoró.

Sin embargo, ese idilio tuvo un precio ambiental altísimo debido a lo que el arquitecto definió como un “encuentro amoral entre los promotores turísticos y el régimen” de la dictadura, donde primó el negocio sobre cualquier protección del medio natural. El balance incluye hoy en día humedales desecados y una costa casi totalmente construida, con ejemplos sangrantes como el Algarrobico o la Isla de Valdecañas.

¿Es posible la sostenibilidad?

La periodista Sara Acosta, añadió varios ejemplos de degradación ambiental, como el río Chíllar en Nerja o San Juan de Gaztelugatxe, víctima del fenómeno Juego de Tronos, y señaló que la falta de visión a largo plazo de los políticos dificulta las soluciones. La pregunta que sobrevolaba la sala era si la conservación es compatible con esta industria y Acosta fue clara: sí, pero con planes a largo plazo que choquen con el electoralismo de cada cuatro años.

“No le solemos poner conciencia [al viaje] desde que yo decido dónde me quiero ir... ¿qué genera menos impacto?”, invitaba a la reflexión la periodista. Incluso mencionó nuevas tendencias como la “vergüenza de volar” (flygskam) o el compromiso de viajar solo en tren, algo que ya practican colectivos de jóvenes en el norte de Europa.

Ya en el tramo final, el debate se centró en la búsqueda de modelos de éxito. “Si hay que creer en algo, creo en Benidorm”, afirmó Lafuente. Así, los ponentes coincidieron en señalar aspectos positivos de Benidorm o Peñíscola por la eficiencia de su verticalidad frente a la dispersión en el territorio y del peso de la gestión local frente a los fondos de inversión. “En Benidorm la mayor parte de la industria está en manos de gente local, que lo cuidan como algo suyo”, aportó Domínguez Uceta, que añadió que este tipo de gestión local suele ser el denominador común de “los sitios que han mantenido un cierto equilibrio”.

Las preguntas de los socios abordaron temas como la homogeneización de las ciudades, la gestión de aguas residuales en hoteles y la polémica ampliación de aeropuertos en plena crisis climática. Ante la cuestión de si se debe limitar el volumen de turistas, Acosta reconoció que es una cuestión incómoda pero necesaria: “En los sitios en los que he estado con responsables de turismo, hacer esta pregunta es como tirar una bomba”. En el aire queda la sensación agridulce de que el turismo es un motor importante de la economía de nuestro país, pero que ese “tesoro” del que habla el título de la revista requiere una mirada crítica para revertir la masificación.

Zapatos planos para combatir el calor del verano con estilo por menos de 30 euros

13 June 2026 at 06:00

En España durante el verano, la comodidad es un plus que deberían tener todos los 'looks' independientemente del lugar que estemos y el suelo que pisemos. En el caso de buscar dicho requisito, lo más apropiado sería comenzar por un calzado práctico y -tranquila- también estiloso. Diversas marcas de moda tienen en sus respectivos catálogos modelos que cumplen con dichas funciones, como las que aparecen en este artículo.

Para que no estés un día entero buscando ese zapato plano ideal para la época estival, hemos preferido comenzar nosotras la búsqueda, siendo el resultado la siguiente 'wishlist' con pares que no superan los 30 euros, para que tu tarjeta tampoco tiemble cuando pase por el datáfono.

Zara

Las sandalias rojas están siendo una auténtica revolución estilística este verano y en Zara hemos encontrado estas para que te subas al carro de esta tendencia. Ideales para lucir con un total white look o con unos shorts vaqueros y una camiseta básica. Incluso unos pantalones capri también son opción. Las sandalias (REF. 3610/710/020) cuestan 29,94 euros.

Primark

Continuamos con estas alpargatas de Primark (REF. 991174185116) que no nos han conquistado únicamente por el precio, también porque nos las imaginamos lucirlas con nuestro vestido boho y capaza de confianza y ya tendríamos un look apto para los días de verano. Cuestan 14 euros.

Stradivarius

Las bailarinas de efecto red vuelven a causar furor este verano y nosotras nos hemos topado con estas de la firma Stradivarius (REF. 9117/770/002), que nos encantan principalmente por los detalles florales, que las hacen muy diferentes con respecto a otros modelos. Cuestan 29,99 euros.

Bershka

En su página web, Bershka explica que estas sandalias (REF. 1810/864/100) están fabricadas para ofrecer un mayor confort gracias a la "plantilla técnica flexible de espuma compuesta de látex". Cuestan 25,99 euros.

