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Goiás lança aplicativo que acompanha gestação e primeiros anos de vida

11 June 2026 at 19:59

A Secretaria de Estado da Saúde de Goiás disponibilizou o aplicativo Rede Nascer, ferramenta digital criada para auxiliar gestantes, puérperas e famílias no acompanhamento da saúde materna e do desenvolvimento infantil. Gratuita para celulares Android e iOS, a plataforma passou a integrar as ações da rede estadual de atenção à maternidade.

A ferramenta reuniu funcionalidades voltadas para cada etapa da gravidez e do pós-parto. Entre os recursos disponíveis estão questionários específicos, registro de informações de saúde, acompanhamento de indicadores físicos e espaço para observações que podem contribuir durante os atendimentos realizados pela rede pública.

De acordo com a Secretaria da Saúde, o aplicativo foi desenvolvido para aproximar as famílias dos serviços de saúde e ampliar o acesso a orientações seguras. A proposta também busca incentivar maior participação das mulheres no monitoramento da própria saúde e dos cuidados com os filhos.

Outro diferencial do Rede Nascer é o envio de notificações sobre consultas, exames e etapas importantes do pré-natal e do pós-parto. A funcionalidade ajuda as usuárias a manterem o acompanhamento médico em dia e reduz o risco de perda de procedimentos essenciais.

O aplicativo disponibilizou materiais informativos sobre gestação, parto, amamentação, vacinação e cuidados com recém-nascidos. Todo o conteúdo foi elaborado com base em evidências científicas para oferecer informações confiáveis e apoiar decisões relacionadas à saúde materno-infantil.

Em situações que exigem orientação rápida, as usuárias podem recorrer ao Call Center da Rede Nascer por meio do telefone 155. O serviço oferece acolhimento, esclarecimentos e suporte especializado para gestantes e puérperas atendidas pela rede estadual.

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Goiás entra em alerta para tempestades com risco de granizo, diz Inmet

Moradores do sudoeste de Goiás devem ficar atentos às mudanças no tempo ao longo desta quinta-feira (11). O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) colocou parte da região sob alerta de perigo potencial para tempestades, com previsão de chuva intensa, rajadas de vento e possibilidade de queda de granizo.

Segundo o aviso meteorológico, os acumulados podem chegar a 50 milímetros em 24 horas, enquanto os ventos devem variar entre 40 km/h e 60 km/h. Apesar das condições adversas, o instituto avalia que a chance de ocorrências mais graves, como alagamentos, interrupções no fornecimento de energia ou queda de árvores, permanece baixa.

Entre os municípios que podem registrar os efeitos da instabilidade estão Rio Verde, Jataí, Quirinópolis e Chapadão do Céu, além de outras cidades localizadas na porção sudoeste do estado.

Mudança no tempo é provocada por sistemas atmosféricos

A formação das áreas de chuva está associada à atuação conjunta de diferentes sistemas meteorológicos sobre o Centro-Oeste. De acordo com a meteorologista Elizabete Alves Ferreira, do Inmet, a aproximação de uma frente fria pelo Sul do país, somada ao transporte de umidade vindo da Região Norte, criou condições favoráveis para a formação de nuvens carregadas em Goiás.

Esse cenário também aumenta a possibilidade de ocorrência de granizo em pontos isolados. Conforme explica a especialista, o contraste entre o ar mais quente próximo ao solo e as temperaturas mais baixas em níveis mais elevados da atmosfera favorece a formação das pedras de gelo dentro das nuvens de tempestade.

O Inmet destaca que o fenômeno não deve ocorrer de forma generalizada. Caso haja registros de granizo, eles tendem a ser localizados, atingindo apenas algumas áreas dentro da região abrangida pelo alerta meteorológico.

