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”Ozempic” 100% brasileiro custará R$452,00

2 June 2026 at 18:37

A farmacêutica EMS anunciou os preços da Ozivy, primeira caneta de semaglutida produzida no Brasil. O medicamento chegará ao mercado com valores a partir de R$ 452, abaixo dos praticados atualmente por concorrentes importados que utilizam o mesmo princípio ativo.

A semaglutida é a substância utilizada em medicamentos como Ozempic e Wegovy, indicados para o tratamento do diabetes tipo 2 e da obesidade. A entrada da versão nacional ocorre após o fim da patente da molécula no Brasil, abrindo espaço para novos fabricantes no mercado.

Segundo a EMS, a estratégia é oferecer o produto por valores cerca de 30% inferiores aos dos medicamentos concorrentes. A empresa estima comercializar mais de 1 milhão de unidades no primeiro ano e projeta faturamento de aproximadamente R$ 500 milhões com o novo medicamento.

Antes do anúncio dos preços ao consumidor, a Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED) já havia definido o teto regulatório da Ozivy. O limite aprovado ficou no mesmo patamar dos medicamentos de referência à base de semaglutida, como Ozempic e Wegovy.

A chegada da Ozivy é vista pelo setor como um marco para a indústria farmacêutica nacional, já que se trata da primeira caneta de semaglutida desenvolvida e produzida por uma empresa brasileira. Especialistas avaliam que o aumento da concorrência pode contribuir para ampliar o acesso ao tratamento e pressionar os preços para baixo nos próximos meses.

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For Honduran coffee growers, EUDR compliance means changing old habits

29 May 2026 at 13:22
CONCEPCIÓN DE SOLUTECA, Honduras — In the 1970s, the Honduran government granted a piece of land in the mountains of Concepción de Soluteca to Roberto González’s parents. They duly grabbed a chainsaw and a machete to clear the forest. On the 12 hectares (30 acres) they received as part of a land reform, they planted corn, beans and bananas, the basic staple foods. It was a hard life up in the mountains, allowing the farmers and their families to just survive. There wasn’t much public infrastructure, and most children had to help with farmwork early on. This included González, who only attended elementary school for three years. When González inherited the land 20 years later, coffee cultivation was just taking off. Middlemen promised the farmers good money for the export crop, and the banks provided loans for cultivation. At first, this worked well, González, now 39, remembers. Coffee helped the farmers to generate income and improve living conditions. But it didn’t last long. They grew coffee much the same way they did other crops, without adequate soil or shade management. When harvests dwindled, they expanded their area, cutting the last standing forests and damaging water sources. Around 2012, they faced an outbreak of coffee rust, a fungal disease. It was a complete disaster: many farmers were thrown into poverty and forced to migrate. “We destroyed the foundations of our livelihoods, but it was out of ignorance; we just didn’t know better,” González tells Mongabay. Under the EUDR, coffee farmers step…This article was originally published on Mongabay

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