Presidente da APA recusa falar de guarda-sóis e concessões



© LUÍS FORRA/LUSA

Una banda de ladrones ha asaltado durante la madrugada de este sábado una sucursal bancaria de CaixaBank en la localidad valenciana de Casinos, provocando numerosos daños en la oficina.
Según han confirmado fuentes del Instituto Armado, los hechos ocurrieron sobre las 3.30 horas de la madrugada, cuando una banda, de la que se desconoce el número de integrantes, accedió a la entidad bancaria tras colocar explosivos para poder entrar.
Agentes especialistas en detectar, neutralizar y desactivar artefactos explosivos (TEDAX) de la Guardia Civil se han desplazado durante la mañana de este sábado para inspeccionar el cajero.
Los asaltantes consiguieron acceder a la sucursal, pero no lograron extraer el dinero de la entidad bancaria, según las mismas fuentes, y la Policía Judicial de Llíria se ha hecho cargo de la investigación.


© EUROPAPRESS
Os portugueses tendem a aceitar e a defender os direitos sociais de populações que necessitam dos mínimos sociais, revelou uma investigação que teve como objetivo compreender a opinião pública sobre quem merece ajuda do Estado.
A investigação sobre a “Perceção do Merecimento ao Apoio Social Não Contributivo” foi desenvolvida por uma equipa da Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade de Coimbra (FPCEUC).
“É uma opinião pública que diz: ‘nós queremos continuar a ajudar todos os grupos sociais que possam ser considerados desmerecedores ou que possam não ter contribuído para a Segurança Social. E queremos que essa ajuda seja plena e não punitiva’”, avançou à agência Lusa a investigadora Clara Santos.
O conceito de merecimento social refere-se aos julgamentos formulados sobre quem deve ter acesso a prestações e apoios sociais, e que habitualmente se baseiam em critérios como necessidade, contribuição prévia para a sociedade, responsabilidade individual pela situação de vulnerabilidade ou perceção de proximidade social e moral dos beneficiários.
Segundo Clara Santos, o Governo “tende a considerar como menos merecedores do apoio social aqueles grupos que acha que têm alguma responsabilidade por estarem como estão”.
“O estudo vem revelar que a opinião pública não está de acordo com o Governo e continua a acreditar num Estado de Direito e nos valores previstos na Constituição da República Portuguesa”, frisou a investigadora, numa altura em que se debate a proposta que visa autorizar o executivo a criar a prestação social única.
De uma forma geral, os resultados do estudo mostram que a população tem tendência a valorizar critérios de reciprocidade, reconhecendo maior merecimento a quem contribuiu para a sociedade, no entanto, rejeita “perspetivas excessivamente punitivas ou excludentes”.
No que respeita a grupos sociais que incluem toxicodependentes, sem abrigo, migrantes irregulares ou mulheres em situação de prostituição, num Estado de Direito não se pode pensar que “não merecem tanto como outros”, frisou.
“Cada um de nós pode cair numa situação de grande vulnerabilidade em que depende unicamente do sistema não contributivo”, alertou Clara Santos, lembrando que quem paga impostos está a contribuir “para que o Estado represente a solidariedade”.
Acrescentou que é este “pacto social de coesão” que tem de existir e ser tido em conta no debate sobre a proposta de criação da prestação social única, que tem sido criticada por várias associações por poder aumentar o estigma e reforçar a exclusão de pessoas pobres e vulneráveis.
“Esta proposta entra em todos os critérios do desmerecimento”, afirmou, lamentando o “regime de suspeição” em que foi apresentada.
A investigadora exemplificou com a criação do trabalho social, que tem como objetivo “que não haja prevaricação” e passa a ideia de que as pessoas “não trabalham porque não querem”.
Ao comparar estes resultados com a falta de confiança dos cidadãos no Governo e nas instituições de proteção social, o estudo permite identificar a existência de “uma crise de legitimidade social do Estado que se concretiza em sentimentos de suspeição e insegurança que podem, se muito agravadas, criar fraturas sociais graves”.
