A atriz Anya Taylor-Joy, 30, é a mais nova estrela a se juntar ao elenco de “O Senhor dos Anéis: A Caçada de Gollum“. O anúncio foi feito nesta segunda-feira (15), por meio do perfil oficial da saga nas redes sociais. A produção da Warner Bros. é dirigida e estrelada por Andy Serkis, que retorna ao papel de Gollum.
Atriz de “O Gambito da Rainha” e “Duna” se junta a nomes de peso já anunciados, incluindo Kate Winslet (Marigol), Elijah Wood (Frodo) e Jamie Dornan (Strider). Ela interpretará a elfa Sindar do Reino da Floresta, descrita como “agente confiável e letal do Rei Thranduil”.
A participação marca o terceiro papel de Taylor-Joy em franquias da Warner, após “Furiosa” (o prelúdio de “Mad Max: Estrada da Fúria”) e os filmes de “Duna“, trilogia de Denis Villeneuve. Ela também estreia em breve na série “Lucky”, da Apple TV+, na qual também é produtora executiva.
A estreia mundial do filme está prevista para 17 de dezembro de 2027. O novo enredo virá de capítulos não abordados no filme “A Sociedade do Anel”, de 2001.
Por duas décadas, os seis filmes das sagas “O Senhor dos Anéis” e “O Hobbit” arrecadaram quase US$ 6 bilhões em todo o mundo. “A Caçada a Gollum” busca dar continuidade ao legado cinematográfico.
O Cine-Teatro Diogo Bernardes, em Ponte de Lima, exibe na sexta-feira o filme “O Silêncio”, de Martin Scorsese, baseado no romance do escritor japonês Shusaku Endo, anunciou hoje a instituição cultural.
A projeção do filme, com entrada livre, acontece às 21:30, e foi pensada no âmbito das comemorações dos 400 anos do martírio do missionário jesuíta Francisco Pacheco, natural de Ponte de Lima, martirizado em Nagasaqui, no Japão, a 20 de junho de 1626.
O filme narra a história de “dois padres jesuítas que tentam no século XVII, no tempo das grandes perseguições movidas aos cristãos, encontrar no Japão o seu mentor espiritual, Frei Cristóvão Ferreira, procurando confirmar os rumores de que teria renegado a fé”, lê-se no sítio da Internet do Cine-Teatro Diogo Bernardes.
O cineasta e ator João Pedro Oliveira acumula conquistas que muitos artistas levam décadas para alcançar. Nascido em 1999 no Rio de Janeiro, cresceu em uma comunidade em Vila Isabel, zona norte da capital. Ganhou projeção nacional ao interpretar Serginho em Malhação: Toda Forma de Amar e, mais recentemente, passou a colecionar reconhecimento também atrás das câmeras.
Com o curta-metragem No Fim do Déjà-Vu, sua estreia como diretor e roteirista, João Pedro venceu o prêmio de Melhor Diretor no Los Angeles Brazilian Film Festival e percorreu festivais internacionais.
Mas a trajetória começou longe dos sets de filmagem: “Virei ator a partir de um momento em que eu estava desempregado. Procurei uma agência de modelos e encontrei uma coisa na contramão, que foi esse sonho e esse amor pela atuação”, lembra.
Antes da televisão e do cinema, João trabalhava como jovem aprendiz em um banco. Foi essa experiência que, segundo ele, ampliou seus horizontes para além dos limites geográficos e simbólicos da favela.
“Foi quando realmente tive acesso a uma outra realidade muito diferente daquela em que eu estava inserido. Eu sempre estudei perto de casa. Quando fui trabalhar no banco, precisei me deslocar e conhecer outros lugares. Comecei a ir a palestras, exposições, teatro”, conta.
A mudança representou mais do que um novo emprego: “Quando você acessa esses outros lugares, começa a ter também esse capital cultural. Eu passei a perceber que também podia fazer aquelas coisas. Talvez o sonho de todo mundo que cresce dentro da favela seja, de fato, ganhar o mundo.”
João descreve a experiência de circular pela cidade como a descoberta de um Rio de Janeiro dividido.
