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Surpresas em reta final de ciclo estão na história do Brasil em Copas

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Chegar ao último ano de um ciclo de Copa do Mundo com poucas oportunidades ou mesmo sem ter sido chamado à seleção brasileira não significa o fim do sonho. Prova disso é que oito dos 26 convocados pelo técnico Carlo Ancelotti para o Mundial nos Estados Unidos, no México e Canadá têm menos de dez jogos com a Amarelinha. E quatro estrearam somente em 2026.

O zagueiro Léo Pereira, o meia Danilo Santos e os atacantes Rayan e Igor Thiago foram a campo vestindo a camisa brasileira pela primeira vez nos amistosos contra França e Croácia, em março deste ano. Foi o suficiente para convencer Ancelotti. Deles, somente Danilo Santos já havia sido convocado anteriormente em junho de 2022, mas sequer atuou nos jogos com Japão e Coreia do Sul, que antecederam a Copa do Mundo do Catar, sob comando de Tite.

Notícias relacionadas:

O lateral Douglas Santos, que tem sete partidas pelo Brasil e disputa o posto de titular do lado esquerdo da defesa com Alex Sandro, estreou pela seleção principal em 2016, na Copa América, com Tite, após ser campeão olímpico no Rio de Janeiro. Foram nove anos de espera até receber nova chance, já com Ancelotti, e se firmar de vez no time em 2026.

Os zagueiros Bremer e Ibañez chegaram juntos à seleção brasileira, em setembro de 2022, para amistosos contra Gana e Tunísia, também sob comando de Tite. O primeiro foi à Copa do Catar, mesmo com um jogo apenas pela Amarelinha. Ausentes em boa parte do ciclo atual, eles recuperaram lugar no grupo após os amistosos com França e Croácia. Bremer acumula oito jogos pelo Brasil, um a mais que Ibañez.

 

Soccer Football - FIFA World Cup 2026 - Brazil Training - Columbia Park Training Facility, Morristown, New Jersey, U.S. - June 12, 2026 Brazil's Roger Ibanez during training IMAGN IMAGES via Reuters/Caean Couto Soccer Football - FIFA World Cup 2026 - Brazil Training - Columbia Park Training Facility, Morristown, New Jersey, U.S. - June 12, 2026 Brazil's Roger Ibanez during training IMAGN IMAGES via Reuters/Caean Couto
Soccer Football - FIFA World Cup 2026 - Ibañez chegou à seleção brasileira, em setembro de 2022, para amistosos contra Gana e Tunísia, Morristown, New Jersey, U.S. - June 12, 2026 Brazil's Roger Ibanez during training IMAGN IMAGES via Reuters/Caean Couto - CAEAN COUTO

Convocado para o lugar do lateral Wesley, contundido, o volante Éderson foi convocado com apenas três jogos pela equipe verde e amarela - nenhum sob comando de Ancelotti, apesar de observado pelo italiano. A última partida dele foi a derrota por 4 a 1 para a Argentina, fora de casa, pelas eliminatórias da Copa, que culminou na demissão do técnico Dorival Júnior.

Desde a Copa de 1986, no México, o Brasil não tinha tantos convocados com dez jogos ou menos pela seleção principal. Na ocasião, dez dos 22 nomes chamados por Telê Santana atendiam à estatística. Inclusive, dois deles sequer tinham estreado com a Amarelinha: o lateral Josimar e o meia Valdo.

Algo que se repetiria em 1998, na França. O grupo tinha apenas três jogadores com dez jogos ou menos pelo Brasil entre os 23 convocados: o goleiro Carlos Germano, o volante Emerson - convocado para o lugar do atacante Romário, cortado por lesão - e o lateral Zé Carlos. Este último, que nunca havia atuado pela seleção brasileira, estreou logo na semifinal da Copa, diante da Holanda, já que o titular Cafu estava suspenso.

Em 1994 e 2002, edições em que o Brasil saiu campeão, o número de atletas com no máximo dez partidas pela seleção foi semelhante ao de 2026. No time do penta, inclusive, jogadores com pouca rodagem com a Amarelinha, como os volantes Gilberto Silva (seis jogos) e Kleberson (cinco), ganharam o posto de titulares e foram importante no título.

Surpresas em reta final de ciclo estão na história do Brasil em Copas

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Chegar ao último ano de um ciclo de Copa do Mundo com poucas oportunidades ou mesmo sem ter sido chamado à seleção brasileira não significa o fim do sonho. Prova disso é que oito dos 26 convocados pelo técnico Carlo Ancelotti para o Mundial nos Estados Unidos, no México e Canadá têm menos de dez jogos com a Amarelinha. E quatro estrearam somente em 2026.

O zagueiro Léo Pereira, o meia Danilo Santos e os atacantes Rayan e Igor Thiago foram a campo vestindo a camisa brasileira pela primeira vez nos amistosos contra França e Croácia, em março deste ano. Foi o suficiente para convencer Ancelotti. Deles, somente Danilo Santos já havia sido convocado anteriormente em junho de 2022, mas sequer atuou nos jogos com Japão e Coreia do Sul, que antecederam a Copa do Mundo do Catar, sob comando de Tite.

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O lateral Douglas Santos, que tem sete partidas pelo Brasil e disputa o posto de titular do lado esquerdo da defesa com Alex Sandro, estreou pela seleção principal em 2016, na Copa América, com Tite, após ser campeão olímpico no Rio de Janeiro. Foram nove anos de espera até receber nova chance, já com Ancelotti, e se firmar de vez no time em 2026.

Os zagueiros Bremer e Ibañez chegaram juntos à seleção brasileira, em setembro de 2022, para amistosos contra Gana e Tunísia, também sob comando de Tite. O primeiro foi à Copa do Catar, mesmo com um jogo apenas pela Amarelinha. Ausentes em boa parte do ciclo atual, eles recuperaram lugar no grupo após os amistosos com França e Croácia. Bremer acumula oito jogos pelo Brasil, um a mais que Ibañez.

 

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Convocado para o lugar do lateral Wesley, contundido, o volante Éderson foi convocado com apenas três jogos pela equipe verde e amarela - nenhum sob comando de Ancelotti, apesar de observado pelo italiano. A última partida dele foi a derrota por 4 a 1 para a Argentina, fora de casa, pelas eliminatórias da Copa, que culminou na demissão do técnico Dorival Júnior.

Desde a Copa de 1986, no México, o Brasil não tinha tantos convocados com dez jogos ou menos pela seleção principal. Na ocasião, dez dos 22 nomes chamados por Telê Santana atendiam à estatística. Inclusive, dois deles sequer tinham estreado com a Amarelinha: o lateral Josimar e o meia Valdo.

Algo que se repetiria em 1998, na França. O grupo tinha apenas três jogadores com dez jogos ou menos pelo Brasil entre os 23 convocados: o goleiro Carlos Germano, o volante Emerson - convocado para o lugar do atacante Romário, cortado por lesão - e o lateral Zé Carlos. Este último, que nunca havia atuado pela seleção brasileira, estreou logo na semifinal da Copa, diante da Holanda, já que o titular Cafu estava suspenso.

Em 1994 e 2002, edições em que o Brasil saiu campeão, o número de atletas com no máximo dez partidas pela seleção foi semelhante ao de 2026. No time do penta, inclusive, jogadores com pouca rodagem com a Amarelinha, como os volantes Gilberto Silva (seis jogos) e Kleberson (cinco), ganharam o posto de titulares e foram importante no título.

Ancelotti destaca bola parada e garante Brasil competitivo na Copa

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O técnico Carlo Ancelotti passou a semana sem dar pistas de quem vai a campo neste sábado (13), às 19h (horário de Brasília), contra Marrocos, no MetLife Stadium, em Nova Jersey (Estados Unidos). Não foi diferente nesta sexta-feira (12). O italiano, porém, admitiu que a bola parada será uma arma importante do Brasil para a estreia na Copa do Mundo.

"Há uma estatística de que 30% dos gols saem de bola parada. Este é um aspecto importante no futebol moderno. Temos bons cobradores de escanteios e bons cabeceadores. Podemos aproveitar", disse o treinador, em entrevista coletiva realizada no palco da partida de sábado, válida pelo Grupo C, que ainda tem Haiti e Escócia.

Notícias relacionadas:

A última temporada europeia deixou evidente a importância do fundamento. O Arsenal fez 69 gols na campanha do título do Campeonato Inglês, sendo que 28 deles, ou seja, cerca de 40% do total, surgiram em lances de bola parada, principalmente em cobranças de escanteio: foram 18 gols dessa maneira.

O zagueiro Gabriel Magalhães, titular do Arsenal e do Brasil, anotou três gols e deu outras quatro assistências na temporada inglesa, sempre aproveitando escanteios ou faltas na área. Portanto, sete gols do Arsenal surgiram com participação direta dele. Além disso, alcançou uma média de 0,8 finalização por jogo – quase uma por partida – mesmo atuando no setor defensivo.

