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Mudanças nas avenidas T-10 e T-55 entram em vigor neste sábado (13) e alteram trânsito no Setor Bueno

12 June 2026 at 17:50

As mudanças no trânsito das avenidas T-10 e T-55, no Setor Bueno, passam a valer a partir deste sábado (13), conforme anunciou a Prefeitura de Goiânia. A nova configuração integra um sistema binário que altera o sentido de circulação das vias com o objetivo de aumentar a fluidez do trânsito, reduzir conflitos entre veículos e melhorar a segurança viária.

Imagem: SET

Com a mudança, a Avenida T-10 passa a operar em sentido único da Avenida T-3 em direção à Avenida 85. Já a Avenida T-55 terá fluxo no sentido contrário, da Avenida 85 em direção à Avenida T-3. Segundo a Secretaria Municipal de Engenharia de Trânsito (SET), a reorganização permitirá quatro faixas livres de circulação em cada corredor, ampliando a capacidade de tráfego na região.

Novo sistema binário determina novos sentidos de circulação, reorganização de estacionamentos, direita livre, melhorias para pedestres | Foto: Alex Malheiros/Joabe Mendonça

Outra novidade é a implantação do sistema de Onda Verde nas duas avenidas, sincronizando os semáforos para permitir maior sequência de sinais abertos aos motoristas que respeitarem a velocidade regulamentada. Na T-55, a sincronização será integrada ao corredor da Avenida 136.

A SET também implantou a conversão à direita livre para veículos que trafegam pela Avenida T-3 em direção à T-10. A medida busca eliminar retenções desnecessárias e melhorar o escoamento do trânsito.

Além das intervenções voltadas aos motoristas, o projeto prevê melhorias para pedestres. As faixas de travessia ao longo das avenidas T-10, T-55 e T-3 foram revitalizadas e uma ilha de proteção foi instalada na T-10 para reduzir a distância da travessia e aumentar a segurança de quem circula pela região.

Uma das alterações mais significativas ocorre no encontro da T-55 com a T-30, onde foi implantado um sistema conhecido como “mão inglesa”. O modelo reorganiza a circulação na rotatória, separando os fluxos de veículos que seguem pela T-55 daqueles que acessam a T-30.

Imagem: SET

As mudanças também afetam o estacionamento nas vias. Na T-55, ficará proibido parar e estacionar em toda a extensão da avenida. Na T-30, a restrição vale para o lado direito da pista. Já na T-3, entre a T-55 e a T-10, o estacionamento será proibido no lado esquerdo. Na T-10, a restrição se aplica apenas ao trecho entre a T-3 e a T-2; a partir desse ponto, o estacionamento será permitido em ambos os lados.

Confira onde é proibido estacionar:

Avenida T-55: proibido parar e estacionar em toda a extensão da via;
Avenida T-30: proibido parar e estacionar no lado direito da via;
Avenida T-3 (entre a T-55 e a T-10): proibido parar e estacionar no lado esquerdo da via;
Avenida T-10: proibido parar e estacionar apenas na primeira quadra, entre a T-3 e a T-2. A partir da T-2, será permitido estacionar em ambos os lados da pista.

De acordo com a SET, agentes de trânsito acompanharão a operação nos primeiros dias para orientar motoristas, moradores e comerciantes durante o período de adaptação às novas regras.

Durante primeiros dias de operação, agentes de trânsito vão acompanhar em tempo integral, orientando motoristas, moradores e comerciantes | Foto: Alex Malheiros/Joabe Mendonça

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Câmara de Braga quer obras do nó de Infias à noite para “causar o menor prejuízo às pessoas”

12 June 2026 at 14:26

A requalificação do nó de Infias, em Braga, deverá ser consignada em inícios de julho e a câmara vai tentar sensibilizar a Infraestruturas de Portugal (IP) para que uma parte das obras decorra em período noturno, foi hoje anunciado.

Falando na reunião quinzenal do executivo, o presidente da Câmara, João Rodrigues, sublinhou que a obra, com um prazo de execução de 660 dias, nunca poderá ser feita apenas no período noturno.

No entanto, espera que a noite seja privilegiada “nos momentos de maior constrangimento, em períodos em que é preciso encerrar as vias e em que não se consegue passar”, para minimizar os problemas de trânsito.