Pull & Bear

Por último, proponemos estas sandalias con abalorios (REF. 1702840100) de Pull & Bear y combinarlas con unos shorts vaqueros, un top de tirantes y brazaletes en uno de los brazos. Tienen un precio de 29,99 euros.

Bad Bunny, sobre su desayuno típico: "Un revueltillo con jamón, queso, tomate, cebolla y en unas tostaditas"

13 June 2026 at 06:00

La capital está más que preparada para recibir la visita de Benito Antonio Martínez Ocasio, más conocido como Bad Bunny. Madrid será la sede de 10 conciertos que el cantante puertorriqueño hará con motivo de el tour Debí Tirar Más Fotos. El año pasado, el 'conejo malo' amante del pepinillo en la hamburguesa hizo historia con la venta de sus entradas, y este 2026 tiene claro en querer volver a hacer historia con su gira mundial.

Los seguidores de su trayectoria que incluye éxitos musicales como Titi Me Preguntó y Me porto bonito ya conocen algunos aspectos de su faceta más personal. Una curiosidad del nacido en Puerto Rico tiene que ver con su desayuno. En una entrevista para Harper's Bazaar de hace tres años, Bad Bunny habló sobre lo que suele desayunar gran parte de los días.

El desayuno habitual de Bad Bunny

Uno de los primeros aspectos que menciona Bad Bunny cuando abre los ojos nada más comenzar el día tiene que ver con la hora. "Me levanto temprano, a las 7 o 7 y algo de la mañana", decía, añadiendo que su única manía es la de "mirar el sol, aunque me quede ciego un poquito. Cierro los ojos y que me queme y ya. En verdad es triste, lo primero que hago es mirar el teléfono, pero es lo todo el mundo hace eso, ¿verdad?".

Bad Bunny confesaba también que bebe café, pero con un matiz: "Me gusta cuando me lo preparan, prefiero que me lo haga alguien con una cafetera, una greca, bien rico, café bueno".

El resto del desayuno favorito de Bad Bunny está compuesto por ingredientes capaces de aportar al organismo desde hidratos de carbono hasta proteínas: "Mi desayuno típico es un revueltillo con jamón, queso, tomate, cebolla, en una tostadadita".

Propiedades y beneficios del huevo

Uno de los beneficios principales del huevo es el aporte de proteínas que da al organismo. De esta manera, el cuerpo se sacia antes y también contribuye a aumentar la masa muscular.

Según cuenta en un artículo publicado en su blog la Universidad de Utah, el huevo también es bueno por contener antioxidantes beneficiosos para la salud visual como la luteína y zeaxantina. La institución también destaca que este alimento es beneficioso para las embarazadas. "No sólo son una buena fuente de proteínas, sino que están repletas de vitaminas y minerales, lo que es bueno para el desarrollo cerebral del bebé. Algunas de las muchas vitaminas y minerales que contienen son hierro, vitamina B12, vitamina A, vitamina D, vitamina E y selenio", cuenta la universidad. Aparte de destacar el ácido fólico.

De acuerdo con la Fundación Española de Nutrición (FEN), por cada 100 gramos de porción comestible, el huevo puede contener:

  • Energía: 150 kcal
  • ​Proteínas: 12,5 g
  • ​Potasio: 130 mg
  • ​Magnesio: 12 mg
  • ​Calcio: 57 mg
  • ​Agua: 76,4 g

Canadá rompe una maldición ante Bosnia

12 June 2026 at 22:00
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En sus dos participaciones anteriores Canadá se había marchado a casa con cero puntos. Seis derrotas en total. En su casa, en Toronto, rompió esa maldición. No ganó pero arrancó un empate ante Bosnia. De hecho mereció vencer. Si la primera anfitriona del Mundial en debutar, México, cosechó un triunfo, los canadienses se tuvieron que conformar con las tablas. Al menos, reaccionaron tras empezar perdiendo.