Sem confirmar a escalação titular de sábado, Ancelotti garantiu um Brasil competitivo para enfrentar o Marrocos. O técnico italiano afirmou que será necessário um "jogo completo" se quiser superar o time africano, semifinalista da última Copa do Mundo, no Catar.

"Marrocos é uma equipe muito bem organizada, de qualidade. Não podemos deixar nada passar defensivamente, ofensivamente ou em transição. Precisamos da bola parada forte, porque temos qualidade aí. Não há equipe pequena no futebol moderno", ponderou o comandante, que não prometeu título, mas assegurou que a seleção brasileira pode enfrentar qualquer adversário do Mundial.

"Estamos convencidos que podemos competir contra todos. Nosso sentimento atual é positivo. Estamos confiantes para a Copa do Mundo", afirmou.

Na coletiva, Ancelotti também foi questionado sobre Neymar. O atacante é o único dos 26 convocados por Ancelotti que não treinou com o grupo, tanto no Brasil como nos Estados Unidos. O jogador segue tratando uma lesão grau dois na panturrilha direita.

"Neymar está trabalhando muito forte para se recuperar o mais rápido possível. A expectativa é que possa voltar ao grupo na semana que vem. Ele tem uma qualidade técnica indiscutível, experiência e o exemplo que apresenta ao grupo", resumiu o técnico. 

Ele espera contar com o camisa 10 no segundo jogo do Grupo C, diante do Haiti, no Lincoln Financial Field, na Filadélfia, na próxima sexta-feira (19), às 21h30.

Ancelotti destaca bola parada e garante Brasil competitivo na Copa

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O técnico Carlo Ancelotti passou a semana sem dar pistas de quem vai a campo neste sábado (13), às 19h (horário de Brasília), contra Marrocos, no MetLife Stadium, em Nova Jersey (Estados Unidos). Não foi diferente nesta sexta-feira (12). O italiano, porém, admitiu que a bola parada será uma arma importante do Brasil para a estreia na Copa do Mundo.

"Há uma estatística de que 30% dos gols saem de bola parada. Este é um aspecto importante no futebol moderno. Temos bons cobradores de escanteios e bons cabeceadores. Podemos aproveitar", disse o treinador, em entrevista coletiva realizada no palco da partida de sábado, válida pelo Grupo C, que ainda tem Haiti e Escócia.

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A última temporada europeia deixou evidente a importância do fundamento. O Arsenal fez 69 gols na campanha do título do Campeonato Inglês, sendo que 28 deles, ou seja, cerca de 40% do total, surgiram em lances de bola parada, principalmente em cobranças de escanteio: foram 18 gols dessa maneira.

O zagueiro Gabriel Magalhães, titular do Arsenal e do Brasil, anotou três gols e deu outras quatro assistências na temporada inglesa, sempre aproveitando escanteios ou faltas na área. Portanto, sete gols do Arsenal surgiram com participação direta dele. Além disso, alcançou uma média de 0,8 finalização por jogo – quase uma por partida – mesmo atuando no setor defensivo.

Sem confirmar a escalação titular de sábado, Ancelotti garantiu um Brasil competitivo para enfrentar o Marrocos. O técnico italiano afirmou que será necessário um "jogo completo" se quiser superar o time africano, semifinalista da última Copa do Mundo, no Catar.

"Marrocos é uma equipe muito bem organizada, de qualidade. Não podemos deixar nada passar defensivamente, ofensivamente ou em transição. Precisamos da bola parada forte, porque temos qualidade aí. Não há equipe pequena no futebol moderno", ponderou o comandante, que não prometeu título, mas assegurou que a seleção brasileira pode enfrentar qualquer adversário do Mundial.

"Estamos convencidos que podemos competir contra todos. Nosso sentimento atual é positivo. Estamos confiantes para a Copa do Mundo", afirmou.

Na coletiva, Ancelotti também foi questionado sobre Neymar. O atacante é o único dos 26 convocados por Ancelotti que não treinou com o grupo, tanto no Brasil como nos Estados Unidos. O jogador segue tratando uma lesão grau dois na panturrilha direita.

"Neymar está trabalhando muito forte para se recuperar o mais rápido possível. A expectativa é que possa voltar ao grupo na semana que vem. Ele tem uma qualidade técnica indiscutível, experiência e o exemplo que apresenta ao grupo", resumiu o técnico. 

Ele espera contar com o camisa 10 no segundo jogo do Grupo C, diante do Haiti, no Lincoln Financial Field, na Filadélfia, na próxima sexta-feira (19), às 21h30.

Mais experiente, Vini Jr. afirma que Brasil "chega para ser campeão"

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A dura eliminação para a Croácia nas quartas de final da Copa do Mundo do Catar, em 2022, com gol de empate sofrido nos instantes finais da prorrogação e derrota nos pênaltis, não foi esquecida por Vinícius Júnior.

Para o atacante, a experiência negativa de quatro anos atrás serve de lição para a caminhada no Mundial que começa neste sábado (13), às 19h (horário de Brasília), no MetLife Stadium, em Nova Jersey.

Notícias relacionadas:

"Acredito que a Copa do Mundo é diferente de outras competições. E a última nos ensinou que temos de estar preparados até o último minuto do jogo. Os pequenos detalhes definem o rumo na competição. Esperamos fazer diferente e que, nesses pequenos detalhes, possamos sair na frente", disse o camisa 7 do Brasil, em entrevista coletiva nesta sexta-feira (12), no palco da estreia.

Um dos principais nomes do grupo que foi à Copa passada, Vinícius Júnior ocupou o espaço deixado pelo também atacante Neymar - fora de boa parte do atual ciclo por conta de lesões - para se tornar o protagonista do futebol brasileiro.

Decisivo para conquistas do Real Madrid (Espanha) nos últimos anos, ele ainda não conseguiu replicar o desempenho na Amarelinha.

"Este é o momento mais especial da minha carreira. Estou no meu nível físico e técnico que sempre sonhei. Eu me preparei muito bem para chegar a este momento. O [Carlo] Ancelotti [técnico] me dá tranquilidade e confiança para fazer o que fiz pelo Real aqui na seleção. Temos oito jogos para mudar essa história para o nosso país", afirmou.

Confiante, o camisa 7 rechaçou a ideia de que o Brasil esteja abaixo de seleções apontadas como favoritas, como França, Espanha e Argentina. Nas palavras dele, "zera tudo" quando a bola rola na Copa.

"A gente chega para ser campeão. Estamos no nível das grandes equipes. Temos grandes jogadores, estamos evoluindo nos últimos meses. E o que importa é o que vai acontecer a partir de amanhã [sábado]", projetou Vinícius Júnior, que não espera um jogo fácil diante de Marrocos, semifinalista do Mundial do Catar.

"Sem dúvidas, Marrocos melhorou muito nos últimos anos e o futebol mudou muito. Quem planeja bem os jogos, consegue competir bem. Eles têm uma excelente equipe e grandes jogadores, que estão nas grandes equipes. O [atacante] Brahim Díaz joga comigo, o [lateral Achraf] Hakimi acabou de vencer de novo a Liga dos Campeões da Europa [pelo Paris Saint-Germain, da França]. Será um grande jogo, mas o Brasil está preparado", concluiu o atacante.

Mais experiente, Vini Jr. afirma que Brasil "chega para ser campeão"

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A dura eliminação para a Croácia nas quartas de final da Copa do Mundo do Catar, em 2022, com gol de empate sofrido nos instantes finais da prorrogação e derrota nos pênaltis, não foi esquecida por Vinícius Júnior.

Para o atacante, a experiência negativa de quatro anos atrás serve de lição para a caminhada no Mundial que começa neste sábado (13), às 19h (horário de Brasília), no MetLife Stadium, em Nova Jersey.

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"Acredito que a Copa do Mundo é diferente de outras competições. E a última nos ensinou que temos de estar preparados até o último minuto do jogo. Os pequenos detalhes definem o rumo na competição. Esperamos fazer diferente e que, nesses pequenos detalhes, possamos sair na frente", disse o camisa 7 do Brasil, em entrevista coletiva nesta sexta-feira (12), no palco da estreia.

Um dos principais nomes do grupo que foi à Copa passada, Vinícius Júnior ocupou o espaço deixado pelo também atacante Neymar - fora de boa parte do atual ciclo por conta de lesões - para se tornar o protagonista do futebol brasileiro.

Decisivo para conquistas do Real Madrid (Espanha) nos últimos anos, ele ainda não conseguiu replicar o desempenho na Amarelinha.

"Este é o momento mais especial da minha carreira. Estou no meu nível físico e técnico que sempre sonhei. Eu me preparei muito bem para chegar a este momento. O [Carlo] Ancelotti [técnico] me dá tranquilidade e confiança para fazer o que fiz pelo Real aqui na seleção. Temos oito jogos para mudar essa história para o nosso país", afirmou.

Confiante, o camisa 7 rechaçou a ideia de que o Brasil esteja abaixo de seleções apontadas como favoritas, como França, Espanha e Argentina. Nas palavras dele, "zera tudo" quando a bola rola na Copa.

