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Cómo el código postal afecta a la infancia: “El cerebro de un niño pobre parece el de uno rico que no ha dormido y está estresado”

11 June 2026 at 19:18

Las oportunidades son distintas dependiendo de dónde nacemos y crecemos. No es lo mismo tener a mano un centro de salud, un polideportivo o un parque por el que caminar que tener que cruzar la ciudad para llegar a ellos, o contar o no con un medio de transporte con el que hacer ese trayecto. La segregación por barrios en las ciudades acaba concentrando en una misma área multitud de factores que construyen el contexto en el que vive su población. Y ese contexto condiciona mucho la salud de quienes viven bajo su influjo.

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© Barry Lewis (In Pictures/Getty Images)

Una madre y una hija sin hogar piden dinero en Nueva Orleans en una imagen de archivo de 2020.

A eternidade não tem tempo e a eternidade infantil ainda menos

11 June 2026 at 08:09

Sem o esperar dei comigo a ser premiado por um texto que escrevi para afirmar que a eternidade infantil é uma outra forma de dizer liberdade.

Um “jovem velho”, como procuro ser, escreve para fazer de todos os que o leem uma espécie de gatos ouvintes à espera que uma das palavras, arrumadas como filas de peças de dominó, se desequilibre para que possam, como felinos distraidamente atentos, saltar sobre elas e descobrir a porta da parede intransponível que é o refrigério do deserto em que as nossas almas, se perderem a eternidade infantil, se podem tornar.

Gatos leitores, gatos ouvintes, a maioria a deixar-se colorir com um eventual pitoresco que se lê e ouve, de olhos fechados, entre sorrisos que afirmam coincidências e confidências.

Escrevo, atrevo-me a generalizar: escrevemos para homenagear as crianças que fomos e que não queriam saber da vida mais do que o prazer de cada instante, para vencer qualquer outono e a saber que fruir o tempo é cada vez mais o espaço de viver a eternidade infantil.

Deixem que vos fale dos Três Castelos. Escrevi-os na esperança de encontrar as peças do puzzle da eternidade infantil as quais não sabia onde se escondiam, e a desejar poder reconstruir, numa qualquer esquina, o caudal inesgotável da alegria de quem, mesmo sem nunca lhe saber o lugar, deseja a utopia, sempre a brincar com o tempo e não lutar contra ele.

Brincar e ler ou o contrário. Isso também pertence à eternidade infantil: a criança contra a máquina; as mãos contra os interruptores; a música da vida; a arte de construir novas durações nas quais, nos limites da melodia, se desprezam os segundos; descobrir que o passado pode estar aqui, sem ser lembrado, e o futuro ali, sem ser previsto, no momento oportuno, no acontecimento inesperado, no encontro determinado pelo acaso.

E depois… ser criança. Apenas ser criança: aceitar o novo e desejar tudo; aprender a existir, a ser amado, a pertencer a todos os lugares; acreditar que há futuro; ser aventura, desafio; perdoar antes ainda de acabar a briga; gostar de quem fala com os olhos, sem gritar; ser artista, conquistado e conquistador; ser feliz com pouco; ser inventor, poeta e escritor antes das palavras; ser impaciente e apressado sem ligar ao tempo; ser giganteira e miniatura conforme apetece e conseguir ser do tamanho de um brinquedo; adorar olhar as nuvens de barriga para o ar e inventar o faz-de-conta; gostar de fantasias e acreditar nelas; não ter medo dos amigos imaginários; gostar do aconchego de um colo; desafinar na melhor das afinações; colar o nariz nas janelas e desenhar nuvens para o céu azul; pedir e oferecer com os olhos; saber como embrulhar os desapontamentos e abrir as caixinhas das surpresas; nada saber e poder tudo; gostar do perfume quente da mão dos avós e amar o perfume fresco das mãos dos netos.

Sem o esperar dei comigo a ser premiado pelo Pingo Doce, por um texto que escrevi para afirmar que a eternidade infantil é uma outra forma de dizer liberdade.

Bem haja a quem me leu, a quem nos lê para preservar, pela literatura, a eternidade infantil.

Hospitales en Malaui se alían con la inteligencia artificial para reducir la mortalidad infantil

11 June 2026 at 04:30
Una enfermera en la planta de pediatría del hospital del distrito de Mangochi.

“Antes podíamos tener cuatro muertes [de niños] en una semana o 15 días, pero ahora registramos quizás una muerte”. Quien habla es Blessings Juma, encargada de la sala pediátrica del Hospital de Distrito de Mangochi, en Malaui. La sanitaria atribuye este cambio a IMPALA, un sistema de monitorización con inteligencia artificial diseñado para detectar de forma temprana el deterioro de los pacientes hospitalizados y reducir así la mortalidad infantil en clínicas con escasos recursos.

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CPCJ: Seis casos de trabalho infantil detetados em 2025

10 June 2026 at 15:41
Documento revela que casos investigados em 2025 estão relacionados a prática de exploração dos menores para a mendicidade. Quatro das seis ocorrências foram detetadas no Montijo.

© JOÃO RELVAS/LUSA

Ocorrências são frequentemente associadas a contextos de pobreza, exclusão social e fragilidade familiar
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