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Netflix revela estreias de junho com séries, filmes, animes e documentários

A proximidade da Copa do Mundo também influenciou a programação da Netflix para o mês de junho. A plataforma anunciou uma seleção de produções esportivas que têm o futebol como principal destaque, reunindo estreias, documentários e títulos já consagrados pelo público.

Entre as novidades está México 1986, filme original que retrata, por meio de uma narrativa marcada pelo humor e pela sátira, os bastidores da escolha do país como sede do Mundial realizado naquele ano. A produção busca revisitar um dos momentos mais importantes da história do futebol mexicano sob uma perspectiva pouco convencional.

Os fãs da Seleção Brasileira também terão conteúdo voltado à conquista do tetracampeonato. O documentário Tetra: Acreditar de Novo resgata a campanha vitoriosa do Brasil na Copa do Mundo de 1994, disputada nos Estados Unidos. A obra reúne depoimentos exclusivos e imagens registradas pelos próprios atletas durante a competição.

Outro lançamento previsto é a série Várzea: Onde Nasce o Futebol, que volta os holofotes para os campos amadores espalhados pelo país e para personagens que ajudam a manter viva uma das expressões mais populares do esporte brasileiro.

A programação esportiva de junho ainda contará com o documentário Diego Maradona, dedicado à trajetória de um dos maiores nomes da história do futebol mundial, além da chegada de todos os filmes da franquia Rocky Balboa, clássico do cinema que atravessou gerações e se tornou referência entre as produções inspiradas no esporte.

Confira os lançamentos de séries da Netflix para junho

Séries

SérieData de estreia
Notas da Última FilaEm breve
Law & Order: SVU – Temporadas 12 a 161º de junho
A Testemunha4 de junho
Sobreviventes: Na Selva10 de junho
The Rest is Football10 de junho
Viral Hit11 de junho
Doces Magnólias: Temporada 511 de junho
Perdendo o Juízo12 de junho
Eu Vou Te Encontrar18 de junho
As Bruxas Mayfair de Anne Rice18 de junho
Oasis19 de junho
Várzea: Onde Nasce o Futebol20 de junho
Avatar: O Último Mestre do Ar: Temporada 225 de junho

Filmes:

FilmeData de estreia
Rocky: Um Lutador1º de junho
Rocky II – A Revanche1º de junho
Rocky III – O Desafio Supremo1º de junho
Rocky IV1º de junho
Rocky V1º de junho
Rocky Balboa1º de junho
Creed: Nascido para Lutar1º de junho
Creed II1º de junho
Creed III1º de junho
O Hobbit – Uma Jornada Inesperada1º de junho
O Hobbit: A Desolação de Smaug1º de junho
O Hobbit: A Batalha dos Cinco Exércitos1º de junho
Kick-Ass 25 de junho
A Sogra5 de junho
Penetras Bons de Bico5 de junho
Watchmen – O Filme5 de junho
México 19865 de junho
Paixão de Escritório5 de junho
O Casamento de Rachel8 de junho
Não Fale o Mal12 de junho
Flashdance12 de junho
Onde os Fracos Não Têm Vez19 de junho
Destino Especial19 de junho
Mensagens Para Isabelle19 de junho
Miami Vice20 de junho
Little Brother26 de junho
Maridos em AçãoEm breve

Documentários:

Documentário / EspecialData de estreia
Diego Maradona4 de junho
Tetra: Acreditar de Novo7 de junho

Desenhos:

TítuloData de estreia
Davi: Nasce um Rei3 de junho
Sesame Street: De Volta à Vila Sésamo – Volume 38 de junho
Pokémon: Horizontes – Temporada 3 – Altas Esperanças: Parte 326 de junho
Uma Noite no Museu26 de junho
Uma Noite no Museu 226 de junho
Uma Noite no Museu 3: O Segredo da Tumba26 de junho

Animes:

AnimeData de estreia
One Piece: Whole Cake Island 61º de junho
One Piece: Whole Cake Island 71º de junho

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Taylor Swift anuncia música inédita para trilha sonora de Toy Story 5

Nos últimos dias, a campanha de divulgação do filme já vinha despertando curiosidade do público. A conta oficial da Pixar no Instagram publicou imagens de outdoors com a sigla “TS” espalhadas por diferentes cidades dos Estados Unidos, sem revelar inicialmente o significado da ação.

Em publicação nas redes sociais, Taylor Swift comentou sua ligação com a franquia e detalhou o processo criativo da nova música. A artista afirmou que acompanha a saga desde a infância e destacou o desejo antigo de compor para os personagens da animação.

Taylor Swift anunciou parceria com a Disney Pixar para a música inédita “I Knew It, I Knew You”, que fará parte da trilha sonora de “Toy Story 5” | Foto: Reprodução

Segundo a cantora, ela assistiu ao novo filme da série em uma exibição antecipada e escreveu a canção logo após deixar a sessão. “Sempre sonhei em compor para esses personagens que amo desde quando eu era uma criança de cinco anos, assistindo ao primeiro “Toy Story”, declarou.