"A gente chega para ser campeão. Estamos no nível das grandes equipes. Temos grandes jogadores, estamos evoluindo nos últimos meses. E o que importa é o que vai acontecer a partir de amanhã [sábado]", projetou Vinícius Júnior, que não espera um jogo fácil diante de Marrocos, semifinalista do Mundial do Catar.

"Sem dúvidas, Marrocos melhorou muito nos últimos anos e o futebol mudou muito. Quem planeja bem os jogos, consegue competir bem. Eles têm uma excelente equipe e grandes jogadores, que estão nas grandes equipes. O [atacante] Brahim Díaz joga comigo, o [lateral Achraf] Hakimi acabou de vencer de novo a Liga dos Campeões da Europa [pelo Paris Saint-Germain, da França]. Será um grande jogo, mas o Brasil está preparado", concluiu o atacante.

Curaçao leva ritmo caribenho para sua estreia na Copa do Mundo

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Quem acompanha a seleção de Curaçao pelas redes sociais sabe que, se o time não for bom de bola, é de gingado. Os jogadores aparecem dançando nos treinos, vestiários e nos deslocamentos, inclusive, na pista de desembarque, no aeroporto. A menor nação do mundo a participar de uma Copa do Mundo celebra cada momento nos Estados Unidos antes do jogo de estreia no Mundial no próximo domingo (14), às 14h (horário de Brasília), no Estádio de Houston (Estados Unidos).

A Onda Azul - apelido da seleção de Curaçao - terá pela frente na estreia a tetracampeã Alemanha (1954, 1974, 1990, 2014), que renovou o time para esta competição. Nos torneios de 2018 e 2022, os alemães foram eliminados na fase de grupos.

Notícias relacionadas:

🎶 Starting the first practice the Curaçao-way

Our first session in Boca Raton is underway and we brought the vibes to Florida!#TheBlueWave #Curaçao pic.twitter.com/XtP1IzkODS — Curaçao National Football Team (@TheBlueWaveFFK) June 9, 2026

A ilha caribenha de menos de 200 mil habitantes faz sua primeira participação em uma uma Copa do Mundo e os jogadores aproveitam cada segundo. Na próxima segunda-feira (14), a Onda Azul - - apelido da seleção de Curaçao - estreia contra a Alemanha, que chega renovação para esta competição. Nos torneios de 2018 e 2022, os alemães foram eliminados na fase de grupos.

Formado por um time com a marca da diáspora, com uma maioria de jogadores nascidos na Holanda — integrantes do Reino dos Países Baixos — Curaçao dificilmente passará para a fase seguinte da Copa. O time caiu no Grupo E, que, além de Alemanha, tem Equador e Costa do Marfim, seleções com mais tradição e participações em Mundiais. 

O Reino dos Países Baixos é formado por Aruba, Curaçao, São Martinho e Países Baixos (conhecido como Holanda no continente europeu). Por ser um território autônomo é permitido pela Fifa que a ilha caribenha, localizada um pouco acima da Venezuela, possa ter seleção própria, mesmo sem o reconhecimento como Estado pela Organização das Nações Unidas (ONU).

An island dream! Curaçao qualify for their first-ever #FIFAWorldCup. 🇨🇼🤩#WeAre26 pic.twitter.com/QXsBTbNjzh

— FIFA World Cup (@FIFAWorldCup) November 19, 2025

Originalmente, Curaçao era habitado pelo povo Aruaque. Submetido ao domínio espanhol nos anos 1500, eles foram deportados para trabalhar em minas e plantações em outras regiões. A Holanda conquistou o território em 1634 e converteu Curaçao em um entreposto transatlântico de pessoas negras escravizados. A localização no Mar do Caribe e a presença de um porto natural favoreciam os planos dos holandeses.

Na época, cerca de 500 mil africanos escravizados por holandeses passaram pela ilha antes de serem enviados para as colônias europeias na América Latina.

Em março de 2026, a o tráfico transatlântico de africanos escravizados foi considerado o mais grave crime contra a humanidade já cometido. A resolução foi da Assembleia Geral da ONU, mesmo com votos contra dos Estados Unidos, Israel e Argentina. A resolução estabeleceu também que Estados-Membros da ONU deviam considerar a apresentação de desculpas e contribuir para um fundo destinado à reparação do legado duradouro da escravidão no mundo.

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A Onda Azul - apelido da seleção de Curaçao - terá pela frente na estreia a tetracampeã Alemanha (1954, 1974, 1990, 2014), que renovou o time para esta competição. Nos torneios de 2018 e 2022, os alemães foram eliminados na fase de grupos.

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A ilha caribenha de menos de 200 mil habitantes faz sua primeira participação em uma uma Copa do Mundo e os jogadores aproveitam cada segundo. Na próxima segunda-feira (14), a Onda Azul - - apelido da seleção de Curaçao - estreia contra a Alemanha, que chega renovação para esta competição. Nos torneios de 2018 e 2022, os alemães foram eliminados na fase de grupos.

Formado por um time com a marca da diáspora, com uma maioria de jogadores nascidos na Holanda — integrantes do Reino dos Países Baixos — Curaçao dificilmente passará para a fase seguinte da Copa. O time caiu no Grupo E, que, além de Alemanha, tem Equador e Costa do Marfim, seleções com mais tradição e participações em Mundiais. 

O Reino dos Países Baixos é formado por Aruba, Curaçao, São Martinho e Países Baixos (conhecido como Holanda no continente europeu). Por ser um território autônomo é permitido pela Fifa que a ilha caribenha, localizada um pouco acima da Venezuela, possa ter seleção própria, mesmo sem o reconhecimento como Estado pela Organização das Nações Unidas (ONU).

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Originalmente, Curaçao era habitado pelo povo Aruaque. Submetido ao domínio espanhol nos anos 1500, eles foram deportados para trabalhar em minas e plantações em outras regiões. A Holanda conquistou o território em 1634 e converteu Curaçao em um entreposto transatlântico de pessoas negras escravizados. A localização no Mar do Caribe e a presença de um porto natural favoreciam os planos dos holandeses.

Na época, cerca de 500 mil africanos escravizados por holandeses passaram pela ilha antes de serem enviados para as colônias europeias na América Latina.

Em março de 2026, a o tráfico transatlântico de africanos escravizados foi considerado o mais grave crime contra a humanidade já cometido. A resolução foi da Assembleia Geral da ONU, mesmo com votos contra dos Estados Unidos, Israel e Argentina. A resolução estabeleceu também que Estados-Membros da ONU deviam considerar a apresentação de desculpas e contribuir para um fundo destinado à reparação do legado duradouro da escravidão no mundo.

Canadá e Bósnia ficam no empate na estreia na Copa: 1 a 1

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A cidade de Toronto, no Canadá, recebeu nesta sexta-feira (12) a segunda cerimônia de abertura da Copa do Mundo de 2026. Canadá e Bósnia e Herzegovina ficaram no empate por 1 a 1 no Estádio Toronto Field, com gols de Lukic para o país do leste europeu e Larin para os donos da casa. 

Essa foi a primeira partida em solo canadense em 96 anos de Copa, diferentemente de Estados Unidos e México, que já foram sede outras vezes. Ambas as equipes somam um ponto e largam na frente no grupo B, que ainda tem Catar e Suíça, que se enfrentam neste sábado.

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Antes do jogo, que teve quase 44 mil pessoas presentes, alguns artistas do Canadá se apresentaram durante a cerimônia de abertura, como Alanis Morissette e Michael Bublé.

Quando a bola rolou, o Canadá buscou pressionar e teve a primeira grande chance com Jonathan David, que aproveitou sobra da defesa bósnia para finalizar de primeira, mas o goleiro Vasilij defendeu o chute.

Aos 20 minutos, quem abriu o placar foi a seleção da Bósnia. Após cobrança de escanteio pela direita, Kolasinac desviou de cabeça na primeira trave e Lukic, embaixo do gol, já com o goleiro Crépeau batido, cabeceou para as redes.

Empurrado pela torcida, o Canadá pressionou mas não encontrou o gol na primeira etapa.

O segundo tempo teve grande pressão canadense. Já nos primeiros minutos Oluwaseyi fez bela jogada individual pela ponta direita e cruzou de forma perigosa. Vasilij afastou.

Logo em seguida os dois atletas se envolveram numa disputa dentro da área e se chocaram, mas a arbitragem não considerou o lance faltoso.

Aos oito minutos, após bela triangulação pela esquerda, Laryea finalizou rasteiro, a bola passou por Vasilij, mas Kolasinac, praticamente em cima da linha, conseguiu desviar o chute. A bola ainda acertou o travessão antes de ser afastada.

No minuto seguinte, a seleção da Bósnia e Herzegovina desperdiçou uma chance de ouro. A zaga canadense acabou cortando um lançamento direto para os pés de Demirovic, que avançou e tentou driblar o goleiro Crépeau já dentro da área, mas o camisa 16 do Canadá conseguiu desviar a bola.

