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João Fonseca perde na final do qualificatório e cai nas duplas em Halle

14 June 2026 at 21:29

João Fonseca e o alemão Daniel Altmaier foram eliminados, neste domingo (14), da chave de duplas masculinas do ATP 500 de Halle.

O brasileiro e seu parceiro perderam por 2 sets a 0 para a dupla composta pelo norte-americano Robert Galloway e o australiano John Peers, em parciais de 7/5 e 6/2. O duelo era válido pela final da chave qualificatória do torneio.

Fonseca havia entrado na competição com um convite ao lado de Altmaier para buscar ritmo de jogo na grama, superfície que joga pela primeira vez em 2026.

Foco na chave de simples

Apesar de encerrar precocemente a sua participação no torneio de duplas, João Fonseca segue em solo alemão para disputar a chave de simples em Halle.

Na próxima terça-feira (16), o brasileiro de 19 anos faz a sua estreia diante do alemão Yannick Hanfmann, atual número 59 do mundo.

O torneio é o primeiro disputado sobre o piso de grama na temporada. Ele é importante para a preparação dos tenistas visando a disputa de Wimbledon, o terceiro Grand Slam do ano.

Calendário de João Fonseca na gira de grama

  • ATP 500 de Halle – 15 a 21 de junho
  •  ATP 250 de Eastbourne – 22 a 27 de junho
  • Wimbledon – 29 de junho a 12 de julho

Guto Miguel vence, faz história e é campeão juvenil de Roland Garros

La cruz, vista desde el cielo

14 June 2026 at 05:00
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Moría Gaudí y nacía la televisión. Ambos sucesos coincidían en el tiempo, hace un siglo. Pocos meses antes de ser embestido por el tranvía mortal en la calle Bailén, en una buhardilla del Soho londinense inventaba la televisión el joven escocés John L. Baird. Y esta semana, un siglo después, la obra de Gaudí (Sagrada Família) y la obra de Baird (televisión) se han hermanado en el cielo barcelonés ante millones de ojos del planeta. ¿La televisión ha muerto? No: un siglo después, vive y crece. Como la Sagrada Família.

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Veja as opções ofensivas de Ancelotti para mudar o Brasil contra o Haiti

14 June 2026 at 08:00

Após o empate em 1 a 1 contra o Marrocos na estreia, o Brasil retorna aos gramados pelo Grupo C da Copa do Mundo na próxima sexta-feira (19), às 21h30 (de Brasília), para encarar o Haiti. Em meio a uma dificuldade em criar oportunidades claras de gol no primeiro jogo, o técnico Carlo Ancelotti pode promover algumas mudanças no setor ofensivo na segunda partida.

Ancelotti escalou o time para a estreia com um trio de atacantes. Vinicius Júnior, que foi um dos melhores jogadores em campo, e Raphinha atuaram nas pontas, enquanto Igor Thiago foi centroavante da equipe. Além disso, Lucas Paquetá completou o meio-campo, com características bem mais ofensivas do que Casemiro e Bruno Guimarães.

Com a vaga de “camisa 9” em aberto, Endrick é um nome que pode começar como titular contra a Seleção Haitiana. Autor do gol da vitória no amistoso contra o Egito, o atacante de 19 anos oferece movimentação e velocidade para dar profundidade às jogadas do Brasil.

Titular da Seleção Brasileira antes de perder a vaga para Igor Thiago, Matheus Cunha pode reassumir a posição na próxima rodada da Copa. Diferente de Igor, ele atua como um centroavante construtor, trabalhando bastante as jogadores fora da área e auxiliando o meio-campo na armação da equipe.

Diante de uma atuação abaixo do esperado de Raphinha, Luiz Henrique pode ganhar espaço na ponta-direita. O atacante do Zenit, da Rússia, acumula boas atuações com a camisa verde-amarela e tem capacidade de desequilibrar as partidas com jogadas individuais.

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Com golaço, Austrália surpreende a Turquia e estreia com vitória na Copa

14 June 2026 at 06:56

A Austrália derrotou a Turquia pelo placar de 2 a 0, na madrugada deste domingo (14), em partida que encerrou o terceiro dia de disputa da Copa do Mundo de 2026. O confronto é válido pelo Grupo D do torneio e ocorreu no Estádio de Vancouver, no Canadá.

