Em meio aos destaques esportivos devido à Copa do Mundo 2026, as esposas e namoradas de jogadores também têm chamado atenção. O termo WAG, utilizado para se referir às companheiras de atletas, tem voltado a aparecer em alta.
Por isso, confira quem são as maiores WAGs de todos os tempos que construíram uma carreira consolidada nas redes sociais ao compartilhar a vida ao lado de seus amores.
Bruna Biancardi
A influenciadora Bruna Biancardi, 32, começou o relacionamento com Neymar, 34, em abril de 2022. Os dois são pais de Mavie, nascida em outubro de 2023, e Mel, nascida em julho de 2025. Após idas e vindas e até mesmo rumores de traição, eles seguem juntos após reatarem em julho de 2024.
Antonela Roccuzzo, 38, e Lionel Messi, 38, vivem uma das histórias mais conhecidas do futebol mundial. Eles se conheceram na infância e mantém um relacionamento de longa data. Ao longo da história juntos, ela construiu uma sólida presença no meio digital e se tornou referência em moda.
Com uma trajetória alinhada a temas de bem-estar e saúde, Anna Lewandowska, 37, é casada com Robert Lewandowski, 37.Casada com o atacante do futebol europeu, ela é ex-atleta de karatê.
Ex-integrante do grupo Spice Girls, Victoria Beckham, 52, se casou com David Beckham, 51, em 1999 e se tornou uma das mulheres mais famosas ligadas ao futebol. Ao lado do ex-futebolista, ela virou símbolo da cultura pop britânica.
Carol Cabrino, 32, é discreta dentro do universo das WAGs brasileiras. Ela é casada desde 2016 com Marcos Aoás Corrêa, 31, o Marquinhos. O jogador é zagueiro no Paris Saint-Germain e integrante da Seleção Brasileira.
A influenciadora ganhou visibilidade ao assumir o relacionamento com o jogador brasileiro Endrick, que é uma das principais promessas do futebol nacional. Aos 23 anos, ela está grávida do primeiro filho do casal.
Anna Mariana Casemiro, 36, ganhou amplitude devido ao relacionamento com o volante do futebol brasileiro, Casemiro, 34. Nas redes sociais, ela mostra bastidores da vida familiar, viagens e também detalhes da trajetória profissional do jogador.
Uma nova teoria sobre os próximos capítulos de “Quem Ama Cuida” passou a pipocar nas redes sociais nos últimos dias.
Tudo gira em torno da possibilidade de Heitor (Renato Góes), filho de Arthur Brandão (Antonio Fagundes) dado como morto, ser o verdadeiro amor de Adriana (Letícia Colin).
A especulação ganhou força desde que o público soube que o herdeiro irá aparecer na trama de Walcyr Carrasco e Claudia Souto por volta do capítulo 100, quando a novela estiver próxima da metade. As informações são do Notícias da TV.
Pedro, Adriana e Heitor: triângulo amoroso?
Embora Pedro (Chay Suede) já tenha confessado seus sentimentos por Adriana, a fisioterapeuta – até o momento – optou em manter apenas a relação amigável e de trabalho com o advogado.
No entanto, mesmo após admitir que também nutre algo especial por ele, a protagonista será obrigada a partir o seu coração, logo depois do primeiro beijo, diante de uma ameaça feita por Pilar (Isabel Teixeira).
Com a chegada de Heitor no folhetim, e a possível disputa pelo amor da mocinha, alguns internautas passaram a recordar outra novela de Walcyr que se desenvolveu com um enredo similar: “O Outro Lado do Paraíso”, de 2017, com Clara (Bianca Bin) e Patrick (Thiago Fragaso).
E mais: leia o resumo do capítulo desta sexta-feira (13)
Pedro diz a Cléber que irá descobrir se o pai fez algo irregular. Pedro acusa o pai de ter influenciado a decisão do Juiz. Dora comenta com Fábia sobre sua intenção em assumir a administração da escola de dança que era da família. Cléber conta a Pedro que Diná era apaixonada por Arthur. Pedro pede informações a Adriana sobre Diná. Ademir diz a André que torce para o sobrinho voltar logo ao Brasil para ajudá-lo a resolver sua relação com Pedro. Pedro e Cléber se preparam para o julgamento de Adriana. Ulisses conta a Pilar que prejudicou a empresa ao voltar a apostar e pede ajuda à irmã para não falir. Pilar não gosta de saber que Tiago foi designado pelo Juiz como inventariante. Ademir arma para que Pedro seja afastado do caso de Adriana. Adriana se aflige ao saber que Pedro não poderá defendê-la.
A nova série do Prime Video, “Depois Daquele Ano”, é uma adaptação do livro “Depois Daquele Ano”, de Carley Fortune, e expande o universo de alguns personagens que eram pouco explorados na história original. A produção chegou aos streaming na quarta-feira (10).
Chantal (Aurora Perrineau) e Jordie (Joseph Chiu) são os melhores amigos do casal de protagonistas Percy Frase (Sadie Soverall) e Sam Florek (Matt Cornett) e ganharam mais tempo de tela e enredos próprios na série.
Em entrevista à CNN Brasil, os atores que vivem esses personagens contaram que encararam a missão de construir Chantal e Jordie sem tantas referências do livro com muito empolgação, já que eles tiveram a chance de explorar os próprios caminhos.
“No livro, a Chantal aparece apenas em ligações telefônicas, então essa é uma expansão muito grande para a personagem. E acho isso muito empolgante porque acaba dando à Percy, personagem da Sadie, alguém em quem se apoiar durante a viagem para Barry’s Bay. Também acho que isso cria um pouco mais de atrito entre alguns personagens, o que é divertido”, defendeu Aurora.
Joseph Chiu, por exemplo, contou que teve a chance de colocar um pouco de sua personalidade em Jordie, que só é mencionado três vezes no livro de Carley Fortune.
“Em termos de função na história e na escrita, Geordie é para Sam o que Chantal é para Percy. No livro, acho que Geordie é mencionado apenas três vezes. Então, para mim, a questão era o quanto eu queria desenvolver esse personagem e também colocar um pouco da minha própria personalidade nele.”
Aurora também destacou a importância de Chantal e Jordie, que surgem na história como pilares de sustentação para Percy e Sam. Na trama, os dois dão apoio para o casal e ajudam a amarrar a narrativa.