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Leucemia deve registrar mais de 12 mil novos casos por ano no Brasil até 2028

11 June 2026 at 16:43

Deste ano até 2028, os casos de leucemia vão ultrapassar a marca de 12.220 por ano no Brasil, segundo dados do Instituto Nacional de Câncer (INCA). A estimativa é de que existam 6.540 homens e 5.680 mulheres com a doença para cada ano do triênio. O número é 21% maior que o projetado pelo Instituto em 2016, que apontava 10.070 novos casos, apontando um aumento dos casos nos últimos anos. 

A leucemia e a anemia são protagonistas do Junho Laranja, mês da conscientização sobre a prevenção e tratamento precoce das duas doenças hematológicas. Mesmo juntas, as duas doenças do sangue não estão interligadas na prática. A hematologista Maria Amorelli lembra que apesar de existir uma crença popular entre algumas pessoas de que a anemia é uma precursora da leucemia, isso não é verdade. 

“A mielodisplasia é uma doença que pode se manifestar com uma anemia, principalmente no paciente idoso.. Muitas vezes, principalmente nos mais idosos, o paciente com mielodisplasia evolui para um quadro de leucemia. Essa doença é uma predisposição, quase uma pré-leucemia, onde a gente pode realmente ter uma transformação”, explica a hematologista.

Leucemia: uma doença sem causa exata

A leucemia é um tipo de câncer agressivo, que começa nas células tronco da médula óssea. Segundo dados da Organização Mundial de Saúde (OMS), em 2020 foram contabilizados 474.519 casos no mundo. A leucemia pode se manifestar de forma aguda ou crônica, podendo ser uma leucemia linfóide, que atinge alguns tipos de célula e deriva dos linfócitos, como também uma leucemias mieloides, que são derivadas dos neutrófilos e das células mieloides. 

No Estado de Goiás, segundo o INCA, em 2026 a projeção é que se manifestem 240 casos da doença. A incidência do problema não tem um motivo comprovado. Segundo a hematologista Maria Amorelli, na maioria das vezes a leucemia pode acontecer sem uma causa definida. “A gente não consegue estabelecer uma única causa para a doença”, pontua a médica. 

A hematologista Maria Amorelli esclarece que anemia e leucemia são doenças distintas e reforça a importância do diagnóstico precoce para aumentar as chances de tratamento eficaz | Foto: Divulgação

Apesar disso, a hematologista explica que algumas coisas, normalmente, indicam predisposição à leucemia. “Quem já fez algum tratamento de câncer anteriormente, que já foi submetido a quimioterapia ou a radioterapia, são pessoas que já têm maior predisposição. O uso de agrotóxicos e benzeno com alta frequência, também estão associados ao maior risco de surgimento da doença”, conta a médica.

Maria Amorelli também conta que não existe prevenção para a doença. “Não existe prevenção específica para a leucemia. O que sabemos de fato, é que em alguns casos, a hereditariedade aparece entre 7% a 20% dos casos. As pessoas que têm síndrome de Down, possuem um risco maior, uma vez que sua mutação genética tem predisposição à leucemia. Algumas síndromes ou mutações genéticas, no geral, podem estar aumentando o risco de vários cânceres, inclusive da leucemia. Nesses casos, a gente precisa de uma vigilância mais precoce, possibilitando algum tratamento mais precoce, com menor risco para esses pacientes.”

A anemia é uma doença múltipla

Segundo a OMS, a anemia afeta cerca de 30% da população mundial. De acordo com informações do artigo científico sobre a “Incidência de Anemia na População do Centro-Oeste”, publicado na revista científica Hematology, Transfusion and Cell Therapy, entre 2013 e 2023, surgiram 28.415.326 casos de anemia, com o Estado de Goiás agrupando  37,89% destes casos.

A anemia é caracterizada pela deficiência das hemácias encontradas no sangue, substância que leva oxigênio para todos os tecidos do corpo. A anemia tem uma multiplicidade de causas, como hereditariedade, problemas na médula óssea, doenças crônicas, perda de sangue ou, a mais comum, deficiência de uma série de vitaminas no corpo.  

