Nova plataforma permite aos cidadãos reportar problemas e acompanhar a resolução em Leiria


Investir sempre foi vendido ao brasileiro como um caminho rápido para multiplicar dinheiro. Mas essa lógica distorce o verdadeiro papel do investidor e contribui para decisões impulsivas, produtos inadequados e até endividamento.
No Brasil, o investidor ainda é tratado mais como consumidor de produtos financeiros do que como financiador da economia do próprio país.
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Para a apresentadora da Resenha do Dinheiro, Marilia Fontes, o problema começa na forma como bancos e corretoras apresentam investimentos aos clientes.
Segundo ela, quando o investidor chega a uma instituição financeira com o patrimônio acumulado ao longo dos anos, normalmente recebe uma oferta focada em produtos com altas taxas e maior rentabilidade para as instituições.
Marilia defende que a educação financeira é o principal instrumento para mudar esse cenário.
“Hoje, o investidor ainda é visto muito mais como um consumidor de produtos financeiros, e só a educação financeira pode mudar esse cenário”, analisa.
Thiago Godoy, educador financeiro, reforça que o foco não deveria estar apenas na rentabilidade, mas na adequação dos produtos à realidade de cada pessoa.
“Não existe um produto financeiro que seja universalmente bom. O melhor investimento é aquele que faz sentido para os objetivos e para a realidade de cada pessoa. Focar apenas na rentabilidade pode ser uma armadilha. O mais importante é a estratégia”, explica Godoy.
A discussão sobre educação financeira também passa pela complexidade crescente dos produtos disponíveis no mercado.
“Conforme a população brasileira se educa mais financeiramente, os produtos vão se tornando mais complexos. É o que acontece nas economias mais desenvolvidas. Essa educação continua para sempre”, afirma Bernardo Pascowitch, fundador e CEO do Yubb.
Além disso, Pascowitch alerta sobre a cultura do imediatismo e a busca constante por ganhos rápidos.
“As pessoas precisam entender que investimentos não são apostas, não são ferramentas para enriquecimento rápido, da noite para o dia. Investir deve ser algo ‘chato’. A ideia do investimento não é adrenalina, é liberdade. É construir patrimônio ao longo do tempo”, acrescenta.
Realizado com o apoio da B3 e da gestora de investimentos BlackRock, o programa é apresentado por Thiago Godoy, o “Papai Financeiro”, Marilia Fontes, sócia-fundadora da Nord Investimentos; Bernardo Pascowitch, fundador e CEO do Yubb e propõe uma abordagem leve, direta e descomplicada sobre temas ligados a educação financeira e investimentos. A atração aborda semanalmente os principais temas da economia com a informalidade de uma conversa entre amigos — sem abrir mão da análise.
A Resenha do Dinheiro vai ao ar todas as sextas-feiras, às 19h, no canal do CNN Money no YouTube e aos domingos, às 15h, na CNN Brasil.
Coincidentemente, o adversário da estreia brasileira, que acontece neste sábado (13), foi justamente a primeira equipe a sofrer um gol de Ronaldo Fenômeno, que se tornaria o maior artilheiro do Brasil em Mundiais, com 15 gols.
O primeiro gol do atacante contra o Marrocos em Copas do Mundo marcou o começo de uma das histórias mais vitoriosas da Seleção Brasileira no torneio.
Em 16 de junho de 1998, pela segunda rodada da fase de grupos, Ronaldo deixou sua marca na vitória por 3 a 0 sobre os marroquinos, em Nantes, na França.
Campeão mundial em 1994 e 2002, Ronaldo participou de 19 partidas em Copas do Mundo e alcançou uma impressionante média de 0,79 gol por jogo. A eficiência se tornou ainda mais evidente nos confrontos eliminatórios: em dez partidas de mata-mata, Fenômeno marcou oito vezes.
Com esse desempenho, divide o posto de maior artilheiro em fases eliminatórias de Copas com o francês Kylian Mbappé e com o lendário Leônidas da Silva, que brilhou nos Mundiais de 1934 e 1938.
Ronaldo ocupa a segunda posição entre os brasileiros com mais partidas disputadas em Copas do Mundo. O jogador perde apenas para Cafu, que atuou em 20 jogos pelo torneio.
Quando encerrou a carreira, em 2011, o Fenômeno era o maior artilheiro da história das Copas. O recorde foi superado pelo alemão Miroslav Klose, que chegou a 16 gols durante o Mundial de 2014.
Ao longo de sua trajetória pela Seleção Brasileira, Ronaldo acumulou 105 partidas e 67 gols. A campanha do atleta no Mundial o tornou o atleta mais jovem a ser eleito o melhor jogador de uma Copa, aos 21 anos.
Isso porque, além do gol contra o Marrocos, Ronaldo também marcou dois no 4 a 1 sobre o Chile, nas oitavas, e no empate contra a Holanda, por 1 a 1, na semifinal.

