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Desvelan el mecanismo que impulsa el veloz cierre de la venus atrapamoscas, la planta carnívora más famosa del mundo

11 June 2026 at 19:24

Cuando Charles Darwin observó por primera vez una venus atrapamoscas, quedó fascinado. El naturalista británico fue el primero en estudiar científicamente esta planta carnívora, la más famosa del mundo. Verla moverse con rapidez parecía algo propio de un animal. El investigador incluso llegó a pensar que debía existir algún equivalente vegetal a los músculos y los nervios. Más de un siglo después, la venus atrapamoscas sigue desafiando las ideas de los científicos sobre el movimiento de las plantas. Ahora, un equipo de físicos y biólogos ha demostrado que el secreto de su veloz trampa reside en la capacidad de modificar casi instantáneamente las propiedades mecánicas de sus paredes celulares, un cambio que desencadena el cierre de la hoja sobre la presa.

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© epv

Un insecto se posa sobre una venus atrapamoscas.

Visita educativa deu a conhecer as camarinhas de Sagres a jovens alunos

11 June 2026 at 15:40

Alunos da Barlavento International Primary School ficaram a conhecer as camarinhas de Sagres numa visita educativa promovida no âmbito do Projeto Emc2 – “Explorar Matos de Camarinha da Costa”, no Dia Mundial do Ambiente.

O passeio à zona costeira entre Sagres e Cabo de São Vicente teve a colaboração da escola privada sediada na Praia da Luz, em Lagos, cujos estudantes, entre os 7 e os 11 anos, ficaram a conhecer a flora local.

Para muitos deles, esta foi a primeira vez que viram plantas femininas e masculinas da camarinha (Corema album), espécie que só existe em Portugal e Espanha, e cujas plantas femininas dão as camarinhas, pequenos frutos comestíveis de cor branca.

Também foi transmitida aos alunos a ameaça que constitui a presença de plantas invasoras em zonas costeiras, lê-se em comunicado do Projeto Emc2.

Em inquéritos respondidos após a visita, os alunos «referiram ter gostado de conhecer novas plantas, como a camarinha, e de ter sentido os seus cheiros».

Sul Informação

Esta iniciativa cria nos alunos «um sentimento de lugar e um envolvimento emocional que são parte essencial de aprendizagens significativas na infância».

Na atualidade, em que há um «afastamento dos jovens da Natureza» e um «decréscimo do ensino de botânica», os sistemas educativos «terão de ser capazes de despertar nos jovens uma paixão pelos valores naturais, para depois melhor os conhecerem e protegerem, para agirem em prol da biodiversidade, em plena Década das Nações Unidas para a Recuperação dos Ecossistemas (2021-2030)», refere o comunicado.

O Projeto Emc2, coordenado pela Investigadora Alexandra Abreu Lima, é financiado por fundos nacionais da FCT – Fundação para a Ciência e a Tecnologia, através de projetos atribuídos ao MARE – Centro de Ciências do Mar e Ambiente e ao Laboratório Associado ARNET – Rede de Investigação Aquática.

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Exposição “Sobre a flora do Baixo Alentejo” pode ser vista em Moura

7 June 2026 at 16:11

A exposição “Sobre a flora do Baixo Alentejo”, do Museu Botânico do Instituto Politécnico de Beja, está patente na Galeria do Espírito Santo, em Moura, até 30 de junho.

Esta exposição apresenta algumas das mais emblemáticas plantas alentejanas, que na Primavera e no Verão dão cor agroecossistemas alentejanos.

Os registos fotográficos foram feitos durante levantamentos florísticos realizados por João Portugal, no Baixo Alentejo.

A investigação científica associada a este trabalho é da autoria de Paula Nozes e Luís Mendonça de Carvalho.

A exposição “Sobre a flora do Baixo Alentejo” pode ser visitada de terça-feira a domingo, entre as 09h00 e as 12h30 e as 14h00 e as 17h30.

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