Na nova trama, Woody, Buzz Lightyear e os demais brinquedos enfrentam um cenário de mudança no comportamento infantil, com a crescente presença de tablets e smartphones no cotidiano das crianças, o que reduz o espaço dos brinquedos tradicionais.

Entre as novidades da história está a introdução de Lilypad, um tablet que surge como nova antagonista da franquia, simbolizando essa transformação tecnológica.

“Toy Story 5” tem estreia marcada nos cinemas brasileiros para o dia 18 de junho de 2026.

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EUA divulgam lista de produtos brasileiros que escapam de tarifa de 25%

Uma extensa lista elaborada pelo Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR) detalha quais produtos brasileiros poderão ficar fora da tarifa de 25% proposta pelo governo norte-americano. O documento reúne 73 páginas de exceções e contempla desde produtos agropecuários, como café, chá, frutas, cereais, sementes e determinadas carnes, até fertilizantes, produtos farmacêuticos, químicos orgânicos, minerais, terras raras e itens ligados à indústria aeronáutica, incluindo aeronaves fabricadas no Brasil e seus componentes.

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EUA propõem novo tarifaço de 25% sobre produtos brasileiros após investigação comercial

A relação foi apresentada após a conclusão de uma investigação comercial conduzida pelo USTR com base na Seção 301 da Lei de Comércio de 1974. O mecanismo é utilizado pelos Estados Unidos para apurar práticas consideradas prejudiciais aos interesses comerciais do país e pode servir de base para a adoção de medidas de retaliação econômica.

No relatório final, o órgão concluiu que determinadas políticas e práticas adotadas pelo governo brasileiro seriam “irrazoáveis” e estariam impondo restrições ao comércio norte-americano. Com o encerramento da investigação, foi aberta uma nova etapa de consulta pública antes de uma decisão definitiva sobre a eventual implementação das tarifas.

Investigação começou em 2025 e negociações seguem sem acordo

A análise que deu origem ao relatório foi aberta em 15 de julho de 2025 por determinação do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. O prazo legal para a definição das medidas termina em 15 de julho de 2026.

Paralelamente à investigação, representantes dos dois países mantiveram negociações na tentativa de evitar o agravamento das tensões comerciais. Um grupo de trabalho bilateral foi criado após um encontro entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e Trump, realizado em 7 de maio, na Casa Branca.

Inicialmente, a expectativa era que as discussões fossem concluídas até 5 de junho. No entanto, as conversas não avançaram o suficiente para que um entendimento fosse alcançado. Mesmo antes da divulgação do relatório final, o USTR havia destacado publicamente o que classificou como um diálogo construtivo com o governo brasileiro e demonstrado interesse na continuidade das tratativas.

O representante comercial dos Estados Unidos, Jamieson Greer, reconheceu que houve progresso nas negociações, mas afirmou que permanecem divergências relevantes entre os dois países.

Relatório aponta críticas em áreas econômica, digital e ambiental

No parecer final, o USTR listou seis áreas consideradas prioritárias: comércio digital, sistemas de pagamento, acordos tarifários, desmatamento, mercado de etanol, propriedade intelectual e combate à corrupção.

Em relação ao ambiente digital, o órgão americano afirma que decisões judiciais brasileiras teriam obrigado empresas de mídia social sediadas nos Estados Unidos a remover conteúdos de natureza política, suspender perfis de usuários residentes em território americano e cumprir determinações com alcance internacional. O documento também menciona a existência de restrições para divulgação dessas ordens, além da aplicação de multas, bloqueios financeiros e retirada de plataformas do ar.

O Pix também foi citado no relatório. Segundo o USTR, o Banco Central ocuparia simultaneamente as funções de regulador e operador do sistema de pagamentos, o que, na avaliação americana, criaria vantagens competitivas em relação a empresas estrangeiras que atuam no mesmo segmento. O documento ainda questiona limitações impostas às tarifas cobradas por concorrentes dos Estados Unidos.

Outra crítica envolve acordos comerciais firmados pelo Brasil com países como México e Índia. Para os americanos, a concessão de tarifas reduzidas para centenas de produtos desses mercados geraria tratamento diferenciado em relação a exportadores dos Estados Unidos.

Desmatamento, patentes e corrupção também entram na lista

Na área ambiental, o relatório reconhece a existência de legislação brasileira voltada ao combate ao desmatamento ilegal, mas sustenta que a aplicação das normas tem sido insuficiente ao longo dos anos.

O setor de etanol também aparece entre os pontos de discordância. De acordo com o USTR, o Brasil teria encerrado em 2017 um modelo tarifário considerado equilibrado pelos Estados Unidos e, desde então, não garantiria reciprocidade para as exportações americanas do combustível.

