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Mundial de 2026: as ações que podem brilhar com o torneio

18 June 2026 at 07:00

O Campeonato do Mundo de Futebol é uma das competições desportivas mais aguardados do ano. São 48 países, 104 jogos em várias cidades dos EUA, México e Canadá, sendo esperados 6,5 milhões de adeptos. O impacto económico é enorme e, para os investidores, a questão não é se haverá dinheiro a ser ganho, mas sim quem ficará com a maior parte dele. Segundo os especialistas, há empresas que se destacam-se claramente: Coca-Cola, Fox, Anheuser-Busch InBev, Marriott International, Flutter Entertainment, Nike e Puma .

Conheça as principais empresas com potencial de valorização:

Coca-Cola (KO): campanhas televisivas, exclusividade e parcerias exclusivas

A Coca-Cola não é apenas patrocinadora do Mundial 2026 — praticamente faz parte da identidade comercial do evento. A empresa é parceira da FIFA há quase 50 anos e é patrocinadora oficial de bebidas não alcoólicas. Para esta competição, a Coca-Cola está a realizar três campanhas televisivas; uma digressão global com o troféu; uma parceria com os cromos Panini e garrafas promocionais exclusivas e experiências para fãs nas 16 cidades-sede. O risco para os investidores é que parte desse crescimento já esteja refletido no preço das ações. A KO acumula uma valorização de cerca de 19% em 2026 e já negocia acima do preço-alvo médio dos analistas. Ainda assim, a Coca-Cola continua atrativa para investidores focados em dividendos. A empresa aumentou o dividendo durante 64 anos consecutivos, sendo considerada uma “Dividend King”.

Fox Corporation (FOXA): o impulso das receitas publicitárias

O Mundial de 2026 deverá gerar cerca de 850 milhões de dólares em receitas publicitárias combinadas para a Fox Sports e a Telemundo — mais do que o dobro dos 384,3 milhões arrecadados na última edição. Daniel Cohen, especialista da consultora desportiva Octagon, estima que a Fox obtenha lucro apenas com as receitas publicitárias do Mundial, sem contabilizar assinaturas, streaming ou o valor de longo prazo da marca.

Anheuser-Busch InBev (BUD): exclusividade na venda de cerveja

As ações da AB InBev (dona das marcas Budweiser, Corona, Stella Artois, entre outras) também podem beneficiar significativamente do evento, pois a empresa detém os direitos exclusivos de venda de cerveja dentro dos estádios como parceira global oficial da FIFA. Esta vantagem aplica-se às 16 cidades-sede, independentemente da concorrência local. A história sugere que o impacto é real e mensurável: durante o Mundial de 2014 no Brasil, a AB InBev vendeu mais 140 milhões de litros de cerveja. E mesmo no Mundial de 2022, no Qatar, onde as restrições ao consumo de álcool foram severas, a empresa registou um aumento de 9,9% no volume de vendas durante os jogos. Com a exclusividade nos estádios, um portefólio premium e dados históricos favoráveis, a BUD parece ser uma das beneficiárias mais diretas do torneio.

Marriott International (MAR): ocupação, tarifas e receitas

A Marriott estima que o Mundial contribuirá para o crescimento global da empresa.  O programa Marriott Bonvoy é parceiro oficial do torneio, posicionando a empresa para angariar fãs através de pacotes de hospitalidade e ofertas de acesso exclusivo. Em resumo, a forte presença da cadeia hoteleira nas cidades-sede e a confiança na gestão tornam a empresa uma das apostas mais interessantes do setor hoteleiro para o Mundial.

Flutter Entertainment (FLUT): uma aposta com forte potencial

O Mundial é o maior evento de apostas do planeta, superando inclusive o Super Bowl.  É aí que surge o argumento para a Flutter Entertainment, proprietária da FanDuel (aplicação de apostas) líder nos Estados Unidos. Os analistas preveem um crescimento próximo de 70% nos próximos 12 meses.

Nike (NKE) e a Adidas (ADDYY): rivalidade histórica pelas vendas globais

A Nike e a sua rival alemã Adidas (ADDYY) estarão no centro das atenções, uma vez que, juntas, representam a principal fatia do retalho desportivo.  Em março, a Bernstein Research afirmou que tanto a Nike como a Adidas poderiam registar um aumento de 3% a 4% nas vendas globais, impulsionado pela competição, que deverá estimular a procura por camisolas, chuteiras e outros artigos desportivos.  A Bernstein destacou que, “com ambas as ações em queda desde o início do ano e o sentimento dos investidores bastante enfraquecido, uma forte performance durante o evento, acompanhada por um aumento das vendas e do prestígio das marcas, poderá impulsionar o interesse dos investidores e levar a uma reavaliação positiva das ações nos próximos meses.”

 

 

 

 

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Poisoned in the fields of the Rio Grande Valley: Parkinson’s advances in the agricultural heart of Texas

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This story is part of a series by Public Health Watch and MyRGV.com. Puente News Collaborative is a partner in this collaboration.

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Help for Parkinson’s patients in the Rio Grande Valley

Seek appropriate care. Dr. CJ Martínez-Menéndez, a neurologist at the University of Texas Rio Grande Valley, emphasizes that Parkinson’s treatment is a team effort. Finding a neurologist is the first step; ask for a referral to a movement disorders specialist, physical therapists and occupational therapists, and possibly a psychiatrist or psychologist for emotional support.

Join a support group. Two hospital systems — South Texas Health System and DHR Health System — hold monthly meetings. Another group meets at Siesta Retirement Village in Weslaco, Texas. Myla Garza, a Parkinson’s patient, encourages people not to be “afraid” of the diagnosis. “There are many things that can improve your quality of life,” she says.

Explore online resources. The Michael J. Fox Foundation and the Parkinson’s Foundation offer free, reliable information to help patients and families understand and cope with the disease. The Parkinson’s Foundation also operates a toll-free helpline (1-800-473-4636) available in English and Spanish.

Participate in Parkinson’s research projects. Contact brain@utrgv.edu for information about Dr. Kelsey Baker’s study at the University of Texas Rio Grande Valley. You can also email genetics@parkinson.org or call the Parkinson’s Foundation helpline (1-800-473-4636) to enroll in the foundation’s national genetic study, which offers free genetic testing to all participants.

© Delcia Lopez (MyRGV)

Migrant farmworkers on temporary work visas, in an onion field in Edinburg, Texas, May 5.
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