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França vence Senegal por 3 a 1 na estreia do Grupo I da Copa do Mundo

Logo Agência Brasil

Atual campeã europeia e líder do ranking da Fifa, a França mostrou porque é uma das favoritas a vencer a Copa do Mundo de 2026. Na estreia contra o Senegal, nesta terça-feira (16), em Nova York (Estados Unidos) a equipe Les Blues (Os Azuis) marcaram três vezes, sendo duas delas nos acréscimos, em ataques rápidos, sem chance para a defesa senegalesa. Mbappé e Bradley Barcola fizeram para os franceses e Ibrahim Mbaye descontou para Senegal.

No primeiro tempo a seleção africana quase abriu o placar em um lance de Nicolas Jackson. A jogada começou com El Hadji Malick Diouf que avançou pelo lado esquerdo e alcançou Jackson à frente. O atacante do Bayern de Munique se livrou da marcação e chutou para o gol. A bola não entrou por pouco, depois de uma defesa atrapalhada do goleiro francês Mike Maignan.

Notícias relacionadas:

A pressão senegalesa continuou, apesar das invertidas da França, repleta de jogadores de ascendência africana. Com uma constelação de talentos em campo, incluindo Kylian Mbappé, a equipe Les Blues perdeu lances importantes e parou diante da da defesa senegalesa, sem conseguir finalizar.

France start off strong! 💪#FIFAWorldCup

— FIFA World Cup (@FIFAWorldCup) June 16, 2026

Aos 40 minutos, o árbitro Alireza Faghani, iraniano naturalizado australiano, deixou passar uma falta em favor do time senegalês, contra Ismaïla Sarr, que caiu no campo do adversário. A sinalização era de que o juiz não apitaria eventuais trombadas. Em seguida, Faghani também não marcou uma jogada controversa, contra Mbappé, na área senegalesa, que poderia ter sido pênalti. O lance foi revisado pelo VAR (árbitro assistente de vídeo), mas Faghani não alterou sua decisão, mandou o jogo seguir e marcou tiro de meta.

Nos momentos finais do primeiro tempo, o Senegal teve a grande chance de marcar o primeiro gol. Pela esquerda, Sadio Mané, a estrela do time, recebeu a bola de El Hadji Diouf, que devolveu para Mané e ajeitou para Ismaïla, cara a cara com o gol. O ponta-direita, no entanto, chutou para a fora.

No segundo tempo, a França voltou com força e logo nos primeiros minutos conseguiu finalizar. Os jovens Désiré Doué, do Paris Saint-Germain, e o meia Michael Olise, jogador do Bayern, pressionaram no ataque, mas as finalizações pararam por várias vezes no goleiro do Senegal Édouard Mendy, que fez defesas incríveis.

O primeiro gol da França só saiu aos 21 minutos, dos pés de Kylian Mbappé, após um passe bem colocado de Olise, que fez o cruzamento de fora da área.

A reação senegalesa veio rápida: Jackson recebeu um ótimo passe, mas estava impedido e o lance teve de ser anulado.

Os 15 minutos finais foram de pressão total da França. Bradley Barcola, que tinha acabado de deixar o banco de reservas, ampliou para os Blues, após uma roubada de bola. A França já liderava o placar por 2 a 0. Na sequência, o Senegal partiu em contra-atraque. Ibrahim Mbaye, jogador francês naturalizado senegalês, descontou aos 50 minutos, irritando o técnico francês Didier Deschamps. Ele foi flagrado pelas câmeras arremessando com força uma garrafa de água no chão e cobrando atitude do time.

You voted Michael Olise Superior Player of the Match! ✨

#FIFAWorldCup #SuperiorPOTM pic.twitter.com/xtreeBG5jv

— FIFA World Cup (@FIFAWorldCup) June 16, 2026

Mal deu tempo de os senegaleses comemorarem e veio a reação dos Azuis.  Do meio de campo, Olise - eleito o melhor na partida pela Fifa - colocou a bola nos pés de Mbappé, que brilhantemente chutou para o fundo da rede, ampliando para 3 a 1 a vantagem francesa. marcando terceiro gol da França. O atacante francês chegou a 13 gols em Mundiais, ultrapassando Pelé (12) e empatando com  Lionel Messi (13). 

Em desvantagem, o Senegal não conseguiu parar o ataque francês, principalmente, após as substituições. Os Blues encontraram espaço e os passes rápidos empolgaram a arquibancada. Os senegaleses ainda afastaram cruzamentos, mas se desorganizaram e não tiveram as mesmas oportunidades do primeiro tempo.