“Quando você está lá no alto do morro, a lógica é uma. A cultura é uma. A forma de lidar com a vida é uma. Quando desce e vai para o asfalto, percebe que alguma coisa muda.”
Essa percepção atravessa a produção artística dele. Nas obras, o artista procura romper com representações limitadas que historicamente marcaram personagens negros no audiovisual brasileiro: “Quando a gente olha a representação negra no audiovisual lá atrás, tinha muito esse lugar subalternizado. Era o empregado, o motorista, o traficante. Agora, quando começamos a contar as nossas próprias histórias, damos outro tom para isso.”
Para ele, a mudança não está apenas na presença de atores negros nas telas, mas na possibilidade de construir novas narrativas.
“Um é rapper, outro é microempreendedor, outro está transitando por diferentes espaços. Você começa a ver outras possibilidades de existência. Isso constrói uma outra imagem na cabeça das pessoas sobre quem somos.”
João Pedro Oliveira fala sobre primeiro curta-metragem No Fim do Déjà Vu, vencedor de melhor direção no Los Angeles Brazilian Film Festival- Rovena Rosa/Agência Brasil
Sem formação acadêmica tradicional em cinema, João construiu sua trajetória por meio de cursos livres, oficinas e estudo autodidata. Atualmente, retomou a graduação em Estética e Teoria do Teatro: “Precisei entender como escrever um roteiro, como trabalhar a narrativa. Fui fazendo cursos e aprendendo na prática.”
Foi desse processo que nasceu No Fim do Déjà-Vu. O curta acompanha Fabrício, um artista plástico negro que decide abandonar o tráfico para sustentar o filho por meio da arte. Durante um festival de pipas, a criança desaparece misteriosamente, levando o personagem a uma jornada de busca marcada pela espiritualidade negra.
“Eu queria contar uma história sobre espiritualidade e sobre a minha própria relação com isso. A ficção permite que você conte a sua história de outra forma.”
A obra estreou internacionalmente em Nova York e conquistou o prêmio de Melhor Curta-Metragem antes de chegar ao Brasil. Em seguida, recebeu reconhecimento no festival de Los Angeles, consolidando a projeção internacional do diretor.
“O filme foi exibido para um público que não conhecia aquela realidade. Eu me perguntava se eles entenderiam. E entenderam. Foi emocionante.”
Antes de dirigir, João já havia chamado atenção como ator. Em 2024, recebeu o prêmio de Melhor Ator no Festival de Brasília pelo curta E Seu Corpo é Belo, dirigido por Yuri Costa. Ambientado nos bailes black dos anos 1970, o filme retrata uma história de amor entre dois homens negros em um contexto raramente explorado pelo cinema brasileiro.
“Foi mágico. Eu lembro de entrar na sala e ver Rui Guerra assistindo ao filme. Depois ele ficou até o final e veio conversar. Foi uma noite inesquecível.”
A experiência reforçou a convicção do artista sobre o papel transformador da arte, “Eu queria fazer um filme que pudesse chegar a pessoas que vivem essas mesmas realidades e mostrar que existem outros caminhos possíveis.”
João reconhece a importância de iniciativas que abriram espaço para artistas oriundos das periferias, como o grupo teatral Nós do Morro e produções como Cidade de Deus.
“A possibilidade de você se ver representado é o que permite sonhar. Quando alguém parecido com você faz alguma coisa, você passa a acreditar que também pode fazer.”
Cinema nacional
Para o diretor, o atual momento do cinema nacional representa uma oportunidade histórica de apresentar ao mundo um Brasil mais complexo e diverso: ‘’Fazer com que as pessoas descubram mais sobre a nossa cultura para além dos estereótipos é maravilhoso. O audiovisual tem sido essa ponta de lança.”
Na avaliação de João Pedro, o cinema brasileiro vive um período de renovação criativa capaz de despertar interesse internacional: “O Brasil tem muito potencial para exportar não apenas a nossa cultura, mas também as nossas formas de realizar, nossas técnicas e nossos métodos. Existe uma sede por histórias novas, e o cinema brasileiro pode oferecer isso.”
