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Estádio Akron, o vulcão que está pronto para entrar em ação

9 June 2026 at 21:31
A construção do Akron demorou três anos a arrancar – e há quem diga que o financiamento chegou através do tráfico de droga. Man. United inaugurou o estádio e Chicharito Hernández fez o primeiro golo.

© AFP via Getty Images

O Estádio Akron vai receber quatro jogos da fase de grupos do Mundial-2026

Estádio Akron, o vulcão que está pronto para entrar em ação

9 June 2026 at 21:31
A construção do Akron demorou três anos a arrancar – e há quem diga que o financiamento chegou através do tráfico de droga. Man. United inaugurou o estádio e Chicharito Hernández fez o primeiro golo.

© AFP via Getty Images

O Estádio Akron vai receber quatro jogos da fase de grupos do Mundial-2026

A noite em que um rio foi maior do que dois tiros do oceano

9 June 2026 at 21:30
FC Porto chegou a ter vantagens de 14 pontos no segundo período, Crandall empatou na buzina do intervalo num lance digno de NBA, jogo foi a prolongamento e Hudson voltou a fazer a diferença (98-102).

© Flávio Alberto/FP Basquetebol

FC Porto conseguiu tirar o fator casa ao Benfica, vencedor da fase regular da Liga, tendo agora dois encontros no Dragão Arena

A noite em que um rio foi maior do que dois tiros do oceano

9 June 2026 at 21:30
FC Porto chegou a ter vantagens de 14 pontos no segundo período, Crandall empatou na buzina do intervalo num lance digno de NBA, jogo foi a prolongamento e Hudson voltou a fazer a diferença (98-102).

© Flávio Alberto/FP Basquetebol

FC Porto conseguiu tirar o fator casa ao Benfica, vencedor da fase regular da Liga, tendo agora dois encontros no Dragão Arena

20h. PS vai votar contra a Prestação Social Única

9 June 2026 at 20:15
O governo pede ao parlamento uma autorização para a legislar que é exclusiva da Assembleia. Ainda, Roberto Martinez diz que o jogo contra a Nigéria é um bom "teste para preparar a fase de grupos".

20h. PS vai votar contra a Prestação Social Única

9 June 2026 at 20:15
O governo pede ao parlamento uma autorização para a legislar que é exclusiva da Assembleia. Ainda, Roberto Martinez diz que o jogo contra a Nigéria é um bom "teste para preparar a fase de grupos".

José Faria mantém-se como treinador do Farense

9 June 2026 at 20:01

José Faria vai continuar como treinador do Farense na próxima temporada, anunciou o clube algarvio nas redes sociais.

Num post, o Farense realça a «dedicação, empenho e compromisso» com o clube, o que reforça a «confiança no projeto e nos objetivos que temos pela frente».

José Faria chegou ao Farense a meio da temporada em Fevereiro deste ano e conseguiu garantiu a manutenção da equipa algarvia na II Liga.

A permanência só foi alcançada, todavia, no play-off, frente ao Belenenses.

O conteúdo José Faria mantém-se como treinador do Farense aparece primeiro em Sul Informação.

16 anos depois, contrato do Bairro do Aleixo continua parado

9 June 2026 at 20:00
Os vereadores da Câmara do Porto aprovaram a sétima alteração ao contrato dos terrenos do Bairro do Aleixo. 16 anos depois, Pedro Duarte quer fim do impasse, mas oposição apresenta críticas.

© JOSE COELHO/LUSA

16 anos depois, contrato do Bairro do Aleixo continua parado

9 June 2026 at 20:00
Os vereadores da Câmara do Porto aprovaram a sétima alteração ao contrato dos terrenos do Bairro do Aleixo. 16 anos depois, Pedro Duarte quer fim do impasse, mas oposição apresenta críticas.

© JOSE COELHO/LUSA

No dia em que tudo correu mal, sobrou uma coisa boa

9 June 2026 at 20:00
Portugal não foi fiel à sua identidade, jogou abaixo do que consegue e até nas transições andou a patinar mas nem a derrota em Tampere impediu 1.º lugar no grupo B3 e subida na Liga das Nações (3-1).

© RONI REKOMAA

Kika Nazareth voltou a marcar como no último jogo, desta vez num livre direto, mas não conseguiu evitar a primeira derrota de Portugal no grupo B3 da Liga das Nações

México de má memória para Portugal: a polémica de Saltillo que transformou o Mundial de 1986 num pesadelo

9 June 2026 at 20:00

Em 1986, Portugal voltou a um Mundial vinte anos depois da campanha histórica de 1966, mas a aventura no México ficou marcada por uma polémica que ainda hoje é lembrada. O chamado caso Saltillo envolveu protestos de jogadores, desacordo sobre prémios e direitos de imagem, más condições de preparação e um ambiente de tensão em plena competição.

A seleção portuguesa chegou ao México com grande expectativa. Segundo a Federação Portuguesa de Futebol, Portugal tinha garantido a presença no Mundial depois da vitória em Estugarda frente à Alemanha, com um golo de Carlos Manuel, e vinha também de uma boa participação no Europeu de 1984.

Depois de duas décadas afastada dos Mundiais, o regresso era visto como uma oportunidade para recolocar Portugal entre as grandes seleções.

