A Seleção Brasileira estreia na Copa do Mundo neste sábado (13), em jogo contra o Marrocos, com uma novidade no uniforme. A camisa do Brasil conta com um patch dourado na manga esquerda.
De forma inédita, a Fifa preparou três patchs para a disputa da Copa do Mundo de 2026: um dourado, um preto e um branco.
O detalhe curioso é que apenas os campeões mundiais poderão utilizar os patchs na cor dourada. Como é o primeiro vencedor de Copa a entrar em campo na atual edição do Mundial, o Brasil vai estrear a novidade diante do Marrocos.
O meia espanhol Marc Cucurella aposta em um amuleto especial para tentar repetir o sucesso da Euro 2024 na Copa do Mundo. O jogador do Chelsea revelou que levará para o torneio uma peça de roupa usada pela esposa durante a conquista do título europeu.
Em entrevista ao jornal espanhol Marca, o lateral-esquerdo contou que colocou na mala o pijama da companheira, que esteve presente na campanha vitoriosa da Espanha, como uma forma de buscar boa sorte novamente.
“Tenho alguns chaveiros que meus filhos fizeram para mim. Também estou levando a parte de cima do pijama da minha esposa, que ela usou quando estava comigo durante a Eurocopa. Coloquei novamente na mala para ver se traz a mesma sorte”, afirmou Cucurella.
O jogador de 27 anos teve papel importante na campanha da Espanha na Euro 2024. Na final contra a Inglaterra, foi dele a assistência para Mikel Oyarzabal marcar o gol do título nos minutos finais.
A trajetória de Cucurella no torneio também ficou marcada por um lance polêmico nas quartas de final contra a Alemanha. Durante a prorrogação, a bola tocou em sua mão dentro da área, mas a arbitragem não marcou pênalti. Pouco depois, a Espanha marcou o gol da classificação aos 119 minutos.
A Espanha estreia na Copa do Mundo nesta segunda-feira (15), contra Cabo Verde, em Atlanta, pelo Grupo H.
O jornalista Mauro Cezar Pereira saiu em defesa da dupla Rômulo Mendonça e Ricardo Bulgarelli, que foram afastados das transmissões das finais da NBA, após comentários sobre a repórter Alana Ambrosio, que também faz parte da equipe da Amazon Prime Video.
No X, Mauro Cezar classificou o afastamento da dupla como uma “grande lambança” e pediu para que a equipe da Prime Video volte atrás da decisão. Por fim, Mauro ainda disse que os integrantes devem resolver as possíveis desavenças em casa.
“A ausência de Rômulo Mendonça e Ricardo Bulgarelli da transmissão de Knicks x Spurs logo mais, cotejo que pode dar o título da Nova York após 53 anos, é a grande lambança da
@pvsportbr. Com todo respeito aos companheiros que farão a transmissão, tenho certeza que com gigantesco empenho e profissionalismo, será muito diferente do que os fãs do basquete esperavam ver e ouvir nesta noite”, escreveu Mauro no X, antigo Twitter.
“Se existe roupa suja, lavem em casa e nos deixem fora disso, senhores. Ainda há tempo de voltar atrás, Prime Vídeo”, finalizou.
A ausência de Rômulo Mendonça e Ricardo Bulgarelli da transmissão de Knicks x Spurs logo mais, cotejo que pode dar o título da Nova York após 53 anos, é a grande lambança da @pvsportbr
Com todo respeito aos companheiros que farão a transmissão, tenho certeza que com gigantesco… pic.twitter.com/2NXkGCHPp1
A polêmica teve origem em uma participação de Rômulo Mendonça no “Jararaca Podcast”, exibido no YouTube. Durante a conversa, o narrador reproduziu de forma irônica trechos de um vídeo publicado por Alana Ambrosio nas redes sociais.
Na gravação original, a jornalista relembra a primeira vez em que assistiu a uma partida da NBA, em Nova York, em 2015. Ela também compartilha um momento difícil de sua vida pessoal e relata a emoção de retornar à cidade anos depois, agora trabalhando profissionalmente com a cobertura da liga de basquete.