A investigação decorreu no final de 2024 e usou o protocolo “Perceções de Merecimento no Acesso ao Apoio Social”, que envolveu dois mil portugueses.
Este protocolo integra um questionário sociodemográfico e vários instrumentos de avaliação: a versão portuguesa da escala CARIN e as escalas de Orientações Básicas de Justiça Social, de Preocupação Social com Grupos Vulneráveis e de Merecimento no Acesso ao Apoio Social e aos Cuidados de Saúde de Pessoas com Comportamentos Aditivos e Dependências.
A proposta do Governo sobre a prestação social única baixou na sexta-feira à fase da especialidade sem votação na generalidade, com votos contra de BE, PCP e do ex-líder do PS Pedro Nuno Santos.
O conteúdo Investigação da Universidade de Coimbra mostra que opinião pública portuguesa legitima o apoio social aparece primeiro em O MINHO.
A atração, com produção e apresentação de Jussara Mendonça, vai ao ar pela Rádio Nacional neste domingo (14), às 22h, e na Rádio MEC na madrugada de quinta (18) para sexta-feira (19), à meia-noite.
No álbum Sahra, destaque desta edição do Música do Mundo, está um dos maiores sucessos do artista, Aïcha, que alcançou o primeiro lugar das paradas na França e na Bélgica no ano do lançamento, 1996.
A música estourou em sua versão bilíngue, em francês e árabe, e abriu portas para o artista em todo o mundo. No Brasil, Khaled alcançou um grande sucesso entre 1999 e 2001, quando a canção El Arbi foi tema da novela Vila Madalena, da TV Globo.
Sobre o Música do Mundo
Uma jornada musical sem igual, o Música do Mundo vai te levar a uma viagem por expressões musicais dos quatro cantos do planeta, explorando os ritmos, melodias e culturas que fazem nosso mundo tão diverso e fascinante, sempre trazendo a história, os compositores, discos e álbuns representativos de cada país.
Música do Mundo - Álbum Sahra, de Khaled - Domingo, dia 14/6, às 22h na Rádio Nacional, e na madrugada de quinta (18/6), para sexta (19/6), à meia-noite, na Rádio MEC.
A atração, com produção e apresentação de Jussara Mendonça, vai ao ar pela Rádio Nacional neste domingo (14), às 22h, e na Rádio MEC na madrugada de quinta (18) para sexta-feira (19), à meia-noite.
No álbum Sahra, destaque desta edição do Música do Mundo, está um dos maiores sucessos do artista, Aïcha, que alcançou o primeiro lugar das paradas na França e na Bélgica no ano do lançamento, 1996.
A música estourou em sua versão bilíngue, em francês e árabe, e abriu portas para o artista em todo o mundo. No Brasil, Khaled alcançou um grande sucesso entre 1999 e 2001, quando a canção El Arbi foi tema da novela Vila Madalena, da TV Globo.
Sobre o Música do Mundo
Uma jornada musical sem igual, o Música do Mundo vai te levar a uma viagem por expressões musicais dos quatro cantos do planeta, explorando os ritmos, melodias e culturas que fazem nosso mundo tão diverso e fascinante, sempre trazendo a história, os compositores, discos e álbuns representativos de cada país.
Música do Mundo - Álbum Sahra, de Khaled - Domingo, dia 14/6, às 22h na Rádio Nacional, e na madrugada de quinta (18/6), para sexta (19/6), à meia-noite, na Rádio MEC.


© LUÍSA NHANTUMBO/LUSA

© SERGEY KOZLOV/EPA
Segundo a entidade, estima-se que mais de 13 milhões de pessoas tenham algum tipo de doença rara no Brasil. Como enfrentam jornadas complexas, que envolvem diagnósticos tardios e tratamentos de longa duração, o desconhecimento das leis torna-se uma barreira adicional.