No entanto, a preparação ficou longe do ideal. A equipa ficou instalada em Saltillo, cidade mexicana que acabaria por dar nome ao caso. As condições de treino, alojamento e organização foram alvo de críticas por parte dos jogadores.

O Diário de Notícias, numa reportagem publicada com antigos internacionais, recordou testemunhos sobre falta de organização, campo de treinos inclinado, más condições de trabalho, guardas armados junto aos quartos e ausência de adversários oficiais para jogos de preparação.

Prémios geraram conflito

Um dos principais pontos de tensão foi a questão dos prémios. Os jogadores contestavam os valores, as garantias e as condições definidas para a participação no Mundial, num contexto em que o futebol ainda estava longe da dimensão financeira atual.

A FPF recorda, no seu guia histórico dos Mundiais, que o caso Saltillo colocou jogadores e dirigentes de costas voltadas, com ameaças de greve pelo meio, tendo a definição dos prémios de jogo como ponto central.

Mas o conflito não se esgotava aí. Segundo antigos jogadores citados pelo Diário de Notícias, havia também descontentamento com a utilização da imagem dos atletas, a publicidade associada à Federação e a falta de clareza sobre compensações financeiras.

O desentendimento entre atletas, dirigentes e responsáveis federativos cresceu durante a competição. A falta de entendimento acabou por gerar um ambiente pesado dentro da seleção, precisamente no momento em que a equipa precisava de estabilidade.

A situação ficou conhecida como uma revolta dos jogadores em pleno Mundial. A RTP Antena 1 descreveu o caso Saltillo como a greve dos jogadores da seleção durante o Mundial de 1986. Ainda assim, antigos internacionais, como Jaime Magalhães, contestam essa leitura e defendem que houve protesto, comunicado e camisolas viradas do avesso, mas não abandono dos treinos.

Vitória inicial não chegou

Dentro de campo, Portugal até começou bem. A seleção venceu a Inglaterra por 1-0 no primeiro jogo da fase de grupos, com golo de Carlos Manuel, criando esperança numa boa campanha.

Mas a vitória não foi suficiente para travar o desgaste interno. Pelo meio, Portugal sofreu ainda um golpe desportivo importante: segundo a FPF, o guarda-redes Manuel Bento fraturou o perónio da perna esquerda num treino em Monterrey e ficou afastado do resto da competição.

Nos jogos seguintes, Portugal perdeu com a Polónia e com Marrocos, acabando eliminado ainda na fase de grupos.

A derrota frente a Marrocos, por 3-1, foi especialmente pesada. O resultado confirmou o fim da participação portuguesa e agravou a leitura negativa sobre tudo o que tinha acontecido no México.

Uma imagem difícil para a seleção

O caso Saltillo tornou-se sinónimo de desorganização, conflito e oportunidade perdida. Durante anos, a participação de Portugal no Mundial de 1986 foi recordada mais pelos problemas fora de campo do que pelo futebol jogado.

Para muitos adeptos, foi uma das páginas mais difíceis da história da seleção nacional. O regresso aos Mundiais, que deveria ser motivo de orgulho, acabou por ficar associado a polémica e frustração.

O episódio também teve impacto na relação entre jogadores, dirigentes e opinião pública. A seleção saiu do México com a imagem fragilizada e com muitas perguntas por responder.

O que estava em causa

Mais do que uma simples discussão sobre dinheiro, o caso Saltillo expôs problemas de organização e comunicação. Os jogadores sentiam que as condições não correspondiam ao que era exigido para competir num Mundial.

Do outro lado, os responsáveis federativos enfrentavam críticas pela gestão da comitiva e pela forma como lidaram com as reivindicações. A tensão acabou por dominar a narrativa da participação portuguesa.

O episódio mostrou que o sucesso de uma seleção depende também de planeamento, condições de trabalho e estabilidade interna. Sem isso, mesmo uma equipa com talento pode acabar condicionada.

Um caso que ficou na memória

Quatro décadas depois, Saltillo continua a ser uma referência quando se fala dos momentos mais polémicos da seleção portuguesa. O nome da cidade mexicana tornou-se símbolo de uma crise que marcou uma geração.

A seleção portuguesa só voltaria a disputar um Mundial em 2002, na Coreia do Sul e no Japão. Pelo meio, ficou a memória de 1986 como uma experiência amarga e uma lição para o futuro.

Hoje, o caso Saltillo é recordado como um episódio que ajuda a perceber a evolução da seleção. De uma equipa marcada por conflitos, improvisos e condições discutíveis, Portugal passou a uma estrutura mais profissional e preparada para grandes competições.

Leia também: Da Ria Formosa ao topo da Europa: relembre o percurso de João Neves e Gonçalo Ramos até se tornarem bicampeões da Champions pelo PSG

No dia em que tudo correu mal, sobrou uma coisa boa

9 June 2026 at 20:00
Portugal não foi fiel à sua identidade, jogou abaixo do que consegue e até nas transições andou a patinar mas nem a derrota em Tampere impediu 1.º lugar no grupo B3 e subida na Liga das Nações (3-1).

© RONI REKOMAA

Kika Nazareth voltou a marcar como no último jogo, desta vez num livre direto, mas não conseguiu evitar a primeira derrota de Portugal no grupo B3 da Liga das Nações
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