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Del clavel a la seriedad: la tormenta saca una potente versión de Roca Rey, Talavante y Hernández

14 June 2026 at 20:59

Beneficencia nos traía de nuevo a Madrid. A Las Ventas. Al cierre del ciclo continuado. Fuera de abono pero con las figuras. La segunda y última de Roca, la tercera de Talavante y la esperada de Víctor Hernández después de transitar dos de los milagros de San Isidro (que no han sido pocos). El primero de Victoriano fue protestado y de ello al descaste. Poca cosa llegó a la muleta. Talavante no se complicó y nos dejó una estocada baja.

La tarde empezó cuando Víctor Hernández quitó al segundo y Roca replicó. Cuando empieza a haber esas cosas entre los toreros trasciende. Brindó al público y esperó después en los medios de rodillas acercando posiciones para pegarle un pase cambiado por la espalda. El explosivo vino después cuando se le paró a un metro. Aguantar ahí sí que entra en los registros del valor auténticos y de ser capaz de mantener las pulsaciones en orden. Una barbaridad para los sentidos. Por eso la plaza fue un resorte de emoción como respuesta. Intentó faena Roca con la muleta muy por abajo y también punto por fuera. Pronto llegaron las protestas y tan fugaz como habían entrado en faena salieron. Se rajó el toro y en las tablas le entró a matar.

Como si cielo y tierra se pusieran de acuerdo cuando Víctor Hernández paró al tercero se despertó el viento amenazante de tormenta mientras las nubes se tornaban a negruzcas y Antonio, que vende las mejores almendras del mundo, ofrecía chubasqueros. Lo teníamos claro. No había escapatoria. Se fue al Seis a hacer faena para resguardarse del vendaval y fue una pena porque el toro lo hubiéramos visto de otra manera en los medios. Por la zurda vinieron los mejores momentos en esa puesta en escena repleta de verdad y entrega y algunos muletazos espectaculares, por largos y puros. El toro tenía la primera arrancada buena, larga y explosiva, era la de la inercia, según avanzaba y más en esos terrenos, se quedaba más por abajo. La espada demoró lo que había hecho Hernández con ambición y profundidad.

La tormenta se desató en el cuarto con Talavante. Fue tremendo. En nada la plaza era un auténtico barrizal. De ahí el mérito de Alejandro, porque solo estar delante y sacar la faena ya era todo. La espada no le acompañó. De buen juego el toro. El ruedo una piscina.

La plaza estaba impracticable, pero el duelo de fieras hacía que tirarán para adelante como fuera y a pesar del peligro que suponía Roca tiró con el quinto. La vida le desafió más porque fue toro complicado, exigente, mirón, que se la tenía guardada. Expuso y arriesgó Roca como si se tuviera todo que ganar. Firme, con todo, arrestos puro, seguridad en la incertidumbre del toro. Subió hasta la cima y la espada le derribó.

Colocó la cara bien abajo el sexto, pero le costó viajar y eso era muy desafiante por la cortedad del viaje. La honestidad de la faena de Víctor fue abrumadora, hiciera el toro lo que hiciera y más allá de las imperfecciones se imponía la verdad del toreo y la búsqueda de una manera de ser y estar en la plaza que no busca atajos y eso, en estos tiempos, vale mucho. La espada, cómo puede ser esa espada... La espada, en general, no estuvo a la altura de una tarde que era de clavel y acabó siendo para héroes.

Ficha del festejo

Beneficencia. Toros de Victoriano del Río, bien presentados. El 1º, descastado; 2º, noble y a menos, se raja; 3º, repetidor y con transmisión; 4º, de buen juego; 5º,complicado; 6º, humilla pero corta arrancada. Lleno de «No hay billetes».

Alejandro Talavante, de catafalco y oro, estocada caída (silencio); media, dos pinchazos, estocada baja, tres descabellos (ovación).

Roca Rey, de pizarra y oro, estocada baja (palmas); dos pinchazos, aviso, estocada baja (ovación).

