Normal view

Lagos | Abriram as inscrições para a 37.ª Feira Concurso Arte Doce

16 June 2026 at 20:14

Já se encontram abertas, até ao próximo dia 30 de junho, as inscrições para participação na 37.ª edição da Feira Concurso Arte Doce, um dos eventos mais emblemáticos do verão algarvio e uma referência na promoção da doçaria tradicional portuguesa. Organizada pelo município de Lagos, a iniciativa regressa ao Complexo Desportivo de Lagos entre os […]

Câmara de Lagos abriu inscrições para a 37.ª Feira Concurso Arte Doce

Evento realiza-se de 22 e 26 de julho

Já se encontram abertas, até ao próximo dia 30 de junho, as inscrições para participação na 37.ª edição da Feira Concurso Arte Doce, em Lagos, um dos eventos mais emblemáticos do verão algarvio e uma referência na promoção da doçaria tradicional portuguesa.

Organizada pelo Município de Lagos, a iniciativa regressa ao Complexo Desportivo de Lagos entre os dias 22 e 26 de julho, com cinco dias de sabores, criatividade, música e animação para todas as idades.

As inscrições destinam-se às várias categorias de expositores admitidas no certame, incluindo doçaria, artesanato, restauração e bebidas, e outros produtos alimentares, podendo ser efetuadas através da clicando aqui.

Entre os pontos altos da iniciativa, voltam a destacar-se os concursos de doçaria, que desafiam a criatividade e a técnica dos participantes. Na categoria Arte Doce, os concorrentes poderão apresentar trabalhos enquadrados nas modalidades de Tema Livre e Tema Obrigatório, este ano subordinado ao mote ‘Lagos: Entre Tradições e o Mar Multicultural’.

Imagem extraída do vídeo

Paralelamente, decorrerá o concurso ‘Doce de Inovação’, que distingue propostas inovadoras inspiradas na tradição e nos produtos endógenos da região, bem como o concurso ‘Qualidade na Tradição’, dedicado à valorização da excelência na confeção dos mais representativos doces regionais algarvios – Dom Rodrigo, Doce Fino, Morgado e Doce de Figo.

À semelhança das edições anteriores, serão atribuídos troféus em todas as categorias a concurso, estando igualmente previstos prémios monetários para os vencedores das categorias Arte Doce e Doce de Inovação.

Importa destacar que os concursos da categoria Arte Doce estão abertos à participação de todos os interessados, independentemente de possuírem ou não espaço de exposição no recinto, reforçando a dimensão inclusiva e participativa do evento.

Douro é a região convidada

A 37.ª edição da Feira Concurso Arte Doce terá como região convidada o Douro, promovendo o encontro entre diferentes expressões da identidade cultural e gastronómica portuguesa.

A autarquia salienta que a entrada é gratuita e o programa de animação contará ainda com atuações dos cabeças de cartaz Marisa Liz, Matias Damásio, Dino D’Santiago, Carlão e Ana Moura, entre outros momentos de animação que prometem enriquecer a experiência dos visitantes.

Radioagência é finalista em concurso Dom Phillips e Bruno Pereira

10 June 2026 at 22:24

Logo Agência Brasil

O podcast Crianças Sabidas – Série Trilhinhas Amazônicas, da Radioagência Nacional, está entre os finalistas do Concurso Dom Phillips e Bruno Pereira de Jornalismo e Comunicação em Defesa do Meio Ambiente e Direito dos Povos Indígenas e Comunidades Tradicionais.

O anúncio foi feito nesta terça-feira (9) e a solenidade de entrega dos prêmios aos vencedores e reconhecimentos aos finalistas será nesta quinta-feira (11), no Itamaraty, em Brasília (DF).

Notícias relacionadas:

O podcast concorreu na categoria Iniciativa de educação midiática envolvendo a proteção do meio ambiente, povos indígenas ou comunidades tradicionais.

Em linguagem acessível voltada para as crianças, a produção explora a importância da Amazônia como reguladora do clima global, destacando a crise climática que já impacta diretamente a região, além de assuntos que estiveram em destaque durante a Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas (COP30), que foi realizada em Belém (PA) no ano passado.

O podcast é baseado na série Trilhas Amazônicas, do jornalista Rafael Cardoso e da fotojornalista Tânia Rêgo. O trabalho foi primeiramente adaptado como podcast, na série também chamada Trilhas Amazônicas, com sete episódios, e depois adaptado para o selo infantil da Radioagência Nacional

Roteiro, apresentação e montagem são de Akemi Nitahara, com edição de Beatriz Arcoverde e participação, na apresentação, de Maria Eduarda Arcoverde, de 10 anos; e de Caetano Faria, de 12 anos.

