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Espanhol Josep García foi o mais rápido na abertura do Mundial de Enduro em Fafe

13 June 2026 at 00:12

O piloto espanhol Josep García (KTM) foi mais rápido na noite de arranque do Campeonato do Mundo de Enduro, que se disputou esta sexta-feira no Parque da Cidade de Fafe.

Superiorizou-se ao francês Zachary Pichon (TM Moto), que foi segundo classificado, e ao britânico Steven Holcombe (Sherco), que fechou o pódio.

Espanhol Josep García foi o mais rápido na abertura do Mundial de Enduro em Fafe
Foto: Ivo Borges / O MINHO
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Foto: Ivo Borges / O MINHO
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Foto: Ivo Borges / O MINHO
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Foto: Ivo Borges / O MINHO
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Foto: Ivo Borges / O MINHO
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Foto: Ivo Borges / O MINHO
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Foto: Ivo Borges / O MINHO
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Foto: Ivo Borges / O MINHO
Espanhol Josep García foi o mais rápido na abertura do Mundial de Enduro em Fafe
Foto: Ivo Borges / O MINHO

A dupla ronda do Mundial decorrerá continua este sábado na zona de Argande e, de 19 a 21 de junho, na zona de Revelhe/Estorãos.

Como O MINHO noticiou, o Campeonato do Mundo de Enduro GP vai fixar 1.500 pessoas de ‘staff’ durante 20 dias na zona de Fafe, criando uma “grande dinâmica económica” associada ao evento.

O retorno estimado é de 26 milhões de euros.

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Mundial de Enduro vai fixar 1.500 pessoas durante 20 dias em Fafe (só em ‘staff’)

12 June 2026 at 20:35

O Campeonato do Mundo de Enduro GP, que inicia esta sexta-feira, vai fixar 1.500 pessoas de ‘staff’ durante 20 dias na zona de Fafe, criando uma “grande dinâmica económica” associada ao evento. O retorno estimado é de 26 milhões de euros.

A dupla ronda decorrerá de 12 a 14 de junho, na zona de Argande, e de 19 a 21 do mesmo mês, na zona de Revelhe/Estorãos.

A apresentação decorreu hoje com presença do secretário de Estado do Desporto de Portugal, Pedro Dias, do presidente do Município de Fafe, Antero Barbosa, do presidente da Natureza Alternativa – Associação Cultural e Desportiva, Marco Correia e do promotor da Prime Stadium, Francisco Pita.

Apesar do arranque competitivo acontecer agora, ao longo dos últimos dias já decorreram “diversas iniciativas integradas no programa do evento, ligadas à sustentabilidade, ambiente, inclusão social e ligação à comunidade, reforçando uma dimensão mais humana e territorial do Enduro GP”.

Entre as ações promovidas, destacam-se “iniciativas de educação intergeracional e ambiental, visitas aos locais de reflorestação, sessões de bem-estar, momentos de inclusão com a Cercifaf, bem como atividades de promoção da identidade regional e valorização do património desportivo do concelh”:

O Secretário de Estado do Desporto de Portugal, Pedro Dias, aludiu ao facto, na sua intervenção, “dos desportos motorizados terem uma grande tradição ligada a Fafe, sempre com grande devoção e acima de tudo realizados sempre com grande sucesso”.

Citado em comunicado enviado à imprensa, Pedro Dias referiu ainda que “este tipo de evento tem um enorme impacto económico no concelho”, agradecendo ao Município de Fafe pela “visão e estratégia”.

Francisco Pita, promotor da Prime Stadium, agradeceu o apoio do “Governo e do Município de Fafe”, referindo que este evento terá cerca de “26 milhões euros de impacto económico ao nível de concelho”, graças à dimensão que o Enduro tem. Aludiu ainda à questão da sustentabilidade, destacando o primeiro estudo ambiental a ser feito numa prova de desporto motorizado.

O presidente da Natureza Alternativa – Associação Cultural e Desportiva, Marco Correia referiu “que a nível de terreno e organização, serão duas das melhores provas a nível mundial”.