“Você quer garantir que os fãs sintam que estão recebendo da série aquilo que amam no livro. Então, era importante ter certeza de que estávamos apoiando os personagens Percy e Sam da melhor forma possível e ajudando a desenvolver a história deles da maneira como ela acontece no livro”, declarou.
“Talvez aliviar um pouco de alívio cômico.”
“Depois Daquele Ano” acompanha uma história de amor que se desenrola ao longo de seis anos e uma semana em Barry’s Bay, uma pequena cidade à beira de um lago no Canadá. A trama explora os encontros e desencontros de seus protagonistas, mostrando como decisões tomadas na juventude podem ecoar por toda a vida e influenciar o futuro de diferentes formas.
Baseada no best-seller de Carley Fortune, a série mistura romance, nostalgia e amadurecimento em uma narrativa que alterna diferentes momentos da vida dos personagens. O livro que inspirou a produção passou 16 semanas na lista de mais vendidos do New York Times, vendeu mais de 1 milhão de cópias e se tornou um fenômeno nas redes sociais, especialmente no TikTok.
Seúl, 13 jun (Prensa Latina) La icónica banda surcoreana BigBang prepara hoy una gira mundial, que arrancará en agosto en la ciudad de Goyang y recorrerá cuatro continentes, una celebración a dos décadas de trayectoria profesional.
Entre 30 de maio e 7 de junho, a quinta edição da Feira do Livro reuniu cerca de 93 mil visitantes nos gramados da praça Charles Miller, em frente ao Estádio do Pacaembu. Com isso, o evento se consolida como um dos principais eventos literários da América do Sul e passa a integrar o calendário oficial da capital apulista.
A edição reuniu 170 editoras, 141 autores e 240 atividades gratuitas, com nomes como Carla Madeira, Jeferson Tenório, Ana Maria Machado, Silviano Santiago, Vera Iaconelli participando de conversar com o público presente.
Neste ano, o livro mais vendido no estande da Livraria Travessa — que é a livraria oficial da feira — foi o lançamento da editora Seja Breve, o título “Elogio à Saudade”, do autor de 82 anos Fernando José de Almeida. A obra é um ensaio dedicado à filha morta em 2023.
Em segundo lugar está o novo livro de Gregorio Duvivier, “Aos Pés da Letra”, e a Feira contou com a presença do ator em 3 de junho, reunindo um grande público em torno da conversa com o humorista.
O diretor-geral da Feira do Livro, Paulo Werneck, avaliou o sucesso da feira como um espaço para que os leitores encontrem novos caminhos da literatura. “É um orgulho para nós que A Feira do Livro seja esse espaço de descobertas literárias e editoriais, além dos reencontros tão esperados com os autores mais queridos pelo público”, refletiu em comunicado para a imprensa.
Confira a lista de livros mais vendidos na Livraria da Travessa, livraria oficial da Feira do Livro 2026:
“Elogio à saudade”, de Fernando José de Almeida (Seja Breve, 2026).
“Aos pés da letra”, de Gregorio Duvivier (Companhia das Letras, 2026).
“A indústria do Holocausto: reflexões sobre a exploração do sofrimento judeu”, de Norman G. Finkelstein (trad. Breno Altman, Autonomia Literária, 2025).
“Noite negra”, de Pilar Quintana (trad. Elisa Menezes, Companhia das Letras, 2026).
“Antes que apague”, de Natalia Timerman (Companhia das Letras, 2026).
“Fitópolis”, de Stefano Mancuso (trad. Regina Silva, Ubu, 2025).
“Café da manhã com os orixás: guia de reflexões para cada dia do ano”, de João Tokunbó Carneiro (Pallas, 2026).
“Na noite lésbica: o levante do Ferro’s Bar”, de Julia Kumpera (Autêntica, 2026).
“O voo da locomotiva”, de Frei Betto (Rocco, 2026).
“Hipocritões e olhigarcas: passado e futuro das guerras culturais”, de Rui Tavares (Tinta-da-China Brasil, 2026).
O cantor Mosquito, 39, revelou que recebeu ajuda de um amigo próximo para conseguir interpretar Zeca Pagodinho no cinema. Escalado para viver o sambista em “Deixa a Vida Me Levar”, ele relatou nas redes sociais que estava descrente de conseguir o papel e que o apoio de amigos e do público foi fundamental para não perder as esperanças.
Em entrevista ao jornalista musical Gabriel Dias, ele explicou que o ator João Vicente de Castro, de quem é próximo, foi quem o ajudou a gravar vídeo para o processo seletivo.
“A gente passou a tarde na casa dele, foi desenhando um vídeo teste. Aí falei: ‘Não vai rolar essa parada’. E rolou! Graças a Deus, Silvinho Guindane, diretor, que olhou, gostou, achou que rolava, que, com uma boa preparação, a gente tinha capacidade de fazer”, contou o músico.
A cinebiografia “Deixa a Via Me Levar”, que vai falar sobre a vida do cantor Zeca Pagodinho, 67, recriará a famosa casa de shows no Rio de Janeiro para retratar momentos marcantes de sua carreira. O Metropolitan, na Barra da Tijuca, Zona Oeste da cidade, foi palco de uma das turnês mais marcantes do cantor: “Samba Pras Moças”.
O elenco também conta com Aline Borges e Ângelo Antônio como Dona Irinéia e Seu Jessé, pais de Zeca. Arlindinho vive o pai, Arlindo Cruz, Stephanie Serrat como Beth Carvalho, Ailton Graça e mais. As gravações do longa-metragem começaram em 4 de maio e devem seguir por cinco semanas. Ainda não há previsão de estreia para a cinebiografia.
Ser uma das artistas escolhidas para participar da cerimônia de abertura da Copa do Mundo pode ser considerado um marco na carreira de qualquer músico. Para Anitta, a experiência ganhou ainda mais significado ao representar o Brasil em um dos maiores eventos esportivos do planeta.
A artista esteve entre as atrações musicais da Copa do Mundo de 2026, cuja competição teve início nesta quinta-feira (11). Já nesta sexta-feira (12), a voz de “Mandinga” subiu ao palco na cerimônia de abertura promovida pelos Estados Unidos, país que recebe a partida contra o Paraguai. A apresentação ocorreu cerca de uma hora e meia antes do apito inicial do confronto, marcado para as 22h (horário de Brasília).
