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La nueva revolución alimentaria se cocina con fermentación e inteligencia artificial

By: EFE
6 June 2026 at 17:33

La alimentación del futuro no dependerá solo de plantas y animales, la combinación de fermentación e inteligencia artificial (IA) está abriendo una nueva etapa en la industria agroalimentaria, con tecnologías capaces de transformar residuos en ingredientes de alto valor añadido, desarrollar alimentos más saludables y reducir el impacto ambiental de la producción.

Empresas como 'MOA Foodtech', una startup biotecnológica española, ya aplican estas herramientas para diseñar los ingredientes que, según los expertos, formarán parte de la alimentación del futuro. Su CEO y fundador, el navarro Bosco Emparanza, es una de las voces que mejor representan esta nueva etapa de la innovación alimentaria.

"La innovación ya no es una opción para la industria alimentaria, sino una necesidad", asegura con motivo de su participación en el Foro Nacional "Alimentar el Futuro: Sostenibilidad e Innovación en la Industria Alimentaria", celebrado en Palencia y organizado por el Centro Tecnológico de Cereales de Castilla y León (CETECE), donde se analizaron las tendencias y tecnologías que marcarán el futuro del sector.

El bioquímico navarro asegura que la industria alimentaria atraviesa una transformación profunda impulsada por la necesidad de producir de forma más sostenible, eficiente y saludable y, en ese proceso, la fermentación y la inteligencia artificial desempeñarán un papel decisivo.

En su opinión, "la fermentación y la inteligencia artificial ya están transformando el futuro de la industria agroalimentaria". De hecho, como destaca Emparanza, las principales compañías internacionales de ingredientes ya están apostando por estas tecnologías porque representan "la forma más eficiente y sostenible de producir nuevos y mejores alimentos".

Por eso, insiste en que el futuro del sector pasa por combinar el conocimiento biotecnológico con la capacidad de la inteligencia artificial para diseñar procesos cada vez más precisos, rentables y respetuosos con el medio ambiente.

Del residuo al ingrediente

Con esa filosofía nació en 2021 'MOA Foodtech', una empresa con sede en Pamplona que ha desarrollado una plataforma capaz de combinar biotecnología e inteligencia artificial para transformar subproductos de la industria agroalimentaria en ingredientes de alto valor añadido mediante procesos de fermentación. "La sociedad se alimenta hoy de plantas y animales, pero en el futuro habrá un tercer pilar, los microorganismos", resume su fundador.

Estos organismos, explica, permitirán desarrollar ingredientes con mejores propiedades nutricionales y funcionales, además de contribuir a una producción alimentaria más sostenible y con menor dependencia de los recursos tradicionales.

Su plataforma de inteligencia artificial es capaz de identificar qué microorganismos son los más adecuados para alimentarse de cada subproducto y qué proceso de fermentación permite obtener el resultado deseado.

"Si recibimos un residuo procedente de la industria del pan, como una corteza o una harinilla rica en almidón, la plataforma selecciona automáticamente los microorganismos más adecuados para transformarlo en un ingrediente concreto", explica.

Uno de los desarrollos más avanzados de la compañía permite obtener, a partir de residuos ricos en almidón, un ingrediente con propiedades similares a las del huevo para usar en la elaboración de productos de panadería y bollería.

El resultado es un ingrediente libre de alérgenos, producido mediante fermentación natural y capaz de sustituir tanto al huevo como a determinados aditivos empleados habitualmente por la industria alimentaria.

Inteligencia artificial y biotecnología

La aportación diferencial de 'MOA Foodtech' reside en la aplicación de la inteligencia artificial a la microbiología, ya que la empresa secuencia el genoma de sus microorganismos y cruza esa información con una base de datos que contiene las características de distintos subproductos agroalimentarios.

A partir de ahí, la plataforma calcula las combinaciones más eficientes para alcanzar un objetivo concreto. "Esto nos permite diseñar procesos óptimos y muy eficientes porque los microorganismos crecen de forma exponencial", señala Emparanza.

Gracias a esta tecnología, la compañía puede desarrollar ingredientes con funcionalidades distintas a partir de una misma materia prima, adaptándose a las necesidades de la industria alimentaria.

Porque é que o café não sabe a cafeína?

By: ZAP
6 June 2026 at 14:30
A cafeína é naturalmente amarga, mas moléculas formadas durante a torrefacção do café parecem mascarar esse sabor ao interagir com ela. Embora os apreciadores de descafeinado possam discordar, a cafeína é um componente essencial de uma chávena de café. Este composto é extremamente amargo quando isolado, mas o café comum não o é. Num novo estudo, publicado na quarta-feira no Journal of Agricultural and Food Chemistry uma equipa de cientistas investigou porquê — e explica que a resposta pode estar nas interacções entre a cafeína e outras moléculas do café, chamadas melanoidinas, produzidas durante o processo de torrefacção. Anteriormente, provadores

Abertas inscrições para a 39ª Semana Gastronómica de Machico

5 June 2026 at 19:15
A Câmara Municipal de Machico informa que já se encontram oficialmente abertas as inscrições para a participação na 39ª Semana Gastronómica de Machico, um dos eventos culturais e económicos mais emblemáticos e concorridos do roteiro de Verão da ilha da Madeira, que este ano decorrerá entre os dias 31 de Julho e 9 de Agosto […]

Junho é o mês delas: saiba como escolher a melhor sardinha

5 June 2026 at 19:00

Com os Santos Populares a aproximarem-se, a sardinha volta a ganhar destaque nas mesas portuguesas. Antes de chegar à grelha, há sinais simples que ajudam a perceber se o peixe está fresco, desde o brilho da pele ao aspeto dos olhos, passando pela firmeza do corpo e pela cor das guelras.