A aposta do cineasta é que essas histórias continuem surgindo dos territórios que, por muito tempo, ficaram à margem das telas: “Eu acredito que a gente pode construir outras realidades através do cinema. E também ressignificar histórias que foram contadas de outra forma. Essa é a força do audiovisual.”
O cineasta e ator João Pedro Oliveira acumula conquistas que muitos artistas levam décadas para alcançar. Nascido em 1999 no Rio de Janeiro, cresceu em uma comunidade em Vila Isabel, zona norte da capital. Ganhou projeção nacional ao interpretar Serginho em Malhação: Toda Forma de Amar e, mais recentemente, passou a colecionar reconhecimento também atrás das câmeras.
Com o curta-metragem No Fim do Déjà-Vu, sua estreia como diretor e roteirista, João Pedro venceu o prêmio de Melhor Diretor no Los Angeles Brazilian Film Festival e percorreu festivais internacionais.
Mas a trajetória começou longe dos sets de filmagem: “Virei ator a partir de um momento em que eu estava desempregado. Procurei uma agência de modelos e encontrei uma coisa na contramão, que foi esse sonho e esse amor pela atuação”, lembra.
Antes da televisão e do cinema, João trabalhava como jovem aprendiz em um banco. Foi essa experiência que, segundo ele, ampliou seus horizontes para além dos limites geográficos e simbólicos da favela.
“Foi quando realmente tive acesso a uma outra realidade muito diferente daquela em que eu estava inserido. Eu sempre estudei perto de casa. Quando fui trabalhar no banco, precisei me deslocar e conhecer outros lugares. Comecei a ir a palestras, exposições, teatro”, conta.
A mudança representou mais do que um novo emprego: “Quando você acessa esses outros lugares, começa a ter também esse capital cultural. Eu passei a perceber que também podia fazer aquelas coisas. Talvez o sonho de todo mundo que cresce dentro da favela seja, de fato, ganhar o mundo.”
João descreve a experiência de circular pela cidade como a descoberta de um Rio de Janeiro dividido.
“Quando você está lá no alto do morro, a lógica é uma. A cultura é uma. A forma de lidar com a vida é uma. Quando desce e vai para o asfalto, percebe que alguma coisa muda.”
Essa percepção atravessa a produção artística dele. Nas obras, o artista procura romper com representações limitadas que historicamente marcaram personagens negros no audiovisual brasileiro: “Quando a gente olha a representação negra no audiovisual lá atrás, tinha muito esse lugar subalternizado. Era o empregado, o motorista, o traficante. Agora, quando começamos a contar as nossas próprias histórias, damos outro tom para isso.”
Para ele, a mudança não está apenas na presença de atores negros nas telas, mas na possibilidade de construir novas narrativas.
“Um é rapper, outro é microempreendedor, outro está transitando por diferentes espaços. Você começa a ver outras possibilidades de existência. Isso constrói uma outra imagem na cabeça das pessoas sobre quem somos.”
João Pedro Oliveira fala sobre primeiro curta-metragem No Fim do Déjà Vu, vencedor de melhor direção no Los Angeles Brazilian Film Festival- Rovena Rosa/Agência Brasil
Sem formação acadêmica tradicional em cinema, João construiu sua trajetória por meio de cursos livres, oficinas e estudo autodidata. Atualmente, retomou a graduação em Estética e Teoria do Teatro: “Precisei entender como escrever um roteiro, como trabalhar a narrativa. Fui fazendo cursos e aprendendo na prática.”
Foi desse processo que nasceu No Fim do Déjà-Vu. O curta acompanha Fabrício, um artista plástico negro que decide abandonar o tráfico para sustentar o filho por meio da arte. Durante um festival de pipas, a criança desaparece misteriosamente, levando o personagem a uma jornada de busca marcada pela espiritualidade negra.
“Eu queria contar uma história sobre espiritualidade e sobre a minha própria relação com isso. A ficção permite que você conte a sua história de outra forma.”
