Normal view

US lawmakers demand Trump officials halt plan to send Afghans to DRC

11 June 2026 at 20:41

Government urged to reconsider proposal for 1,100 Afghans, currently stranded in Qatar, who worked with US forces

Dozens of US lawmakers urged the Trump administration on Thursday to roll back any plans to ship to unsafe third countries Afghan nationals who worked with US forces during the war in their homeland.

In a letter seen by Reuters, more than 80 House of Representatives members, including at least three Republicans as well as Democrats, appealed to secretary of state, Marco Rubio, to reconsider plans for 1,100 Afghans who have been stranded in Qatar awaiting relocation.

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© Photograph: Karim Jaafar/AFP/Getty Images

© Photograph: Karim Jaafar/AFP/Getty Images

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Thai court sentences two Uyghur men to death for 2015 Bangkok bombing

Twenty people were killed and 120 injured in the attack at the Erawan Shrine, a popular tourist destination

A Thai court has handed out death sentences to two Uyghur men from the north-western Chinese region of Xinjiang for a 2015 bombing in the centre of Bangkok that killed 20 people.

The explosion occurred at the Erawan Shrine in the centre of Bangkok, an area popular with foreign tourists. As well as the 20 people killed, another 120 were injured. Five of the dead were from mainland China and two from Hong Kong.

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© Photograph: Sakchai Lalit/AP

© Photograph: Sakchai Lalit/AP

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EE. UU. e Irán intercambian nuevos ataques en medio de las amenazas de Trump de una escalada mayor

11 June 2026 at 04:21
Estados Unidos inició este miércoles 10 de junio una nueva ronda de ataques contra múltiples objetivos en Irán, después de que el presidente Donald Trump prometiera una ofensiva mayor si no se llega a un acuerdo de paz.  Teherán, además de bombardear nuevamente bases de EE. UU. en la región, respondió con una orden de cierre total del estratégico estrecho de Ormuz y amenazó con atacar a los buques que intenten pasar. Washington refutó esa medida y aseguró que la vía sigue abierta.

EUA lançam novos ataques contra Irã; forças iranianas fecham Ormuz

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Os Estados Unidos iniciaram uma nova rodada de ataques contra múltiplos alvos no Irã durante a noite, informou o Exército norte-americano nesta quarta-feira, horas depois de o presidente Donald Trump prometer novos ataques caso não houvesse um acordo de paz. O alto comando militar conjunto do Irã anunciou na quinta-feira (horário local) o fechamento do Estreito de Ormuz, impedindo o trânsito de navios incluindo petroleiros e navios comerciais, afirmando que qualquer embarcação que tentar passar será alvejada.

"Os ataques são uma resposta à agressão injustificada e contínua do Irã", disse o Comando Central das Forças Armadas em uma publicação na rede social X, acrescentando que os ataques começaram às 0h45 em Teerã.

Notícias relacionadas:

Os ataques são o mais recente desdobramento em uma escalada de investidas que ameaçam reacender uma guerra em grande escala, interrompida no início de abril, quando os dois lados concordaram com um frágil cessar-fogo.

Uma explosão foi ouvida na cidade portuária de Sirik, e as defesas aéreas foram ativadas na zona oeste de Teerã, informou a agência de notícias iraniana Mehr.

Trump havia dito mais cedo a jornalistas nesta quarta-feira na Casa Branca: "Vamos atacá-los, atacá-los com muita força."

O secretário de Defesa dos EUA, Pete Hegseth, disse posteriormente durante uma visita ao Comando Central na Flórida que os ataques "devem promover nossos interesses militares e também fortalecer nossa posição diplomática".

"Vamos atacá-los com força nesta noite, e esperamos que o Irã tome uma boa decisão", disse. "Se precisarmos negociar com bombas, negociaremos com bombas."

Os Estados Unidos e o Irã trocaram tiros diversas vezes desde a vigência do cessar-fogo provisório, mesmo com as tentativas frustradas dos negociadores de pôr fim à guerra que já dura três meses. Trump afirmou repetidamente que um acordo está próximo, embora não haja sinais de avanços significativos, além de ameaçar retomar os bombardeios.

Na terça-feira, as Forças Armadas dos EUA atacaram sistemas de defesa aérea e radares ao redor do Estreito de Ormuz, após um helicóptero de ataque norte-americano ser abatido próximo à estratégica via navegável na segunda-feira. O Irã respondeu com mísseis e drones a bases dos EUA na Jordânia, Kuweit e Bahrein. Uma autoridade norte-americana afirmou que não houve danos significativos.

O Irã acusou os EUA de atacar reservatórios que abasteciam 10 aldeias com água potável e de violar o direito internacional.