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De cárcel de Yeserías a centro de inserción social Victoria Kent: la transformación de la última prisión franquista en Madrid

12 June 2026 at 21:45

De cárcel de Yeserías a centro de inserción social Victoria Kent: la transformación de la última prisión franquista en Madrid

La mayor parte de los internos del centro cumple la última fase de su condena en tercer grado, lo que les permite salir fuera del recinto hasta 16 horas al día. Asociaciones memorialistas han pedido al Gobierno central que lo declare Lugar de Memoria, aunque han recibido silencio por parte del Ejecutivo

La cárcel de Carabanchel, la 'estrella de la muerte' de la dictadura que Franco no fue a inaugurar

Cuando uno pasea por la calle Juan de Vera, en el madrileño barrio de Arganzuela, pocas cosas son las que le ayudan a conocer lo que sucedió, y todavía ocurre, tras esos muros. El actual centro de inserción social (CIS) Victoria Kent, antigua cárcel de Yeserías, alberga en su arquitectura neomudéjar casi un siglo de historia entre sus pabellones y antiguas celdas. De infraestructura algo deteriorada, a día de hoy los internos gozan de un régimen de semilibertad que les permite estar fuera del centro hasta 16 horas al día. A pesar de ser de los pocos enclaves utilizados por el franquismo para recluir a los y las disidentes que sigue en pie en la capital, desde el Gobierno central todavía no lo han declarado Lugar de Memoria Democrática.

Llamada así por ubicarse en una zona industrial en la que se trabajaba el yeso, la construcción erigida por el Ayuntamiento de Madrid en torno a 1928 tenía como destino ser un asilo de mendigos. De ella sobresalen seis pabellones en forma de ‘H’ con largos brazos dispuestos en parejas y paralelos a la calle Juana Doña que son de doble altura, con cubiertas inclinadas de teja curva. Entre los pabellones quedan espacios libres en forma de calle que se denominaban “patios”. En la segunda planta, los pabellones se conectan a través de un eje longitudinal, en forma de puente, sobre estos patios. Existe también un último pabellón, con un solo brazo, más corto que los anteriores.

Varios coches aparcados en el Centro de Inserción Social de Victoria Kent en una imagen de archivo
Varios coches aparcados en el Centro de Inserción Social de Victoria Kent en una imagen de archivo

El comienzo de la Guerra Civil tras el fracaso del golpe de Estado de julio de 1936 hizo que el asilo tuviera diversas funciones, entre ellas centro de detención y hospital, esta última a partir de 1938. En 1941, el centro comenzó a llamarse prisión de Yeserías. A ella arribaban únicamente hombres hasta que se cerró la cárcel de Ventas, cuando también empezaron a entrar mujeres. Tendrían que pasar varias décadas hasta que en 1971 la prisión fuera considerada femenina en exclusiva. Justos 20 años después se cerró y, ya en 1994, volvió a abrir sus puertas como CIS Victoria Kent.

Lo primero que me dijo un guardia civil es que menuda pinta traíamos las rojas. Yo había estado una semana en la Dirección General de Seguridad, torturada, sin poder lavarme, con el vestido descosido

Rosa García Alcón Detenida en 1975

Los recuerdos franquistas

Una vez que se abre la primera puerta, se cruza un pequeño aparcamiento y se supera el control de seguridad, un pequeño jardín con floridos arbustos y cuidado césped da la bienvenida al visitante. Lo primero que se observa, un cartel con el artículo de la Constitución Española que garantiza que las penas de prisión y las medidas de seguridad deben orientarse fundamentalmente hacia la reeducación y reinserción social.

El día en que Rosa García Alcón ingresó en Yeserías no existía ese jardín, y mucho menos ese precepto constitucional. Detenida el 24 de agosto de 1975 y trasladada a la prisión el 1 de septiembre, esta militante de la Federación Universitaria Democrática de España, ligada al FRAP, recuerda cómo empezaba a anochecer cuando ingresó en la cárcel. “Lo primero que me dijo un guardia civil es que menuda pinta traíamos las rojas. Yo había estado una semana en la Dirección General de Seguridad, torturada, sin poder lavarme, con el vestido descosido”, rememora.

El médico de la prisión se negó a poner en el informe que García Alcón presentaba numerosos hematomas en el cuerpo y un dislocamiento en el pie izquierdo. “Llegué a la sección de políticas y ahí estaban mis compañeras. Me recibieron, me apoyaron mucho, me dieron ropa y me escucharon. A partir de entonces, la estancia no fue tan dura, porque éramos muchas”, explica la actual militante de la asociación de presos y presas represaliadas por el franquismo La Comuna.

El nombre de esta organización no es baladí. Algunas presas crearon su propia comuna entre rejas, donde compartían todo lo que tenían. García Alcón recuerda con angustia el 27 de septiembre de aquel año, cuando el franquismo fusiló por última vez: “Estuvimos con las dos últimas condenadas a muerte de la dictadura, María Jesús Dasca y Concepción Tristán. Fueron unos momentos trágicos”.

