Reading view

Tarifa zero pode garantir mais acesso a serviços de saúde, diz estudo

Logo Agência Brasil

A auxiliar de serviços gerais Núbia Sales Veras, de 52 anos, moradora da Cidade Ocidental, município goiano no Entorno do Distrito Federal, utiliza diariamente o transporte público para cruzar o limite com a capital do país e chegar até a empresa onde trabalha, no Lago Sul, bairro de elite de Brasília, a cerca de 50 quilômetros (km) de casa.

A distância, o custo da tarifa do ônibus e a baixa qualidade do transporte urbano criam limitações para que ela acesse serviços essenciais da sua vida, como o tratamento que faz para fibromialgia, uma síndrome crônica que causa dores musculares e articulares em várias partes do corpo.

Notícias relacionadas:

"Já perdi compromisso, já perdi consulta do meu tratamento no [hospital] Sarah [instituição de saúde focada em reabilitação motora e neurológica], tudo por causa da demora do ônibus e do valor da passagem", contou à Agência Brasil.

A reportagem conversou com Núbia, na tarde da última sexta-feira (12), quando ela passava pela Rodoviária do Plano Piloto, o principal terminal de transporte público urbano do Distrito Federal e região metropolitana, localizada no centro da capital do país.

Outro problema relatado pela trabalhadora é o valor da passagem, que chega a custar R$ 18 por dia, custo que limita sua vida social.

Brasília (DF), 13/06/2026 - Núbia Sales Veras fala sobre tarifa zero pode garantir mais acesso a serviços de saúde. Foto: Pedro Rafael Vilela/Agência Brasil Brasília (DF), 13/06/2026 - Núbia Sales Veras fala sobre tarifa zero pode garantir mais acesso a serviços de saúde. Foto: Pedro Rafael Vilela/Agência Brasil
Núbia afirma que filhas perderam oportunidades por causa do preço da passagem. Foto: Pedro Rafael Vilela/Agência Brasil

"Muitas vezes não pude utilizar para a cultura, para colocar minhas filhas em uma escola melhor, mas mais distante, por causa desse valor da passagem", afirmou.

A experiência de Núbia, bem como de milhares de pessoas que usam o transporte público rodoviário para transitar pelas grandes cidades do país, reflete as conclusões de um novo estudo desenvolvido por pesquisadores vinculados ao Instituto de Ciência Polícia da Universidade de Brasília (UnB).

O artigo intitulado Quem pode circular? Tarifa zero, mobilidade e desigualdades raciais no acesso à cidade e aos serviços aponta que o custo tarifário e a precariedade do transporte, incluindo superlotação, insegurança e imprevisibilidade, geram obstáculos concretos à continuidade do cuidado em saúde, resultando no atraso de diagnósticos, faltas a consultas agendadas e prejuízos no acompanhamento preventivo de doenças crônicas.

Racismo estrutural

O texto, publicado no formato policy paper (um tipo de relatório técnico), destaca que os tempos de deslocamento prolongados em regiões metropolitanas "atuam como severos agravantes de sofrimento psíquico, estresse crônico e exaustão, potencializando quadros de ansiedade e depressão".

Esses efeitos, de acordo com a pesquisa, tendem a ser particularmente significativos quando observados sob a perspectiva das desigualdades raciais. Isso porque a população negra está sobrerrepresentada entre os grupos de menor renda, residentes em territórios periféricos e mais dependentes do transporte público.

"Isso significa que as barreiras econômicas e territoriais à mobilidade incidem de forma desproporcional sobre essa população, limitando seu acesso à cidade e aos seus serviços", aponta o estudo.

Também na Rodoviária do Plano Piloto, a aposentada Helena Simão, mulher negra de 72 anos, caminhava devagar e com dificuldade quando parou para conversar com a reportagem, pouco antes de embarcar no ônibus para chegar a Samambaia, região administrativa do DF, distante cerca de 30 quilômetros do centro da capital.

Ela contou que convive há anos com osteoporose, uma doença que reduz a densidade e enfraquece os ossos do corpo. Apesar de não pagar mais a tarifa, por ter gratuidade de pessoa idosa, Helena reclama da baixa circulação de ônibus na periferia.

Brasília (DF), 13/06/2026 - Helena Simão fala sobre tarifa zero pode garantir mais acesso a serviços de saúde. Foto: Pedro Rafael Vilela/Agência Brasil Brasília (DF), 13/06/2026 - Helena Simão fala sobre tarifa zero pode garantir mais acesso a serviços de saúde. Foto: Pedro Rafael Vilela/Agência Brasil
Helena Simão não paga mais passagem, mas lamenta a pouca frequência de ônibus na periferia  Foto: Pedro Rafael Vilela/Agência Brasil

"Eu já não pago o transporte, mas demora muito para passar e já perdi consulta médica", denunciou Helena. 

Dados do DataSUS citados na pesquisa demonstram, por exemplo, que mulheres negras enfrentam o dobro do risco de morte materna em relação a mulheres brancas, "uma disparidade que se conecta diretamente às restrições materiais e espaciais de locomoção impostas pela segregação urbana".