Víctor Hernández, de verde hoja y oro, estocada, dos avisos (silencio); estocada baja, aviso (ovación).

© La Razón

Roca Rey en el quinto toro. Corrida de la Beneficencia en las Ventas

Ato em São Paulo presta solidariedade a protestos na Bolívia

14 June 2026 at 20:32

Logo Agência Brasil

Um ato em solidariedade ao povo boliviano foi realizado na tarde deste domingo (14), em frente ao Museu de Arte de São Paulo (Masp), na Avenida Paulista, em São Paulo. A manifestação reuniu bolivianos que vivem no Brasil, apoiados por movimentos sociais e sindicalistas.

Os manifestantes pedem a renúncia do presidente Rodrigo Paz e a revogação da Lei de Estado de Exceção, que autoriza as Forças Armadas a reprimirem protestos no país.

Notícias relacionadas:

Integrante do movimento FeminismoComunitário de Abya Yala - Tecido Pindorama Brasil, Rafaela Vilaça foi uma das organizadoras do ato e reforçou que o objetivo era demonstrar apoio aos protestos na Bolívia.

"É para a gente colocar a nossa solidariedade e colocar que o que acontece com o povo na Bolívia também acontece aqui com o povo brasileiro. Além disso, a luta da Bolívia é a luta do Brasil hoje também”, disse.

O governo Paz enfrenta uma série de protestos que pedem sua renúncia. A mobilização reúne camponeses, indígenas, professores, mineiros, entre outras categorias. Bloqueios em estradas têm causado desabastecimento em várias regiões do país andino, levando à escassez de combustíveis, alimentos e medicamentos nas cidades afetadas.

Decisões do novo presidente boliviano, que assumiu o poder após quase 20 anos de hegemonia da esquerda, vinham provocando manifestações no país desde o início do mandato, em dezembro de 2025, com um decreto que retirava o subsídio à gasolina.

Os protestos aumentaram depois de camponeses e indígenas acusarem o governo de promulgar leis fundiárias com o objetivo de prejudicar pequenos agricultores e em favor de grandes empresários do agronegócio.

“A Bolívia hoje também sofre pelos altos preços e pela falta de combustível. Além disso, os governos anteriores da Bolívia tinham um processo em que os alimentos eram muito acessíveis à população. Hoje, isso já não acontece. Tem falta de alimento e o que tem é muito caro”, criticou Rafaela.

“Por isso os povos hoje estão na rua e em luta. Essa luta é defender os direitos dos bolivianos. E aqui em São Paulo isso não é diferente: os bolivianos estão aqui, mas estão também solidários ao que está acontecendo lá”.

Ato em São Paulo presta solidariedade a protestos na Bolívia

14 June 2026 at 20:32

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Um ato em solidariedade ao povo boliviano foi realizado na tarde deste domingo (14), em frente ao Museu de Arte de São Paulo (Masp), na Avenida Paulista, em São Paulo. A manifestação reuniu bolivianos que vivem no Brasil, apoiados por movimentos sociais e sindicalistas.

Os manifestantes pedem a renúncia do presidente Rodrigo Paz e a revogação da Lei de Estado de Exceção, que autoriza as Forças Armadas a reprimirem protestos no país.

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Integrante do movimento FeminismoComunitário de Abya Yala - Tecido Pindorama Brasil, Rafaela Vilaça foi uma das organizadoras do ato e reforçou que o objetivo era demonstrar apoio aos protestos na Bolívia.

"É para a gente colocar a nossa solidariedade e colocar que o que acontece com o povo na Bolívia também acontece aqui com o povo brasileiro. Além disso, a luta da Bolívia é a luta do Brasil hoje também”, disse.

O governo Paz enfrenta uma série de protestos que pedem sua renúncia. A mobilização reúne camponeses, indígenas, professores, mineiros, entre outras categorias. Bloqueios em estradas têm causado desabastecimento em várias regiões do país andino, levando à escassez de combustíveis, alimentos e medicamentos nas cidades afetadas.