A estreia de Ronaldo em Copas aconteceu em 1994. Com apenas 17 anos, era o atleta mais jovem do elenco, que tinha como técnico Carlos Alberto Parreira.
Embora não tenha entrado em campo durante a campanha do tetracampeonato, o jovem atacante teve a oportunidade de acompanhar de perto uma das duplas mais marcantes da história da Seleção: Romário e Bebeto.
A Copa do Mundo de 2002 representou o auge da carreira do atacante. Na fase de grupos, Fenômeno marcou quatro vezes em três jogos. Balançou as redes na vitória por 2 a 1 sobre a Turquia, fez um gol no triunfo por 4 a 0 diante da China e marcou duas vezes na vitória por 5 a 2 sobre a Costa Rica.
Nas fases decisivas, continuou sendo o principal nome do Brasil. Fez um dos gols da vitória por 2 a 0 sobre a Bélgica nas oitavas de final e garantiu a classificação para a decisão ao marcar o histórico gol de bico contra a Turquia na semifinal.
Na grande final, foi decisivo mais uma vez. Seus dois gols diante da Alemanha garantiram o pentacampeonato brasileiro e consolidaram seu nome entre os maiores jogadores da história do futebol.
A última participação de Ronaldo em Mundiais aconteceu na Copa de 2006, disputada na Alemanha.
Na fase de grupos, marcou duas vezes na vitória por 4 a 1 sobre o Japão. Já nas oitavas de final, deixou sua marca no triunfo por 3 a 0 sobre Gana, alcançando seu 15º gol em Copas do Mundo e consolidando-se, naquele momento, como o maior artilheiro da história da competição.
O Brasil finalmente estreia na Copa do Mundo 2026 neste sábado (13), às 19h (de Brasília), no Estádio New York New Jersey, nos Estados Unidos, em jogo válido pela primeira rodada do Grupo C do Mundial.
Pesquisa: cresce o número de torcedores que acreditam no hexa
O mercado de criptomoedas voltou a enfrentar forte volatilidade nos últimos dias. O bitcoin acumulou uma queda superior a 12% na última semana após a divulgação de que Michael Saylor, considerado o maior investidor público da criptomoeda por meio da empresa Strategy, vendeu 32 bitcoins por cerca de US$ 2 milhões.
O motivo foi a necessidade de financiar o dividendo de uma ação da empresa, a STRC. Apesar de representar uma parcela pequena diante dos mais de 840 mil bitcoins detidos pela companhia, a movimentação foi suficiente para aumentar a insegurança dos investidores e pressionar ainda mais os ativos.
De acordo com Bernardo Pascowitch, apresentador da Resenha do Dinheiro, o mercado reagiu não necessariamente ao volume vendido, mas pelo simbolismo da operação.
“O maior receio do é que Saylor comece a vender uma parcela mais relevante da posição da Strategy em bitcoin, o que poderia gerar um impacto muito maior nos preços. Como ele já havia comentado sobre a necessidade de preparar o mercado, essa venda pequena acabou sendo interpretada por investidores como um possível sinal de movimentos maiores no futuro”, avalia Pascowitch.
Além da concentração de bitcoins nas mãos da Strategy, investidores também acompanham a estrutura de endividamento da companhia, que utilizou emissões de dívida para ampliar sua exposição à criptomoeda.
“A Strategy também carrega uma dívida muito grande emitida para comprar bitcoin, e o preço médio dessas aquisições ficou acima do valor atual da criptomoeda. Isso ajuda a explicar por que o mercado fica tão sensível a qualquer movimento de venda”, explica Marilia Fontes, sócia-fundadora da Nord Investimentos.
A elevada concentração de bitcoins nas mãos de poucos investidores institucionais contraria justamente um dos pilares que marcaram a criação da criptomoeda: a descentralização.
“O bitcoin surgiu com a proposta de ser um ativo descentralizado, sem depender de governos, empresas ou pessoas específicas. Quando o mercado passa a ficar tão dependente de um investidor ou de grandes instituições, isso acaba enfraquecendo parte dessa lógica original”, observa Bernardo.
Marilia avalia que, apesar da preocupação no curto prazo, uma eventual pulverização dessa concentração poderia até beneficiar o mercado no longo prazo.
“Existe um risco quando uma quantidade tão grande de bitcoins fica concentrada nas mãos de uma única empresa ou pessoa. Se essa posição começar a ser distribuída ao longo do tempo, isso pode até melhorar a dinâmica e reduzir essa dependência excessiva”, afirma.
Além disso, o setor cripto também enfrenta um cenário mais desafiador em 2026, marcado por juros elevados, inflação persistente e menor apetite global por ativos de risco.
“Estamos no período do inverno cripto. Já é praticamente um ano inteiro de quedas e existe uma probabilidade maior de o bitcoin continuar pressionado ao longo de 2026”, acrescenta.
Realizado com o apoio da B3 e da gestora de investimentos BlackRock, o programa é apresentado por Thiago Godoy, o “Papai Financeiro”, Marilia Fontes, sócia-fundadora da Nord Investimentos; Bernardo Pascowitch, fundador e CEO do Yubb e propõe uma abordagem leve, direta e descomplicada sobre temas ligados a educação financeira e investimentos. A atração aborda semanalmente os principais temas da economia com a informalidade de uma conversa entre amigos — sem abrir mão da análise.
A Resenha do Dinheiro vai ao ar todas as sextas-feiras, às 19h, no canal do CNN Money no YouTube e aos domingos, às 15h, na CNN Brasil.