“Fiquei muito feliz com a indicação como finalista. Isso mostra a qualidade do trabalho que fazemos com os podcasts da Radioagência Nacional. Tanto o tema do prêmio, em  defesa do meio ambiente e dos povos tradicionais e a justa homenagem a Dom e Bruno, como a categoria de educação midiática, se encaixam perfeitamente no que pretendemos alcançar com o Crianças Sabidas: um jornalismo público de qualidade e comprometido com a sociedade, em especial que envolva a infância nos grandes temas do país”, comenta Akemi Nitahara.

Para a diretora de Jornalismo da Empresa Brasil de Comunicação (EBC), a presença da Radioagência Nacional entre os finalistas do prêmio consolida o papel da comunicação pública no debate de temas estratégicos para o país, como as agendas socioambientais e a valorização das comunidades tradicionais.

“Esse resultado é fruto direto do compromisso técnico e da sensibilidade das nossas equipes, que conseguem transformar informação de interesse público em conteúdos de alto impacto e relevância social”, avalia a diretora de Jornalismo da EBC, Myrian Pereira. “Mais do que celebrar o reconhecimento, parabenizo os profissionais por garantirem um jornalismo que dá visibilidade e voz às causas que realmente importam para o Brasil”, destaca.

Produções classificadas

Outras produções da EBC foram classificadas no certame, em aderência aos princípios do edital, que envolvem relevância social e impacto na defesa de direitos, qualidade técnica e profissional, contribuição para o enfrentamento da desinformação e esforço de disseminação de conteúdo íntegro.

Na categoria Iniciativas de fotojornalismo, ilustração, charge, cartum, quadrinhos ou grafite, a fotojornalista Tânia Rego foi classificada com as fotografias de Vilma Savala, rezadeira na Retomada Guapo’y Mirin Tujury; e do também rezador Adilino Gomes. As imagens integram a reportagem Áreas de retomada guarani em MS enfrentam dificuldades e violência, da Agência Brasil.

Na categoria Reportagem audiovisual sobre proteção ao meio ambiente, povos indígenas ou comunidades tradicionais, a EBC foi classificada com duas edições do Caminhos da Reportagem, atração da TV BrasilApyterewa, tempo de reocupar, da repórter Ana Passos; e Expedição Ituxi, a Amazônia que sobrevive, da repórter Flávia Grossi.

Na mesma categoria, também foi classificado o conteúdo especial em formato podcast Identidade Ancestral, da Rádio Nacional da Amazônia. Os episódios tiveram produção, entrevistas, roteiro e edição de Nathália Mendes, sonoplastia de Messias Melo e trilha sonora por Marcus Viana.

O programa Tarde Nacional, da mesma emissora, foi classificado ainda com dois produtos jornalísticos: Quase metade dos indígenas brasileiros não tem acesso à água potável, segundo IBGE e O crime organizado e delitos ambientais na Amazônia, ambos com apresentação de Juliana Maya e produção Roberta Timponi.

Sobre o concurso

O Concurso Dom Phillips e Bruno Pereira de Jornalismo e Comunicação em Defesa do Meio Ambiente e Direito dos Povos Indígenas e Comunidades Tradicionais é coordenado pela Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República (Secom/PR), por meio da Secretaria de Políticas Digitais (SPDigi).

O Fundo de Direitos Difusos do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) financia o certame.

Os ministérios dos Povos Indígenas, dos Direitos Humanos e da Cidadania e das Relações Exteriores atuam em parceria na iniciativa. A Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) apoia o projeto.

Será destinado o total de R$ 300 mil para os cinco melhores classificados de cada uma das seis categorias. Os primeiros colocados receberão R$ 30 mil, enquanto os segundos e terceiros lugares receberão R$ 15 mil e R$ 5 mil, respectivamente. 

Uma comissão julgadora especializada avaliou os trabalhos inscritos de acordo com os critérios de qualidade técnica, relevância social e impacto da informação, conforme o edital. O grupo de jurados foi composto por jornalistas renomados, especialistas em meio ambiente, lideranças indígenas e representantes de comunidades tradicionais. 

A premiação tem o objetivo de reconhecer trabalhos de jornalismo investigativo, comunicação popular e educação midiática em âmbito nacional, buscando fortalecer a rede de proteção a comunicadores e defensores de direitos humanos.