Además de estos dos nombres, el de miles de mujeres también han quedado impregnados en la historia de Yeserías, como la escritora y abogada Lidia Falcón, la activista y escritora Eva Forest, la dirigente del PCE y diputada Pilar Brabo y la actriz antifranquista Mari Paz Ballesteros.

Puerta de entrada del Centro de Inserción Social de Victoria Kent, a 2 de septiembre de 2022, en Madrid
Puerta de entrada del Centro de Inserción Social de Victoria Kent, a 2 de septiembre de 2022, en Madrid

La nueva vida en la España democrática

Según Instituciones Penitenciarias, en la actualidad 291 internos cumplen su condena de forma presencial en el CIS Victoria Kent, donde hay hombres, mujeres y un pabellón para madres con hasta diez plazas. La mayor parte de ellos se han visto privados de libertad por delitos de violencia de género o contra la seguridad vial. En este sentido, acuden a formaciones para potenciar su reeducación y reinserción y así evitar la reincidencia. Su estancia obligatoria es de mínimo ocho horas al día. Es decir, tienen que estar presentes en uno de los tres recuentos que se realizan cada jornada. La mayoría pasa la noche en el CIS, por lo que el horario habitual de entrada es de 23.00 horas hasta las 8.00 horas del día siguiente.

La prisión de Yeserías, recordada por muchos como set de rodaje de la película ‘Tacones lejanos’ de Pedro Almodóvar, no goza de cocinas propias. La comida llega desde la cárcel de Valdemoro, a las 13.00 horas y a las 19.00 horas. El desayuno se basa en algo de bollería y café. El comedor está en la planta baja del primer pabellón. Son mesas ancladas al suelo de ocho personas, con asientos sin respaldo y atornillados a las mismas mesas. Un sábado de mayo, los internos comieron pasta con pollo y patatas y cenaron verduras con hamburguesa y patatas. Al día siguiente, comieron cocido completo y pasta con carne de cerdo y cenaron verdura con pollo y patatas.

Esa planta la gobierna una gran sala de estar, rodeada de bancos incrustados a la pared, y en medio una pequeña televisión protegida por un cristal. Al lado está la biblioteca, cerrada con llave, también enrejada. La política marca que, si un usuario quiere algún libro, acuda a las bibliotecas municipales. Cerca pero ya en otro pabellón se ubica el archivo, con varias salas forradas de estanterías metálicas hasta el techo y donde pocas profesionales se afanan en digitalizar cientos de legajos amarilleados por el paso del tiempo. En ellos, miles de sentencias franquistas, entre las que se cuentan, por ejemplo, las de aquellos detenidos por luchar contra el régimen y las de aquellas presas por abortar, que motivan la consulta de historiadores.

Madres que cumplen prisión

La mayoría de los internos se encuentran en tercer grado. Es el estadio más avanzado de una condena hacia la libertad que llega cuando has cumplido la mayor parte de la pena. “Muchos lo piden porque tienen que cuidar de familiares o porque tienen un precontrato de trabajo que les vale como justificación de que quieren reinsertarse”, comenta una trabajadora que ha desempeñado sus funciones en el CIS durante unos meses.

En el centro hay trabajadora social, psicóloga, jurista y educadora, pero no equipo médico. Se entiende que, ante una necesidad sanitaria, el usuario acude al médico habitual del centro de salud. “Quienes están peor aquí son las madres porque la mayoría de presas que tienen hijos lo que intentan es que se quede algún familiar o allegado con ellos”, determina esta trabajadora que prefiere no dar su nombre.

En el caso concreto del CIS Victoria Kent, también se encargan de realizar el seguimiento a los liberados condicionales, aquellos que cumplen medidas alternativas a la privación de libertad y quienes están en tercer grado telemático, con una pulsera en el tobillo, que alcanzan las 105 personas.

Desde La Comuna han pedido el Ministerio de Política Territorial y Memoria Democrática que declaren el CIS Victoria Kent como Lugar de Memoria Democrática. La propuesta decayó ante el silencio de la cartera liderada por Ángel Víctor Torres a principios de febrero. “Aquí no solo estuvimos políticas, también había mujeres presas por abortar o ayudar a hacerlo, o por adulterio, o por ejercer la prostitución. Eso tiene que explicarse, que la gente entienda lo que ocurrió aquí para que no se olvide”, reclama García Alcón, quien dejó Yeserías atrás el 3 de diciembre de 1975 en libertad condicional tras abonar sus padres 30.000 pesetas.