Desde que la Casa Real anunció que la princesa heredera Mette-Marit ha sido incluida oficialmente en la lista de espera para un trasplante de pulmón, se ha desencadenado en todo el país un aumento sin precedentes en el número de ciudadanos que han decidido hacerse donantes de órganos. Según la Fundación Noruega para la Donación de Órganos (Stiftelsen Organdonasjon), el mismo día en que se confirmó públicamente la inclusión de Mette-Marit en la lista de espera, 2.178 personas rellenaron su tarjeta oficial de donante a través del portal sanitario Helsenorge, una cifra 31 veces superior a la media diaria registrada durante el mes de mayo, cuando se inscribían unas 70 personas al día.
El impacto fue aún mayor en la aplicación oficial de donantes. Ese viernes la utilizaron 3.568 personas, de las cuales 665 se registraron por primera vez, lo que supone 26 veces más de lo habitual para esta época del año. La página web de la fundación recibió 6.200 visitas, un tráfico 38 veces superior al promedio mensual, y alrededor del 40 % de los usuarios consultó directamente cómo convertirse en donante.
Para Aleksander Sekowski, responsable de comunicación de la Fundación, no existe ninguna duda sobre el origen de esta reacción colectiva. "Toda esta respuesta se debe a la enorme atención que está recibiendo la situación de salud de la princesa heredera", explicó al diario "Aftenposten". Aunque reconoce que el contexto es profundamente triste, considera que la repercusión pública "salvará muchas vidas". Detrás del caso de Mette-Marit hay más de 600 pacientes noruegos que esperan actualmente un trasplante, entre ellos una decena que, como la princesa, necesitan unos nuevos pulmones.
No es la primera vez que ocurre. Ya el pasado diciembre, cuando la Casa Real admitió por primera vez que la fibrosis pulmonar de Mette-Marit había avanzado hasta el punto de que probablemente necesitaría un trasplante en el futuro, se produjo otro importante incremento de registros. Sin embargo, la confirmación oficial de que la princesa ya figura en la lista de espera ha multiplicado ese efecto.
La explicación también tiene que ver con la gravedad del momento que atraviesa la futura reina de Noruega. El Palacio Real confirmó la pasada semana que la fibrosis pulmonar que padece desde 2018 ha experimentado un deterioro muy importante durante los últimos seis meses, obligando a los especialistas del Hospital Universitario de Oslo a incorporarla finalmente al programa nacional de trasplantes. El neumólogo Are Holm explicó que el tejido cicatricial de sus pulmones ha aumentado de forma muy significativa y advirtió de que, sin un trasplante, su esperanza de vida podría reducirse aproximadamente a un año.
La intervención, sin embargo, no depende únicamente de la gravedad de la enfermedad. Como recuerdan los especialistas, es necesario encontrar un órgano plenamente compatible y que la paciente conserve todavía suficiente fortaleza física para afrontar una cirugía extremadamente compleja y un largo proceso de recuperación.
Precisamente por ello, la Casa Real ha anunciado que Mette-Marit suspende indefinidamente toda su agenda institucional y que no volverá a facilitar partes médicos hasta después del trasplante y de la primera fase de rehabilitación. La enfermedad está modificando también el funcionamiento de la propia monarquía noruega. En las últimas semanas, el príncipe Haakon ha reducido al mínimo su actividad internacional para permanecer junto a su esposa, mientras la princesa Ingrid Alexandra comienza a asumir una presencia institucional cada vez mayor.
La heredera, que había iniciado recientemente un periodo de formación en el extranjero, se perfila ahora como una figura llamada a ganar protagonismo mucho antes de lo previsto. Al mismo tiempo, la Casa Real ha decidido aplazar las celebraciones previstas con motivo del vigésimo quinto aniversario de boda de los príncipes herederos, previstas para este verano.
No es solo la agenda la que está cambiando. También la percepción pública de la familia real. Durante los últimos años, Mette-Marit había vivido algunos de los momentos más difíciles de su vida, no solo por el avance de la enfermedad, sino también por los problemas judiciales de su hijo mayor, Marius Borg. Sin embargo, el anuncio del trasplante ha desplazado completamente esa visión.
En un momento de enorme incertidumbre para la familia real, el país ha respondido con una de las mayores muestras de solidaridad sanitaria que se recuerdan en los últimos años. Mientras la futura reina espera el órgano que puede salvarle la vida, miles de noruegos han decidido que su enfermedad sirva también para salvar la de otros.


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O comando técnico da Seleção Brasileira ostenta o maior vencimento entre as federações que disputam a Copa do Mundo. Contratado pela CBF em maio de 2025, o italiano Carlo Ancelotti estendeu recentemente seu vínculo com a entidade até o encerramento do ciclo de 2030.
Atualmente, os vencimentos do treinador somam 9,5 milhões de euros (cerca de R$ 55,8 milhões na cotação atual). As informações são do jornal “La Gazzetta dello Sport”.
Os valores praticados no contrato do comandante do Brasil o isolam no topo do levantamento, com uma margem considerável sobre os demais concorrentes. A segunda posição é ocupada pelo alemão Thomas Tuchel. O atual técnico da seleção da Inglaterra, que recebe 5,9 milhões de euros (R$ 34,6 milhões).
Em contrapartida, o atual campeão mundial, Lionel Scaloni, aparece na décima colocação do ranking. O comandante da seleção da Argentina tem vencimentos estimados em 2,3 milhões de euros (R$ 13,5 milhões). Gustavo Alfaro, do Paraguai, surpreendeu com a nona colocação.
Convocado por Ancelotti, Éderson está perto de gigante europeu