Ao lado da brasileira, que também é embaixadora da Beats, subiram ao palco do SoFi Stadium, em Los Angeles, Lisa e Rema. Juntos, eles cantaram “Goals”, que é uma das músicas do álbum oficial da Copa.
Em aspas exclusivas concedidas à CNN Brasil, a cantora comentou sobre a emoção em participar do evento e detalhou os sentimentos vividos ao subir ao palco diante de uma audiência global.
“Foi incrível! A energia do estádio foi contagiante e indescritível. Fico extremamente feliz e honrada em poder representar nosso país em um evento tão grande. Também adorei a homenagem feita por Beats e ter uma camisa 10 só minha. “Agora estou pronta para torcer e comemorar”, disse Anitta, Head de Inovação e Criatividade de Beats.
Como forma de reconhecimento, a artista recebeu uma camisa 10 personalizada, desenvolvida especialmente para a ocasião.
Copa do Mundo: Anitta sobe ao palco da cerimônia de abertura nos EUA • Créditos: Beats
Celebração espalhada pelos países-sede
A Copa do Mundo de 2026 iniciou com uma série de apresentações musicais distribuídas entre os três países-sede do torneio. A programação teve início na quinta-feira (11), no México, que recebeu uma grande festa de abertura no Estádio Azteca, na Cidade do México. O evento reuniu artistas de diferentes estilos e nacionalidades, entre eles Shakira, Burna Boy, Belinda, Danny Ocean e J Balvin, pouco antes da estreia da seleção mexicana diante da África do Sul.
Já nesta sexta-feira (12), o Canadá também promoveu sua própria celebração para marcar o início da competição em território canadense. O espetáculo aconteceu no BMO Field, em Toronto, e contou com nomes como Alanis Morissette, Alessia Cara, Elyanna, Michael Bublé, William Prince, Vegedream, Sanjoy, Nora Fatehi e Jessie Reyez. As apresentações foram realizadas cerca de 90 minutos antes da partida entre Canadá e Bósnia e Herzegovina.
Na sequência, os Estados Unidos receberam sua cerimônia de abertura, que teve Anitta entre as atrações responsáveis por animar o público antes do confronto entre a seleção norte-americana e o Paraguai.
Após o sucesso da primeira temporada de “Off Campus”, os atores voltaram oficialmente às gravações em 1º junho. Mika Abdalla, Stephen Kalyn e Antonio Cipriano foram clicados em filmagens externas nesta sexta (12).
A conta DeuxMoi fez alguns cliques do novo casal protagonista, Allie (Mika) e Dean (Stephen), caracterizados em gravações noturnas nas ruas de Vancouver, no Canadá. Nos cliques, ele parece estar em uma conversa intensa em frente a um bar. Já Cipriano foi visto como Logan, usando um moletom da universidade fictícia da trama, a Briar University.
No fim de maio, a Prime Video confirmou que haverá uma mudança na ordem dos livros, e o casal Allie e Dean será o protagonista do próximo ano. O romance dos dois foi apresentado na temporada de estreia, que teve como foco a união do casal Garett Graham (Belmont Calli) e Hannah Wells (Ella Bright), que agora terão participações secundárias.
A sinopse traz as histórias dos amigos e colegas do time de hóquei da Briar U, Garrett, Dean, Logan e Tucker (Jalen Thomas Brooks), em cada uma das temporadas. No segundo ano, Dean e Allie precisam lidar com os acontecimentos que encerraram a primeira temporada, e a chegada de Hunter Davenport (Charlie Evans) na vida do casal. Enquanto, Garrett e Hannah passam a ser um casal sólido que serve de ponto de apoio aos protagonistas.
A cantora Anitta, 33, subiu ao palco da Copa do Mundo de 2026 para se apresentar ao lado de Lisa, do Blackpink, e do rapper nigeriano Rema. O trio é o responsável pelo hit “Goals”, parte do disco oficial do mundial de futebol de 2026.
No Sofi Stadium, em Los Angeles, os primeiros a subir ao palco foram Future com participação de Tyla, que puxaram o público antes da partida entre a seleção estadunidense e o Paraguai, que tem início às 22h (horário de Brasília). Por último, quem canta é Katy Perry.
Cerimônias de abertura: Canadá e México
Na quinta (11), a Copa do Mundo teve o seu start na Cidade do México, com uma apresentação de Shakira e Burna Boy, que entoaram a música oficial do mundial, “Dai Dai”. No palco do Estádio Azteca também estiveram Belinda, Danny Ocean, J Balvin, Ryan Castro, Lila Downs, Belinda, Los Ángeles Azules e a banda Maná. A bola rolou entre México e África do Sul, com a vitória de 2 a 0 para a seleção mexicana.
Nesta sexta (12), também aconteceram as apresentações da abertura no Canadá, comandada por Alanis Morissette e Michael Bublé, e shows conjuntos de Alessia Cara, Jessie Reyez, William Prince e Nora Fatehi. Também estiveram na festa a palestina Elyanna, o rapper francês Vegedream e o DJ bengali Sanjoy.
A cantora Ariana Grande, 32, inaugurou uma fundação para apoiar pessoas LGBT+ em vulnerabilidade. A “Brighter Days Ahead”, que significa “Dias Mais Brilhantes Pela Frente”, pretende financiar diretamente pequenas organizações que fornecem proteção, suporte e recursos para comunidades vulneráveis”.
A artista anunciou a novidade através do perfil no Instagram nesta sexta-feira (12).
“Estou extremamente feliz em finalmente anunciar a Fundação Brighter Days Ahead. Através de quatro fundos diferentes, apoiaremos diversas organizações incríveis que oferecem o espaço seguro e o cuidado tão necessários neste momento”, disse a cantora.
Ariana Grande também afirmou que tem sido um privilégio poder apoiar essas causas por conta própria ao longo dos anos.
Segundo o comunicado oficial, a fundação tem como foco a proteção de direitos de pessoas LGBT+, a ampliação do acesso a cuidados de saúde mental e a resposta com cuidado e compaixão em momentos de crise. Além disso, a entidade também defende a justiça e igualdade.
A anúncio também explica que a fundação é organizada a partir de quatro pilares estratégicos:
Fundo Proteger & Defender: Com foco na luta por direitos civis, justiça reprodutiva e direitos LGBTQ+, garantindo ambientes seguros e acolhedores.
Fundo Curar & Sonhar: Visa o acesso à saúde mental e apoio comunitário, promovendo o acolhimento psicológico.
