Falhas no controlo do Infarmed terão permitido desvio de canábis medicinal para o tráfico por parte de uma rede criminosa estrangeira. Mais de 400 mil euros e 7,3 toneladas de canábis apreendidos. Uma organização criminosa internacional terá usado fragilidades no sistema de fiscalização do Infarmed para desviar toneladas de canábis medicinal produzida ou movimentada em Portugal para o mercado negro. Segundo avança o Jornal de Notícias, o Ministério Público acusou 13 suspeitos, entre os quais líderes estrangeiros do grupo, um empresário português ligado ao setor farmacêutico e uma advogada, por crimes como tráfico de droga, associação criminosa e falsificação de