Na sua intervenção, o presidente do Município de Fafe, Antero Barbosa, destacou a “identidade de Fafe muito própria, ligada aos desportos motorizados mas também à natureza, adrenalina e emoção”. Terminou agradecendo a “escolha por Fafe, a qual temos feito muito por continuar a ser escolhidos”, agradecendo também à Natureza Alternativa e à Prime Stadium pela excelente colaboração com o Município de Fafe.

Antero Barbosa destacou ainda o “retorno turístico e económico que este tipo de eventos fornece ao nosso concelho”.

O programa pode ser consultado aqui.

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MotoGp, Marquez fa 100 vittorie: week end perfetto in Ungheria. Bagnaia 3°. Martin travolge Bezzecchi

7 June 2026 at 14:01

Pole position, Sprint Race e Gran Premio. Marc Marquez completa il suo week end perfetto vincendo anche il Gp in Ungheria. Sul circuito di Balaton Park, il pilota spagnolo della Ducati partito dalla pole conquista una splendida vittoria numero 100 in carriera, che in Ungheria si aggiunge alla pole e al successo nella Sprint.

Il podio del Gp d’Ungheria

Come sabato l’unico che ha provato a dare del filo da torcere è stato il connazionale Pedro Acosta, secondo con la sua Ktm al termine di una bella battaglia. Terzo posto per un consistente Pecco Bagnaia, sull’altra Ducati ufficiale, che conferma il podio del Mugello.

Bezzecchi out: travolto da Martin

In chiave Mondiale tutto invariato in testa alla classifica, visto che i due pilota Aprilia Marco Bezzecchi e Jorge Martin sono caduti al primo giro in una carambola, innescata dallo spagnolo, che ha visto protagonisti anche Fabio Di Giannantonio su una Ducati del Team VR46, gli altri due spagnolo Raul Fernandez su Aprilia Trackhouse e Fermin Aldeguer su Ducati del Team Gresini.

Le parole di Marquez

Lo spagnolo è tornato alla vittoria a breve distanza da un infortunio alla spalla, l’ennesimo della sua carriera. “Sono davvero felice, è bellissimo. Dopo l’anno scorso è cambiato tutto ma così è lo sport, io l’ho già imparato nel 2020. Siamo riusciti a tornare dopo le difficoltà iniziali, ho capito di avere delle chance di vincere dopo il sabato”, ha detto Marquez. “Grazie ai dottori, ai fisioterapisti che mi hanno aiutato a casa. Il prezzo da pagare è stato alto ma sono contentissimo di essere tornato”, ha aggiunto il pilota della Ducati.

La situazione dopo il Gp d’Ungheria

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Un Marc Márquez imparable hace doblete en Hungría para meterse de lleno en el Mundial

7 June 2026 at 12:12

Imparable Marc Márquez en Hungría. El español, vigente campeón del mundo, ganó este domingo la batalla a Pedro Acosta para marcharse de Balaton Park con un doblete en este Gran Premio y meterse de lleno en la lucha por el Mundial, aprovechando también la caída del líder Bezzecchi tras la salida. El podio lo completó Pecco Bagnaia.

La carrera ya prometía una bonita batalla entre el piloto de Ducati y Pedro Acosta tras la sprint del sábado y no defraudó, a pesar de que finalmente Marc Márquez acabó con una gran ventaja sobre el Tiburón.

La prueba arrancó con un susto tremendo. Tras la salida, en la que llegó a derrapar Márquez, a Jorge Martín se le fue el control de la moto y acabó con cinco pilotos en el suelo, entre ellos el líder del Mundial, Marco Bezzecchi.

En la segunda vuelta Pedro Acosta aprovechó su oportunidad en la frenada de la curva cinco para superar a Marc Márquez, quien físicamente necesita un mayor tiempo de recuperación, por lo que seguramente optó por contemporizar para reservar energías.

