Os críticos sustentam que o jornal nova-iorquino está a dar palco a este “delírio cruel e humilhante da oligarquia anti-arte”. Mas como é que se faz sequer o perfil de um modelo de IA? O The New York Times está a ser duramente criticado por leitores depois de a sua revista ter publicado um perfil da “actriz” de inteligência artificial Tilly Norwood. “Faço perfis de celebridades para viver. Nada me preparou para Tilly Norwood”, lê-se no título do artigo, assinado por Taffy Brodesser-Akner. O subtítulo reforça esta lógica de antropomorfização: “A actriz de IA fala sobre o seu ofício, o
El Informe sobre el futuro del empleo 2025 del Foro Económico Mundial es contundente: la transformación estructural de mercado laboral hasta 2030 —derivada de cuestiones como el cambio demográfico, la sostenibilidad o la implantación de la inteligencia artificial (IA)— afectará a un 22% de los empleos. De ese total —268 millones de empleos en todo el mundo —, 170 millones serán de nueva creación y 92 millones desaparecerán.
A Apple está a testar uma nova geração de AirPods equipados com câmaras, concebidos para permitir que a Siri compreenda melhor o ambiente que rodeia o utilizador. Estes auriculares encontram-se já numa fase avançada de testes com funcionários da empresa, integrando a estratégia da Apple para reforçar a sua aposta na inteligência artificial. De acordo com a Wired, embora o hardware esteja praticamente concluído, a componente de inteligência visual da Siri continua a não corresponder às expectativas. Além disso, alguns executivos da Apple manifestam preocupações relativamente à privacidade, questionando se a introdução de câmaras nos auriculares se justifica perante a
A criadora do Claude quer que os laboratórios de IA, incluindo a própria empresa, se preparem para um abrandamento coordenado caso os modelos comecem a construir os seus sucessores. Os críticos não estão convencidos de que tal venha a acontecer. As empresas na linha da frente da inteligência artificial devem estar preparadas para abrandar, defende uma das que mais rapidamente tem avançado neste sector. A Anthropic, criadora do chatbot Claude, afirma que os sistemas de IA podem estar à beira daquilo a que chama auto-aperfeiçoamento recursivo, o ponto em que conseguem conceber e construir os seus próprios sucessores com pouca