El funeral de Bernadette Chirac, celebrado este viernes en París, reunió a buena parte de la clase política francesa y dejó una imagen especialmente simbólica. La de Carla Bruni acompañando a Nicolas Sarkozy para rendir homenaje a quien, años atrás, recibió con cierta desconfianza su llegada al Elíseo.
La exprimera dama francesa falleció el pasado 5 de junio a los 93 años. Una semana después, familiares, amigos y representantes institucionales se congregaron para darle el último adiós. Entre ellos se encontraban su hija Claude Chirac, su yerno Frédéric Salat-Baroux, su nieto Martin y su hija adoptiva Anh Dao. Durante la ceremonia, Claude quiso recordar que su madre había vivido "unos últimos días muy felices" junto a su gran amiga Line Renaud, también presente en el funeral.
Entre los asistentes destacaban Sarkozy y Bruni. La presencia de la pareja tenía un componente personal. El expresidente reconoció que Bernadette "había significado mucho" para él. Carla le dedicó un emotivo mensaje en redes sociales en el que agradecía su amistad, sus consejos y el apoyo incondicional que siempre brindó a su marido, especialmente en los momentos más difíciles.
Resulta un homenaje con cierta carga irónica para quienes recuerdan los primeros años de convivencia entre ambas primeras damas. Cuando Carla llegó al Elíseo tras su matrimonio con Sarkozy en 2008, Bernadette observó con escepticismo a aquella exmodelo y cantante que representaba una Francia muy distinta de la que ella había encarnado durante más de una década. Procedente de una familia conservadora y acostumbrada a un concepto clásico de la representación institucional, nunca ocultó sus reservas ante la personalidad libre y cosmopolita de la nueva primera dama.
Una de sus observaciones más recordadas fue aquella en la que insinuó que todavía no sabía conectar con la Francia popular. Llegó a afirmar que Carla "no sabía estrechar manos", una frase que en realidad cuestionaba su capacidad para relacionarse con los ciudadanos de la misma manera que ella había hecho durante décadas recorriendo mercados, hospitales y pequeños municipios junto a Jacques Chirac.
Carla nunca respondió a aquellas críticas. Prefirió el silencio y, con el paso de los años, la distancia inicial fue transformándose en respeto mutuo. La propia cantante reconocería después la ayuda que recibió de Bernadette durante su etapa en el Elíseo y el afecto que acabó uniéndolas.
Tras la ceremonia religiosa, el matrimonio Sarkozy abandonó el templo acompañando a la princesa Lalla Meryem de Marruecos, encargada de representar al rey Mohammed VI. Fiel a la tradición de la Casa Real alauí, el monarca no asistió personalmente al funeral, como tampoco lo hizo en 2019 cuando falleció Jacques Chirac. Entonces fue el príncipe heredero Moulay El Hassan quien acudió en su nombre.
La presencia de Lalla Meryem recordaba también los estrechos vínculos que la familia mantuvo siempre con Marruecos. Chirac fue uno de los primeros dirigentes internacionales en respaldar el inicio del reinado de Mohammed VI en 1999 y eligió el país magrebí para una de sus primeras visitas oficiales como presidente de la República. Aquella relación trascendió la política y se convirtió en una amistad personal que el soberano marroquí ha vuelto a recordar.
Bernadette deja una de las trayectorias más singulares entre las primeras damas francesas. Durante más de cuarenta años acompañó la carrera política de Chirac, primero como alcalde de París, después como primer ministro y finalmente como presidente de la República. Fue muy popular y destacó por su intensa actividad benéfica, especialmente al frente de la Fundación Hospitales de París-Hospitales de Francia.