Decisões do novo presidente boliviano, que assumiu o poder após quase 20 anos de hegemonia da esquerda, vinham provocando manifestações no país desde o início do mandato, em dezembro de 2025, com um decreto que retirava o subsídio à gasolina.

Os protestos aumentaram depois de camponeses e indígenas acusarem o governo de promulgar leis fundiárias com o objetivo de prejudicar pequenos agricultores e em favor de grandes empresários do agronegócio.

“A Bolívia hoje também sofre pelos altos preços e pela falta de combustível. Além disso, os governos anteriores da Bolívia tinham um processo em que os alimentos eram muito acessíveis à população. Hoje, isso já não acontece. Tem falta de alimento e o que tem é muito caro”, criticou Rafaela.

“Por isso os povos hoje estão na rua e em luta. Essa luta é defender os direitos dos bolivianos. E aqui em São Paulo isso não é diferente: os bolivianos estão aqui, mas estão também solidários ao que está acontecendo lá”.

Manifestantes protestam na Paulista contra exportação de animais vivos

Logo Agência Brasil

Entidades e ativistas da causa animal protestaram neste domingo (14), em frente ao Museu de Arte de São Paulo (Masp), na Avenida Paulista, em São Paulo, contra a exportação de animais vivos.

O ato é parte de um movimento nacional contrário à prática e busca chamar a atenção para os impactos ambientais, sanitários e econômicos associados ao transporte de animais vivos.

Notícias relacionadas:

De acordo com os ativistas, o transporte de carga viva submete os animais a riscos elevados de acidentes e coloca em risco a saúde e o bem-estar deles, por conta do confinamento prolongado e da superlotação.

Ativista do Movimento Nacional pelo Fim das Exportações de Animais Vivos, Patrícia Aguiar, defendeu que animais não sejam transportados ainda vivos para que sua carne seja consumida em outros países.

“A gente não quer acabar com o agronegócio. O que a gente quer acabar é com essa crueldade que acontece com os animais. Nas exportações, os animais passam por maus-tratos intrínsecos, desde a saída das fazendas até o final deles, que é no Oriente Médio, com o abate. O que a gente quer é acabar com as exportações dos animais vivos. Quer exportar? Exporte carne congelada”, ressaltou.

Em entrevista à Agência Brasil durante o ato, a ativista afirmou que, durante essas viagens, os animais são submetidos a muitos tipos de violência, sendo obrigados a viver em espaços apertados e em meio às próprias fezes e urinas, além de serem expostos a quantidades elevadas de amônia.

“Nas exportações, eles já vão em caminhões fechados por cinco ou seis dias na estrada. Eles vão em pé, com o piso escorregadio, porque, ali, eles defecam e urinam. Muitos chegam com as patas quebradas já no porto e são obrigados a embarcar no navio com essas patas quebradas”, contou.

Outro problema seria a superlotação. Segundo ela, os navios são antigos e chegam a embarcar até 24 mil bois.

“A exportação de animais vivos, além de ser cruel, é totalmente antiética e inconstitucional, porque fere o artigo da Constituição sobre tratamento aos animais. Além disso, ela é anti-ambiental, por conta dos riscos de acidentes, como a gente já teve aqui no Brasil, em 2015, no Pará, quando um navio naufragou com 5 mil bois”.

Segundo a ativista, atualmente, cinco projetos de lei estão tramitando no Congresso Nacional buscando proibir ou aumentar a taxação de exportação e importação de animais vivos.

“Hoje, nós temos cinco projetos de lei que estão parados. O que está mais à frente é um que está no Senado, o Projeto de Lei 3093/2021, que pede totalmente o fim da exportação de animais vivos”.

Manifestantes protestam na Paulista contra exportação de animais vivos

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Entidades e ativistas da causa animal protestaram neste domingo (14), em frente ao Museu de Arte de São Paulo (Masp), na Avenida Paulista, em São Paulo, contra a exportação de animais vivos.

O ato é parte de um movimento nacional contrário à prática e busca chamar a atenção para os impactos ambientais, sanitários e econômicos associados ao transporte de animais vivos.