Ao comentar o vídeo no podcast, Rômulo fez uma paródia do relato, alterando trechos da história e adotando tom de deboche. Em seguida, ainda ironizou o formato da gravação feita pela repórter, que havia sido registrada em um quarto de hotel durante a cobertura das finais.
Ricardo Bulgarelli participou da conversa e reagiu aos comentários durante a transmissão ao vivo.
Repercussão nos bastidores
O episódio gerou desconforto entre profissionais envolvidos na cobertura da NBA e teve ampla repercussão nas redes sociais. Diante da reação negativa, a Amazon optou por retirar temporariamente Rômulo Mendonça e Ricardo Bulgarelli das transmissões até a conclusão da apuração interna.
A empresa não informou prazo para o encerramento da investigação nem se os profissionais voltarão às transmissões ainda durante as finais.
Série pode ser decidida neste sábado
Dentro de quadra, o New York Knicks está a uma vitória de conquistar o título da NBA. A equipe lidera a série melhor de sete por 3 a 1 contra o San Antonio Spurs.
Armador do Cleveland Cavaliers, o astro da NBA James Harden foi preso na madrugada deste sábado (13) no Texas, nos Estados Unidos, por porte ilegal de arma de fogo, de acordo com o site americano TMZ.
De acordo com a reportagem, autoridades locais flagaram o jogador com uma arma dentro de seu carro. O objeto estaria sem coldre e teria ficado à vista, o que fez com que Harden fosse acusado de contravenção.
O camisa 1 dos Cavs foi liberado após o pagamento de fiança e passará por uma audiência no próximo dia 22 de junho. Agora, Harden está proibido de possuir arma de fogo, munição ou qualquer outro tipo de armas.
Atualmente no Cleveland Cavaliers, Harden viu a equipe ser eliminada na final da Conferência Leste pelo New York Knicks no mês passado.
O armador está na NBA desde 2009, quando foi selecionado pelo Oklahoma City Thunder como a terceira escolha geral do draft. Ao longo da carreira, também defendeu Houston Rockets, Brooklyn Nets, Philadelphia 76ers e Los Angeles Clippers antes de chegar ao Cavaliers.
Canarias tendrá este domingo una jornada de tiempo estable, con cielos poco nubosos o despejados en buena parte del archipiélago, salvo en el norte de las islas, donde predominará la nubosidad durante algunos tramos del día, según la previsión de la Agencia Estatal de Meteorología (Aemet).
El pueblo medieval más increíble de España vio como uno de los líderes militares musulmanes más conocidos de la historia de España, y en la actualidad, pese a contar con poco más de 50 habitantes reúne uno de los patrimonios monumentales más impresionantes de España, además de esconder uno de los bosques más antiguos del mundo. Además su belleza encandilo a uno de los cineastas más internacionales como fue Orson Wells, que lo eligió para disfrutar de tiempo de descanso y para escenario de varias secuencias de «Campanadas a medianoche», una película que se ubica en Inglaterra y en la Guerra de los Cien Años.
Un filme rodado en la década de los años sesenta del pasado siglo en el que el pueblo se implicó y colaboró a pesar del choque de culturas que había, de una parte la Soria agraria y, de la otra, el mundo especializado del séptimo arte. También ayudó el propio Welles, muy cercano y empático con los habitantes del municipio, ya que incluso cenaba con ellos durante las más de tres semanas que duró el rodaje.
Considerado uno de los artistas más versátiles del siglo XX en el campo del teatro, la radio y el cine, Orson Welles alcanzó el éxito a los 23 años gracias a la obra radiofónica "La guerra de los mundos", que causó conmoción en los Estados Unidos cuando muchos oyentes del programa pensaron que se trataba de una retransmisión verdadera de una invasión extraterrestre. En 1946, bajo la sospecha de ser comunista, su carrera en Hollywood se estancó y se vio obligado a trasladarse a Europa, donde trabajó como actor para financiar sus producciones, según informa Wikipedia.
