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El vértigo de viajar solo en verano: “Llevo demasiado tiempo viviendo como si mi vida estuviera en pausa”

La primera noche, Carmen cenó sola en la habitación del hotel. Había tardado años en reservar aquel fin de semana y, cuando por fin llegó, no se atrevía a bajar sola al restaurante. “Los primeros momentos los pasé casi escondida”, recuerda. “No me veía con fuerzas”. Al día siguiente se armó de valor y lo consiguió. Se sentó en una terraza con un libro. Esperaba que la gente la mirase, que pensara: “¿Pero qué hace esta señora aquí sola?”. Sin embargo, nadie la miró. “Fue casi una decepción, en el buen sentido, claro”, recuerda ahora. Carmen, que prefiere no decir su nombre real para proteger su intimidad, tiene 50 años, está divorciada y tiene dos hijos. Lleva más de una década soñando con hacer un gran viaje por su cuenta, aunque hasta ahora solo se ha atrevido con estancias breves. Como ella, hay muchas personas que pasan años deseando hacer un viaje a solas, ya sea porque no tienen pareja o simplemente para vivir la experiencia, pero nunca terminan de hacerlo. Algunas, especialmente las solteras, acaban apuntándose a los planes de otros, aunque siguen esperando a “la persona adecuada” para compartir su viaje soñado.

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© Capital Pictures/Cordon Press

La actriz Julia Roberts, en una escena de la película 'Come, reza, ama', del año 2010.
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La desconocida pugna entre la Sagrada Família y el Ayuntamiento por los entierros

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Las cuatro torres de la fachada del nacimiento superaban ya la primera portada construida de la Sagrada Família cuando Antoni Gaudí tuvo que enfrentarse a un importante reto que iban mucho más allá de la obra: la urbanización del entorno. Aunque la Asociación Espiritual de Devotos de San José, impulsora de la construcción del templo, había adquirido una parcela ligeramente mayor a la de las manzanas del Eixample barcelonés, el plan urbanístico de Ildefons Cerdà lo dejaba inevitablemente encasillado en la nueva trama urbana.

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Governo anuncia construção de 85 mil moradias do Minha Casa,Minha Vida

Logo Agência Brasil

O governo federal anunciou na tarde desta sexta-feira (12) as propostas selecionadas para a construção de 85 mil novos imóveis do programa Minha Casa, Minha Vida (MCMV) nas modalidades Rural e Entidades (moradias urbanas).

Cinquenta mil imóveis terão destinação rural e 35 mil atenderão a quem reside em zona urbana. O número de moradias é 66% acima da previsão inicial. As residências serão financiadas pelo Fundo de Desenvolvimento Social (FDS). O valor total do investimento é R$ 10 bilhões.

Notícias relacionadas:

A modalidade MCMV Entidades atende famílias com renda total de até R$ 3,2 mil (valor bruto). O acesso ao benefício se dá por meio de associações de moradores, cooperativas habitacionais e sindicatos que submetem a proposta de construção de casas e apartamentos à Caixa Econômica Federal.

Para a coordenadora do Movimento de Trabalhadoras e Trabalhadores por Direitos (MTD), Ângela Cristina Ferreira, a modalidade Entidades do MCMV desburocratiza a construção de residências e consegue estabelecer diálogo “na ponta” com pessoas em “extrema de vulnerabilidade”, possibilitando o acesso a “casas com boa qualidade”.

Para quem abastece a mesa

No caso do MCMV Rural, há recursos para construção ou reforma de moradias de agricultores com renda familiar bruta anual de até R$ 50 mil. O programa – que também atende comunidades tradicionais, como indígenas e quilombolas – viabiliza que os agricultores construam casas em terrenos onde moram.

A presidente da Confederação Nacional de Trabalhadores Rurais e Agricultores e Agricultoras Familiares (Contag), Vânia Marques, ressalta que a modalidade Rural do MCMV é extremamente impactante. Segundo a representante da Contag, ainda é comum nessas regiões a falta de eletricidade, de estradas asfaltadas e de políticas públicas mais acessíveis.