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De acordo com os ativistas, o transporte de carga viva submete os animais a riscos elevados de acidentes e coloca em risco a saúde e o bem-estar deles, por conta do confinamento prolongado e da superlotação.

Ativista do Movimento Nacional pelo Fim das Exportações de Animais Vivos, Patrícia Aguiar, defendeu que animais não sejam transportados ainda vivos para que sua carne seja consumida em outros países.

“A gente não quer acabar com o agronegócio. O que a gente quer acabar é com essa crueldade que acontece com os animais. Nas exportações, os animais passam por maus-tratos intrínsecos, desde a saída das fazendas até o final deles, que é no Oriente Médio, com o abate. O que a gente quer é acabar com as exportações dos animais vivos. Quer exportar? Exporte carne congelada”, ressaltou.

Em entrevista à Agência Brasil durante o ato, a ativista afirmou que, durante essas viagens, os animais são submetidos a muitos tipos de violência, sendo obrigados a viver em espaços apertados e em meio às próprias fezes e urinas, além de serem expostos a quantidades elevadas de amônia.

“Nas exportações, eles já vão em caminhões fechados por cinco ou seis dias na estrada. Eles vão em pé, com o piso escorregadio, porque, ali, eles defecam e urinam. Muitos chegam com as patas quebradas já no porto e são obrigados a embarcar no navio com essas patas quebradas”, contou.

Outro problema seria a superlotação. Segundo ela, os navios são antigos e chegam a embarcar até 24 mil bois.

“A exportação de animais vivos, além de ser cruel, é totalmente antiética e inconstitucional, porque fere o artigo da Constituição sobre tratamento aos animais. Além disso, ela é anti-ambiental, por conta dos riscos de acidentes, como a gente já teve aqui no Brasil, em 2015, no Pará, quando um navio naufragou com 5 mil bois”.

Segundo a ativista, atualmente, cinco projetos de lei estão tramitando no Congresso Nacional buscando proibir ou aumentar a taxação de exportação e importação de animais vivos.

“Hoje, nós temos cinco projetos de lei que estão parados. O que está mais à frente é um que está no Senado, o Projeto de Lei 3093/2021, que pede totalmente o fim da exportação de animais vivos”.

Meghan Parnell (fundadora y voz de Bywater Call): «El precioso entorno mejora la experiencia de tocar en Canarias»

14 June 2026 at 19:00
El Teatro Leal de La Laguna recibe este martes 16 de junio a Bywater Call, un colectivo canadiense compuesto por siete músicos que fusionan rock, blues, funk, R&B y soul. Liderados por la voz de Meghan Parnell y la guitarra de Dave Barnes, la banda actúa a partir de las 20:00 horas par presentar sus últimos temas y algunos adelantos.

Marta Pérez (42 años, podóloga y experta en psiconeuroinmunología): «Estamos en el mundo para vivir bien; no tiene sentido alargar la vida si no hay calidad»

14 June 2026 at 11:00
Podóloga de referencia en Santa Cruz de Tenerife y especialista en psiconeuroinmunología, Marta Pérez (42 años) lleva casi dos décadas dedicada a la atención clínica. Su trayectoria, vinculada también al ámbito deportivo como podóloga del Club Deportivo Tenerife, ha evolucionado hacia un enfoque integrativo de la salud. Actualmente, dirige el pódcast Más vida a los años, un espacio divulgativo centrado en hábitos cotidianos que influyen en el bienestar.

How Redistricting Pit Wasserman Schultz Against Black Democrats in Florida

14 June 2026 at 10:01
Four candidates running in a historically Black district risk dividing the Black vote and losing to Ms. Wasserman Schultz, who is white.

© Eric Lee/The New York Times

After Republicans redrew her district to favor their party, Representative Debbie Wasserman Schultz decided to run in a nearby historically Black district, pitting her against some Black Democrats in the state.

