Dos casamentos aos batizados, 25 penteados de verão para ocasiões especiais



As camisolas retro regressaram em força, conquistando jovens por todo o lado que as usam como peça de moda urbana. A tendência vai além do apoio clubístico, representando nostalgia por uma era mais autêntica do futebol. A indústria respondeu relançando réplicas icónicas.

As camisolas retro regressaram em força, conquistando jovens por todo o lado que as usam como peça de moda urbana. A tendência vai além do apoio clubístico, representando nostalgia por uma era mais autêntica do futebol. A indústria respondeu relançando réplicas icónicas.


De regresso aos nacionais, o clube sadino inicia uma nova etapa após ultrapassar um período em que a sobrevivência esteve em risco. Com a presença no Campeonato de Portugal garantida, o objetivo passa por crescer de “forma sustentável”.


De regresso aos nacionais, o clube sadino inicia uma nova etapa após ultrapassar um período em que a sobrevivência esteve em risco. Com a presença no Campeonato de Portugal garantida, o objetivo passa por crescer de “forma sustentável”.


La ministra de Sanidad, Mónica García, rechaza negociar con los médicos sus condiciones laborales, diferentes al del resto de personal sanitario, y clave en el sostenimiento del Sistema Nacional de Salud. Guardias de 24 horas, jornadas de 90 horas de trabajo a la semana o el pago de la hora de guardia más barata que la hora ordinaria ha llevado a los facultativos a exigir a la titular de Sanidad y un Estatuto Médico. Sus condiciones especiales de trabajo, como su responsabilidad última en todo lo que sucede con los pacientes, ha sido reconocida en otros países de Europa, como Francia, Portugal, Alemania o Italia. Mónica García sigue instalada en el "no es no" y la huelga encara nuevos paros este mes de mayo, además del anunciado para junio.
Así las cosas, los médicos y facultativos de la Comunidad de Madrid han anunciado un nuevo calendario de concentraciones para la próxima semana en el marco de la quinta semana de huelga médica intermitente convocada para reclamar un Estatuto Marco propio para el colectivo que reconozca las singularidades de estos profesionales.
La convocatoria de huelga, continuidad de la llevada a cabo durante una semana en los meses de febrero, marzo, abril y mayo, arrancará este lunes día 15 y se prolongará hasta el viernes día 19. El acto central tendrá lugar el primer día de paros con una manifestación estatal frente al Ministerio de Sanidad.
Tras ella, desde Amyts, sindicato mayoritario de médicos de Madrid y convocante de la huelga autonómica, se han organizado distintas concentraciones para los próximos días de huelga. Así, el martes a las 10.00 horas tendrá lugar una concentración frente al Hospital 12 de Octubre y el miércoles a la misma hora, frente al Hospital Puerta de Hierro de Majadahonda.
El jueves la protesta llegará frente a la Consejería de Sanidad de la Comunidad de Madrid, en la calle Aduana, a partir de las 10.00 horas y, finalmente, el viernes tendrá lugar otra concentración a esa misma hora frente al Hospital Ramón y Cajal.
Esta quinta semana de huelga médica llega tras la aprobación por parte del Consejo de Ministros del anteproyecto de ley de Estatuto Marco acordado por el Ministerio de Sanidad y varios sindicatos para el inicio de su tramitación parlamentaria. Un acuerdo, que ahora también se tambalea, y en el que, desde el primer momento, se ignoró a los médicos, claves en el Sistema Nacional de Salud. Una decisión que ha sido criticada por el Comité de Huelga estatal, que mantiene los paros, y por las Comunidades Autónomas, que ha llamado a un acuerdo estatal impulsado por el departamento de Mónica García para dar solución a este conflicto.
Desde Amyts se han presentado sus alegaciones al anteproyecto, que se encuentra en fase de audiencia e información pública, en las que defienden el reconocimiento efectivo de las singularidades de la profesión médica y facultativa, "evitando que el nuevo marco normativo mantenga situaciones de desigualdad respecto a otros colectivos sanitarios".