A pressão canadense se intensificou e o time não deixava o adversário respirar. Aos 20, Oluwaseyi cabeceou e Katic evitou o gol em cima da linha.

Treze minutos depois, a pressão deu fruto. Após jogada pela faixa central do ataque canadense, Promise David encontrou passe para Larin dentro da área. Ele ajeitou o corpo e chutou de perna direita. A bola desviou na zaga e entrou no canto esquerdo do gol bósnio.

Na reta final da partida, o Canadá continuou ocupando o campo ofensivo, gerando perigo, mas não conseguiu transformar o domínio em mais gols.

O empate representou o primeiro ponto somado pelos anfitriões em uma Copa do Mundo. Nas duas participações anteriores (1986 e 2022), os canadenses foram derrotados nas seis vezes que entraram em campo.

Na próxima rodada, os dois países atuam na quinta-feira, dia 18. A Bósnia e Herzegovina enfrenta a Suíça, em Los Angeles, enquanto o Canadá encara o Catar, em Vancouver.

Canadá e Bósnia ficam no empate na estreia na Copa: 1 a 1

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A cidade de Toronto, no Canadá, recebeu nesta sexta-feira (12) a segunda cerimônia de abertura da Copa do Mundo de 2026. Canadá e Bósnia e Herzegovina ficaram no empate por 1 a 1 no Estádio Toronto Field, com gols de Lukic para o país do leste europeu e Larin para os donos da casa. 

Essa foi a primeira partida em solo canadense em 96 anos de Copa, diferentemente de Estados Unidos e México, que já foram sede outras vezes. Ambas as equipes somam um ponto e largam na frente no grupo B, que ainda tem Catar e Suíça, que se enfrentam neste sábado.

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Antes do jogo, que teve quase 44 mil pessoas presentes, alguns artistas do Canadá se apresentaram durante a cerimônia de abertura, como Alanis Morissette e Michael Bublé.

Quando a bola rolou, o Canadá buscou pressionar e teve a primeira grande chance com Jonathan David, que aproveitou sobra da defesa bósnia para finalizar de primeira, mas o goleiro Vasilij defendeu o chute.

Aos 20 minutos, quem abriu o placar foi a seleção da Bósnia. Após cobrança de escanteio pela direita, Kolasinac desviou de cabeça na primeira trave e Lukic, embaixo do gol, já com o goleiro Crépeau batido, cabeceou para as redes.

Empurrado pela torcida, o Canadá pressionou mas não encontrou o gol na primeira etapa.

O segundo tempo teve grande pressão canadense. Já nos primeiros minutos Oluwaseyi fez bela jogada individual pela ponta direita e cruzou de forma perigosa. Vasilij afastou.

Logo em seguida os dois atletas se envolveram numa disputa dentro da área e se chocaram, mas a arbitragem não considerou o lance faltoso.

Aos oito minutos, após bela triangulação pela esquerda, Laryea finalizou rasteiro, a bola passou por Vasilij, mas Kolasinac, praticamente em cima da linha, conseguiu desviar o chute. A bola ainda acertou o travessão antes de ser afastada.

No minuto seguinte, a seleção da Bósnia e Herzegovina desperdiçou uma chance de ouro. A zaga canadense acabou cortando um lançamento direto para os pés de Demirovic, que avançou e tentou driblar o goleiro Crépeau já dentro da área, mas o camisa 16 do Canadá conseguiu desviar a bola.

A pressão canadense se intensificou e o time não deixava o adversário respirar. Aos 20, Oluwaseyi cabeceou e Katic evitou o gol em cima da linha.

Treze minutos depois, a pressão deu fruto. Após jogada pela faixa central do ataque canadense, Promise David encontrou passe para Larin dentro da área. Ele ajeitou o corpo e chutou de perna direita. A bola desviou na zaga e entrou no canto esquerdo do gol bósnio.

Na reta final da partida, o Canadá continuou ocupando o campo ofensivo, gerando perigo, mas não conseguiu transformar o domínio em mais gols.

O empate representou o primeiro ponto somado pelos anfitriões em uma Copa do Mundo. Nas duas participações anteriores (1986 e 2022), os canadenses foram derrotados nas seis vezes que entraram em campo.

Na próxima rodada, os dois países atuam na quinta-feira, dia 18. A Bósnia e Herzegovina enfrenta a Suíça, em Los Angeles, enquanto o Canadá encara o Catar, em Vancouver.

TV Brasil transmite festas de São João de Caruaru, Mossoró e Assú

By: EBC
12 June 2026 at 21:11

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A TV Brasil leva ao público de todo o país a animação de três dos mais tradicionais festejos juninos do Nordeste, neste final de semana.

A emissora exibe, nesta sexta-feira (12) e sábado (13), apresentações e atrações das celebrações de São João de Caruaru (PE), Mossoró (RN) e Assú (RN), dentro da faixa temática Arraiá Brasil.

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As transmissões são realizadas em parceria com a PrefTV, de Caruaru, e a UERN TV, da Universidade Estadual do Rio Grande do Norte (UERN), emissoras que integram a Rede Nacional de Comunicação Pública (RNCP), gerida pela Empresa Brasil de Comunicação (EBC)

A ancoragem da programação será feita diretamente do Rio de Janeiro pelos apresentadores Bruno Barros e Verônica Dalcanal, com coordenação de produção de Eduardo Gurgel e direção de Enio Puello e Carlos Colla.

Na sexta-feira (12), o especial vai ao ar das 23h às 2h. O público poderá acompanhar ao vivo atrações como Batista Lima, diretamente de Caruaru, e Mara Pavanelly, em Mossoró. A programação também inclui shows gravados de artistas como Roberto Carlos, Zezo, Henry Freitas e Michelle Andrade.

Já no sábado (13), a cobertura será ampliada, com transmissão das 21h às 3h. Entre os destaques da noite estão os shows ao vivo de Alok, em Caruaru, Márcia Fellipe e Matheus e Kauan, em Mossoró, e Israel Fernandes, em Assú. A programação ainda reúne apresentações gravadas de artistas como Zé Vaqueiro e Guilherme Ropado.

O Arraiá Brasil ganha a tela da emissora pública durante todo o mês de junho, sempre às sextas e sábados, e também nos dias 23 e 24 (noites especiais de São João).​ O projeto da TV Brasil em parceria com a RNCP reforça o compromisso da comunicação pública com a valorização da cultura popular brasileira, ampliando o alcance de algumas das maiores festas juninas do país.

Com geração compartilhada entre as emissoras parceiras e a TV Brasil, a cobertura permite que espectadores de todas as regiões acompanhem a diversidade musical, as tradições e a atmosfera dos festejos que movimentam milhares de pessoas no Nordeste durante o mês de junho.

Além de celebrar a riqueza cultural das festas de São João, o Arraiá Brasil fortalece a integração entre os veículos públicos de comunicação e evidencia o papel da RNCP na difusão de conteúdos regionais para todo o território nacional.

Sobre a RNCP

A RNCP é a rede que reúne emissoras públicas de rádio e televisão parceiras da EBC em todo o Brasil. O objetivo é fortalecer a comunicação pública em escala nacional, garantindo à população acesso a conteúdos informativos, educativos, culturais e de entretenimento com qualidade e relevância social.

Ao mesmo tempo em que integra a programação nacional, a RNCP valoriza a produção regional e estimula a diversidade e a pluralidade de vozes, princípios centrais da comunicação pública. Prevista na lei de criação da EBC, a RNCP é um instrumento estratégico para ampliar a presença, a cooperação e o alcance do sistema público de rádio e televisão no país.

Coordenada pela EBC, a rede foi inaugurada em 2010 com 22 instituições parceiras e atualmente conta com 165 emissoras de televisão e 168 de rádio em todas as regiões, consolidando-se como o principal sistema de integração da comunicação pública do Brasil.

A RNCP vem passando por um processo histórico de expansão nos últimos anos. Em 2025, a EBC alcançou a marca de 14 novas estações colocadas em operação ao longo do ano, em parceria com emissoras públicas de diferentes regiões.

Em 2026, o ritmo de crescimento da RNCP se intensificou. Para o primeiro semestre, está prevista a entrada em operação de mais de 30 novas estações de televisão e rádio em diferentes regiões do país.

Serviço

Arraiá Brasil

  • 12/06 (sexta-feira), das 23h às 2h, na TV Brasil
  • 13/06 (sábado), das 21h às 3h, na TV Brasil

TV Brasil transmite festas de São João de Caruaru, Mossoró e Assú

By: EBC
12 June 2026 at 21:11

Logo Agência Brasil

A TV Brasil leva ao público de todo o país a animação de três dos mais tradicionais festejos juninos do Nordeste, neste final de semana.

A emissora exibe, nesta sexta-feira (12) e sábado (13), apresentações e atrações das celebrações de São João de Caruaru (PE), Mossoró (RN) e Assú (RN), dentro da faixa temática Arraiá Brasil.