Fundo Visto & Celebrado: Para garantir que vozes e LGBT+ sejam ouvidas globalmente.
Fundo de Apoio de Emergência: Com foco em medidas rápidas para atuar com ajuda humanitária e recursos imediatos.
Essa não é a primeira vez que Ariana Grande se posiciona a favor dos direitos da população LGBT+. Ela frequentemente se manifesta sobre a defesa dos direitos civis e sobre o orgulho queer, seja em seus shows ou nas redes sociais.
A atriz Fernanda Torres, 60, foi homenageada no Festival de Cinema de Taormina, com o Achievement Award, que a honrou pelo conjunto da obra. “Ainda Estou Aqui” faz parte da seleção de filmes do evento e ganhou exibições por lá.
O evento aconteceu em Sicília, na Itália, e ela recebeu o prêmio da diretora de edição do festival, Tiziana Rocca, e da atriz italiana Donatella Finocchiaro. Para a ocasião, a brasileira escolheu um macacão sofisticado com top estruturado e calças fluidas com plissado da Armani, da coleção Outono de 2026, em tom cinza-carvão.
Ela também participou do painel “Mulheres Além do Olhar”, ao lado da presidente do júri, Jane Campion, e das juradas Holly Hunter, a figurinista Miyako Bellizzi, a diretora de elenco Francine Maisler, a chefe global Amazon MGM Studios, Sue Kroll, a atriz Anne Valle e pela diretora Francesca Archibugi.
Fernanda opinou que a melhor maneira de as mulheres ganharem mais espaço no mercado da indústria cinematográfica é que mais mulheres estejam por trás de produções. “O importante é não esperar pelos convites, porque o mercado será pró-homem e com todos esses problemas, e acho que a diferença está em ter alguém dirigindo ou, principalmente, se começarmos a produzir. É isso que precisamos fazer para mudar o mercado e não apenas reclamar que ele é para homens”, declarou a brasileira.
O Dia dos Namorados também tem espaço para os kpoppers de plantão, apaixonados ou solteiros, que gostam de sofrer ao som das canções românticas do pop sul-coreano.
Para isso, a CNN Brasil reuniu 10 canções do gênero que não podem ficar de fora da sua playlist nesta sexta-feira (12). Confira:
“Buzz Love” – And Team
“Buzz Love” retrata a sensação emocionante de se apaixonar pela primeira vez. A música compara o amor a uma energia contagiante que toma conta dos pensamentos e faz o coração acelerar. A letra destaca a empolgação, a curiosidade e a felicidade de descobrir sentimentos novos por alguém especial.
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“Fall in Love Again” – P1harmony
“Fall In Love Again” fala sobre dar uma nova chance ao amor depois de uma decepção. O eu lírico tenta convencer alguém machucado por relacionamentos passados a confiar novamente, mostrando que nem todas as pessoas irão causar sofrimento.
“Fever” – Ennypen
“FEVER” utiliza a febre como metáfora para representar umapaixão intensa e avassaladora. A letra descreve um sentimento tão forte que causa dor e desejo ao mesmo tempo, mostrando alguém completamente consumido pela atração. O amor é retratado como algo irresistível, capaz de deixar a pessoa vulnerável e obcecada.
“Darl+ing” – Seventeen
“Darl+ing” aborda a busca por conforto e apoio emocional em uma pessoa especial. A música mostra alguém que deseja compartilhar seus sentimentos mais sinceros e construir uma relação baseada em confiança, carinho e compreensão. A mensagem principal é que o amor pode ajudar a superar inseguranças e momentos difíceis.
“Ready to Love” – Seventeen
“Ready to Love” retrata o momento em que alguém percebe que está pronto para amar de verdade. A letra expressa sentimentos intensos e a vontade de assumir os riscos de um relacionamento, deixando de lado dúvidas e medos para viver plenamente esse amor.
“Just One Day” – BTS
“Just One Day” fala sobre o desejo de passar apenas um dia ao lado da pessoa amada. A música descreve momentos simples, como conversar, caminhar e estar junto, mostrando que pequenas experiências podem se tornar especiais quando compartilhadas com alguém importante.
“Replay” – SHINee
“Replay” conta a história de um jovem apaixonado que admira profundamente uma pessoa mais experiente. A letra transmite a inocência do primeiro amor e o desejo de ser reconhecido como alguém maduro o suficiente para estar ao lado da pessoa que ama.
“Inception” – ATEEZ
“Inception” explora um amor tão intenso que invade sonhos e pensamentos. A música retrata alguém preso às lembranças de uma pessoa especial, incapaz de distinguir completamente entre fantasia e realidade. O resultado é uma atmosfera emocional marcada pela saudade e pelo desejo.
“Kiss of Fire” – WOODZ
“Kiss of Fire” apresenta uma paixão ardente e intensa, utilizando o fogo como símbolo de desejo e atração. A letra mostra alguém disposto a se entregar completamente aos sentimentos, mesmo sabendo que essa relação pode trazer riscos e sofrimento.
“Favorite (Vampire)” – NCT
“Favorite (Vampire)” compara o amor a uma maldição irresistível. A temática vampírica simboliza uma atração tão forte que o eu lírico aceita abrir mão de tudo pela pessoa amada. A música mistura romance, obsessão e entrega emocional, criando uma narrativa intensa e dramática.
A atriz Zoë Kravitz, 37, falou em entrevista à Vogue britânica sobre seus planos de futuro com o noivo Harry Styles e revelou ser “realista” com relação a filhos e casamento. Em abril, Kravitz e Styles, de 32 anos, confirmaram o noivado depois que a atriz de “Caught Stealing” foi vista usando um anel na mão esquerda.
“Você simplesmente precisa ser realista. Se eu quero fazer algo bem feito, preciso me concentrar nisso. Me conhecendo, sei que não vou ter um filho e dirigir filmes exatamente ao mesmo tempo”, disse a atriz. “Você precisa decidir onde quer concentrar sua energia.”
Em 2022, Kravitz já havia compartilhado para a revista ELLE reflexões adicionais sobre a maternidade, e que não sentia pressão para se tornar mãe. “Todas nós passamos de ser bebês, pensando: ‘Tenho tanto tempo’. E então, de repente, seu ginecologista pergunta ‘Quer congelar seus óvulos?’ E eu penso ‘Nem tinha pensado nisso'”, disse à publicação. A atriz acrescentou que há muitas outras coisas para se esperar na vida, na visão dela.