Por exemplo, na área da saúde, são apresentadas orientações sobre: atendimento pelo Sistema Único de Saúde (SUS), acesso aos exames genéticos e aos diagnósticos complexos, fornecimento gratuito de medicamentos de alto custo e direito ao tratamento fora do domicílio.
Na educação, o documento aborda a consolidação do modelo de educação inclusiva; a obrigatoriedade de oferta de recursos de acessibilidade e as adaptações curriculares; a proibição de cobrança de valores adicionais em mensalidades de instituições privadas e a implementação do Plano Educacional Individualizado, entre outros.
No âmbito previdenciário, a cartilha apresenta os caminhos para a concessão do Benefício de Prestação Continuada (BPC), além de benefícios aos segurados do INSS, como aposentadoria por incapacidade permanente e o auxílio por incapacidade temporária.
Além das garantias federais, como a Lei Brasileira de Inclusão (Lei nº 13.146/2015), o manual aborda legislações estaduais e municipais fluminenses relevantes, mas ainda pouco difundidas entre a população em geral.
A cartilha também detalha os canais práticos para a denúncia de violações e a defesa ativa de direitos, orientando o cidadão sobre como acionar a Defensoria Pública, o Ministério Público, as Ouvidorias do SUS e a própria Câmara de Resolução de Litígios em Saúde (CRLS/RJ).
A presidente da Comissão da Pessoa com Doença Rara, da OAB-RJ, Sybelle Drumond, diz que o diagnóstico de uma condição rara costuma vir acompanhado de isolamento e muitas dúvidas.
“Um dos grandes obstáculos para pacientes e seus familiares é o desconhecimento. Esse guia é um chamado para que a sociedade e as instituições vejam o paciente raro não com invisibilidade, mas com plenos direitos”, afirmou a advogada.
Para o coordenador do Instituto Nacional de Atrofia Muscular Espinhal (Iname), Gabriel Guimarães, entidade que representa pacientes e familiares de pessoas que vivem com Atrofia Muscular Espinhal (AME), a cartilha é importante tanto para pacientes e familiares quanto para instituições e governo.
“A maior dificuldade das famílias é a informação. Na AME, muitas pessoas não conhecem a doença e falta diagnóstico. Essa iniciativa da OAB se junta a uma série de iniciativas da associações para disseminar informações sobre doenças que afetam uma parcela significativa da população”, disse Guimarães.
A AME é uma doença rara e degenerativa que afeta os neurônios motores na medula espinhal. Pode causar fraqueza muscular progressiva, atrofia e pode comprometer funções básicas como locomoção, deglutição e respiração.
Segundo a entidade, estima-se que mais de 13 milhões de pessoas tenham algum tipo de doença rara no Brasil. Como enfrentam jornadas complexas, que envolvem diagnósticos tardios e tratamentos de longa duração, o desconhecimento das leis torna-se uma barreira adicional.
Por exemplo, na área da saúde, são apresentadas orientações sobre: atendimento pelo Sistema Único de Saúde (SUS), acesso aos exames genéticos e aos diagnósticos complexos, fornecimento gratuito de medicamentos de alto custo e direito ao tratamento fora do domicílio.
Na educação, o documento aborda a consolidação do modelo de educação inclusiva; a obrigatoriedade de oferta de recursos de acessibilidade e as adaptações curriculares; a proibição de cobrança de valores adicionais em mensalidades de instituições privadas e a implementação do Plano Educacional Individualizado, entre outros.
No âmbito previdenciário, a cartilha apresenta os caminhos para a concessão do Benefício de Prestação Continuada (BPC), além de benefícios aos segurados do INSS, como aposentadoria por incapacidade permanente e o auxílio por incapacidade temporária.
Além das garantias federais, como a Lei Brasileira de Inclusão (Lei nº 13.146/2015), o manual aborda legislações estaduais e municipais fluminenses relevantes, mas ainda pouco difundidas entre a população em geral.