O primeiro gol dos australianos foi marcado por Nestory Irankunda, aos 27 minutos de jogo, em bela jogada individual. Na segunda etapa, Connor Metcalfe bateu no cantinho de fora da área e sacramentou o triunfo dos Socceroos na estreia. O goleiro Patrick Beach e o zagueiro Harry Souttar foram outros grandes destaques do duelo.

Com a vitória, a Austrália ocupa a segunda colocação da chave, atrás apenas dos Estados Unidos, que golearam o Paraguai por 4 a 1. O time comandado pelo técnico Tony Popovic volta a campo na próxima sexta-feira (19), às 16h (de Brasília), diante justamente de um dos anfitriões da Copa.

A Seleção Turca, por sua vez, tentará a recuperação no sábado (20), às 00h, contra a equipe paraguaia. Esta é a primeira participação do país na competição desde 2002, edição em que terminou na terceira posição geral.

O jogo

Favorita no confronto, a Turquia saiu para o ataque no início da partida e criou uma oportunidade aos sete minutos, em finalização do meia Arda Güler que foi para fora. O time chegou novamente aos 19, em tentativa do lateral Ferdi Kadioglu de fora da área, que também errou o alvo.

Na marca de 26 minutos, o ponta Baris Alper Yilmaz cruzou com perigo e Güler apareceu para bater nas mãos do goleiro Patrick Beach. Logo depois, o volante Paul Okon-Engstler lançou o atacante Nestory Irankunda em velocidade, que driblou a defesa e chutou no cantinho. 1 a 0 para a Austrália em Vancouver.

A Seleção Turca não se abalou e respondeu aos 30 minutos. O zagueiro Abdülkerim Bardakci arriscou de muito longe e obrigou Beach a realizar uma linda defesa, em bola que ainda carimbou a trave. Antes do intervalo, Irankunda quase ampliou em outro contra-ataque, mas parou no goleiro Ugurcan Çakir.

Atrás do placar, os turcos retornaram para o segundo tempo determinados em conseguir o empate. No primeiro minuto da etapa, o meia Hakan Çalhanoglu limpou a marcação e finalizou para outra defesa de Beach. Já aos quatro, o volante Ismail Yüksek tentou da entrada da área e acertou a defesa.

Güler cobrou uma falta direta para o gol aos 12 minutos e viu Beach realizar uma ótima defesa. A pressão seguiu intensa e a equipe europeia levou perigo mais uma vez aos 27, em chute do lateral Zeki Çelik que parou no goleiro australiano.

Em uma das poucas vezes que subiu ao ataque no segundo tempo, a Austrália ampliou sua vantagem na marca de 30 minutos. O meio-campista Connor Metcalfe recebeu na intermediária, carregou livre e bateu no canto para anotar o 2 a 0.

Os turcos criaram mais uma grande oportunidade aos 32 minutos, em tentativa do atacante Kerem Aktürkoglu, mas a bola ficou nas mãos de Patrick Beach. Já aos 40, o goleiro defendeu uma boa cobrança de falta de Çalhanoglu. No tempo restante, os Socceroos seguraram a pressão adversária e asseguraram a vitória na estreia da Copa do Mundo.

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Autor de golaço da Austrália nasceu como refugiado e fez base no Bayern

14 June 2026 at 05:46

Austrália e Turquia estão se enfrentando na madrugada deste domingo (14), em jogo válido pela primeira rodada do Grupo D da Copa do Mundo de 2026. O atacante Nestory Irankunda anotou um golaço e colocou os australianos na frente aos 27 minutos da partida.

O volante Paul Okon-Engstler acertou um belo lançamento para Irankunda, que acelerou, driblou o marcador e finalizou no cantinho. Esta é a primeira participação do atacante de 20 anos em Copas do Mundo.