“Tem sido uma jornada interessante de me lembrar de que não há uma linha de chegada que eu precise alcançar em um determinado momento”, explicou. “Comportamentos lúdicos e travessos são algo que sempre espero manter, mesmo aos 70 anos. O objetivo da vida é vivenciá-la e brincar com ela. Ainda há muita diversão pela frente.”
O Dia dos Namorados se aproxima e nada mais romântico do que declarar uma música especial para a pessoa amada. Além disso, não existe nada mais recorrente em canções do que o amor, sentimento que é explorado constantemente nas produções musicais.
Por isso, a CNN listou 10 canções românticas nacionais e internacionais para você se declarar para o seu namorado ou namorada no próximo dia 12 de junho, data que pede comemorações especiais.
Confira abaixo:
“Can’t Help Falling in Love” – Elvis Presley
“De Janeiro a Janeiro” – Roberta Campos com participação de Nando Reis
Neste Dia dos Namorados (12), muitos casais apaixonados preferem ficar em casa e aproveitar para comemorar a data de forma aconchegante e confortável. Maratonar filmes e séries de romance sempre é uma boa opção para os caseiros, e é nesse momento que as produções sul-coreanas se encaixam perfeitamente.
A CNN Brasil reuniu 10 K-dramas de sucesso que são perfeitos para celebrar essa data especial e conhecer novas histórias de amor. Veja:
“A coroa perfeita”
A Coroa Perfeita • Reprodução/redes sociais
Lançado em 10 de abril de 2026, o drama sul-coreano A Coroa Perfeita está disponível no Disney+. Estrelada por IU e Byeon Woo-seok, a produção se passa em uma versão alternativa da Coreia do Sul governada por uma monarquia constitucional. A trama acompanha Sung Hee-ju, herdeira de um poderoso conglomerado, e o Grão-Príncipe Yi An, que se veem envolvidos em um casamento por conveniência. Entre disputas de poder, diferenças sociais e intrigas da família real, os dois acabam desenvolvendo sentimentos genuínos um pelo outro.
A série é uma produção original da Netflix, lançada em 7 de março de 2025. Os protagonistas são os queridinhos IU e Park Bo-gum. Ambientada na ilha de Jeju, a trama acompanha Ae-sun, uma jovem sonhadora e determinada, e Gwan-sik, um rapaz leal e reservado. Ao longo de décadas, os dois enfrentam perdas, desafios familiares e transformações sociais, construindo uma história de amor marcada pela perseverança e pelo afeto duradouro.
“O amor mora ao lado”
• Divulgação/Netflix
O drama, lançado em 17 de agosto de 2024, também está disponível na Netflix. A série é protagonizada por Jung Hae-in e Jung So-min. A história acompanha dois amigos de infância que se reencontram na vida adulta quando uma mulher decide recomeçar sua trajetória após enfrentar uma crise pessoal e profissional. O reencontro desperta sentimentos antigos e abre espaço para um romance leve e maduro, marcado por humor e autodescoberta.
“Vinte e cinco, vinte e um”
Vinte e cinco, vinte e um • Divulgação/Netflix
Estreada em 12 de fevereiro de 2022, a série está disponível na Netflix. O elenco principal é liderado por Kim Tae-ri e Nam Joo-hyuk. A trama se passa durante a crise financeira asiática do fim dos anos 1990 e acompanha Na Hee-do, uma jovem esgrimista determinada a realizar seus sonhos, e Baek Yi-jin, um rapaz que luta para reconstruir a vida após a falência de sua família.
“Mr. Plankton”
Mr. Plankton • Divulgação/Netflix
Lançada em 8 de novembro de 2024, a série da Netflix tem como protagonistas Woo Do-hwan e Lee Yoo-mi. A narrativa acompanha um homem que descobre uma notícia devastadora sobre sua saúde e decide embarcar em uma jornada para encontrar suas origens biológicas. Ao seu lado segue uma ex-namorada prestes a se casar, dando início a uma viagem emocional repleta de humor, drama e reflexões sobre pertencimento.
“Sorriso real”
Sorriso Real • Divulgação/Netflix
Lançado em 17 de junho de 2023, o romance da Netflix é estrelado por Lee Jun-ho e Im Yoon-ah. A história gira em torno de um herdeiro de uma rede de hotéis de luxo que detesta sorrisos falsos e de uma funcionária conhecida justamente por seu sorriso impecável. O encontro entre personalidades opostas resulta em uma história cômica, ambientada dentro de um hotel.
“O amor pode ser traduzido?”
O Amor Pode Ser Traduzido? • Reprodução / Netflix
O K-drama de 2026 é protagonizado por Kim Seon-ho e Go Youn-jung. A trama acompanha um intérprete multilíngue e uma celebridade global que desenvolvem uma relação inesperada enquanto enfrentam barreiras culturais, diferenças de personalidade e os desafios da fama internacional.
“Pousando no amor”
Son Ye Jin, à esquerda, e Hyun Bin – Pousando no Amor • Lim Hyo Seon/Netflix
Exibida pela primeira vez em 14 de dezembro de 2019, a série também está disponível no catálogo da Netflix. Os protagonistas são Son Ye-jin e Hyun Bin. A trama acompanha uma empresária sul-coreana que, após um acidente de parapente, cai acidentalmente na Coreia do Norte. Lá, ela é encontrada por um oficial do exército norte-coreano, que decide protegê-la. O relacionamento entre os dois desafia fronteiras políticas e culturais, tornando-se um dos romances mais populares da história dos k-dramas.
“Beijo explosivo”
Beijo Explosivo • Reprodução/ Netflix
Exibida pela primeira vez em 12 de novembro de 2025, a série sul-coreana Beijo Explosivo está disponível no catálogo da Netflix. Estrelada por Jang Ki-yong e Ahn Eun-jin, a produção acompanha dois jovens que vivem uma paixão intensa durante uma viagem à ilha de Jeju, mas acabam sendo separados pelas circunstâncias. Anos depois, o destino os reúne novamente quando ela passa a trabalhar na empresa da família dele, escondendo sua verdadeira identidade ao se apresentar como uma mulher casada. Entre desencontros, segredos e situações inusitadas, os dois precisam lidar com sentimentos que nunca desapareceram.