A cartilha também detalha os canais práticos para a denúncia de violações e a defesa ativa de direitos, orientando o cidadão sobre como acionar a Defensoria Pública, o Ministério Público, as Ouvidorias do SUS e a própria Câmara de Resolução de Litígios em Saúde (CRLS/RJ).
A presidente da Comissão da Pessoa com Doença Rara, da OAB-RJ, Sybelle Drumond, diz que o diagnóstico de uma condição rara costuma vir acompanhado de isolamento e muitas dúvidas.
“Um dos grandes obstáculos para pacientes e seus familiares é o desconhecimento. Esse guia é um chamado para que a sociedade e as instituições vejam o paciente raro não com invisibilidade, mas com plenos direitos”, afirmou a advogada.
Para o coordenador do Instituto Nacional de Atrofia Muscular Espinhal (Iname), Gabriel Guimarães, entidade que representa pacientes e familiares de pessoas que vivem com Atrofia Muscular Espinhal (AME), a cartilha é importante tanto para pacientes e familiares quanto para instituições e governo.
“A maior dificuldade das famílias é a informação. Na AME, muitas pessoas não conhecem a doença e falta diagnóstico. Essa iniciativa da OAB se junta a uma série de iniciativas da associações para disseminar informações sobre doenças que afetam uma parcela significativa da população”, disse Guimarães.
A AME é uma doença rara e degenerativa que afeta os neurônios motores na medula espinhal. Pode causar fraqueza muscular progressiva, atrofia e pode comprometer funções básicas como locomoção, deglutição e respiração.
Elas foram mortas durante uma ação policial, em 4 de dezembro de 2020, na comunidade do Sapinho, em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense. A ação ainda cabe recurso.
De acordo com o defensor público André Castro, do Núcleo de Defesa dos Direitos Humanos, responsável pelo caso, “a sentença do poder judiciário examina cuidadosamente o caso e vai verificar que a investigação não atendeu aos critérios necessários previstos em lei para uma apuração adequada e, portanto, falhou com as famílias ao buscar a verdade, tanto é que até hoje não se sabe quem são os responsáveis”, disse.
“Essa sentença traz esse aspecto muito importante, de certo modo inédito, que protege não só o direito a reparação, mas também o direito a verdade que as famílias têm. Direito a verdade que é o direito de saber quem foi o responsável ou responsáveis pelas mortes das meninas Emily e Rebecca”, afirmou Castro.
Na decisão, a juíza Cristiana Aparecida de Souza Donato determina o pagamento de indenização por danos morais e pensão aos familiares das vítimas.
A magistrada citou uma súmula do Supremo Tribunal Federal na qual diz que o “Estado é responsável na esfera cível por morte ou ferimento decorrente de operações de segurança pública, nos termos do risco administrativo”.
Ainda segundo a súmula, a perícia inconclusiva sobre a origem do disparo fatal durante operações policiais e militares “não é suficiente, por si só, para afastar a responsabilidade civil do Estado, por constituir elemento indiciário”.
As crianças brincavam do lado de fora da casa quando foram atingidas por um único tiro de fuzil. O disparo ocorreu em meio a uma ação da Polícia Militar, no momento em que a viatura policial passava com dois militares, armados de fuzil, na frente da rua onde as meninas estavam.
De acordo com a ação judicial, testemunhas informaram ter visto um flash de luz saindo de dentro da viatura. Já as investigações policiais acabaram concluindo que o disparo necessariamente teria vindo do outro lado da rua, de supostos criminosos que nunca foram identificados, o que resultou num processo criminal contra os líderes do tráfico local.
O laudo de confronto de balística indica que os fuzis portados pelos policiais eram compatíveis com o projétil que atingiu as duas crianças, “embora não pudesse afirmar com certeza, que o disparo fora efetuado por alguma daquelas armas usadas pelos PMs”, diz o texto.