Jogadores da Austrália comemorando o gol sobre a Turquia, no jogo válido pela primeira rodada da Copa do Mundo
Jogadores da Austrália comemorando o gol sobre a Turquia, no jogo válido pela primeira rodada da Copa do Mundo • Stu Forster/Getty Images

Ele nasceu em um campo de refugiados localizado na cidade de Kigoma, na Tanzânia. Sua família é natural de Burundi e fugiu do país por conta de uma guerra civil que durou mais de uma década. Eles se mudaram para Perth, na Austrália, antes de chegar em Adelaide, onde o atleta iniciou sua carreira como profissional.

Após se destacar pelo Adelaide United, clube em que atuou na equipe principal aos 15 anos de idade, Irankunda se transferiu para o Bayern de Munique. Ele reforçou a base do clube alemão e também jogou pelo time B, que disputa a quarta divisão nacional.

Depois de um empréstimo para o futebol suíço, Nestory Irankunda foi comprado pelo Watford, da Inglaterra, seu atual time. Na última temporada, o australiano anotou quatro gols e cinco assistências em 42 partidas disputadas.

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Knicks é letal no fim, vence os Spurs e é campeão da NBA após 53 anos

14 June 2026 at 04:29

O New York Knicks se sagrou campeão da NBA neste sábado (13), quebrando um jejum de 53 anos sem título na liga norte-americana. No Frost Bank Center, a equipe de Manhattan superou o San Antonio Spurs por 94 a 90 e fechou a série em 4 a 1 para ficar com a taça.

Jalen Brunson foi o grande nome da conquista no Knicks. No confronto decisivo, o armador de 29 anos anotou incríveis 45 pontos, três assistências e três rebotes, liderando a equipe dentro de quadra. A defesa também foi um ponto fundamental para a vitória, permitindo que nomes como De’Aaron Fox e Stephon Castle fizessem menos de 10 pontos na partida.

A franquia de Nova York voltou ao topo da NBA depois de mais de cinco décadas e conquistou o tricampeonato, já que também foi campeão em 1970 e 1973. Os Spurs, por sua vez, estacionaram nos cinco títulos, vencidos em 1999, 2003, 2005, 2007 e 2014.

Sobre a partida

O San Antonio Spurs começou forte mais uma vez e manteve a vantagem em dois dígitos ao longo de quase todo o jogo. Os Knicks reagiram aos poucos e finalmente assumiram a liderança pela primeira vez quando restavam três minutos e 40 segundos para o fim do confronto.

Na sequência, os Spurs não conseguiram se recuperar, e o time nova-iorquino concluiu uma campanha dominante rumo ao título, tendo perdido apenas três jogos durante todos os playoffs.

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Tu hijo es tu proyecto personal: inmersos en la era de los “niños cosa”

13 June 2026 at 21:13

Tu hijo es tu proyecto personal: inmersos en la era de los “niños cosa”

Somos una generación que ha hecho de la crianza una actividad cada vez más consciente, informada y exigente. Hemos conseguido convertir cualquier rincón de la infancia en una oportunidad de aprendizaje. Pero, ¿qué ocurre cuando desaparecen los espacios que no sirven para nada?

Criar en tiempos de consejos para todo: por qué las millennials sienten tanta presión por “ser una madre impecable”

Hace poco, mientras buscaba algunos regalos de cumpleaños en la sección infantil de una librería, me llamó la atención la cantidad de libros que sirven para algo: reconocer las emociones, entrenar la paciencia, fortalecer la autoestima o aprender a compartir. Para afrontar el divorcio de los padres, entender la muerte de los abuelos, detectar relaciones tóxicas o tolerar la frustración. A veces tengo la sensación de que, si busco lo suficiente, podría incluso encontrar algún cuento para aprender a leer cuentos. No es que cuestione la utilidad de estos títulos, pues muchos de ellos responden a necesidades reales de las familias; lo que me pregunto es en qué momento los libros dejaron de ser únicamente una invitación a dejar volar la imaginación para convertirse también en herramientas de autoayuda e intervención.

La pregunta me vino a la cabeza leyendo En la era de los niños cosa. Ensayos contra la crianza como emprendimiento, el conjunto de ensayos de Santiago Gerchunoff recientemente publicado por Lengua de Trapo-Círculo de Lectores. Me fascinó su lectura, a la vez que me provocó cierta incomodidad, porque no habla de padres negligentes ni de madres obsesivas: habla de nosotras y de nosotros, de una generación que ha hecho de la crianza una actividad cada vez más consciente, informada y exigente. Una generación que lee, se documenta, dialoga, consulta a expertos y se preocupa sinceramente por ofrecer a sus hijos la mejor vida posible. Quizá el libro resulta tan perturbador porque no cuestiona nuestras intenciones, sino nuestra mirada.

