Sismo nas Filipinas. Número de mortos sobe para 46

© CERILO EBRANO/EPA

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Pelo menos 19 pessoas morreram em consequência de um terramoto de magnitude 7,8 Richter que atingiu nesta segunda-feira (08 de junho) o litoral da ilha de Mindanao, no sul das Filipinas, segundo noticia a BBC News Brasil, citando fonte das autoridades.
O terramoto ocorreu às 07:37 horas no horário local (segunda-feira às 00:37 hrs de Lisboa), provocando alertas de tsunami em vários pontos da região, nomeadamente nas Filipinas, Indonésia, Japão e Austrália. Alguns desses alertas seriam cancelados horas depois.
Entretanto, vídeos e imagens mostravam prédios desmoronando, incluindo um clipe de um restaurante reduzido a escombros (foto anexa).
Pelo menos 134 pessoas ficaram feridas em várias províncias – Cotabato do Sul, Sultan Kudarat, Sarangani – e na cidade de General Santos, segundo disse uma autoridade local. Esses números ainda precisam ser verificados pela agência nacional de desastres, salienta a BBC News Brasil.
A contagem oficial da agência – Conselho Nacional de Redução e Gestão do Risco de Desastres – normalmente ocorre cerca de um dia após os incidentes. Eles consolidam todos os números fornecidos por várias fontes, incluindo a polícia, autoridades locais e agências de ajuda em desastres.
O presidente filipino Bongbong Marcos disse num comunicado que as agências estão coordenando a sua resposta a desastres. “O governo nacional está agindo e não deixaremos Mindanao para trás“, prometeu.
Marcos também ordenou a suspensão das aulas nas áreas afetadas após o terramoto, que coincidiu com o primeiro dia do ano letivo nas Filipinas.
General Santos, a cidade próxima ao epicentro do terramoto, é conhecida como a capital do atum das Filipinas. Também é conhecida como a cidade natal de Manny Pacquiao, o campeão mundial de boxe que depois virou político.
De referir ainda que os terramotos são comuns nas Filipinas, que fica sobre o geologicamente instável “Anel de Fogo” do Pacífico.
Embora a maioria desses tremores seja leve e passe relativamente de forma tranquila, alguns já se mostraram mortais: em setembro do ano passado, um terramoto de magnitude 6,9 atingiu a região central de Visayas, matando mais de 70 pessoas e deixando um número significativo de feridos.
O terremoto, que provocou alertas de tsunami em vários países, atingiu a província de Sarangani no início da manhã, a cerca de 20 km da costa. O tremores foram sentidos fortemente em Mindanao e a 420 km de distância, na cidade de Manado, na ilha indonésia de Sulawesi.
Os alertas de tsunami foram cancelados depois de mais de seis horas no sul das Filipinas, no norte da Indonésia e no estado malaio de Sabah, na ilha de Bornéu, onde os moradores das áreas costeiras foram orientados a sair imediatamente para terrenos mais altos.
O desastre ocorreu oito meses depois que as Filipinas sofreram seu tremor mais mortal em 12 anos, quando um terremoto superficial de magnitude 6,9 atingiu a ilha central de Cebu, matando 79 pessoas. Dois fortes terremotos atingiram Mindanao duas semanas depois, sendo o mais forte de magnitude 7,4.
O presidente Ferdinand Marcos Jr. ordenou uma resposta imediata ao desastre em Mindanao, uma ilha do tamanho da Coreia do Sul. Agências foram orientadas a preparar suprimentos de socorro e centros de retirada e a estar prontas para possíveis operações de resgate.
"O governo nacional está se movimentando e não deixaremos Mindanao para trás", disse Marcos em comunicado.
As Filipinas e a Indonésia sofrem centenas de terremotos todos os anos e estão situadas em partes tectonicamente complexas do "Anel de Fogo do Pacífico", um cinturão sismicamente ativo que se estende da América do Sul até o Extremo Oriente russo.
*É proibida a reprodução deste conteúdo.
O terremoto, que provocou alertas de tsunami em vários países, atingiu a província de Sarangani no início da manhã, a cerca de 20 km da costa. O tremores foram sentidos fortemente em Mindanao e a 420 km de distância, na cidade de Manado, na ilha indonésia de Sulawesi.
Os alertas de tsunami foram cancelados depois de mais de seis horas no sul das Filipinas, no norte da Indonésia e no estado malaio de Sabah, na ilha de Bornéu, onde os moradores das áreas costeiras foram orientados a sair imediatamente para terrenos mais altos.
O desastre ocorreu oito meses depois que as Filipinas sofreram seu tremor mais mortal em 12 anos, quando um terremoto superficial de magnitude 6,9 atingiu a ilha central de Cebu, matando 79 pessoas. Dois fortes terremotos atingiram Mindanao duas semanas depois, sendo o mais forte de magnitude 7,4.
O presidente Ferdinand Marcos Jr. ordenou uma resposta imediata ao desastre em Mindanao, uma ilha do tamanho da Coreia do Sul. Agências foram orientadas a preparar suprimentos de socorro e centros de retirada e a estar prontas para possíveis operações de resgate.
"O governo nacional está se movimentando e não deixaremos Mindanao para trás", disse Marcos em comunicado.
As Filipinas e a Indonésia sofrem centenas de terremotos todos os anos e estão situadas em partes tectonicamente complexas do "Anel de Fogo do Pacífico", um cinturão sismicamente ativo que se estende da América do Sul até o Extremo Oriente russo.
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