De acordo com a Defensoria Pública do Rio de Janeiro “esse processo, no entanto, acabou sendo arquivado por falta de provas e a conclusão que se tem é que até hoje não se sabe quem são os responsáveis pela morte das meninas”.
Para o Projeto Mirante, projeto de pesquisa sediado na Universidade Federal Fluminense (UFF), a decisão é uma “vitória histórica”.
Pesquisadores do projeto atuaram na reconstrução do caso, que envolveu medições nas ruas, conversas com moradores e familiares, e muita técnica, incluindo reconstrução 3D.
Nas redes sociais, a pesquisadora Liliana Sanjurjo comentou a atuação do projeto:
“A gente observou muitas falhas sobretudo no laudo de reprodução simulada que foi feito na época do inquérito e faltavam uns elementos para a conclusão”, disse.
Com o cruzamento de informações, imagens e localização de GPS, segundo Sanjurjo, foi possível comprovar “que de fato havia uma viatura da polícia no exato momento do incidente”.
O Governo do Estado do Rio de Janeiro diz, por meio de nota, que aguarda ainda a análise da Justiça dos embargos de declaração feitos pela a Defensoria Pública para decidir se entrará ou não com recurso de apelação contra a sentença judicial.
Segundo o governo, a investigação conduzida pela Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense concluiu que os disparos que atingiram as vítimas não partiram dos policiais militares investigados.
“Com base nos laudos periciais e demais provas técnicas reunidas ao longo da apuração, o Ministério Público requereu o arquivamento do procedimento em relação aos agentes de segurança. As investigações também identificaram a participação de dois traficantes nos fatos, que foram indiciados pela Polícia Civil”, ressaltou.
A nota diz ainda que, durante a investigação, foram realizadas diversas diligências, oitivas de testemunhas, perícia no local, exames balísticos, perícias nos corpos das vítimas, reprodução simulada dos fatos e análise de todos os elementos probatórios disponíveis.
Segundo a plataforma Futuro Exterminado, que reúne dados de crianças e adolescentes que foram vítimas de armas de fogo, entre 2016 e 2026, 778 foram baleadas, sendo que 347, durante operações policiais, no Rio de Janeiro e região metropolitana. Dessas, 342 morreram. Em 2020, foram 62 baleados e, desses, 26 morreram, entre elas, Emily e Rebecca.
Elas foram mortas durante uma ação policial, em 4 de dezembro de 2020, na comunidade do Sapinho, em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense. A ação ainda cabe recurso.
De acordo com o defensor público André Castro, do Núcleo de Defesa dos Direitos Humanos, responsável pelo caso, “a sentença do poder judiciário examina cuidadosamente o caso e vai verificar que a investigação não atendeu aos critérios necessários previstos em lei para uma apuração adequada e, portanto, falhou com as famílias ao buscar a verdade, tanto é que até hoje não se sabe quem são os responsáveis”, disse.
“Essa sentença traz esse aspecto muito importante, de certo modo inédito, que protege não só o direito a reparação, mas também o direito a verdade que as famílias têm. Direito a verdade que é o direito de saber quem foi o responsável ou responsáveis pelas mortes das meninas Emily e Rebecca”, afirmou Castro.
Na decisão, a juíza Cristiana Aparecida de Souza Donato determina o pagamento de indenização por danos morais e pensão aos familiares das vítimas.
A magistrada citou uma súmula do Supremo Tribunal Federal na qual diz que o “Estado é responsável na esfera cível por morte ou ferimento decorrente de operações de segurança pública, nos termos do risco administrativo”.
Ainda segundo a súmula, a perícia inconclusiva sobre a origem do disparo fatal durante operações policiais e militares “não é suficiente, por si só, para afastar a responsabilidade civil do Estado, por constituir elemento indiciário”.