Na próxima rodada, a França joga contra o Iraque, na Filadélfia, segunda-feira (22). No mesmo dia, em Nova York, o Senegal enfrenta a Noruega.

França vence Senegal por 3 a 1 na estreia do Grupo I da Copa do Mundo

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Atual campeã europeia e líder do ranking da Fifa, a França mostrou porque é uma das favoritas a vencer a Copa do Mundo de 2026. Na estreia contra o Senegal, nesta terça-feira (16), em Nova York (Estados Unidos) a equipe Les Blues (Os Azuis) marcaram três vezes, sendo duas delas nos acréscimos, em ataques rápidos, sem chance para a defesa senegalesa. Mbappé e Bradley Barcola fizeram para os franceses e Ibrahim Mbaye descontou para Senegal.

No primeiro tempo a seleção africana quase abriu o placar em um lance de Nicolas Jackson. A jogada começou com El Hadji Malick Diouf que avançou pelo lado esquerdo e alcançou Jackson à frente. O atacante do Bayern de Munique se livrou da marcação e chutou para o gol. A bola não entrou por pouco, depois de uma defesa atrapalhada do goleiro francês Mike Maignan.

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A pressão senegalesa continuou, apesar das invertidas da França, repleta de jogadores de ascendência africana. Com uma constelação de talentos em campo, incluindo Kylian Mbappé, a equipe Les Blues perdeu lances importantes e parou diante da da defesa senegalesa, sem conseguir finalizar.

France start off strong! 💪#FIFAWorldCup

— FIFA World Cup (@FIFAWorldCup) June 16, 2026

Aos 40 minutos, o árbitro Alireza Faghani, iraniano naturalizado australiano, deixou passar uma falta em favor do time senegalês, contra Ismaïla Sarr, que caiu no campo do adversário. A sinalização era de que o juiz não apitaria eventuais trombadas. Em seguida, Faghani também não marcou uma jogada controversa, contra Mbappé, na área senegalesa, que poderia ter sido pênalti. O lance foi revisado pelo VAR (árbitro assistente de vídeo), mas Faghani não alterou sua decisão, mandou o jogo seguir e marcou tiro de meta.

Nos momentos finais do primeiro tempo, o Senegal teve a grande chance de marcar o primeiro gol. Pela esquerda, Sadio Mané, a estrela do time, recebeu a bola de El Hadji Diouf, que devolveu para Mané e ajeitou para Ismaïla, cara a cara com o gol. O ponta-direita, no entanto, chutou para a fora.

No segundo tempo, a França voltou com força e logo nos primeiros minutos conseguiu finalizar. Os jovens Désiré Doué, do Paris Saint-Germain, e o meia Michael Olise, jogador do Bayern, pressionaram no ataque, mas as finalizações pararam por várias vezes no goleiro do Senegal Édouard Mendy, que fez defesas incríveis.

O primeiro gol da França só saiu aos 21 minutos, dos pés de Kylian Mbappé, após um passe bem colocado de Olise, que fez o cruzamento de fora da área.

A reação senegalesa veio rápida: Jackson recebeu um ótimo passe, mas estava impedido e o lance teve de ser anulado.

Os 15 minutos finais foram de pressão total da França. Bradley Barcola, que tinha acabado de deixar o banco de reservas, ampliou para os Blues, após uma roubada de bola. A França já liderava o placar por 2 a 0. Na sequência, o Senegal partiu em contra-atraque. Ibrahim Mbaye, jogador francês naturalizado senegalês, descontou aos 50 minutos, irritando o técnico francês Didier Deschamps. Ele foi flagrado pelas câmeras arremessando com força uma garrafa de água no chão e cobrando atitude do time.

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Mal deu tempo de os senegaleses comemorarem e veio a reação dos Azuis.  Do meio de campo, Olise - eleito o melhor na partida pela Fifa - colocou a bola nos pés de Mbappé, que brilhantemente chutou para o fundo da rede, ampliando para 3 a 1 a vantagem francesa. marcando terceiro gol da França. O atacante francês chegou a 13 gols em Mundiais, ultrapassando Pelé (12) e empatando com  Lionel Messi (13). 

Em desvantagem, o Senegal não conseguiu parar o ataque francês, principalmente, após as substituições. Os Blues encontraram espaço e os passes rápidos empolgaram a arquibancada. Os senegaleses ainda afastaram cruzamentos, mas se desorganizaram e não tiveram as mesmas oportunidades do primeiro tempo.

