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Qual a próxima competição de João Fonseca após a eliminação no ATP de Halle

João Fonseca já sabe qual será a próxima competição após a eliminação na primeira rodada do ATP 500. Nesta terça-feira (16), o brasileiro de 19 anos (30º) foi derrotado pelo alemão Yannick Hanfmann (59º) por 2 sets a 0, com parciais de 6-2 e 6-2.

Após essa competição, o brasileiro seguirá em preparação para a temporada de grama antes de Wimbledon. O próximo será o ATP 250 de Eastbourne, que terá início no dia 22 de junho, na Inglaterra.

Na sequência, João disputará o Grand Slam de Wimbledon, que teve ter início no dia 29 de julho.

Próximas competições de João Fonseca

  • 22 de junho: ATP 250 de Eastboune – grama, na Inglaterra
  • 29 de julho: Wimbledon – grama, na Inglaterra

Roland Garros: João Fonseca conquista a internet após vitórias

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João Fonseca cai na primeira fase em Halle ao ser derrotado por alemão

O tenista João Fonseca foi derrotado na estreia do ATP 500 de Halle, na Alemanha, por 2 sets a 0 (duplo 6/2) para o alemão Yannick Hanfmann, número 59 do mundo. A partida na quadra central foi realizada na manhã desta terça-feira (16) e durou pouco mais de uma hora.

25º do ranking mundial, o tenista brasileiro teve seu primeiro torneio no piso de grama do ano, além de ter participado pela terceira vez do torneio alemão.

Antes de Halle, João Fonseca vinha de uma boa campanha em Roland Garros, no qual alcançou as quartas de final. Já o alemão caiu na primeira rodada no segundo Grand Slam da temporada.

Yannick Hanfmann conseguiu duas quebras de serviço sobre João Fonseca e venceu o primeiro set por 6/2. O brasileiro começou a partida sacando, mas foi derrotado logo no game inicial.

Na sequência, o alemão confirmou seu saque e voltou a quebrar Fonseca, abrindo uma vantagem de 4 a 0. Com o controle das ações, Hanfmann administrou o resultado sem sustos e fechou a parcial sem dificuldade.

Já no segundo set, Hanfmann repetiu o roteiro e voltou a quebrar o saque de João duas vezes para confirmar a vitória com outro 6/2.

O brasileiro também está fora da chave de duplas do ATP de Halle. João Fonseca volta às quadras no ATP 250 de Eastbourne, disputado no Reino Unido. A competição será sua última preparação antes de Wimbledon, principal torneio da temporada de grama.

As partidas do qualificatório começam no dia 20 de junho, enquanto a chave principal tem início na semana seguinte.

O que João Fonseca precisa para subir de nível no tênis? Lendas opinam

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Quase metade das crianças do mundo está exposta a riscos climáticos

Logo Agência Brasil

Quase metade das crianças e adolescentes do mundo, o equivalente a 1,1 bilhão de indivíduos, está exposta a pelo menos três riscos climáticos, que ameaçam a sua saúde, educação e sobrevivência.

As conclusões estão no Relatório de Risco Climático das Crianças 2026, do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) lançado nesta segunda-feira (15).

Notícias relacionadas:

Segundo o estudo, quase todas as crianças no mundo enfrentam pelo menos um risco climático, enquanto mais de 4 milhões podem sofrer até seis ameaças diferentes.

“No Brasil, 16 milhões estão expostos a três ou mais riscos climáticos, como ondas de calor ou secas - o equivalente a 3 a cada 10 meninos e meninas brasileiras. Olhando para dois ou mais riscos, são mais de 30 milhões de crianças e adolescentes (6 a cada 10) que convivem cotidianamente com essas ameaças”, alerta o relatório.

O estudo usa os dados mais recentes disponíveis para mapear a exposição das crianças e adolescentes às oito ameaças climáticas mais frequentes em todo o mundo: enchentes costeiras, secas, calor extremo, queimadas, ondas de calor, enchentes de rios, tempestades de areia e poeira e tempestades tropicais.

Pela primeira vez, o relatório mostra exatamente onde e com que intensidade múltiplas ameaças climáticas afetam crianças e os serviços públicos essenciais dos quais elas dependem, além de indicar como governos podem adotar ações concretas para responder a esse cenário.

De acordo com diretora executiva do Unicef, Catherine Russell, a vida das crianças segue sendo profundamente abalada por ondas de calor, incêndios florestais, secas e enchentes.

Seca, calor extremo e ondas de calor são a combinação mais comum de riscos climáticos, com mais de 296 milhões de crianças e adolescentes vivendo em áreas expostas a essas três condições. A segunda combinação mais comum — seca, calor extremo e tempestades tropicais — atinge mais de 115 milhões de crianças em todo o mundo.