"Isto não é dano colateral -- é um crime de guerra premeditado e uma violação flagrante dos direitos humanos", disse o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores, Esmaeil Baghei.

O Pentágono não respondeu imediatamente a um pedido de comentário.

Trump, que já ameaçou destruir a infraestrutura civil do Irã, não disse se os próximos ataques teriam como alvo usinas de energia e pontes.

Em resposta, o chefe da Comissão de Segurança Nacional do Parlamento iraniano, Ebrahim Azizi, alertou que "a guerra não se limitará à região".

Apesar da linguagem beligerante de ambos os lados, houve sinais de continuidade dos esforços diplomáticos.

Uma delegação do Catar, que tem atuado como mediadora entre os Estados Unidos e o Irã, desembarcou em Teerã nesta quarta-feira para discutir os últimos acontecimentos, informou a mídia iraniana.

* Reportagem de Menna Alaa El Din, Ahmed Tolba e Yomna Ehab

* É proibida a reprodução deste conteúdo

EUA lançam novos ataques contra Irã; forças iranianas fecham Ormuz

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Os Estados Unidos iniciaram uma nova rodada de ataques contra múltiplos alvos no Irã durante a noite, informou o Exército norte-americano nesta quarta-feira, horas depois de o presidente Donald Trump prometer novos ataques caso não houvesse um acordo de paz. O alto comando militar conjunto do Irã anunciou na quinta-feira (horário local) o fechamento do Estreito de Ormuz, impedindo o trânsito de navios incluindo petroleiros e navios comerciais, afirmando que qualquer embarcação que tentar passar será alvejada.

"Os ataques são uma resposta à agressão injustificada e contínua do Irã", disse o Comando Central das Forças Armadas em uma publicação na rede social X, acrescentando que os ataques começaram às 0h45 em Teerã.

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Os ataques são o mais recente desdobramento em uma escalada de investidas que ameaçam reacender uma guerra em grande escala, interrompida no início de abril, quando os dois lados concordaram com um frágil cessar-fogo.

Uma explosão foi ouvida na cidade portuária de Sirik, e as defesas aéreas foram ativadas na zona oeste de Teerã, informou a agência de notícias iraniana Mehr.

Trump havia dito mais cedo a jornalistas nesta quarta-feira na Casa Branca: "Vamos atacá-los, atacá-los com muita força."

O secretário de Defesa dos EUA, Pete Hegseth, disse posteriormente durante uma visita ao Comando Central na Flórida que os ataques "devem promover nossos interesses militares e também fortalecer nossa posição diplomática".

"Vamos atacá-los com força nesta noite, e esperamos que o Irã tome uma boa decisão", disse. "Se precisarmos negociar com bombas, negociaremos com bombas."

Os Estados Unidos e o Irã trocaram tiros diversas vezes desde a vigência do cessar-fogo provisório, mesmo com as tentativas frustradas dos negociadores de pôr fim à guerra que já dura três meses. Trump afirmou repetidamente que um acordo está próximo, embora não haja sinais de avanços significativos, além de ameaçar retomar os bombardeios.

Na terça-feira, as Forças Armadas dos EUA atacaram sistemas de defesa aérea e radares ao redor do Estreito de Ormuz, após um helicóptero de ataque norte-americano ser abatido próximo à estratégica via navegável na segunda-feira. O Irã respondeu com mísseis e drones a bases dos EUA na Jordânia, Kuweit e Bahrein. Uma autoridade norte-americana afirmou que não houve danos significativos.

O Irã acusou os EUA de atacar reservatórios que abasteciam 10 aldeias com água potável e de violar o direito internacional.

"Isto não é dano colateral -- é um crime de guerra premeditado e uma violação flagrante dos direitos humanos", disse o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores, Esmaeil Baghei.

O Pentágono não respondeu imediatamente a um pedido de comentário.

Trump, que já ameaçou destruir a infraestrutura civil do Irã, não disse se os próximos ataques teriam como alvo usinas de energia e pontes.

Em resposta, o chefe da Comissão de Segurança Nacional do Parlamento iraniano, Ebrahim Azizi, alertou que "a guerra não se limitará à região".

Apesar da linguagem beligerante de ambos os lados, houve sinais de continuidade dos esforços diplomáticos.

Uma delegação do Catar, que tem atuado como mediadora entre os Estados Unidos e o Irã, desembarcou em Teerã nesta quarta-feira para discutir os últimos acontecimentos, informou a mídia iraniana.

* Reportagem de Menna Alaa El Din, Ahmed Tolba e Yomna Ehab

* É proibida a reprodução deste conteúdo

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