>>Livro debate tarifa zero e mobilidade urbana como qualidade de vida

Transporte universal

Um dos focos do estudo é demonstrar que a remoção da principal barreira econômica ao transporte público, que é o custo da tarifa, por meio da implantação da tarifa zero universal, tem potencial para atuar como uma política estruturante de redução de desigualdades, indo muito além de uma simples medida de transporte público.

"Tem potencial de transformar a relação da sociedade com uma política pública, tal qual o Sistema Único de Saúde (SUS) propiciou, mas agora do ponto de vista do transporte", observa Paíque Duques Santarém, pesquisador da UnB (Universidade de Brasília) e um dos autores do artigo.

Essa desoneração integral do custo da tarifa, na análise dos pesquisadores, constituiria uma ferramenta estratégica para garantir o acesso efetivo aos equipamentos públicos, assegurar a continuidade do cuidado terapêutico e "tensionar, de forma definitiva, os padrões históricos de exclusão territorial e racial que fragmentam as cidades brasileiras".

Em um estudo anterior, o mesmo grupo de pesquisa envolvido no projeto sobre tarifa zero e suas possibilidades de expansão no Brasil aponta que a implementação da gratuidade no transporte público nas 27 capitais brasileiras também representaria uma injeção de R$ 60,3 bilhões anuais na economia do país e poderia ter um efeito semelhante ao do Bolsa Família.

  •  

Tarifa zero pode garantir mais acesso a serviços de saúde, diz estudo

Logo Agência Brasil

A auxiliar de serviços gerais Núbia Sales Veras, de 52 anos, moradora da Cidade Ocidental, município goiano no Entorno do Distrito Federal, utiliza diariamente o transporte público para cruzar o limite com a capital do país e chegar até a empresa onde trabalha, no Lago Sul, bairro de elite de Brasília, a cerca de 50 quilômetros (km) de casa.

A distância, o custo da tarifa do ônibus e a baixa qualidade do transporte urbano criam limitações para que ela acesse serviços essenciais da sua vida, como o tratamento que faz para fibromialgia, uma síndrome crônica que causa dores musculares e articulares em várias partes do corpo.

Notícias relacionadas:

"Já perdi compromisso, já perdi consulta do meu tratamento no [hospital] Sarah [instituição de saúde focada em reabilitação motora e neurológica], tudo por causa da demora do ônibus e do valor da passagem", contou à Agência Brasil.

A reportagem conversou com Núbia, na tarde da última sexta-feira (12), quando ela passava pela Rodoviária do Plano Piloto, o principal terminal de transporte público urbano do Distrito Federal e região metropolitana, localizada no centro da capital do país.

Outro problema relatado pela trabalhadora é o valor da passagem, que chega a custar R$ 18 por dia, custo que limita sua vida social.

Brasília (DF), 13/06/2026 - Núbia Sales Veras fala sobre tarifa zero pode garantir mais acesso a serviços de saúde. Foto: Pedro Rafael Vilela/Agência Brasil Brasília (DF), 13/06/2026 - Núbia Sales Veras fala sobre tarifa zero pode garantir mais acesso a serviços de saúde. Foto: Pedro Rafael Vilela/Agência Brasil
Núbia afirma que filhas perderam oportunidades por causa do preço da passagem. Foto: Pedro Rafael Vilela/Agência Brasil

"Muitas vezes não pude utilizar para a cultura, para colocar minhas filhas em uma escola melhor, mas mais distante, por causa desse valor da passagem", afirmou.

A experiência de Núbia, bem como de milhares de pessoas que usam o transporte público rodoviário para transitar pelas grandes cidades do país, reflete as conclusões de um novo estudo desenvolvido por pesquisadores vinculados ao Instituto de Ciência Polícia da Universidade de Brasília (UnB).

O artigo intitulado Quem pode circular? Tarifa zero, mobilidade e desigualdades raciais no acesso à cidade e aos serviços aponta que o custo tarifário e a precariedade do transporte, incluindo superlotação, insegurança e imprevisibilidade, geram obstáculos concretos à continuidade do cuidado em saúde, resultando no atraso de diagnósticos, faltas a consultas agendadas e prejuízos no acompanhamento preventivo de doenças crônicas.

Racismo estrutural

O texto, publicado no formato policy paper (um tipo de relatório técnico), destaca que os tempos de deslocamento prolongados em regiões metropolitanas "atuam como severos agravantes de sofrimento psíquico, estresse crônico e exaustão, potencializando quadros de ansiedade e depressão".

Esses efeitos, de acordo com a pesquisa, tendem a ser particularmente significativos quando observados sob a perspectiva das desigualdades raciais. Isso porque a população negra está sobrerrepresentada entre os grupos de menor renda, residentes em territórios periféricos e mais dependentes do transporte público.

"Isso significa que as barreiras econômicas e territoriais à mobilidade incidem de forma desproporcional sobre essa população, limitando seu acesso à cidade e aos seus serviços", aponta o estudo.