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La primera gran imagen del Trooping the Colour 2026 ha sido la sonrisa con la que Carlos III ha recibido a la princesa Kate Middleton al tomar asiento en Horse Guards Parade. Una mirada breve, afectuosa y cargada de complicidad entre dos personas unidas por una experiencia que pocos comparten. Ambos continúan recuperándose del cáncer mientras vuelven a ocupar el lugar central de la monarquía británica.
Ese instante ha marcado el inicio emocional de la ceremonia con la que el Reino Unido celebra el cumpleaños oficial del soberano desde hace más de 260 años. Se trata ya del cuarto Trooping del reinado de Carlos III, una cita donde el protocolo cede el protagonismo a los pequeños detalles familiares que cada año acaparan tanta atención como el propio desfile militar.
La Familia Real ha abandonado el Palacio de Buckingham poco antes del mediodía para recorrer The Mall en dirección a Horse Guards Parade. Como ya ocurrió el año pasado, el rey ha viajado en carruaje junto a la reina Camila, mientras el príncipe Guillermo, la princesa Ana y el duque de Edimburgo han realizado el trayecto a caballo, luciendo sus respectivos uniformes militares.
En otro de los carruajes viajaban la princesa de Gales junto a sus tres hijos, George, Charlotte y Louis, una de las imágenes más esperadas de la jornada. En esta ocasión ha sido el pequeño Louis quien ha ocupado el asiento junto a su madre, un privilegio que el año pasado correspondió a la princesa Charlotte.
Kate Middleton ha vuelto a convertirse en uno de los grandes centros de atención gracias a un elegante conjunto azul cielo firmado por Catherine Walker, una de sus diseñadoras de cabecera, rematado con un espectacular tocado de Philip Treacy. Como coronel de la Guardia Irlandesa, ha lucido además, por tercer año consecutivo, el broche del regimiento, un guiño que ya forma parte de sus apariciones en este desfile.
La coordinación cromática con sus hijos tampoco ha pasado desapercibida. La corbata azul celeste del príncipe George, la del pequeño Louis y los delicados detalles azules del vestido blanco de la princesa Charlotte componían una imagen perfectamente armonizada, una de esas fotografías cuidadosamente estudiadas que la Casa Real británica domina como pocas instituciones.
Durante todo el recorrido, George y Charlotte no dejaron de conversar y sonreír mientras avanzaban hacia Horse Guards Parade, confirmando la estrecha complicidad que mantienen. George, cada vez más consciente de su condición de heredero, aparecía especialmente sereno, mientras Charlotte ejercía, una vez más, de discreto apoyo para sus dos hermanos.
Como coronel de la Guardia Galesa, el príncipe Guillermo ha desfilado a lomos de Darby, luciendo la banda de la Orden de la Jarretera, las medallas conmemorativas de los jubileos de Isabel II y la Medalla de la Coronación, además del uniforme de gala completo del regimiento.
Carlos III, por su parte, ha vestido el uniforme de la Guardia de Granaderos, el regimiento encargado este año de portar los colores durante el desfile, mientras que Camila ha querido rendir homenaje a la misma unidad con un vestido rojo de Fiona Clare, un sombrero negro de Philip Treacy adornado con una pluma blanca y un broche de los Grenadier Guards.
El rojo elegido por los Reyes contrastaba con el blanco impecable de la duquesa de Edimburgo, que compartía carruaje con sir Timothy Laurence mientras sus respectivos esposos participaban en el desfile a caballo. También los duques de Gloucester han despertado comentarios gracias al elegante vestido de lunares escogido por la duquesa para la ocasión.
Antes incluso de que comenzara la procesión, el ambiente en Londres ya anticipaba una gran jornada. Miles de personas se congregaban desde primera hora a lo largo de The Mall aprovechando un día soleado, aunque muy ventoso, obligando a muchas asistentes a sujetar sus sombreros para evitar que el aire se los arrebatara.
Entre la multitud también ha aparecido un pequeño grupo de manifestantes con pancartas críticas contra la monarquía, algunas de ellas con fotografías del expríncipe Andrés y Jeffrey Epstein y lemas como "Down with the Crown" ("Abajo la Corona"). Su presencia apenas ha alterado el desarrollo de una ceremonia que continúa siendo uno de los grandes símbolos de estabilidad institucional del Reino Unido.
Entre los asistentes se encontraba el primer ministro, Keir Starmer, acompañado por su esposa, que ha ocupado su lugar en Horse Guards Parade para seguir el desfile.


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O Aeroporto de Faro volta a destacar-se como o melhor aeroporto português no ranking AirHelp Score 2026, mantendo a liderança nacional pelo segundo ano consecutivo. Já o Aeroporto Humberto Delgado, em Lisboa, continua a registar o pior desempenho entre os aeroportos nacionais e surge perto do fim da tabela mundial.

O Aeroporto de Faro volta a destacar-se como o melhor aeroporto português no ranking AirHelp Score 2026, mantendo a liderança nacional pelo segundo ano consecutivo. Já o Aeroporto Humberto Delgado, em Lisboa, continua a registar o pior desempenho entre os aeroportos nacionais e surge perto do fim da tabela mundial.

Trooping the Colour es una de esas ceremonias capaces de explicar por sí mismas la situación de una monarquía. Sobre el papel, celebra el cumpleaños oficial del soberano. En realidad, cada segundo sábado de junio ofrece un gran retrato de familia. Es un examen público al estado de la Corona británica donde cualquier gesto adquiere categoría de símbolo.
Este sábado Londres volverá a detenerse para contemplar uno de los espectáculos ceremoniales más antiguos del mundo. Más de 1.300 soldados, centenares de músicos militares, cerca de doscientos caballos y el tradicional desfile aéreo de la RAF convertirán el centro de la capital británica en una escenografía casi inalterada desde hace siglos.
Pero el verdadero interés no estará únicamente en el uniforme que desfile ni en el color que porte el regimiento de guardias este año. Estará, como siempre, en la familia que observará el espectáculo desde Buckingham Palace.
La gran fotografía de 2026 será la de una monarquía que intenta transmitir normalidad después de dos años extraordinariamente difíciles. Carlos III vuelve a presidir el desfile mientras continúa con el tratamiento de su enfermedad. Por tercer año consecutivo recorrerá The Mall en carruaje, renunciando al caballo que tradicionalmente utilizaban los soberanos, una decisión que el Palacio interpreta como una medida de prudencia compatible con el ejercicio de sus funciones.
Su presencia tiene además una inevitable carga emocional. Unas horas antes del desfile, el Rey despedía públicamente a uno de sus grandes amigos, David Hockney. En un mensaje especialmente afectuoso definió al pintor como "un gigante del mundo del arte" y "un verdadero original", recordando incluso sus inconfundibles zapatos amarillos, un detalle muy propio de un artista cuya personalidad parecía tan colorista como su pintura.
Si Carlos representa la continuidad, la princesa Kate simboliza el regreso definitivo. Hace exactamente un año toda la atención estaba puesta en comprobar cómo se encontraba durante su primera gran aparición pública tras anunciar que padecía cáncer. Aquella imagen, subida al balcón de Buckingham junto a Guillermo y sus hijos, tranquilizó a millones de británicos. Hoy la expectación ya no gira alrededor de su salud sino, de nuevo, sobre su elegancia, un síntoma casi tan importante como cualquier parte médico para una institución que vive también de los símbolos.
Su estilismo volverá a ser analizado hasta el último detalle. La princesa ha convertido el reciclaje de prendas en una de sus señas de identidad. La prensa británica recuerda estos días que esa costumbre forma parte de una tradición familiar. La princesa Ana ya reutilizaba hace cuarenta años muchos de los conjuntos que estrenaba precisamente en el Trooping the Colour, demostrando que incluso dentro de la familia real la sostenibilidad no nació con las nuevas generaciones.
Pero si existe una auténtica incógnita capaz de eclipsar incluso la moda de Kate, esa tiene nombre propio: Louis. El pequeño príncipe es, casi sin pretenderlo, el gran protagonista popular del desfile. Sus gestos espontáneos, sus muecas, los saludos exagerados, los bostezos imposibles de contener y las continuas llamadas al orden por parte de su madre han terminado creando una tradición paralela. ¿Cuál será la próxima ocurrencia del benjamín de los Gales?
George y Charlotte representan un contraste cada vez más evidente. El heredero comienza a asumir con naturalidad la compostura que exige su posición, mientras su hermana ejerce discretamente de apoyo de su madre y, en más de una ocasión, del propio Louis, al que corrige con una mezcla de autoridad y ternura impropia de su edad.
Cada Trooping permite comprobar cómo se renueva la Corona. Los rostros cambian y los protagonistas infantiles crecen delante de millones de espectadores. Desde que Carlos III decidió reducir la representación oficial de la familia real, el balcón ha quedado reservado prácticamente a los miembros que desempeñan funciones institucionales. Ni el príncipe Harry ni Meghan Markle volverán a formar parte de esa imagen colectiva, igual que tampoco lo hará el expríncipe Andrés. La fotografía oficial se ha simplificado tanto como la propia idea de monarquía que pretende proyectar el rey.