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As transmissões são realizadas em parceria com a PrefTV, de Caruaru, e a UERN TV, da Universidade Estadual do Rio Grande do Norte (UERN), emissoras que integram a Rede Nacional de Comunicação Pública (RNCP), gerida pela Empresa Brasil de Comunicação (EBC)

A ancoragem da programação será feita diretamente do Rio de Janeiro pelos apresentadores Bruno Barros e Verônica Dalcanal, com coordenação de produção de Eduardo Gurgel e direção de Enio Puello e Carlos Colla.

Na sexta-feira (12), o especial vai ao ar das 23h às 2h. O público poderá acompanhar ao vivo atrações como Batista Lima, diretamente de Caruaru, e Mara Pavanelly, em Mossoró. A programação também inclui shows gravados de artistas como Roberto Carlos, Zezo, Henry Freitas e Michelle Andrade.

Já no sábado (13), a cobertura será ampliada, com transmissão das 21h às 3h. Entre os destaques da noite estão os shows ao vivo de Alok, em Caruaru, Márcia Fellipe e Matheus e Kauan, em Mossoró, e Israel Fernandes, em Assú. A programação ainda reúne apresentações gravadas de artistas como Zé Vaqueiro e Guilherme Ropado.

O Arraiá Brasil ganha a tela da emissora pública durante todo o mês de junho, sempre às sextas e sábados, e também nos dias 23 e 24 (noites especiais de São João).​ O projeto da TV Brasil em parceria com a RNCP reforça o compromisso da comunicação pública com a valorização da cultura popular brasileira, ampliando o alcance de algumas das maiores festas juninas do país.

Com geração compartilhada entre as emissoras parceiras e a TV Brasil, a cobertura permite que espectadores de todas as regiões acompanhem a diversidade musical, as tradições e a atmosfera dos festejos que movimentam milhares de pessoas no Nordeste durante o mês de junho.

Além de celebrar a riqueza cultural das festas de São João, o Arraiá Brasil fortalece a integração entre os veículos públicos de comunicação e evidencia o papel da RNCP na difusão de conteúdos regionais para todo o território nacional.

Sobre a RNCP

A RNCP é a rede que reúne emissoras públicas de rádio e televisão parceiras da EBC em todo o Brasil. O objetivo é fortalecer a comunicação pública em escala nacional, garantindo à população acesso a conteúdos informativos, educativos, culturais e de entretenimento com qualidade e relevância social.

Ao mesmo tempo em que integra a programação nacional, a RNCP valoriza a produção regional e estimula a diversidade e a pluralidade de vozes, princípios centrais da comunicação pública. Prevista na lei de criação da EBC, a RNCP é um instrumento estratégico para ampliar a presença, a cooperação e o alcance do sistema público de rádio e televisão no país.

Coordenada pela EBC, a rede foi inaugurada em 2010 com 22 instituições parceiras e atualmente conta com 165 emissoras de televisão e 168 de rádio em todas as regiões, consolidando-se como o principal sistema de integração da comunicação pública do Brasil.

A RNCP vem passando por um processo histórico de expansão nos últimos anos. Em 2025, a EBC alcançou a marca de 14 novas estações colocadas em operação ao longo do ano, em parceria com emissoras públicas de diferentes regiões.

Em 2026, o ritmo de crescimento da RNCP se intensificou. Para o primeiro semestre, está prevista a entrada em operação de mais de 30 novas estações de televisão e rádio em diferentes regiões do país.

Serviço

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  • 12/06 (sexta-feira), das 23h às 2h, na TV Brasil
  • 13/06 (sábado), das 21h às 3h, na TV Brasil

Mascotes do Mundial incluem a águia-careca, animal salvo de extinção

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A Copa do Mundo começou nesta quinta-feira (11), com duas partidas no México. Fora dos campos, as mascotes do torneio começam a encantar o público. Os bonecos do alce Maple, da onça-pintada Zayu e da águia careca Clutch estão à venda em uma variedade de sites e preços na internet e em mercados populares. 

Os bichinhos criados pela Federação Internacional de Futebol (Fifa) simbolizam cada uma das três sedes da competição deste ano: Canadá, México e Estados Unidos e fazem parte da tradição do Mundial. Os animais fazem referência à cultura e identidade dos países e têm o objetivo de engajar torcidas e o público infantil, segundo a Fifa.

Soccer Football - FIFA World Cup - Inter-Confederation Playoffs - Semi Final - Bolivia v Suriname - Estadio BBVA, Monterrey, Mexico - March 26, 2026  FIFA World Cup mascot maple the moose is seen inside the stadium before the match REUTERS/Daniel Becerril Soccer Football - FIFA World Cup - Inter-Confederation Playoffs - Semi Final - Bolivia v Suriname - Estadio BBVA, Monterrey, Mexico - March 26, 2026  FIFA World Cup mascot maple the moose is seen inside the stadium before the match REUTERS/Daniel Becerril
O Maple representa um alce, animal comum no hemisfério norte. O nome é uma homenagem folha vermelha da àrvore Maple, símbolo presente na bandeira do Canadá. - Reuters/Daniel Becerril/Arquivo/Proibida reprodução

Maple

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Devido ao seu grande porte, a mascote Maple (um alce) é um goleiro dedicado. Ele curte música, street style e viagens pelo Canadá. O nome é uma homenagem à folha vermelha da árvore Maple, símbolo nacional (está presente na bandeira do país) e da qual se extrai um xarope típico. O Maple veste uniforme vermelho e foi concebido segurando uma bola de futebol.

Zayu

Simbolizando o México está a onça-pintada Zayu, natura das selvas do sul do país da América do Norte. Ela representa a herança cultural, a dança e a gastronomia, além do espírito vibrante daquele país. Em campo, Zayu é o atacante, exibe engenhosidade e agilidade. A mascote veste uniforme verde e também segura uma bola.  A espécie está ameaçada de extinção no México, mas há esforços em andamento indicando aumento da população desses animais, segundo a organização Aliança Nacional para a Conservação do Jaguar (ANCJ).

Clutch

A águia-careca Clutch nutre um espírito livre, busca aventuras, além de ser uma líder otimista. Representando os Estados Unidos, é uma meio-campista, capaz de mobilizar um time. Clutch, como todos os grandes jogadores nesta posição, une as pessoas, destacou a Fifa sobre a mascote, de cor azul, representada com a bola nos pés.

June 12, 2026, Mexico City, Mexico City, Mexico: Mexico City, Mexico, 11th Jun, 2026. The official competition mascots Clutch the Bald Eagle of the US is seen prior the match between Mexico and South Africa for the 1st round of the group A of the FIFA World Cup 2026, at Mexico City Stadium, in Mexico City, Mexico on June 11, 2026. (Credit Image: © Heuler Andrey/ZUMA Press Wire) June 12, 2026, Mexico City, Mexico City, Mexico: Mexico City, Mexico, 11th Jun, 2026. The official competition mascots Clutch the Bald Eagle of the US is seen prior the match between Mexico and South Africa for the 1st round of the group A of the FIFA World Cup 2026, at Mexico City Stadium, in Mexico City, Mexico on June 11, 2026. (Credit Image: © Heuler Andrey/ZUMA Press Wire)
Símbolo dos Estados Unidos, a águia-careca era considerada um animal sagrado pelos indígenas, que utilizavam suas penas em rituais de celebração. Representando os Estados Unidos, é uma meio-campista, capaz de mobilizar um time - Reuters/Heuler Andrey/Arquivo/Proibida reprodução

Símbolo dos Estados Unidos, a águia-careca era considerada um animal sagrado pelos indígenas, que utilizam suas penas em rituais de celebração. A ave já enfrentou ameaça de extinção, mas foi protegida por ações de conservação da espécie, incluindo proibição de uso de um pesticida.

A tradição de mascotes da Fifa começou em 1966, na Inglaterra, com o leãozinho Willie, que vestia uma bandeira do Reino Unido com a palavra Copa do Mundo. Na Copa do México (1970) - a primeira edição do Mundial no país -  a mascote era Juanito: um menino que usava um sombrero típico, mas que foi criticado por estereotipar aquela cultura.

Lembra do Fuleco?

A Copa do Mundo no Brasil (2014) também teve a sua mascote, o Fuleco. O tatu-bola, apesar da fama internacional, ainda corre risco de extinção por aqui. O pequeno mamífero teve o status reclassificado de "vulnerável" para "em perigo", na lista vermelha da fauna brasileira.

De acordo com a Associação Caatinga, um entidade não-governamental, que mantém um programa de conservação do tatu-bola, a perda de habitat causada pelo desmatamento, queimadas e pela caça são as principais ameaças ao bichinho. Para atacar o problema, no último dia 10, o governo federal ampliou o Parque Nacional da Serra das Confusões, no Piauí, para 916 mil hectares, o que foi considerado fundamental para proteger o habitat do Fuleco.

Tatu-bola Tatu-bola
A tatu-bola ganhou fama internacional ao ser representado pela mascote Fuleco no Mundial de 2014, realizado no Brasil. Apesar da repercussão, o animal ainda sofre risco de extinção por aqui- Divulgação/MMA

A caça ao tatu-bola é parte da cultura regional e um perigo para o bicho. “A gente chegava nos lugares e perguntava às crianças: quem comeu tatu no último ano? Todo mundo levantava a mão”, contou o biólogo Felipe Melo, em 2014, quando ele pesquisou essa espécie.