Entre sus otros muchos proyectos destaca la producción y dirección de películas como Macbeth (1948), Otelo (1952) -adaptaciones de obras teatrales de William Shakespeare-, El proceso (1962) -adaptada del libro homónimo de Franz Kafka- y F for Fake (1973), entre otros. Su última aparición fue en televisión, haciendo un cameo en la teleserie "Luz de luna"; y murió cinco días antes de la emisión del capítulo.
Su fama creció tras su muerte en 1985 y ahora se le considera uno de los más grandes directores de cine y teatro del siglo XX. En 2002 fue elegido por el British Film Institute como el mejor director de la historia del cine.
Calatañazor
Pues el pueblo español que enamoró a Orson Welles como escenario de alguna de sus películas es Calatañazor, en plena Tierra de Pinares, de la provincia de Soria, que también paso a la historia por una de las batallas que cambió la historia de nuestro país.
El primer asentamiento de Calatañazor podría datar entre el siglo II y III d.C, en la ciudad arévaca de Voluce que, según estimaciones arqueológicas, podría emplazarse a un kilómetro de Calatañazor sobre un cerro lindante con el río Milanos que se conoce como Los Castejones.
Allí habría permanecido Voluce desde el siglo III-II a. C. hasta los siglos IV y C de nuestra era, es decir, durante todo el periodo de presencia o dominación romana en la Península. Con las invasiones germánicas los habitantes de la antigua ciudad debieron encontrar mejor acomodo en el promontorio que ocupa la actual Calatañazor y trasladarse a él.
De la época visigótica pudieran ser las tumbas antropomorfas que aparecen excavadas en la roca en la base del castillo, visibles desde este y accesibles por la vega. En el siglo VII se extendió por la Península Ibérica el dominio musulmán que alcanzó, por supuesto, a estas tierras en las que dejó perdurable huella.
Precisamente en relación con las luchas que en ellas se libraron entre los cristianos del norte y los musulmanes del sur pudo producirse el acontecimiento que ha proporcionado más celebridad histórica a Calatañazor. Era el verano del año 1002 Almanzor (Al-Mansur, esto es, «el victorioso»), general de los ejércitos del califa cordobés Hisham II y auténtico caudillo y soberano fáctico de Al-Ándalus, estragaba como cada estío durante las dos décadas anteriores las comarcas cristianas desde Santiago de Compostela hasta Barcelona.
La campaña militar de aquel año le había llevado por tierras riojanas a San Millán y Canales, de donde regresaba a sus cuarteles de invierno andaluces. Lo hacía victorioso pero enfermo. La ruta a seguir hacia Medinaceli le haría remontar el puerto de Santa Inés desde los Cameros y traspasar el portillo de Cabrejas, para salir a campo abierto frente al peñasco de Calatañazor.
Hasta aquí la historia y en adelante la leyenda. Sancho García, a la sazón Conde de Castilla, que se había enfrentado a las huestes de Almanzor dos años antes en Peña Cervera, donde, si bien resultó derrotado como siempre, apreció quizá debilidades nunca antes advertidas en los ejércitos mahometanos, bien pudo calcular que había llegado el momento y la ocasión de rendir en combate a Almanzor, envejecido, enfermo y ahora en retirada. La tradición sostiene que «en la Calatañazor perdió Almanzor el tambor», que es tanto como decir que perdió su talismán de imbatible y que resultó derrotado, en la noche del 10 al 11 de agosto de 1002 y que fue sepultado en Medinaceli.
En el curso de la Edad Media se vincula Calatañazor con diversos personajes de la realeza castellana como Alfonso X, Sancho IV o María de Padilla: los dos primeros porque honraron la villa con su presencia en alguna ocasión; María, esposa de Pedro I el Cruel, porque pertenecía al linaje de los Padilla, señores de Calatañazor.