Também na Rodoviária do Plano Piloto, a aposentada Helena Simão, mulher negra de 72 anos, caminhava devagar e com dificuldade quando parou para conversar com a reportagem, pouco antes de embarcar no ônibus para chegar a Samambaia, região administrativa do DF, distante cerca de 30 quilômetros do centro da capital.

Ela contou que convive há anos com osteoporose, uma doença que reduz a densidade e enfraquece os ossos do corpo. Apesar de não pagar mais a tarifa, por ter gratuidade de pessoa idosa, Helena reclama da baixa circulação de ônibus na periferia.

Brasília (DF), 13/06/2026 - Helena Simão fala sobre tarifa zero pode garantir mais acesso a serviços de saúde. Foto: Pedro Rafael Vilela/Agência Brasil Brasília (DF), 13/06/2026 - Helena Simão fala sobre tarifa zero pode garantir mais acesso a serviços de saúde. Foto: Pedro Rafael Vilela/Agência Brasil
Helena Simão não paga mais passagem, mas lamenta a pouca frequência de ônibus na periferia  Foto: Pedro Rafael Vilela/Agência Brasil

"Eu já não pago o transporte, mas demora muito para passar e já perdi consulta médica", denunciou Helena. 

Dados do DataSUS citados na pesquisa demonstram, por exemplo, que mulheres negras enfrentam o dobro do risco de morte materna em relação a mulheres brancas, "uma disparidade que se conecta diretamente às restrições materiais e espaciais de locomoção impostas pela segregação urbana".

>>Livro debate tarifa zero e mobilidade urbana como qualidade de vida

Transporte universal

Um dos focos do estudo é demonstrar que a remoção da principal barreira econômica ao transporte público, que é o custo da tarifa, por meio da implantação da tarifa zero universal, tem potencial para atuar como uma política estruturante de redução de desigualdades, indo muito além de uma simples medida de transporte público.

"Tem potencial de transformar a relação da sociedade com uma política pública, tal qual o Sistema Único de Saúde (SUS) propiciou, mas agora do ponto de vista do transporte", observa Paíque Duques Santarém, pesquisador da UnB (Universidade de Brasília) e um dos autores do artigo.

Essa desoneração integral do custo da tarifa, na análise dos pesquisadores, constituiria uma ferramenta estratégica para garantir o acesso efetivo aos equipamentos públicos, assegurar a continuidade do cuidado terapêutico e "tensionar, de forma definitiva, os padrões históricos de exclusão territorial e racial que fragmentam as cidades brasileiras".

Em um estudo anterior, o mesmo grupo de pesquisa envolvido no projeto sobre tarifa zero e suas possibilidades de expansão no Brasil aponta que a implementação da gratuidade no transporte público nas 27 capitais brasileiras também representaria uma injeção de R$ 60,3 bilhões anuais na economia do país e poderia ter um efeito semelhante ao do Bolsa Família.

  •  

Cinco detenidos en una pelea multitudinaria en Valencia, uno de ellos herido por arma blanca

La Policía Nacional ha detenido a cinco jóvenes de entre 19 y 26 años tras producirse una pelea multitudinaria este sábado en la zona del edificio Veles e Vents, en la Marina de Valencia, en la que una persona ha resultado herida por arma blanca.

Según han informado fuentes de la Jefatura de Policía Nacional, los trabajadores de seguridad del edificio llamaron sobre las 2 de la madrugada de este sábado para alertar de que había dos grupos formados por más de una veintena de personas que habían comenzado una pelea en la parte trasera de Veles e Vents.

En la pelea, en la que habrían utilizado fuerza física como patadas y puñetazos y botellas de cristal como arma blanca, dos personas resultaron heridas. Una de ellas sufrió una fractura nasal y otra recibió un corte en el cuello.

Según las fuentes, el herido en el cuello por arma blanca presentaba una herida que sangraba abundantemente, por lo que fue trasladado al Hospital Clínico de Valencia, donde fue ingresado.

Posteriormente, tras las batidas que realizaron los agentes por la zona, pudieron proceder a la detención de cinco jóvenes, incluyendo a los dos heridos.

© EUROPAPRESS

Policía Nacional
  •  

Detenidos tres compañeros de piso tras una disputa con un disparo en un bar en Valencia

La Policía Nacional ha detenido a tres hombres compañeros de piso en un bar en Valencia tras una disputa por problemas de convivencia en la que uno de ellos habría abierto fuego contra los otros dos, que posteriormente le habrían agredido.

Agentes de la Policía Nacional y la Policía Local acudieron sobre las 22:15 horas de este viernes al local tras ser alertados por una llamada del 112 y se encontraron con uno de los varones, de 37 años, con la cara ensangrentada y retenido en el suelo por los otros dos hombres.

Al parecer, según han confirmado a la Agencia Efe fuentes de la Jefatura de Policía Nacional, este varón habría abierto fuego con un fusil de cerrojo con mira telescópica contra sus dos compañeros de piso.

El disparo impactó en el escaparate del bar y ocasionó heridas leves a una mujer que pasaba por la zona debido a las esquirlas del proyectil.

Los agentes detuvieron al autor por un delito de tentativa de homicidio y tenencia ilícita de armas, tras averiguar que el fusil figuraba como sustraído en un robo con fuerza en un pueblo de Toledo.