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Cuarenta y ocho horas antes de que trascendiera su detención, Beret emocionaba a más de 40.000 personas durante la vigilia celebrada en Barcelona con motivo de la visita del papa León XIV. Sobre el escenario interpretó "Superhéroes" y "Lo siento", acompañado por un coro infantil, y terminó su actuación con un mensaje: "Que viva el Papa, que viva el mensaje real que marca unidad".
Quien acababa de participar en uno de los actos más simbólicos de la visita papal pasó, en cuestión de horas, a ocupar titulares por una investigación judicial completamente ajena a su carrera musical.
Francisco Javier Álvarez Beret (Sevilla, 1996) fue detenido tras la denuncia presentada por una mujer que le acusa de una presunta agresión sexual. Tras pasar a disposición judicial quedó en libertad provisional con medidas cautelares, entre ellas la prohibición de acercarse a la denunciante, la retirada cautelar del pasaporte y la prohibición de comunicarse con ella. El artista se acogió a su derecho a no declarar y su representación ha rechazado las acusaciones, insistiendo en el respeto a la presunción de inocencia. Mientras tanto, varios ayuntamientos, entre ellos los de Elche, Rubí y Armilla, han suspendido ya los conciertos que tenía contratados para este verano.
La noticia ha causado una profunda conmoción entre sus seguidores porque rompe de forma abrupta con la imagen pública que el sevillano proyecta en sus canciones. Hizo de la vulnerabilidad el elemento central de su discurso. Sus canciones hablan de heridas sentimentales, culpa, ansiedad, arrepentimiento y reconciliación. Un repertorio emocional que conectó con millones de jóvenes que encontraron en sus letras un espacio donde reconocer sus propias inseguridades.
Su historia comenzó lejos de los grandes estudios de grabación. Creció en Sevilla, en una familia de clase media donde, según él mismo ha contado, nunca hubo excesos. Recordaba con naturalidad que sus padres apenas podían darle cinco euros al mes para sus gastos y que aprendió pronto a conformarse con poco. Aquellos años transcurrieron entre el colegio, los amigos del barrio y una habitación donde empezó a escribir canciones cuando apenas tenía doce años.
Ni siquiera imaginaba vivir de la música. Su carrera comenzó casi por accidente. Un amigo subió una de sus canciones a internet sin pedirle permiso. Aquel tema, "Dime quién ama de verdad", empezó a compartirse de manera viral y abrió una puerta que terminaría cambiándole la vida.
Fue uno de los primeros artistas españoles nacidos prácticamente en YouTube. Sin campañas publicitarias ni grandes inversiones, sus canciones comenzaron a sumar millones de reproducciones gracias al boca a boca digital. Después llegaría Lo siento, convertida en uno de los mayores éxitos del pop español reciente, y con ella las colaboraciones con Sebastián Yatra, Pablo Alborán, Vanesa Martín, Morat, Estopa, Malú u Omar Montes.
Pese al éxito, nunca cultivó la imagen de una gran celebridad. En las entrevistas seguía apareciendo un joven tímido, poco interesado en alimentar el personaje y convencido de que las canciones debían hablar más alto que quien las interpreta. Una anécdota resume bien esa forma de entender la fama. Acudió por sorpresa al cumpleaños de una admiradora convencido de que viviría un momento inolvidable. Cuando la joven se quitó la venda de los ojos, no supo quién era. Conocía perfectamente todas sus canciones, pero nunca había prestado atención a su rostro.
Su vida privada también quedó siempre en un discreto segundo plano. Ha reconocido dos relaciones sentimentales importantes. "No sé vivir de otra manera", explicó al hablar de la intensidad con la que entiende el amor, un sentimiento presente en sus composiciones.
Esa intensidad no se limitó a las relaciones afectivas. También marcó su discurso sobre la salud mental. Beret ha hablado públicamente de la ansiedad que empezó a sufrir siendo muy joven. Describió episodios de despersonalización, momentos en los que no llegaba a reconocerse frente al espejo o sentía que el cuerpo respondía con síntomas difíciles de controlar. Defiende acudir al psicólogo con absoluta normalidad y afirma que la terapia puede resultar útil incluso para quienes no padecen ningún trastorno.
Otro de los episodios que más le marcaron fue la muerte de su hermana Sandra en 2022. Aquel duelo dio origen a "Tata", la canción más íntima de toda su carrera, escrita como una despedida y también como una forma de ordenar el dolor.
Con treinta años, Beret había conseguido una trayectoria singular dentro del pop español. No respondía al modelo clásico del cantante convertido en personaje televisivo ni al del artista rodeado permanentemente de polémicas. Su principal activo era precisamente la autenticidad que transmitían unas canciones compuestas a partir de la fragilidad humana.
Ese relato biográfico ha quedado ahora inevitablemente suspendido mientras avanza el procedimiento judicial. Será la investigación la que determine qué ocurrió realmente. Entretanto, el artista que hace unos días cantaba ante el Papa y hablaba de unidad contempla cómo su carrera entra en el momento más delicado desde que aquel amigo decidió por su cuenta subir a internet una canción.