A sardinha é um dos símbolos do verão em Portugal e está muito associada aos arraiais, às festas populares e às sardinhadas em família. Ainda assim, escolher bem este peixe na peixaria faz diferença no sabor, na textura e na segurança alimentar.

Segundo informação divulgada pelo grupo Lusíadas, a sardinha pertence ao grupo dos peixes azuis, tal como o carapau e a cavala. Estes peixes têm uma coloração azulada na zona do lombo e apresentam maior teor de gordura, que pode variar consoante a época do ano.

Pele brilhante e olhos vivos

De acordo com o Notícias ao Minuto, um dos primeiros sinais a observar é a pele. A sardinha fresca deve apresentar uma pele brilhante, com cores vivas e aspeto limpo. Se estiver baça, seca ou com marcas excessivas, pode já não estar no melhor estado.

Os olhos também ajudam a perceber a frescura do peixe. Devem estar brilhantes, claros e com aspeto vivo. Olhos fundos, baços ou esbranquiçados são sinais a evitar no momento da compra.

As guelras são outro ponto importante. Num peixe fresco, devem apresentar uma cor vermelho-vivo a púrpura, sem muco em excesso e com cheiro a mar. Guelras escuras, acastanhadas ou com odor desagradável indicam perda de frescura.

Corpo firme é bom sinal

A textura da sardinha deve ser firme. O corpo não deve dobrar facilmente quando é manuseado, mantendo uma aparência rígida e consistente. Esta firmeza é um dos sinais mais claros de que o peixe foi bem conservado.

O Pingo Doce recomenda também verificar se a sardinha tem uma aparência limpa. O ideal é que não esteja “engravatada”, expressão usada quando há vestígios de sangue por fora da cabeça.

O cheiro deve ser suave e lembrar o mar. Um odor intenso, azedo ou desagradável não é normal num peixe fresco. Na dúvida, o melhor é pedir ajuda ao peixeiro ou escolher outro lote com melhor aspeto geral.

Sardinha também traz benefícios

Além de saborosa, a sardinha é valorizada pelas suas propriedades nutricionais. Segundo o grupo Lusíadas, fornece ómega 3, um ácido gordo de que o organismo precisa, mas que não produz.

É também fonte natural de proteínas completas, ferro, fósforo, magnésio e vitaminas A, B, D, E e K. Por ser rica em cálcio e vitamina D, pode contribuir para a saúde dos ossos.

O ómega 3 presente na sardinha está associado à saúde cardiovascular e pode ajudar no bom funcionamento do organismo. Ainda assim, como qualquer alimento, deve ser integrada numa alimentação variada e equilibrada.

Escolher bem melhora a grelha

Nos Santos Populares, a sardinha costuma ser preparada na brasa e servida sobre uma fatia de pão. Para que o resultado seja melhor, a escolha na peixaria é decisiva.

Uma sardinha fresca aguenta melhor a grelha, tem melhor textura e oferece mais sabor. Já uma sardinha menos fresca pode desfazer-se com facilidade e perder qualidade durante a confeção.

Antes de comprar, observe a pele, os olhos, as guelras, a firmeza e o cheiro. A regra prática é simples: escolha sardinhas brilhantes, firmes, com olhos vivos e cheiro a mar.

Entre festas, arraiais e grelhadores acesos, a sardinha continua a ser um dos grandes símbolos do verão português. Para aproveitar melhor este clássico dos Santos Populares, tudo começa com uma boa escolha na peixaria.

Leia também: Santos Populares animam Castro Marim com bailes, marchas e sardinhadas

Adeus Al Sud, olá Preceito: no novo restaurante que abriu em Lagos o peixe vem do mercado e as ostras da Ria de Alvor

5 June 2026 at 17:50

O antigo Al Sud, restaurante que chegou a conquistar uma estrela Michelin em Lagos, deu lugar a um novo conceito gastronómico. Chama-se Preceito, abriu portas a 15 de abril no Palmares Ocean Living & Golf e é liderado pelos chefs Alexandre Cabrita e Andreia Carreira. De acordo com a NiT, o projeto aposta numa cozinha centrada no produto nacional, com especial destaque para ingredientes provenientes do Algarve, mantendo os 24 lugares do restaurante anterior, mas com uma abordagem diferente daquela que caracterizava o espaço.