Entre las cuestiones planteadas por el sindicato destacan la regulación de las guardias, la clasificación profesional, las condiciones de jubilación, las retribuciones, la negociación específica del colectivo médico, la formación sanitaria especializada y la necesidad de establecer límites a la sobrecarga asistencial.
La organización sindical cree que el texto del anteproyecto "consolida un régimen de jornada diferenciado y más gravoso para los facultativos, basado en las guardias obligatorias, sin un reconocimiento equivalente ni en términos retributivos ni de protección profesional".
Por ello, reclama que toda hora trabajada sea "reconocida, computada y remunerada en condiciones de igualdad". Además, solicita medidas para proteger la salud de los profesionales, mejorar las condiciones de los residentes, reconocer la labor de los tutores de Formación Sanitaria Especializada y garantizar incentivos y límites de carga asistencial en aquellos ámbitos con déficit estructural de facultativos.
Hasta el momento, la Consejería de Sanidad ha estimado en 16.456.119 euros el perjuicio causado por los paros llevados a cabo desde diciembre, con 10.470 cirugías, 215.344 consultas y 21.733 pruebas suspendidas.
Más de 175.000 médicos de toda España están llamados a la huelga convocada por la Confederación Española de Sindicatos Médicos (CESM), el Sindicato Médico Andaluz (SMA), Metges de Catalunya (MC), la Asociación de Médicos y Titulados Superiores de Madrid (Amyts), el Sindicato Médico de Euskadi (SME) y el Sindicato de Facultativos de Galicia Independientes (O'MEGA).
En el caso de la Comunidad, el Comité de la Huelga Médica y Facultativa de la Comunidad de Madrid está integrado por Amyts, SIME, MUD y AME. La convocatoria de huelga afecta a todos los médicos y facultativos de la región, incluidos Atención Primaria, Hospitalaria y Extrahospitalaria, así como a los MIR, FSE y a los profesionales del Hospital Central de la Defensa Gómez Ulla, Fundación Jiménez Díaz y centros vinculados al Sermas (Fundación Alcorcón, Fuenlabrada, UCR, Villalba, Valdemoro, Rey Juan Carlos y Torrejón). Respecto a los servicios mínimos, los convocantes los han denunciado por "abusivos".


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"A crise climática é o problema mais grave que a humanidade já enfrentou em toda a sua história. Não se trata de uma crise passageira ou de um ciclo natural superável. Estamos diante de um risco real de extinção da nossa própria espécie se não mudarmos radicalmente a nossa relação com o planeta", lembrou o cientista.
"Viver sob uma lógica de monocultura humana, como se pudéssemos existir isolados das outras espécies e sem depender diretamente delas, é uma ilusão perigosa que está nos conduzindo ao colapso", afirmou o cientista.
Professor da Universidade de Florença, Mancuso é uma das maiores referências mundiais em neurobiologia vegetal. Suas obras são publicadas no país pela Ubu Editora, que conta com os títulos A revolução das plantas — vencedor do Prêmio Galileo de divulgação científica em 2018 —, A incrível viagem das plantas, A planta do mundo, Nação das plantas e Fitópolis.
Mancuso defendeu o papel do conhecimento acadêmico diante das transformações climáticas globais e criticou negacionistas que relativizam dados científicos sobre o aquecimento global.
"É uma tremenda estupidez tratar a ciência como se fosse apenas uma opinião, especialmente quando estamos discutindo a crise climática. A ciência trabalha com fatos, evidências e dados consolidados, não com pontos de vista subjetivos que podem ser aceitos ou descartados ao gosto de cada um", afirmou.
Como alternativa prática para conter o aquecimento urbano, o pesquisador defendeu medidas urgentes de renaturalização, como a substituição do asfalto por alternativas verdes. Segundo ele, é preciso agir rapidamente para remover coberturas impermeáveis e arborizar as cidades em massa.
"Temos que retirar 20% das ruas e do asfalto das cidades para dar espaço às plantas. As administrações municipais que fizerem isso primeiro serão as que vão evitar milhões de mortes e poupar gastos econômicos colossais. As outras serão obrigadas a fazê-lo daqui a dez anos, sob regime de emergência, gastando dez vezes mais e carregando na consciência as mortes que poderiam ter sido evitadas", concluiu.