O edital foi ancorado em um compromisso internacional de reparação, fundamentado no Plano de Ação para o cumprimento das Medidas Cautelares 449-22, estabelecidas pela Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH) em resposta aos assassinatos do jornalista britânico Dom Phillips e do indigenista Bruno Pereira, ocorridos em junho de 2022, no Vale do Javari.

Radioagência é finalista em concurso Dom Phillips e Bruno Pereira

10 June 2026 at 22:24

Logo Agência Brasil

O podcast Crianças Sabidas – Série Trilhinhas Amazônicas, da Radioagência Nacional, está entre os finalistas do Concurso Dom Phillips e Bruno Pereira de Jornalismo e Comunicação em Defesa do Meio Ambiente e Direito dos Povos Indígenas e Comunidades Tradicionais.

O anúncio foi feito nesta terça-feira (9) e a solenidade de entrega dos prêmios aos vencedores e reconhecimentos aos finalistas será nesta quinta-feira (11), no Itamaraty, em Brasília (DF).

Notícias relacionadas:

O podcast concorreu na categoria Iniciativa de educação midiática envolvendo a proteção do meio ambiente, povos indígenas ou comunidades tradicionais.

Em linguagem acessível voltada para as crianças, a produção explora a importância da Amazônia como reguladora do clima global, destacando a crise climática que já impacta diretamente a região, além de assuntos que estiveram em destaque durante a Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas (COP30), que foi realizada em Belém (PA) no ano passado.

O podcast é baseado na série Trilhas Amazônicas, do jornalista Rafael Cardoso e da fotojornalista Tânia Rêgo. O trabalho foi primeiramente adaptado como podcast, na série também chamada Trilhas Amazônicas, com sete episódios, e depois adaptado para o selo infantil da Radioagência Nacional

Roteiro, apresentação e montagem são de Akemi Nitahara, com edição de Beatriz Arcoverde e participação, na apresentação, de Maria Eduarda Arcoverde, de 10 anos; e de Caetano Faria, de 12 anos.

“Fiquei muito feliz com a indicação como finalista. Isso mostra a qualidade do trabalho que fazemos com os podcasts da Radioagência Nacional. Tanto o tema do prêmio, em  defesa do meio ambiente e dos povos tradicionais e a justa homenagem a Dom e Bruno, como a categoria de educação midiática, se encaixam perfeitamente no que pretendemos alcançar com o Crianças Sabidas: um jornalismo público de qualidade e comprometido com a sociedade, em especial que envolva a infância nos grandes temas do país”, comenta Akemi Nitahara.

Para a diretora de Jornalismo da Empresa Brasil de Comunicação (EBC), a presença da Radioagência Nacional entre os finalistas do prêmio consolida o papel da comunicação pública no debate de temas estratégicos para o país, como as agendas socioambientais e a valorização das comunidades tradicionais.

“Esse resultado é fruto direto do compromisso técnico e da sensibilidade das nossas equipes, que conseguem transformar informação de interesse público em conteúdos de alto impacto e relevância social”, avalia a diretora de Jornalismo da EBC, Myrian Pereira. “Mais do que celebrar o reconhecimento, parabenizo os profissionais por garantirem um jornalismo que dá visibilidade e voz às causas que realmente importam para o Brasil”, destaca.

Produções classificadas

Outras produções da EBC foram classificadas no certame, em aderência aos princípios do edital, que envolvem relevância social e impacto na defesa de direitos, qualidade técnica e profissional, contribuição para o enfrentamento da desinformação e esforço de disseminação de conteúdo íntegro.

Na categoria Iniciativas de fotojornalismo, ilustração, charge, cartum, quadrinhos ou grafite, a fotojornalista Tânia Rego foi classificada com as fotografias de Vilma Savala, rezadeira na Retomada Guapo’y Mirin Tujury; e do também rezador Adilino Gomes. As imagens integram a reportagem Áreas de retomada guarani em MS enfrentam dificuldades e violência, da Agência Brasil.

Na categoria Reportagem audiovisual sobre proteção ao meio ambiente, povos indígenas ou comunidades tradicionais, a EBC foi classificada com duas edições do Caminhos da Reportagem, atração da TV BrasilApyterewa, tempo de reocupar, da repórter Ana Passos; e Expedição Ituxi, a Amazônia que sobrevive, da repórter Flávia Grossi.