Segundo o Unicef, na região do Sahel, na África, uma das mais afetadas, mais de 4 milhões de crianças enfrentam a tripla ameaça de ondas de calor, calor extremo e tempestades de areia e poeira. 

Já em países da Ásia, como Bangladesh, Mianmar e Paquistão, as crianças estão expostas a mais ameaças climáticas e com maior intensidade do que em qualquer outro lugar do mundo.

Países de alta renda também enfrentam impactos climáticos. Na Itália, por exemplo, mais de 6 milhões de crianças e adolescentes estão expostas a ondas de calor prolongadas e a secas.

 Além das oito ameaças climáticas mais frequentes, o relatório analisa a exposição das crianças à poluição do ar e à malária, dois riscos muito sensíveis às mudanças climáticas. Os dados mostram que a poluição do ar afeta quase todas as crianças no mundo, enquanto 1 bilhão de meninos e meninas estão expostos à malária, aumentando uma camada extra de risco a quem já enfrenta múltiplas ameaças climáticas.

 No Brasil, o cenário é similar, com quase todas as crianças e adolescentes (95%, ou 47 milhões) expostas à poluição do ar. Já outras 5,6 milhões (ou 11% da população infantil do país) estão expostas à malária.

 “Sem esforços urgentes para reduzir as emissões de gases de efeito estufa, as ameaças climáticas vão se tornar mais frequentes e mais intensas, pressionando ainda mais os orçamentos públicos, os sistemas governamentais e comprometendo o bem-estar das crianças,”, alerta o relatório.

Para proteger os direitos das crianças e enfrentar a crise climática, o Unicef recomenda:

  • Reduzir as emissões e adotar ações ambiciosas para cumprir compromissos internacionais, incluindo a eliminação gradual dos combustíveis fósseis e uma transição justa para energias renováveis;
  • Proteger as crianças e os adolescentes por meio de adaptação climática inclusiva;
  • Redução de riscos de desastres e respostas de perdas e danos que tornem os serviços públicos essenciais resilientes;
  • Garantir que as políticas fundamentais para as crianças sejam incluídas nos planos nacionais de adaptação e nas estratégias setoriais, na governança do risco de desastres, e nos planos de preparação e resposta;
  • Criar escolas seguras e verdes e unidades de saúde resilientes ao clima;
  • Garantir a segurança alimentar das crianças;
  • Tornar os sistemas de alerta precoce eficazes para as crianças e acessíveis aos serviços dos quais dependem;
  • Fortalecer a eficiência dos serviços de água e saneamento, bem como dos sistemas de proteção social responsivos a emergências;
  • Empoderar crianças e jovens para participar de forma significativa na ação climática por meio do investimento em educação e habilidades climáticas;
  • Fortalecimento da capacidade de tomadores de decisão e especialistas de respeitar os direitos das crianças de serem ouvidas, de se expressarem e de participarem nas decisões que afetam suas vidas.

“Esse estudo pode ajudar governos e tomadores de decisão a planejar melhor e investir de forma mais eficaz em serviços resilientes”, disse Catherine Russell.

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Quase metade das crianças do mundo está exposta a riscos climáticos

Logo Agência Brasil

Quase metade das crianças e adolescentes do mundo, o equivalente a 1,1 bilhão de indivíduos, está exposta a pelo menos três riscos climáticos, que ameaçam a sua saúde, educação e sobrevivência.

As conclusões estão no Relatório de Risco Climático das Crianças 2026, do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) lançado nesta segunda-feira (15).

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Segundo o estudo, quase todas as crianças no mundo enfrentam pelo menos um risco climático, enquanto mais de 4 milhões podem sofrer até seis ameaças diferentes.

“No Brasil, 16 milhões estão expostos a três ou mais riscos climáticos, como ondas de calor ou secas - o equivalente a 3 a cada 10 meninos e meninas brasileiras. Olhando para dois ou mais riscos, são mais de 30 milhões de crianças e adolescentes (6 a cada 10) que convivem cotidianamente com essas ameaças”, alerta o relatório.

O estudo usa os dados mais recentes disponíveis para mapear a exposição das crianças e adolescentes às oito ameaças climáticas mais frequentes em todo o mundo: enchentes costeiras, secas, calor extremo, queimadas, ondas de calor, enchentes de rios, tempestades de areia e poeira e tempestades tropicais.

Pela primeira vez, o relatório mostra exatamente onde e com que intensidade múltiplas ameaças climáticas afetam crianças e os serviços públicos essenciais dos quais elas dependem, além de indicar como governos podem adotar ações concretas para responder a esse cenário.

De acordo com diretora executiva do Unicef, Catherine Russell, a vida das crianças segue sendo profundamente abalada por ondas de calor, incêndios florestais, secas e enchentes.