Na próxima rodada, a França joga contra o Iraque, na Filadélfia, segunda-feira (22). No mesmo dia, em Nova York, o Senegal enfrenta a Noruega.

Mascotes do Mundial incluem a águia-careca, animal salvo de extinção

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A Copa do Mundo começou nesta quinta-feira (11), com duas partidas no México. Fora dos campos, as mascotes do torneio começam a encantar o público. Os bonecos do alce Maple, da onça-pintada Zayu e da águia careca Clutch estão à venda em uma variedade de sites e preços na internet e em mercados populares. 

Os bichinhos criados pela Federação Internacional de Futebol (Fifa) simbolizam cada uma das três sedes da competição deste ano: Canadá, México e Estados Unidos e fazem parte da tradição do Mundial. Os animais fazem referência à cultura e identidade dos países e têm o objetivo de engajar torcidas e o público infantil, segundo a Fifa.

Soccer Football - FIFA World Cup - Inter-Confederation Playoffs - Semi Final - Bolivia v Suriname - Estadio BBVA, Monterrey, Mexico - March 26, 2026  FIFA World Cup mascot maple the moose is seen inside the stadium before the match REUTERS/Daniel Becerril Soccer Football - FIFA World Cup - Inter-Confederation Playoffs - Semi Final - Bolivia v Suriname - Estadio BBVA, Monterrey, Mexico - March 26, 2026  FIFA World Cup mascot maple the moose is seen inside the stadium before the match REUTERS/Daniel Becerril
O Maple representa um alce, animal comum no hemisfério norte. O nome é uma homenagem folha vermelha da àrvore Maple, símbolo presente na bandeira do Canadá. - Reuters/Daniel Becerril/Arquivo/Proibida reprodução

Maple

Notícias relacionadas:

Devido ao seu grande porte, a mascote Maple (um alce) é um goleiro dedicado. Ele curte música, street style e viagens pelo Canadá. O nome é uma homenagem à folha vermelha da árvore Maple, símbolo nacional (está presente na bandeira do país) e da qual se extrai um xarope típico. O Maple veste uniforme vermelho e foi concebido segurando uma bola de futebol.

Zayu

Simbolizando o México está a onça-pintada Zayu, natura das selvas do sul do país da América do Norte. Ela representa a herança cultural, a dança e a gastronomia, além do espírito vibrante daquele país. Em campo, Zayu é o atacante, exibe engenhosidade e agilidade. A mascote veste uniforme verde e também segura uma bola.  A espécie está ameaçada de extinção no México, mas há esforços em andamento indicando aumento da população desses animais, segundo a organização Aliança Nacional para a Conservação do Jaguar (ANCJ).

Clutch

A águia-careca Clutch nutre um espírito livre, busca aventuras, além de ser uma líder otimista. Representando os Estados Unidos, é uma meio-campista, capaz de mobilizar um time. Clutch, como todos os grandes jogadores nesta posição, une as pessoas, destacou a Fifa sobre a mascote, de cor azul, representada com a bola nos pés.

June 12, 2026, Mexico City, Mexico City, Mexico: Mexico City, Mexico, 11th Jun, 2026. The official competition mascots Clutch the Bald Eagle of the US is seen prior the match between Mexico and South Africa for the 1st round of the group A of the FIFA World Cup 2026, at Mexico City Stadium, in Mexico City, Mexico on June 11, 2026. (Credit Image: © Heuler Andrey/ZUMA Press Wire) June 12, 2026, Mexico City, Mexico City, Mexico: Mexico City, Mexico, 11th Jun, 2026. The official competition mascots Clutch the Bald Eagle of the US is seen prior the match between Mexico and South Africa for the 1st round of the group A of the FIFA World Cup 2026, at Mexico City Stadium, in Mexico City, Mexico on June 11, 2026. (Credit Image: © Heuler Andrey/ZUMA Press Wire)
Símbolo dos Estados Unidos, a águia-careca era considerada um animal sagrado pelos indígenas, que utilizavam suas penas em rituais de celebração. Representando os Estados Unidos, é uma meio-campista, capaz de mobilizar um time - Reuters/Heuler Andrey/Arquivo/Proibida reprodução

Símbolo dos Estados Unidos, a águia-careca era considerada um animal sagrado pelos indígenas, que utilizam suas penas em rituais de celebração. A ave já enfrentou ameaça de extinção, mas foi protegida por ações de conservação da espécie, incluindo proibição de uso de um pesticida.