“Meu ídolo”
Meu ídolo • Divulgação
Exibido pela primeira vez em 2025, o k-drama “Meu Ídolo” está disponível na Netflix. Estrelada por Choi Soo-young e Kim Jae-young, a série acompanha uma advogada fã de K-pop que passa a defender seu ídolo favorito após ele se tornar suspeito de um crime. Misturando romance e mistério, o K-drama conquistou o público com sua história cativante.
O ator Michael Bradway, 27, afirmou em entrevista à CNN Brasil que “Depois Daquele Ano”, nova série do Prime Video, é uma série sobre segundas chances. A produção é uma adaptação do livro “Depois Daquele Verão”, de Carley Fortune, e chegou ao streaming na quarta-feira (10).
Ele interpreta Charlie Florek, que é irmão do protagonista da história e atravessa uma reviravolta importante na maneira com que ele enxerga a vida ao longo dos capítulos.
“Nossa série fala sobre segundas chances e sobre mostrar que, sim, às vezes você faz coisas estúpidas quando é jovem, mas isso não significa que você não possa consertá-las quando se torna adulto”, afirma o ator.
Assim como no livro, a série se desenrola misturando cenas do presente com cenas do passado, com recordações da evolução da relação do casal de protagonistas, Percy Frase (Sadie Soverall) e Sam Florek (Matt Cornett). Bradway, que vive o irmão mais velho do mocinho, destaca essa estrutura como diferencial da produção, além da capacidade de retratar o impacto dos erros que a gente comete na juventude.
“Acho que, na nossa série, estamos acompanhando essa narrativa em duas linhas do tempo, algo que a maioria das produções não faz. E acredito que existem muitos temas importantes na nossa história que outras séries não costumam abordar”, afirmou. “Sabe, é muito difícil ser adolescente e também é muito difícil ser criança. E acho que, quando você é jovem, sente que qualquer decisão pode ser a errada e que qualquer erro que cometer vai te acompanhar para sempre.”
“Depois Daquele Ano” acompanha uma história de amor que se desenrola ao longo de seis anos e uma semana em Barry’s Bay, uma pequena cidade à beira de um lago no Canadá. A trama explora os encontros e desencontros de seus protagonistas, mostrando como decisões tomadas na juventude podem ecoar por toda a vida e influenciar o futuro de diferentes formas.
Baseada no best-seller de Carley Fortune, a série mistura romance, nostalgia e amadurecimento em uma narrativa que alterna diferentes momentos da vida dos personagens. O livro que inspirou a produção passou 16 semanas na lista de mais vendidos do New York Times, vendeu mais de 1 milhão de cópias e se tornou um fenômeno nas redes sociais, especialmente no TikTok.
O cantor Natanzinho Lima, 23, abriu o jogo nesta quinta-feira (12) sobre como a paternidade mudou alguns aspectos de sua vida.
Em entrevista exclusiva à CNN Brasil, o cantor revelou como o nascimento do filho, Ravi Leão, de 5 meses, fez com que ele amadurecesse. A criança é fruto do relacionamento com Karolly Rayssa, 22.
“Minha essência continua a mesma, eu sou esse cara que vocês costumam ver: simples, sonhador e apaixonado pelo que faz. Mas depois da paternidade eu me tornei mais maduro e mais consciente da responsabilidade que tenho. Hoje eu não sonho sozinho. Tudo que construo, conquisto e planejo tem um propósito ainda maior”, revelou o artista.
Natanzinho afirmou ainda que o desafio tem sido equilibrar a vida profissional e a saudade do filho. “A correria é grande, os compromissos são muitos, a saudade dói bastante. Mas sempre corro para casa de volta para ficar perto da minha esposa e do meu filho”, revelou ele.
“Quando você chega em casa e vê seu filho, entende ainda mais o motivo de toda a dedicação e esforço. Estou aprendendo todos os dias a equilibrar essas duas responsabilidades e aproveitando cada momento que consigo estar perto da minha família”.
Natanzinho Lima e Karolly Rayssa são pais de Ravi Leão, nascido em janeiro deste ano • Instagram/Natanzinho Lima
Durante entrevista à CNN Brasil, o artista detalhou também as mudanças internas que surgiram junto à chegada do filho.
“Você passa a pensar mais no futuro, nas escolhas que faz e no legado que quer deixar. A paternidade também me deixou ainda mais motivado a trabalhar. Hoje, eu tenho um combustível diferente para correr atrás dos meus sonhos. Quero que o Ravi viva tudo o que eu não vivi, que tenha o melhor, que aprenda desde cedo a batalhar”.
“Meu filho me fez enxergar a vida com outros olhos e me tornou uma versão melhor de mim mesmo”, finalizou ele.
Jonas Sulzabach, 40, um dos destaques do Big Brother Brasil 26, finalmente conseguiu finalizar as obras da mansão que estava construindo em São Paulo com a ex-namorada, Mari Gonzalez, e compartilhou algumas fotos do resultado nas redes sociais. Em conversa com a CNN Brasil, ele esclarece que todos os custos foram divididos com a modelo, mesmo após o término do relacionamento deles.
“Tivemos vários atrasos e imprevistos de obra, até por ser uma casa grande. Ela está pronta há alguns meses, casa sempre tem alguma coisa para fazer, mas essa é a nossa”, diz.
O ex-brother, que ficou conhecido na 26ª edição como “Quinta Série”, explica que os dois decidiram comprar o terreno e construir a mansão do zero porque estavam com muita dificuldade de achar uma casa pronta que fosse ideal para os dois.
“Sempre tinha alguma coisa que incomodava: ou era muito grande, ou muito pequena, ou a gente não gostava da vista. Foi aí que decidimos começar um projeto do zero. Trabalhamos junto com a arquiteta e achamos o modelo de casa ideal para a gente viver. Como lidamos com um sonho, cada etapa foi gostosa, então não teve muito essa coisa de ter uma parte ‘mais difícil'”, comenta.
A mansão, localizada em Alphaville, região metropolitana de São Paulo, tem 560 metros quadrados, dividida em quatro suítes, duas salas integradas, uma cozinha e um espaço gourmet, além de seis banheiros espalhados entre os cômodos.
“Ela também tem um terraço, onde aproveitamos metade do espaço para colocar placas solares e a outra metade para o uso da área mesmo.”
Como todo lar, Jonas elege o cômodo que ele mais gostou do resultado arquitetônico: “Desde o início da obra, quando começou a ganhar forma, foi a suíte master. Ela tem uma vista maravilhosa para uma mata incrível. Com certeza é uma das áreas que eu mais gosto, juntamente com o espaço gourmet lá embaixo, que dá de frente para a piscina, que também tem uma vista linda”, pontua.