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Ao e-mail do nosso programa chegou a dúvida de um telespetador que quer saber se, à semelhança do sistema português “Volta”, também em França é cobrada uma caução pelas garrafas de bebidas, devolvida posteriormente quando são recicladas. Será mesmo assim? A SIC Verifica.


Cuando Manuel Fraga murió en enero de 2012, quedó grabada la imagen del político de voz poderosa, inteligencia desbordante y biografía inabarcable. Ministro durante el franquismo, padre de la Constitución, fundador de Alianza Popular, presidente de la Xunta de Galicia durante quince años... pocas figuras han concentrado tanto poder durante tantas décadas en la historia reciente de España.
Pero en la intimidad de aquella despedida hubo una presencia mucho menos conocida, la de su hija mayor, María Isabel Fraga, Maribel para su familia y sus amigos, que llevaba años pendiente de su salud y acompañando en la última etapa de su vida a un hombre acostumbrado a mandar. Quienes conocieron aquellos últimos tiempos recuerdan que fue una de las personas que más pendiente estuvo de él hasta su fallecimiento.
Catorce años después, la historia se cierra de manera inesperada. María Isabel ha muerto a los 78 años en Madagascar mientras participaba en una misión humanitaria. Ha muerto donde había decidido estar, colaborando con personas vulnerables en uno de los países más pobres del planeta. Personas cercanas a la familia resumían estos días su vida con una frase de enorme fuerza: "Ha muerto donde quería estar, con los pobres".
La primogénita de uno de los hombres más influyentes del siglo XX español eligió una existencia austera. Nació en una casa donde la política era un modo de vida. Cuando Fraga iniciaba una carrera pública que iría desde el franquismo a la Transición y a la democracia, sus hijos crecían aprendiendo que el estudio, el esfuerzo y la disciplina eran obligaciones ineludibles.
Fraga era un trabajador compulsivo, un intelectual capaz de hablar ocho idiomas, escribir decenas de libros y mantener jornadas de trabajo interminables. La exigencia fue una forma de educación para su prole.
Sin embargo, esa atmósfera no produjo una saga política. Los hijos conocieron bien el coste personal del poder y escogieron caminos muy distintos.
María Isabel fue probablemente quien más se alejó del mundo político. Estudió Medicina y desarrolló toda su carrera profesional en el ámbito sanitario. Nunca mostró interés por ocupar un cargo público ni por aprovechar el peso de un apellido que abría puertas en cualquier despacho oficial. La discreción era uno de sus rasgos de carácter.
Dedicó su vida profesional a los pacientes y, ya jubilada, comenzó a intensificar un compromiso solidario que terminaría llevándola a participar en misiones humanitarias internacionales. Madagascar fue la última. Alejada del poder, ejerció una profesión asistencial.
La familia Fraga tampoco respondió nunca al modelo de dinastía política tan frecuente en otros países. Manuel Fraga y Carmen Estévez Eguiagaray formaron una familia de cinco hijos -María Isabel, Carmen, José Manuel, Ignacio y Adriana-, a la que con el tiempo se sumó Amalia, de quien el político ejerció como tutor legal y que terminó formando parte plenamente del núcleo familiar.
Solo Carmen desarrolló una trayectoria política relevante al convertirse en eurodiputada durante varios mandatos. José Manuel orientó su carrera al Derecho; Ignacio desarrolló su actividad en la empresa privada; Adriana siempre mantuvo un perfil muy reservado. Ninguno buscó prolongar la inmensa carrera política de su padre. Fraga no dejó una estirpe de herederos políticos, pero sí un legado institucional. Partido, doctrina y una enorme influencia política.
María Isabel se caracterizó por la ausencia absoluta de protagonismo. Vivía lejos de cualquier foco mediático y, salvo en acontecimientos estrictamente familiares, apenas aparecía en actos públicos. Su apellido nunca fue una herramienta de promoción personal, pero sí heredó lo mejor del padre, la idea del deber. Fraga entendía el servicio público desde la política y la hija desde la medicina y la cooperación internacional. Persona a persona, consulta a consulta y, finalmente, misión tras misión. Y terminó sus días allí donde hacía más falta una médica que una hija de ministro.
Ha fallecido a más de 8.000 kilómetros de su tierra. Si finalmente es enterrada en el panteón familiar de San Pedro de Perbes, en el municipio coruñés de Miño, regresará al lugar donde descansan las raíces familiares.