Ya en el prólogo, Gerchunoff escribe que vivimos una época marcada por “la paternidad como emprendimiento, los hijos como obras, proyectos o extensiones del yo”. Una vez leída la frase, resulta difícil dejar de pensar en ella. La vemos en la obsesión por elegir correctamente cada actividad extraescolar, en la búsqueda del cuento adecuado para cada conflicto, del deporte adecuado para cada personalidad y del colegio adecuado para cada talento —he conocido a familias que dedicaron más de seis meses a buscar el mejor colegio, haciendo tablas de Excel con pros y contras después de acudir, religiosamente y con libretas, a cada jornada de puertas abiertas—. En la idea de que cada experiencia infantil debe aportar algo medible y futurible.

Santiago Gerchunoff escribe que vivimos una época marcada por "la paternidad como emprendimiento, los hijos como obras, proyectos o extensiones del yo"

Hablando inglés en un parque de Madrid

No es casual que una de las imágenes más potentes del libro sea la del padre que habla en inglés a su hijo en un parque de Madrid —“padres españoles que se vuelven angloparlantes circunstancialmente al hablar con sus hijos”—. Gerchunoff no critica el aprendizaje de idiomas, sino la lógica que se esconde detrás de esa decisión: la idea de que siempre es posible añadir una capa más, una competencia más, una ventaja más. Lo que observa en esa escena es “la fantasía misma de estar haciéndolos, fabricándolos con más o menos prestaciones. Es la idea del hijo como obra la que rige en el padre que decide no hablar al hijo en su lengua (la que usa con todo el mundo, en el trabajo, en la calle, en la mesa y en la cama), sino aprovechar todo el tiempo que pueda para 'agregarle' otra”.

Gerchunoff escribe la palabra “prestaciones” y esto merece una reflexión. Hablamos de prestaciones cuando describimos un coche, un teléfono móvil o un electrodoméstico. Sin embargo, cada vez parece más fácil trasladar ese lenguaje al territorio de la crianza. Queremos que nuestras criaturas aprendan varios idiomas a la vez, desarrollen inteligencia emocional, practiquen deportes, adquieran hábitos saludables, descubran sus talentos, gestionen adecuadamente la frustración y construyan una autoestima sólida. Nada de ello es malo; al contrario: son deseos comprensibles y, en muchos casos, admirables. El problema aparece cuando dejamos de preguntarnos quiénes son para empezar a preguntarnos en quiénes podrían convertirse, porque entonces la infancia deja de ser una experiencia y se transforma en un proyecto.

Lo vemos también en la literatura infantil. Gerchunoff, que trabajó como librero, dedica algunas páginas brillantes a esa tendencia cada vez más extendida de buscar cuentos para “trabajar” emociones, conflictos o situaciones concretas —“¿Me recomiendas alguno para trabajar el duelo? ¿Qué cuento chulo tienes para trabajar la discriminación de género?”—. La expresión, de nuevo, me parece reveladora: trabajar los celos, el duelo, la llegada de un hermano o la diversidad, como si la ficción necesitara justificar su existencia mediante una utilidad externa o como si ya no bastara con que una historia emocione o entretenga.

La lógica es siempre la misma: leer, jugar o hacer deporte son actividades que tienen que servir para algo. Hemos conseguido convertir cualquier rincón de la infancia en una oportunidad de aprendizaje. Pero, ¿qué ocurre cuando desaparecen los espacios que no sirven para nada?

El problema aparece cuando dejamos de preguntarnos quiénes son para empezar a preguntarnos en quiénes podrían convertirse, porque entonces la infancia deja de ser una experiencia y se transforma en un proyecto

Una Stasi acaramelada

Gerchunoff describe los grupos de WhatsApp de padres como una “Stasi acaramelada”. La expresión puede provocarte una sonrisa, pero señala algo importante: nunca habíamos estado tan presentes en la vida de nuestras criaturas. Nunca habíamos estado tan implicados en las decisiones que se toman en las aulas, en las extraescolares, en los cumpleaños o en sus relaciones personales. Vigilamos, acompañamos, supervisamos, intervenimos y lo hacemos porque la infancia nos importa, por protección y por amor hacia nuestros hijos e hijas.