Em seu ambiente natural, o tatu-bola tem o papel de movimentar os nutrientes da terra, de controlar a presença de formigas e servir de alimento para grandes felinos. Para Melo, a principal forma de proteger o tatu é a criação de áreas naturais, protegidas por lei, para a manutenção de todo o ecossistema.

A Copa do Mundo terá 104 jogos até o dia 19 de julho, quando será a final. A estreia do Brasil será contra Marrocos neste sábado (13), às 19h (horário de Brasília), no MetLife Stadium, em Nova Jersey, pelo Grupo C do Mundial, que tem ainda Haiti e Escócia. 

Mascotes do Mundial incluem a águia-careca, animal salvo de extinção

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A Copa do Mundo começou nesta quinta-feira (11), com duas partidas no México. Fora dos campos, as mascotes do torneio começam a encantar o público. Os bonecos do alce Maple, da onça-pintada Zayu e da águia careca Clutch estão à venda em uma variedade de sites e preços na internet e em mercados populares. 

Os bichinhos criados pela Federação Internacional de Futebol (Fifa) simbolizam cada uma das três sedes da competição deste ano: Canadá, México e Estados Unidos e fazem parte da tradição do Mundial. Os animais fazem referência à cultura e identidade dos países e têm o objetivo de engajar torcidas e o público infantil, segundo a Fifa.

Soccer Football - FIFA World Cup - Inter-Confederation Playoffs - Semi Final - Bolivia v Suriname - Estadio BBVA, Monterrey, Mexico - March 26, 2026  FIFA World Cup mascot maple the moose is seen inside the stadium before the match REUTERS/Daniel Becerril Soccer Football - FIFA World Cup - Inter-Confederation Playoffs - Semi Final - Bolivia v Suriname - Estadio BBVA, Monterrey, Mexico - March 26, 2026  FIFA World Cup mascot maple the moose is seen inside the stadium before the match REUTERS/Daniel Becerril
O Maple representa um alce, animal comum no hemisfério norte. O nome é uma homenagem folha vermelha da àrvore Maple, símbolo presente na bandeira do Canadá. - Reuters/Daniel Becerril/Arquivo/Proibida reprodução

Maple

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Zayu

Simbolizando o México está a onça-pintada Zayu, natura das selvas do sul do país da América do Norte. Ela representa a herança cultural, a dança e a gastronomia, além do espírito vibrante daquele país. Em campo, Zayu é o atacante, exibe engenhosidade e agilidade. A mascote veste uniforme verde e também segura uma bola.  A espécie está ameaçada de extinção no México, mas há esforços em andamento indicando aumento da população desses animais, segundo a organização Aliança Nacional para a Conservação do Jaguar (ANCJ).

Clutch

A águia-careca Clutch nutre um espírito livre, busca aventuras, além de ser uma líder otimista. Representando os Estados Unidos, é uma meio-campista, capaz de mobilizar um time. Clutch, como todos os grandes jogadores nesta posição, une as pessoas, destacou a Fifa sobre a mascote, de cor azul, representada com a bola nos pés.

June 12, 2026, Mexico City, Mexico City, Mexico: Mexico City, Mexico, 11th Jun, 2026. The official competition mascots Clutch the Bald Eagle of the US is seen prior the match between Mexico and South Africa for the 1st round of the group A of the FIFA World Cup 2026, at Mexico City Stadium, in Mexico City, Mexico on June 11, 2026. (Credit Image: © Heuler Andrey/ZUMA Press Wire) June 12, 2026, Mexico City, Mexico City, Mexico: Mexico City, Mexico, 11th Jun, 2026. The official competition mascots Clutch the Bald Eagle of the US is seen prior the match between Mexico and South Africa for the 1st round of the group A of the FIFA World Cup 2026, at Mexico City Stadium, in Mexico City, Mexico on June 11, 2026. (Credit Image: © Heuler Andrey/ZUMA Press Wire)
Símbolo dos Estados Unidos, a águia-careca era considerada um animal sagrado pelos indígenas, que utilizavam suas penas em rituais de celebração. Representando os Estados Unidos, é uma meio-campista, capaz de mobilizar um time - Reuters/Heuler Andrey/Arquivo/Proibida reprodução

Símbolo dos Estados Unidos, a águia-careca era considerada um animal sagrado pelos indígenas, que utilizam suas penas em rituais de celebração. A ave já enfrentou ameaça de extinção, mas foi protegida por ações de conservação da espécie, incluindo proibição de uso de um pesticida.

A tradição de mascotes da Fifa começou em 1966, na Inglaterra, com o leãozinho Willie, que vestia uma bandeira do Reino Unido com a palavra Copa do Mundo. Na Copa do México (1970) - a primeira edição do Mundial no país -  a mascote era Juanito: um menino que usava um sombrero típico, mas que foi criticado por estereotipar aquela cultura.

Lembra do Fuleco?

A Copa do Mundo no Brasil (2014) também teve a sua mascote, o Fuleco. O tatu-bola, apesar da fama internacional, ainda corre risco de extinção por aqui. O pequeno mamífero teve o status reclassificado de "vulnerável" para "em perigo", na lista vermelha da fauna brasileira.

De acordo com a Associação Caatinga, um entidade não-governamental, que mantém um programa de conservação do tatu-bola, a perda de habitat causada pelo desmatamento, queimadas e pela caça são as principais ameaças ao bichinho. Para atacar o problema, no último dia 10, o governo federal ampliou o Parque Nacional da Serra das Confusões, no Piauí, para 916 mil hectares, o que foi considerado fundamental para proteger o habitat do Fuleco.

Tatu-bola Tatu-bola
A tatu-bola ganhou fama internacional ao ser representado pela mascote Fuleco no Mundial de 2014, realizado no Brasil. Apesar da repercussão, o animal ainda sofre risco de extinção por aqui- Divulgação/MMA

A caça ao tatu-bola é parte da cultura regional e um perigo para o bicho. “A gente chegava nos lugares e perguntava às crianças: quem comeu tatu no último ano? Todo mundo levantava a mão”, contou o biólogo Felipe Melo, em 2014, quando ele pesquisou essa espécie.

Em seu ambiente natural, o tatu-bola tem o papel de movimentar os nutrientes da terra, de controlar a presença de formigas e servir de alimento para grandes felinos. Para Melo, a principal forma de proteger o tatu é a criação de áreas naturais, protegidas por lei, para a manutenção de todo o ecossistema.

A Copa do Mundo terá 104 jogos até o dia 19 de julho, quando será a final. A estreia do Brasil será contra Marrocos neste sábado (13), às 19h (horário de Brasília), no MetLife Stadium, em Nova Jersey, pelo Grupo C do Mundial, que tem ainda Haiti e Escócia. 

Coreia do Sul vence República Tcheca de virada

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Em outros tempos, ninguém poderia apostar que uma seleção asiática mandasse numa partida de Copa do Mundo contra uma seleção europeia. Mas, nesta Copa de 2026, a Coreia do Sul mostrou um futebol mais vistoso e eficiente do que a República Tcheca, em jogo válido pela primeira rodada do Grupo A, em Guadalajara, no México.

Aos 13 minutos do 1° tempo, Kan Lee chutou de fora da área e o goleiro Kovar espalmou a corner. Aos 38, o ídolo Son, jogador do Los Angeles F. C., dos Estados Unidos, teve a oportunidade de abrir o placar, estava livre, na meia lua da grande área, mas chutou para fora.

Notícias relacionadas:

Os primeiros 45 minutos não foram generosos em emoção. Com mais posse de bola, a Coreia do Sul não criava muitas chances. A República Tcheca, com jogadores mais altos, não conseguia sequer utilizar a bola aérea como arma de ataque. Assim, o 0 a 0 era mais do que justo.

Com três minutos do segundo tempo, Jae Lee arriscou rasteiro e o goleiro Kovar defendeu em dois tempos. Aos dez, o sul-coreano Son novamente teve a bola do jogo nos pés. Frente a frente com o goleiro tcheco, ele tentou dar uma “cavadinha”, mas acertou o peito de Kovar e conseguiu só um escanteio.

Aos 13 minutos, a antiga máxima do futebol de “quem não faz, leva”, se concretizou. Numa jogada de lateral cobrado para a área, Krejci subiu sozinho e testou as redes do goleiro Seung Kim: 1 a 0 para a República Tcheca.

Aos 21 minutos, a Coreia do Sul chegou ao empate. In Hwang é lançado dentro da área, dá um drible no zagueiro tcheco e um leve toque para tirar do goleiro Kovar. Um gol de “cavadinha”, executada corretamente desta vez: 1 a 1.

Aos 31, a República Tcheca chegou ao segundo gol, com Soucek. Numa cobrança de falta para a área, ele cabeceou livre dentro da pequena área, mas a arbitragem marcou impedimento e o gol foi corretamente anulado.