Este es el cartel de hoy, 14 de junio, de Beneficencia, que ha reventado taquilla y expectación en Las Ventas (horario y dónde verlo)

14 June 2026 at 09:33

Este domingo 14 de junio se celebra una de las citas más emblemáticas del calendario taurino: la Corrida de Beneficencia. Tras una semana de silencio en los tendidos madrileños, con la celebración de la extensa y exitosa Feria de San Isidro Las Ventas vuelve a abrir sus puertas para cerrar un ciclo (aunque está fuera de él) que ha dejado nombres propios, gestas inesperadas y tardes para el recuerdo.

La última comparecencia en el coso madrileño tuvo lugar el pasado 7 de junio, cuando Borja Jiménez asumió en solitario el desafío de lidiar la corrida homenaje a Ignacio Sánchez Mejías. Ahora, el protagonismo pasa a una terna de máxima expectación para clausurar la feria.

Cartel de la Corrida de Beneficencia

Se anuncian reses de Victoriano del Río y Toros de Cortés para:,

Alejandro Talavante, triunfador de la feria de San Isidro que abrió la Puerta Grande al cortar dos orejas a uno de los toros de la feria.

  • Roca Rey

  • Víctor Hernández

Tres nombres que llegan a la cita con argumentos distintos, pero con el mismo objetivo: dejar la última gran huella de San Isidro antes de que se apaguen las luces de la Monumental madrileña en cuanto al ciclo continuado, porque Madrid, como plaza de temporada que es continúa su camino.

Horario de la corrida

El festejo dará comienzo a las 19:00 horas en la Plaza de Toros de Las Ventas.

Como es tradición, se espera un lleno absoluto en los tendidos para una corrida que, además de su relevancia histórica, reúne a dos de las máximas figuras del escalafón junto a uno de los toreros que mejor sensación ha dejado durante la feria.

Dónde ver la Corrida de Beneficencia por televisión

Los aficionados podrán seguir la corrida en directo a través de:

  • Telemadrid

  • Castilla-La Mancha Media

  • Aragón TV

  • À Punt

Asimismo, la retransmisión estará disponible en las plataformas digitales y aplicaciones oficiales de cada una de estas cadenas.

La Corrida de Beneficencia pondrá el punto final a más de un mes de actividad continuada en Las Ventas. Un ciclo marcado por las grandes actuaciones de veteranos como Antonio Ferrera, Diego Urdiales o Sebastián Castella, el protagonismo de los novilleros y la irrupción de nuevos nombres que han logrado abrirse paso en la feria más exigente del mundo.

Con Talavante, Roca Rey y Víctor Hernández frente a los toros de Victoriano del Río y Cortés, Madrid se prepara para escribir la última página de un Madrid que ha vuelto a demostrar por qué sigue siendo el gran escaparate del toreo.

© La Razón

Vista panorámica de la Plaza de Las Ventas, durante la Feria San Isidro.

President Trump Endorses Mike Collins in Georgia Senate Runoff

Mr. Trump backed Mr. Collins over Derek Dooley, a former football coach supported by Gov. Brian Kemp, a Republican whose relationship with the president is strained.

© Audra Melton for The New York Times

Representative Mike Collins, Republican of Georgia, received President Trump’s coveted endorsement on Sunday.

Dios no estuvo de su lado: la banda del Vaticano cae tras un mes frenético de atracos y disfraces

14 June 2026 at 04:30

Una monja y un cura con mascarilla llaman a la puerta del establecimiento de compraventa de oro. Son las once y media de la mañana, es la calle de Alcalá, una de las principales arterias de Madrid. A esa hora caminan por sus aceras decenas de personas y circulan por su calzada otros tantos coches. La dependienta del local abre a los dos clientes y vuelve a su cubículo. Estos la requieren para ver unos productos en concreto. Es entonces cuando la atacan, la introducen a la fuerza en la parte trasera del local y llaman al compinche. Aun no saben que es su último golpe y que en unos segundos tendrán todos las manos esposadas. Ni encomendarse a dios con sus disfraces les ha servido de nada.

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Dos de los robos de la banda del Vaticano: en la calle de Alcalá y en un centro comercial de Puente de Vallecas.
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