Para ilustrar que a convivência equilibrada entre a urbanização e a natureza é possível, o cientista citou as antigas civilizações na Amazônia.
"As cidades antigas da Amazônia nos mostram um caminho fascinante. Elas não destruíam a floresta para existir: eram criadas dentro da própria floresta, em conexão íntima com ela. É a prova histórica de que o ser humano é capaz de projetar espaços habitáveis que coexistem com a biodiversidade, em vez de aniquilá-la como fazemos na arquitetura moderna", disse.
Como os vegetais representam a maioria da biomassa do planeta, o neurobiólogo sustenta que a sobrevivência humana depende da capacidade de compreender as plantas não como recursos passivos, mas como sujeitos inteligentes.
De acordo com as pesquisas de Mancuso, as plantas apresentam inteligência descentralizada e cooperativa. A tomada de decisões no reino vegetal ocorre de maneira distribuída por todo o organismo, principalmente em suas raízes. Esse modelo horizontal é apontado pelo autor como uma lição de organização coletiva para as sociedades humanas frente às crises contemporâneas.
O cientista italiano também apontou caminhos práticos para forçar governantes e grandes corporações a adotarem uma agenda verde real, destacando que o ativismo puramente discursivo não é suficiente.
"Os tribunais têm hoje papel fundamental para garantir que as mudanças aconteçam. A via jurídica, por meio de processos contra governos omissos e empresas poluidoras, tem se mostrado um dos instrumentos mais eficientes e realistas que temos para exigir o cumprimento de metas climáticas e a preservação do meio ambiente", argumentou.
Durante visita ao Rio de Janeiro, o escritor inaugurou a primeira exposição da Galeria VÃO, intitulada "Revolução das Plantas" em homenagem a um de seus livros.
A mostra reúne fotografias, instalações, pinturas e gravuras de artistas brasileiros, como Luiz Zerbini, Castiel Vitorino Brasileiro, Ana Kemper, Beta Azevedo, Isa Muriá, Moara Tupinambá, Renata Padovan e Rosana Palazyan, que exploram as intersecções entre natureza e tecnologia. A visitação pública é gratuita e ocorre de terça a domingo, das 10h às 17h.
De acordo com Moises Nascimento, coordenador do CCCS, o novo corredor cultural, vizinho de instituições como o CCBB e os museus de Arte do Rio (MAR) e do Amanhã, busca aproximar a sociedade da produção científica por meio da sensibilidade artística.
“A galeria nasce do desejo institucional de criar um espaço que cultive, na mesma proporção, a mediação e divulgação do conhecimento científico, a fruição artística e a reflexão crítica, fios costurados a partir do diálogo entre os programas Cultura e Educação do Sesc RJ, no intuito de pensar mundos contemporâneos nos quais caibam outros mundos, bem como as diversas formas de habitá-los”, disse ele.
"A crise climática é o problema mais grave que a humanidade já enfrentou em toda a sua história. Não se trata de uma crise passageira ou de um ciclo natural superável. Estamos diante de um risco real de extinção da nossa própria espécie se não mudarmos radicalmente a nossa relação com o planeta", lembrou o cientista.
"Viver sob uma lógica de monocultura humana, como se pudéssemos existir isolados das outras espécies e sem depender diretamente delas, é uma ilusão perigosa que está nos conduzindo ao colapso", afirmou o cientista.
Professor da Universidade de Florença, Mancuso é uma das maiores referências mundiais em neurobiologia vegetal. Suas obras são publicadas no país pela Ubu Editora, que conta com os títulos A revolução das plantas — vencedor do Prêmio Galileo de divulgação científica em 2018 —, A incrível viagem das plantas, A planta do mundo, Nação das plantas e Fitópolis.
Mancuso defendeu o papel do conhecimento acadêmico diante das transformações climáticas globais e criticou negacionistas que relativizam dados científicos sobre o aquecimento global.
"É uma tremenda estupidez tratar a ciência como se fosse apenas uma opinião, especialmente quando estamos discutindo a crise climática. A ciência trabalha com fatos, evidências e dados consolidados, não com pontos de vista subjetivos que podem ser aceitos ou descartados ao gosto de cada um", afirmou.