Y Acosta aprovechó su oportunidad para intentar poner tierra de por medio a ritmo de vuelta rápida de carrera en el cuarto giro, en el que ya contaba con un segundo sobre Marc Márquez y más de dos respecto al tercer clasificado, que era el italiano Francesco 'Pecco' Bagnaia.

Pero Marc Márquez no arrojó la toalla en esas vueltas iniciales y respondió con sendos giros rápidos de carrera en el séptimo, octavo y noveno de los veintiséis a los que estaba prevista la prueba, que le mantenían a menos de un segundo de distancia de su rival.

Tras el dúo de cabeza, Bagnaia se instaló en una cómoda tercera posición, con un cuarteto perseguidor a más de cuatro segundos y formado por el australiano Jack Miller, el italiano Luca Marini, el brasileño Diogo Moreira y el español Joan Mir.

Sin perder los nervios pero tampoco la tensión de la carrera, Marc Márquez se fue acercando poco a poco a Acosta, para ponerse nuevamente a su rebufo en el giro trece, después de protagonizar varias vueltas rápidas más de carrera.

Una más tarde, en la decimocuarta, Marc Márquez adelantó por primera vez a Pedro Acosta, pero éste se la devolvió casi de inmediato en las dos ocasiones que lo intentó, llegándose a tocar carenado contra carenado, pero sin que Márquez desistiera en momento alguno.

En el mismo punto, en la curva nueve en la siguiente vuelta, Marc Márquez lo volvió a intentar y esta vez sí, logró su objetivo. Importante para ello fue el neumático intermedio que plantó el nueve veces campeón del mundo a diferencia del blando de Acosta.

Así, el de Cervera celebró su victoria número 100 en su carrera como profesional, también el triunfo centenario del equipo oficial de Ducati, y recortó distancias en la clasificación del Mundial hasta colocarse quinto a solo 72 puntos de Bezzecchi, sin puntuar en esta carrera.

MotoGp, Marquez domina la Sprint Race in Ungheria. Bezzecchi è terzo e allunga nella classifica generale

6 June 2026 at 14:54

Uno scatenato Marc Marquez domina e vince la gara Sprint del Gran Premio di Ungheria, valido per il Mondiale della MotoGp. Il pilota spagnolo della Ducati, reduce da una operazione alla spalla, ha fatto gara di testa dall’inizio alla fine partendo dalla pole position. Il solo che ha provato ad impensierirlo è stato il connazionale Pedro Acosta, su Ktm, che ha provato ad attaccarlo nei primi giri. Alla fine si è dovuto accontentare del secondo posto davanti al leader del Mondiale, Marco Bezzecchi, terzo con la sua Aprilia.

Bagnaia in difficoltà

In difficoltà Pecco Bagnaia solo nono con l’altra Ducati ufficiale davanti a Fabio Di Giannantonio con una Ducati del Team VR46. Per Marquez vittoria numero 16 nelle Sprint, la terza quest’anno. Complice anche il sesto posto del compagno di squadra Jorge Martin, Bezzecchi consolida il primato nella classifica del Mondiale portandosi a +20 sullo spagnolo. Domenica è in programma la gara lunga.

La nuova classifica mondiale della MotoGp

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Sono entrato nella stanza del timekeeping in MotoGp. Ecco come funziona il cervellone del cronometro

6 June 2026 at 05:01

C’è un momento, in MotoGP, che dura meno di un battito di ciglia. Un lampo. Un soffio. Una frazione di secondo così piccola da sembrare irrilevante. Eppure può separare la gloria dall’oblio, la pole position dalla seconda fila, la vittoria da una sconfitta che brucia per anni.

Quando due moto tagliano il traguardo quasi affiancate a oltre 300 km/h, il pubblico vede un’esplosione di emozioni. I piloti sentono l’adrenalina. I team trattengono il respiro. Ma qualcuno deve stabilire la verità.