No dejo de preguntarme si, en medio de esa vigilancia permanente que ejercemos, no estaremos eliminando precisamente aquello que la infancia necesita para convertirse en una experiencia propia. Quizá no estemos dejando hueco para ese espacio opaco donde ocurren cosas que los adultos no ven, no controlan y no comprenden del todo; ese territorio donde construimos nuestras primeras amistades, secretos, conflictos, reconciliaciones y pequeñas formas de autonomía. “Para ayudarlos a ser sujetos no hay más remedio que dejarlos de tratar como nuestros objetos”, escribe Gerchunoff.

Todo para los niños, pero sin los niños

En El problema de los hoteles sin niños, ensayo dedicado a los hoteles, restaurantes y otros espacios públicos childfree, encontramos otra frase que resume toda esta preocupación: “Confundimos, de hecho, criarlos con hacerlos. Los dos bandos, antiniños y proniños, coinciden entonces en realidad en considerar a los niños como cosas. Solo que unos los ven como cosas molestas y los otros, como cosas mágicas”. Quizá ahí esté el núcleo de la cuestión. “Criar” y “hacer” no son sinónimos. Criar implica acompañar el desarrollo de alguien que nunca terminaremos de comprender del todo. Hacer implica proyectar un resultado y trabajar para alcanzarlo. A las personas las criamos. Los objetos, los hacemos.

¿Será esa la verdadera paradoja de nuestro tiempo? Nunca hemos prestado tanta atención a la infancia y, sin embargo, cada vez parece costarnos más aceptar aquello que tiene de impredecible. Vivimos frecuentemente angustiados por la sensación de no estar haciendo lo suficiente. En uno de los textos más inquietantes del volumen, El bebé Tamagotchi, Gerchunoff describe a una pareja que monitoriza el sueño, la temperatura y los ritmos de su bebé en vacaciones mediante sensores y dispositivos electrónicos. La imagen que le viene a la cabeza es la de aquella mascota virtual de los noventa que exigía atención constante y podía morir si uno se equivocaba. Lo interesante es que no identifica en esa escena una falta de amor, sino exactamente lo contrario: un amor tan informado, tan atento y tan responsable que aspira a eliminar cualquier experiencia no controlada. Un amor que no quiere equivocarse.

Criar implica acompañar el desarrollo de alguien que nunca terminaremos de comprender del todo. Hacer implica proyectar un resultado y trabajar para alcanzarlo. A las personas las criamos. Los objetos, los hacemos

La infancia improductiva

Cada vez resulta más difícil encontrar espacios verdaderamente improductivos en la infancia. Nuestras criaturas leen, pero nos gusta que la lectura les enseñe algo. Juegan, pero preferimos que el juego estimule determinadas capacidades. Hacen deporte, pero esperamos que aprendan disciplina, esfuerzo o trabajo en equipo. Incluso el aburrimiento, que en cualquier tiempo pasado fue simplemente aburrimiento, ha sido rebautizado como una herramienta pedagógica capaz de fomentar la creatividad. Parece que ya no nos basta con que las cosas sucedan; necesitamos que produzcan algún tipo de beneficio.

Vivimos en una cultura obsesionada con el conocimiento experto y con la mejora continua. Somos una sociedad incapaz de tolerar lo improductivo. Consultamos reseñas antes de reservar un hotel, escuchamos podcasts para aprender a optimizar nuestro tiempo y descargamos aplicaciones que monitorizan lo que comemos, cuánto caminamos o lo que dormimos. Era casi inevitable que esa lógica terminara entrando también en la crianza. Si todo puede aprenderse, perfeccionarse y optimizarse, ¿por qué no iba a ocurrir lo mismo con la maternidad y la paternidad?

