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Washington National Opera sues, says Kennedy Center owes it $17M

12 June 2026 at 15:48
The Washington National Opera (WNO) filed a lawsuit Thursday, alleging that the Kennedy Center failed to return more than $17 million in donations made to the organization after its split from the venue earlier this year.  The WNO cited the Kennedy Center’s position as a federally chartered entity and its membership in the Smithsonian Institution…

Washington National Opera sues, says Kennedy Center owes it $17M

12 June 2026 at 15:48
The Washington National Opera (WNO) filed a lawsuit Thursday, alleging that the Kennedy Center failed to return more than $17 million in donations made to the organization after its split from the venue earlier this year.  The WNO cited the Kennedy Center’s position as a federally chartered entity and its membership in the Smithsonian Institution…

Opera Company Sues to Collect $17 Million From the Kennedy Center

12 June 2026 at 15:31
The Washington National Opera, which left the center amid the Trump administration’s takeover, says its efforts to retrieve its endowment and other assets have been blocked.

© Kenny Holston for The New York Times

The Kennedy Center and the Washington National Opera are no longer affiliated, but they remained entangled in a dispute over what assets the opera might still be owed.

AMAL participa em iniciativas dos projetos EFHERA e CILUMES-Interopera – na área da gestão florestal

11 June 2026 at 17:00

A Comunidade Intermunicipal do Algarve esteve representada em duas iniciativas que decorreram no início deste mês, no Algarve e em Sevilha, relacionadas com os projetos SUDOE EFHERA e Interreg CILUMES-Interopera, ambos relativos à gestão da área florestal. No âmbito do EFHERA, o Algarve recebeu investigadores internacionais no primeiro dia de junho. Foi realizada uma visita técnica à área […]

“Magari dico una bestialità, ma ascoltare Lucio Dalla a teatro equivale ad ascoltare Beethoven”: Pierdavide Carone nell’opera “L’anno che verrà”, dedicata al grande artista

11 June 2026 at 15:14

Le musiche, le parole, le canzoni e il talento di Lucio Dalla vengono celebrati con l’opera “L’anno che verrà” da dicembre in tour nei teatri. Il progetto è ideato da Marcello Corvino e diretto da Manuel Renga. La storia si svolge in un grande hotel sul mare, alla vigilia di Capodanno, dove si incrociano le vicende di alcuni viaggiatori: una giovane coppia in fuga, una cantante di piano bar alla ricerca di un amore perduto, un musicista disilluso e un uomo d’affari colpito da una crisi esistenziale. Ad accoglierli è un enigmatico portiere, che avrà il volto di Pierdavide Carone, che Dalla lo ha conosciuto bene. Il cantautore scomparso, infatti, non solo ha prodotto l’album “Nanì e altri racconti”, ma è salito sul palco del Festival di Sanremo 2012 per dirigere l’orchestra e duettare con Carone.

“Sarebbe assurdo immaginare un futuro in cui i ragazzi non conoscano Lucio Dalla o lo scoprano solo attraverso le piattaforme digitali – ha dichiarato Carone -. Magari dico una bestialità, ma ascoltare Dalla a teatro equivale ad ascoltare Beethoven. La musica pop che supera il tempo deve avere lo stesso peso della sinfonica, perché parla alle generazioni e le attraversa”.

E ancora: “La vocalità di Dalla era talmente esuberante che l’unico modo per cantare, soprattutto quando si aggiungerà l’orchestra, è quasi ‘aggredire’ le canzoni, cercando di farlo in modo degno. Quando devo cantare Lucio sono sempre preoccupato, però il concetto di preoccupazione si trasforma in sfida, per quel senso di gratitudine nei confronti di una persona a cui dobbiamo molto”.

Il regista Manuel Renga ha aggiunto: “Questa nuova opera pop è un lavoro che non racconta la vita del grande Lucio Dalla, ma prende a piene mani dalla sua creatività musicale e traduce in scena il grande affresco umano che le sue canzoni compongono. Lucio Dalla diventa per noi il ‘custode dei sogni’ colui che è in grado di leggere chiaramente le paure, i desideri, i sogni e le delusioni dell’uomo e trasformarle in situazioni musicali popolari, dirette, emozionanti”. Lo spettacolo è composto dai brani più conosciuti come “La sera dei miracoli” e “L’anno che verrà” e quelli contenuti in album meno popolari “per tenere conto di tutte le anime musicali di Dalla”. È un viaggio onirico, “dove i personaggi sono le incarnazioni di quei sogni, di quelle paure e speranze, racconti di vita che si intrecciano sulle note musicali”.

Il debutto è previsto per l’11 e 12 dicembre a Ferrara, si proseguirà il 18, 19 e 20 dicembre con tre spettacoli a Reggio Emilia, per poi salutare il 2026 il 22 e 23 dicembre con una doppia data a Ravenna. In tabellone a gennaio anche appuntamenti a Piacenza e Modena, mentre il Teatro Duse di Bologna ospiterà lo spettacolo il 10, 11 e 12 settembre. Sul palco ci saranno fino a cento artisti, tra attori, orchestra sinfonica e la compagnia di danza di Michele Merola, che curerà le coreografie.