A obra estreou internacionalmente em Nova York e conquistou o prêmio de Melhor Curta-Metragem antes de chegar ao Brasil. Em seguida, recebeu reconhecimento no festival de Los Angeles, consolidando a projeção internacional do diretor.
“O filme foi exibido para um público que não conhecia aquela realidade. Eu me perguntava se eles entenderiam. E entenderam. Foi emocionante.”
Antes de dirigir, João já havia chamado atenção como ator. Em 2024, recebeu o prêmio de Melhor Ator no Festival de Brasília pelo curta E Seu Corpo é Belo, dirigido por Yuri Costa. Ambientado nos bailes black dos anos 1970, o filme retrata uma história de amor entre dois homens negros em um contexto raramente explorado pelo cinema brasileiro.
“Foi mágico. Eu lembro de entrar na sala e ver Rui Guerra assistindo ao filme. Depois ele ficou até o final e veio conversar. Foi uma noite inesquecível.”
A experiência reforçou a convicção do artista sobre o papel transformador da arte, “Eu queria fazer um filme que pudesse chegar a pessoas que vivem essas mesmas realidades e mostrar que existem outros caminhos possíveis.”
João reconhece a importância de iniciativas que abriram espaço para artistas oriundos das periferias, como o grupo teatral Nós do Morro e produções como Cidade de Deus.
“A possibilidade de você se ver representado é o que permite sonhar. Quando alguém parecido com você faz alguma coisa, você passa a acreditar que também pode fazer.”
Cinema nacional
Para o diretor, o atual momento do cinema nacional representa uma oportunidade histórica de apresentar ao mundo um Brasil mais complexo e diverso: ‘’Fazer com que as pessoas descubram mais sobre a nossa cultura para além dos estereótipos é maravilhoso. O audiovisual tem sido essa ponta de lança.”
Na avaliação de João Pedro, o cinema brasileiro vive um período de renovação criativa capaz de despertar interesse internacional: “O Brasil tem muito potencial para exportar não apenas a nossa cultura, mas também as nossas formas de realizar, nossas técnicas e nossos métodos. Existe uma sede por histórias novas, e o cinema brasileiro pode oferecer isso.”
A aposta do cineasta é que essas histórias continuem surgindo dos territórios que, por muito tempo, ficaram à margem das telas: “Eu acredito que a gente pode construir outras realidades através do cinema. E também ressignificar histórias que foram contadas de outra forma. Essa é a força do audiovisual.”
Em clima de Copa, o Festival Internacional de Cinema e Vídeo Ambiental (Fica) chega, nesta terça-feira (16), à Cidade de Goiás. Serão seis dias de cultura, ciência e debates ecológicos. A música toma conta da antiga capital, com shows de Vanessa da Mata e Xande de Pilares.
A abertura ocorre às 19h, no Cine Teatro São Joaquim, Centro Histórico. Depois disso, o festival inicia as mostras competitivas, cujo destaque é a Internacional Washington Novaes, que se volta para temas ambientais, sociais e culturais em alta na pós-modernidade.
Além das competições, o evento traz as mostras paralelas Fica Animado, Mostra Fiocruz e Cinema Indiano. Haverá ainda um espaço dedicado ao Césio-137, intitulado “O Brilho que Ficou”, e sessões com “Filmes para Adiar o Fim do Mundo”. Todas as atrações são gratuitas.
Neste ano, o tema “Água e Clima no Brasil das Nascentes” guia a programação. O foco da edição recai sobre a relação entre recursos hídricos, equilíbrio climático e sustentabilidade. Para a organização, discutir a preservação ambiental é discutir o futuro climático global.
Se o Cerrado é tido como “berço das águas”, o Brasil — por todo o seu território — concentra nascentes que representam um patrimônio natural estratégico ao futuro da Terra. Desde já, no entanto, os desafios estão postos: desmatamentos, queimadas e uso do solo.
São problemas comprometedores, seja em matéria hídrica ou até mesmo climática. Além disso, esses dilemas põem em risco a biodiversidade e a qualidade de vida das populações. Ou seja, talvez o debate ecológico se revele, à Humanidade, o maior desafio deste século.