“É óbvio que uma intervenção destas, como de resto as intervenções em espaço público, tem prejuízo enquanto decorrem as obras. Mas queremos causar o menor prejuízo possível às pessoas”, referiu,

A obra no nó de Infias, considerado um dos principais constrangimentos rodoviários de Braga, foi entregue por cerca de 11,3 milhões de euros e tem um prazo de execução de 660 dias.

O nó de Infias localiza-se na interceção da EN101 (variante EN101/EN201) com a EN14 (circular norte/variante EN14).

A intervenção tem como objetivos melhorar a circulação e a segurança rodoviária, aumentar a capacidade de escoamento de tráfego, requalificar as ligações da EN101 à Avenida António Macedo e as saídas da cidade de Braga.

Contempla a criação de novos ramos de ligação entre a EN101 e a EN14, a reformulação de acessos rodoviários e pedonais, trabalhos de terraplenagem, drenagem, pavimentação, sinalização e segurança rodoviária e ainda a execução de obras de arte especiais.

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Braga pondera instalar radares para melhorar segurança rodoviária

12 June 2026 at 13:43

O presidente da Câmara de Braga, João Rodrigues, anunciou hoje que o plano municipal de segurança rodoviária deverá estar pronto no início de julho, podendo a instalação de radares ser uma das soluções propostas.

“Não vejo obstáculo nenhum a isso [instalação de radares]. Eu não quero radar para garantir meios financeiros para a Câmara Municipal. Há determinadas zonas onde manifestamente os radares resolveriam muitas coisas, não tenho dúvida nenhuma”, referiu o autarca, em declarações aos jornalistas no final da reunião quinzenal do executivo.

No entanto, sublinhou que a última palavra sobre a instalação ou não de radares de velocidade caberá ao plano municipal de segurança rodoviária.

“O plano de segurança rodoviária pode dizer que não há radar nenhum”, apontou.

“Todos os dias, praticamente, estamos a ter pessoas que têm acidentes”

A questão da sinistralidade rodoviária, em particular os atropelamentos, foi levantada na reunião de hoje pela oposição, tendo mesmo o vereador da Iniciativa Liberal (IL), Rui Rocha, falado num “massacre” das estradas de Braga.

“Todos os dias, praticamente, estamos a ter pessoas que têm acidentes, que são atropeladas, que ficam com a sua vida estragada, ou mesmo que perdem a sua vida no município de Braga. É inaceitável”, disse Rui Rocha.

O vereador da IL lembrou que o plano municipal de segurança rodoviária foi anunciado há mais de um ano, mas ainda não avançou.

“Passaram 12 meses. Se tivermos em conta que temos tido atropelamentos, em média, de três em três dias, vejam quantas pessoas poderiam, neste momento, não estar a sofrer se houvesse esse plano, se fossem identificados os pontos negros da cidade, se fossem tomadas medidas que podem ser variadas. Nós não podemos continuar a assistir a este massacre a acontecer em Braga e a ter o plano de segurança rodoviária na gaveta”, acrescentou.

“É um documento para ser posto em prática”

Na resposta, João Rodrigues manifestou preocupação com o problema e anunciou que o plano deverá estar fechado em inícios de julho.

“Não é um documento de cabeceira, é um documento para ser posto em prática, é um documento onde há dados e há informação (…), segundo parâmetros oficiais de qualidade (…). Um documento absolutamente fulcral para olharmos para o território num todo e para atuarmos de forma concertada, planeada, porque nós temos noção de que há muitas falhas e há muitas questões para resolver”, adiantou.

“Já peca por tardio”

O vereador Ricardo Silva, do movimento Amar e Servir Braga, disse que o plano “já peca por tardio”, considerando que em causa estão “questões que já são mais que conhecidas”, muitas das quais entraram nos programas eleitorais.

“Aquilo que nós queremos efetivamente é que se comece a passar das palavras às ações e que não tenhamos de esperar tanto tempo para salvaguardar a vida humana (…). Acima de tudo, o município tem de chamar a si esta responsabilidade de transformar a morfologia da cidade, precisamente para criar alguns condicionamentos ao excesso de velocidade. Pode ser com a transformação das vias, com a colocação das passadeiras alteadas, com os radares. Os mecanismos existem e já estão mais que aferidos e mais que verificados”, reclamou.

João Rodrigues sublinhou que o município não está à espera do plano para começar a tomar medidas.

“Nós já estamos a fazer muitas coisas”, garantiu o presidente da câmara.

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