A Coreia do Sul reagiu imediatamente. Aos 34, cruzamento rasteiro para a área e o reserva Oh chegou com tudo para empurrar para as redes. A bola ainda bateu no goleiro Kovar, mas não teve jeito, era a virada: 2 a 1.

Aos 36, Hlozek teve a chance de empatar, em mais uma jogada de lateral cobrado para dentro da área, mas o goleiro Seung Kim fez uma bela defesa no pé da trave, impedindo um gol certo. Aos 48, Sadilek teve grande oportunidade, chutando rasteiro de dentro da área e, novamente, o goleiro sul-coreano salvou sua equipe, defendendo sem dar rebote.

Quando o árbitro egípcio apitou o fim do jogo, um alívio: a vitória por 2 a 1 fez os muitos torcedores sul-coreanos no estádio vibrarem. Na realidade, o placar premiou a seleção que mais buscou a vitória e mostrou melhor futebol. A República Tcheca, limitada à força e à altura dos seus jogadores, não teve técnica para conseguir sequer um empate na estreia.

Agora, México e Coreia do Sul lideram a chave A com 3 pontos e vão se enfrentar logo na segunda rodada, no dia 18 de junho, também em Guadalajara. Os tchecos terão que se recuperar na partida contra a África do Sul, na mesma data, em Atlanta, nos Estados Unidos.

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Aos 13 minutos do 1° tempo, Kan Lee chutou de fora da área e o goleiro Kovar espalmou a corner. Aos 38, o ídolo Son, jogador do Los Angeles F. C., dos Estados Unidos, teve a oportunidade de abrir o placar, estava livre, na meia lua da grande área, mas chutou para fora.

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Com três minutos do segundo tempo, Jae Lee arriscou rasteiro e o goleiro Kovar defendeu em dois tempos. Aos dez, o sul-coreano Son novamente teve a bola do jogo nos pés. Frente a frente com o goleiro tcheco, ele tentou dar uma “cavadinha”, mas acertou o peito de Kovar e conseguiu só um escanteio.

Aos 13 minutos, a antiga máxima do futebol de “quem não faz, leva”, se concretizou. Numa jogada de lateral cobrado para a área, Krejci subiu sozinho e testou as redes do goleiro Seung Kim: 1 a 0 para a República Tcheca.

Aos 21 minutos, a Coreia do Sul chegou ao empate. In Hwang é lançado dentro da área, dá um drible no zagueiro tcheco e um leve toque para tirar do goleiro Kovar. Um gol de “cavadinha”, executada corretamente desta vez: 1 a 1.

Aos 31, a República Tcheca chegou ao segundo gol, com Soucek. Numa cobrança de falta para a área, ele cabeceou livre dentro da pequena área, mas a arbitragem marcou impedimento e o gol foi corretamente anulado.

A Coreia do Sul reagiu imediatamente. Aos 34, cruzamento rasteiro para a área e o reserva Oh chegou com tudo para empurrar para as redes. A bola ainda bateu no goleiro Kovar, mas não teve jeito, era a virada: 2 a 1.

Aos 36, Hlozek teve a chance de empatar, em mais uma jogada de lateral cobrado para dentro da área, mas o goleiro Seung Kim fez uma bela defesa no pé da trave, impedindo um gol certo. Aos 48, Sadilek teve grande oportunidade, chutando rasteiro de dentro da área e, novamente, o goleiro sul-coreano salvou sua equipe, defendendo sem dar rebote.

Quando o árbitro egípcio apitou o fim do jogo, um alívio: a vitória por 2 a 1 fez os muitos torcedores sul-coreanos no estádio vibrarem. Na realidade, o placar premiou a seleção que mais buscou a vitória e mostrou melhor futebol. A República Tcheca, limitada à força e à altura dos seus jogadores, não teve técnica para conseguir sequer um empate na estreia.

Agora, México e Coreia do Sul lideram a chave A com 3 pontos e vão se enfrentar logo na segunda rodada, no dia 18 de junho, também em Guadalajara. Os tchecos terão que se recuperar na partida contra a África do Sul, na mesma data, em Atlanta, nos Estados Unidos.

Coreia do Sul e República Tcheca fecham primeiro dia de Copa do Mundo

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O primeiro dia da Copa do Mundo de 2026 não terminou com o jogo de abertura. Ainda nesta quinta-feira (11), às 23h (horário de Brasília), Coreia do Sul e República Tcheca se enfrentam no Estádio Akron, em Zapopan, estado de Jalisco (México). A partida é válida pelo Grupo A, o mesmo dos anfitriões mexicanos e da África do Sul. 

Os asiáticos, que têm um quarto lugar de 2002 - quando foram anfitriões ao lado do Japão - como melhor campanha em Mundiais, disputam o torneio pela 11ª vez seguida. Foram 11 vitórias, cinco empates e 40 gols marcados nas eliminatórias, liderados pelo astro Son Heung-Min, atualmente do Los Angeles (Estados Unidos).

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O atacante de 33 anos, de longa passagem pelo Tottenham (Inglaterra), está a dois gols de se tornar o maior artilheiro da seleção sul-coreana. Ele já balançou as redes 56 vezes, duas a menos que Cha Bun-Kun, ídolo do futebol do país nas décadas de 1970 e 1980.

Além de Son, que acumula 144 jogos pela Coreia do Sul, o técnico Hong Myung-Bo tem a experiência de Lee Jae-Sung, que está há cinco anos no Mainz (Alemanha) e é o segundo do atual elenco com mais partidas representando o país. Outro meia importante para o time é Lee Kang-In, bicampeão europeu pelo Paris Saint-Germain (França).

Do lado tcheco, esta será a segunda Copa desde a dissolução da Tchecoslováquia, em 1992. A antecessora foi vice-campeã em 1934 e 1962, superada por Itália e Brasil, respectivamente. O país volta ao torneio após 20 anos querendo, desta vez, passar de fase.

Nas eliminatórias, após campanha irregular e uma inesperada derrota para Ilhas Faroe, a República Tcheca teve de encarar duas disputas de pênaltis, contra Irlanda e Dinamarca, na repescagem europeia. O atacante Patrick Schick, destaque do Bayer Leverkusen (Alemanha), fez cinco gols, sendo o artilheiro da caminhada.

O técnico Miroslav Koubek, de 74 anos e nove meses, assumiu o time na repescagem e vai superar o belga Hugo Broos (sete meses mais novo) - que, mais cedo, dirigiu a África do Sul contra o México - para tornar-se o mais velho a comandar uma seleção em Copas. Já o meia Tomás Soucek, se participar, ao menos, dos três jogos da fase de grupos, entra para o top-5 em partidas vestindo a camisa do país, com 93 atuações.

Este será o quatro confronto entre as seleções, sendo o primeiro em uma Copa. Em 1998, o amistoso realizado em Seul, capital sul-coreana, terminou 2 a 2. Três anos depois, a República Tcheca recebeu o jogo em Drnovice e goleou por 5 a 0. O último duelo ocorreu em 2016, novamente com mando tcheco, em Praga. Desta vez, o time asiático ganhou por 2 a 1.

Coreia do Sul e República Tcheca fecham primeiro dia de Copa do Mundo

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Os asiáticos, que têm um quarto lugar de 2002 - quando foram anfitriões ao lado do Japão - como melhor campanha em Mundiais, disputam o torneio pela 11ª vez seguida. Foram 11 vitórias, cinco empates e 40 gols marcados nas eliminatórias, liderados pelo astro Son Heung-Min, atualmente do Los Angeles (Estados Unidos).

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Além de Son, que acumula 144 jogos pela Coreia do Sul, o técnico Hong Myung-Bo tem a experiência de Lee Jae-Sung, que está há cinco anos no Mainz (Alemanha) e é o segundo do atual elenco com mais partidas representando o país. Outro meia importante para o time é Lee Kang-In, bicampeão europeu pelo Paris Saint-Germain (França).

Do lado tcheco, esta será a segunda Copa desde a dissolução da Tchecoslováquia, em 1992. A antecessora foi vice-campeã em 1934 e 1962, superada por Itália e Brasil, respectivamente. O país volta ao torneio após 20 anos querendo, desta vez, passar de fase.

Nas eliminatórias, após campanha irregular e uma inesperada derrota para Ilhas Faroe, a República Tcheca teve de encarar duas disputas de pênaltis, contra Irlanda e Dinamarca, na repescagem europeia. O atacante Patrick Schick, destaque do Bayer Leverkusen (Alemanha), fez cinco gols, sendo o artilheiro da caminhada.

O técnico Miroslav Koubek, de 74 anos e nove meses, assumiu o time na repescagem e vai superar o belga Hugo Broos (sete meses mais novo) - que, mais cedo, dirigiu a África do Sul contra o México - para tornar-se o mais velho a comandar uma seleção em Copas. Já o meia Tomás Soucek, se participar, ao menos, dos três jogos da fase de grupos, entra para o top-5 em partidas vestindo a camisa do país, com 93 atuações.