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Cuando la selección nos malacostumbró a ganarlo todo no teníamos un problema recurrente que surgía en los grandes campeonatos. La pregunta pertinente en cuanto perdía España era: ¿y ahora con quién voy? En las tres últimas Copas del Mundo hemos vuelto a las viejas costumbres. Nada más superar el ecuador del torneo ya tocaba elegir relevo para la Roja. Salvo León XIV que es de todos, aunque Robert Prevost sea del Madrid, para disfrutar del Mundial sin la selección de tu país hay que cambiar el pasaporte 2-3 semanas. Apátrida de sofá, compromiso asumible.
Ningún equipo, lo de combinado me suena a plato o copazo en alguna fiesta patronal, me ha generado tanta adhesión como la Bulgaria de USA’94. Empezando por el bético Trifon Ivanov, los Balakov, Stoichkov o Kostadinov eran una panda de forajidos que sembraron el pánico hasta que se les cruzó la Italia de Tassotti, ¡cómo no!, en semifinales. En casa, entre una montaña de camisetas de la NBA, hay dos futboleras: una es de la España de 2000 y la otra, de Trifon Ivanov. Si Guy Ritchie hubiera dirigido «Snatch. Cerdos y Diamantes» seis años antes hubiera tenido resuelto medio casting con los chicos que «dirigía» Dimitar Penev. Después de las copas, el tabaco y las timbas en la piscina del hotel de concentración en Dallas, Chicago o Nueva York llegaban al estadio de turno y tumbaban a Grecia, Argentina, México o Alemania. En su primer y último partido, Nigeria y Suecia, encajaron sendas goleadas. Una buena resaca deja mejor recuerdo que un par de victorias intrascendentes.
Más reciente que lo del anterior Mundial en Estados Unidos fue una Copa de África en la redacción original del periódico. Primera hora de la tarde de un día cualquiera entre semana. Si el partido no era un Senegal - Egipto andaba cerca. Pasó por allí uno de los responsables, que ya no está en la casa, y con una mirada mezcla de desprecio y curiosidad preguntó: «¿Pero quién juega?». Al escuchar la respuesta no pensó nada bueno de la docena larga de periodistas que había mirando la televisión. Es el imán de un gran campeonato de selecciones. Y eso que algunos, en una etapa no diría que fueron los menos, reniegan de la selección desde el principio. ¿Razones? Los clubes que lo contaminan casi todo.


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Concluida la visita papal, una de las imágenes más poderosas que quedan es la de la Reina Sofía caminando con calma hacia la Catedral de la Almudena para recibir a León XIV el 8 de junio. Vestida completamente de blanco y con la serenidad propia de quien conoce el ritual desde hace medio siglo, inclinó levemente la cabeza y besó el Anillo del Pescador.
La escena nos recuerda la preciosa etimología latina de la palabra autoridad: «augere», hacer crecer, engrandecer. Para los romanos, que distinguían entre «potestas» y «auctoritas», la primera nacía del cargo y podía concederse o retirarse; la segunda se ganaba a lo largo de una vida y sobrevivía incluso cuando el poder desaparecía. Pocas figuras encarnan hoy esa idea con tanta claridad como Doña Sofía. Durante estos días se ha hablado mucho del llamado privilegio del blanco, la excepción protocolaria que permite a un reducido grupo de soberanas católicas vestir del mismo color que el Pontífice. Es una concesión con siglos de historia, pero el verdadero símbolo no era el color, sino la mujer que lo llevaba. El blanco no concede autoridad. La reconoce.
En el Vaticano simboliza la comunión con la Iglesia, la pureza de la fe y la relación histórica entre determinadas monarquías católicas y la Santa Sede. Pero también transmite una idea de legitimidad natural. Frente al negro, tradicionalmente asociado a la solemnidad y la deferencia, el blanco comunica reconocimiento.
En el caso de la Reina Sofía, «le privilège du blanc» –la expresión más usada en el ámbito vaticano– nace de más de medio siglo representando a España. A sus 87 años no ocupa el trono, pero conserva un lugar singular dentro de la Corona. Felipe VI es el presente de la institución y la Princesa Leonor su futuro. Ella encarna la memoria viva de una monarquía y el puente entre generaciones. Ha conocido personalmente a siete pontífices. Ha asistido a funerales, canonizaciones, visitas de Estado y cambios de pontificado. Ha visto evolucionar a la Iglesia y también la propia España. Desde la Transición hasta la consolidación de la Monarquía Parlamentaria y desde la proclamación de Juan Carlos I hasta la de Felipe VI. Pocas figuras públicas reúnen una perspectiva histórica semejante.
Por eso todo parece tan natural en ella. Sabe cuándo avanzar, cuándo detenerse y cuándo guardar silencio. El blanco del traje que firmó Alejandro de Miguel terminó siendo, más que una elección protocolaria, la expresión visible de una autoridad que nace del tiempo y de la lealtad.


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