As crianças brincavam do lado de fora da casa quando foram atingidas por um único tiro de fuzil. O disparo ocorreu em meio a uma ação da Polícia Militar, no momento em que a viatura policial passava com dois militares, armados de fuzil, na frente da rua onde as meninas estavam.
De acordo com a ação judicial, testemunhas informaram ter visto um flash de luz saindo de dentro da viatura. Já as investigações policiais acabaram concluindo que o disparo necessariamente teria vindo do outro lado da rua, de supostos criminosos que nunca foram identificados, o que resultou num processo criminal contra os líderes do tráfico local.
O laudo de confronto de balística indica que os fuzis portados pelos policiais eram compatíveis com o projétil que atingiu as duas crianças, “embora não pudesse afirmar com certeza, que o disparo fora efetuado por alguma daquelas armas usadas pelos PMs”, diz o texto.
De acordo com a Defensoria Pública do Rio de Janeiro “esse processo, no entanto, acabou sendo arquivado por falta de provas e a conclusão que se tem é que até hoje não se sabe quem são os responsáveis pela morte das meninas”.
Para o Projeto Mirante, projeto de pesquisa sediado na Universidade Federal Fluminense (UFF), a decisão é uma “vitória histórica”.
Pesquisadores do projeto atuaram na reconstrução do caso, que envolveu medições nas ruas, conversas com moradores e familiares, e muita técnica, incluindo reconstrução 3D.
Nas redes sociais, a pesquisadora Liliana Sanjurjo comentou a atuação do projeto:
“A gente observou muitas falhas sobretudo no laudo de reprodução simulada que foi feito na época do inquérito e faltavam uns elementos para a conclusão”, disse.
Com o cruzamento de informações, imagens e localização de GPS, segundo Sanjurjo, foi possível comprovar “que de fato havia uma viatura da polícia no exato momento do incidente”.
O Governo do Estado do Rio de Janeiro diz, por meio de nota, que aguarda ainda a análise da Justiça dos embargos de declaração feitos pela a Defensoria Pública para decidir se entrará ou não com recurso de apelação contra a sentença judicial.
Segundo o governo, a investigação conduzida pela Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense concluiu que os disparos que atingiram as vítimas não partiram dos policiais militares investigados.
“Com base nos laudos periciais e demais provas técnicas reunidas ao longo da apuração, o Ministério Público requereu o arquivamento do procedimento em relação aos agentes de segurança. As investigações também identificaram a participação de dois traficantes nos fatos, que foram indiciados pela Polícia Civil”, ressaltou.
A nota diz ainda que, durante a investigação, foram realizadas diversas diligências, oitivas de testemunhas, perícia no local, exames balísticos, perícias nos corpos das vítimas, reprodução simulada dos fatos e análise de todos os elementos probatórios disponíveis.
Segundo a plataforma Futuro Exterminado, que reúne dados de crianças e adolescentes que foram vítimas de armas de fogo, entre 2016 e 2026, 778 foram baleadas, sendo que 347, durante operações policiais, no Rio de Janeiro e região metropolitana. Dessas, 342 morreram. Em 2020, foram 62 baleados e, desses, 26 morreram, entre elas, Emily e Rebecca.

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El líder del PP ha dicho que "P.S. son las siglas de un fariseo que no cumplió nada de lo que prometió" haciendo referencia a las siglas que aparecieron en una de las agendas incautadas de Leire Díez
Feijóo llama a Sánchez P.S. por las agendas de Leire Díez y el presidente responde: “Pregunte primero por M. Rajoy”
El líder del PP, Alberto Núñez Feijóo, ha dicho este sábado en la romería del partido en O Pino (A Coruña) que “tenemos un Gobierno que es capaz de hacer cualquier cosa” para a renglón seguido decir que “España necesita más puntos de encuentro”. Según el presidente de los populares, Pedro Sánchez y su Gobierno son capaces de “cualquier cosa”, como organizar una “cacería” contra policías, jueces y fiscales “por hacer su trabajo”.