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The Metropolitan Opera of New York seeks billionaires to survive

8 June 2026 at 10:43

On stage, the performers are playing Frida Kahlo and Diego Rivera. He is about to die. She has returned to the world of the living, but only briefly, to be reunited with her beloved/loathed husband. “Life is brief, but the light will remain,” sings the chorus surrounding them, framed by a luminous staging and the baton of music director Yannick Nézet-Séguin. The music has not even finished when a near-capacity Lincoln Center erupts in applause, with ecstatic shouts of “viva,” in Spanish.

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© Angel Colmenares (EFE)

A rehearsal of the opera 'El último sueño de Frida y Diego' last Wednesday at the Met.

Em Junho, há dança, ópera e concertos de Tomás Wallenstein e Paus no Cine-Teatro Louletano

2 June 2026 at 12:01

A despedida da banda Paus, a dança da coreógrafa Vera Mantero, um concerto intimista de Tomás Wallenstein e uma ópera do Teatro Nacional de São Carlos marcam a programação de Junho no Cine-Teatro Louletano.

A programação do espaço cultural de Loulé cruza dança, música, teatro e cinema, mantendo a aposta na coprodução artística, na diversidade de linguagens e na acessibilidade, com Língua Gestual Portuguesa e Audiodescrição.

O mês arranca com dança a 5 de Junho, às 21h00, no Cineteatro Louletano, com “C.C. (Crematística e Contraforça)”, peça da coreógrafa Vera Mantero.

Esta coprodução do Cineteatro Louletano propõe uma reflexão coreográfica e performativa em torno das relações entre economia, poder e corpo, numa criação assinada por uma das mais relevantes figuras da dança contemporânea portuguesa.

Nos dias 6 e 7 de Junho, o Auditório do Solar da Música Nova acolhe a 19ª edição da Festa do Cinema Italiano, promovida pela Associação Il Sorpasso.

No sábado, dia 6, existem três sessões, às 16h00, às 19h00 e às 21h00, e no domingo duas sessões, intercaladas com cine-jantar pelo chef Sergio Zanotti, inspirado no filme “Louca-Mente”, de Paolo Genovese, que é exibido após a refeição.

No dia 9, às 21h00, o Cineteatro Louletano recebe “As Damas da Noite”, Uma Farsa de Elmano Sancho. O espetáculo, com interpretação em Língua Gestual Portuguesa, recorre à sátira social imergindo no mundo fascinante e provocador do transformismo.

Os artistas transformistas/dragqueens “vestem a pele de um outro, tentam ser um outro”.

Sul Informação

No mesmo dia, às 21h00, o Auditório do Solar da Música Nova acolhe mais uma sessão do ciclo Filme Francês do Mês, promovido pela Alliance Française do Algarve. Desta vez é “Fifi”, de Paul Saintillan e Jeanne Aslan (2022), uma obra centrada nas relações humanas, juventude e desigualdade social.

A música ocupa lugar de destaque no dia 13 de Junho, às 21h00, no Cineteatro Louletano, com a apresentação da ópera “Relicário Perpétuo”, de Luísa Costa Gomes e Luís Tinoco.

A peça, trazida a Loulé pelo Teatro Nacional de São Carlos, estreia em Lisboa três dias antes, no Dia de Portugal e das Comunidades Portuguesas, e assinala os 500 anos do nascimento de Luís de Camões.

A criação junta literatura e composição musical contemporânea e é marcada pelo cruzamento entre palavra, memória e património cultural.

No dia 14, às 17h00, o Cineteatro Louletano recebe Tomás Wallenstein. Conhecido do grande público enquanto músico e compositor como vocalista e guitarrista dos Capitão Fausto, o artista apresenta-se num formato mais intimista, explorando as suas canções com diferentes sonoridades e novas dimensões.

A 19 de junho, às 21h00, sobe ao palco do Cineteatro Louletano “Álbum de Família”, de Lúcia Pires, pelo Projecto Casa, projeto de apoio à criação tripartido entre o Cineteatro Louletano, o Centro Cultural Vila Flor, em Guimarães, e O Espaço do Tempo, em Montemor-o-Novo.

Esta coprodução, com audiodescrição, propõe uma reflexão sobre memória, relações familiares e identidade, através de uma abordagem intimista e contemporânea.

A 20 de junho, às 17h00, o Auditório do Solar da Música Nova acolhe o Grupo Síntese – Concerto no Património, numa fusão única entre a expressão musical contemporânea e o património cultural.

O grupo traz obras de Luciano Berio, Pedro Rebelo, Eduardo Patriarca, Amilcar Vasques-Dias e Jorge Peixinho, numa iniciativa de entrada gratuita que cruza música e valorização patrimonial.

No mesmo dia, às 21h00, os PAUS apresentam-se no Cineteatro Louletano, na digressão que decreta o fim da banda, com o álbum “Enterro”.

Conhecida pela energia dos seus concertos e pela fusão entre rock, percussão e eletrónica, a banda traz a Loulé um espetáculo marcado pela intensidade sonora e performativa e toda a carga de um final anunciado, que culminará com dois concertos em novembro, em Lisboa e Porto.

O mês fecha a 21 de Junho, às 17h00, no Cineteatro Louletano, precisamente com o Concerto de Laureados do Conservatório.

O espetáculo reúne jovens músicos distinguidos pela instituição, celebrando o talento emergente e o ensino artístico especializado no concelho.

Já em Julho, há mais um espetáculo multidisciplinar, com “Ostra feliz não faz pérola”, de Ana Borges, no dia 4, às 21h00. É uma metáfora sobre a vivência no feminino, construída a partir das muitas imposições históricas, sociais, culturais, de corpo e de existência.

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