Já no campo da propriedade intelectual, o documento aponta demora na concessão de patentes, fiscalização insuficiente contra falsificações e dificuldades no combate contínuo à pirataria. O relatório cita ainda o Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) e afirma que pedidos de patentes biofarmacêuticas podem levar até 109 meses para serem analisados.

Por fim, o USTR afirma que o Brasil não adota medidas consideradas suficientes para combater corrupção e suborno. Entre os exemplos citados estão decisões relacionadas à Operação Lava Jato e renegociações de acordos que, segundo o órgão americano, teriam ocorrido sem o nível de transparência considerado adequado.

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Retorno do El Niño pode atrasar período chuvoso e elevar calor em Goiás

A possibilidade de formação de um novo episódio de El Niño nos próximos meses colocou especialistas em alerta para os impactos que o fenômeno pode provocar no Brasil e em diferentes partes do mundo. Nesta terça-feira (2), a Organização Meteorológica Mundial (OMM) informou que há 80% de probabilidade de o fenômeno se desenvolver entre junho e agosto, aumentando o risco de eventos climáticos extremos e mudanças no comportamento das chuvas e das temperaturas.

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Início de junho tem madrugadas frias em Goiás e máximas de até 34,5°C

A entidade também avalia que o El Niño deverá alcançar, no mínimo, intensidade moderada. Além disso, as chances de permanência do fenômeno até novembro ultrapassam 90%. O evento é caracterizado pelo aquecimento anormal das águas do Oceano Pacífico Equatorial, condição que influencia a circulação atmosférica e pode desencadear secas, chuvas intensas e ondas de calor em diversas regiões do planeta.

Pacífico mais quente reforça previsão do fenômeno

Os indicadores monitorados pela OMM mostram que a temperatura do oceano já se aproxima dos níveis necessários para a configuração oficial do El Niño. Em algumas áreas abaixo da superfície do Pacífico, os registros superam em mais de 6°C a média sazonal, fortalecendo as projeções para os próximos meses.

Diante desse cenário, a expectativa é de temperaturas acima da média em grande parte do mundo entre junho e agosto. A condição também amplia o risco de eventos meteorológicos extremos, períodos de calor intenso e irregularidades no regime de chuvas. O secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), António Guterres, classificou a situação como um alerta climático urgente e destacou que o fenômeno pode agravar os efeitos já observados em decorrência do aquecimento global.

Como o El Niño pode alterar o clima em Goiás

Em Goiás, o Centro de Informações Meteorológicas e Hidrológicas (Cimehgo) acompanha a evolução das condições no Pacífico e avalia possíveis reflexos sobre o clima do estado. De acordo com o órgão, caso o aquecimento das águas alcance aproximadamente 2°C acima da média, o início do período chuvoso poderá sofrer atraso de até 20 dias.

Na prática, isso significa que outubro pode começar com precipitações irregulares ou até mesmo sem chuvas em parte do território goiano. A situação também preocupa o setor agropecuário, já que a falta de regularidade das precipitações após o plantio pode comprometer o desenvolvimento das lavouras e reduzir a produtividade.

Outro efeito esperado é a elevação das temperaturas. Com menor frequência de chuvas, cidades como Goiânia podem registrar máximas entre 32°C e 34°C, acima dos padrões históricos para a época do ano. O Cimehgo também aponta a possibilidade de períodos com temperaturas entre 3°C e 5°C acima da média climatológica, principalmente entre setembro e outubro.

Esse cenário favorece a ocorrência de ondas de calor, aumenta os riscos à saúde da população e pode elevar o consumo de energia elétrica em razão da maior utilização de equipamentos de refrigeração.

Impactos nas chuvas motivam monitoramento de órgãos estaduais

Além das temperaturas mais elevadas, especialistas alertam para possíveis alterações no transporte de umidade da Amazônia para a região Centro-Oeste. Com isso, Goiás pode enfrentar períodos mais prolongados de tempo seco e redução da regularidade das chuvas.

A consequência pode ser a diminuição dos níveis de rios, córregos e reservatórios, embora os impactos ainda estejam sendo avaliados. Mesmo quando ocorrerem, as precipitações poderão ser mal distribuídas, com longos intervalos de estiagem entre eventos isolados de chuva. A expectativa dos especialistas é que uma normalização mais consistente do regime chuvoso aconteça apenas entre novembro e dezembro.

Diante da elevada probabilidade de formação do fenômeno, órgãos estaduais já reforçaram as ações de acompanhamento. O Cimehgo mantém monitoramento constante em conjunto com a Defesa Civil para avaliar possíveis impactos relacionados a queimadas, estiagens prolongadas e pressões sobre o abastecimento de água.

Apesar das projeções, especialistas ressaltam que a intensidade dos efeitos em Goiás dependerá da evolução do aquecimento das águas do Pacífico nos próximos meses. A confirmação de um episódio mais intenso será decisiva para determinar a magnitude dos impactos sobre o estado.

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