Devotos bajo distintos paraguas

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A escasas horas de que el papa León XIV abandone España después de haber dejado imágenes insólitas durante su visita, llama la atención que haya sido un paraguas el responsable de protagonizar una de las conversaciones más controvertidas en el ágora digital. El objeto de la discordia recae concretamente sobre un paraguas de colores que apareció durante un ensayo de Godspell, el musical dirigido por Antonio Banderas, encargado de amenizar la vigilia celebrada el pasado sábado en la madrileña Plaza de Lima.

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Brasil busca el equilibrio y Marruecos quiere desatarse: el primer gran partido del Mundial 2026

13 June 2026 at 03:36

El 58 por ciento de los brasileños apoya la gestión de Carlo Ancelotti al frente de Brasil, según una encuesta de Quaest. La confianza en él ha ido aumentando con el paso de los meses en un país en el que el fútbol es religión y que está dispuesto a dejar a un lado el sentimentalismo. Ya lo ha hecho en épocas anteriores. Parreira, en 1994, formó un equipo sólido para reconquistar la Copa del Mundo. Lo hizo con Dunga y Mauro Silva en el centro del campo, y después se unió Mazinho. Empezó jugando Raí, de características más ofensivas, pero terminó haciéndolo el padre de Thiago y Rafinha, de corte más defensivo. Una muralla, para que Romario y Bebeto resolvieran. El llamado «Jogo bonito» del equipo de Pelé, al que dio continuidad, sin premio, la «canarinha» de los años 80, la de los Zico y Sócrates, había llegado a su fin.

Gana el que menos encaja

Ancelotti es uno de los entrenadores con mejor palmarés de la historia. Sus equipos se distinguen más por el equilibrio que por la brillantez. «¿Jogo bonito? Los últimos dos Mundiales que Brasil ganó lo hizo conectando talento y defensa: Scolari y sus tres centrales en 2002 y Parreira en 1994, con dos líneas de cuatro para aprovechar a Romario en punta. El Mundial lo gana quien encaja menos y no quien marca más. No me gusta que me llamen defensivo, pero es muy importante para el equipo», afirma Carletto.

Ancelotti, mucho más que un gestor

Ancelotti no necesita que lo defiendan en lo futbolístico porque ahí están sus resultados para hacerlo. Uno de sus fuertes es la gestión de grupo, lo que muchos utilizan como una crítica, pero no está peleado con lo táctico. «Desde la llegada de Ancelotti el ambiente se ha transformado. Tiene una presencia muy fuerte y nos da tranquilidad. Ha hecho que estemos centrados en el trabajo y no en las polémicas», afirma Alisson. Brasil ha recuperado la esperanza con él. «Es un gran gestor y tiene una idea clara del fútbol, simple, objetiva, que facilita nuestro estilo», añadió el portero.

El miércoles fue el cumpleaños del preparador italiano y los jugadores le hicieron el pasillo de collejas. No le pegaron muy fuerte. El buen ambiente es notable. Ahora sólo falta que la pelota entre... O que no lo haga en su portería.

 

El Brasil-Marruecos es el primer gran partido del Mundial 2026, sobre todo porque los últimos cuatro años el equipo norteafricano ha dado un gran salto y ya todos lo tienen en cuenta. El punto de partida fue el pasado Mundial. En él, Marruecos tuvo lo que tanto desea Ancelotti para Brasil: fue el equipo menos goleado del campeonato, con cinco goles encajados, dos de ellos, además, en el partido por el tercer y cuarto puesto. No le sirvió para ganar, pero sí para llegar a unas históricas semifinales, el primer país de su continente que lo logra. Contra la España de Luis Enrique, en octavos, se impuso en los penaltis tras el 0-0 de los 120 minutos. Apenas tuvo el balón el 23 por ciento del tiempo.

Marruecos: dar un paso adelante con balón

En cuartos, contra Portugal, se impuso por 1-0 en otro gran ejercicio sin pelota, con sólo un 27 por ciento de posesión. El entrenador era Walid Regragui, y lo siguió siendo hasta la esperpéntica Copa de África: Senegal, que se impuso en el campo 0-1, perdió el título en los despachos. Marruecos, pese a esa «victoria» y a que sólo quedaban tres meses para el Mundial, cambió de rumbo y apostó por Mohamed Ouahbi, que valora por supuesto lo conseguido en Qatar, pero no quiere que vivan de ello y busca evolucionar. Su intención es que deje de ser un dato anecdótico para convertirse en costumbre, y dejó clara su idea: «Tenemos que dar un paso adelante con el balón. No podemos afrontar el Mundial únicamente defendiendo bien». La declaración está ahí, por tanto, no sería demasiado extraño que fuera más dominador que Brasil en el duelo de esta madrugada.