Seca, calor extremo e ondas de calor são a combinação mais comum de riscos climáticos, com mais de 296 milhões de crianças e adolescentes vivendo em áreas expostas a essas três condições. A segunda combinação mais comum — seca, calor extremo e tempestades tropicais — atinge mais de 115 milhões de crianças em todo o mundo.

Segundo o Unicef, na região do Sahel, na África, uma das mais afetadas, mais de 4 milhões de crianças enfrentam a tripla ameaça de ondas de calor, calor extremo e tempestades de areia e poeira. 

Já em países da Ásia, como Bangladesh, Mianmar e Paquistão, as crianças estão expostas a mais ameaças climáticas e com maior intensidade do que em qualquer outro lugar do mundo.

Países de alta renda também enfrentam impactos climáticos. Na Itália, por exemplo, mais de 6 milhões de crianças e adolescentes estão expostas a ondas de calor prolongadas e a secas.

 Além das oito ameaças climáticas mais frequentes, o relatório analisa a exposição das crianças à poluição do ar e à malária, dois riscos muito sensíveis às mudanças climáticas. Os dados mostram que a poluição do ar afeta quase todas as crianças no mundo, enquanto 1 bilhão de meninos e meninas estão expostos à malária, aumentando uma camada extra de risco a quem já enfrenta múltiplas ameaças climáticas.

 No Brasil, o cenário é similar, com quase todas as crianças e adolescentes (95%, ou 47 milhões) expostas à poluição do ar. Já outras 5,6 milhões (ou 11% da população infantil do país) estão expostas à malária.

 “Sem esforços urgentes para reduzir as emissões de gases de efeito estufa, as ameaças climáticas vão se tornar mais frequentes e mais intensas, pressionando ainda mais os orçamentos públicos, os sistemas governamentais e comprometendo o bem-estar das crianças,”, alerta o relatório.

Para proteger os direitos das crianças e enfrentar a crise climática, o Unicef recomenda:

  • Reduzir as emissões e adotar ações ambiciosas para cumprir compromissos internacionais, incluindo a eliminação gradual dos combustíveis fósseis e uma transição justa para energias renováveis;
  • Proteger as crianças e os adolescentes por meio de adaptação climática inclusiva;
  • Redução de riscos de desastres e respostas de perdas e danos que tornem os serviços públicos essenciais resilientes;
  • Garantir que as políticas fundamentais para as crianças sejam incluídas nos planos nacionais de adaptação e nas estratégias setoriais, na governança do risco de desastres, e nos planos de preparação e resposta;
  • Criar escolas seguras e verdes e unidades de saúde resilientes ao clima;
  • Garantir a segurança alimentar das crianças;
  • Tornar os sistemas de alerta precoce eficazes para as crianças e acessíveis aos serviços dos quais dependem;
  • Fortalecer a eficiência dos serviços de água e saneamento, bem como dos sistemas de proteção social responsivos a emergências;
  • Empoderar crianças e jovens para participar de forma significativa na ação climática por meio do investimento em educação e habilidades climáticas;
  • Fortalecimento da capacidade de tomadores de decisão e especialistas de respeitar os direitos das crianças de serem ouvidas, de se expressarem e de participarem nas decisões que afetam suas vidas.

“Esse estudo pode ajudar governos e tomadores de decisão a planejar melhor e investir de forma mais eficaz em serviços resilientes”, disse Catherine Russell.

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Virginia posa com milionário em Nova York; veja

A influenciadora Virginia Fonseca, 27, esteve ao lado do milionário Jacob Arabo, 61, nesta segunda-feira (15).

A brasileira, que está em Nova York devido à Copa do Mundo 2026, publicou uma foto ao lado do empresário. No registro, Virginia está com uma camiseta da marca We Pink nas cores verde e amarelo.

Ao lado dela, Jacob Arabo aparece com roupa social cinza e óculos de armação prata. Eles parecem estar na sala de escritório do empresário.

No fundo, também é possível ver o nome da marca Jacob & Co, junto a uma imagem de relógio de luxo da marca.

Confira a foto abaixo:

Virginia Fonseca, 27, ao lado do empresário Jacob Arabo, 61 • Instagram/Virginia Fonseca

Jacob & Co

Jacob Arabo é um famoso designer de joias e relógios, conhecido mundialmente por fundar a Jacob & Co.

Nos últimos anos, ele tem se consolidado como referência de peças de luxo de alto padrão, principalmente quando se trata de peças diferentes e extravagantes.

O empresário se tornou joalheiro oficial de algumas celebridades, como Jay-Z, Cristiano Ronaldo e Floyd.

Jacob nasceu no Uzbequistão e chegou aos Estados Unidos aos 14 anos de idade. Em 1986, ele começou com uma banca de joias em Nova York e fundou a Jacob & Co.

Fim de Virginia e Vini Jr.: relembre namoro e polêmicas do casal

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