Como alternativa prática para conter o aquecimento urbano, o pesquisador defendeu medidas urgentes de renaturalização, como a substituição do asfalto por alternativas verdes. Segundo ele, é preciso agir rapidamente para remover coberturas impermeáveis e arborizar as cidades em massa.
"Temos que retirar 20% das ruas e do asfalto das cidades para dar espaço às plantas. As administrações municipais que fizerem isso primeiro serão as que vão evitar milhões de mortes e poupar gastos econômicos colossais. As outras serão obrigadas a fazê-lo daqui a dez anos, sob regime de emergência, gastando dez vezes mais e carregando na consciência as mortes que poderiam ter sido evitadas", concluiu.
Para ilustrar que a convivência equilibrada entre a urbanização e a natureza é possível, o cientista citou as antigas civilizações na Amazônia.
"As cidades antigas da Amazônia nos mostram um caminho fascinante. Elas não destruíam a floresta para existir: eram criadas dentro da própria floresta, em conexão íntima com ela. É a prova histórica de que o ser humano é capaz de projetar espaços habitáveis que coexistem com a biodiversidade, em vez de aniquilá-la como fazemos na arquitetura moderna", disse.
Como os vegetais representam a maioria da biomassa do planeta, o neurobiólogo sustenta que a sobrevivência humana depende da capacidade de compreender as plantas não como recursos passivos, mas como sujeitos inteligentes.
De acordo com as pesquisas de Mancuso, as plantas apresentam inteligência descentralizada e cooperativa. A tomada de decisões no reino vegetal ocorre de maneira distribuída por todo o organismo, principalmente em suas raízes. Esse modelo horizontal é apontado pelo autor como uma lição de organização coletiva para as sociedades humanas frente às crises contemporâneas.
O cientista italiano também apontou caminhos práticos para forçar governantes e grandes corporações a adotarem uma agenda verde real, destacando que o ativismo puramente discursivo não é suficiente.
"Os tribunais têm hoje papel fundamental para garantir que as mudanças aconteçam. A via jurídica, por meio de processos contra governos omissos e empresas poluidoras, tem se mostrado um dos instrumentos mais eficientes e realistas que temos para exigir o cumprimento de metas climáticas e a preservação do meio ambiente", argumentou.
Durante visita ao Rio de Janeiro, o escritor inaugurou a primeira exposição da Galeria VÃO, intitulada "Revolução das Plantas" em homenagem a um de seus livros.
A mostra reúne fotografias, instalações, pinturas e gravuras de artistas brasileiros, como Luiz Zerbini, Castiel Vitorino Brasileiro, Ana Kemper, Beta Azevedo, Isa Muriá, Moara Tupinambá, Renata Padovan e Rosana Palazyan, que exploram as intersecções entre natureza e tecnologia. A visitação pública é gratuita e ocorre de terça a domingo, das 10h às 17h.
De acordo com Moises Nascimento, coordenador do CCCS, o novo corredor cultural, vizinho de instituições como o CCBB e os museus de Arte do Rio (MAR) e do Amanhã, busca aproximar a sociedade da produção científica por meio da sensibilidade artística.
“A galeria nasce do desejo institucional de criar um espaço que cultive, na mesma proporção, a mediação e divulgação do conhecimento científico, a fruição artística e a reflexão crítica, fios costurados a partir do diálogo entre os programas Cultura e Educação do Sesc RJ, no intuito de pensar mundos contemporâneos nos quais caibam outros mundos, bem como as diversas formas de habitá-los”, disse ele.
En el clima político y social reinante, cualquier ataque perpetrado contra un nativo por un inmigrante es como lanzar una granada. Es lo que ha ocurrido en Belfast con el acuchillamiento de un vecino de los barrios del norte de la ciudad por un refugiado político sudanés que llegó al país en el 2023, obtuvo asilo político y permiso de residencia por cinco años.



Una sentencia que, sin duda, será leída con atención por otros conductores afectados. Un juzgado de Instancia de Madrid ha anulado una multa de tráfico por valor de 200 euros impuesta a un conductor por no respetar una marca longitudinal continua en la autovía A-6 al considerar que las fotografías aportadas por las cámaras de la Dirección General de Tráfico (DGT) no muestran el momento exacto en el que el vehículo habría pasado por encima de la marca continua de la calzada.