Los otros dos hombres, de 29 y 39 años, -todos ellos de nacionalidad albanesa- interceptaron al que les había disparado, lo retuvieron y lo agredieron, por lo que también han sido arrestados por delitos de lesiones.

Al lugar también acudieron agentes de la Policía Científica para realizar inspecciones oculares y los servicios sanitarios trasladaron el autor del disparo a un centro hospitalario.

© EUROPAPRESS

Sucesos.- La Policía Nacional investiga una agresión sexual a una joven de 18 años en Valencia
  •  

Iglesias pide "primarias abiertas a la ciudadanía" para lograr la unidad de la izquierda en 2027

El exsecretario general de Podemos, Pablo Iglesias, ha defendido este viernes que la celebración de primarias abiertas a la ciudadanía debe ser la base para construir una candidatura unitaria de la izquierda alternativa al PSOE de cara a las próximas elecciones generales. No obstante, ha advertido de que para ello es necesario que las distintas organizaciones políticas asuman el "riesgo" y la "valentía" de someterse al veredicto de los votantes.

Durante una mesa de debate celebrada en la Fiesta de la Primavera de Podemos, en Madrid, Iglesias sostuvo que la participación ciudadana en la elección de candidatos sigue siendo la gran asignatura pendiente de la izquierda. A su juicio, las dificultades para alcanzar acuerdos electorales entre las distintas fuerzas progresistas hacen más necesario que nunca un mecanismo abierto que permita a la ciudadanía decidir.

Sus palabras llegan en un momento de intenso debate dentro del espacio situado a la izquierda del PSOE sobre cómo afrontar el próximo ciclo electoral. Mientras el portavoz de ERC, Gabriel Rufián, se ha mostrado dispuesto a encabezar un frente amplio si contribuye a la unidad, Podemos apuesta por una fórmula que combine el liderazgo del dirigente republicano con el de la exministra de Igualdad Irene Montero. Paralelamente, IU, Comuns, Movimiento Sumar y Más Madrid trabajan para reconstruir una alianza electoral amplia, aunque todavía sin candidato ni marca definidos.

Iglesias defendió que las experiencias políticas más exitosas de América Latina demuestran que las coaliciones más competitivas no son necesariamente las más homogéneas ideológicamente, sino aquellas capaces de articular mecanismos efectivos de participación popular.

En ese sentido, planteó que unas primarias abiertas permitirían implicar a amplios sectores sociales y reforzar la legitimidad de una eventual candidatura unitaria. "La gente vería que esto no va de repartirse sillones entre partidos, sino de construir un proyecto colectivo", vino a señalar.

El exvicepresidente recordó además que Podemos fue pionero en la implantación de procesos de primarias masivas en España y aseguró que algunas organizaciones son reticentes a competir en ese terreno. Por ello, insistió en que la izquierda alternativa debe demostrar "voluntad de riesgo" y "valentía" si realmente aspira a construir una alternativa sólida.

"Si las bases pueden votar un programa electoral, también pueden decidir quién encabeza una candidatura de unidad", argumentó. En tono irónico, llegó a afirmar que incluso dirigentes socialistas podrían presentarse a ese proceso: "Que se presente Óscar Puente a las primarias, no hay ningún problema. Si las listas las decide la gente y el programa lo decide la gente votando, entonces no hay problema".

Para Iglesias, el principal obstáculo sigue siendo el "miedo a la participación". A su juicio, si la izquierda quiere frenar el avance de la derecha y la ultraderecha en las próximas elecciones, debe apostar por mecanismos que permitan a la ciudadanía tomar decisiones directas. "Si lo más ilusionante que se presenta es simplemente el mal menor, ya sabemos cómo acaba eso", advirtió, en una aparente referencia crítica al espacio de Sumar.

Durante su intervención, Iglesias también cargó contra el PSOE por la gestión del denominado "caso Leire Díez". El exlíder de Podemos acusó a los socialistas de actuar sin determinación en cuestiones clave como la renovación del Consejo General del Poder Judicial (CGPJ) y afirmó que han terminado "haciendo el ridículo" con las informaciones relacionadas con el llamado "comando garrapata".

Según sostuvo, el Gobierno debería haber impulsado cambios legislativos para modificar el sistema de elección del órgano de gobierno de los jueces en lugar de recurrir a estrategias que, en su opinión, han resultado contraproducentes.

Asimismo, cuestionó la actuación del presidente del Gobierno, Pedro Sánchez, al considerar que "está haciendo el ridículo" al mantener en puestos clave a responsables vinculados a posiciones conservadoras dentro del Ejecutivo. En concreto, señaló a los ministros Margarita Robles y Fernando Grande-Marlaska.

En el mismo acto intervino también el secretario general de Facua, Rubén Sánchez, quien defendió la necesidad de construir candidaturas de unidad, aunque advirtió de que esos procesos no pueden realizarse desde la "prepotencia" ni mediante la marginación de algunos actores políticos.