“Vamos a hacer una limpieza completa porque lo han podrido todo; no ha faltado nada, no ha faltado nadie en esta podredumbre, es una serie interminable que se supera capítulo a capítulo”, ha asegurado en la clausura de este encuentro en una jornada con aviso naranja por altas temperaturas. “No ha faltado nadie en esta pobredumbre; es una serie interminable que se supera capítulo a capítulo”, ha resumido.
Feijóo también se ha atrevido ya a mencionar el epitafio político del jefe del Ejecutivo haciendo referencia a las siglas que aparecieron en una de las agendas incautadas de Leire Díez: “P.S. son las siglas de un fariseo que no cumplió nada de lo que prometió”. La libreta contenía la anotación “Reunión con P.S.” en la página correspondiente al 3 de febrero de 2025. La UCO hizo alusión a alguna de las anotaciones de esa agenda en el informe principal del caso, pero obvió este apunte. Según la página oficial de La Moncloa, Pedro Sánchez —a quien pudieran corresponder esas siglas— participó ese día en el retiro informal de líderes de la UE en Bruselas, convocado por el Consejo Europeo. Desde Moncloa han “desmentido rotundamente” cualquier encuentro entre ambos.
“España necesita más puntos de encuentro, no necesita muros; necesita un proyecto en común, más convivencia y más ambición colectiva”, ha subrayado para continuar asegurando que necesita al PP, “el partido que no necesita romper nada para avanzar”. Un partido, ha agregado, que apuesta por “unir”, que es, a su juicio, “lo más difícil pero lo único útil que puede hacer un político”.
Feijóo ha clasurado este encuentro que se celebra en un contexto de plena ofensiva política del PP para pedir comicios anticipados por las investigaciones judiciales que afectan al PSOE. Antes del líder del PP ha intervenido Alfonso Rueda, que ha proclamado que España necesita unas elecciones generales porque requiere de “limpieza, decencia, dirección y sentidiño”.
El líder del PP gallego y presidente de la Xunta ha instado a su jefe de filas, Alberto Núñez Feijóo, a “coger fuerzas” con un compromiso: “Cuando toque”, los populares gallegos estarán “preparados” y le darán “el mejor resultado de España”.
Sin perder de vista las municipales de 2027, Rueda ha llevado el foco a unos comicios generales que, ha augurado, a la espera de comprobar la “resistencia” de Sánchez “cercado por los escándalos”, se producirán antes o después. Y cuando lleguen, ha arengado Rueda a los suyos, el PP gallego no le puede “fallar”.

© PHILL MAGAKOE / POOL/EPA



© TOMS KALNINS/EPA
As seis dezenas do concurso 3.018 da Mega-Sena serão sorteadas, a partir das 21h (horário de Brasília), no Espaço da Sorte, localizado na Avenida Paulista, nº 750, em São Paulo.![]()
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O prêmio da faixa principal está acumulado e estimado em R$ 12 milhões.
As apostas podem ser feitas até as 20h (horário de Brasília), nas lotéricas e pela internet, no portal das Loterias Caixa.
O jogo simples, com seis números marcados, custa R$ 6.
>>Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp
O sorteio terá transmissão ao vivo pelo canal da Caixa no YouTube e no Facebook das Loterias Caixa.
As seis dezenas do concurso 3.018 da Mega-Sena serão sorteadas, a partir das 21h (horário de Brasília), no Espaço da Sorte, localizado na Avenida Paulista, nº 750, em São Paulo.![]()
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O prêmio da faixa principal está acumulado e estimado em R$ 12 milhões.
As apostas podem ser feitas até as 20h (horário de Brasília), nas lotéricas e pela internet, no portal das Loterias Caixa.
O jogo simples, com seis números marcados, custa R$ 6.
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O sorteio terá transmissão ao vivo pelo canal da Caixa no YouTube e no Facebook das Loterias Caixa.