Según se recoge en la sentencia de la sección de la Contencioso-administrativo del Tribunal de Instancia de Madrid, Plaza nº 5, consultada por Europa Press, se estima el recurso del conductor sancionado al considerar que la administración, "que goza de facilidad probatoria", se limita a aportar dos fotografías en la que se aprecia un vehículo circulando por dos carriles distintos".
Según se remarca en la sentencia, pese a ello "no se aprecia el momento exacto en el que el vehículo habría pasado por encima de la marca longitudinal continua que aparece en la calzada."
En concreto, los hechos ocurrieron el 28 de enero de 2025 a la altura del kilómetro 20,2 de la autovía A-6 (Madrid-A Coruña). La multa de 200 euros se impuso al conductor "por no respectar una marca longitudinal continua".
Se usaron para ello las fotografías aportadas por los dispositivos 'Foto-Línea' que usa la DGT, diseñadas para sancionar automáticamente a los conductores que cruzan o pisan una línea continua. Así, el sistema realiza una primera fotografía del vehículo circulando por un carril y unos metros más adelante obtiene otra segunda en el carril contiguo.
Según la Abogacía del Estado, el conductor sancionado "no respetó la cola y se cambió de carril". "Una vez que se lee la matrícula en la línea continua, aparece en el siguiente carril rebasando la línea continua. Está en un carril y más adelante, ha tenido que rebasar la línea, salvo que el coche tenga capacidad de volar", alegó.
En cambio, el recurrente solicitó la nulidad de la multa al considerar que se habían vulnerado derechos fundamentales como la presunción de inocencia y el derecho a la defensa al no existir pruebas suficientes que acrediten la comisión de la infracción denunciada.
Así, cuestionaba la validez de los documentos fotográficos presentados como prueba al no constar fotografía alguna en la que se observe que ha pisado la línea longitudinal continua.
"Lo cierto es que la prueba obrante en el expediente administrativo debe reputarse insuficiente. La Administración, que goza de facilidad probatoria, se limita a aportar dos fotografías en la que se aprecia un vehículo circulando por dos carriles distintos. Se desconoce si se trata de una misma vía, y no se aprecia el momento exacto en el que supuestamente el vehículo habría pasado por encima de la marca longitudinal continua que aparece en la calzada", alega la magistrada.
Igualmente, la sentencia subraya que tampoco constaba en el expediente administrativo "placa identificativa de la cámara para la captación de imágenes en la carretera; Protección de Datos Personales y garantía de los derechos digitales", cuando las áreas videovigiladas "deben encontrarse debidamente señalizadas con carteles informativos de su presencia".
De esta forma, la sentencia da la razón al conductor en su recurso, promovido por los servicios jurídicos de Automovilistas Europeos Asociados (AEA), y anula la multa. "Esta resolución judicial constituye un importante precedente judicial en la defensa de los derechos de los automovilistas y refuerza las garantías jurídicas y de funcionamiento que deben tener los sistemas automatizados de captación de infracciones utilizados por cualquier administración con competencia en materia de tráfico"", ha subrayado el presidente de AEA, Mario Arnaldo.
En un comunicado, Automovilistas Europeos Asociados ha recalcado que los sistemas automatizados de denuncias tienen "una clara finalidad recaudatoria" y ha abogado como medida "mucho más eficaz para la seguridad vial" el aumento de la presencia policial.
Según ha recordado, la DGT puso en funcionamiento hace tres años este tipo de dispositivos para sancionar a los conductores que sin respetar la cola formada por otros que quieren salir de una autovía, atraviesan una línea continua.
En concreto, dentro de la Comunidad de Madrid, se colocaron cuatro dispositivos situados en determinadas salidas de las autovías A-1, km 15,95 (sentido entrada/decreciente, zona de Alcobendas); de la A-2, en el km 11,8 (sentido entrada/decreciente, cerca del aeropuerto de Barajas); de la A-6, en el km 20,2 (sentido decreciente, bajando de la sierra hacia Madrid, cerca de Las Rozas) y de la A-42, en el km 16,9 (a la altura de Getafe), que han formulado miles de denuncias.