Sánchez hizo referencia a la experiencia de la coalición Por Andalucía, donde Podemos quedó relegado a posiciones poco relevantes en las listas electorales. Aunque reconoció que algunos partidos consideraron que aquella fórmula permitió salvar la situación, reclamó una visión más amplia y centrada en el proyecto colectivo.

© EUROPAPRESS

El exvicepresidente del Gobierno, Pablo Iglesias, durante el encuentro bajo el título ‘Frenar a la extrema derecha’, en el Ateneo de Madrid
  •  

¿Qué dice la ley sobre los regalos que reciben los altos cargos del Estado?

El expresidente José Luis Rodríguez Zapatero, en un acto a principios de 2026.

El sultán de Omán se presentó en el Ayuntamiento de Madrid el pasado 4 de noviembre. Haitham bin Tariq Al Said entregó a José Luis Martínez-Almeida un maletín marrón. En su interior había una bandeja de plata. Un regalo de su país al alcalde de la capital durante su visita de Estado. Días después, se publicó en el Portal de Transparencia municipal que había sido un regalo a la institución. Los funcionarios han escrito en el apartado de “valor” que no ha sido posible tasarlo. No es el único obsequio. Hay tropecientos de diferentes organizaciones y países con una evaluación similar.

Seguir leyendo

  •  

Ghana’s Partey denied entry for World Cup

Ghanaian star soccer player Thomas Partey is set to miss his national team’s opening FIFA World Cup match next week after he was denied entry to Canada. Partey, who also plays for Villarreal CF in Spain’s club soccer league, is currently facing charges in the United Kingdom including seven counts of rape and one count…

  •  

Ghana’s Partey denied entry for World Cup

Ghanaian star soccer player Thomas Partey is set to miss his national team’s opening FIFA World Cup match next week after he was denied entry to Canada. Partey, who also plays for Villarreal CF in Spain’s club soccer league, is currently facing charges in the United Kingdom including seven counts of rape and one count…

  •  

León XIV agradece a la tripulación del Falcon que lo trasladó a Roma el haberle "salvado" tras detectar una avería en su avión

El Papa, junto a parte de la delegación eclesiástica, aterrizó en Roma este viernes por la noche tras concluir su viaje apostólico a España Leer

El Papa, junto a parte de la delegación eclesiástica, aterrizó en Roma este viernes por la noche tras concluir su viaje apostólico a España
  •  

5.000 prendas para los siete días del Papa en España: la empresa de Zaragoza que confeccionó todo el vestuario de la visita de León XIV

La empresa Zarasanta, ubicada en Zaragoza, asumió el encargo de vestir al Pontífice y a todo su séquito durante los siete días en los que ha recorrido el país Leer

La empresa Zarasanta, ubicada en Zaragoza, asumió el encargo de vestir al Pontífice y a todo su séquito durante los siete días en los que ha recorrido el país
  •  

La oficialidad del catalán, el euskera y el gallego en la UE sigue bloqueada tras un año sin avances

La aspiración del Gobierno español de lograr que el catalán, el euskera y el gallego sean lenguas oficiales de la Unión Europea continúa sin avances significativos. Casi un año después del último debate formal sobre la cuestión en el Consejo de Asuntos Generales de la UE, la iniciativa permanece estancada por la falta de consenso entre los Estados miembros.

La última vez que España logró llevar el asunto a la mesa de los ministros europeos fue en julio de 2025. Desde entonces, y pese a los esfuerzos diplomáticos realizados por el Ejecutivo, la propuesta no ha vuelto a figurar en el orden del día. Fuentes comunitarias confirman a Europa Press, que el Gobierno ni siquiera ha solicitado su inclusión en la reunión prevista para este martes en Luxemburgo, consciente de que no cuenta con los apoyos necesarios para alcanzar la unanimidad exigida.

Diversas capitales europeas coinciden en señalar que la medida no figura entre las prioridades de la Unión en un momento marcado por conflictos internacionales, tensiones geopolíticas y otros asuntos considerados más urgentes para los Veintisiete.

La petición española fue presentada en agosto de 2023, en el marco de los acuerdos alcanzados con Junts para facilitar la investidura de Pedro Sánchez. Aprovechando la presidencia española del Consejo de la UE durante el segundo semestre de ese año, el Ejecutivo intentó acelerar su tramitación y llevó la propuesta hasta en cuatro ocasiones al Consejo de Asuntos Generales. Posteriormente volvió a plantearla durante las presidencias de Bélgica, Polonia y Dinamarca, sin éxito.

Sin embargo, durante el semestre actual, bajo presidencia chipriota, España no ha promovido ningún nuevo debate ministerial sobre el asunto, según confirman distintas fuentes europeas a Europa Press.

La unanimidad, principal escollo

Desde el inicio del proceso, la necesidad de obtener el respaldo unánime de los 27 Estados miembros se ha revelado como el mayor escollo. Aunque el Gobierno ha tratado de despejar las dudas de sus socios, persisten las reservas jurídicas y el temor a que la medida siente un precedente para otras lenguas minoritarias en la Unión.

