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Tem 1€? Pode comprar este antigo hospital com cerca de 6.000 metros quadrados

8 June 2026 at 18:50

Um antigo hospital com cerca de 6.000 metros quadrados está à venda na Alemanha por apenas um euro. O preço simbólico chama a atenção, mas há um detalhe importante: o edifício está abandonado há vários anos e precisa de obras profundas de reabilitação.

De acordo com o jornal espanhol AS, o imóvel é o Waldkrankenhaus, situado em Rosbach, no estado alemão de Hesse. O antigo hospital encerrou definitivamente em 2002, depois de deixar de cumprir os padrões sanitários europeus em vigor.

Apesar do valor simbólico, a compra não é simples. A autarquia local quer que os interessados apresentem um projeto viável e garantam capacidade financeira para recuperar o edifício.

Obras podem custar milhões

O hospital está sem uso há mais de duas décadas e as instalações encontram-se obsoletas. Para poder ser transformado em habitação, alojamento turístico, espaço assistencial ou outro projeto, terá de ser adaptado às normas atuais.

Segundo a imprensa espanhola, o custo da reabilitação poderá ascender a vários milhões de euros. É por isso que o município não procura apenas um comprador, mas alguém capaz de impedir a degradação total do imóvel.

Ainda não são conhecidos prazos concretos para a apresentação de propostas. As autoridades locais estarão, no entanto, em contacto com investidores interessados em assumir o projeto.

Edifício tem valor histórico

O Waldkrankenhaus foi construído no início do século XX e funcionou durante décadas como centro especializado no tratamento de doenças respiratórias.

O edifício tem dezenas de quartos e amplas zonas comuns, distribuídas por cerca de 6.000 metros quadrados. A dimensão torna o espaço apelativo, mas também aumenta a complexidade das obras.

Parte do conjunto arquitetónico está protegido pelo seu valor histórico. Esta condição pode dificultar a intervenção e tornar a recuperação mais cara, uma vez que certas características terão de ser preservadas.

Localização em ambiente natural

Outro fator que torna o imóvel especial é a sua localização. O antigo hospital fica numa zona natural próxima do vale do rio Sieg, o que pode ser atrativo para projetos turísticos, residenciais ou de saúde.

Ao mesmo tempo, a proximidade a uma área ambientalmente sensível pode impor regras adicionais. Qualquer projeto terá de respeitar o enquadramento natural e as limitações urbanísticas aplicáveis.

É precisamente esta combinação entre dimensão, valor histórico e localização que torna o caso invulgar. O edifício custa apenas um euro, mas o verdadeiro investimento estará na sua recuperação.

Preço simbólico não significa negócio fácil

A venda por um euro pode parecer uma oportunidade rara, mas funciona sobretudo como forma de atrair investidores com capacidade de reabilitação. O objetivo é dar nova vida ao imóvel antes que o estado de conservação piore.

Casos deste tipo são cada vez mais usados por municípios europeus para recuperar património abandonado. Em vez de manter edifícios vazios e degradados, as autarquias procuram compradores que assumam obras e apresentem projetos sustentáveis.

No caso do Waldkrankenhaus, o futuro dependerá da capacidade de encontrar uma proposta credível. Por agora, o antigo hospital alemão tornou-se notícia pelo preço simbólico, mas também pelo desafio financeiro que esconde.

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El candidato proeuropeo gana las elecciones en Armenia a pesar de la presión de Rusia

8 June 2026 at 08:05
El primer ministro de Armenia, Nikol Pashinián, durante la jornada electoral.

En Armenia se ha librado otro capítulo de la batalla entre la Unión Europea y Rusia. El candidato proeuropeo, el primer ministro Nikol Pashinián, ha ganado las elecciones legislativas. Su partido, Contrato Civil, ha logrado la mayoría, según los resultados oficiales preliminares publicados este lunes por la Comisión Electoral Central del país caucásico.

La formación gobernante ha conseguido el 49,81 % de los votos, por lo que podrá formar gobierno en solitario. Está apoyado este gobierno por la Unión Europea y por Estados Unidos. El principal partido opositor, Armenia Fuerte, liderado por el empresario ruso-armenio Samvel Kareapetián, ha logrado el 23,29 %, según informa la agencia Efe. Karapetián permanece bajo arresto domiciliario desde el año pasado acusado de planear un golpe de Estado, cargos que considera políticamente motivados.

El bloque del expresidente Robert Kocharián ha sumado un 9,94% de los sufragios y el minoritario Armenia Próspera de Gaguik Tsarukián, un 4 %, justo el mínimo para acceder al legislativo.

Contrato Civil, liderado por Pashinián, ha conseguido 61 escaños de los 100 del Parlamento. Con esta fuerza en la Cámara podrá reformar la Constitución, condición indispensable para firmar la ansiada paz con Azerbaiyán. La oposición, apoyada por Rusia, rechaza este paso.

Rumbo hacia la UE

El primer ministro Pashinián se ha atribuido la victoria sobre lo que denomina el sistema oligárquico en la madrugada del lunes. El líder armenio, quien ha anunciado que viajará próximamente a Moscú, Bruselas y Washington, ha dicho que continuará el rumbo de acercamiento a la Unión Europea. También ha señalado que Armenia seguirá siendo parte de la Unión Económica Eurasiática.

Durante los últimos días ha rechazado una posible expulsión de Armenia de la UEE y también una convocatoria de un referéndum para elegir entre dicho bloque y la UE. Pashinián afirma que esa consulta sólo tendrá lugar cuando el país haya recibido el estatus de país candidato al ingreso.

Las autoridades detuvieron a candidatos opositores por la supuesta implicación en la compra de votos. Armenia Fuerte ha denunciado presiones y ha acusado a Contrato Civil de emplear el recurso administrativo para ganar los comicios.

Injerencia del Kremlin

La UE y Estados Unidos apoyaban abiertamente la reelección de Pashinián. El Kremlin ha aprobado numerosas sanciones en las últimas semanas contra la producción agrícola armenia por su acercamiento a Bruselas. En las últimas semanas se han detectado desinformación en internet, actividad de hackers y narrativas favorables al Kremlin que presentan la cooperación con Occidente como una amenaza.

Armenia y Rusia son formalmente aliados, pero Moscú ha comparado las aspiraciones de adhesión a la Unión Europea de la exrepública soviética con las de Ucrania. Y esa orientación de Kiev fue definitiva para que Putin ordenara la invasión del país vecino, el 24 de febrero de 2022. .

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