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Superstición a raudales. E ignorancia y pobreza. Eso es lo que esconde esta historia de aquel Madrid... De boca en boca, allá por el siglo XVIII, corrió el bulo -se ve que las cosas no han cambiado tanto, aunque hoy en día esos «fake» son de otro tipo-, se señalaba, como decíamos que una vendedora de biblias estaba en el ojo de todas las críticas, habladurías y las envidias. Una anciana que vendía su cargamento en la conocida como plaza del Conde de Miranda. Aseguraban que la razón del precio -caro- de aquellas biblias estaba en las propiedades que traía aparejadas... O que facilitaba.
Asegura la leyenda negra que aquellos escritos sagrados tenían un plus a la palabra divina: poseían una condición milagrosa. Mágica. Se afirmaba, y aquí toca creer también sin pruebas, que las mencionadas biblias tenían propiedades curativas y también, por imaginar que no quede, concedían a quien las interpelase, todo tipo de deseos amorosos o económicos. Ahí es nada. Y todo a un paso, como una suerte de lámpara de Aladino, concedía deseos a su propietario. Esta plaza toma el título del Conde de Miranda ya que en ella se encontraba el Palacio de Cárdenas que era propiedad de dicho noble y la cual se conocía en la Villa como la Casa de los Salvajes, por las dos impresionantes figuras de piedra que embellecía su entrada.
Hoy por desgracia dicha casa ya no podemos disfrutarla, pues ha desaparecido bajo la piqueta en el siglo XX. También desapareció un bello arco que comunicaba calles y facilitaba el tránsito. De aquel momento nos queda esta leyenda. Una historia muy pintoresca, y también, lúgubre y tétrica.
La famosa historia, que hoy como tantas otras ha caído en el olvido, nos hablaba de la anciana que vendía biblias de «propiedades mágicas». Resulta obvio los pingües beneficios de aquella mujer con tamaña mercancía prodigiosa. El precio de las biblias de la señora se pusiera por las nubes, y como contrapartida, como pasa tantas veces, no solo en España, aunque quizá aquí un poco más, pues la envidia es, dicen, el pecado capital hispano, siempre que a alguien le marcha bien, también sale alguien dispuesto a tirar por tierra la raíz de su fortuna.
De ahí que pronto muchos la tildaran de bruja y a sus biblias de malditas. Incluso aumentaron las mentiras y los rumores hasta hacerla creadora de los más terribles y brutales asesinatos: nada más y nada menos que las biblias estaban forradas con la piel de niños muertos en la Villa y Corte; y que la propia anciana se encargaba de desenterrar sus cadáveres en el cementerio.
Aquello ya fuera cierto o no, provocó gran inquietud en la población. Fue la causa última de que la Santa Inquisición se personara en la plaza del Conde de Miranda y se llevara a la anciana a uno de sus calabozos.
A partir de ahí todo son conjeturas. No se sabe muy bien qué pasó con la anciana o con sus biblias. Sea como fuere, la bonita y recoleta plaza quedó oscurecida en el recuerdo y la memoria de tantos madrileños con una leyenda que «afea» este espacio público con una historia de sangre y represión.
La recogida plaza peatonal, que mantiene parte de la imagen del antiguo trazado medieval, cuando la Corte de la dinastía Habsburgo se instaló en la ciudad en 1561, no sería igual.
Este espacio está hoy alejado y ausente del ambiente bullicioso que tuvo en el pasado, pese a que cuenta con edificios representativos, como el Convento de las Jerónimas del Corpus Christi fundado en el siglo XVII y la parte posterior de la Basílica Pontificia de San Miguel con su escudo en la fachada. Pese a todo, ese lugar recoleto, conserva cierto aire de misterio.


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Ao longo de cinco Campeonatos do Mundo, CR7 tornou-se no primeiro jogador da história a marcar em cinco edições diferentes. Entre momentos marcantes como o hat-trick contra a Espanha em 2018 e eliminações dolorosas, construiu um legado único na competição. Aos 41 anos, permanece a dúvida se esta será a sua última presença na maior competição de seleções do Mundo.