Para facilitar un acuerdo, España se ha comprometido a asumir los costes derivados de la oficialidad, estimados por la Comisión Europea en unos 132 millones de euros anuales. Asimismo, propuso una aplicación gradual a partir de 2027, limitada inicialmente a la traducción de los reglamentos del Consejo y del Parlamento Europeo, que representan alrededor del 3 % de la producción legislativa comunitaria.

El Ejecutivo también sostiene que el caso del catalán, el euskera y el gallego es singular, al tratarse de lenguas reconocidas en la Constitución española antes de la adhesión del país a la UE, utilizadas en las Cortes Generales y presentes desde hace años en traducciones oficiales de tratados y normativa europea.

Como garantía adicional, España planteó incluir una declaración que estableciera que futuras solicitudes serían evaluadas individualmente y bajo criterios estrictos, entre ellos que la lengua sea originaria históricamente del Estado solicitante y cuente con reconocimiento constitucional desde hace al menos veinte años.

Las dudas persisten

Pese a estas propuestas, las reticencias continúan. El ministro de Asuntos Exteriores, José Manuel Albares, ha asegurado en varias ocasiones que una mayoría de Estados miembros no se opone a la iniciativa, aunque todavía existirían varios países con reservas. Otras fuentes europeas elevan a una decena las delegaciones que mantienen dudas.

Entre ellas destaca Alemania. Durante el último debate celebrado en julio de 2025, Berlín defendió la necesidad de aclarar previamente la base jurídica de la medida y respaldó la interpretación del servicio jurídico del Consejo, que considera que podría ser necesaria una reforma de los Tratados europeos.

Consciente del peso político alemán, el Gobierno abrió un diálogo bilateral con Berlín a finales del pasado año para intentar acercar posiciones. No obstante, los contactos no han dado resultados. Tras la reunión celebrada en mayo entre Albares y su homólogo alemán, Johann Wadephul, el Ministerio de Exteriores germano reiteró que mantiene sus dudas, especialmente desde el punto de vista jurídico.

Aunque el Gobierno español continúa defendiendo la oficialidad de las tres lenguas como una prioridad política, varios socios comunitarios discrepan de esa valoración.

Fuentes diplomáticas señalan que, en un contexto marcado por la guerra en Ucrania, las tensiones en Oriente Próximo y otros desafíos estratégicos, resulta difícil considerar esta cuestión como urgente. Algunos representantes europeos también apuntan que existe cierta incomprensión ante la insistencia española en este asunto mientras otros debates de interés para la Unión generan menos implicación por parte de Madrid.

Además, varios Estados miembros siguen reclamando un informe formal del servicio jurídico de la UE que aclare definitivamente las implicaciones legales de la propuesta. Sin embargo, para que dicho análisis se inicie es necesario que España lo solicite expresamente, algo que todavía no ha ocurrido.

Tampoco se ha pedido a la Comisión Europea una evaluación de impacto completa sobre el coste económico y operativo de la medida, pese a que Bruselas ha mostrado disposición a elaborarla. Los socios comunitarios reclaman datos detallados y una mayor seguridad jurídica antes de pronunciarse definitivamente sobre una iniciativa que, por definición, tendría repercusiones para el conjunto del presupuesto europeo.

© EUROPAPRESS

Una bandera de la Unión Europea junto a una bandera de España
  •  

Muere un motorista de 47 años tras darse contra un bordillo en la ciudad de Alicante

Un hombre de 47 años ha fallecido esta noche en Alicante cuando circulaba en motocicleta por una avenida de la ciudad y se ha dado contra un bordillo.

Según ha informado el Centro de Información y Coordinación de Urgencias (CICU), a las 23:20 horas recibió el aviso de un accidente de moto registrado en la avenida Villajoyosa de la ciudad de Alicante.

Al lugar de los hechos acudieron un SAMU y un SVB, que atendieron a un hombre de 47 años que se había dado contra un bordillo.

Los sanitarios llegaron a practicar al herido maniobras de reanimación cardiopulmonar, pero finalmente falleció.

© EUROPAPRESS

Sucesos.- Un muerto y un herido leve por un accidente en la AP-7 a su paso por Orihuela Costa (Alicante)
  •  

Una banda de ladrones asalta con explosivos una sucursal bancaria este sábado en Casinos (Valencia)

Una banda de ladrones ha asaltado durante la madrugada de este sábado una sucursal bancaria de CaixaBank en la localidad valenciana de Casinos, provocando numerosos daños en la oficina.

Según han confirmado fuentes del Instituto Armado, los hechos ocurrieron sobre las 3.30 horas de la madrugada, cuando una banda, de la que se desconoce el número de integrantes, accedió a la entidad bancaria tras colocar explosivos para poder entrar.

Agentes especialistas en detectar, neutralizar y desactivar artefactos explosivos (TEDAX) de la Guardia Civil se han desplazado durante la mañana de este sábado para inspeccionar el cajero.

Los asaltantes consiguieron acceder a la sucursal, pero no lograron extraer el dinero de la entidad bancaria, según las mismas fuentes, y la Policía Judicial de Llíria se ha hecho cargo de la investigación.