El problema es que las criaturas no son un proyecto profesional, aunque a veces hablemos de ellas como si lo fueran. No son una versión inacabada de algo que debe alcanzar su máximo potencial ni una especie de currículum sobre el que vamos incorporando mejoras sucesivas. Sin embargo, basta con asomarse a cualquier conversación entre padres y madres para comprobar hasta qué punto hemos asumido esa mirada. Quizá la pregunta que deja flotando Gerchunoff no sea cómo criar mejor, sino cómo seguir criando sin convertir la infancia en un proyecto de mejora continua. Cómo seguir acompañando sin gestionar, cuidando sin optimizar y educando sin olvidar que algunas de las experiencias más valiosas de la infancia —y de la vida— ocurren, precisamente, cuando dejan de servir para algo.

Austrália x Turquia: escalações e onde assistir ao jogo da Copa do Mundo

14 June 2026 at 03:36

Austrália e Turquia entram em campo neste domingo (14), às 01h (de Brasília), pela primeira rodada da Copa do Mundo de 2026. As seleções estão no Grupo D da competição, juntamente com Estado Unidos e Paraguai. O duelo acontece no Estádio de Vancouver, no Canadá.

De volta ao torneio após 24 anos, a Seleção Turca busca a vitória diante da equipe australiana, que disputa sua sexta edição consecutiva. O jogo terá a transmissão da Globo, SporTV, CazéTV e Globoplay, além do tempo real do CNN Esportes.

Escalações

  • Austrália: Patrick Beach; Jacob Italiano, Alessandro Circati, Harry Souttar, Cameron Burgess e Jordan Bos; Paul Okon-Engstler, Aiden O’Neill e Connor Mecalfe; Nestory Irankunda e Mohamed Touré. Técnico: Tony Popovic.
  • Turquia: Ugurcan Çakir; Zeki Çelik, Abdülkerim Bardakci, Merih Demiral e Ferdi Kadioglu; Ismail Yüksek, Hakan Çalhanoglu e Orkun Kökçü; Barıs Alper Yilmaz, Arda Güler e Kerem Aktürkoglu. Técnico: Vincenzo Montella.

Onde assistir a Austrália x Turquia

  • TV: Globo e SporTV
  • Streaming: CazéTV (YouTube) e Globoplay
  • Tempo real: CNN Esportes

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No grupo do Brasil, Escócia sai na frente contra o Haiti na estreia da Copa

14 June 2026 at 02:40

Adversários do Brasil no Grupo C da Copa do Mundo, Escócia e Haiti estão se enfrentando neste sábado (13), no Estádio de Boston, nos Estados Unidos. No início da partida, John McGinn tirou o zero do placar e anotou 1 a 0 a favor dos europeus.

Na marca de 28 minutos de jogo, o atacante Che Adams completou um cruzamento da direita e parou em ótima defesa do goleiro Johny Placide. No rebote, McGinn finalizou, a bola desviou na defesa e só parou no fundo das redes.

Torcedores de Haiti e Escócia antes do duelo entre as seleções pela Copa do Mundo, em Boston
Torcedores de Haiti e Escócia antes do duelo entre as seleções pela Copa do Mundo, em Boston • Mattia Ozbot/Getty Images

Na próxima rodada, a Seleção Escocesa encara o Marrocos, em confronto que acontece na próxima sexta-feira (19), às 19h (de Brasília), em Boston. Já o Haiti, enfrenta a Seleção Brasileira na mesma data, mas às 21h30, na Filadélfia.

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Conheça Bouaddi, meio-campista do Marrocos que foi destaque contra o Brasil

14 June 2026 at 02:23

Brasil e Marrocos empataram em 1 a 1 neste sábado (13), no jogo da primeira rodada do Grupo C da Copa do Mundo de 2026. No confronto, um nome que chamou a atenção em campo foi o de Ayyoub Bouaddi, meio-campista marroquino que se destacou na partida.

Nascido em Senlis, no norte da França, Bouaddi passou por todas as seleções de base do país europeu ao longo de sua carreira. Porém, em maio, o meio-campista de apenas 18 anos conseguiu a mudança de nacionalidade aprovada pela Fifa, o que deu a ele a liberação para atuar na equipe africana.