A casa gigante é adornada com muito vidro, pedras ao redor da piscina, na área gourmet e alguns itens que vão fazer parte da decoração da residência. Apesar de ter finalizado, Jonas não pretende morar na mansão e confessa que os dois ainda não sabem o que fazer com o imóvel.
“A casa não vai ter móveis agora, não chegamos nessa parte e nem vamos colocar porque ela será vendida ou alugada. O foco foi na parte estrutural e em alguns eletrodomésticos. Acho que o item mais caro que compramos foi uma coifa retrátil que fica na bancada, atrás do fogão, e custou cerca de R$ 20 mil. Existem outros itens caros, mas são mais da parte estrutural da casa.”
A Copa do Mundo já soma 22 edições e 96 anos de história. Além do futebol, as peças de divulgação do evento ao longo da história procuraram destacar características culturais e políticas dos países que sediaram o evento e a importância do futebol para cada povo.
Do século XX ao XXI, os cartazes das Copas são a “porta de entrada” para a cultura de cada nação e, ao longo dos anos, contaram com contribuições de movimentos artísticos importantes e artistas de renome, como o pintor catalão Joan Miró e a fotógrafa estadunidense Annie Leibovitz.
Confira os cartazes de todas as Copas do Mundo
Uruguai 1930
Assinado por Guillermo Laborde, o cartaz da primeira Copa do Mundo traz elementos de art déco, que estava no auge.
Cartaz da Copa do Mundo no Uruguai, em 1930 • Reprodução
Itália 1934
Acompanhando o cenário político da época, o cartaz da Copa do Mundo da Itália em 1934 foi elaborado por artista apoiador do regime fascista de Benito Mussolini. Também influenciado pelo art déco, Gino Boccasile colocou um jogador da Azzurra em posição central no cartaz.
Cartaz da Copa do Mundo na Itália, em 1934 • Reprodução
França 1938
O artista Henri Desmé adotou uma estética comum a cartazes de propaganda ideológica, às vésperas da Segunda Guerra Mundial. A ilustração passa uma imagem do futebol como ferramenta de exibição da soberania nacional francesa.
Cartaz da Copa do Mundo na França, em 1938 • Reprodução
Brasil 1950
Após um hiato devido à guerra, a Copa do Mundo é representada no cartaz com bandeiras das nações reunidas, simbolizando uma nova ordem mundial e um novo cenário nas relações diplomáticas entre os países. A arte é uma das únicas entre as registradas pela FIFA que não possui autoria.
Cartaz da Copa do Mundo no Brasil, em 1950 • Reprodução
Suíça 1954
O cartaz da Copa do Mundo de volta à Europa traz um jogador no centro da ilustração, retomando o futebol como tema central das peças artísticas ligadas ao evento. Assim como o cartaz anterior, este não leva o nome do artista responsável pela obra.
Cartaz da Copa do Mundo na Suíça, em 1954 • Reprodução
Suécia 1958
O cartaz do mundial na Suécia dialoga com outras referências artísticas do período, como a silhueta de um jogador de futebol, fazendo referência ao recém-lançado “Vertigo”, de Alfred Hitchcock. O estilo se aproxima da identidade visual do artista Saul Bass e inova ao escrever “futebol” em inglês, espanhol e alemão, as línguas oficiais da FIFA.
Cartaz da Copa do Mundo na Suécia, em 1958 • Reprodução
Chile 1962
Com estilo minimalista, o design da Copa de 1962 inova ao fazer referência ao espaço sideral. A ilustração acompanhou o cenário geopolítico da época, em que uma corrida até o espaço estava em voga. A Terra e uma bola orbitando-a, expressando a importância do futebol em escala global.
Cartaz da Copa do Mundo no Chile, em 1962 • Reprodução
Inglaterra 1966
A novidade do cartaz é a presença, pela primeira vez, de um mascote da Copa do Mundo. O Leão, um símbolo do Reino Unido, é o destaque do design, que optou por uma estética minimalista, com poucos elementos.
Cartaz da Copa do Mundo na Inglaterra, em 1966 • Reprodução
México 1970
Quando o assunto são cartazes de Copa do Mundo, o do México é a principal referência. Com linhas concêntricas, que expressam a estética vigente nos anos 1970, a fonte tornou-se conhecida nos designs esportivos e a bola, com icosaedros, começou a ser utilizada nesta época, tornando-se símbolo do esporte.
Cartaz da Copa do Mundo no México, em 1970 • Reprodução
Alemanha Ocidental 1974
O Impressionismo foi o movimento que inspirou a estética adotada pelo alemão Horst Schafer na pintura do cartaz da Copa de 1974. Com pinceladas marcantes, o artista retratou um jogador centralizado, expressando intensidade do momento histórico.
Cartaz da Copa do Mundo na Alemanha Ocidental, em 1974 • Reprodução
Argentina 1978
Sob a ditadura violenta que depôs o peronismo na Argentina, o cartaz alegre tenta mascarar o período político de tensão que vivia o país. Inspirada no pontilhismo, muito popular nos anos 1970, a agência Mandatos Internacionales, contratada pelo regime militar, assinou o cartaz em tons de azul para o mundial daquele ano.
Cartaz da Copa do Mundo na Argentina, em 1978 • Reprodução
Espanha 1982
Um dos cartazes mais disruptivos do acervo de Copas do Mundo, o mundial na Espanha foi representado pelo artista catalão Joan Miró. Em cores vivas e traços abstratos, o artista deu ares de festa à competição, ao mesmo tempo que capturou as particularidades culturais do país.
A palavra “ESPAÑA” está grafada no topo com a caligrafia orgânica do próprio artista. No entanto, não há a presença do Naranjito, mascote da edição.
Cartaz da Copa do Mundo de 1982, na Espanha • Reprodução
México 1986
O cartaz do retorno da Copa do Mundo ao México ficou a cargo da renomada fotógrafa Annie Leibovitz. A silhueta de um jogador de futebol sob monumentos de arte asteca faz referência à cultura originária do país e compara o futebol a um ritual milenar mesoamericano que consistia em passar uma bola de borracha entre arcos fixados na parede.
A fonte em que se lê “Mexico86” recobra a escrita da primeira edição, com letras curvilíneas e estética futurista, ligada aos movimentos artísticos dos anos 1980.