Ya en el siglo XVII la plaza de Calatañazor pasó de manos de los Padilla a la casa de los duques de Medinaceli. A ésta perteneció hasta que, por fallecimiento sin descendencia de Luis Francisco de la Cerda, su noveno duque, heredó el patrimonio su hermana María y recayó, por enlace matrimonial de ésta con el marqués de Feria, en este linaje nobiliario un siglo después.
A la caída del Antiguo Régimen la localidad se constituye en municipio constitucional, entonces conocido como Calatañazor, en la región de Castilla la Vieja, partido de Almazán que en el censo de 1842 contaba con 57 hogares y 232 vecinos.
A mediados del siglo XIXel término del municipio crece al incorporar las localidades de Abioncillo y Aldehuela de Calatañazor. En la actualidad cuenta con unos 50 habitantes, pero se ha convertido en un referente turístico de la provincia soriana, y que cuenta con la distinción de Conjunto Histórico Artístico Nacional desde 1962.
Atractivos monumentales
Calatañazor cuenta con una serie de monumentos que sedujeron hasta el mismísimo Orson Wells, entre los que destacan:
Castillo
Calatañazor es una población fortificada, se conservan lienzos de la muralla en el noroeste y sur, tambores y una pequeña puerta. La construcción originaria data del siglo XII y alcanzaba en algunos tramos los 18 metros de grosor. Fue reformado en el siglo XIV. En estado de ruina consolidada, conserva algunos lienzos y parte de la torre del homenaje desde dónde se pueden alcanzar unas vistas impresionantes. Por el lado noroeste, el más sensible de la fortaleza, cuenta con un foso, mientras que por el valle de la Sangre la propia altura de los riscos ofrece una protección suficiente.
Debajo del castillo se conserva una necrópolis altomedieval con tres tumbas antropomorfas fechable a partir del siglo X. No muy lejos circulaba la vía romana de Astorga a Zaragoza.
Arquitectura popular
El pueblo te hace regresar al medievo por su estructura que le hacen tan especial, por sus calles empedradas con canto rodado y sus casas con desplomadas paredes de tapial de barro y paja o tosca mampostería de piedra, estructura y trabazón confiada a irregulares rollizos de enebro, puertas protegidas por postigos de media altura, cubiertas de teja sobre las que se alzan las genuinas chimeneas cónicas pinariegas. Un conjunto prototípicamente medieval en su interior y no menos en su exterior, rodeado como está de recia muralla cuyos lienzos y cubos cubren todo su perímetro, con excepción del flanco oriental.
Iglesia de Nuestra Señora del Castillo
Actual iglesia parroquial, se trata de un edificio de planta de salón con una sola nave y una torre adosada en su parte norte. Es de origen románico, si bien de la primitiva fábrica no se conserva sino el paramento occidental en el que perduran un óculo baquetonado y la portada.
La singularidad de esta estriba en el alfiz rectangular que enmarca el arco de la puerta, un componente habitual en las construcciones árabes, cuya presencia aquí se debe, sin duda, a los numerosos musulmanes que residían en Calatañazor. La puerta dispone de arco de medio punto de doble arquivolta sobre sendas columnas encapiteladas. A la posterior obra gótica tardía (seguramente ya en el siglo XVI) pertenece la capilla mayor, siendo la nave y el coro del siglo XVIII.
En su interior se halla una pila bautismal románica del siglo XI, el Cristo de Calatañazor o del Amparo, talla del siglo XV en un retablo barroco del siglo XVII, y un pequeño museo que guarda variadas piezas de interés histórico y artístico, entre las que destacan las confirmaciones de privilegios originales de la villa otorgados por Enrique IV en 1456, los Reyes Católicos en 1477 y Carlos V en 1530. El retablo mayor, de finales del siglo XVI a comienzos del XVII, en su primera parte, es obra de Juan de Artiaga y Francisco Rodríguez. El resto del retablo es del siglo XVII y el camerín de la virgen del siglo XVII. La virgen es una talla del siglo XV.