© EUROPAPRESS

Interior destina más de 24 millones en el alquiler de 1.700 vehículos para la Guardia Civil
  •  

¿Quién dijo que ETA no se salió con la suya?

Los que promovieron el proceso de blanqueamiento de ETA y se ufanaron de traer la paz a España, sin reparar en el coste que ello suponía, tienen hoy un día para reflexionar, no porque los demás del calendario, casi todos teñidos de rojo de las víctimas, no sirvan para el mismo fin. En aquellos días se transmitía falsamente a la opinión pública que los terroristas no habían conseguido nada con sus más de 40 años de delincuencia y que se trataba del gran triunfo de la democracia. Se olvidaban, y continúan con la amnesia, de los dos grandes logros de los etarras, la paralización de las obras de la central nuclear de Lemóniz y el desvío del trazado inicial de la autovía de Leizarán. Hoy se cumple el aniversario del asesinato de un trabajador de la cengtral y ayer, el de dos de los agentes de los TEDAX de la Policía Nacional cuando intentaban desactivar un paquete bomba dirigido a un directivo de una de las empresas que construían la mencionada autovía.

Independientemente del dinero que robaron, las decenas de miles de vascos aa los que obligaron a abandonar su tierra y el miedo que impusieron en una sociedad que, diga lo que se diga, aún persiste porque ellos, los terroristas, están ahí.

El único consuelo y objetivo de las víctimas es seguir con su lucha para que no se olvide una de las etapas más negras de la historia reciente de España y que se les otorgue la justicia que se merecen. Con la dignidad que se han ganado. Y, además, está demostrado: la historia termina colocando a cada uno en el sitio que le corresponde.

Fue el 13 de junio de 1979. A las 14:30 horas, momento en el que se producía el cambio de turno, una bomba colocada por ETA en el interior de la central nuclear de Lemóniz hizo explosión alcanzando de lleno a Ángel Baños Espada, montador de la empresa Tamoin. Se trataba de la segunda bomba y del tercer muerto provocado por la banda terrorista dentro de las mismas instalaciones. Quince meses antes, otro artefacto similar había segado la vida de otros dos trabajadores, Andrés Guerra y Alberto negro.

Este nuevo atentado fue cometido por dos individuos armados que encañonaron a los dos operarios encargados del tanque de refrigeración, obligándoles, tras esposarlos, a abandonar el lugar. Los terroristas colocaron entonces una bombaen la parte inferior del tanque. ETA dirigió sendos avisos telefónicos a Iberduero y a la emisora bilbaína Radio Popular, en los que daba cuenta de la colocación del artefacto, por lo que se activaron las sirenas con la señal establecida para proceder al desalojo de los distintos pabellones. Sin embargo, Ángel Baños no se percató del desalojo y tras recibir el impacto de la onda expansiva, cayó por la parte trasera del tanque, lo que le ocasionó la muerte.La culpa nio era de él sino de los que pusieron la bomba.

La víctima había nacido en Cartagena, tenía cuarenta y seis años y era padre de cinco hijos.

Los cuatrocientos trabajadores de la empresa Iberduero, encargada de las obras de la central nuclear de Lemóniz, hicieron público el 20 de junio un comunicado, después de reunirse en asamblea, en el que denunciaban la irresponsabilidad de la organización terrorista ETA, cuyas acciones contra la central habían provocado la muerte de varios empleados: “hacemos un llamamiento, en particular a ETA y a aquellos sectores del pueblo que piden goma 2 para Lemóniz, para que hagan un análisis de las irresponsabilidades que están cometiendo, porque, al atentar contra las instalaciones, están atentando también contra la seguridad del trabajador, dado que para mantener nuestro puesto de trabajo tenemos que estar continuamente en ellas”.

Los trabajadores, además, mostraban su extrañeza por el hecho de que ningún ayuntamiento hubiera condenado el atentado que costó la vida a su compañero, lo que fue interpretado como «un estado generalizado de indiferencia hacia nosotros». Comisiones Obreras y Unión General de Trabajadores (UGT), por su parte, hicieron públicos sendos comunicados de condena a ETA por los dos atentados perpetrados en el interior de la central en construcción.

El día 12 de junio de 1991 el subinspector del Cuerpo Nacional de Policía Andrés Muñoz Pérez y el agente Valentín Martín Sánchez, ambos artificieros, pertenecientes al equipo de técnicos en desactivación de explosivos del Cuerpo (Tedax) resultaban muertos cuando trataban de desactivar un paquete-bomba enviado por la banda terrorista ETA, localizado en un almacén de la empresa Servitrans en el número 6 de la calle de San Toribio, del barrio madrileño de Vallecas. El paquete-bomba iba inicialmente destinado al presidente de Construcciones Atocha S.A., Jesús Gallego. La empresa era una de las adjudicatarias de la autovía de Leizarán, a cuyo trazado se oponía ETA por su supuesto impacto medioambiental. (Con información de Vidas Rotas y Policía Nacional)

La central nuclear de Lemóniz, en Vizcaya, nunca llegó a tener material radiactivo en sus instalaciones
  •  

Feijóo acusa a Sánchez de promover una "cacería" contra jueces y policías: "Han gobernado como una organización criminal"

El líder del Partido Popular, Alberto Núñez Feijóo, ha endurecido este sábado su ofensiva contra Pedro Sánchez al acusar al presidente del Gobierno de ser capaz de "cualquier cosa", incluida una supuesta "cacería" contra jueces, fiscales y miembros de las Fuerzas y Cuerpos de Seguridad del Estado por ejercer sus funciones. Durante un multitudinario acto celebrado en O Pino (A Coruña), el dirigente popular ha sostenido que España atraviesa una grave crisis institucional y ha prometido una profunda regeneración política si llega a La Moncloa.