Na mesma categoria, também foi classificado o conteúdo especial em formato podcast Identidade Ancestral, da Rádio Nacional da Amazônia. Os episódios tiveram produção, entrevistas, roteiro e edição de Nathália Mendes, sonoplastia de Messias Melo e trilha sonora por Marcus Viana.

O programa Tarde Nacional, da mesma emissora, foi classificado ainda com dois produtos jornalísticos: Quase metade dos indígenas brasileiros não tem acesso à água potável, segundo IBGE e O crime organizado e delitos ambientais na Amazônia, ambos com apresentação de Juliana Maya e produção Roberta Timponi.

Sobre o concurso

O Concurso Dom Phillips e Bruno Pereira de Jornalismo e Comunicação em Defesa do Meio Ambiente e Direito dos Povos Indígenas e Comunidades Tradicionais é coordenado pela Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República (Secom/PR), por meio da Secretaria de Políticas Digitais (SPDigi).

O Fundo de Direitos Difusos do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) financia o certame.

Os ministérios dos Povos Indígenas, dos Direitos Humanos e da Cidadania e das Relações Exteriores atuam em parceria na iniciativa. A Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) apoia o projeto.

Será destinado o total de R$ 300 mil para os cinco melhores classificados de cada uma das seis categorias. Os primeiros colocados receberão R$ 30 mil, enquanto os segundos e terceiros lugares receberão R$ 15 mil e R$ 5 mil, respectivamente. 

Uma comissão julgadora especializada avaliou os trabalhos inscritos de acordo com os critérios de qualidade técnica, relevância social e impacto da informação, conforme o edital. O grupo de jurados foi composto por jornalistas renomados, especialistas em meio ambiente, lideranças indígenas e representantes de comunidades tradicionais. 

A premiação tem o objetivo de reconhecer trabalhos de jornalismo investigativo, comunicação popular e educação midiática em âmbito nacional, buscando fortalecer a rede de proteção a comunicadores e defensores de direitos humanos.

O edital foi ancorado em um compromisso internacional de reparação, fundamentado no Plano de Ação para o cumprimento das Medidas Cautelares 449-22, estabelecidas pela Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH) em resposta aos assassinatos do jornalista britânico Dom Phillips e do indigenista Bruno Pereira, ocorridos em junho de 2022, no Vale do Javari.

Portimão lança nova edição do Prémio Manuel Teixeira Gomes

8 June 2026 at 15:55

Prémio Manuel Teixeira Gomes recebe candidaturas para novelas inéditas e distingue a criação literária em língua portuguesa.

O conteúdo Portimão lança nova edição do Prémio Manuel Teixeira Gomes aparece primeiro em Barlavento.

Faro tem cinco patrimónios finalistas nas novas 7 maravilhas de Portugal

31 May 2026 at 07:06

Convento de Nossa Senhora da Assunção, Arco da Vila, Ruínas Romanas de Milreu Palácio Fialho e Palácio de Estoi passaram à segunda fase de concurso de valorização do património nacional.

O Município de Faro conta com cinco patrimónios entre os 147 candidatos que seguem para a segunda e fase final do concurso das Novas 7 Maravilhas de Portugal 2026. O anúncio foi feito esta sexta-feira, dia 29 de maio, numa cerimónia que teve lugar no Palácio Nacional de Queluz, tendo sido eleitos finalistas, em diferentes categorias, todas os patrimónios candidatos pelo Município de Faro: na categoria “Religião”, o Convento de Nossa Senhora da Assunção; na categoria “História”, o Arco da Vila e as Ruínas Romanas de Milreu; na categoria “Século XX”, o Palácio Fialho, e na categoria “Turismo”, o Palácio de Estoi.

Em representação da Câmara Municipal de Faro na cerimónia, a vereadora Tatiana Homem de Gouveia declarou que “a nomeação destes cinco patrimónios como finalistas a este concurso nacional só valoriza e reforça o reconhecimento do nosso património histórico e cultural e o Município de Faro tudo fará, nesta fase final, para mobilizar a população a votar e a tornar estas referências do património farense como algumas das Novas 7 Maravilhas de Portugal”.

A votação poderá ser realizada através de chamada telefónica e/ ou através da aplicação TVI Pass até ao dia 18 de julho, quando acontece a Gala Final das Novas 7 Maravilhas de Portugal.

Consulte os números de votação em: https://7maravilhas.pt/patrimonios/regiao/algarve .

O conteúdo Faro tem cinco patrimónios finalistas nas novas 7 maravilhas de Portugal aparece primeiro em Sempre à Mão.

❌