A tradição de mascotes da Fifa começou em 1966, na Inglaterra, com o leãozinho Willie, que vestia uma bandeira do Reino Unido com a palavra Copa do Mundo. Na Copa do México (1970) - a primeira edição do Mundial no país -  a mascote era Juanito: um menino que usava um sombrero típico, mas que foi criticado por estereotipar aquela cultura.

Lembra do Fuleco?

A Copa do Mundo no Brasil (2014) também teve a sua mascote, o Fuleco. O tatu-bola, apesar da fama internacional, ainda corre risco de extinção por aqui. O pequeno mamífero teve o status reclassificado de "vulnerável" para "em perigo", na lista vermelha da fauna brasileira.

De acordo com a Associação Caatinga, um entidade não-governamental, que mantém um programa de conservação do tatu-bola, a perda de habitat causada pelo desmatamento, queimadas e pela caça são as principais ameaças ao bichinho. Para atacar o problema, no último dia 10, o governo federal ampliou o Parque Nacional da Serra das Confusões, no Piauí, para 916 mil hectares, o que foi considerado fundamental para proteger o habitat do Fuleco.

Tatu-bola Tatu-bola
A tatu-bola ganhou fama internacional ao ser representado pela mascote Fuleco no Mundial de 2014, realizado no Brasil. Apesar da repercussão, o animal ainda sofre risco de extinção por aqui- Divulgação/MMA

A caça ao tatu-bola é parte da cultura regional e um perigo para o bicho. “A gente chegava nos lugares e perguntava às crianças: quem comeu tatu no último ano? Todo mundo levantava a mão”, contou o biólogo Felipe Melo, em 2014, quando ele pesquisou essa espécie.

Em seu ambiente natural, o tatu-bola tem o papel de movimentar os nutrientes da terra, de controlar a presença de formigas e servir de alimento para grandes felinos. Para Melo, a principal forma de proteger o tatu é a criação de áreas naturais, protegidas por lei, para a manutenção de todo o ecossistema.

A Copa do Mundo terá 104 jogos até o dia 19 de julho, quando será a final. A estreia do Brasil será contra Marrocos neste sábado (13), às 19h (horário de Brasília), no MetLife Stadium, em Nova Jersey, pelo Grupo C do Mundial, que tem ainda Haiti e Escócia. 

Mascotes do Mundial incluem a águia-careca, animal salvo de extinção

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A Copa do Mundo começou nesta quinta-feira (11), com duas partidas no México. Fora dos campos, as mascotes do torneio começam a encantar o público. Os bonecos do alce Maple, da onça-pintada Zayu e da águia careca Clutch estão à venda em uma variedade de sites e preços na internet e em mercados populares. 

Os bichinhos criados pela Federação Internacional de Futebol (Fifa) simbolizam cada uma das três sedes da competição deste ano: Canadá, México e Estados Unidos e fazem parte da tradição do Mundial. Os animais fazem referência à cultura e identidade dos países e têm o objetivo de engajar torcidas e o público infantil, segundo a Fifa.

Soccer Football - FIFA World Cup - Inter-Confederation Playoffs - Semi Final - Bolivia v Suriname - Estadio BBVA, Monterrey, Mexico - March 26, 2026  FIFA World Cup mascot maple the moose is seen inside the stadium before the match REUTERS/Daniel Becerril Soccer Football - FIFA World Cup - Inter-Confederation Playoffs - Semi Final - Bolivia v Suriname - Estadio BBVA, Monterrey, Mexico - March 26, 2026  FIFA World Cup mascot maple the moose is seen inside the stadium before the match REUTERS/Daniel Becerril
O Maple representa um alce, animal comum no hemisfério norte. O nome é uma homenagem folha vermelha da àrvore Maple, símbolo presente na bandeira do Canadá. - Reuters/Daniel Becerril/Arquivo/Proibida reprodução

Maple

Notícias relacionadas:

Devido ao seu grande porte, a mascote Maple (um alce) é um goleiro dedicado. Ele curte música, street style e viagens pelo Canadá. O nome é uma homenagem à folha vermelha da árvore Maple, símbolo nacional (está presente na bandeira do país) e da qual se extrai um xarope típico. O Maple veste uniforme vermelho e foi concebido segurando uma bola de futebol.