Cada caso deve ser tratado de forma específica, que deve ser indicada pelo hematologista. A prevenção também é específica para cada tipo, mas quase sempre envolve uma mudança de alimentação. A doutora Maria conta que a “anemia por falta de vitamina, como ferro, vitamina B12 ou ácido fólico, pode ser resolvida com uma alimentação variada, mais rica em nutrientes variados”.

A médica hematologista Maria Amorelli conclui que sempre que uma pessoa vê sintomas como fraqueza, cansaço, falta de ar e tonturas, deve procurar um clínico geral ou um hematologista, médico que vai investigar a causa e fazer todas as suplementações necessárias para curar o problema. 

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Goiás é humilhado pelo Novorizontino na Serrinha, leva 4 a 0 e cai para 10º lugar

11 June 2026 at 02:55

O Goiás viveu uma noite para esquecer diante do seu torcedor. Jogando na quarta-feira (10/06), na Serrinha, a equipe esmeraldina foi goleada pelo Novorizontino por 4 a 0, em confronto válido pela 12ª rodada da Série B. A partida foi a pior derrota de um mandate na Série B desse ano.

O Novorizontino abriu o placar aos 31 minutos do primeiro tempo com o atacante Robson, que aproveitou jogada pela esquerda e finalizou cruzado, sem chances para o goleiro Tiago Rodrigues. O Goiás até tentou reagir nos minutos finais da etapa inicial, mas esbarrou na sólida defesa adversária e foi para o intervalo em desvantagem no marcador.

Logo no início da etapa complementar, aos 10 minutos, o mesmo Robson voltou a balançar as redes após cruzamento na área. A situação ficou ainda mais complicada aos 24 minutos, quando Rômulo converteu cobrança de pênalti e fez o terceiro gol. Seis minutos depois, Vinícius Paiva completou a goleada ao marcar o quarto gol, sacramentando uma das piores atuações do Goiás na temporada.

Com o resultado, o Novorizontino chegou aos 20 pontos e assumiu a quinta posição na tabela. O Goiás permaneceu com 17 pontos e caiu para a décima colocação. A campanha esmeraldina registra cinco vitórias, dois empates e cinco derrotas em 12 partidas. O Goiás volta a campo no domingo (14/06), às 16h, contra o Athletic, na Arena Sicredi, em São João del-Rei (MG). O Novorizontino joga no domingo (14/06) também, às 19h, em casa contra o Náutico.

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Goiás lidera construção civil no Centro-Oeste e entra no Top 10 nacional

11 June 2026 at 01:27

Goiás alcançou R$ 15,9 bilhões em valor de incorporações, obras e serviços da construção civil em 2024, conforme dados da Pesquisa Anual da Indústria da Construção (Paic). O desempenho colocou o estado na liderança do Centro-Oeste e na nona posição entre as unidades federativas brasileiras.

O resultado goiano ficou acima dos demais estados do Centro-Oeste. O Distrito Federal registrou R$ 10,2 bilhões no período, enquanto Mato Grosso alcançou R$ 9,7 bilhões e Mato Grosso do Sul somou R$ 6,5 bilhões. A diferença reforçou o protagonismo de Goiás no mercado regional da construção.

O levantamento apontou a existência de 2.741 empresas da construção civil em atividade no estado, ao considerar companhias com cinco ou mais trabalhadores. O número garantiu a primeira colocação regional e colocou Goiás entre os principais polos do segmento no país.

A construção civil manteve forte impacto no mercado de trabalho goiano. Ao fim de 2024, o estado contabilizou 68.982 pessoas ocupadas no setor, maior contingente entre os estados do Centro-Oeste, o que evidenciou a relevância da atividade para a economia local.

As empresas da construção civil destinaram R$ 2,72 bilhões ao pagamento de salários, retiradas e outras remunerações ao longo de 2024. O montante representou a maior massa salarial do segmento na região e fortaleceu a circulação de recursos na economia estadual.

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