O pontapé de saída do Mundial de Futebol de 2026 já foi dado. Será a maior competição de sempre. Pela primeira vez, estão em jogo 48 seleções, distribuídas por 12 grupos. Para Gianni Infantino, o presidente da FIFA que termina o mandato no próximo ano, este alargamento geográfico das equipas não significa apenas mais dinheiro em caixa. É também a garantia de que terá o apoio de mais confederações para se manter no poder quando se recandidatar ao cargo.
Cabo Verde, Curaçau, Jordânia e Uzbequistão estão pela primeira vez presentes num Mundial de Futebol. Nestes plantéis, a diáspora tem um peso muito relevante e explica, em parte, como chegaram aqui. Há histórias curiosas em cada uma destas seleções. Uma delas envolve uma convocatória de um jogador pelo LinkedIn.