Cartaz da Copa do Mundo de 1986, no México • Reprodução
Itália 1990
Assim como na edição anterior, o cartaz da Copa do Mundo na Itália fez referência ao seu passado ao colocar um campo de futebol colorido no centro do Coliseu Romano. A arte compara a disputa das seleções aos grandes gladiadores. Apesar da imponência do cartaz, o evento é tido por muitos como uma das piores Copas, devido a erros técnicos e baixo número de gols marcados na competição.
Cartaz da Copa do Mundo de 1990, na Itália • Reprodução
Estados Unidos 1994
Também influenciado pela estética espacial, o cartaz da Copa do Mundo nos Estados Unidos mais uma vez coloca o futebol no espaço sideral, com jogador centralizado, chutando “nas estrelas”. A pintura, com cores vibrantes e traços mais despojados, é de autoria de Peter Max, que disse em entrevistas na época que desejava representar a “universalidade do futebol”.
Cartaz da Copa do Mundo de 1994, nos Estados Unidos • Reprodução
França 1998
O cartaz foi escolhido por meio de um concurso, do qual a estudante Nathalie Le Gall
saiu vencedora. A artista francesa utilizou as cores da bandeira do país — vermelho, azul e branco — para expressar os valores da liberdade, igualdade e fraternidade presentes no hino do país, e, ao centro, um colorido campo de futebol.
Cartaz da Copa do Mundo de 1998, na França • Reprodução
Coreia e Japão 2002
O cartaz teve como missão representar a primeira Copa do Mundo realizada em dois países, simultaneamente. Foram reunidos dois artistas – Byun Choo Suk, da Coreia do Sul, e Hirano Sogen, do Japão, que utilizaram traços de pincelada, fazendo referência à arte tradicional asiática. Os artistas produziram o visual em apenas dois dias.
Cartaz da Copa do Mundo realizada na Coreia e no Japão, em 2002 • Reprodução
Alemanha 2006
A Copa, conhecida como uma das mais organizadas e com maior estrutura desde a criação do torneio, foi representada por cartaz em estilo mais moderno e digital, elaborado pela agência WE DO Communication. As estrelas fazem referência ao “sonho” do mundial, e o cartaz foi escolhido pelo próprio Franz Beckenbauer, famoso treinador alemão.
Cartaz da Copa do Mundo de 2006, na Alemanha • Reprodução
África do Sul 2010
A primeira Copa do Mundo em país do continente africano apresenta desenho com as cores verde, vermelho e amarelo, e um rosto negro ao lado de uma bola de futebol. A universalidade das cores representa o pan-africanismo, e o design é assinado pelos artistas Gaby de Abreu e Paul Dale, que escolheram representar o povo africano como originário das mesmas culturas.
Cartaz da Copa do Mundo de 2010, realizada na África do Sul • Reprodução
Brasil 2014
Em um cenário politicamente dividido, o cartaz da Copa do Mundo de 2014, no Brasil, mostra duas pernas disputando uma bola, compostas por elementos gráficos que representam a cultura e as características do país, como pontos turísticos e fauna e flora. A arte é de Karen Haidinger, designer brasileira, que tentou representar o futebol como um vetor de união dos brasileiros.
Cartaz da Copa do Mundo no Brasil, em 2014 • Reprodução
Rússia 2018
Recuperando elementos vintage e estética de propaganda política, o cartaz da Copa do Mundo na Rússia, em 2018, faz referência direta às expressões artísticas soviéticas. O cartaz é composto por elementos que deixam explícita a ligação com o período histórico, como a arte construtivista e o futurismo russo, e também a representação de Lev Yashin, lendário goleiro soviético.
Cartaz da Copa do Mundo de 2018, na Rússia • Reprodução
Catar 2022
Com estética minimalista e elementos centralizados, o cartaz da Copa do Mundo no Catar representou o dinamismo e a modernidade do país árabe. Com caligrafia árabe e a presença do chapéu tradicional masculino usado no Catar e em outros países do Oriente Médio, chamado de Gahfiya (ou Gahfiya), a arte pretendeu representar a cultura do país e relacionar tais elementos com o futebol.
Cartaz da Copa do Mundo no Catar, em 2022 • Reprodução
Estados Unidos, México e Canadá 2026
A Fifa lançou no dia 3 de junho o pôster oficial da Copa do Mundo de 2026, que será disputada nos Estados Unidos, no México e no Canadá. Assinada pelos artistas Carson Ting (Canadá), Minerva GM (México) e Hank Willis Thomas (Estados Unidos), a obra celebra o ineditismo de um Mundial sediado em três países.
Cartaz da Copa do Mundo de 2026, disputada nos Estados Unidos, no México e no Canadá • Reprodução
A “Nobreza do Amor” trará uma reviravolta na vida de Salma (Rayssa Bratillieri). A jovem que sempre foi apaixonada por Tonho (Ronald Sotto), encontrará o amor em um personagem inesperado.
Apesar de nutrir esse amor secreto, a jovem percebeu que os olhos do trabalhador são só para a princesa de Batanga, Alika (Duda Reis), desde sua chegada na cidade. Desde que assumiram a relação e decidiram lutar pelo povo africano, Salma perdeu as esperanças de viver uma paixão.
Desiludida de encontrar o amor, ela se abre com Alika sobre decidir se casar com Fuad (João Fernandes) para facilitar o futuro de sua família, visto que foi dada em casamento com o libanês, principalmente depois do susto com a saúde de sua mãe. Mas ela nem imagina que o jovem tem uma vida secreta que a noiva nem imagina, e, além de se apresentar como a cantora Dufa Baluf, ele vive um romance com um rapaz.
Mas a chegada de Omar (Rodrigo Simas) em Barro Preto lhe trará uma nova opção de amor. Ao fugir de Batanga para encontrar Alika no Brasil, ele sofrerá a desilusão de vê-la apaixonada por Tonho. Desiludidos com o mesmo casal, Omar e Salma acabam encontrando um no outro o amor que procuram.
Apaixonados, Salma e Omar passarão por obstáculos para conseguirem viver esse amor. Além de já ter sido dada em casamento, os pais da moça serão contra, visto que ele tem origem turca. Ao mesmo tempo, o guerreiro não desistirá de sua promessa para Alika e a família e seguirá obstinado em tirar o tirano Jendal (Lázaro Ramos) do trono de Batanga.