Ouahbi, de la sub'20 a la absoluta

La apuesta por Mohamed Ouahbi es dar continuidad al trabajo que el entrenador nacido en Bélgica hizo en las categorías inferiores. En 2025, Marruecos se proclamó por primera vez campeón del mundo sub’20. Derrotó en la final a Argentina y en semifinales a Francia. También ganó a España en la fase de grupos. De momento, sólo ha tenido cinco partidos amistosos con la absoluta para probar su idea, con tres victorias y dos empates. El estreno oficial será contra Brasil. El futbolista referente (ya lo fue también después del Mundial de Qatar con Regragui) es Brahim y el líder continúa siendo el lateral del PSG, Hakimi.

© EFE

Entrenamiento de la selección Brasil en Morristown

Arturo O’Farril elogia arte de Lizt Alfonso Dance Cuba

12 June 2026 at 22:49

La Habana, 12 jun (Prensa Latina) El destacado músico mexicano-estadounidense Arturo O’Farril afirmó hoy en esta capital que el arte de Lizt Alfonso Dance Cuba (LADC) es un tesoro para el mundo.

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Apple cree que su IA puede hacer cosas futuristas con la cámara

12 June 2026 at 22:30

En estos últimos años, ver materiales fotográficos nos hace dudar, sobre todo porque se podría pensar que se trata de inteligencia artificial generativa. Es más fácil generar un contenido que podría caer en un invento de un prompt liderado por Google o Samsung. Lo mismo pasa con las ediciones: es posible borrar personas, moverlas a otro sitio o agregar objetos que simplemente no estaban presentes en el momento de la foto. Aunque esto era posible con software como Photoshop, hoy es más práctico y fácil de hacer en cuestión de segundos.

En el caso de Apple, aunque parece que no es su fuerte, sus nuevos sistemas operativos quieren cambiar la perspectiva que se tiene de su IA. iOS 27 entra oficialmente en la batalla, donde el iPhone será la herramienta para poder exponer nuevos materiales fotográficos donde la IA tomará un papel relevante. El jefe del equipo de cámaras de Apple, Jon McCormack, ha dejado clara su visión, donde dice que la IA no debe inventar tu vida, solo debe darte superpoderes para mejorar lo que viste. Wired tuvo acceso a una charla posterior a WWDC 2026.

Apple planea transformar tus fotos y su idea con IA es muy diferente a los demás

Así como han dicho que Siri no se va a convertir en tu pareja de IA por más que lo intentes, en el lado de la fotografía es algo consciente. Una de las funciones que llamó la atención en WWDC 2026 fue en la app Fotos y lo que puede hacer Extend. Con esta es posible rellenar de forma inteligente los bordes vacíos para no perder nada de la foto; adiós a enderezar una foto y recortar los bordes que no quedan adecuadamente. Apple ha definido un límite del 25% del relleno por lado y tiene una explicación lógica. McCormack lo explica indicando que, al hacer muchas pruebas, descubrieron que si la IA dibuja más del 25% de una imagen, se deja de percibir como un recuerdo y se convierte en una fantasía. 

Existe otra función llamada Encuadre espacial que convierte las fotos en tres dimensiones. Te permitirá tocar la pantalla y arrastrar la imagen para cambiar la perspectiva en tiempo real, como si pudieras viajar al pasado y mover la cámara de la toma unos centímetros para capturar la foto una vez más. La IA apoya en generar los píxeles ocultos que la cámara no capturó en un inicio y respeta todo el entorno real. 

Una de las herramientas que ya existía para borrar elementos de la imagen ha mejorado; vaya que lo necesitaba porque nunca fue bueno en Apple. Se ha mejorado gracias a un nuevo algoritmo que analiza las escenas para rellenar los huecos. Lo importante para Apple es la integración, de forma que no se trata de cambiar el contexto de la foto, sino solamente hacer la limpieza para que se vea como lo visualizaste realmente. Queda claro que Apple quiere delimitar el margen de mejora de la IA, que sea un asistente invisible y que no cree otras realidades paralelas como lo harían Gemini o ChatGPT. 

© Difoosion

Las mejoras en Fotos a nivel de IA de Apple son positivas
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