Quel qualcuno è Tissot, main sponsor della MotoGP e grazie all’azienda svizzera sono stato in un luogo segreto, aperto solo al personale che detiene un grande, ma silenzioso ed invisibile lavoro. Quel luogo è la stanza del Timekeeping. Il cronometraggio, detta in soldoni. Da anni il marchio svizzero è il cronometrista ufficiale della MotoGP e custodisce uno dei compiti più delicati dell’intero paddock: trasformare la velocità in numeri e l’emozione in dati certi. Perché in uno sport dove le moto sfiorano i 360 km/h e i distacchi si misurano in millesimi, il tempo non può essere soltanto contato. Deve essere catturato.

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Dietro ogni gara esiste infatti un mondo che gli spettatori non vedono mai. Una vera e propria carovana tecnologica che attraversa il pianeta seguendo il calendario del Motomondiale. Camion, server, antenne, telecamere, sensori e tecnici specializzati vengono trasportati da un circuito all’altro per ricostruire ogni volta un sistema di rilevazione completamente indipendente. Non importa se si corre al Mugello, a Phillip Island o a Motegi: Tissot installa il proprio ecosistema di cronometraggio da zero. Come?

Ogni moto della griglia possiede un transponder, una sorta di carta d’identità elettronica che trasmette continuamente un segnale alle antenne distribuite lungo il circuito. Quando il pilota passa davanti a uno dei sensori, il sistema registra la sua posizione e il tempo impiegato con una precisione quasi chirurgica.

Ma non basta. Perché la MotoGP è imprevedibile. È il regno dell’impossibile.

E allora, accanto al sistema principale, esiste sempre un esercito di riserva. Telecamere ad altissima velocità sorvegliano il traguardo pronte a immortalare il fotofinish. Se i dati non fossero sufficienti a determinare un vincitore, sono le immagini a raccontare chi ha davvero attraversato per primo la linea bianca.

Ed è qui che si apre un archivio storico di vittorie al fotofinish: Brno 1996, categoria 125cc, memorabile arrivo in volata tra Haruchika Aoki, Masaki Tokudome, Emilio Alzamora e Tomomi Manako, con i primi quattro racchiusi nello spazio di soli 0.05 secondi. Oppure la ben più famosa Estoril 2006, in MotoGP. Una delle volate più incredibili di sempre con Elias che beffa Valentino Rossi per appena 0.002 secondi. Quei 5 punti, a posteriori, saranno fondamentali per la vittoria del titolo mondiale di Nicky Hayden. Ma di esempi ce ne sono a decine.

Torniamo alla struttura: è una rete di sicurezza costruita per eliminare qualsiasi dubbio. Poi arrivano i computer. Milioni di informazioni scorrono attraverso software sofisticati che trasformano impulsi elettronici in classifiche, velocità massime, tempi sul giro, settori record, dati di accelerazione e statistiche che finiscono sugli schermi dei box, nelle cabine di commento e nelle televisioni di tutto il mondo.

Ogni numero che compare sul monitor di un team o sul televisore di casa nasce da questo gigantesco lavoro invisibile. Eppure, nel cuore di una tecnologia tanto avanzata, resta ancora spazio per l’uomo. Osservatori specializzati verificano continuamente che i dati corrispondano alla realtà. Se il sistema indica un pilota in testa, qualcuno controlla che sia davvero lui a guidare la corsa. Un ultimo filtro umano a protezione della precisione assoluta.

Durante il weekend operano circa undici professionisti dedicati esclusivamente al cronometraggio. Quando la bandiera a scacchi cala sul traguardo, il loro lavoro non finisce: inizia la distribuzione dell’enorme patrimonio statistico a squadre, televisioni, giornalisti e piattaforme digitali di tutto il mondo.

Perché in MotoGP il tempo non è soltanto una misura. È il millesimo che consegna una pole position. È il fotofinish che decide un Gran Premio. È il record sul giro che entra nella storia.

Mentre milioni di tifosi guardano i piloti sfidare i limiti dell’uomo e della macchina, questi professionisti combattono una battaglia diversa ma altrettanto importante: quella contro l’errore. Una sfida silenziosa, invisibile, che si gioca nell’arco di pochi millesimi che in MotoGp possono valere una carriera. Tutto questo avviene in questa stanza silenziosa dove nessuno può entrare.

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