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“Lagarto de Noronha”: veja espécie que só existe em arquipélago brasileiro

12 June 2026 at 12:44

O arquipélago de Fernando de Noronha, localizado a cerca de 350 km da costa brasileira, abriga uma espécie de réptil exclusiva: o lagarto de Noronha (Trachylepis atlantica).

Pesquisas científicas revelam que o isolamento geográfico moldou o comportamento e a biologia desse animal, diferenciando-o de seus parentes continentais.

Ecologia e alimentação

Com atividade estendida do amanhecer ao anoitecer, o lagarto tem seu pico de movimentação entre 12h e 14h. A espécie é encontrada majoritariamente em rochas e apresenta uma dieta onívora incomum.

Cerca de 77% do volume ingerido pelo réptil é composto por material vegetal, complementado por formigas e larvas de insetos.

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Essa adaptação sugere que a disponibilidade limitada de presas na ilha forçou o animal a diversificar sua fonte de energia.

Reprodução e conservação

O lagarto de Noronha apresenta o que cientistas chamam de síndrome da ilha, manifestada em suas estratégias reprodutivas.

A reprodução ocorre de forma sazonal, concentrada na estação seca. Diferente de espécies do continente, as fêmeas de Noronha produzem ninhadas menores, mas que são proporcionalmente maiores em relação ao corpo do animal.

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Apesar de sua abundância local, a espécie enfrenta desafios. Classificada recentemente como ameaçada em avaliações regionais, a população sofre com predadores invasores e mudanças ambientais.

Especialistas indicam que sua baixa frequência reprodutiva pode limitar a capacidade de recuperação da espécie frente a essas ameaças crescentes.

Hungry elephants displaced by the climate crisis with farmers for food in Zambia: ‘They ate the maize the whole night’

6 June 2026 at 05:00
A herd of elephants crosses the Mosi-oa-Tunya road, which leads to Victoria Falls, to return to the national park after raiding maize fields at the Livingstone West camp in February 2026.

Veronica Akabondo had worked from dawn to dusk for months on her farm in southern Zambia and was confident she would have a plentiful maize harvest. But one morning she woke up and found it all gone. The culprit? A herd of hungry elephants.

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