Iglesia de San Juan
De esta pequeña iglesia-ermita de una sola nave, presbiterio y ábside, no quedan sino algunos despojos que aún quieren dejarse ver entre la vegetación. Se conserva la portada en regular estado ostentando una sencilla decoración a base de bifolias.
Ermita de la Soledad
Iglesia extramuros restaurada en gran medida, pero que muestra intacto el ábside y la puerta que se abre en el lado norte. Sólo presenta decoración esta puerta en su arquivolta exterior que voltea sobre los ábacos volados al haber desaparecido las columnas adosadas a las jambas.
En el ábside existen dos puertas tapiadas que se abrieron en el siglo XVII para el tránsito de los desfiles procesionales. Una imposta recorre el tambor a media altura dividiéndolo horizontalmente en dos secciones, mientras que las columnas son de fuste continuo en toda su altura. Tanto los capiteles como los canecillos que se distribuyen bajo el alero son de una talla admirable, en particular una figurilla representando a un músico sedente.
Rollo
La Plaza Mayor de Calatañazor la preside un rollo que recuerda que la villa gozaba de la jurisdicción de impartir justicia a los reos, ya sea con la pena capital o con la exposición o vergüenza pública que suponía «estar en la picota».
Sabinar de Calatañazor
Pero Calatañazor no es solo patrimonio ni historia, también cuenta con un rico patrimonio natural, al contar con uno de los bosques más antiguos del mundo, como es el Sabinar de Calatañazor. Se trata de una reserva natural situada en el término municipal de Calatañazor, en el paraje conocido como Dehesa del Carrillo. Se encuentra a escasa distancia del Monumento Natural de La Fuentona de Muriel. El de Calatañazor es uno de los bosques de sabinas mejor conservados del planeta. Desarrollado sobre terreno llano, de carácter calcáreo y a 1.000 metros de altitud, algunos de los ejemplares de esta masa arbórea monoespecífica alcanzan un porte y una edad notables: 14 metros de altura, más de cinco metros de diámetro y cerca de dos mil años de existencia.
Las condiciones climáticas de la zona, con intensos y duraderos fríos invernales, heladas tardías, sequía estival, fuertes contrastes térmicos, unidas al escaso desarrollo del suelo, resultan adversos para la vida de un gran número de especies vegetales, por lo que muy pocas especies han podido acoplarse a este medio. Para ello se necesita poseer órganos adaptados a reducir la transpiración (hojas aciculares y escamiformes cubiertas por una gruesa cutícula) y desarrollar importantes aparatos radicales que les permitan profundizar en el suelo o cubrir una amplia zona para poder obtener el agua y los nutrientes necesarios.
Todas estas características las cumple la sabina albar (Juniperus thurifera), lo que ha llevado a la implantación de la asociación Juniperetum hemisphaericothuriferae Rivas Martínez, como más relevante agrupación florística. La importancia que adquiere este Espacio Natural es por las sabinas en él presentes, con unas especiales características debido al gran porte y talla que alcanzan de manera bastante homogénea sus ejemplares. En el matorral, destacan las comunidades de sabina albar y enebro o sabino (Juniperus communis ssp. hemisphaerica), estepa, lavándula, espliego, cantueso, tomillo, mejorana, ajedrea, biércol...
En la escasa superficie de este Espacio Natural, con importantes actuaciones humanas, pocas son las especies faunísticas que pueden tener aquí su hábitat, residiendo únicamente las de pequeño tamaño y territorio reducido (pequeños mamíferos, paseriformes, pícidos, insectos, ...) que toleran la presencia del ganado y del ser humano.
Utilizándolo las de mayor tamaño y exigencias de naturalidad como zona esporádica de campeo. Estas viejas sabinas, en muchos casos de troncos huecos, albergan un grupo de especies que encuentran aquí cobijo como murciélagos, lirones, palomas, mochuelos, cárabos, abubillas, picos, páridos, trepadores... Siendo estas las principales especies que pueblan el Sabinar.