Diante da Seleção Brasileira, o jovem jogador teve um aproveitamento de 91% nos passes e 86 ações com a bola, de acordo com a plataforma “Sofascore”. Sem a posse, ele foi fundamental nas retomadas no campo ofensivo e nos duelos físicos com o adversário, onde ganhou a maioria deles.

Por clubes, Ayyoub Bouaddi joga no Lille, da França. Na última temporada do futebol europeu, ele realizou 42 partidas e distribuiu uma assistência na liga nacional.

Depois do confronto contra o Marrocos, O Brasil volta a campo na próxima sexta-feira (19), às 21h30 (de Brasília), para encarar o Haiti. Depois, a equipe comandada por Carlo Ancelotti encerra sua participação na fase de grupos da Copa do Mundo diante da Escócia, no dia 24 de junho.

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Veja memes do empate do Brasil contra o Marrocos na Copa do Mundo

14 June 2026 at 01:48

Brasil e Marrocos terminaram empatados em 1 a 1 neste sábado (13), em partida da primeira rodada do Grupo C da Copa do Mundo de 2026.

Ismael Saibari, de cobertura, abriu o placar a favor da equipe africana aos 21 minutos de jogo. Pouco depois, aos 32, Vinicius Júnior marcou um golaço para igualar a disputa e garantir o primeiro ponto da Seleção Brasileira no torneio.

Confira os memes da estreia do Brasil na Copa do Mundo

pega a bola raphinha pic.twitter.com/77OE2PelGW

— dy (@frootistic) June 13, 2026

Calma Igor Thiago é só um cruzamento. pic.twitter.com/k92ANnfN8J

— SAVASCO (@savasco_of) June 13, 2026

vamo casemiro marca os caras pic.twitter.com/m4xaqZIcko

— cuovanna (@gigioamaonestor) June 13, 2026

*brasil perde a bola no ataque*

o casemiro voltando pra marcar: pic.twitter.com/Tb2E6Kl5nr

— Geladeira Tricolor (@geladeiratrikas) June 13, 2026

raphinha hoje pic.twitter.com/u4psKXIsrg

🦈 (@paulawhos) June 13, 2026

zaga da seleção brasileira tentando parar um ataque do marrocos pic.twitter.com/88vBVXdtaC

— bibi’llie jean (@virgilewis) June 13, 2026

CONTRAGOLPE DE BRASIL, AHÍ VA IGOR THIAGO.pic.twitter.com/6Sz3ooIqfj

— Rеvеn (@RevenRV) June 13, 2026

Joao Pedro jantando depois dessa atuação do Igor Thiago: pic.twitter.com/3OI5fObCvH

— Mattar “seu safado” Niners 🐓🐔 (@Myttar) June 13, 2026

não quero ver a cara do alisson pelos próximos 10 anos pqp lixo#BRAxMARpic.twitter.com/FzctdVLpiN

— nati🪽 🇧🇷 (@kanaphangirl_) June 13, 2026

Raphinha pelo Barcelona \ Raphinha pelo Brasil pic.twitter.com/WXYFgaGRjO

— Central do Braga (@CentralDoBrega) June 13, 2026

Casemiro voltando em todos os contra ataques de Marrocos pic.twitter.com/KkHoRV7dla

— Inter da Depressão (@InterDD) June 13, 2026

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Brasil 1 x 1 Marrocos: veja os melhores momentos do jogo da Copa do Mundo

14 June 2026 at 01:24

O Brasil ficou no empate em 1 a 1 com o Marrocos neste sábado (13), em partida da primeira rodada do Grupo C da Copa do Mundo 2026. No Estádio de Nova York/Nova Jersey, o time africano saiu na frente com um gol de cobertura de Ismael Saibari.

A Seleção Brasileira igualou a disputa com Vinicius Júnior, em um golaço anotado aos 32 minutos do primeiro tempo. Este foi o segundo tento do atacante de 25 anos em Copas do Mundo, já que também balançou as redes em 2022, na vitória por 4 a 1 sobre a Coreia do Sul.

Após o duelo contra os marroquinos, o Brasil volta a campo na próxima sexta-feira (19), às 21h30 (de Brasília), para encarar o Haiti. Depois, a equipe comandada por Carlo Ancelotti encerra sua participação na fase de grupos diante da Escócia, no dia 24 de junho.