Este será o quatro confronto entre as seleções, sendo o primeiro em uma Copa. Em 1998, o amistoso realizado em Seul, capital sul-coreana, terminou 2 a 2. Três anos depois, a República Tcheca recebeu o jogo em Drnovice e goleou por 5 a 0. O último duelo ocorreu em 2016, novamente com mando tcheco, em Praga. Desta vez, o time asiático ganhou por 2 a 1.

México abre Copa vencendo África do Sul em duelo com três expulsões

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A Copa do Mundo de 2026 teve início com vitória de uma das três seleções anfitriãs. Nesta quinta-feira (11), o México derrotou a África do Sul por 2 a 0 no Estádio Azteca, na Cidade do México, na abertura do Grupo A do Mundial.

A chave, quase toda ela disputada em território mexicano, ainda tem Coreia do Sul e República Tcheca, que se enfrentam na noite desta quinta (11), às 23h (horário de Brasília), no Estádio Akron, em Zapopan. Os sul-coreanos são os próximos adversários do México, em 18 de junho, às 13h, na única partida do grupo a ser realizada nos Estados Unidos - o jogo será no Mercedes-Benz Stadium, em Atlanta. No mesmo dia, os Bafana Bafana (apelido do time sul-africano) encaram os tchecos às 22h, no Akron.

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Pela primeira vez, um trio brasileiro teve a responsabilidade de apitar o jogo de abertura de uma Copa. A missão coube ao árbitro Wilton Pereira Sampaio e aos auxiliares Bruno Pires, também goiano, e o paranaense Bruno Boschilia.

Outro detalhe histórico é que o Azteca se tornou o primeiro estádio a receber jogos de três Mundiais, após participar, também, de 1970 e 1986. No ano que vem, o Estádio Beira-Rio, em Porto Alegre, será o pioneiro na estatística entre os brasileiros, já que é uma das sedes da Copa do Mundo Feminina do Brasil - anteriormente ele abrigou partidas das edições masculinas de 1950 e 2014.

¡Triunfo en una atmósfera Incondicional 👊

Nos llevamos los primeros 3 puntos contra Sudáfrica en nuestro debut, en nuestra casa y con nuestra gente.

¡Vamooos! #SomosMéxico 🇲🇽 pic.twitter.com/ur3o2R9OdW

— Selección Nacional (@miseleccionmx) June 11, 2026

Empurrado pelos gritos de "México" e "olé" dos mais de 80 mil torcedores presentes no Azteca, os donos da casa não demoraram a abrir o placar. Aos oito minutos, o goleiro Ronwen Williams tentou sair jogando com Sphephelo Sithole, mas o volante, de costas, foi desarmado pelo meia Érik Lira. A bola ficou com o atacante Juan Quinõnes, que mandou para as redes, fazendo o primeiro gol da Copa.

Mesmo diminuindo o ritmo dos primeiros minutos, o México manteve o jogo sob controle. O segundo gol quase saiu aos 41 minutos, novamente com Quiñones, que recebeu do meia Brian Gutiérrez na área, na marca do pênalti, e acertou a trave esquerda da África do Sul.

A etapa final começou de forma semelhante a inicial, com os mexicanos aproveitando uma saída de bola errada dos Bafana Bafana. Logo ao primeiro minuto, o meia Alvaro Fidalgo fez o desarme na entrada da área, levou até a linha de fundo e tentou cruzar rasteiro. A zaga afastou e Gutiérrez arriscou de fora da área, por cima da meta.

A missão sul-africana se tornou mais difícil aos quatro minutos, com a expulsão de Sithole por falta em Gutiérrez, que ficaria na cara de Williams para finalizar. A superioridade numérica, porém, não mudou a postura de jogo cadenciada do México.

A irritação da torcida local com a lentidão da equipe, mesmo com a vantagem, transformou-se em alegria em dose dupla Primeiro, aos 20 minutos, quando o técnico Javier Aguirre mandou a campo o meia Gilberto Mora, de 17 anos, considerado a grande revelação do futebol mexicano.

Depois, no minuto seguinte, em contra-ataque iniciado por Quiñones, em que Roberto Alvarado cruzou pela direita e o atacante Raul Jímenez definiu de cabeça. Ele se igualou ao ex-centroavante Jared Borgetti como segundo maior artilheiro da história do México, com 46 gols.

Sem conseguir esboçar reação, a África do Sul ainda perdeu outro jogador expulso. Aos 36 minutos, após ser chamado ao vídeo, Wilton Pereira Sampaio deu cartão vermelho ao meia Themba Zwane, por atingir o rosto de Alvarado sem bola e fora da jogada.

Já nos acréscimos, o árbitro brasileiro colocou mais um atleta fora de campo. Desta vez, o zagueiro César Montes, do México, que derrubou Khuliso Mudau perto da entrada da área, quando o lateral se dirigia sozinho em direção ao gol. Nada, porém, que impactasse o resultado final da partida.

México abre Copa vencendo África do Sul em duelo com três expulsões

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A Copa do Mundo de 2026 teve início com vitória de uma das três seleções anfitriãs. Nesta quinta-feira (11), o México derrotou a África do Sul por 2 a 0 no Estádio Azteca, na Cidade do México, na abertura do Grupo A do Mundial.

A chave, quase toda ela disputada em território mexicano, ainda tem Coreia do Sul e República Tcheca, que se enfrentam na noite desta quinta (11), às 23h (horário de Brasília), no Estádio Akron, em Zapopan. Os sul-coreanos são os próximos adversários do México, em 18 de junho, às 13h, na única partida do grupo a ser realizada nos Estados Unidos - o jogo será no Mercedes-Benz Stadium, em Atlanta. No mesmo dia, os Bafana Bafana (apelido do time sul-africano) encaram os tchecos às 22h, no Akron.

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Pela primeira vez, um trio brasileiro teve a responsabilidade de apitar o jogo de abertura de uma Copa. A missão coube ao árbitro Wilton Pereira Sampaio e aos auxiliares Bruno Pires, também goiano, e o paranaense Bruno Boschilia.

Outro detalhe histórico é que o Azteca se tornou o primeiro estádio a receber jogos de três Mundiais, após participar, também, de 1970 e 1986. No ano que vem, o Estádio Beira-Rio, em Porto Alegre, será o pioneiro na estatística entre os brasileiros, já que é uma das sedes da Copa do Mundo Feminina do Brasil - anteriormente ele abrigou partidas das edições masculinas de 1950 e 2014.

¡Triunfo en una atmósfera Incondicional 👊

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Empurrado pelos gritos de "México" e "olé" dos mais de 80 mil torcedores presentes no Azteca, os donos da casa não demoraram a abrir o placar. Aos oito minutos, o goleiro Ronwen Williams tentou sair jogando com Sphephelo Sithole, mas o volante, de costas, foi desarmado pelo meia Érik Lira. A bola ficou com o atacante Juan Quinõnes, que mandou para as redes, fazendo o primeiro gol da Copa.

Mesmo diminuindo o ritmo dos primeiros minutos, o México manteve o jogo sob controle. O segundo gol quase saiu aos 41 minutos, novamente com Quiñones, que recebeu do meia Brian Gutiérrez na área, na marca do pênalti, e acertou a trave esquerda da África do Sul.

A etapa final começou de forma semelhante a inicial, com os mexicanos aproveitando uma saída de bola errada dos Bafana Bafana. Logo ao primeiro minuto, o meia Alvaro Fidalgo fez o desarme na entrada da área, levou até a linha de fundo e tentou cruzar rasteiro. A zaga afastou e Gutiérrez arriscou de fora da área, por cima da meta.

A missão sul-africana se tornou mais difícil aos quatro minutos, com a expulsão de Sithole por falta em Gutiérrez, que ficaria na cara de Williams para finalizar. A superioridade numérica, porém, não mudou a postura de jogo cadenciada do México.

A irritação da torcida local com a lentidão da equipe, mesmo com a vantagem, transformou-se em alegria em dose dupla Primeiro, aos 20 minutos, quando o técnico Javier Aguirre mandou a campo o meia Gilberto Mora, de 17 anos, considerado a grande revelação do futebol mexicano.

Depois, no minuto seguinte, em contra-ataque iniciado por Quiñones, em que Roberto Alvarado cruzou pela direita e o atacante Raul Jímenez definiu de cabeça. Ele se igualou ao ex-centroavante Jared Borgetti como segundo maior artilheiro da história do México, com 46 gols.

Sem conseguir esboçar reação, a África do Sul ainda perdeu outro jogador expulso. Aos 36 minutos, após ser chamado ao vídeo, Wilton Pereira Sampaio deu cartão vermelho ao meia Themba Zwane, por atingir o rosto de Alvarado sem bola e fora da jogada.

Já nos acréscimos, o árbitro brasileiro colocou mais um atleta fora de campo. Desta vez, o zagueiro César Montes, do México, que derrubou Khuliso Mudau perto da entrada da área, quando o lateral se dirigia sozinho em direção ao gol. Nada, porém, que impactasse o resultado final da partida.

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