São Joaquim vai ter intensa programação durante festival – Foto: Secult Goiás
Estudo
Conforme estudo da Universidade de Brasília (UnB), o Cerrado ocupa 2.036.448 km², ou 22% do território brasileiro. Apresenta paisagens belas, mosaicos e vegetações, bem como rios e cachoeiras, espécies de animais, estendendo-se por todas as regiões brasileiras.
Essa imensidão da fauna e da flora mapeada pela UnB ganha uma morada no cinema. É nas curvas e nos sons desse bioma destruído onde se acha o drama verde, como mostram os filmes selecionados pela curadoria do Fica para as diferentes mostras de sua 27ª edição.
Ao todo, o festival exibe programação competitiva com 38 produções, espalhadas pelas mostras Cinema Indígena e Povos Tradicionais, Cinema Goiano e Becos da Minha Terra. O destaque, porém, vai para as obras projetadas em sessões dentro da Washington Novaes.
Dentre os filmes, seis longas de países como Brasil, Canadá, Polônia e Áustria estão na mostra. Há também oito curtas e médias filmados em Goiás, Rio de Janeiro, São Paulo, Bélgica, Colômbia e Irã. As produções enfocam os impactos sociais da crise climática.
Titular da Secretaria de Estado da Cultura, Yara Nunes fala sobre o papel do festival. Segundo ela, o Fica é um espaço de convivência entre saberes, linguagens e experiências. Yara declara ainda que se trata de um patrimônio cultural, além de referência mundial.
“Nesta edição, construímos uma programação plural, que reúne produções audiovisuais de excelência, convidados de referência nacional e internacional, atividades formativas e debates fundamentais para o nosso tempo”, afirma a secretária. “É um convite para que o público vivencie a cultura, o cinema e a reflexão sobre o futuro do planeta”, destaca.
No fim de semana, shows movimentam Cidade de Goiás
Xande de Pilares leva samba à antiga capital na sexta-feira (19/6) – Foto: Bruno Henrique
Além dos debates e sessões, o Festival Internacional de Cinema e Vídeo Ambiental (Fica) leva à Cidade de Goiás uma agenda de shows. Na sexta-feira (19/6), dia em que a Seleção Brasileira joga contra o Haiti, às 21h30, o cantor Xande de Pilares vai soltar o batuque.
Conhecido como a principal voz do Grupo Revelação, Xande animará a galera na Praça de Eventos. Será uma noite de futebol e samba no Fica. Antes de o artista subir ao palco, o torcedor assistirá à partida decisiva da Seleção Brasileira pelo Grupo C do Mundial.
Depois da peleja, o sambista apresenta repertório entre clássicos do samba e composições autorais de sucesso. Foi essa combinação, aliás, que o tornou popular em meio a ouvintes de diferentes gerações. Por isso, acumula 3,9 milhões de ouvintes mensais no Spotify.
Já no dia seguinte, sábado (20), a cantora Vanessa da Mata chega à antiga Vila Boa com a turnê “Todas Elas”. O espetáculo traz canções inéditas e sucessos de mais de duas décadas de carreira, marcada por temas ligados à afetividade (romântica ou não) e a questões sociais.
Como será
Sob direção de Jorge Farjalla, Vanessa percorre uma jornada barroca da Santa à Maria Sem Vergonha. No show, a artista fala sobre uma mulher em busca do amor — ou, quem sabe, apenas o enfrentando. Segundo a artista, o concerto mostra o Brasil e sua cultura popular.
Também no sábado — mas durante a tarde, às 16h30 —, a chef de cozinha Bela Gil participa de roda de conversa no Parque da Carioca, junto da cientista Márcia Cristina Bernardes Barbosa. Elas trazem reflexões sobre preservação ambiental e segurança alimentar.
Ainda no bate-papo, Bela e Márcia Cristina tratam dos desafios para a proteção dos biomas brasileiros. De acordo com dados do MapBiomas, o Cerrado perdeu, nos últimos 40 anos, pelo menos 40,5 milhões de hectares, equivalente a 28% de sua vegetação nativa.