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O que deu certo e o que deu errado na estreia da Seleção Brasileira na Copa

14 June 2026 at 01:06

O Brasil começou sua campanha na Copa do Mundo de 2026 com um empate contra o Marrocos por 1 a 1. Depois do resultado, os comandados de Carlo Ancelotti retornam aos gramados na próxima sexta-feira (19), para encarar o Haiti.

Em busca do hexacampeonato e o primeiro título em 24 anos, a Seleção Brasileira teve um grande desafio logo na sua estreia no Mundial. Os marroquinos terminaram em quarto lugar na última edição do torneio e, atualmente, se encontram na sétima posição no ranking da Fifa.

O que deu errado para o Brasil

A partida começou difícil para os brasileiros, que viram o Marrocos dominar as ações no meio-campo. O trio Neil El Aynaoui, Ayyoub Bouaddi e Azzedine Ounahi pressionou a saída de bola adversária e não deixou o Brasil respirar em campo.

Raphinha encontrou muita dificuldade em criar pelo centro do ataque, principalmente quando recebia de costas para a defesa. Outro que passou apuros com a pressão marroquina foi Lucas Paquetá, que esteve abaixo nos duelos e acabou errando alguns passes na primeira etapa.

Igor Thiago não aproveitou a oportunidade como titular. O centroavante que atua no Brentford, da Inglaterra, não se encaixou no esquema montado para a primeira partida da Copa do Mundo e teve apenas 16 ações com a bola, segundo a plataforma “Sofascore”. Na única chance que teve, acabou errando uma cabeçada quase na pequena área.

O que deu certo para o Brasil

Em meio ao confronto complicado, Vinicius Júnior assumiu o protagonismo da equipe. Em uma bela jogada individual, o atacante do Real Madrid marcou um golaço para empatar a partida em Nova Jersey. Ele também foi quem mais deu dinamismo e velocidade ao setor ofensivo, construindo as melhores chances da Seleção.

Um jogador que teve uma atuação segura foi o lateral-esquerdo Douglas Santos. Ele foi responsável por marcar Brahim Díaz, um dos melhores meias do adversário, e mostrou um bom desempenho nos desarmes.

No intervalo, Carlo Ancelotti promoveu duas alterações: Ibañez e Casemiro, que estavam amarelados, deram lugar para Danilo e Fabinho. Depois das mudanças, o Brasil passou a jogar com mais tranquilidade, não sofrendo mais com as investidas marroquinas.

Fabinho, inclusive, foi importante nos embates defensivos, nas roubadas de bola no campo de ataque e até para matar as jogadas com falta quando necessário.

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Alisson falhou? Brasil sai atrás do Marrocos na estreia da Copa do Mundo

13 June 2026 at 23:30

Brasil e Marrocos empataram em 1 a 1 neste sábado (13), em duelo válido pela primeira rodada do Grupo C da Copa do Mundo de 2026. O time marroquino saiu em vantagem na partida, graças ao gol do atacante Ismael Saibari.

Aos 21 minutos de jogo, o meia Brahim Díaz achou um lindo passe para Saibari. Ele recebeu livre, invadiu a área e encobriu o goleiro Alisson para tirar o zero do placar.

Ismael Saibari marcou o gol do Marrocos contra a Seleção Brasileira em partida pelo grupo C da Copa do Mundo
Ismael Saibari marcou o gol do Marrocos contra a Seleção Brasileira em partida pelo grupo C da Copa do Mundo • FIFA via Getty Images

Mais tarde, aos 32 minutos, o Brasil igualou a disputa com um golaço de Vinicius Júnior. Ele foi acionado no lado esquerdo do ataque, cortou a marcação e finalizou colocado para empatar o jogo.

Após o duelo contra o time marroquino, a Seleção Brasileira volta a campo na próxima sexta-feira (19), às 21h30 (de Brasília), para encarar o Haiti. Depois, a equipe comandada por Carlo Ancelotti encerra sua participação na fase de grupos diante da Escócia, no dia 24 de junho.

Veja o ranking dos elencos mais valiosos da Copa do Mundo

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