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Caminha vai alargar ponte sobre o rio Coura

13 June 2026 at 16:54

A Câmara de Caminha vai prolongar a ecovia de Seixas e está a trabalhar com as Infraestruturas de Portugal (IP) tendo em vista o alargamento do tabuleiro da ponte sobre o rio Coura, revelou hoje a presidente da autarquia.

“É para começar [o prolongamento da ecovia] logo onde acaba a ponte. A parte da ponte, estamos a trabalhar isso agora com a IP, para ver se se faz o alargamento efetivo da ponte, por fora”, afirmou Liliana Silva, em declarações aos jornalistas após visitar a praia de Vila Praia de Âncora, onde foi concluída uma obra de reposição de areias.

A obra da ecovia de 1,5 quilómetros foi alvo de um protocolo com a Agência Portuguesa do Ambiente (APA), que define a conclusão dos trabalhos em dezembro de 2027.

“[A obra] tem que ser rápida, porque temos o protocolo para cumprir, e o protocolo tem prazos, que é até dezembro do próximo ano. Pretendemos lançar o concurso e iniciar a empreitada ainda este ano”, disse Liliana Silva, que fez a visita à praia acompanhada do presidente da APA. 

Tanto a autarca como o responsável da APA, José Pimenta Machado, referiram perspetivar uma outra empreitada no concelho de Caminha, os passadiços das dunas dos Caldeirões, também em Vila Praia de Âncora.

“O concurso público vai avançar agora, porque estivemos a aguardar os parecer do ICNF [Instituto de Conservação da Natureza e Florestas]”, explicou Liliana Silva.

De acordo com a autarca do PSD, o valor base do procedimento para a empreitada é de 150 mil euros.

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Caminha: Presidente da APA recusa falar sobre guarda-sóis em frente a concessões de praia

13 June 2026 at 14:58

O presidente da Agência Portuguesa do Ambiente (APA) recusou hoje falar sobre as questões levantadas a propósito da colocação de guarda-sóis em frente às concessões de praia. 

“Sobre isso não falo. Já dissemos o que tínhamos a dizer. Desejo é boa época balnear, e vai ser, com certeza”, afirmou José Pimenta Machado, no dia em que arranca a época balnear em muitas praias, em declarações aos jornalistas após visitar a praia de Vila Praia de Âncora, no concelho de Caminha, onde foi concluída uma obra de reposição de areias.

A Agência Portuguesa do Ambiente (APA) esclareceu a 02 de junho que os banhistas podem colocar chapéus-de-sol em frente às concessões de praia e que estas são áreas de uso privado que não podem exceder 30% da área útil da praia, nem 50% da frente de praia.

O presidente da Associação de Concessionários de Praia e Bares da zona Norte considerou na sexta-feira que a colocação de guarda-sóis em frente a zonas concessionadas está “ultrapassada” e que o convívio entre banhistas sempre foi saudável.

“Acho que essa questão já está mais do que ultrapassada. Não vejo aí qualquer polémica. Essas coisas sempre funcionaram bem. Nos pontos onde haja alguma coisa a corrigir, as situações são perfeitamente corrigíveis e, na generalidade do país, o convívio dos banhistas tem sido sempre saudável”, afirmou Luís Carvalho, em declarações à Lusa.

Também na sexta-feira, a Associação Portuguesa para a Defesa do Consumidor – DECO PROteste alertou que os banhistas podem colocar toalhas e chapéus-de-sol em frente às concessões balneares, desde que não ocupem zonas de segurança devidamente assinaladas.

A 05 de junho a ministra do Ambiente sublinhou que o areal das praias é de acesso livre, exceto nas zonas concessionadas e nas faixas de segurança, lembrando que cabe aos municípios definir essas áreas e divulgar os planos de praia.

A Federação Portuguesa de Concessionários de Praia (FPCP) assegurou que a legislação em vigor está a ser aplicada, mas alertou para dúvidas na aplicação das regras relativas à sinalização das zonas de chapéus-de-sol nos areais.

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