Ante unos 4.500 simpatizantes, según cifras facilitadas por el PPdeG, Feijóo ha convertido los casos de corrupción que afectan al entorno socialista en el eje central de su intervención y ha presentado lo que definió como los compromisos de un futuro Gobierno popular.

El presidente del PP ha confirmado que una de sus prioridades será impulsar una regeneración "política, institucional y moral" de la vida pública española. Para ello, ha prometido revisar en profundidad la actuación del actual Ejecutivo y depurar todas las responsabilidades que puedan derivarse de las investigaciones abiertas.

"Haré una limpieza total", ha asegurado Feijóo, convencido de que el Gobierno socialista "lo ha podrido todo". A su juicio, los escándalos conocidos en los últimos meses reflejan un proceso de degradación política que, según ha dicho, afecta a distintos ámbitos de la Administración. "No ha faltado nadie en esta podredumbre; es una serie interminable que se supera capítulo a capítulo", ha resumido.

Feijóo también ha recurrido a una de las expresiones más duras de su intervención al aventurar cuál será, en su opinión, el legado político de Pedro Sánchez. "El epitafio político está escrito", ha afirmado antes de definir al presidente como "un fariseo que no cumplió nada de lo que prometió".

En la misma semana que se ha conocido el valor de las joyas que Zapatero guardaba en su caja fuerte, el presidente de los 'populares' se ha referido a él como "el referente moral" y "la joya de la corona" de Pedro Sánchez, de cuyas siglas "P.S", ha enfatizado, están llenas las "cloacas" del PSOE.

"La cloaca lo ha manchado todo porque P.S. es realmente el que maneja la gran cloaca de la política españoles" y porque los socialistas, "que venían a limpiar de corrupción" el país, han gobernado estos años como "una organización criminal".

El dirigente popular ha reclamado además la convocatoria de elecciones generales anticipadas y ha defendido que la respuesta adecuada a la actual situación política pasa por devolver la palabra a los ciudadanos. A su juicio, la comparecencia de Sánchez en el Congreso no será suficiente para disipar las dudas existentes sobre los distintos casos que afectan al entorno del PSOE.

En este contexto, ha prometido que un eventual Gobierno del PP revisará todas las actuaciones bajo sospecha y ha asegurado que "no quedará una alfombra por levantar ni un cajón por abrir". También ha avanzado que exigirá responsabilidades políticas por todos los asuntos que actualmente se encuentran bajo investigación.

Y, en este punto, ha querido dejar claro que no se trata de cambiar al PSOE por el PP, sino de pasar "de la degeneración a la decencia, de devolver el dinero a los españoles, de recuperar las instituciones y de apartar a los partidos de los árbitros del Estado, que son los jueces, los fiscales y las Fuerzas y Cuerpos de Seguridad del Estado".

Más allá de la crítica al Ejecutivo, Feijóo ha aprovechado el acto para presentar algunas de las líneas maestras de su proyecto político. Entre ellas ha destacado la reforma del sistema de financiación autonómica, que, según ha apuntado, deberá construirse desde el consenso entre todas las comunidades y con el objetivo de garantizar servicios públicos de calidad en todo el territorio.

El líder popular ha rechazado cualquier modelo que responda a acuerdos puntuales o necesidades parlamentarias y ha defendido un sistema basado en criterios de igualdad y solidaridad entre territorios. "Lo que es de todos se habla entre todos y se reparte entre todos", afirmó.

Asimismo, ha denunciado que el Gobierno central favorece a determinadas comunidades autónomas por motivos políticos y ha criticado lo que considera un trato desigual hacia los territorios gobernados por el PP.

Finalmente, aunque ha reconocido que la convocatoria electoral depende de Pedro Sánchez y de los partidos que sostienen al Ejecutivo, Feijóo se ha mostrado convencido de que el cambio político llegará. "Antes o después habrá un cambio en España", ha apuntado, para concluir que el país necesita un Gobierno "a la altura de los españoles".

💾

  •  

Salvador Illa reivindica que los socialistas se han ganado "el sello de la credibilidad" y avisa: "Ni nos doblegan ni nos callan"

El presidente de la Generalitat y líder del PSC dice que no son "ingenuos ante lo que está pasando" y exige "respeto a la presunción de inocencia y las instituciones" Leer

El presidente de la Generalitat y líder del PSC dice que no son "ingenuos ante lo que está pasando" y exige "respeto a la presunción de inocencia y las instituciones"
  •  
❌