O encerramento do Al Sud, liderado por Louis Anjos, marcou o fim de uma etapa naquele resort algarvio. O Preceito nasce agora com uma identidade própria, procurando combinar uma cozinha cuidada com um ambiente mais descontraído. Alexandre Cabrita, natural de Portimão e vencedor do título de Chefe do Ano 2025, assume a liderança de uma carta que procura valorizar o território algarvio sem deixar de incorporar referências de outras regiões do país.

Algarve como principal inspiração

Grande parte dos produtos utilizados na cozinha chega de fornecedores locais. O peixe é adquirido no Mercado de Lagos e as ostras vêm diretamente da Ria de Alvor. A aposta passa por trabalhar ingredientes próximos do restaurante e criar uma ligação entre a oferta gastronómica e a região onde está inserido.

A mesma filosofia estende-se às sobremesas assinadas por Andreia Carreira. A chef, distinguida anteriormente com o prémio Jovem Talento da Gastronomia, criou uma das sobremesas mais procuradas da casa a partir de três ingredientes associados ao Algarve: alfarroba, amêndoa e folha de figueira. “Quis juntar estes ingredientes todos e tem sido um grande sucesso”, afirmou à mesma fonte.

Carta que vai além da região

Embora os produtos algarvios tenham um papel central, os responsáveis decidiram integrar outras referências da gastronomia portuguesa. Segundo a mesma fonte, a intenção passa por oferecer mais diversidade aos clientes sem perder a identidade principal do projeto.

Entre os exemplos encontram-se o atum vermelho proveniente dos Açores e um croquete inspirado no tradicional leitão da Bairrada. “O primeiro foco foi sempre aquilo que está mais perto, de uma ponta à outra do Algarve, mas também temos esta diversidade”, explicou Alexandre Cabrita, reforçando a ideia de uma carta que combina proximidade e variedade.

Dos petiscos aos pratos principais

Nas entradas destacam-se propostas, como o tártaro de novilho com enguia fumada e gema curada, as ostras da Ria de Alvor servidas com molho ponzu e poejo, os croquetes de leitão e o carabineiro de Sagres grelhado. São pratos que refletem a importância atribuída à matéria-prima e ao trabalho desenvolvido à volta dos produtos do mar.

Nos pratos principais surgem opções, como lula grelhada com manteiga de cabra e xerém de citrinhos, robalo e gamba da costa com arroz de forno, terrina de rabo de boi e ainda um bitoque de lombo de novilho acompanhado por carabineiro grelhado. A carta inclui igualmente alternativas vegetarianas e pratos concebidos para partilhar.

Novo capítulo no Palmares

A equipa procurou criar um restaurante menos formal e mais acessível, sem abdicar da qualidade dos ingredientes nem do cuidado na execução. Conforme a mesma fonte, o objetivo foi disponibilizar um espaço capaz de atrair tanto os hóspedes do resort como visitantes que procuram uma experiência gastronómica ligada ao Algarve.

Além do restaurante, o Palmares Ocean Living & Golf disponibiliza várias opções de alojamento, incluindo hotel e apartamentos turísticos. Com uma nova identidade, uma nova equipa e uma forte ligação aos sabores da região, o Preceito inicia agora uma nova etapa num dos espaços gastronómicos mais conhecidos de Lagos.

Leia também: “Ouro verde”: espanhóis rendidos ao fruto exótico muito produzido no Algarve que ‘dá’ anos de vida e ajuda o coração

Compré un hervidor de agua para preparar infusiones y acabé usándolo hasta para cocer huevos: te muestro 5 usos que (seguramente) no conocías

5 June 2026 at 04:30
Hervidor eléctrico, modelo Hanley de Russell Hobbs, junto a diferentes artículos para realizar una prueba de uso.

El hervidor eléctrico es, probablemente, uno de los pequeños electrodomésticos que más posibilidades esconde. Sin embargo, en la mayoría de los casos, queda reducido a funciones como la de preparar té, infusiones o café. A ver, está claro que todos nos lo compramos con esa idea, pero te aseguro que tiene mucho más potencial.

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Whisky Yamazaki raro vendido por um valor recorde de um milhão de dólares

By: ZAP
4 June 2026 at 13:30
Uma garrafa de 700 mililitros de Yamazaki 50 Year Old estabeleceu um novo recorde mundial para um whisky japonês ao ser vendida por 8.250.000 dólares de Hong Kong, um pouco mais de um milhão de dólares.  Este whisky extremamente raro foi a peça de destaque de um leilão realizado no sábado em Hong Kong pela leiloeira Bonhams, sediada no Reino Unido. O preço final foi quase o dobro da estimativa máxima, que se situava entre os 2,8 milhões e os 4,2 milhões de dólares de Hong Kong. Segundo a Bonhams, gerou-se uma disputa acesa de licitações entre três coleccionadores, antes

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Uma garrafa de 700 mililitros de Yamazaki 50 Year Old estabeleceu um novo recorde mundial para um whisky japonês ao ser vendida por 8.250.000 dólares de Hong Kong, um pouco mais de um milhão de dólares.  Este whisky extremamente raro foi a peça de destaque de um leilão realizado no sábado em Hong Ko
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