Zayu

Simbolizando o México está a onça-pintada Zayu, natura das selvas do sul do país da América do Norte. Ela representa a herança cultural, a dança e a gastronomia, além do espírito vibrante daquele país. Em campo, Zayu é o atacante, exibe engenhosidade e agilidade. A mascote veste uniforme verde e também segura uma bola.  A espécie está ameaçada de extinção no México, mas há esforços em andamento indicando aumento da população desses animais, segundo a organização Aliança Nacional para a Conservação do Jaguar (ANCJ).

Clutch

A águia-careca Clutch nutre um espírito livre, busca aventuras, além de ser uma líder otimista. Representando os Estados Unidos, é uma meio-campista, capaz de mobilizar um time. Clutch, como todos os grandes jogadores nesta posição, une as pessoas, destacou a Fifa sobre a mascote, de cor azul, representada com a bola nos pés.

June 12, 2026, Mexico City, Mexico City, Mexico: Mexico City, Mexico, 11th Jun, 2026. The official competition mascots Clutch the Bald Eagle of the US is seen prior the match between Mexico and South Africa for the 1st round of the group A of the FIFA World Cup 2026, at Mexico City Stadium, in Mexico City, Mexico on June 11, 2026. (Credit Image: © Heuler Andrey/ZUMA Press Wire) June 12, 2026, Mexico City, Mexico City, Mexico: Mexico City, Mexico, 11th Jun, 2026. The official competition mascots Clutch the Bald Eagle of the US is seen prior the match between Mexico and South Africa for the 1st round of the group A of the FIFA World Cup 2026, at Mexico City Stadium, in Mexico City, Mexico on June 11, 2026. (Credit Image: © Heuler Andrey/ZUMA Press Wire)
Símbolo dos Estados Unidos, a águia-careca era considerada um animal sagrado pelos indígenas, que utilizavam suas penas em rituais de celebração. Representando os Estados Unidos, é uma meio-campista, capaz de mobilizar um time - Reuters/Heuler Andrey/Arquivo/Proibida reprodução

Símbolo dos Estados Unidos, a águia-careca era considerada um animal sagrado pelos indígenas, que utilizam suas penas em rituais de celebração. A ave já enfrentou ameaça de extinção, mas foi protegida por ações de conservação da espécie, incluindo proibição de uso de um pesticida.

A tradição de mascotes da Fifa começou em 1966, na Inglaterra, com o leãozinho Willie, que vestia uma bandeira do Reino Unido com a palavra Copa do Mundo. Na Copa do México (1970) - a primeira edição do Mundial no país -  a mascote era Juanito: um menino que usava um sombrero típico, mas que foi criticado por estereotipar aquela cultura.

Lembra do Fuleco?

A Copa do Mundo no Brasil (2014) também teve a sua mascote, o Fuleco. O tatu-bola, apesar da fama internacional, ainda corre risco de extinção por aqui. O pequeno mamífero teve o status reclassificado de "vulnerável" para "em perigo", na lista vermelha da fauna brasileira.

De acordo com a Associação Caatinga, um entidade não-governamental, que mantém um programa de conservação do tatu-bola, a perda de habitat causada pelo desmatamento, queimadas e pela caça são as principais ameaças ao bichinho. Para atacar o problema, no último dia 10, o governo federal ampliou o Parque Nacional da Serra das Confusões, no Piauí, para 916 mil hectares, o que foi considerado fundamental para proteger o habitat do Fuleco.

Tatu-bola Tatu-bola
A tatu-bola ganhou fama internacional ao ser representado pela mascote Fuleco no Mundial de 2014, realizado no Brasil. Apesar da repercussão, o animal ainda sofre risco de extinção por aqui- Divulgação/MMA

A caça ao tatu-bola é parte da cultura regional e um perigo para o bicho. “A gente chegava nos lugares e perguntava às crianças: quem comeu tatu no último ano? Todo mundo levantava a mão”, contou o biólogo Felipe Melo, em 2014, quando ele pesquisou essa espécie.

Em seu ambiente natural, o tatu-bola tem o papel de movimentar os nutrientes da terra, de controlar a presença de formigas e servir de alimento para grandes felinos. Para Melo, a principal forma de proteger o tatu é a criação de áreas naturais, protegidas por lei, para a manutenção de todo o ecossistema.

A Copa do Mundo terá 104 jogos até o dia 19 de julho, quando será a final. A estreia do Brasil será contra Marrocos neste sábado (13), às 19h (horário de Brasília), no MetLife Stadium, em Nova Jersey, pelo Grupo C do Mundial, que tem ainda Haiti e Escócia. 

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