Para a liderança, a iniciativa faz justiça social. “Porque somos nós que carregamos diariamente uma missão estratégica para a nação. Somos nós que produzimos alimentos saudáveis. Somos nós que abastecemos a mesa do povo brasileiro.”

Alma do programa

As entidades representativas de movimentos rurais e de movimentos de moradia participaram de solenidade para o anúncio do financiamento com a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva no Palácio do Planalto, em Brasília.
 
“Vocês que estão aqui hoje são a alma desse programa. São os verdadeiros protagonistas que fazem com que essas casas cheguem à população e às famílias que mais precisam”, disse Lula.

O presidente da República assinalou que o anúncio da construção de novos imóveis atende à demanda dos movimentos sociais, e pediu que esses sejam atuantes na execução do programa. “O que vocês cobram não é injusto. Vocês sabem que fomos eleitos para cumprir o que programamos.”

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Governo anuncia construção de 85 mil moradias do Minha Casa,Minha Vida

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O governo federal anunciou na tarde desta sexta-feira (12) as propostas selecionadas para a construção de 85 mil novos imóveis do programa Minha Casa, Minha Vida (MCMV) nas modalidades Rural e Entidades (moradias urbanas).

Cinquenta mil imóveis terão destinação rural e 35 mil atenderão a quem reside em zona urbana. O número de moradias é 66% acima da previsão inicial. As residências serão financiadas pelo Fundo de Desenvolvimento Social (FDS). O valor total do investimento é R$ 10 bilhões.

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A modalidade MCMV Entidades atende famílias com renda total de até R$ 3,2 mil (valor bruto). O acesso ao benefício se dá por meio de associações de moradores, cooperativas habitacionais e sindicatos que submetem a proposta de construção de casas e apartamentos à Caixa Econômica Federal.

Para a coordenadora do Movimento de Trabalhadoras e Trabalhadores por Direitos (MTD), Ângela Cristina Ferreira, a modalidade Entidades do MCMV desburocratiza a construção de residências e consegue estabelecer diálogo “na ponta” com pessoas em “extrema de vulnerabilidade”, possibilitando o acesso a “casas com boa qualidade”.

Para quem abastece a mesa

No caso do MCMV Rural, há recursos para construção ou reforma de moradias de agricultores com renda familiar bruta anual de até R$ 50 mil. O programa – que também atende comunidades tradicionais, como indígenas e quilombolas – viabiliza que os agricultores construam casas em terrenos onde moram.

A presidente da Confederação Nacional de Trabalhadores Rurais e Agricultores e Agricultoras Familiares (Contag), Vânia Marques, ressalta que a modalidade Rural do MCMV é extremamente impactante. Segundo a representante da Contag, ainda é comum nessas regiões a falta de eletricidade, de estradas asfaltadas e de políticas públicas mais acessíveis.

Para a liderança, a iniciativa faz justiça social. “Porque somos nós que carregamos diariamente uma missão estratégica para a nação. Somos nós que produzimos alimentos saudáveis. Somos nós que abastecemos a mesa do povo brasileiro.”

Alma do programa

As entidades representativas de movimentos rurais e de movimentos de moradia participaram de solenidade para o anúncio do financiamento com a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva no Palácio do Planalto, em Brasília.
 
“Vocês que estão aqui hoje são a alma desse programa. São os verdadeiros protagonistas que fazem com que essas casas cheguem à população e às famílias que mais precisam”, disse Lula.

O presidente da República assinalou que o anúncio da construção de novos imóveis atende à demanda dos movimentos sociais, e pediu que esses sejam atuantes na execução do programa. “O que vocês cobram não é injusto. Vocês sabem que fomos eleitos para cumprir o que programamos.”

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Una psicóloga comparte el ejercicio definitivo para centrar tu atención y salir del piloto automático: "Lo puedes hacer en dos minutos"

Belén Colomina, experta en meditación y colaboradora de la app Petit BamBou, explica una sencilla técnica para autorregularse en momentos emocionales. Leer

Belén Colomina, experta en meditación y colaboradora de la app Petit BamBou, explica una sencilla técnica para autorregularse en momentos emocionales.
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